Mrs B.. era dona de um bordel em Amesterdão no qual trabalhei durante treze meses. Logo nas primeiras semanas em que fui recebida em sua casa, eu contara-lhe como fora violada durante quatro anos pelo meu padrinho, e as surras com cinto que ele me aplicava por vezes antes de me foder. E confessara-lhe que quando isso sucedia, elas não apenas o excitavam a ele, mas igualmente me deixavam húmida a mim.
Mrs B.. era uma mulher experiente, uma antiga prostituta como eu, que montara a sua própria casa de meninas em pleno Red Ligth District de Amesterdão. Andava na casa dos 50, cabelos pintados de preto a cair-lhe pelos ombros, um corpo magro bem torneado, sempre muito bem vestida, e embora nunca a víssemos a receber homens, quisesse ela e não destoaria de nenhuma de nós, muito mais novas, se subisse para a montra do estabelecimento e se exibisse em lingerie como nos obrigava a fazer. Uma noite fez-me entrar no seu escritório e perguntou-me se estava disposta a deixar-me amarrar e a ser espancada na zona das coxas antes de ser abusada sexualmente por um cliente que me pagaria 10 mil florins para o fazer.
- Seria em minha casa – Mrs B.. vivia habitualmente nuns aposentos contíguos ao bordel, embora com entrada independente, e para mais me tranquilizar garantiu-me – Eu estarei presente durante toda a sessão para te assegurar que as coisas não irão longe demais. Sei que vai ser um pouco violento, mas pensa bem Sandra, o pagamento é óptimo, e não seria a primeira vez que serias violada e espancada. E pelo que me contaste até achaste algum gosto nisso ainda eu o teu padrinho nunca te tenha pago nada por tal coisa.
Mrs B.. tinha razão. Eu queria acabar o meu curso de Direito em Portugal, era uma simples puta emigrante que estava ali de passagem querendo ganhar o máximo de dinheiro que o meu corpo me pudesse proporcionar, por isso aceitei.
- Muito bem, Sandra! – exclamou a cafetã mandando-me retirar e voltar para a montra a atiçar o desejo dos homens que passavam porque o negócio não podia parar – Vou dizer ao cliente que fica combinado para logo às 10 horas. E fica descansada que não vais ficar com nada estragado.
Um pouco antes da hora marcada um dos seguranças do bordel, Frank, fez-me entrar nos aposentos da senhora, retirando-se logo de seguida o que me tranquilizou pois se Mrs B… dispensava a presença dele em sua casa, era sinal que tinha absoluta confiança no cliente com quem eu me ia encontrar. Ela por sua vez, depois de confirmar que me encontrava bem lavada e cheirosa conduziu-me então a uma outra divisão da casa, que mais não era do que um escritório interior acanhado e sem janelas onde se encontrava um homem com mais de 60 anos, cabelos brancos e nariz afilado, impecavelmente vestido de fato e gravata. Para pagar aquela quantia só mesmo um coroa endinheirado, pensei quando o vi.
- Que tal a acha? – perguntou-lhe a dona do bordel – Escolhi a Sandra por saber que ela faz o seu tipo de mulher. Gordinha, morena, com as mamas direitas e cheias como tanto aprecia. Os clientes também gostam muito de fazer oral com ela, ainda que eu saiba que o senhor não liga muito a tal coisa.
Sem lhe responder o homem veio ter comigo, apalpou-me as mamas por cima do vestido curto que envergava no corpo, apertou-me as coxas parecendo ficar muito contente por as achar grossinhas, mandou-me abrir a boca examinando-me os dentes como se eu fosse uma égua ou uma presa a ser vendida num mercado de escravos.
- Sim – confirmou então – reconheço que a sua miúda me agrada bastante. Vai ser para mim muito agradável tê-la amarrada à minha completa disposição. Ela está não se opõe ao que lhe vou querer fazer?
- Fique descansado – assentiu a senhora – a Sandra já passou por experiências piores na adolescência, e por isso também a escolhi. Não estranhará quando sentir o chicote a morder-lhe na pele.
Dando-se por satisfeito o homem cumpriu então a formalidade que todos os clientes de putas começam por fazer antes de se servirem delas. Pagou-me o preço combinado que eu tratei de guardar logo na carteira. Não o vi entregar qualquer quantia à minha patroa mas de certeza que a madame já tratara da sua comissão, certamente que não a iria receber na minha frente para eu não ver quanto ela iria ganhar.
- Tira a roupinha, Sandra – mandou ele. Eu pus-me toda nua e ele passou a mão entre as minhas coxas, apalpando-me lentamente a vagina até sentir o meu clítoris ficar erecto.
- Já fodeste hoje, portuguesa? – perguntou-me.
- Duas vezes – respondi-lhe. A casa de Mrs B… como todos os bordéis da rua tinha muito movimento, fodas nunca nos faltavam.
- Entesas-te muito facilmente para uma vadia que fode por dinheiro – comentou – Vai saber-me muito bem ouvir o chicote a lamber-te a curvatura das coxas e a ouvir-te gritar de dor. E podes ficar certa que não pararei por mais que mo implores.
Apesar da presença de Mrs. B.. , e da minha vontade de ganhar dinheiro por conta do meu corpo, aquelas palavras assustaram-me. Uma coisa era ser fodida e espancada por meu tio/padrinho, outra era sê-lo por um desconhecido, num país estrangeiro. Mrs B… notou meu olhar de medo pois me pousou a mão no braço, procurando acalmar-me. O sujeito contudo, com um olhar que lhe lançou, fê-la retirá-la logo. Depois mandando-me abrir as pernas encostou-se a mim, e mesmo vestido como estava encochou sua zona pélvica na minha dando-me um esfreganço. O seu caralho começava agora a pôr-se em pé.
- Para o tronco dos castigos, vadia, é lá que te quero ouvir gemer!
Só então reparei que à esquerda da porta de entrada se achava quase encostada na parede uma comprida barra de madeira com cerca de metro e meio de altura, com uma trave horizontal na parte inferior. Essa trave não servia só para suster a barra ao alto pois que tinha quatro argolas de ferro de onde saíam umas cordas que, imaginava eu, serviriam para me amarrar os braços e os pés, como não tardei a confirmar.
- As costas curvadas para a frente, portuguesa!
Curvei as costas e fiquei com a cabeça encostada à trave vertical.
- Os braços para baixo! – deixei cair os braços e ele puxando as cordas de duas das argolas na direcção dos meus pulsos atou-mos a elas, procurando deixá-los o mais esticados possível mas sem me deixar tocar com as mãos no chão. Depois pegou nas cordas das duas restantes argolas e amarrou-as em volta dos meus tornozelos. Naquela posição eu estava sexualmente indefesa, com as partes completamente expostas o que me deixou ainda mais excitada. Mesmo assim eu ainda não estava inteiramente do seu agrado pois obrigando-me a curvar mais a cabeça até ao nível das minhas coxas, passou-me uma nova corda em volta do pescoço, amarrando-o ao tronco. Esta corda era-me particularmente incómoda pois comprimia-me as carótidas tornando-me mais difícil a respiração. Eu agora mal me podia mover, só conseguia ver o que se passava por detrás de mim, olhando por entre as minhas pernas, situação que parecia ser a contento do meu cliente.
- Agora estás mesmo na posição certa em que devem estar as vadias! – comentou – Sem possibilidade de se furtarem ao castigo e à foda que vão levar. Trate dela enquanto me dispo, Mrs B…. Quero o corpo dela bem lustroso, antes de lhe aplicar o chicote.
Mrs B… acercou-se outra vez de mim. Mas desta vez transportava nas mãos um frasco de óleo de coco ou de palma que abrindo a tampa espalhou generosamente pelas minhas costas, pernas e entre-pernas.
- Espalhe bem, Mrs B.., espalhe bem – pedia ele tirando a roupa toda e exibindo-se todo nu perante nós as duas – e diga-lhe porque o está fazendo.
Mrs B.. com as mãos, à medida que ia esguichando o óleo do frasco sobre mim, espalhava-o cuidadosamente com as mãos, incluindo na minha greta como se me estivesse masturbando os lábios, afagando-mos voluptuosamente.
- Com muito óleo a tua pele aguentará melhor o chicote quando ele te estalar em cima, e sobretudo não a deixará abrir – explicou-me ela - E além disso com a pele bem oleada o chicote fará um barulho diferente quando te acertar, e que este cavalheiro aprecia mais. Sempre que lhe contava as tareias de cinto que meu tio me dava antes de me forçar a abrir-lhe as pernas notava que isso a excitava tanto como a mim, e naquela noite voltei a notá-lo, pois por baixo do vestido vermelho justo ao corpo pareceu-me que os bicos dos seus seios tinham começado a ficar mais afiados. A cafetã também constatava com agrado o facto de estar eu bem humedecida na cona, o que me fez pensar que talvez fosse lésbica, coisa que mais tarde vim a saber não ser o caso. Depois de me ter esfregado bem, por entre o vale das minhas pernas estendeu-me a mão melada com os meus sucos, e esfregou-ma na cara.
- Lambe-me a mão, Sandra! – e eu lambi-a como uma gata lambendo uma malga com restos de leite. O cliente entretanto já empunhava um chicote de tiras de couro negras.
- Saia daí Mrs B.. . que não a quero atingir – avisou-a ele, brandindo o chicote no ar e acariciando-lhe as tiras, compridas – Assegura-me que estamos à vontade e que ninguém nos interromperá?
- Fique descansado quanto a isso – sossegou-o a dona do prostíbulo – só nós as duas e o Frank sabemos da sua presença aqui e a Sandra nem faz ideia de quem o senhor é. Por mais que ela grite ou queira acabar com a brincadeira, ninguém a ouvirá nem terá como o fazer. Mas o chicote só lhe assentará nas partes combinadas e em mais nenhuma outra como combinado, não é mesmo?
Eu estava então no ponto de não retorno, excitadíssima como tudo mas igualmente bastante temerosa, e já muito na dúvida se aquele seria mesmo um bom negócio para mim, e a resposta que rindo-se o cliente deu à última pergunta da Madame ainda mais me fez duvidar do acerto do meu consentimento.
- Fique descansada Mrs B.. que só lhe acertarei com o chicote nas partes combinadas, que são aliás aquelas onde mais ele lhe faz doer.
O cliente porém não me deu muito mais tempo a convencer-me que nessa noite teria feito muito melhor em ter permanecido na montra do prostíbulo mesmo sem ter a certeza de achar parceiro para a função, pois mal Mrs B… saiu do seu caminho ele desferiu-me com força a primeira chicotada nas nádegas nuas. Aiiii, o meu grito foi tão brutal como a força do chicote.
- Doeu-te, putazinha? Pois isto ainda não foi nada, esta foi apenas a primeira, espera só até ouvires o chicote cantar as próximas no teu cu e na tua cona – gritou-me, eufórico com o meu grito. Assustei-me ainda mais. Mrs B.. dissera-me que eu seria espancada mas não me falara em chicotes de tiras, nem muito menos que eu seria chicoteada na minha passarinha. Gritei que queria parar, que dez mil florins não valiam o risco de ficar com a coninha inapta para o trabalho que desempenhava na casa.
- Não adianta, Sandra – disse-me Mrs B… - nenhuma das meninas que trago a este gabinete sai daqui sem ter satisfeito devidamente o cliente. E tu já recebeste o teu preço.
- Conta as chicotadas que te dou, portuguesa gorda – exigia o indivíduo – Quero ouvir-te contando em voz alta cada uma das chicotadas que te dou, não que peças para parar de te bater – e o seu braço elevando-se no ar já se abatia uma segunda vez no meu cu. Plaf.
- Conta, puta! Conta se não queres levar o dobro – e eu,, entre gritos cada vez mais fortes pois cada chicotada me era dada com mais força, lá ia contando os beijos das tiras na minha carne. Uma, duas, três… contei doze antes que ele parasse.
- Ah puta, que estou todo em pé – disse-me batendo com o caralho no meu cuzinho, após a dúzia de chicotadas estar concluída e o deixar todo a arder como quando era miúda – Vais-me aliviar, vadia.
A primeira trancada que me deu foi no cu, depois de ter colocado uma camisinha. Mrs B… igualmente nada me dissera quanto àquilo mas depois daquela primeira dose de chicotadas nele eu nem pensava em me queixar, mais valia que ele me comesse o cu do que o chicoteasse. Deixei assim que ele me enrabasse durante o tempo que quis, contemplando-lhe os colhões ao penduro por baixo do meu cu, única coisa que amarrada como estava podia ver, cada vez mais incomodada com a corda que me não deixava respirar convenientemente, nem mover o pescoço.
- Despeje-lhe mais óleo no corpo, Mrs B, que o chicote ainda não acabou de cantar tudo esta noite… - ordenou novamente para a minha patroa. Esta voltou a abrir um novo frasco de óleo voltando a espalhá-lo em mim da mesma forma. Quando se retirou, ele lembrando-me para contar cada uma das chicotadas com que me ia marcar, voltou a bater-me com ferocidade. Mas agora não era apenas as minhas nádegas roliças e morenas a serem bafejadas com aquele tratamento. Em cada três chicotadas que ele me assentava nelas, o seu braço baixava, ganhando balanço de baixo para cima, e penetrando-me por inteiro entre as minhas pernas amarradas e abertas pregava-me violentas bofetadas na cona. Aii, a dor era muito maior do que no cu ou então era o tarado que me chicoteava nela com mais força. O que tens tu contra as conas, meu anormal, para bateres numa assim com tanta ferocidade, pensava eu, enganando-me na contagem.
- MANDEI-TE CONTAR, PUTA, E VAIS CONTAR NEM QUE TE DESFAÇA O CU E A CONA À CHICOTADA! – gritava-me ele chicoteando com mais fúria como se tais órgãos, e os meus em particular, fossem os culpados de todo o mal do mundo.
- Dói-te, puta? Vocês as mulheres aguentam bem a dor. Por isso não me peças que páre. Paf, paf, as chicotadas iam ganhando mais ritmo, mordendo-me igualmente as coxas, estalando no meu clítoris e açoitando-me os lábios da vagina. Quando ele descia o chicote sobre mim podia ver por entre as minhas pernas pingos do meu sangue que as tiras cuspiam para o chão e eu entendia agora porque Mrs B.. estendera um tapete de plástico que nada tinha a ver com a restante decoração do gabinete, por baixo dos nossos pés antes da dolorosa sessão ter tido início. Eu nem queria imaginar como estariam minhas partes. Amaldiçoei-a pelo negócio que me arranjara e a mim pelo modo de vida que abraçara.
- Não, por favor, mais não – gritava-lhe eu chorando, embora os meus gritos fossem puro tesão para os seus ouvidos – Pelo menos na cona, mais não, se quiser bata-me só no cu mas não me chicoteie mais a cona, POR FAVOR.
- Toma, cona porca, puta vadia, não quero ouvir-te súplicas, quero ouvir-te a contar cada chicotada que te dou – respondia-me ele – Cu roto! Hoje vais-te arrepender de ter nascido com uma cona e com um cu – aquilo não teria fim? Contei vinte chicotadas aplicadas com toda a convicção antes de as dores me terem impedido de contar mais. O cliente sádico vendo que eu já não contava mais nenhuma, ainda me aplicou mais uma meia dúzia gritando-me sempre que contasse.
Julgo que foi Mrs B.. quem lhe susteve a fúria assassina, porque eu já fechara os olhos para não o ver desferindo-me mais nenhuma chicotada, ainda que o silvo sonoro que cada uma fazia no ar me avisasse atempadamente do momento em que a ia receber.
- Ahh, vadiazinha, tens o cu e a cona em farrapos! – aquilo não era um lamento, era um grito de júbilo pois esfregava-me o caralho melado entre as pernas já bem inchado, nada incomodado de o sujar com o meu sangue – Vai-me saber muito bem comer-te o cu e a cona depois de tas ter deixado nesse estado!
Eu nem queria acreditar no que ouvia! Meter nas minhas duas gretas parecia-me impossível, eu devia ter as bordas cheias de lanhos e em carne viva. Além disso as tiras do chicote não me tinham acertado apenas nas nádegas e na rata, muitas das vezes elas ao baterem-me tinham penetrado igualmente na abertura das suas duas fendas deixando-as em poucas condições de serem utilizadas. Mas pelos vistos o sujeito tendo pago aquela quantia não queria saber de impossíveis, pois agora tendo aberto os olhos via-o a cobrir o cacete com uma nova camisa-de-vénus.
- Ah, cuzinho vermelho, como és bonito – agora eram suas mãos que me apalpavam toda antes de lhe conduzirem o dardo para a minha racha de baixo. Estremeci quando o senti entrar.
- Gemes, puta? Pensei que apreciasses mais sentires um caralho enterrando-se todo em ti do que o chicote – mofou ele – A noite ainda mal começou, e eu mal te comecei a foder.
De facto depois da primeira enrabadela que me dera, o sujeito não tinha pressa nenhuma em vir-se. Comeu-me a rata demoradamente, trocou a camisa e foi-me ao cu, antes de me voltar a meter na pássara.
- Ahh, putazinha, como és boa, assim à minha disposição! Posição de puta que apenas serve para foder! – urrava ele, possesso como nunca vi ninguém, metendo e tirando o fero com ferocidade em mim..
- Vou-me esporrar em cima do cu dela - anunciou ele – Vou fazer a sua puta sentir em cima do cu dela toda a esporra que trago.
- Esporre-se onde quiser – apenas lhe disse a cafetã do cadeirão de braços onde sentada assistira a tudo. O homem tirou o cacete da minha pássara, num gesto rápido jogou o preservativo ao chão, e encostando o pau ao meu rego desaleitou-se todo pela última vez.
- TOMA ESPORRA NO CU, PUTA! TOMA-O TODO NO TEU OLHO, VAGABUNDA! – e como o seu leite escorria por mim abaixo, misturando-se com os fios de sangue, quente e pegajoso.
Quando a madame me desamarrou, a primeira olhadela que lancei para as minhas partes fez-me desviar a cara. Tal como imaginava aquela zona apresentava-se coberta de pequenas pústulas de sangue que a esporra derramando-se me fazia arder mais, e em muitos locais as feridas abertas expunham nuamente os vergões da carne. Meu tio nunca me batera assim e quando me batia eu ganhava sempre um orgasmo, o que não tinha sido o caso. Lembro-me que mal me podendo ter em pé a primeira coisa que disse a Mrs B.. ainda o cliente se estava vestindo, foi que nunca mais participaria numa coisa daquelas, fosse qual fosse o dinheiro que me propusessem. Mas intimamente estava orgulhosa daquela prova como ficava sempre que apanhava do meu tio violador. Era um estado próximo do êxtase que eu não sabia explicar. Nessa noite compreendi que os masoquistas e os primitivos santos flagelantes da Igreja Católica têm muito em comum e são feitos da mesma massa.
Mrs B.. que tão mazinha tinha sido durante a sessão, aplicou-me suavemente umas massagens na minha área genital tão maltratada.
- Vais ficar bem, Sandra – disse-me observando-me – eu sabia que és de fibra, e irias aguentar. Vais tomar um banho e vou-te chegar um creme hidratante, depois descansarás uns dias até isto sarar. E não te descontarei a comissão. Não costumo fazer isso a nenhuma menina que adoeça mas abro uma excepção atendendo às circunstâncias. Mas vê lá se te recompões depressa que não poderei manter-te inactiva muito tempo - a veia comercial da madame vinha sempre ao de cima, mais cedo ou mais tarde como todas nós sabíamos bem.
Soube que nessa noite Mrs B.. requisitou os serviços do Frank nos seus aposentos e não foi para fazer a segurança deles. Soube assim, que tal como eu, a nossa proxeneta não era lésbica e preferia os homens musculosos e bem abonados. Soube ainda que o violento cliente lhe pagara a ela o dobro do que me pagara a mim, embora a sua intervenção no nosso encontro se limitasse a ceder-lhe o gabinete e a esfregar-me o óleo no cu e na pachacha. Compreendi assim outra coisa: que puta serve para ser fodida no cu e na cona, onde o cliente queira. Serve ainda para ser usada e humilhada de toda a sorte e feitio. Mas se não trabalhar por sua conta há-de haver sempre alguém a arrebatar-lhe a parte de leão do esforço do seu trabalho.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
A VIOLAÇÃO DE UMA PUTA NO GABINETE DE MRS B...
Postado por
SANDRA SAFADA
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM AMESTERDÃO
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
A MÉNAGE QUE VALEU A RODRIGO UM LUGAR DE MÉDICO NO HOSPITAL
No primeiro ano que passei em Coimbra a cursar Direito, vivi com um finalista de Medicina, o Rodrigo, na república estudantil de ***. Rodrigo tinha um amigo bastante mais velho do que ele, figura muito conhecida naquela cidade de estudantes, que vivia na Solum, e muitas vezes me chegou a levar a sua casa obrigando-me a participar em deliciosas ménages à trois que ainda hoje trago na memória.
Rodrigo era contudo um sujeito possessivo e ciumento, totalmente o contrário de meu marido que adoooora ser corno. Por mais amigo que fosse do outro, eu sabia que se me fazia apanhar dele de certeza era porque algum ganho tinha com isso. Como eles nem sequer se tratavam por tu como normalmente os amigos se tratam, não duvidei nunca que fosse esta a razão, mas como toda a puta tem o direito de saber que o é, uma noite perguntei-lhe quanto ganhava ele com os meus encontros na Solum.
- Que tens tu com isso, Sandra? – respondeu-me o Rodrigo – Não te divertes tanto como nós quando te fodemos os dois? E não comes e dormes aqui na república às minhas custas?
Na verdade eu abandonara a casa dos meus tios em Lisboa para ir estudar em Coimbra, e ninguém me financiava os estudos. Sem Rodrigo e sem o quarto da república onde dormia com ele minha vida teria sido bem mais difícil, para não dizer impossível. Minha pergunta tinha sido movida apenas pela curiosidade, pois nem me passava pela cabeça questioná-lo pelo uso que meu namorado entendia fazer do meu corpo. Foi só quase no fim do nosso relacionamento que tive a prova que não era só para satisfazer o seu próprio tesão que Rodrigo aceitava participar comigo nas ménages do indivíduo da Solum, mas também para conseguir atingir os seus próprios interesses materiais.
Rodrigo passara no último exame que lhe faltava para ser médico e andava tratando de conseguir colocação para estagiar num hospital. Como era do Alto Alentejo, Rodrigo desejava arranjar colocação num hospital da sua área de residência e numa tarde entrou na república, mandou-me tomar banho com ele e no final, depois de me ter vestido e colocado uma saia de ganga, mandou que calçasse umas meias de Lycra castanhas, rendadas. Aquele par de meias tinha sido oferta do homem da Solum, na primeira ménage que fizemos os três, e nem seria preciso o Rodrigo dizer-me mais nada para eu saber o que me esperava de seguida, pois que sempre que íamos a casa dele o meu namorado me fazia calçar aquele par de meias que tanto tesão devia provocar no nosso anfitrião.
Os nossos encontros ocorriam sempre na sala, geralmente os dois comiam-me deitada em cima de um sofá em cuja parede se encontrava emoldurada uma reprodução do Guernica de Picasso, e foi para lá que o dono da casa – um homem quarentão, de aspecto educado e fino – nos levou mais uma vez.
- Gordinha bonita e tesa – comentou beijando-me – Baixa a saia e despe-me as calças antes de começares a trabalhar com a boca. Vais-me fazer um gargarejo no mastro só com as calcinhas e as meias postas, minha gargantinha funda.
Enquanto me despia notei que Rodrigo, que se colocara por detrás de mim, se começara a despir também embora o homem não lhe tivesse dito nada, e uma vez todo nu se começara masturbando embora o seu caralho estivesse bem inflamado.
- Adoro as tuas mamas, gordinha! – voltou a comentar o homem assim que desnudei o peito, apalpando-mas e sorvendo-me os mamilos com a boca – Ohh, e que bom a facilidade com que elas ficam duras e espetadas só por lhes ter tocado!
De facto nada me excita tanto como umas apalpadelas bem dadas nas minhas mamas, e enquanto ele me continuava a apalpá-las eu, já sentindo um calorzinho na minha greta do prazer, tratei de o deixar todo nu. Aquele caralho era imponente, pouco menor seria do que o de Rodrigo que o tinha bem abonado, um par de tomates inchados, vermelho –vivo. Recebê-lo em mim era uma bênção dos deuses, apesar de levar com dois machos daqueles não fosse nada fácil.
- Lambe-me a piça como sabes fazer tão bem, doçura – embora o tom de sua voz fosse terno, aquilo não era um pedido mas uma ordem – E empina bem a bunda que o teu namorado vai-te já dar um consolo com a língua nos teus dois buraquinhos de baixo.
Como estávamos os três de pé e o dono da casa não parecia mostrar interesse em mudar de posição, curvei as costas para lhe chegar às virilhas e com as mãos agarrei-lhe no bicharoco, levando-o à boca. Evidentemente o meu rabo ficou todo empinado e Rodrigo ajoelhando-se na sua retaguarda começou lambendo-me o entre-pernas, por cima da calcinha branca.
- Huuum, boas chupadelas fazes, coirona! – reconhecia o sujeito, começando a perder o verniz, pois como sempre sucedia, à medida que o meu broche lhe ia deixando o caralho mais teso ele deixava de me chamar gostosa e querida, para me passar a chamar coirona, puta, vagabunda e outros adjectivos do género – O teu amigo também te chupa tão bem como me estás chupando a mim, gordinha safada?
Rodrigo sem mas tirar fora fizera um fio da minha calcinha, enfiando-a dentro da minha racha e do meu reguinho traseiro, lambendo-me as coxas e as nádegas, pregando de vez em quando nestas uma pequena palmada.
- Não fique o meu amigo apenas lambendo à volta - disse o homem a Rodrigo – Lamba-lhe também a cona e o olho do cu. Do jeito que a sua pequena me chupa a piça bem merece que o meu amigo lhe dê umas boas lambidelas no cu e na cona. E bem vai ela precisar de muito sumo seu neles – acrescentou rindo-se.
Lamber-me o olhinho era coisa que poucas vezes Rodrigo me fazia, só quando pretendia ir-me ao cu e mesmo assim nem sempre. Nessa vez contudo tirou-me a calcinha pelas pernas abaixo, deixando-me apenas com as meias de Lycra tigradas, e lambeu-me toda, bem demoradamente, na pachacha e no olho do rabo. Foi um minete delicioso, até porque habituada como estava a ser humilhada por Rodrigo soube-me muito bem sentir-lhe a língua lambendo-me o buraco do fundo das costas, a mando do outro. Mas Rodrigo não ficou apenas lambendo-me os dois canais, fez muito mais do que isso, pois juntamente com a sua língua húmida ia-me metendo o dedo nelas.
- Tens a cona a arder não tens, vadia? – perguntou-me o quarentão ainda com a piça na minha boca, vendo como me procurava esfregar toda sempre que Rodrigo metia o dedo num dos meus canais – Estás habituada a enfiar coisas mais grossas que um dedo, mas nem assim perdes a oportunidade de foderes com um se não tens um caralho a sério entalando-te por baixo.
Passados uns momentos o homem mandou-me parar com a mamada e chupar no pau do meu namorado. Rodrigo deitou-se no tapete do centro da sala e eu de bruços sobre ele mamei-o enquanto com as costas para cima deixei que fosse agora o dono da casa a me lamber e a meter o dedo. Ele contudo não se limitou só a isso pois sempre que me fodia com o dedo, no cu ou na rata, aproveitava para o embeber em vaselina que depois espalhava dentro de mim. Rodrigo adorava ir-me ao cu depois de passar manteiga nele, o sujeito da Solum adorava fazê-lo com vaselina, o que sempre era uma sensação mais fresca e agradável.
- A vaquinha gorda está pronta a receber os nossos sarrafos – disse ele por fim, depois de me ter esfregado bastante vaselina no interior da pachacha e do cu e fazendo-me sentir toda húmida. – Untada como lhe deixei a cona e o cu, os nossos caralhos vão deslizar dentro dela como manteiga no pão.
A mim também me queria parecer o mesmo e esperava bem que sim, pois que dois cacetes daquele tamanho rebentavam qualquer mulher, ainda para mais uma como eu obrigada a apanhar nas duas gretas sem ter ainda a rodagem que tenho hoje.
- A Sandra vai sentar-se no colo de qual de nós os dois? – perguntou Rodrigo, com a piça toda levantada e pingando esperma da cabeça.
- Em quem o meu amigo quiser – respondeu-lhe o homem – Para mim tanto se me faz. Como sabe, vou querer é ir-lhe ao pito e ao cu, e o meu amigo fará o mesmo, metendo nós os dois à vez.
Rodrigo sentou-se então ele num canapé castanho da sala e mandou-me pousar o cu nas pernas dele, junto às coxas. Seu caralho grosso e melado ficou bordejando-me o olho do cu e das nádegas, fazendo-me desejar mais senti-lo todo inteirinho dentro de mim.
- Quer-lhe ir primeiro ao cu ou ao pito? – perguntou mais uma vez meu recém formado médico.
- É como o meu amigo queira – voltou a responder-lhe nosso anfitrião – Mas como já tem o seu cavalo de batalha mesmo encostadinho na porta do cu da Sandra, não vejo inconveniente se quiser começar por lhe dar uma atrás enquanto lhe dou outra na frente. Peço-lhe é que desencoste as mãos das mamas que vou querer mamá-la enquanto a fodo.
Rodrigo com efeito tinha as suas mãos amassando-me as mamas mas ouvindo aquilo tirou-as prontamente e passou a ocupá-las na tarefa de conduzir sua pilona até dentro do meu olhinho anal, cheio de vaselina. Como ela estava mesmo por baixo de mim, e como já não era a primeira vez que eu dava o cu aos dois, enterrá-la toda não foi tarefa muito difícil, apesar de algum desconforto e dor que senti. O dono da casa aproveitando a retirada das mãos de Rodrigo no meu peito apertou-me os marmelões com as suas, juntando-os e depois de ter proferido mais meia dúzia de ordineirices sobre o seu tamanho e dureza, enfiou-os na boca, mamando nos dois ao mesmo tempo depois de me ter ordenado que lhe agarrasse na piça e a enfiasse na minha cona.
Em cima das pernas de Rodrigo estiquei as minhas para a frente, enlaçando o homem pela cintura. Com a minha cona ao nível do seu caralho afiado só tive de esperar que ele a tomasse de assalto. E esse momento não demorou a vir. Senti o membro dele entrar quase ao mesmo tempo que Rodrigo fazia irromper o seu pelo olho do meu cu acima obrigando o anel a abrir-se todo, até aqueles dois pares de colhões suados chocarem um contra o outro no vale do meu entre –pernas indefeso, deliciosamente indefeso. O caralho de ambos saía agora de dentro de mim, deslizando suavemente quase todo até cá fora, só a cabecinha os dois malandros deixavam dentro de mim para me fazerem sofrer pois que bom, bom, era sentir as duas toras todas dentro bem enterradinhas, mas já elas entravam novamente, e eles para meu prazer faziam-nas entrar bem fundo, enterravam-mas todas, até outra vez os colhões me virem bater na porta das duas grutas onde não podem entrar.
- Troquemos de buraco agora! – exigiu o homem tirando o cacete de mim – Agora quero eu ir-lhe ao cu.
Seu mudar de posição Rodrigo parou de me enrabar e por entre as minhas pernas enfiou-me o caralho na rata que o outro deixara desocupada. Este fez o mesmo metendo-me agora ele no cu. Meu namorado Rodrigo tinha uma maneira engraçada de foder, pois que sempre que metia a pila ia-se esporrando a conta-gotas, libertando pequenos esguichos de sémen antes de se desaleitar como um touro atingindo o orgasmo. Por isso o sujeito quando me começou a ir ao cu encontrou-o bem melado.
- O meu amigo deixou o cu da gordinha bem lubrificado, não haja duvidas! - reconheceu – quase que nem valia a pena ter usado vaselina nele.
Isso dizes tu, velhaco, pensei, porque o cu não é teu.
- E já vai ver como vou deixar a cona da Sandra bem esporradinha – vangloriou-se Rodrigo.
Mas nem valia pena dizer nada pois que já os dois me socavam toda, tirando e metendo o caralho alternadamente da minha cona e do meu cu, ou fazendo-me a mim com as mãos metê-lo e tirá-lo daquelas duas minhas rachas. O tira e mete, de chorar por mais, só parou quando eu me vim, gozando como uma perdida com as constantes esguichadelas que o caralho de Rodrigo deixava escapar.
- A puta já se veio e não esperou por nós – comentou então o homem da Solum – acho que isso merece um castigozinho, ainda que para uma brochista como ela tal castigo mais deva representar um prémio. O meu amigo não concorda?
Rodrigo pelo que me apercebia, quando me levava lá a casa nunca discordava em nada com ele. Por isso os dois tirando os seus talos ainda bem enchouriçados de tesão mandaram-me ajoelhar no tapete da sala.
- De boca bem aberta, vadia! – estipulou o sujeito – Vais-nos tocar a ambos uma punheta com a cabeça das nossas piças dentro da tua boca, até nos esporrarmos os dois nela.
Satisfeitos como estavam não precisei de muitas sacudidelas naquele par de pilas para as fazer gozar. Primeiro foi o dono da casa, depositando-me uma espessa capa de esporra na língua dizendo-nos que tão cedo não se voltaria a desaleitar pois que os seus colhões deviam ter despejado quase para a semana toda. Rodrigo ia esguichando seu fluido à medida que o punheteava mas mesmo assim foi o ultimo a ejacular, mais parecendo uma vaca leiteira a ser ordenhada. Eu esperava que ele o fizesse pois a esporra que tinha na boca começava escorrer-me pela garganta abaixo e a incomodar-me, e o sujeito da casa queria que eu a engolisse toda assim que eles acabassem de gozar, o que aconteceu. Huuum! Delicioso o leitinho de macho com colhões grandes, saboroso néctar para uma boca vadia como a minha!
- Foi muito bom, sim senhor – reconheceu o homem, depois de tudo estar acabado – Como sempre, aliás.
- Não o desiludi, pois não? – perguntou-lhe Rodrigo, embora tal pergunta fosse pura retórica. E como o sujeito lhe confirmasse o gozo que tivera, Rodrigo replicou:
- Posso então contar com o lugar que me prometeu?
- Com certeza, Sr. Dr. – afiançou-lhe o outro trazendo uma garrafa de uísque e três copos para nós – o lugar no Hospital de *** é seu.
Com efeito poucos dias mais tarde Rodrigo recebia oficialmente a informação que tinha sido colocado naquele Hospital a fazer estágio, como ele pretendia e não tardou muito a fazer as malas de abalada e abandonar Coimbra. Nunca mais o vi. Eu tinha sido apenas mais uma puta na sua vida e como é sabido, a maioria dos homens não se prende com putas. Mas esta ultima ménage com Rodrigo e com o homem da Solum teve ainda um sabor particular para mim: quando mais tarde me comecei a prostituir por minha conta fi-lo sempre por dinheiro, nunca abri por exemplo as pernas a nenhum professor para me passar num exame, como outras meninas mais recatadas por vezes faziam. Costumo dizer que a minha cona, a minha boca e o meu cu pagaram-me os estudos mas não me fizeram passar nos exames de Direito, curso que concluí por mérito próprio. Mas posso dizer igualmente que naquela tarde foram aquelas minhas três aberturas de moça fácil que valeram um lugar de médico num hospital distrital, ao sujeito que posso dizer ter sido o primeiro homem que amei de verdade na vida. Tivesse-as usada eu com outros proveitos e quem sabe se em vez de advogada da província, eu não estaria hoje no Conselho de Administração de alguma grande empresa.
Rodrigo era contudo um sujeito possessivo e ciumento, totalmente o contrário de meu marido que adoooora ser corno. Por mais amigo que fosse do outro, eu sabia que se me fazia apanhar dele de certeza era porque algum ganho tinha com isso. Como eles nem sequer se tratavam por tu como normalmente os amigos se tratam, não duvidei nunca que fosse esta a razão, mas como toda a puta tem o direito de saber que o é, uma noite perguntei-lhe quanto ganhava ele com os meus encontros na Solum.
- Que tens tu com isso, Sandra? – respondeu-me o Rodrigo – Não te divertes tanto como nós quando te fodemos os dois? E não comes e dormes aqui na república às minhas custas?
Na verdade eu abandonara a casa dos meus tios em Lisboa para ir estudar em Coimbra, e ninguém me financiava os estudos. Sem Rodrigo e sem o quarto da república onde dormia com ele minha vida teria sido bem mais difícil, para não dizer impossível. Minha pergunta tinha sido movida apenas pela curiosidade, pois nem me passava pela cabeça questioná-lo pelo uso que meu namorado entendia fazer do meu corpo. Foi só quase no fim do nosso relacionamento que tive a prova que não era só para satisfazer o seu próprio tesão que Rodrigo aceitava participar comigo nas ménages do indivíduo da Solum, mas também para conseguir atingir os seus próprios interesses materiais.
Rodrigo passara no último exame que lhe faltava para ser médico e andava tratando de conseguir colocação para estagiar num hospital. Como era do Alto Alentejo, Rodrigo desejava arranjar colocação num hospital da sua área de residência e numa tarde entrou na república, mandou-me tomar banho com ele e no final, depois de me ter vestido e colocado uma saia de ganga, mandou que calçasse umas meias de Lycra castanhas, rendadas. Aquele par de meias tinha sido oferta do homem da Solum, na primeira ménage que fizemos os três, e nem seria preciso o Rodrigo dizer-me mais nada para eu saber o que me esperava de seguida, pois que sempre que íamos a casa dele o meu namorado me fazia calçar aquele par de meias que tanto tesão devia provocar no nosso anfitrião.
Os nossos encontros ocorriam sempre na sala, geralmente os dois comiam-me deitada em cima de um sofá em cuja parede se encontrava emoldurada uma reprodução do Guernica de Picasso, e foi para lá que o dono da casa – um homem quarentão, de aspecto educado e fino – nos levou mais uma vez.
- Gordinha bonita e tesa – comentou beijando-me – Baixa a saia e despe-me as calças antes de começares a trabalhar com a boca. Vais-me fazer um gargarejo no mastro só com as calcinhas e as meias postas, minha gargantinha funda.
Enquanto me despia notei que Rodrigo, que se colocara por detrás de mim, se começara a despir também embora o homem não lhe tivesse dito nada, e uma vez todo nu se começara masturbando embora o seu caralho estivesse bem inflamado.
- Adoro as tuas mamas, gordinha! – voltou a comentar o homem assim que desnudei o peito, apalpando-mas e sorvendo-me os mamilos com a boca – Ohh, e que bom a facilidade com que elas ficam duras e espetadas só por lhes ter tocado!
De facto nada me excita tanto como umas apalpadelas bem dadas nas minhas mamas, e enquanto ele me continuava a apalpá-las eu, já sentindo um calorzinho na minha greta do prazer, tratei de o deixar todo nu. Aquele caralho era imponente, pouco menor seria do que o de Rodrigo que o tinha bem abonado, um par de tomates inchados, vermelho –vivo. Recebê-lo em mim era uma bênção dos deuses, apesar de levar com dois machos daqueles não fosse nada fácil.
- Lambe-me a piça como sabes fazer tão bem, doçura – embora o tom de sua voz fosse terno, aquilo não era um pedido mas uma ordem – E empina bem a bunda que o teu namorado vai-te já dar um consolo com a língua nos teus dois buraquinhos de baixo.
Como estávamos os três de pé e o dono da casa não parecia mostrar interesse em mudar de posição, curvei as costas para lhe chegar às virilhas e com as mãos agarrei-lhe no bicharoco, levando-o à boca. Evidentemente o meu rabo ficou todo empinado e Rodrigo ajoelhando-se na sua retaguarda começou lambendo-me o entre-pernas, por cima da calcinha branca.
- Huuum, boas chupadelas fazes, coirona! – reconhecia o sujeito, começando a perder o verniz, pois como sempre sucedia, à medida que o meu broche lhe ia deixando o caralho mais teso ele deixava de me chamar gostosa e querida, para me passar a chamar coirona, puta, vagabunda e outros adjectivos do género – O teu amigo também te chupa tão bem como me estás chupando a mim, gordinha safada?
Rodrigo sem mas tirar fora fizera um fio da minha calcinha, enfiando-a dentro da minha racha e do meu reguinho traseiro, lambendo-me as coxas e as nádegas, pregando de vez em quando nestas uma pequena palmada.
- Não fique o meu amigo apenas lambendo à volta - disse o homem a Rodrigo – Lamba-lhe também a cona e o olho do cu. Do jeito que a sua pequena me chupa a piça bem merece que o meu amigo lhe dê umas boas lambidelas no cu e na cona. E bem vai ela precisar de muito sumo seu neles – acrescentou rindo-se.
Lamber-me o olhinho era coisa que poucas vezes Rodrigo me fazia, só quando pretendia ir-me ao cu e mesmo assim nem sempre. Nessa vez contudo tirou-me a calcinha pelas pernas abaixo, deixando-me apenas com as meias de Lycra tigradas, e lambeu-me toda, bem demoradamente, na pachacha e no olho do rabo. Foi um minete delicioso, até porque habituada como estava a ser humilhada por Rodrigo soube-me muito bem sentir-lhe a língua lambendo-me o buraco do fundo das costas, a mando do outro. Mas Rodrigo não ficou apenas lambendo-me os dois canais, fez muito mais do que isso, pois juntamente com a sua língua húmida ia-me metendo o dedo nelas.
- Tens a cona a arder não tens, vadia? – perguntou-me o quarentão ainda com a piça na minha boca, vendo como me procurava esfregar toda sempre que Rodrigo metia o dedo num dos meus canais – Estás habituada a enfiar coisas mais grossas que um dedo, mas nem assim perdes a oportunidade de foderes com um se não tens um caralho a sério entalando-te por baixo.
Passados uns momentos o homem mandou-me parar com a mamada e chupar no pau do meu namorado. Rodrigo deitou-se no tapete do centro da sala e eu de bruços sobre ele mamei-o enquanto com as costas para cima deixei que fosse agora o dono da casa a me lamber e a meter o dedo. Ele contudo não se limitou só a isso pois sempre que me fodia com o dedo, no cu ou na rata, aproveitava para o embeber em vaselina que depois espalhava dentro de mim. Rodrigo adorava ir-me ao cu depois de passar manteiga nele, o sujeito da Solum adorava fazê-lo com vaselina, o que sempre era uma sensação mais fresca e agradável.
- A vaquinha gorda está pronta a receber os nossos sarrafos – disse ele por fim, depois de me ter esfregado bastante vaselina no interior da pachacha e do cu e fazendo-me sentir toda húmida. – Untada como lhe deixei a cona e o cu, os nossos caralhos vão deslizar dentro dela como manteiga no pão.
A mim também me queria parecer o mesmo e esperava bem que sim, pois que dois cacetes daquele tamanho rebentavam qualquer mulher, ainda para mais uma como eu obrigada a apanhar nas duas gretas sem ter ainda a rodagem que tenho hoje.
- A Sandra vai sentar-se no colo de qual de nós os dois? – perguntou Rodrigo, com a piça toda levantada e pingando esperma da cabeça.
- Em quem o meu amigo quiser – respondeu-lhe o homem – Para mim tanto se me faz. Como sabe, vou querer é ir-lhe ao pito e ao cu, e o meu amigo fará o mesmo, metendo nós os dois à vez.
Rodrigo sentou-se então ele num canapé castanho da sala e mandou-me pousar o cu nas pernas dele, junto às coxas. Seu caralho grosso e melado ficou bordejando-me o olho do cu e das nádegas, fazendo-me desejar mais senti-lo todo inteirinho dentro de mim.
- Quer-lhe ir primeiro ao cu ou ao pito? – perguntou mais uma vez meu recém formado médico.
- É como o meu amigo queira – voltou a responder-lhe nosso anfitrião – Mas como já tem o seu cavalo de batalha mesmo encostadinho na porta do cu da Sandra, não vejo inconveniente se quiser começar por lhe dar uma atrás enquanto lhe dou outra na frente. Peço-lhe é que desencoste as mãos das mamas que vou querer mamá-la enquanto a fodo.
Rodrigo com efeito tinha as suas mãos amassando-me as mamas mas ouvindo aquilo tirou-as prontamente e passou a ocupá-las na tarefa de conduzir sua pilona até dentro do meu olhinho anal, cheio de vaselina. Como ela estava mesmo por baixo de mim, e como já não era a primeira vez que eu dava o cu aos dois, enterrá-la toda não foi tarefa muito difícil, apesar de algum desconforto e dor que senti. O dono da casa aproveitando a retirada das mãos de Rodrigo no meu peito apertou-me os marmelões com as suas, juntando-os e depois de ter proferido mais meia dúzia de ordineirices sobre o seu tamanho e dureza, enfiou-os na boca, mamando nos dois ao mesmo tempo depois de me ter ordenado que lhe agarrasse na piça e a enfiasse na minha cona.
Em cima das pernas de Rodrigo estiquei as minhas para a frente, enlaçando o homem pela cintura. Com a minha cona ao nível do seu caralho afiado só tive de esperar que ele a tomasse de assalto. E esse momento não demorou a vir. Senti o membro dele entrar quase ao mesmo tempo que Rodrigo fazia irromper o seu pelo olho do meu cu acima obrigando o anel a abrir-se todo, até aqueles dois pares de colhões suados chocarem um contra o outro no vale do meu entre –pernas indefeso, deliciosamente indefeso. O caralho de ambos saía agora de dentro de mim, deslizando suavemente quase todo até cá fora, só a cabecinha os dois malandros deixavam dentro de mim para me fazerem sofrer pois que bom, bom, era sentir as duas toras todas dentro bem enterradinhas, mas já elas entravam novamente, e eles para meu prazer faziam-nas entrar bem fundo, enterravam-mas todas, até outra vez os colhões me virem bater na porta das duas grutas onde não podem entrar.
- Troquemos de buraco agora! – exigiu o homem tirando o cacete de mim – Agora quero eu ir-lhe ao cu.
Seu mudar de posição Rodrigo parou de me enrabar e por entre as minhas pernas enfiou-me o caralho na rata que o outro deixara desocupada. Este fez o mesmo metendo-me agora ele no cu. Meu namorado Rodrigo tinha uma maneira engraçada de foder, pois que sempre que metia a pila ia-se esporrando a conta-gotas, libertando pequenos esguichos de sémen antes de se desaleitar como um touro atingindo o orgasmo. Por isso o sujeito quando me começou a ir ao cu encontrou-o bem melado.
- O meu amigo deixou o cu da gordinha bem lubrificado, não haja duvidas! - reconheceu – quase que nem valia a pena ter usado vaselina nele.
Isso dizes tu, velhaco, pensei, porque o cu não é teu.
- E já vai ver como vou deixar a cona da Sandra bem esporradinha – vangloriou-se Rodrigo.
Mas nem valia pena dizer nada pois que já os dois me socavam toda, tirando e metendo o caralho alternadamente da minha cona e do meu cu, ou fazendo-me a mim com as mãos metê-lo e tirá-lo daquelas duas minhas rachas. O tira e mete, de chorar por mais, só parou quando eu me vim, gozando como uma perdida com as constantes esguichadelas que o caralho de Rodrigo deixava escapar.
- A puta já se veio e não esperou por nós – comentou então o homem da Solum – acho que isso merece um castigozinho, ainda que para uma brochista como ela tal castigo mais deva representar um prémio. O meu amigo não concorda?
Rodrigo pelo que me apercebia, quando me levava lá a casa nunca discordava em nada com ele. Por isso os dois tirando os seus talos ainda bem enchouriçados de tesão mandaram-me ajoelhar no tapete da sala.
- De boca bem aberta, vadia! – estipulou o sujeito – Vais-nos tocar a ambos uma punheta com a cabeça das nossas piças dentro da tua boca, até nos esporrarmos os dois nela.
Satisfeitos como estavam não precisei de muitas sacudidelas naquele par de pilas para as fazer gozar. Primeiro foi o dono da casa, depositando-me uma espessa capa de esporra na língua dizendo-nos que tão cedo não se voltaria a desaleitar pois que os seus colhões deviam ter despejado quase para a semana toda. Rodrigo ia esguichando seu fluido à medida que o punheteava mas mesmo assim foi o ultimo a ejacular, mais parecendo uma vaca leiteira a ser ordenhada. Eu esperava que ele o fizesse pois a esporra que tinha na boca começava escorrer-me pela garganta abaixo e a incomodar-me, e o sujeito da casa queria que eu a engolisse toda assim que eles acabassem de gozar, o que aconteceu. Huuum! Delicioso o leitinho de macho com colhões grandes, saboroso néctar para uma boca vadia como a minha!
- Foi muito bom, sim senhor – reconheceu o homem, depois de tudo estar acabado – Como sempre, aliás.
- Não o desiludi, pois não? – perguntou-lhe Rodrigo, embora tal pergunta fosse pura retórica. E como o sujeito lhe confirmasse o gozo que tivera, Rodrigo replicou:
- Posso então contar com o lugar que me prometeu?
- Com certeza, Sr. Dr. – afiançou-lhe o outro trazendo uma garrafa de uísque e três copos para nós – o lugar no Hospital de *** é seu.
Com efeito poucos dias mais tarde Rodrigo recebia oficialmente a informação que tinha sido colocado naquele Hospital a fazer estágio, como ele pretendia e não tardou muito a fazer as malas de abalada e abandonar Coimbra. Nunca mais o vi. Eu tinha sido apenas mais uma puta na sua vida e como é sabido, a maioria dos homens não se prende com putas. Mas esta ultima ménage com Rodrigo e com o homem da Solum teve ainda um sabor particular para mim: quando mais tarde me comecei a prostituir por minha conta fi-lo sempre por dinheiro, nunca abri por exemplo as pernas a nenhum professor para me passar num exame, como outras meninas mais recatadas por vezes faziam. Costumo dizer que a minha cona, a minha boca e o meu cu pagaram-me os estudos mas não me fizeram passar nos exames de Direito, curso que concluí por mérito próprio. Mas posso dizer igualmente que naquela tarde foram aquelas minhas três aberturas de moça fácil que valeram um lugar de médico num hospital distrital, ao sujeito que posso dizer ter sido o primeiro homem que amei de verdade na vida. Tivesse-as usada eu com outros proveitos e quem sabe se em vez de advogada da província, eu não estaria hoje no Conselho de Administração de alguma grande empresa.
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SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
A NOITE DAS TRÊS FODAS SEGUIDAS E DAS CINCO EXTRAS
Há uns anos atrás andei corneando meu marido Rui com um sujeito de nome Carlos. Carlos era um individuo machão e violento, que muitas vezes me batia por achar prazer nisso, e de quem eu costumo dizer ter sido o único chulo que tive na vida, pois que além de ter de tratar por meu Dono e Senhor, muitas vezes alugou meu corpo sem me pedir permissão e sem que eu lucrasse alguma coisa com isso, para além evidentemente do muito prazer que tais relações me causavam. O episódio que vou contar é um desses exemplos.
Era uma noite de sexta-feira e meu Dono e Senhor impusera que me apresentasse em sua casa, por volta das 22 horas. Pontualmente apresentei-me na hora marcada pois que ele não admitia atrasos, fosse porque motivo fosse, vestida com pouca roupa e maquilhada de modo a parecer-me o mais possível com uma puta batida, pois que essa tinha sido outra das suas exigências. Quando cheguei, Carlos conduziu-me à sala, onde se achavam mais 6 cavalheiros, na casa dos 40 anos tal como meu Senhor, e aspecto selecto, como todos os que geralmente o acompanhavam, ainda que já o soubesse, se o acompanhavam eram tão devassos como ele.
Quando meu Senhor me fez entrar na sala, apresentou-me como sendo a sua escrava sexual, permanentemente disponível para servir quem ele me mandasse, o que também não me surpreendeu pois era sempre assim que me apresentava a todos os homens. Confesso que gostava de o ouvir chamando-me puta e escrava sexual perante todos e até me excitava bastante com isso, porque tal expressão traduzia bem até que ponto eu me deixava ir, apenas para lhe demonstrar o meu completo grau de submissão e de despersonalização perante ele, e porque isso significava sempre que eu teria de dar para eles. Os homens ficaram contentes por Carlos lhes ter assegurado a minha completa disponibilidade e talvez para o confirmarem de facto, levantaram-se e apalparam-me demoradamente o corpo, em especial os pontos onde os homens mais gostam de passar as mãos nas mulheres.
- É interessante a tua rameira gordinha, Carlos – admitiu um deles, bastante moreno e com a calvície a fazer-se anunciar na fronte – Tem um corpinho que merece bem os 75 euros que te vou pagar para lhe ir ao pito. E já que nos garantes a sua total disponibilidade em abrir as pernas a quem tu mandares, vou também provar a estes senhores, a minha em dar-lhe três boas fodas completas sem quase tirar a minha piça fora. Mas os senhores, conforme combinado, vão depositar nas mãos do Carlos o dinheiro da aposta e se eu lhe der três fodas de seguida ficarei com ele para mim.
O homem entregou então 75 euros ao meu Senhor, e os outros 5 por sua vez entregaram-lhe 100 euros cada um que ele deixou ficar em cima da mesa, comprometendo-se a devolver-lhes caso aquele broxasse e não conseguisse dar-me as três fodas a que se tinha comprometido.
- Claro que dou – gabou-se o moreno – Ainda para mais a uma puta boazona como esta. Já dei três seguidas a algumas bem menos apetitosas, só não tive foi testemunhas para o atestarem. E como prova de confiança entrego ao Carlos o dobro do dinheiro que vocês lhe confiaram – e tal como eles tinham, feito entregou a meu Senhor um maço de notas gordas que ele depois de ter conferido confirmou serem 1000 euros. Pelos vistos era o que o moreno teria de pagar aos outros caso não me conseguisse dar as três fodas seguidas a que se comprometera.
- E como teremos a certeza que te viestes mesmo? – perguntou-lhe um deles.
- Quando estiver para me vir eu tirá-la-ei fora para que todos vocês possam ver que me estou a esporrar nela – elucidou o sujeito que se propunha montar-me daquele jeito – Por isso é que digo que vou-lhe dar três fodas sem quase tirar fora, na posição que eu escolher. Se não tivesse de vos provar que tinha despejado os balões poderia perfeitamente comê-la por três vezes sem tirar o caralho da cona dela. Como já vos garanti, quando me venho o meu caralho não fica logo mole como o da maioria dos homens, e eu depois de dar uma ainda sou capaz de dar pelo menos mais duas boas esporradelas antes de perder o tesão. Só preciso é que a coirona colabore. E para isso nada melhor que uma boa mamada antes de começar a meter. A tua puta chupa bem?
Carlos garantiu meus talentos para a mamada e o sujeito mandou que me despisse toda. Por inúmeras vezes tive de me pôr nua perante uma plateia de homens, principalmente desde que andava com Carlos, pelo que aquilo não era novidade para mim. Despi-me lentamente pois meu Dono nunca gostava que me despisse depressa, e quando finalmente de costas para a assistência tirei a calcinha vermelha lavadinha que tinha colocado para aquele encontro e fechando as pernas, como se estivesse com vergonha de lhes mostrar a minha gruta muita usada, me virei para eles de frente exibindo a minha testinha depilada, foi com prazer que escutei os seus comentários de apreço.
- Bonito corpo, sim senhor! Gordinho mas muito bem feito! Mamocas tesas como eu gosto! Abre as pernas, gordinha, queremos ver-te a cona.
Curvei os joelhos, pousei as mãos no chão por trás da cabeça e abri as pernas, naquela posição eles podiam ver bem minha rata.
- Cona de puta! – exclamou o moreno – Não vais estranhar as três fodas que te vou dar.
O homem pediu então permissão a meu Dono para me foder sem preservativo, dando-lhe a sua palavra em como não se esporraria dentro de mim.
- Assim todos poderão ver como eu sou capaz de dar três valentes aleitadelas a qualquer mulher, e que não há truques – justificava-se – Tratando-se de uma aposta com tanto dinheiro em jogo parece-me mais seguro.
Não gosto desde há muito de foder com desconhecidos sem a protecção da camisinha mas meu Amo, depois de lhe fazer ver não admitir que ele depositasse sémen na minha racha, consentiu no seu pedido. O sujeito então despiu-se. Tal como eu tirou a roupa toda o que me agradou, pois era musculoso e muito bem feito de corpo. Os tomates eram duas bolas enormes, bem inchadas, talvez os maiores que vi na vida e já abri as pernas a muito negrão pazudo com ovos de dinossauro, mas o seu caralho circuncidado que já se apresentava inflamado assim que baixou os boxeurs, era um pouco mais modesto, não deveria chegar aos 20 centímetros de potência o que também me agradou. Habitualmente gosto de caralhos mais pazudos, mas uma vez que o dono daquele me queria dar três seguidas com ele, eu mesmo sem saber ainda se ele o iria conseguir fazer, achava mais prudente um tamanho mais modesto. O homem mandou que me sentasse no sofá da sala com as pernas abertas, ajoelhando-se em seguida no meio delas.
- Huuumm, tens a cona lavada! – comentou, levo sempre a cona lavada quando sei que vou foder apeteceu-me dizer-lhe, não pensasse ele que por ser uma puta às ordens de meu Senhor Carlos, eu era uma porca – E já que vais levar três valentes escarafunchadelas do meu caralho nada mais justo que a lubrifique convenientemente.
De joelhos fez-me então um minete. É a posição que mais gosto de ver um homem fazendo-me um minete principalmente quando estou a desempenhar o papel de uma vulgar prostituta, como era o caso. Mentalmente agradeci a meu Dono o ter-me escolhido para aquela noite, apesar de eu saber que não era a sua única escrava, outras ele tinha que poderiam estar ali, algumas das quais mais novas do que eu. Segurei-me com força para não me vir, por nada eu quereria vir-me antes de lhe sentir a pila dentro de mim.
- Agora é a tua vez de me ajudares a ter tesão para te dar três fodas – disse-me por fim o morenaço, a boca bem lambuzada do minete, levantando-se e apresentando-me a pila na boca – mama nela agora, é a tua vez de mamares em mim.
Limpei-lhe com as mãos os fios de esporra que lhe humedeciam a cabeça da pila, lambi-lhe os colhões e fiz-lhe um broche, mamando à vez ora na pila ora nas bolas, deixando aquela completamente espetada e dura como um ferro.
- Estou mesmo no ponto certo para te começar a foder, minha gostosona – disse-me ele – Deita-te no sofá, de lado. Vais levar a primeira foda de lado, peituda.
Com as minhas costas entaladas no encosto do sofá o cliente que nessa noite o meu Senhor arranjara para ganhar dinheiro à minha custa deitou-se ao meu lado, levantou minha perna direita e unindo as suas coxas nas minhas, penetrou-me pela primeira vez nessa noite.
- Que tal minha putazinha? Tou duro, não tou? – perguntava-me ele, bombando-me a rata com força e apalpando-me as mamas, excitando-me ainda mais - Confirmas a eles que estou com a piça bem dura dentro de ti?
Confirmava sim, pois que não era mentira nenhuma. O homem satisfeito com as minhas palavras ainda aumentou mais o ímpeto com que me fodia não tardando a fazer-me vir.
- Ela já se veio – gritou ele – e agora venho-me eu que não lhe quero estragar a cona mais do que o necessário.
Senti que o seu caralho duro saía de dentro de mim, com muito mais velocidade do que quando tinha entrada e quando olhei já ele o tinha na mão.
- Depressa, puta, vira-te para não sujar o sofá – mandou ele -. Vou-me esporrar nas tuas mamas, vou encher-tas de esporra.
Voltei-me no sofá, ele pôs-se em cima da minha barriga exibindo a pila para que todos a vissem bem e cravando-me no meio das mamas aliviou-se no meio delas.
- Uma já está dada! E ainda continuo com a piroca dura! – gabava-se ele, esfregando-a um pouco com a mão, quando acabou de se desaleitar.
- Punhetas para a engrossar não vale – lembrou um dos restantes cinco.
- Não preciso de punhetas para continuar com ela em pé – respondeu-lhes, dando um jeito às ancas para que todos vissem bem como ela permanecia hirta. E para que não o acusassem de estar demorando muito e como eu já estivesse de barriga para cima, ele aproveitando-se daquela situação colocou-me as pernas na posição de frango assado – uma das minhas posições sexuais favoritas – voltando a enterrar o dardo na minha coninha.
- E agora que já te dei uma, diz lá a todos se sentes o meu caralho mais mole, ou se ele está tão duro como há pouco? – quis saber de novo. Talvez estivesse um tudinho nada mais mole, mas ainda permanecia uma tora capaz de consolar a mulher mais exigente, como eu lhes voltei a garantir sem reservas.
- A Sandra é uma puta muito calejada que até a rua já bateu para cima e para baixo, na mira de clientes – afiançava meu Senhor – Piças conheceu ela muitas. Se diz isso é porque o é.
Esta queca demorou um bom bocado mais do que a primeira, pois como o sujeito tinha esvaziado os balões necessitou de mais tempo para conseguir cuspir o leite. Não me queixei contudo. Como já me tinham limpo as mamas com um toalhete húmido, enquanto me fodia pela segunda vez, o indivíduo ia-me mamando nas mamas e aquilo estava-me a saber tão bem que me voltei a vir. Passado um bocado ele anunciava estar já pronto a disparar e voltou a tirar o pau fora da mesma maneira.
- Aqui vai leite – disse, segurando-o com as mãos e apontando-o para cima da minha greta - Agora vai ser mesmo na entrada da cona que vais levar com a minha esguichadela, para que todos vejam.
De facto ele tinha uma enorme capacidade para se esporrar pois que esta segunda dose em termos de quantidade nada terá ficado a dever à anterior, o que mereceu uma forte salva de palmas dos presentes, incluindo do meu Senhor.
- Limpem-lhe a cona para eu lhe poder dar a terceira de seguida – e bem estava ela precisando que a limpassem, tanta era a langonha que lhe escorria pelos lábios e pelas bordas abaixo.
O mesmo toalhete húmido foi usado, propositadamente eu sabia que meu Dono não mudara o toalhete para me fazer sentir ainda mais puta de berma de estrada, supostamente o mais rasca tipo de puta que se pode encontrar, e essa sua atitude ainda me excitou mais. Em vez daquele desconhecido eu adoraria que fosse meu Senhor a foder-me, ainda para mais três vezes de seguida, quando eu sabia que ele embora soubesse utilizar bem o seu gigantesco mastro com que nasceu, uma vez dando uma precisava de pelo menos 24 horas para poder voltar a entrar em combate.
- Vou encabá-la agora com ela deitada em cima de mim – descreveu o sujeito. Levantei-me para que ele se deitasse no sofá e uma vez isso feito deitei-me com as nádegas sobre sua barriga. Ele ficou esfregando seu caralho um pouco por entre a abertura das minhas pernas, antes de com as mãos o começar a meter dentro da minha rata. Desta vez senti bem que ele estava bastante mais mole, e que precisou de um ajuda das mãos para o conseguir levantar e meter, o que levou alguns dos seus comparsas duvidar que fosse capaz de o fazer.
- Claro que sou – contrapunha ele –a puta é que está apertando muito os lábios da cona, tão rota deve ter ficado com as duas fodas que lhe dei, que nem me deixa entrar.
Meu Dono ameaçou bater-me com o chicote se eu de facto lhe estivesse dificultando a entrada, mas aquilo eram desculpas de macho, pois que eu antes procurava colaborar o mais que podia. Apesar de tudo devo reconhecer que o moreninho era sujeito de tesão fácil ou então tinha tomado Viagra, pois que não precisou de muitas esfregadelas do pau na minha rata, e de mais umas valentes apalpadelas nas minhas mamas já bem empinadas e com os mamilos aguçadinhos, para o pôr duríssimo pela terceira vez. Naquela posição penetrou-me durante mais de dez minutos, por vezes o pau amolecia, mas ele tal como tinha garantido não o deixou sair nenhuma vez, e mandando-me afagar-lhe o saco volumoso não tardava a ficar teso, socando-me, socando-me sempre sem parar. Vim-me outra vez. Bendito caralho aquele que não só tem capacidade para fazer feliz várias vezes uma mulher, como deve igualmente ser uma boa fonte de rendimento para qualquer puta, e para os chulos como meu Dono e Senhor, pensei.
- Onde é que querem que me venha? – perguntou-lhes enfim, quando a cabeça da sua pica anunciava o gozo final, e que eu, agora sim, queria fosse mesmo final.
- Na cara, dá-lhe uma boa esporradela na cara – pediu a maioria. Meu Senhor não se pronunciava, ele emprestara-me a eles para financeiramente me fazer render em seu proveito, por isso estava-se nas tintas para o que eles faziam comigo. O seu silêncio era por isso uma anuência.
Novamente senti que apressadamente o sujeito saía de mim, se voltou por cima do meu corpo, e me chegava o caralho na face.
- De olhos abertos, puta! Quero que vejas o último banho de esperma que te vou dar hoje – vociferou para mim – E vocês vejam bem a esporradela que lhe vou dar, para que não digam mais que não sou capaz de dar três fodas seguidas.
O leite na verdade saía-lhe impetuosamente ainda que aos jactos, com pequenos segundos de intervalo entre eles. Mas eram projectados com tamanha intensidade que eu fiquei escorrendo esperma pela minha cara toda. Mais uma vez todos aplaudiram.
- Sim senhor! Tens uns colhões abençoados! – comentaram - E dir-se-ia que guardaste a reserva toda para a última.
Eu também pensava assim. Tendo sido prostituta nos meus tempos de moça, já vira muita coisa, mas nunca um homem capaz de produzir tanta esporra em tão pouco tempo, nem capaz de levantar o pau tantas vezes seguidas. O pior para mim, contudo ainda estava para vir. Os outros cinco tendo assistido a tudo e pago a aposta, achavam-se agora bastante entesados e não pareciam interessado em deslocar-se à procura de putas que os satisfizessem, tendo uma ali à mão.
- Se como dizes já a puseste a render na rua, Carlos, então tem bem cona para aguentar com mais cinco caralhos dentro dela – expressou-se um deles, em nome de todos. Ter tinha, como eu muito bem sabia, a questão era como ela ficaria no final depois de mais aquelas cinco extras. Muito maltratada com certeza. Mas o meu Senhor, o meu Chulo, não queria saber disso, antes pelo contrário, a vontade deles era outra oportunidade de negócio que ele como bom negociante de carne branca não iria desperdiçar. Estipulando-lhes desta vez o uso do preservativo no caso de se quererem aliviar dentro de mim e o preço de mais 75 euros que cada um teria de pagar para me comer, mandou que assim toda nua me voltasse a deitar no sofá e me preparasse para os receber. Calcei-lhes os preservativos, chupei-os um a um, e nas mais diversas posições recebi-os a todos na minha greta já dorida, inchada e exangue.
Quando terminámos meu Amante e Senhor mandou-me embora, que assim suja e cheirando a homens entrasse em casa. Eu dissera a meu marido que talvez não viesse dormir, o que era uma forma subtil de lhe dizer que me ia encontrar com o sujeito com quem lhe andava pondo os cornos, e embora já não me apetecesse foder mais estava com a secreta esperança de dividir o resto da noite na mesma cama com ele. Por isso perguntei-lhe se antes de me ir embora não pretenderia ordenhar-se em mim, nem que fosse disponibilizando-lhe eu uma mamada, tanto mais que ele não se tinha aliviado como os outros.
- Não, minha puta! – respondeu-me guardando as notas que a minha prestação lhe fizera ganhar – Fazes mamadas muito boas mas se hoje me apetecesse uma ordenha não seria com uma megera que acabou de foder com seis homens, e que vai precisar de muitas ensaboadelas e de muitas escovas de dentes para tirar o cheiro que eles lhe deixaram. Gosto de putas, mas com o que me fizeste ganhar posso arranjar uma muito menos usada do que tu para acabar a noite.Era aquela a minha paga por ser a sua escrava sexual. Mas era também por isso que eu adorava tanto sê-lo.
Reitero os meus votos de um bom 2011 para todos os leitores. E podem deixar os vossos comentários.
Era uma noite de sexta-feira e meu Dono e Senhor impusera que me apresentasse em sua casa, por volta das 22 horas. Pontualmente apresentei-me na hora marcada pois que ele não admitia atrasos, fosse porque motivo fosse, vestida com pouca roupa e maquilhada de modo a parecer-me o mais possível com uma puta batida, pois que essa tinha sido outra das suas exigências. Quando cheguei, Carlos conduziu-me à sala, onde se achavam mais 6 cavalheiros, na casa dos 40 anos tal como meu Senhor, e aspecto selecto, como todos os que geralmente o acompanhavam, ainda que já o soubesse, se o acompanhavam eram tão devassos como ele.
Quando meu Senhor me fez entrar na sala, apresentou-me como sendo a sua escrava sexual, permanentemente disponível para servir quem ele me mandasse, o que também não me surpreendeu pois era sempre assim que me apresentava a todos os homens. Confesso que gostava de o ouvir chamando-me puta e escrava sexual perante todos e até me excitava bastante com isso, porque tal expressão traduzia bem até que ponto eu me deixava ir, apenas para lhe demonstrar o meu completo grau de submissão e de despersonalização perante ele, e porque isso significava sempre que eu teria de dar para eles. Os homens ficaram contentes por Carlos lhes ter assegurado a minha completa disponibilidade e talvez para o confirmarem de facto, levantaram-se e apalparam-me demoradamente o corpo, em especial os pontos onde os homens mais gostam de passar as mãos nas mulheres.
- É interessante a tua rameira gordinha, Carlos – admitiu um deles, bastante moreno e com a calvície a fazer-se anunciar na fronte – Tem um corpinho que merece bem os 75 euros que te vou pagar para lhe ir ao pito. E já que nos garantes a sua total disponibilidade em abrir as pernas a quem tu mandares, vou também provar a estes senhores, a minha em dar-lhe três boas fodas completas sem quase tirar a minha piça fora. Mas os senhores, conforme combinado, vão depositar nas mãos do Carlos o dinheiro da aposta e se eu lhe der três fodas de seguida ficarei com ele para mim.
O homem entregou então 75 euros ao meu Senhor, e os outros 5 por sua vez entregaram-lhe 100 euros cada um que ele deixou ficar em cima da mesa, comprometendo-se a devolver-lhes caso aquele broxasse e não conseguisse dar-me as três fodas a que se tinha comprometido.
- Claro que dou – gabou-se o moreno – Ainda para mais a uma puta boazona como esta. Já dei três seguidas a algumas bem menos apetitosas, só não tive foi testemunhas para o atestarem. E como prova de confiança entrego ao Carlos o dobro do dinheiro que vocês lhe confiaram – e tal como eles tinham, feito entregou a meu Senhor um maço de notas gordas que ele depois de ter conferido confirmou serem 1000 euros. Pelos vistos era o que o moreno teria de pagar aos outros caso não me conseguisse dar as três fodas seguidas a que se comprometera.
- E como teremos a certeza que te viestes mesmo? – perguntou-lhe um deles.
- Quando estiver para me vir eu tirá-la-ei fora para que todos vocês possam ver que me estou a esporrar nela – elucidou o sujeito que se propunha montar-me daquele jeito – Por isso é que digo que vou-lhe dar três fodas sem quase tirar fora, na posição que eu escolher. Se não tivesse de vos provar que tinha despejado os balões poderia perfeitamente comê-la por três vezes sem tirar o caralho da cona dela. Como já vos garanti, quando me venho o meu caralho não fica logo mole como o da maioria dos homens, e eu depois de dar uma ainda sou capaz de dar pelo menos mais duas boas esporradelas antes de perder o tesão. Só preciso é que a coirona colabore. E para isso nada melhor que uma boa mamada antes de começar a meter. A tua puta chupa bem?
Carlos garantiu meus talentos para a mamada e o sujeito mandou que me despisse toda. Por inúmeras vezes tive de me pôr nua perante uma plateia de homens, principalmente desde que andava com Carlos, pelo que aquilo não era novidade para mim. Despi-me lentamente pois meu Dono nunca gostava que me despisse depressa, e quando finalmente de costas para a assistência tirei a calcinha vermelha lavadinha que tinha colocado para aquele encontro e fechando as pernas, como se estivesse com vergonha de lhes mostrar a minha gruta muita usada, me virei para eles de frente exibindo a minha testinha depilada, foi com prazer que escutei os seus comentários de apreço.
- Bonito corpo, sim senhor! Gordinho mas muito bem feito! Mamocas tesas como eu gosto! Abre as pernas, gordinha, queremos ver-te a cona.
Curvei os joelhos, pousei as mãos no chão por trás da cabeça e abri as pernas, naquela posição eles podiam ver bem minha rata.
- Cona de puta! – exclamou o moreno – Não vais estranhar as três fodas que te vou dar.
O homem pediu então permissão a meu Dono para me foder sem preservativo, dando-lhe a sua palavra em como não se esporraria dentro de mim.
- Assim todos poderão ver como eu sou capaz de dar três valentes aleitadelas a qualquer mulher, e que não há truques – justificava-se – Tratando-se de uma aposta com tanto dinheiro em jogo parece-me mais seguro.
Não gosto desde há muito de foder com desconhecidos sem a protecção da camisinha mas meu Amo, depois de lhe fazer ver não admitir que ele depositasse sémen na minha racha, consentiu no seu pedido. O sujeito então despiu-se. Tal como eu tirou a roupa toda o que me agradou, pois era musculoso e muito bem feito de corpo. Os tomates eram duas bolas enormes, bem inchadas, talvez os maiores que vi na vida e já abri as pernas a muito negrão pazudo com ovos de dinossauro, mas o seu caralho circuncidado que já se apresentava inflamado assim que baixou os boxeurs, era um pouco mais modesto, não deveria chegar aos 20 centímetros de potência o que também me agradou. Habitualmente gosto de caralhos mais pazudos, mas uma vez que o dono daquele me queria dar três seguidas com ele, eu mesmo sem saber ainda se ele o iria conseguir fazer, achava mais prudente um tamanho mais modesto. O homem mandou que me sentasse no sofá da sala com as pernas abertas, ajoelhando-se em seguida no meio delas.
- Huuumm, tens a cona lavada! – comentou, levo sempre a cona lavada quando sei que vou foder apeteceu-me dizer-lhe, não pensasse ele que por ser uma puta às ordens de meu Senhor Carlos, eu era uma porca – E já que vais levar três valentes escarafunchadelas do meu caralho nada mais justo que a lubrifique convenientemente.
De joelhos fez-me então um minete. É a posição que mais gosto de ver um homem fazendo-me um minete principalmente quando estou a desempenhar o papel de uma vulgar prostituta, como era o caso. Mentalmente agradeci a meu Dono o ter-me escolhido para aquela noite, apesar de eu saber que não era a sua única escrava, outras ele tinha que poderiam estar ali, algumas das quais mais novas do que eu. Segurei-me com força para não me vir, por nada eu quereria vir-me antes de lhe sentir a pila dentro de mim.
- Agora é a tua vez de me ajudares a ter tesão para te dar três fodas – disse-me por fim o morenaço, a boca bem lambuzada do minete, levantando-se e apresentando-me a pila na boca – mama nela agora, é a tua vez de mamares em mim.
Limpei-lhe com as mãos os fios de esporra que lhe humedeciam a cabeça da pila, lambi-lhe os colhões e fiz-lhe um broche, mamando à vez ora na pila ora nas bolas, deixando aquela completamente espetada e dura como um ferro.
- Estou mesmo no ponto certo para te começar a foder, minha gostosona – disse-me ele – Deita-te no sofá, de lado. Vais levar a primeira foda de lado, peituda.
Com as minhas costas entaladas no encosto do sofá o cliente que nessa noite o meu Senhor arranjara para ganhar dinheiro à minha custa deitou-se ao meu lado, levantou minha perna direita e unindo as suas coxas nas minhas, penetrou-me pela primeira vez nessa noite.
- Que tal minha putazinha? Tou duro, não tou? – perguntava-me ele, bombando-me a rata com força e apalpando-me as mamas, excitando-me ainda mais - Confirmas a eles que estou com a piça bem dura dentro de ti?
Confirmava sim, pois que não era mentira nenhuma. O homem satisfeito com as minhas palavras ainda aumentou mais o ímpeto com que me fodia não tardando a fazer-me vir.
- Ela já se veio – gritou ele – e agora venho-me eu que não lhe quero estragar a cona mais do que o necessário.
Senti que o seu caralho duro saía de dentro de mim, com muito mais velocidade do que quando tinha entrada e quando olhei já ele o tinha na mão.
- Depressa, puta, vira-te para não sujar o sofá – mandou ele -. Vou-me esporrar nas tuas mamas, vou encher-tas de esporra.
Voltei-me no sofá, ele pôs-se em cima da minha barriga exibindo a pila para que todos a vissem bem e cravando-me no meio das mamas aliviou-se no meio delas.
- Uma já está dada! E ainda continuo com a piroca dura! – gabava-se ele, esfregando-a um pouco com a mão, quando acabou de se desaleitar.
- Punhetas para a engrossar não vale – lembrou um dos restantes cinco.
- Não preciso de punhetas para continuar com ela em pé – respondeu-lhes, dando um jeito às ancas para que todos vissem bem como ela permanecia hirta. E para que não o acusassem de estar demorando muito e como eu já estivesse de barriga para cima, ele aproveitando-se daquela situação colocou-me as pernas na posição de frango assado – uma das minhas posições sexuais favoritas – voltando a enterrar o dardo na minha coninha.
- E agora que já te dei uma, diz lá a todos se sentes o meu caralho mais mole, ou se ele está tão duro como há pouco? – quis saber de novo. Talvez estivesse um tudinho nada mais mole, mas ainda permanecia uma tora capaz de consolar a mulher mais exigente, como eu lhes voltei a garantir sem reservas.
- A Sandra é uma puta muito calejada que até a rua já bateu para cima e para baixo, na mira de clientes – afiançava meu Senhor – Piças conheceu ela muitas. Se diz isso é porque o é.
Esta queca demorou um bom bocado mais do que a primeira, pois como o sujeito tinha esvaziado os balões necessitou de mais tempo para conseguir cuspir o leite. Não me queixei contudo. Como já me tinham limpo as mamas com um toalhete húmido, enquanto me fodia pela segunda vez, o indivíduo ia-me mamando nas mamas e aquilo estava-me a saber tão bem que me voltei a vir. Passado um bocado ele anunciava estar já pronto a disparar e voltou a tirar o pau fora da mesma maneira.
- Aqui vai leite – disse, segurando-o com as mãos e apontando-o para cima da minha greta - Agora vai ser mesmo na entrada da cona que vais levar com a minha esguichadela, para que todos vejam.
De facto ele tinha uma enorme capacidade para se esporrar pois que esta segunda dose em termos de quantidade nada terá ficado a dever à anterior, o que mereceu uma forte salva de palmas dos presentes, incluindo do meu Senhor.
- Limpem-lhe a cona para eu lhe poder dar a terceira de seguida – e bem estava ela precisando que a limpassem, tanta era a langonha que lhe escorria pelos lábios e pelas bordas abaixo.
O mesmo toalhete húmido foi usado, propositadamente eu sabia que meu Dono não mudara o toalhete para me fazer sentir ainda mais puta de berma de estrada, supostamente o mais rasca tipo de puta que se pode encontrar, e essa sua atitude ainda me excitou mais. Em vez daquele desconhecido eu adoraria que fosse meu Senhor a foder-me, ainda para mais três vezes de seguida, quando eu sabia que ele embora soubesse utilizar bem o seu gigantesco mastro com que nasceu, uma vez dando uma precisava de pelo menos 24 horas para poder voltar a entrar em combate.
- Vou encabá-la agora com ela deitada em cima de mim – descreveu o sujeito. Levantei-me para que ele se deitasse no sofá e uma vez isso feito deitei-me com as nádegas sobre sua barriga. Ele ficou esfregando seu caralho um pouco por entre a abertura das minhas pernas, antes de com as mãos o começar a meter dentro da minha rata. Desta vez senti bem que ele estava bastante mais mole, e que precisou de um ajuda das mãos para o conseguir levantar e meter, o que levou alguns dos seus comparsas duvidar que fosse capaz de o fazer.
- Claro que sou – contrapunha ele –a puta é que está apertando muito os lábios da cona, tão rota deve ter ficado com as duas fodas que lhe dei, que nem me deixa entrar.
Meu Dono ameaçou bater-me com o chicote se eu de facto lhe estivesse dificultando a entrada, mas aquilo eram desculpas de macho, pois que eu antes procurava colaborar o mais que podia. Apesar de tudo devo reconhecer que o moreninho era sujeito de tesão fácil ou então tinha tomado Viagra, pois que não precisou de muitas esfregadelas do pau na minha rata, e de mais umas valentes apalpadelas nas minhas mamas já bem empinadas e com os mamilos aguçadinhos, para o pôr duríssimo pela terceira vez. Naquela posição penetrou-me durante mais de dez minutos, por vezes o pau amolecia, mas ele tal como tinha garantido não o deixou sair nenhuma vez, e mandando-me afagar-lhe o saco volumoso não tardava a ficar teso, socando-me, socando-me sempre sem parar. Vim-me outra vez. Bendito caralho aquele que não só tem capacidade para fazer feliz várias vezes uma mulher, como deve igualmente ser uma boa fonte de rendimento para qualquer puta, e para os chulos como meu Dono e Senhor, pensei.
- Onde é que querem que me venha? – perguntou-lhes enfim, quando a cabeça da sua pica anunciava o gozo final, e que eu, agora sim, queria fosse mesmo final.
- Na cara, dá-lhe uma boa esporradela na cara – pediu a maioria. Meu Senhor não se pronunciava, ele emprestara-me a eles para financeiramente me fazer render em seu proveito, por isso estava-se nas tintas para o que eles faziam comigo. O seu silêncio era por isso uma anuência.
Novamente senti que apressadamente o sujeito saía de mim, se voltou por cima do meu corpo, e me chegava o caralho na face.
- De olhos abertos, puta! Quero que vejas o último banho de esperma que te vou dar hoje – vociferou para mim – E vocês vejam bem a esporradela que lhe vou dar, para que não digam mais que não sou capaz de dar três fodas seguidas.
O leite na verdade saía-lhe impetuosamente ainda que aos jactos, com pequenos segundos de intervalo entre eles. Mas eram projectados com tamanha intensidade que eu fiquei escorrendo esperma pela minha cara toda. Mais uma vez todos aplaudiram.
- Sim senhor! Tens uns colhões abençoados! – comentaram - E dir-se-ia que guardaste a reserva toda para a última.
Eu também pensava assim. Tendo sido prostituta nos meus tempos de moça, já vira muita coisa, mas nunca um homem capaz de produzir tanta esporra em tão pouco tempo, nem capaz de levantar o pau tantas vezes seguidas. O pior para mim, contudo ainda estava para vir. Os outros cinco tendo assistido a tudo e pago a aposta, achavam-se agora bastante entesados e não pareciam interessado em deslocar-se à procura de putas que os satisfizessem, tendo uma ali à mão.
- Se como dizes já a puseste a render na rua, Carlos, então tem bem cona para aguentar com mais cinco caralhos dentro dela – expressou-se um deles, em nome de todos. Ter tinha, como eu muito bem sabia, a questão era como ela ficaria no final depois de mais aquelas cinco extras. Muito maltratada com certeza. Mas o meu Senhor, o meu Chulo, não queria saber disso, antes pelo contrário, a vontade deles era outra oportunidade de negócio que ele como bom negociante de carne branca não iria desperdiçar. Estipulando-lhes desta vez o uso do preservativo no caso de se quererem aliviar dentro de mim e o preço de mais 75 euros que cada um teria de pagar para me comer, mandou que assim toda nua me voltasse a deitar no sofá e me preparasse para os receber. Calcei-lhes os preservativos, chupei-os um a um, e nas mais diversas posições recebi-os a todos na minha greta já dorida, inchada e exangue.
Quando terminámos meu Amante e Senhor mandou-me embora, que assim suja e cheirando a homens entrasse em casa. Eu dissera a meu marido que talvez não viesse dormir, o que era uma forma subtil de lhe dizer que me ia encontrar com o sujeito com quem lhe andava pondo os cornos, e embora já não me apetecesse foder mais estava com a secreta esperança de dividir o resto da noite na mesma cama com ele. Por isso perguntei-lhe se antes de me ir embora não pretenderia ordenhar-se em mim, nem que fosse disponibilizando-lhe eu uma mamada, tanto mais que ele não se tinha aliviado como os outros.
- Não, minha puta! – respondeu-me guardando as notas que a minha prestação lhe fizera ganhar – Fazes mamadas muito boas mas se hoje me apetecesse uma ordenha não seria com uma megera que acabou de foder com seis homens, e que vai precisar de muitas ensaboadelas e de muitas escovas de dentes para tirar o cheiro que eles lhe deixaram. Gosto de putas, mas com o que me fizeste ganhar posso arranjar uma muito menos usada do que tu para acabar a noite.Era aquela a minha paga por ser a sua escrava sexual. Mas era também por isso que eu adorava tanto sê-lo.
Reitero os meus votos de um bom 2011 para todos os leitores. E podem deixar os vossos comentários.
Postado por
SANDRA SAFADA
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MEU DONO E SENHOR
domingo, 26 de dezembro de 2010
RAPIDINHA COM MEU TIO, NUM DOMINGO ANTES DO ALMOÇO
Com excepção do tempo em que eu me andava a prostituir na rua, nunca apreciei rapidinhas. Acho que para ser devidamente apreciado o tira e mete, como todas as coisas boas da vida, deve ser feito com todos os vagares e tempo do mundo. No entanto admito que já gozei algumas fodas rapidinhas que me deram muito prazer. Como uma que num domingo na hora do almoço, tinha eu 15 anos, dei com o meu tio/padrinho.
Minha madrinha queixando-se de uma forte enxaqueca não se levantara nessa manhã nem para ir à Missa como era seu costume, e encarregara-me de fazer o almoço uma vez que aos Domingos a empregada não vinha. Meu tio saíra como habitualmente pois adepto ferrenho do Sporting como era sempre gostava de passar de manhã no estádio de Alvalade, nunca voltando antes do meio-dia.
Minha tia, conhecendo bem o marido que tinha, nunca gostou de me ver de saia curta por as achar mais apropriadas a serem usadas por putas do que por moças decentes, mas como ela estava de molho na cama e eu sempre gostei de mostrar as pernas, tinha colocado uma por baixo da comprida bata azul de cozinha, de amarrar nas costas. Com ela colocada minha tia não me veria a saia quando lhe fosse levar o almoço e estaria tudo bem. Quando meu padrinho chegou, entrou pela porta da cozinha que dava acesso ao exterior e como estava agachada, tentando tirar da gaveta de baixo do armário a bandeja com que iria servir ao quarto a canja de galinha, nem o vi entrar. Só dei pela sua chegada quando lhe senti as mãos levantando-me a bata e a saia e apalpando-me as nádegas por cima da calcinha rosa que trazia vestida e que tinha sido oferta dele, pois que desde que um ano atrás ele me começara a violar, às escondidas da mulher vivia me dando calcinhas bem sexys.
- Tás mesmo na posição que eu gosto de te ver, sobrinha putazinha - disse-me. Sempre que sentia tesão do meu corpo chamava-me puta, o que era uma forma carinhosa de me tratar pois que as putas eram o seu ideal de mulher. E fazendo deslizar a sua mão por entre a curvatura do meu entre-pernas, tacteou-me o grelinho por cima da calcinha – tás na posição ideal que todas as mulheres devem estar para receber o seu macho. Aposto que tens a cona quente só por eu ta ter apalpado.
Efectivamente os seus toques estavam-me deixando excitada mas eu não queria ceder ali, sabia por experiencias anteriores que a enxaqueca de minha tia duraria o dia todo e ela não sairia do quarto nesse domingo, mas não queria foder com meu tio na cozinha e depois ir servir-lhe a canja no quarto com o cheiro do caralho dele na minha rachinha.
- Não, tio, por favor, não – sussurrei-lhe, mas já com as minhas costas encostadas ao seu peito para melhor me segurar e poder apreciar as apalpadelas que ele estava dando nas minhas partes íntimas – a tia está esperando a canja…
- Cala-te, putazinha deliciosa! Temos tempo para uma rapidinha. Com a enxaqueca que traz, a tua tia quer lá saber da canja – e dizendo-me isto, sua mão afastara já a tira da calcinha que me tapava a vagina e metera-lhe um dedinho dentro. Huuum, que boooommm! – Aliás para te dizer a verdade, Sandra, com todos os males que a tua tia sofre não admira que tenha a cona mais fechadinha que terás a tua quando tiveres a idade dela. Ahh, putazinha, basta meter-te um dedo e ficas logo toda húmida – ia exclamando ele. - Espera só até lhe sentires a minha piça lá dentro. Apoia-te entre as minhas pernas que vou-te apalpar as mamas, peituda.
Meu tio estava quase agachado e eu que de na verdade já ficara pingando sumo da rata pousei meu rabo sobre suas pernas. Desatando-me os laços da bata e fazendo-ma sair pela cabeça, com a mão esquerda meu padrinho abrira caminho pela minha blusa acima e apalpava-me as mamas, tarefa facilitada pois que eu não usava sutiã.
- Abre mais as pernas, putinha.
Meu tio tinha o caralho todo inflamado por baixo das calças e quando eu as abri ele além de me continuar a foder com o dedo, começou roçando-me a zona inchada da braguilha mesmo por baixo da minha racha.
- Ahh, minha vitelinha recém -desmamada pela minha piça – insultava-me ele dando-me também pequenas mordidelas no pescoço e nas minhas orelhas, outros dos meus principais pontos erógenos - diz lá se não é bom? Sente o meu caralho por baixo das calças, vaquinha! Sentes como o trago cheio do leitinho que tanto gostas, minha putazinha tenra? Não tarda muito e estarás guinchando com ela na tua coninha de vitelinha tenra. Então é que vamos deitar nossos sucos todos cá para fora.
De facto estava-me sabendo muito bem sentir-lhe a pila grossa dentro das calças, uma mão apalpando-me as mamas por baixo da blusa, os seus dentes mordendo-me o pescoço e o indicador da mão direita dentro da minha ratinha. Tão bom que eu me estava quase a vir.
- Não tens as mãos ocupadas, pois não vacoila? – perguntou-me ele – Então desaperta-me o fecho das calças e tira-me a piça para fora. Brinca com ela.
Embora lhe voltasse a lembrar que a tia estava esperando a canja para que meu tio não me pensasse muito oferecida, com que prazer lhe tirei a pila para fora e a senti pulsando de tesão, coberta de fios de esporra que se me colavam nas palmas das mãos. Se minha tia lhe visse as cuecas certamente exigiria uma explicação para as manchinhas de esperma que elas deviam apresentar. Embora meu tio tivesse a pila tesa não resisti a punheteá-la um pouco para melhor lhe sentir a potência, o diâmetro e o nervosismo do macho preparando-se para foder a sua fêmea.
- Tens mesmo jeito para puta, Sandra. Gosto muito das tuas punhetas mas não pretendo desaleitar-me na tuas mãos. De pé! - ordenou-me – Não quero que me faças esporrar com as mãos, nem te vou foder com as calcinhas postas, minha vaquinha gorducha.
Quando nos levantamos, meu tio/padrinho puxou uma cadeira da mesa da cozinha, desnudou-me o peito para me poder ver as mamas empinadas e com os mamilos duros pois sempre que me comia gostava de mas ver, mandando-me pousar o peito nas costas da cadeira. Ia-me foder por trás, estava visto. E como só tinha a pila por fora do fecho das calças aproveitou para baixar completamente estas.
- Não tens apenas mamas de vaca, minha putazinha assanhada, também o teu cuzinho rechonchudo é cu de vaca – proferia ele, deliciado e esfregando-me o caralho mesmo por cima do meu rego, como sempre fazia. – Ahh, Sandra, minha sobrinha a quem eu tirei os três da boca e da cona, vais-me chupar a piça antes de eu ta enfiar no buraco onde tanto gostas de apanhar. E depois então podes ir levar a canja à tua madrinha.
Naquela idade, e antes de muitas outras aventuras porcas porque passei ao longo da vida, eu era muito mais nojenta do que sou hoje. Tinha a certeza que desde que se levantara meu padrinho já fizera xixi e não me parecia que tivesse lavado o cacete depois disso, pelo que meter-lho na boca assim sujo, nem pensar.
- Ao menos passe a pila por água na torneira da banca – sugeri-lhe. Mas meu tio pelos vistos nesse domingo não fazia muita questão no meu broche.
- Ah, tens nojo de colocares a minha piça na boca por ela saber a mijo, minha vacoilazinha que começaste a foder cedo? – observou-me – Pois então vais-me lamber o dedo que te enfiei na cona e com o qual quase te fiz vir. Se ele te souber a mijo será ao teu mijo, e só te podes culpar de seres uma porca que não lavaste a cona de manhã.
De facto eu já urinara durante a manhã e se não lavara a rata tinha sido por não saber que aquilo me iria acontecera, pelo que igualmente me tentei eximir a chupar-lhe o dedo. Como ele, agarrando-me pelo pescoço, mo tentava enfiar na boca apesar das minhas recusas, ameacei-o de gritar de modo a que a tia nos ouvisse no acto mas ele com uma pequena bofetada que me pregou retorquiu-me que se o fizesse ele diria que me apanhara com as calcinhas para baixo tentando seduzi-lo, como minha tia muitas vezes me acusou de fazer. E como eu muito bem sabia, quando isso acontecia ela far-lhe-ia dar-me uma senhora tareia de cinto, algo que eu queria evitar a todo custo.
-Com a saínha curta, e a calcinha de pouco pano deixando-te com o rabo quase todo à mostra minha putazinha, não será para mim difícil convencer tua tia que te querias pôr debaixo de mim – lembrou-me ele, e como eu também por experiência própria há muito sabia. – Por isso é melhor fazeres o que te estou mandando.
Era um bom argumento que eu não podia contestar. Assim meu tio, depois de ter esfregado o caralho no meu cuzinho empinado mas sem meter, pois que nunca quis meter nele, fodeu-me por trás, o meu peito apoiado nas costas de uma das cadeiras da mesa de cozinha onde comíamos todos os dias, com uma das suas mãos apalpando-me as mamas e apertando-me contra si, e com a outra oferecendo-me na boca o indicador que ele já tinha metido na minha coninha, e que impregnado dos meus sucos eu comecei a lamber como se fosse o caralho dele. Quando meu tio me meteu por trás, suas coxas empurrando as minhas, seu pau grandalhão entrando e saindo da minha racha juvenil que ele daquele jeito reclamava como exclusivamente sua, fazendo-me apreciar-lhe cada uma das suas enérgicas estocadas de homem muito habituado a foder, eu intimamente senti-me frustrada por lhe estar mamando no dedo em vez de o estar fazendo naquela seu caralho soberbo dando em mim, aquele caralho que minha tia não apreciava mas que me fez a mim apreciar as primeiras sensações de ser mulher, mesmo estando ele a cheirar a mijo e a esporra. Muitos domingos como aquele tivesse eu na vida e convencer-me-ia de facto que tal dia é sagrado.
- Calma, Sandra, minha vaquinha gostosa, não me queiras arrancar o dedo fora – susteve-me ele vendo o empenho com que o mamava e fodendo-me ainda com mais força – Nunca me chupaste assim na piça. Se começares a ser assim a fazer broches vou ter de ter mais cuidado na próxima vez que te mandar fazeres-me um, ou ainda me arrancas a piça de tanto a chupares com força.
A pulsação da cabeça do seu caralho ameaçava uma iminente erupção de esperma. Nem sempre fui tão previdente e por isso poucas semanas depois fiquei grávida dele. Mas naquela manhã de domingo lembrei-me das consequências que uma esporradela naquele dia me poderia trazer e lembrei-lho:
- Por favor, tio, não despeje aí dentro – pedi-lhe – julgo que hoje não é bom dia para o padrinho se desaleitar dentro de mim.
- Ah, puta, ainda bem que mo dizes! Vou tirar força e fazer marcha atrás. Mas vou regar-te na mesma o teu cu e a tua cona de vaca, com o leitinho que me fizeste verter.
Meu tio tirou o cajado fora e segurando-lhe a cabeçorra inchada e vermelha com a mão pousou-o mesmo por cima do meu rego do cu. Depois libertando-a, esporrou-se copiosamente como sempre.
- Toma do meu leite, cona de vaca! Toma do meu leite mesmo em cima do teu cu, sobrinha assanhada, que é o único buraco que ainda tens virgem, e isso é apenas por não apreciar meter em cus.
A esporra de meu tio escorrendo do meu rego, deslizava-me para as coxas, a cona e os pentelhos, e ele com as mãos ia direccionando os jactos que pareciam nunca mais ter fim. Vim-me sentindo aquela chuva de esporra cuspindo nas minhas duas entradas.
- Preciso de me lavar, tio – disse-lhe no fim, quando o vi puxar as calças para cima e guardar o caralho – Não posso levar a canja à tia neste estado.
- E porque não? – retorquiu-me ele – Não estavas com pressa de lha levares? Então para quê perderes tempo a lavares-te? E como a tua tia, contrariamente a ti e à tua mãe, não aprecia o sabor do leite de macho, vamos colocar um temperozinho especial na canja da nossa doentinha para ver se a curamos mais depressa.
Meu tio foi à panela onde eu cozinhara a canja, encheu a malga de sopa da minha tia, colocando-ma por baixo das minhas pernas abertas.
- Uma boa vaca como a minha sobrinha preferida, tem sempre leite para ser mungido – comentou – Como acabaste de receber uma boa aleitadela, minha bezerrinha, vais reparti-la com a dona da casa.
Daquela maneira uns quantos fios espessos de esporra, depositados nas minhas coxas e no meu entre-pernas escorreram para a malga da canja e depois de bem mexidos por mim com uma colher foram-se misturar com a massa e os miúdos desfeitos de frango. Com a bata da cozinha novamente vestida fui então ao quarto levar-lhe a canja que ela apesar das dores de cabeça que sentia, e de a achar com um estranho gosto a salgado, comeu toda.
- Ainda bem! – comentou o meu tio, quando regressei à cozinha para almoçar com ele – a puta da tua tia nunca me quis mamar na piça, com nojo que me esporrasse na sua língua. Assim ao menos posso dizer que sem o saber já me provou a esporra, mesmo sabendo a canja de galinha salgada.
Ri-me. Para mim leite de macho cobridor para me saber bem não precisa de saber a mais nada, senão a isso mesmo: leite de macho. Huuummm! Acho mesmo que é das poucas compensações que Deus ou a Natureza deixou às mulheres, pelo que a nós só nos compete aproveitar tal dádiva gostosa.
Um bom ano de 2011 para todos, apesar das perspectivas, em especial para os leitores e seguidores deste blog. Muito tesão para todos e que o gozem da forma com que mais o apreciam.
Minha madrinha queixando-se de uma forte enxaqueca não se levantara nessa manhã nem para ir à Missa como era seu costume, e encarregara-me de fazer o almoço uma vez que aos Domingos a empregada não vinha. Meu tio saíra como habitualmente pois adepto ferrenho do Sporting como era sempre gostava de passar de manhã no estádio de Alvalade, nunca voltando antes do meio-dia.
Minha tia, conhecendo bem o marido que tinha, nunca gostou de me ver de saia curta por as achar mais apropriadas a serem usadas por putas do que por moças decentes, mas como ela estava de molho na cama e eu sempre gostei de mostrar as pernas, tinha colocado uma por baixo da comprida bata azul de cozinha, de amarrar nas costas. Com ela colocada minha tia não me veria a saia quando lhe fosse levar o almoço e estaria tudo bem. Quando meu padrinho chegou, entrou pela porta da cozinha que dava acesso ao exterior e como estava agachada, tentando tirar da gaveta de baixo do armário a bandeja com que iria servir ao quarto a canja de galinha, nem o vi entrar. Só dei pela sua chegada quando lhe senti as mãos levantando-me a bata e a saia e apalpando-me as nádegas por cima da calcinha rosa que trazia vestida e que tinha sido oferta dele, pois que desde que um ano atrás ele me começara a violar, às escondidas da mulher vivia me dando calcinhas bem sexys.
- Tás mesmo na posição que eu gosto de te ver, sobrinha putazinha - disse-me. Sempre que sentia tesão do meu corpo chamava-me puta, o que era uma forma carinhosa de me tratar pois que as putas eram o seu ideal de mulher. E fazendo deslizar a sua mão por entre a curvatura do meu entre-pernas, tacteou-me o grelinho por cima da calcinha – tás na posição ideal que todas as mulheres devem estar para receber o seu macho. Aposto que tens a cona quente só por eu ta ter apalpado.
Efectivamente os seus toques estavam-me deixando excitada mas eu não queria ceder ali, sabia por experiencias anteriores que a enxaqueca de minha tia duraria o dia todo e ela não sairia do quarto nesse domingo, mas não queria foder com meu tio na cozinha e depois ir servir-lhe a canja no quarto com o cheiro do caralho dele na minha rachinha.
- Não, tio, por favor, não – sussurrei-lhe, mas já com as minhas costas encostadas ao seu peito para melhor me segurar e poder apreciar as apalpadelas que ele estava dando nas minhas partes íntimas – a tia está esperando a canja…
- Cala-te, putazinha deliciosa! Temos tempo para uma rapidinha. Com a enxaqueca que traz, a tua tia quer lá saber da canja – e dizendo-me isto, sua mão afastara já a tira da calcinha que me tapava a vagina e metera-lhe um dedinho dentro. Huuum, que boooommm! – Aliás para te dizer a verdade, Sandra, com todos os males que a tua tia sofre não admira que tenha a cona mais fechadinha que terás a tua quando tiveres a idade dela. Ahh, putazinha, basta meter-te um dedo e ficas logo toda húmida – ia exclamando ele. - Espera só até lhe sentires a minha piça lá dentro. Apoia-te entre as minhas pernas que vou-te apalpar as mamas, peituda.
Meu tio estava quase agachado e eu que de na verdade já ficara pingando sumo da rata pousei meu rabo sobre suas pernas. Desatando-me os laços da bata e fazendo-ma sair pela cabeça, com a mão esquerda meu padrinho abrira caminho pela minha blusa acima e apalpava-me as mamas, tarefa facilitada pois que eu não usava sutiã.
- Abre mais as pernas, putinha.
Meu tio tinha o caralho todo inflamado por baixo das calças e quando eu as abri ele além de me continuar a foder com o dedo, começou roçando-me a zona inchada da braguilha mesmo por baixo da minha racha.
- Ahh, minha vitelinha recém -desmamada pela minha piça – insultava-me ele dando-me também pequenas mordidelas no pescoço e nas minhas orelhas, outros dos meus principais pontos erógenos - diz lá se não é bom? Sente o meu caralho por baixo das calças, vaquinha! Sentes como o trago cheio do leitinho que tanto gostas, minha putazinha tenra? Não tarda muito e estarás guinchando com ela na tua coninha de vitelinha tenra. Então é que vamos deitar nossos sucos todos cá para fora.
De facto estava-me sabendo muito bem sentir-lhe a pila grossa dentro das calças, uma mão apalpando-me as mamas por baixo da blusa, os seus dentes mordendo-me o pescoço e o indicador da mão direita dentro da minha ratinha. Tão bom que eu me estava quase a vir.
- Não tens as mãos ocupadas, pois não vacoila? – perguntou-me ele – Então desaperta-me o fecho das calças e tira-me a piça para fora. Brinca com ela.
Embora lhe voltasse a lembrar que a tia estava esperando a canja para que meu tio não me pensasse muito oferecida, com que prazer lhe tirei a pila para fora e a senti pulsando de tesão, coberta de fios de esporra que se me colavam nas palmas das mãos. Se minha tia lhe visse as cuecas certamente exigiria uma explicação para as manchinhas de esperma que elas deviam apresentar. Embora meu tio tivesse a pila tesa não resisti a punheteá-la um pouco para melhor lhe sentir a potência, o diâmetro e o nervosismo do macho preparando-se para foder a sua fêmea.
- Tens mesmo jeito para puta, Sandra. Gosto muito das tuas punhetas mas não pretendo desaleitar-me na tuas mãos. De pé! - ordenou-me – Não quero que me faças esporrar com as mãos, nem te vou foder com as calcinhas postas, minha vaquinha gorducha.
Quando nos levantamos, meu tio/padrinho puxou uma cadeira da mesa da cozinha, desnudou-me o peito para me poder ver as mamas empinadas e com os mamilos duros pois sempre que me comia gostava de mas ver, mandando-me pousar o peito nas costas da cadeira. Ia-me foder por trás, estava visto. E como só tinha a pila por fora do fecho das calças aproveitou para baixar completamente estas.
- Não tens apenas mamas de vaca, minha putazinha assanhada, também o teu cuzinho rechonchudo é cu de vaca – proferia ele, deliciado e esfregando-me o caralho mesmo por cima do meu rego, como sempre fazia. – Ahh, Sandra, minha sobrinha a quem eu tirei os três da boca e da cona, vais-me chupar a piça antes de eu ta enfiar no buraco onde tanto gostas de apanhar. E depois então podes ir levar a canja à tua madrinha.
Naquela idade, e antes de muitas outras aventuras porcas porque passei ao longo da vida, eu era muito mais nojenta do que sou hoje. Tinha a certeza que desde que se levantara meu padrinho já fizera xixi e não me parecia que tivesse lavado o cacete depois disso, pelo que meter-lho na boca assim sujo, nem pensar.
- Ao menos passe a pila por água na torneira da banca – sugeri-lhe. Mas meu tio pelos vistos nesse domingo não fazia muita questão no meu broche.
- Ah, tens nojo de colocares a minha piça na boca por ela saber a mijo, minha vacoilazinha que começaste a foder cedo? – observou-me – Pois então vais-me lamber o dedo que te enfiei na cona e com o qual quase te fiz vir. Se ele te souber a mijo será ao teu mijo, e só te podes culpar de seres uma porca que não lavaste a cona de manhã.
De facto eu já urinara durante a manhã e se não lavara a rata tinha sido por não saber que aquilo me iria acontecera, pelo que igualmente me tentei eximir a chupar-lhe o dedo. Como ele, agarrando-me pelo pescoço, mo tentava enfiar na boca apesar das minhas recusas, ameacei-o de gritar de modo a que a tia nos ouvisse no acto mas ele com uma pequena bofetada que me pregou retorquiu-me que se o fizesse ele diria que me apanhara com as calcinhas para baixo tentando seduzi-lo, como minha tia muitas vezes me acusou de fazer. E como eu muito bem sabia, quando isso acontecia ela far-lhe-ia dar-me uma senhora tareia de cinto, algo que eu queria evitar a todo custo.
-Com a saínha curta, e a calcinha de pouco pano deixando-te com o rabo quase todo à mostra minha putazinha, não será para mim difícil convencer tua tia que te querias pôr debaixo de mim – lembrou-me ele, e como eu também por experiência própria há muito sabia. – Por isso é melhor fazeres o que te estou mandando.
Era um bom argumento que eu não podia contestar. Assim meu tio, depois de ter esfregado o caralho no meu cuzinho empinado mas sem meter, pois que nunca quis meter nele, fodeu-me por trás, o meu peito apoiado nas costas de uma das cadeiras da mesa de cozinha onde comíamos todos os dias, com uma das suas mãos apalpando-me as mamas e apertando-me contra si, e com a outra oferecendo-me na boca o indicador que ele já tinha metido na minha coninha, e que impregnado dos meus sucos eu comecei a lamber como se fosse o caralho dele. Quando meu tio me meteu por trás, suas coxas empurrando as minhas, seu pau grandalhão entrando e saindo da minha racha juvenil que ele daquele jeito reclamava como exclusivamente sua, fazendo-me apreciar-lhe cada uma das suas enérgicas estocadas de homem muito habituado a foder, eu intimamente senti-me frustrada por lhe estar mamando no dedo em vez de o estar fazendo naquela seu caralho soberbo dando em mim, aquele caralho que minha tia não apreciava mas que me fez a mim apreciar as primeiras sensações de ser mulher, mesmo estando ele a cheirar a mijo e a esporra. Muitos domingos como aquele tivesse eu na vida e convencer-me-ia de facto que tal dia é sagrado.
- Calma, Sandra, minha vaquinha gostosa, não me queiras arrancar o dedo fora – susteve-me ele vendo o empenho com que o mamava e fodendo-me ainda com mais força – Nunca me chupaste assim na piça. Se começares a ser assim a fazer broches vou ter de ter mais cuidado na próxima vez que te mandar fazeres-me um, ou ainda me arrancas a piça de tanto a chupares com força.
A pulsação da cabeça do seu caralho ameaçava uma iminente erupção de esperma. Nem sempre fui tão previdente e por isso poucas semanas depois fiquei grávida dele. Mas naquela manhã de domingo lembrei-me das consequências que uma esporradela naquele dia me poderia trazer e lembrei-lho:
- Por favor, tio, não despeje aí dentro – pedi-lhe – julgo que hoje não é bom dia para o padrinho se desaleitar dentro de mim.
- Ah, puta, ainda bem que mo dizes! Vou tirar força e fazer marcha atrás. Mas vou regar-te na mesma o teu cu e a tua cona de vaca, com o leitinho que me fizeste verter.
Meu tio tirou o cajado fora e segurando-lhe a cabeçorra inchada e vermelha com a mão pousou-o mesmo por cima do meu rego do cu. Depois libertando-a, esporrou-se copiosamente como sempre.
- Toma do meu leite, cona de vaca! Toma do meu leite mesmo em cima do teu cu, sobrinha assanhada, que é o único buraco que ainda tens virgem, e isso é apenas por não apreciar meter em cus.
A esporra de meu tio escorrendo do meu rego, deslizava-me para as coxas, a cona e os pentelhos, e ele com as mãos ia direccionando os jactos que pareciam nunca mais ter fim. Vim-me sentindo aquela chuva de esporra cuspindo nas minhas duas entradas.
- Preciso de me lavar, tio – disse-lhe no fim, quando o vi puxar as calças para cima e guardar o caralho – Não posso levar a canja à tia neste estado.
- E porque não? – retorquiu-me ele – Não estavas com pressa de lha levares? Então para quê perderes tempo a lavares-te? E como a tua tia, contrariamente a ti e à tua mãe, não aprecia o sabor do leite de macho, vamos colocar um temperozinho especial na canja da nossa doentinha para ver se a curamos mais depressa.
Meu tio foi à panela onde eu cozinhara a canja, encheu a malga de sopa da minha tia, colocando-ma por baixo das minhas pernas abertas.
- Uma boa vaca como a minha sobrinha preferida, tem sempre leite para ser mungido – comentou – Como acabaste de receber uma boa aleitadela, minha bezerrinha, vais reparti-la com a dona da casa.
Daquela maneira uns quantos fios espessos de esporra, depositados nas minhas coxas e no meu entre-pernas escorreram para a malga da canja e depois de bem mexidos por mim com uma colher foram-se misturar com a massa e os miúdos desfeitos de frango. Com a bata da cozinha novamente vestida fui então ao quarto levar-lhe a canja que ela apesar das dores de cabeça que sentia, e de a achar com um estranho gosto a salgado, comeu toda.
- Ainda bem! – comentou o meu tio, quando regressei à cozinha para almoçar com ele – a puta da tua tia nunca me quis mamar na piça, com nojo que me esporrasse na sua língua. Assim ao menos posso dizer que sem o saber já me provou a esporra, mesmo sabendo a canja de galinha salgada.
Ri-me. Para mim leite de macho cobridor para me saber bem não precisa de saber a mais nada, senão a isso mesmo: leite de macho. Huuummm! Acho mesmo que é das poucas compensações que Deus ou a Natureza deixou às mulheres, pelo que a nós só nos compete aproveitar tal dádiva gostosa.
Um bom ano de 2011 para todos, apesar das perspectivas, em especial para os leitores e seguidores deste blog. Muito tesão para todos e que o gozem da forma com que mais o apreciam.
Postado por
SANDRA SAFADA
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09:35
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AS VIOLAÇÕES DE MEU PADRINHO
domingo, 19 de dezembro de 2010
CALCANDO AS BOLINHAS DO MARIDO PUNHETEIRO
Sei que muitos dos relatos que faço escandalizam certas pessoas, particularmente as que possuem do sexo uma visão mais convencional. Não será por isso que as não contarei porque a mim o que especialmente sempre me atraiu no sexo foi o seu lado imoral, pecaminoso e transgressor, a capacidade que ele encerra em subverter valores, e o episódio que me disponho a narrar é mais um deles.
Eu já me casara com meu actual marido Rui e andava grávida do sexto mês de nosso primeiro filho que tem o mesmo nome do pai. Trazia uma barriga gigantesca e a gravidez não me estava correndo bem, pois que devido aos dois abortos que fizera na adolescência e juventude a placenta descera-me causando-me grandes incómodos. Naquele estado ficava difícil foder o que me causava um desprazer ainda maior pois que habituada a fazê-lo regularmente desde os 14 anos, viver em castidade era algo a que eu não estava habituada. Para piorar as coisas parecia-me que as hormonas da gravidez ainda me faziam andar permanente com mais tesão que eu não tinha como satisfazer. Embora ser mãe sempre tivesse sido um sonho meu, muitas vezes recriminei o meu marido por me ter enchido a barriga.
- Nunca imaginei que uma pilinha pequenina como a tua me pudesse deixar tão mal disposta durante tanto tempo. Se soubesse que a minha gravidez ia ser sempre assim, Ruizinho – dizia-lhe eu muitas vezes – teria preferido dar um nó na tripa da tua pilinha, antes de ter deixado a tua esporra encher-me os ovários.
Rui como todos os homens, achava muito excitante ver-me nua de barriga empinada, com as mamas de grávida descaídas de inchadas, passando a vida a entrar na casa de banho quando me sabia no duche, só para consolar a vista. Andava contudo muito desconsolado por eu não o deixar aliviar-se comigo, pedindo-me constantemente que lhe fizesse uma mamada, ou o deixasse desaleitar-se nas minhas mamas, como quando éramos solteiros.
- Não querias mais nada, meu meia pila – negava-me eu aproveitando para o humilhar por causa do pequeníssimo tamanho do seu pendente de macho – Primeiro a tua pila põe-me neste estado, que só uma mulher sabe quanto sofre, e depois como não te custa nada ainda me pedes para te desaleitar os tomatinhos. Sinto tanta raiva da tua pila Rui que só me apetece cortar-ta, para te fazer sofrer tanto como tenho sofrido. Enquanto me lembrar do que tenho passado nunca mais vou querer vendo-te esporrando comigo, ou sentir o contacto da tua esporra no meu corpo.
Com os tomates cheios e sem mulher com quem os despejar, pois que contrariamente a mim meu marido sempre me foi fiel, Rui desenrascava-se fazendo o que todos os homens como ele costumam fazer. Uma noite em que o senti levantar-se da cama segui-o discretamente e apanhei-o na casa de banho tocando ao bicho com uma foto minha toda nua e grávida em cima do autoclismo para melhor se inspirar. Fiquei furiosa como uma esposa apanhando o marido com uma amante. Por causa daquela pila que ele punheteava com prazer eu estava impedida de gozar os prazeres de sexo, e ele em vez de ser solidário comigo como todo o bom marido deve ser com a sua esposa que se prepara para lhe dar um filho, em vez de conter o orgasmo esperava que eu adormecesse para vir fazer gaiolas á mão. Insultei-o, chamei-lhe punheteiro barato, sem qualquer consideração por mim, que mesmo depois de casado não renunciava à prática dos seus prazeres solitários só porque a esposa com o útero gerando um novo ser não estava em condições de o receber dentro dela.
- Perdão, Sandrinha, mas não aguento mais ficar de pau feito toda a noite, depois de ver a tua barriguinha redonda – desculpava-se ele – Já há semanas que não consigo pregar olho por trazer os tomates tão cheios. Se não toco uma punheta ainda sujo a cama toda ou o que é pior, um destes ainda me esporro no trabalho.
Eu renitente a aceitar-lhe as desculpas lembrei-lhe que ele queria o filho mais do que eu, e por isso já devia saber com que contar, não era deixar para mim todos os incómodos da gravidez, e passar as noites consolando-se batendo punhetas, enquanto eu, nem um dedinho me atrevia a enfiar na pássara. De facto já o tentara fazer mas as dores tinham sido tantas, que o tirei logo fora.
- Também não precisas de me deixar meter para te dar um orgasmo, minha querida – lembrou-me ele – Já que não podes meter nada nela, e não me queres dar o cu para eu meter, basta deixares que te faço um gostoso minete, como tanto gostas. E no final podias-me tocar tu a punheta, que sempre me saberia muito melhor do que fazê-lo na sanita. Até iria gostar muito de te lamber a rata com o nosso filho lá dentro.
Já há uns dias que a indisposição provocada pela minha gravidez, e o saber que teria ainda de passar pelas dores do parto, me vinha despertando a vontade de aplicar um castigo a meu marido como lenitivo por tudo isso. E o castigo só poderia ser nos órgãos responsáveis pelo crescimento da minha barriga de pré - mamã. Sei que os homens não têm culpa pelo facto de a Natureza no capítulo da reprodução ter deixado a parte dolorosa para nós mulheres e ter deixado o unicamente bem-bom para os homens, mas andava sentindo uma vontade enorme de o fazer sofrer por tal facto, como sempre desejei fazer sofrer todos os homens que me tinham engravidado anteriormente. Resolvi então aproveitar aquela oportunidade para exercer a minha vingança.
- Tens razão, Ruizinho – concordei – um homem como tu não satisfaz apenas uma mulher metendo-lhe o caralho entre as pernas dela. Como sempre tiveste jeito para lambedor de bocetas, e trago a minha tão inchada de tesão como trazes a tua grila, vais-me fazer então um bom minete. Vamos, para o quarto, meu punhetazinhas.
Meu marido dorme sempre de slips. Puxou-os para cima e voltou para o quarto enquanto eu me lavava por baixo. Quando regressei ao quarto tirei a camisa de noite e o sutiã, enverguei uma calcinha vermelha fio dental lavadinha e uns sapatos vermelhos de tiras e salto alto com uns tacões muito fininhos, que grávida como estava já não utilizava, mas que nessa noite calcei propositadamente. Meu marido admirou-se de me ver calçando-os.
- De sapatos de salto alto, aqui no quarto?
- Sim – respondi-lhe – Vão-me ajudar a mugir-te o leitinho das bolinhas. Vamos tira as cuecas.
Rui baixou as cuecas, o palito espetado para a frente como uma vara de espetar bois já bem lustroso de esperma com o exercício que eu interrompera.
- Vais deixar-me tocar uma punheta depois de te ter lambido, Sandrinha, não vais? – quis saber, algo desconfiado ainda por me ver calçada e não ver de que modo os meus sapatos ir-me-iam ajudar a despejar-lhe o sémen.
- Isso já não sei, amorzinho – respondi-lhe – mas prometo-te que se me fizeres um bom minete que me faça ter um orgasmo como já não tenho desde que me encheste os ovários, te ajudarei a despejar os tomates como também já não te deves lembrar de eu alguma vez to ter feito.
O meia pila deve ter pensado que com um pouco de sorte teria direito a mais do que uma punheta, pelo sorriso que se lhe desenhou no rosto. Tentou puxar-me para si e esfregar-me a piroca no meu corpo mas eu mandei-o segurar nela e encostá-la à barriga, a cabeça melada a tocar-lhe no umbigo. Grávida ou não uma piça melada de esperma representa sempre uma tentação para mim que nunca deixo fugir, pois como costumo dizer, o único leite que sempre apreciei é o que sai dos tomates dos homens.
- Tens a pilinha grossa, Rui – observei-lhe – E está maior uns bons centímetros. Pelos vistos fizeram-te muito bem estes meses sem foderes, para teres ficado assim com ela tão tesa, meu amor. Ou então foi a punheta que interrompi que te estava a saber muito bem. Grossinha como está é mesmo um irrecusável convite para a minha boca. Antes de me lamberes a rata vou-ta eu chupar um pouco, queres querido? Mas como não me apetece chupar-ta com ela querendo furar-me a boca toda, vou dar um jeito de ficares com ela sempre para cima enquanto mamo nela.
Com o cinto do meu robe atei-lhe a pilinha ao redor da barriga, amarrando-o bem juntinho às bolinhas. Meu marido, tal como todos os homens, adora ser chupado por mim, e por isso quando acabei de a amarrar apenas me puxou pela cabeça, fazendo-ma descer até lhe chegar ao baixo-ventre.
- Chupa-me então, grávida gorda – mandou-me.
Prendendo-lhe a piroca com os dentes, trinquei-a suavemente, antes de lhe começar a fazer um bochecho, demoradamente. Com a pressão dos meus dentes Rui esguichou um pouco de esporra para dentro da minha boca. Há quanto tempo eu não sentia o sabor salgado da esporra de um homem na minha boca, e como gosto de sentir tal sabor. Há mulheres que apreciam estar grávidas mas eu que levei três gravidezes até ao fim e desmanchei duas, nunca achei graça a nenhuma. Por isso de vez em quando, a meio do bochecho, trincava-lhe a pila com mais força, deixando-lhe meus dentes marcados nela como se a quisesse castigar por me ter deixado grávida.
- Queres comer-me o caralho cru, putazinha grávida? – perguntava-me Rui nesses momentos. Com a minha boca cheia não lhe podia responder mas a minha vontade seria dizer-lhe que sim, que naquele momento além de desejar muito um orgasmo para mim, só pensava em vingar-me daquele caralho miudinho que me causara os seis meses mais amargos da minha vida, comendo-o e arrancando-o com os dentes.
- Deixa-me lamber-te a cona prenha, meu amor – pediu ele depois de uma boa mamada minha que o deixou pingando todo. Eu também queria sentir a sua língua húmida massajando-me a greta, por isso acedi prontamente.
- Vou ficar de pé enquanto ma lambes, focinheiro – disse-lhe eu. Rui ajoelhou-se em, cima do tapete, e eu afastando a tira de pano da calcinha que me cobria o rego do cu, virei-me de costas para ele.
- Tira a calcinha, Sandrinha – pediu-me. - Quero ver o cu e a cona inchada da minha vaquinha.
- Não! Por enquanto não! Por enquanto lambe-me só o olho do cu, maridinho – ordenei-lhe com voz de comando que sempre adorei usar com ele, nos nossos momentos mais íntimos. – Bem lambidinho como se me estivesses a limpar o cu com a língua, meia piça.
Com uma das mãos meu marido ia afagando sua amostra reduzida de caralho enquanto me lambia cuidadosamente o olho do cu. Há que tempos não me fazia ele aquilo! Huuum! Que bom! Tão bom que eu queria mais. Virei-me de frente para ele, e repeti o mesmo procedimento com a tira de pano que me tapava a racha da pássara.
- Lambe-ma! – voltei a ordenar – Lambe-me a cona grávida que tanto querias ver. E vê se páras de mexer na piça com a mão, meu taradinho. Usa-as antes para me apalpares as mamas, que me dás mais proveito.
Rui assim fez e agora além de me estar a fazer um minete na coninha começou igualmente a apalpar-me os seios, com grande gosto não apenas meu mas do nosso primogénito ainda não nascido que se ia movimentando no meu útero á medida que eu me deixava rebolar na língua do pai. A cabeça da piroca de Rui transpirava esporra.
- Sandrinha, por favor – suplicou-me ele então – consente que eu me alivie pois não vou aguentar a esporra muito mais tempo dentro das minhas bolinhas.
- Com certeza, queridinho – concordei – depois de tudo que estás me fazendo seria muito mazinha se não te deixasse desaguar os tomatinhos. Aguenta apenas um instantinho, vou tirar a minha calcinha para que me lambas toda nua. Mas vou pôr-me em cima da cama e tu vais lamber-me ajoelhadinho, com os tomatinhos pousados em cima dos lençóis.
Sem descalçar os sapatos subi para cima da cama e Rui com os joelhos pousados no tapete pousou os colhões em cima do lençol da cama. Mas nem assim percebeu o que lhe ia acontecer. Eu com as pernas totalmente abertas esfreguei-lhe a rata e a pentelheira na cara para que ele a visse e cheirasse bem antes de o mandar estender a língua.
- Continua a lamber-me, amorzinho. Toca uma punheta mas lambe a ratinha da tua vaquinha gorda – exortei-o. - E engole tudo o que sair dela.
Rui com o rosto enfiado entre minhas pernas começou a lamber-me a rata quente de tesão, recomeçando a tocar ao bicho com a pila encostada à barriga. Agarrei-o pelos cabelos de maneira a melhor o dominar e também para me segurar pois o meu pé esquerdo estava levantado.
- Isso, meu lambedor de conas! Isso! Lambe-ma! Sempre! Não quero que pares antes de me fazeres gozar. Huum, tens a língua a saber ao meu cu, marido punheteiro e lambedor! Vais-me deixar a rata grávida a cheirar a cu. Huum, que bom!
Foi então que sem o avisar o salto afiado do meu tacão esquerdo se assentou mesmo na costura do saco dele. Rui soltou um grito, tentou parar com o minete e puxar o corpo para trás libertando os tomates, mas eu calquei-os com mais força para não os deixar fugir de debaixo de mim e puxando-lhe os cabelos obriguei-o a continuar:
- Não te disse que não queria que parasses de me consolar com a língua, meu meia pila? Não querias que te ajudasse a despejar os colhõezinhos, meu punheteiro, que nem o facto de teres a mulher grávida te faz perder a vontade de tocar punhetas? Então continua a dar que fazer à língua, que graças ao que a tua pixota me fez só com ela posso gozar agora.
Sempre gemendo Rui retomou o minete. Eu entretanto já levantara o tacão mas voltara-o logo a pousar de novo. Desta feita já não na costura das nozes, mas em cheio em cima do colhão direito, o mais gordinho dos dois. Aiii, gritou ele. Além de mais um puxão de cabelos desferi-lhe ainda uma bofetada extra na cara.
- Caladinho, Ruizinho! Quero que me lambas a rata por onde me engravidaste, não que grites. Vou-te calcar as bolinhas até me passar o tesão e teres despejado todo o líquido que tens dentro delas cá para fora, meu esporrador de cobrição. Ou pensavas que ia deixar sem castigo o facto de te andares a divertir tocando punhetas, enquanto eu carrego nosso filho dentro de mim? Ahh, siiim, lambe-me a rata, punheteiro lambedor, que hoje vou-me vir toda na tua boca como tu te contavas vir no vaso da sanita. Ahh, que delícia a tua língua lambendo-me a coninha! Ahhhh! Não pares de dar à manivela com o braço, meu cãozinho com cio, lambe-me a rata já que nem a tua pilinha sou capaz de experimentar.
Mas agora o meu tacão não permanecia muito tempo em cima do mesmo testículo. Levantando ora uma perna, ora outra, ia-o assentando-o umas vezes no colhão direito, outras no esquerdo, outras de novo na costura do saco, e até nos dois colhões ao mesmo tempo, de maneira a que todo o peso do meu corpo se abatesse sobre eles, triturando-lhe os guizos como se estivesse pensando fazer farinha com eles. Mas não era apenas os tacões que eu pousava com cada vez mais força nos tomatinhos esponjosos de Rui deixando-os bem marcados neles. Por vezes também lhes pousava a biqueira pontiaguda do sapato, rodando meus pés para um lado e para o outro, calcando-os vigorosamente como se estivesse a esmagar uma cobra peçonhenta ou a apagar um cigarro aceso.
- Colhõezinhos de merda que me fazeis passar tão mal! – gritava-lhes eu, sentindo as bolinhas por baixo da pele do saco espalmando-se debaixo de mim - Vou-vos fazer cuspir toda a esporra que não chegastes a cuspir na sanita, ou então faço picado convosco.
Com a piroca encostada na barriga, seus ovitos estavam completamente indefesos e eu sempre que o pisava procurava ter a certeza que os estava pisando e não apenas a pele do saco, de maneira a que a sua dor fosse maior e a vontade de tocar punhetas lhe passasse por um bom tempo. De vez em quando do caralho de Rui saltava um pingo de esperma mas ele ainda não se tinha vindo pois no meu íntimo eu sabia que um masoquista como ele estava-se divertindo tanto com aquelas dolorosas calcadelas como eu. Talvez por isso o seu minete ia ganhando mais intensidade e ritmo, sua língua por vezes percorria-me toda a parte interna das coxas penetrando-me outra vez no cu brindando-mo com umas saborosas lambidelas que me faziam delirar de prazer.
- Ah, miseráveis colhões de rato – continuava eu passando a aplicar toda a força das palmas dos meus dois pés juntos em cima deles – por causa destas duas bolinhas raquíticas é que já não posso apreciar um bom caralho a enterrar-se nas minhas funduras de fêmea, como tanto gosto. Ainda se tivesse sido engravidada por um valente par de colhões abonados de um macho a sério talvez não me custasse tanto aguentar a minha gravidez, mas saber que por causa de umas coisinhas destas estou impedida de levar umas boas fodas dá-me cá uma raiva… Ahh, malandro, só me apetece esmagar-te os colhõezinhos para que nunca mais me voltes a fazer o mesmo, nem a mulher nenhuma.
Rui sempre teve a fantasia de ser castrado por mim e eu sempre gostei de a alimentar. Seu caralho ouvindo-me naquela disposição voltou a pular espirrando mais um pouco de esperma.
- Ahh, meu grande porco – gritei, espremendo-lhe bem o saco com as solas dos sapatos – se não queres ficar com os colhões esborrachados pelos meus pés é bom que não demores a fazer-me gozar e a esporrares-te também.
De facto estou convencida que se a sessão tivesse continuado os tomatinhos do meu marido não iriam resistir incólumes a tal tratamento por muito mais tempo. Felizmente para ele, e para os meus dois filhos que tive depois da primeira gravidez e que se tivesse esmagado os ovos do pai não teriam chegado a nascer, não tardei muito a vir-me.
- Continua a calcar-me os colhões, querida – pediu Rui, tocando punheta como um doido – Quero esporrar-me sentindo o teu peso em cima dos meus colhões, querida Sandrinha.
Eu também não pensava parar de lhos calcar enquanto não o visse vindo-se. Continuei pois no meu pisa-tomates até ele se desaleitar.
- Esporra-te cão punheteiro, esporra-te como tanto querias – gritei-lhe – esporra-te todo, que esmagados como te deixei os tomates tão cedo eles não vão produzir leite para as tuas punhetas, nem para pensares em me foder.
Quando Rui depois de muito ter sacudido o pauzinho com as mãos se veio, eu ainda não parara de lhe calcar as bolas. Com a pila amarrada de cabeça para cima, seu esperma saiu disparado para todos os lados, alguma da ejaculação atingiu mesmo o candeeiro do tecto, mas tanto eu como ele estávamos aliviados. Eu por ter tido um orgasmo depois de tanto tempo a seco e ele por me ter feito um minete quando inicialmente só contava bater uma à mão na sanita. Desci de cima da cama e sem lhe desamarrar o cinto observei-lhe as bolinhas. A sua forma voltara ao normal mas eu tive de as puxar para baixo para que os colhões se lhe descessem, pois que prensados como os tinha deixado eles quase se lhe tinham subido pelos canais inguinais. As marcas esbranquiçadas das solas, das biqueiras e dos tacões dos meus sapatos eram perfeitamente visíveis na pele do saco. No outro dia iam estar todos roxos das pisadelas que levaram mas naquele momento apresentavam um tom vermelho esbranquiçado. Toquei-lhes, apertando-os. Pareciam ainda mais moles do que habitualmente.
- É melhor pores Hirudoid nas bolas, meia pila – aconselhei-o – Seria engraçado se elas te gangrenassem e tivesses de as cortar fora como as de um turco que conheci numa casa de putas onde trabalhei em Amesterdão. Nunca mais voltarias a tocar punhetas, nem nas minhas costas nem na minha frente. Mas como isso não deve chegar a acontecer, para evitar que voltes a cair em tentação de te tocares enquanto pensas que estou a dormir, vou arranjar uma maneira de impedir que te masturbes sem minha autorização.
Arranjei a maneira, claro. Nessa mesma semana Rui recebeu uma prenda minha. O primeiro cinto de castidade que lhe comprei. Não foi mais cedo porque o sex shop onde o adquiri não tinha em armazém um cinto de castidade tão pequeno como a pila do meu marido e onde ela pudesse ficar bem confinadinha sem se poder mexer como eu queria, dispondo apenas de uma pequena abertura para o deixar fazer xixi. Até ao fim da minha gravidez o cinto teve muito uso. Rui passou a andar e a dormir com ele e muitos minetes me voltou a fazer com ele colocado. E embora eu lhe tivesse em algumas dessas vezes voltado a pisar as bolinhas, ele garantidamente punhetas não voltou a tocar mais nenhuma até o nosso filho ter nascido e completado o primeiro mês de vida. Já que como mulher os incómodos da gravidez e as dores de parto tinham ficado guardados para mim, nada me parecia mais justo que durante esses longos nove meses a contenção do orgasmo ficasse apenas para ele.
Nessa noite limpei eu a esporra que ele espichara por todo o lado quando se veio. Com a língua, engolindo-a toda, tamanha era a sede de esporra que aqueles primeiros seis meses de gravidez me tinham deixado.
Eu já me casara com meu actual marido Rui e andava grávida do sexto mês de nosso primeiro filho que tem o mesmo nome do pai. Trazia uma barriga gigantesca e a gravidez não me estava correndo bem, pois que devido aos dois abortos que fizera na adolescência e juventude a placenta descera-me causando-me grandes incómodos. Naquele estado ficava difícil foder o que me causava um desprazer ainda maior pois que habituada a fazê-lo regularmente desde os 14 anos, viver em castidade era algo a que eu não estava habituada. Para piorar as coisas parecia-me que as hormonas da gravidez ainda me faziam andar permanente com mais tesão que eu não tinha como satisfazer. Embora ser mãe sempre tivesse sido um sonho meu, muitas vezes recriminei o meu marido por me ter enchido a barriga.
- Nunca imaginei que uma pilinha pequenina como a tua me pudesse deixar tão mal disposta durante tanto tempo. Se soubesse que a minha gravidez ia ser sempre assim, Ruizinho – dizia-lhe eu muitas vezes – teria preferido dar um nó na tripa da tua pilinha, antes de ter deixado a tua esporra encher-me os ovários.
Rui como todos os homens, achava muito excitante ver-me nua de barriga empinada, com as mamas de grávida descaídas de inchadas, passando a vida a entrar na casa de banho quando me sabia no duche, só para consolar a vista. Andava contudo muito desconsolado por eu não o deixar aliviar-se comigo, pedindo-me constantemente que lhe fizesse uma mamada, ou o deixasse desaleitar-se nas minhas mamas, como quando éramos solteiros.
- Não querias mais nada, meu meia pila – negava-me eu aproveitando para o humilhar por causa do pequeníssimo tamanho do seu pendente de macho – Primeiro a tua pila põe-me neste estado, que só uma mulher sabe quanto sofre, e depois como não te custa nada ainda me pedes para te desaleitar os tomatinhos. Sinto tanta raiva da tua pila Rui que só me apetece cortar-ta, para te fazer sofrer tanto como tenho sofrido. Enquanto me lembrar do que tenho passado nunca mais vou querer vendo-te esporrando comigo, ou sentir o contacto da tua esporra no meu corpo.
Com os tomates cheios e sem mulher com quem os despejar, pois que contrariamente a mim meu marido sempre me foi fiel, Rui desenrascava-se fazendo o que todos os homens como ele costumam fazer. Uma noite em que o senti levantar-se da cama segui-o discretamente e apanhei-o na casa de banho tocando ao bicho com uma foto minha toda nua e grávida em cima do autoclismo para melhor se inspirar. Fiquei furiosa como uma esposa apanhando o marido com uma amante. Por causa daquela pila que ele punheteava com prazer eu estava impedida de gozar os prazeres de sexo, e ele em vez de ser solidário comigo como todo o bom marido deve ser com a sua esposa que se prepara para lhe dar um filho, em vez de conter o orgasmo esperava que eu adormecesse para vir fazer gaiolas á mão. Insultei-o, chamei-lhe punheteiro barato, sem qualquer consideração por mim, que mesmo depois de casado não renunciava à prática dos seus prazeres solitários só porque a esposa com o útero gerando um novo ser não estava em condições de o receber dentro dela.
- Perdão, Sandrinha, mas não aguento mais ficar de pau feito toda a noite, depois de ver a tua barriguinha redonda – desculpava-se ele – Já há semanas que não consigo pregar olho por trazer os tomates tão cheios. Se não toco uma punheta ainda sujo a cama toda ou o que é pior, um destes ainda me esporro no trabalho.
Eu renitente a aceitar-lhe as desculpas lembrei-lhe que ele queria o filho mais do que eu, e por isso já devia saber com que contar, não era deixar para mim todos os incómodos da gravidez, e passar as noites consolando-se batendo punhetas, enquanto eu, nem um dedinho me atrevia a enfiar na pássara. De facto já o tentara fazer mas as dores tinham sido tantas, que o tirei logo fora.
- Também não precisas de me deixar meter para te dar um orgasmo, minha querida – lembrou-me ele – Já que não podes meter nada nela, e não me queres dar o cu para eu meter, basta deixares que te faço um gostoso minete, como tanto gostas. E no final podias-me tocar tu a punheta, que sempre me saberia muito melhor do que fazê-lo na sanita. Até iria gostar muito de te lamber a rata com o nosso filho lá dentro.
Já há uns dias que a indisposição provocada pela minha gravidez, e o saber que teria ainda de passar pelas dores do parto, me vinha despertando a vontade de aplicar um castigo a meu marido como lenitivo por tudo isso. E o castigo só poderia ser nos órgãos responsáveis pelo crescimento da minha barriga de pré - mamã. Sei que os homens não têm culpa pelo facto de a Natureza no capítulo da reprodução ter deixado a parte dolorosa para nós mulheres e ter deixado o unicamente bem-bom para os homens, mas andava sentindo uma vontade enorme de o fazer sofrer por tal facto, como sempre desejei fazer sofrer todos os homens que me tinham engravidado anteriormente. Resolvi então aproveitar aquela oportunidade para exercer a minha vingança.
- Tens razão, Ruizinho – concordei – um homem como tu não satisfaz apenas uma mulher metendo-lhe o caralho entre as pernas dela. Como sempre tiveste jeito para lambedor de bocetas, e trago a minha tão inchada de tesão como trazes a tua grila, vais-me fazer então um bom minete. Vamos, para o quarto, meu punhetazinhas.
Meu marido dorme sempre de slips. Puxou-os para cima e voltou para o quarto enquanto eu me lavava por baixo. Quando regressei ao quarto tirei a camisa de noite e o sutiã, enverguei uma calcinha vermelha fio dental lavadinha e uns sapatos vermelhos de tiras e salto alto com uns tacões muito fininhos, que grávida como estava já não utilizava, mas que nessa noite calcei propositadamente. Meu marido admirou-se de me ver calçando-os.
- De sapatos de salto alto, aqui no quarto?
- Sim – respondi-lhe – Vão-me ajudar a mugir-te o leitinho das bolinhas. Vamos tira as cuecas.
Rui baixou as cuecas, o palito espetado para a frente como uma vara de espetar bois já bem lustroso de esperma com o exercício que eu interrompera.
- Vais deixar-me tocar uma punheta depois de te ter lambido, Sandrinha, não vais? – quis saber, algo desconfiado ainda por me ver calçada e não ver de que modo os meus sapatos ir-me-iam ajudar a despejar-lhe o sémen.
- Isso já não sei, amorzinho – respondi-lhe – mas prometo-te que se me fizeres um bom minete que me faça ter um orgasmo como já não tenho desde que me encheste os ovários, te ajudarei a despejar os tomates como também já não te deves lembrar de eu alguma vez to ter feito.
O meia pila deve ter pensado que com um pouco de sorte teria direito a mais do que uma punheta, pelo sorriso que se lhe desenhou no rosto. Tentou puxar-me para si e esfregar-me a piroca no meu corpo mas eu mandei-o segurar nela e encostá-la à barriga, a cabeça melada a tocar-lhe no umbigo. Grávida ou não uma piça melada de esperma representa sempre uma tentação para mim que nunca deixo fugir, pois como costumo dizer, o único leite que sempre apreciei é o que sai dos tomates dos homens.
- Tens a pilinha grossa, Rui – observei-lhe – E está maior uns bons centímetros. Pelos vistos fizeram-te muito bem estes meses sem foderes, para teres ficado assim com ela tão tesa, meu amor. Ou então foi a punheta que interrompi que te estava a saber muito bem. Grossinha como está é mesmo um irrecusável convite para a minha boca. Antes de me lamberes a rata vou-ta eu chupar um pouco, queres querido? Mas como não me apetece chupar-ta com ela querendo furar-me a boca toda, vou dar um jeito de ficares com ela sempre para cima enquanto mamo nela.
Com o cinto do meu robe atei-lhe a pilinha ao redor da barriga, amarrando-o bem juntinho às bolinhas. Meu marido, tal como todos os homens, adora ser chupado por mim, e por isso quando acabei de a amarrar apenas me puxou pela cabeça, fazendo-ma descer até lhe chegar ao baixo-ventre.
- Chupa-me então, grávida gorda – mandou-me.
Prendendo-lhe a piroca com os dentes, trinquei-a suavemente, antes de lhe começar a fazer um bochecho, demoradamente. Com a pressão dos meus dentes Rui esguichou um pouco de esporra para dentro da minha boca. Há quanto tempo eu não sentia o sabor salgado da esporra de um homem na minha boca, e como gosto de sentir tal sabor. Há mulheres que apreciam estar grávidas mas eu que levei três gravidezes até ao fim e desmanchei duas, nunca achei graça a nenhuma. Por isso de vez em quando, a meio do bochecho, trincava-lhe a pila com mais força, deixando-lhe meus dentes marcados nela como se a quisesse castigar por me ter deixado grávida.
- Queres comer-me o caralho cru, putazinha grávida? – perguntava-me Rui nesses momentos. Com a minha boca cheia não lhe podia responder mas a minha vontade seria dizer-lhe que sim, que naquele momento além de desejar muito um orgasmo para mim, só pensava em vingar-me daquele caralho miudinho que me causara os seis meses mais amargos da minha vida, comendo-o e arrancando-o com os dentes.
- Deixa-me lamber-te a cona prenha, meu amor – pediu ele depois de uma boa mamada minha que o deixou pingando todo. Eu também queria sentir a sua língua húmida massajando-me a greta, por isso acedi prontamente.
- Vou ficar de pé enquanto ma lambes, focinheiro – disse-lhe eu. Rui ajoelhou-se em, cima do tapete, e eu afastando a tira de pano da calcinha que me cobria o rego do cu, virei-me de costas para ele.
- Tira a calcinha, Sandrinha – pediu-me. - Quero ver o cu e a cona inchada da minha vaquinha.
- Não! Por enquanto não! Por enquanto lambe-me só o olho do cu, maridinho – ordenei-lhe com voz de comando que sempre adorei usar com ele, nos nossos momentos mais íntimos. – Bem lambidinho como se me estivesses a limpar o cu com a língua, meia piça.
Com uma das mãos meu marido ia afagando sua amostra reduzida de caralho enquanto me lambia cuidadosamente o olho do cu. Há que tempos não me fazia ele aquilo! Huuum! Que bom! Tão bom que eu queria mais. Virei-me de frente para ele, e repeti o mesmo procedimento com a tira de pano que me tapava a racha da pássara.
- Lambe-ma! – voltei a ordenar – Lambe-me a cona grávida que tanto querias ver. E vê se páras de mexer na piça com a mão, meu taradinho. Usa-as antes para me apalpares as mamas, que me dás mais proveito.
Rui assim fez e agora além de me estar a fazer um minete na coninha começou igualmente a apalpar-me os seios, com grande gosto não apenas meu mas do nosso primogénito ainda não nascido que se ia movimentando no meu útero á medida que eu me deixava rebolar na língua do pai. A cabeça da piroca de Rui transpirava esporra.
- Sandrinha, por favor – suplicou-me ele então – consente que eu me alivie pois não vou aguentar a esporra muito mais tempo dentro das minhas bolinhas.
- Com certeza, queridinho – concordei – depois de tudo que estás me fazendo seria muito mazinha se não te deixasse desaguar os tomatinhos. Aguenta apenas um instantinho, vou tirar a minha calcinha para que me lambas toda nua. Mas vou pôr-me em cima da cama e tu vais lamber-me ajoelhadinho, com os tomatinhos pousados em cima dos lençóis.
Sem descalçar os sapatos subi para cima da cama e Rui com os joelhos pousados no tapete pousou os colhões em cima do lençol da cama. Mas nem assim percebeu o que lhe ia acontecer. Eu com as pernas totalmente abertas esfreguei-lhe a rata e a pentelheira na cara para que ele a visse e cheirasse bem antes de o mandar estender a língua.
- Continua a lamber-me, amorzinho. Toca uma punheta mas lambe a ratinha da tua vaquinha gorda – exortei-o. - E engole tudo o que sair dela.
Rui com o rosto enfiado entre minhas pernas começou a lamber-me a rata quente de tesão, recomeçando a tocar ao bicho com a pila encostada à barriga. Agarrei-o pelos cabelos de maneira a melhor o dominar e também para me segurar pois o meu pé esquerdo estava levantado.
- Isso, meu lambedor de conas! Isso! Lambe-ma! Sempre! Não quero que pares antes de me fazeres gozar. Huum, tens a língua a saber ao meu cu, marido punheteiro e lambedor! Vais-me deixar a rata grávida a cheirar a cu. Huum, que bom!
Foi então que sem o avisar o salto afiado do meu tacão esquerdo se assentou mesmo na costura do saco dele. Rui soltou um grito, tentou parar com o minete e puxar o corpo para trás libertando os tomates, mas eu calquei-os com mais força para não os deixar fugir de debaixo de mim e puxando-lhe os cabelos obriguei-o a continuar:
- Não te disse que não queria que parasses de me consolar com a língua, meu meia pila? Não querias que te ajudasse a despejar os colhõezinhos, meu punheteiro, que nem o facto de teres a mulher grávida te faz perder a vontade de tocar punhetas? Então continua a dar que fazer à língua, que graças ao que a tua pixota me fez só com ela posso gozar agora.
Sempre gemendo Rui retomou o minete. Eu entretanto já levantara o tacão mas voltara-o logo a pousar de novo. Desta feita já não na costura das nozes, mas em cheio em cima do colhão direito, o mais gordinho dos dois. Aiii, gritou ele. Além de mais um puxão de cabelos desferi-lhe ainda uma bofetada extra na cara.
- Caladinho, Ruizinho! Quero que me lambas a rata por onde me engravidaste, não que grites. Vou-te calcar as bolinhas até me passar o tesão e teres despejado todo o líquido que tens dentro delas cá para fora, meu esporrador de cobrição. Ou pensavas que ia deixar sem castigo o facto de te andares a divertir tocando punhetas, enquanto eu carrego nosso filho dentro de mim? Ahh, siiim, lambe-me a rata, punheteiro lambedor, que hoje vou-me vir toda na tua boca como tu te contavas vir no vaso da sanita. Ahh, que delícia a tua língua lambendo-me a coninha! Ahhhh! Não pares de dar à manivela com o braço, meu cãozinho com cio, lambe-me a rata já que nem a tua pilinha sou capaz de experimentar.
Mas agora o meu tacão não permanecia muito tempo em cima do mesmo testículo. Levantando ora uma perna, ora outra, ia-o assentando-o umas vezes no colhão direito, outras no esquerdo, outras de novo na costura do saco, e até nos dois colhões ao mesmo tempo, de maneira a que todo o peso do meu corpo se abatesse sobre eles, triturando-lhe os guizos como se estivesse pensando fazer farinha com eles. Mas não era apenas os tacões que eu pousava com cada vez mais força nos tomatinhos esponjosos de Rui deixando-os bem marcados neles. Por vezes também lhes pousava a biqueira pontiaguda do sapato, rodando meus pés para um lado e para o outro, calcando-os vigorosamente como se estivesse a esmagar uma cobra peçonhenta ou a apagar um cigarro aceso.
- Colhõezinhos de merda que me fazeis passar tão mal! – gritava-lhes eu, sentindo as bolinhas por baixo da pele do saco espalmando-se debaixo de mim - Vou-vos fazer cuspir toda a esporra que não chegastes a cuspir na sanita, ou então faço picado convosco.
Com a piroca encostada na barriga, seus ovitos estavam completamente indefesos e eu sempre que o pisava procurava ter a certeza que os estava pisando e não apenas a pele do saco, de maneira a que a sua dor fosse maior e a vontade de tocar punhetas lhe passasse por um bom tempo. De vez em quando do caralho de Rui saltava um pingo de esperma mas ele ainda não se tinha vindo pois no meu íntimo eu sabia que um masoquista como ele estava-se divertindo tanto com aquelas dolorosas calcadelas como eu. Talvez por isso o seu minete ia ganhando mais intensidade e ritmo, sua língua por vezes percorria-me toda a parte interna das coxas penetrando-me outra vez no cu brindando-mo com umas saborosas lambidelas que me faziam delirar de prazer.
- Ah, miseráveis colhões de rato – continuava eu passando a aplicar toda a força das palmas dos meus dois pés juntos em cima deles – por causa destas duas bolinhas raquíticas é que já não posso apreciar um bom caralho a enterrar-se nas minhas funduras de fêmea, como tanto gosto. Ainda se tivesse sido engravidada por um valente par de colhões abonados de um macho a sério talvez não me custasse tanto aguentar a minha gravidez, mas saber que por causa de umas coisinhas destas estou impedida de levar umas boas fodas dá-me cá uma raiva… Ahh, malandro, só me apetece esmagar-te os colhõezinhos para que nunca mais me voltes a fazer o mesmo, nem a mulher nenhuma.
Rui sempre teve a fantasia de ser castrado por mim e eu sempre gostei de a alimentar. Seu caralho ouvindo-me naquela disposição voltou a pular espirrando mais um pouco de esperma.
- Ahh, meu grande porco – gritei, espremendo-lhe bem o saco com as solas dos sapatos – se não queres ficar com os colhões esborrachados pelos meus pés é bom que não demores a fazer-me gozar e a esporrares-te também.
De facto estou convencida que se a sessão tivesse continuado os tomatinhos do meu marido não iriam resistir incólumes a tal tratamento por muito mais tempo. Felizmente para ele, e para os meus dois filhos que tive depois da primeira gravidez e que se tivesse esmagado os ovos do pai não teriam chegado a nascer, não tardei muito a vir-me.
- Continua a calcar-me os colhões, querida – pediu Rui, tocando punheta como um doido – Quero esporrar-me sentindo o teu peso em cima dos meus colhões, querida Sandrinha.
Eu também não pensava parar de lhos calcar enquanto não o visse vindo-se. Continuei pois no meu pisa-tomates até ele se desaleitar.
- Esporra-te cão punheteiro, esporra-te como tanto querias – gritei-lhe – esporra-te todo, que esmagados como te deixei os tomates tão cedo eles não vão produzir leite para as tuas punhetas, nem para pensares em me foder.
Quando Rui depois de muito ter sacudido o pauzinho com as mãos se veio, eu ainda não parara de lhe calcar as bolas. Com a pila amarrada de cabeça para cima, seu esperma saiu disparado para todos os lados, alguma da ejaculação atingiu mesmo o candeeiro do tecto, mas tanto eu como ele estávamos aliviados. Eu por ter tido um orgasmo depois de tanto tempo a seco e ele por me ter feito um minete quando inicialmente só contava bater uma à mão na sanita. Desci de cima da cama e sem lhe desamarrar o cinto observei-lhe as bolinhas. A sua forma voltara ao normal mas eu tive de as puxar para baixo para que os colhões se lhe descessem, pois que prensados como os tinha deixado eles quase se lhe tinham subido pelos canais inguinais. As marcas esbranquiçadas das solas, das biqueiras e dos tacões dos meus sapatos eram perfeitamente visíveis na pele do saco. No outro dia iam estar todos roxos das pisadelas que levaram mas naquele momento apresentavam um tom vermelho esbranquiçado. Toquei-lhes, apertando-os. Pareciam ainda mais moles do que habitualmente.
- É melhor pores Hirudoid nas bolas, meia pila – aconselhei-o – Seria engraçado se elas te gangrenassem e tivesses de as cortar fora como as de um turco que conheci numa casa de putas onde trabalhei em Amesterdão. Nunca mais voltarias a tocar punhetas, nem nas minhas costas nem na minha frente. Mas como isso não deve chegar a acontecer, para evitar que voltes a cair em tentação de te tocares enquanto pensas que estou a dormir, vou arranjar uma maneira de impedir que te masturbes sem minha autorização.
Arranjei a maneira, claro. Nessa mesma semana Rui recebeu uma prenda minha. O primeiro cinto de castidade que lhe comprei. Não foi mais cedo porque o sex shop onde o adquiri não tinha em armazém um cinto de castidade tão pequeno como a pila do meu marido e onde ela pudesse ficar bem confinadinha sem se poder mexer como eu queria, dispondo apenas de uma pequena abertura para o deixar fazer xixi. Até ao fim da minha gravidez o cinto teve muito uso. Rui passou a andar e a dormir com ele e muitos minetes me voltou a fazer com ele colocado. E embora eu lhe tivesse em algumas dessas vezes voltado a pisar as bolinhas, ele garantidamente punhetas não voltou a tocar mais nenhuma até o nosso filho ter nascido e completado o primeiro mês de vida. Já que como mulher os incómodos da gravidez e as dores de parto tinham ficado guardados para mim, nada me parecia mais justo que durante esses longos nove meses a contenção do orgasmo ficasse apenas para ele.
Nessa noite limpei eu a esporra que ele espichara por todo o lado quando se veio. Com a língua, engolindo-a toda, tamanha era a sede de esporra que aqueles primeiros seis meses de gravidez me tinham deixado.
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SANDRA SAFADA
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10:47
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CBT COM MEU MARIDO
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
A PUTA, O NAMORADO PUNHETEIRO E O CLIENTE MARIALVA
Em Coimbra nos meus tempos de estudante, vivi durante vários anos numa casa propriedade de uma senhora que arrendava quartos a meninas da Universidade.
Como eu ganhava a vida alugando o corpo nos tempos livres e não queria levantar suspeitas nela, tinha o cuidado de sair sempre de casa vestida de uma forma discreta e respeitável, trocando depois a minha indumentária, no lavabo de algum café ou nalguma pensão de putas nas ruas da baixinha, por outra mais apelativa e mais condizente com a minha condição de moça disponível. O meu namorado e actual marido, Rui, costumava entrar comigo se eu me despia no quarto de alguma pensão, deliciando-se com a imagem do meu corpo em lingerie, muitas vezes coçando a pila à mão pensando nas fodas que dali a momentos eu contava dar ali mesmo com os clientes. Talvez por eu andar farta de abrir as pernas a todos os que me pagavam e poucas vezes ter disposição para as abrir para ele, meu namorado desenvolveu desde o inicio do nosso namoro uma aptidão natural para corno manso e tocador de punhetas, condição que ainda hoje conserva. Quando me trocava no café porém Rui esperava sentado numa mesa acompanhando-me depois como se fosse meu chulo ao meu local de engate, excitadíssimo por me ver de mini-saia, com as pernas gordinhas à mostra, a calcinha sumida quase a ver-se toda e as mamocas empinadas bem decotadas quase se enfiando por baixo dos olhos dos homens que passavam, numa oferta explícita de prazer fácil. Muitas vezes sua excitação era tanta que não resistia a correr para a casa de banho de algum café próximo tocar uma, depois de me ter visto alinhar com mais um cliente.
Como não podia deixar de ser, noites havia em que essa sua atitude acabava por ser percebida por quem deambulava por aí, e certa vez o proprietário de um café em cuja casa de banho antes de começar a trabalhar eu me costumava trocar com frequência, e onde ele também se costumava desaleitar à unha, perguntou-lhe ao balcão se sendo meu namorado não se importava de me ver andando naquela vida. Eu acabara de me mudar e antes de Rui falar, como já percebera os olhares de interesse que o homem, um sujeito de ar marialva, me vinha mandando há algum tempo respondi-lhe que não, que bem antes pelo contrário ele adorava ver-me alinhando com todo o tipo de homens.
- Pelo que vejo aqui no café – observou-me – dá para perceber que habitualmente fazes muita rodagem numa noite. E sendo assim no final dela não deves estar em muita condição para o satisfazeres.
Pois não concordei, mas em matéria de sexo o meu namorado era muito do tipo auto-suficiente, e que a sua auto-suficiência até se alimentava melhor depois de eu ter dado umas boas esfregadelas com outros homens. O comerciante olhou para nós dois com ar de mofa. Percebera perfeitamente com muito agrado seu, que apesar de eu ser a puta Rui era um boneco às minhas ordens e vontades:
-Pois, ele há gostos para tudo – admitiu – até para ser corno, ainda que para isso e para apanhar no cu nunca tenha tido eu vocação. Mas em contrapartida sempre me deu muita pica imaginar-me corneando outro tipo enquanto ele ficava a olhar e a tirar o leite dos tomates manualmente. E vocês os dois são precisamente o género de casal com quem adoraria fazer tal coisa. Que me dizem? Alinham? Pago bem desde que vocês façam tudo o que eu mandar.
Rui ficou como é óbvio encantado com tal proposta. Masturbar-se vendo-me apanhando de um cliente era para ele bem melhor do que ficar apenas imaginando, e não tinha tido essa experiência tantas vezes assim para recusar. Quanto a mim embora fosse puta em part time procurei sempre desempenhar as minhas funções a contento do cliente pelo que aceitei a proposta a troco de 1500$00, que ele apesar de ter começado a regatear acabou concordando. E como não queria ir connosco para nenhuma das pensões de má nota, nem foder-me no carro, a coisa ficou combinada para o próprio café, assim que ele o fechasse por volta das onze e meia da noite.
E foi o que aconteceu, ainda que com quase um quarto de hora de atraso pois foi quando o café ficou livre e o proprietário apagou as luzes depois de nos ter feito um sinal para que entrássemos. Como não íamos fornicar na zona das mesas o nosso encontro ocorreu num pequeno gabinete interior e confesso que apesar do preço combinado, e que ele pagou assim que entrámos, eu não ia muito motivada pois já rodara com três clientes e tinha a rata algo dorida, inchada e pouco lavada depois de quase quatro horas de trabalho, como aliás lhe fiz questão de confessar. O mesmo não posso dizer de Rui que ainda não gozara a punheta da noite a pensar naquele momento e vinha assim ansioso por fazê-lo.
- Está descansada minha gordinha – respondeu à minha confissão - aposto que o teu namorado enquanto se entretém a esfolar uma à mão não se importa nada de te massajar a rata com a língua que sempre te deve ajudar a desinchá-la – e voltando-se então para o meu namorado mandou que se despisse:
- Baixa as calças, corno!
Esta era a parte pior para Rui que por ter a pila e os tomates muito pequenos sempre teve vergonha de se desnudar perante outros homens. Mas baixou-as, o trato era obedecermos ao homem que tão generosamente despendia milena e meia para me foder e ver Rui tocar ao bicho. Apesar da pila de Rui estar tesa e apresentar mais uma meia dúzia de centímetros do que habitualmente o gerente do café, tal como ambos esperávamos, riu-se quando lha viu:
- Agora entendo porque a tua miúda é tão rodada na rua e não se importa de ir com todos. Tendo tu uma piça tão curta e umas bolinhas de pingue-pongue, em vez de um par de colhões como os meus, a desgraçada tem de foder com muitos para compensar as vezes em que o faz contigo.
Na verdade comecei a prostituir-me muito antes de conhecer o Rui mas as palavras do comerciante excitaram mais meu namoradinho, pois que a pila lhe deu um pulo. O homem voltou-se então para mim:
- Tira a roupa toda, moreninha, acho que o preço que te paguei bem me faz ter o direito de te ver toda nua.
Bem, aquela seria a ultima transa da noite, depois daquilo banho e cama, sozinha, porque não tirar partido dela, puta também tem o direito a divertir-se mesmo quando está a trabalhar. O gabinete estava quentinho, por isso despi-me, ainda mais divertida com o ar babado do meu meia pila, que nem se lembrava já da última vez que me vira assim inteiramente depiladinha.
- Boas mamas! – exclamou o dono do café – Fazem levantar o pau a qualquer homem, mesmo a um punhetas como o teu namorado.
Só depois de eu estar toda nua é que o sujeito se despiu, tirando igualmente toda a roupa que trazia. Seu caralho não era circuncidado mas era grande ainda que não tivesse ficado logo em pé. Todo nu mandou que Rui pousasse a pila em cima de um banco de madeira de assento redondo, como se estivesse preparando-se para lha cortar.
- Pousa a gaita em cima do banco, corninho – ordenou-lhe – E se quiseres podes começar a esfregá-la com a mão como tanto gostas, que a tua namorada já vai fazer-te a vontade e foder comigo, mesmo debaixo do teu nariz. Mas não te venhas se não queres perder o melhor da festa.
Como vontade para se punhetear era coisa que não faltava a Rui este ajoelhou-se de maneira a ficar com o caralho pousado em cima do banco e começou a dar à bomba como os rapazinhos sem mulher. O cliente puxou a secretária do gabinete para junto da mesa e subiu para cima dela.
- Vamos, moreninha das mamas boas – era agora para mim que se dirigia – sobe para cima do banco que ele pode bem com o teu peso e com o peso do caralho do teu corno. Com os pés pousados em cima do caralho dele, quero-te ver a pisar uvas em cima do caralhinho dele. Ou estima-lo tanto que tens medo de esmagares uma coisa tão pequenina?
Ia-me recusar a fazer aquilo, ele nunca falara que eu teria de pisar a pilinha do meu namoradinho, ainda que para dizer verdade ela nenhuma falta me fizesse, como não ma faz hoje. Mas Rui tem tanto de masoquista, como de punheteiro e de mirone. Ouvindo estas palavras seu caralhinho inchou ainda mais. Naquela noite percebi que a tortura genital era mais um dos fetiches do meu taradinho meia pila. Porque não então fazer-lhe a vontade, talvez aquilo até lhe acalmasse os ardores por uns tempos. Subi então para cima do banco e comecei a calcar-lhe a pila com os calcanhares, pressionando e levantando ora um, ora outro.
- Está-te sabendo bem a punheta, meu mironezinho? – perguntava-lhe o homem, divertido e entesando-se com os gemidos de dor que o punheteiro soltava quando um dos meus calcanhares o pisava – Tem uns pés pesadinhos a nossa gordinha, não tem, cornudinho? Então continua a tocar punheta, que eu paguei para te ver tocar punheta enquanto como a tua moreninha gorducha. E tu, minha linda não pares de lhe apertar a minhoca com os pés. Muito bem, assim mesmo! Imagina que estás a dar ao pedal, na bicicleta.
Na posição em que eu estava os quadris do cliente ficavam ao mesmo nível da minha boca e o meu cu achava-se quase pousado entre os cornos, quero dizer, na cabeça do Rui. Uma posição muito convidativa para a mamada que o dono do café não ia deixar escapar:
- Chupa-me, prostitutazinha – e as suas mãos quase me enfiavam seu caralho pela boca dentro. Tínhamos combinado que lhe faria uma mamada antes de ele me possuir por isso abri a boca e comecei mamando-lhe no pau – E quero que pises com mais força o caralho do teu frouxinho. Quero-o bem esmagadinho a maneira a não se poder esporrar.
Como Rui também parecia estar gostando de ter o caralho pisado pelos meus pés nus pois de cada vez que eu os levantava ele o tinha mais duro, aumentei a intensidade das minhas pisadelas desta vez não só com os meus calcanhares mas procurando que toda a palma dos pés lhe atingisse o corpo da pila de maneira a esmagá-la por inteiro, enquanto gargarejava no caralho inflamado do outro. E parecia que todo o tesão que meu namoradinho cornudo estava sentindo passava para mim pois os biquinhos das minhas mamas estavam todos em pé. Nessa noite nenhuma das mamadas que fizera aos anteriores clientes me tinha sabido tão bem como me estava sabendo aquela.
- Vamos, corno – voltou o cliente a dirigir-se ao Rui – não vês o que a tua namorada me está a fazer? Tens mesmo o cu e a greta dela a jeito de lhe fazeres o mesmo. Vamos, lambe-a como deve ser, que eu quero ver-te a lamberes o cu e a greta da tua garota.
Do jeito que estava bastava a Rui levantar um pouco a cabeça para me chegar com a língua ao olhinho traseiro. E foi o que ele fez, com grande alegria minha pois em matéria de sexo se existe coisa para a qual ele sempre teve jeito, foi para fazer gaifonas a uma mulher. Introduzindo a língua no meu olhinho fez-me um primeiro minete, muito suave, no cu. Agora eu calcava-lhe a pilinha com mais força pois entretida como estava era-me mais difícil manter o equilíbrio, mas isso parecia que o excitava mais porque agora a sua mão, impossibilitada de esfregar o caralho, acariciava o saco como se estivesse a tocar uma punheta com ele. Minha ratinha pingava sumo e estou certa cheirar ainda às minhas três anteriores fodas mas eu inclinando-me um pouco mais e abrindo as pernas, ofereci-lha na sua boca e Rui começou a lambê-la deliciado como um cão. Igualmente entusiasmado meu cliente ainda que conservando o cacete teso ia-se desaleitando com vontade na minha língua.
- Já chega, lambedor – disse por fim, vendo-me quase a gozar com o minete do Rui – não pago à tua amiga para ela se vir contigo antes de me satisfazer a mim. Podes saltar do banco, gordinha. Mas tu deixa estar a piça no sítio onde está.
Quando saltei do banco vi que Rui tinha a pila toda vermelha e que os meus 55 quilos em cima dela a tinham deixado bastante espalmada. O cliente também o notou e mais uma vez pareceu ficar satisfeito.
- Se a queres ver de novo grossa, de modo a poderes esvaziá-la, acho bem que voltes a enchê-la à mão – disse-lhe – E tu minha linda quero-te sentada em cima do banco, o teu cuzinho rechonchudo em cima da minhoquinha prensada do teu machinho, e que lhe apertes tanto a piça com o cu como lha apertaste com os pés. Quero que a esmagues tão bem que a esporra não lhe vaze dos colhões para o caralho enquanto te estiver a foder.
Sentei-me assim em cima do banco, e que maravilha foi sentir a pila nua do Rui por baixo dela a cutucar-me a entrada do olho do cu, procurando erguer-se mas tão imobilizada pelas minhas nádegas como se estivesse presa dentro de um cinto de castidade, daqueles que impedem a erecção. O dono do café saltara nos entretantos da secretária para o chão, levantara-me as pernas para cima, mirou deliciado minha greta e com a mão guiou seu caralho completamente inflamado e cuspindo esperma para dentro dela.
- Vê se consegues agora tocar uma punheta, punheteiro cornudo! -vociferava para Rui esfregando-me as mamas, fodendo-me com toda a força e fazendo com que o nosso peso ainda mais se abatesse sem dó sobre a pilinha de Rui de onde todo o tesão tinha desaparecido já – A tua namorada não diz que gostas tanto de tocar punhetas enquanto ela fode com outros? Então aproveita, e tenta tocar uma agora, já que a estou comendo na tua frente.
Rui vendo que não conseguia tocar com as mãos na piça tentou igualmente apalpar-me as mamas e a barriga com elas mas o cliente não o consentiu.
-Só eu toco na gordinha, corno! Tu aqui só tens licença para te tocar a ti mesmo, como um bom corno deve fazer. Se não chegas com as mãos à pila aperta os colhões a ver se os espremes como estavas a fazer há pouco.
Os seus movimentos iam aumentando de intensidade à medida que falava e sei que não tardou muito a que nos viéssemos os dois, o que particularmente para mim foi uma óptima forma de acabar a noite. Rui também se teria vindo mas da forma como tinha a pila esmagada debaixo de mim, não lhe tinha sido possível pelo que nessa noite descobri uma forma eficiente de impedir o orgasmo masculino e que voltei a utilizar com ele muitas mais vezes em sessões sado. Foi por isso com muito alívio que Rui que nunca tinha desejado o fim rápido de uma transa minha com outro homem, viu desta vez terminada nossa foda.
- Porra! – exclamou, esfregando com as mãos o caralhinho dorido e vermelho, teso mas fininho, mais fininho ainda do que quando o tinha murcho – Mais um minuto e ficaria com a piça irremediavelmente espalmada como uma folha de papel.
- Coitadinho do meu menino cornudo – gozei eu, beijando-o na boca pois estava felicíssima e apalpando-lhe o saquito dos ovinhos – era uma pena que isso acontecesse. Como não tens jeito para padre teria de te fazer um furo nos tomatinhos para os poderes esvaziar, doutra maneira morrerias com a pila entupida.
Não estava previsto que tal coisa acontecesse ainda pois ao fim de umas poucas esfregadelas que lhe fiz o pauzinho de Rui voltou a inchar, e como eu nunca lhe dei comissão no dinheiro que ganhava prostituindo-me, nessa noite ele teve sua recompensa pois o deixei gozar na palma da minha mão fechada.
Eu e Rui acabamos a noite num boteco da alta. Mas quando subíamos a R. do Quebra Costas ele pediu-me para não voltar a alinhar com tal cliente.
- Foi bom – confessou – mas uma vez chega. Cheguei a pensar que me ias estourar com a piça quando te sentaste em cima dela e começaste a foder com ele. E eu ainda a quero conservar mais uns anos pois pretendo vir a ter filhos contigo, Sandrinha. – E depois reflectindo emendou, como bom corno meu que sempre apreciou muito ser – Ou pelo menos conservá-la para me poder convencer que tenho hipóteses de ser o pai dos teus filhos.
Qual é a mulher que não gosta de ter um marido que mesmo tendo a pila calcada por nós não se importa de ser corno e nem questiona a paternidade dos filhos dela? Nessa noite tive a certeza que se me viesse a casar um dia só poderia ser com Rui e quanto a isso não me enganei.
Como eu ganhava a vida alugando o corpo nos tempos livres e não queria levantar suspeitas nela, tinha o cuidado de sair sempre de casa vestida de uma forma discreta e respeitável, trocando depois a minha indumentária, no lavabo de algum café ou nalguma pensão de putas nas ruas da baixinha, por outra mais apelativa e mais condizente com a minha condição de moça disponível. O meu namorado e actual marido, Rui, costumava entrar comigo se eu me despia no quarto de alguma pensão, deliciando-se com a imagem do meu corpo em lingerie, muitas vezes coçando a pila à mão pensando nas fodas que dali a momentos eu contava dar ali mesmo com os clientes. Talvez por eu andar farta de abrir as pernas a todos os que me pagavam e poucas vezes ter disposição para as abrir para ele, meu namorado desenvolveu desde o inicio do nosso namoro uma aptidão natural para corno manso e tocador de punhetas, condição que ainda hoje conserva. Quando me trocava no café porém Rui esperava sentado numa mesa acompanhando-me depois como se fosse meu chulo ao meu local de engate, excitadíssimo por me ver de mini-saia, com as pernas gordinhas à mostra, a calcinha sumida quase a ver-se toda e as mamocas empinadas bem decotadas quase se enfiando por baixo dos olhos dos homens que passavam, numa oferta explícita de prazer fácil. Muitas vezes sua excitação era tanta que não resistia a correr para a casa de banho de algum café próximo tocar uma, depois de me ter visto alinhar com mais um cliente.
Como não podia deixar de ser, noites havia em que essa sua atitude acabava por ser percebida por quem deambulava por aí, e certa vez o proprietário de um café em cuja casa de banho antes de começar a trabalhar eu me costumava trocar com frequência, e onde ele também se costumava desaleitar à unha, perguntou-lhe ao balcão se sendo meu namorado não se importava de me ver andando naquela vida. Eu acabara de me mudar e antes de Rui falar, como já percebera os olhares de interesse que o homem, um sujeito de ar marialva, me vinha mandando há algum tempo respondi-lhe que não, que bem antes pelo contrário ele adorava ver-me alinhando com todo o tipo de homens.
- Pelo que vejo aqui no café – observou-me – dá para perceber que habitualmente fazes muita rodagem numa noite. E sendo assim no final dela não deves estar em muita condição para o satisfazeres.
Pois não concordei, mas em matéria de sexo o meu namorado era muito do tipo auto-suficiente, e que a sua auto-suficiência até se alimentava melhor depois de eu ter dado umas boas esfregadelas com outros homens. O comerciante olhou para nós dois com ar de mofa. Percebera perfeitamente com muito agrado seu, que apesar de eu ser a puta Rui era um boneco às minhas ordens e vontades:
-Pois, ele há gostos para tudo – admitiu – até para ser corno, ainda que para isso e para apanhar no cu nunca tenha tido eu vocação. Mas em contrapartida sempre me deu muita pica imaginar-me corneando outro tipo enquanto ele ficava a olhar e a tirar o leite dos tomates manualmente. E vocês os dois são precisamente o género de casal com quem adoraria fazer tal coisa. Que me dizem? Alinham? Pago bem desde que vocês façam tudo o que eu mandar.
Rui ficou como é óbvio encantado com tal proposta. Masturbar-se vendo-me apanhando de um cliente era para ele bem melhor do que ficar apenas imaginando, e não tinha tido essa experiência tantas vezes assim para recusar. Quanto a mim embora fosse puta em part time procurei sempre desempenhar as minhas funções a contento do cliente pelo que aceitei a proposta a troco de 1500$00, que ele apesar de ter começado a regatear acabou concordando. E como não queria ir connosco para nenhuma das pensões de má nota, nem foder-me no carro, a coisa ficou combinada para o próprio café, assim que ele o fechasse por volta das onze e meia da noite.
E foi o que aconteceu, ainda que com quase um quarto de hora de atraso pois foi quando o café ficou livre e o proprietário apagou as luzes depois de nos ter feito um sinal para que entrássemos. Como não íamos fornicar na zona das mesas o nosso encontro ocorreu num pequeno gabinete interior e confesso que apesar do preço combinado, e que ele pagou assim que entrámos, eu não ia muito motivada pois já rodara com três clientes e tinha a rata algo dorida, inchada e pouco lavada depois de quase quatro horas de trabalho, como aliás lhe fiz questão de confessar. O mesmo não posso dizer de Rui que ainda não gozara a punheta da noite a pensar naquele momento e vinha assim ansioso por fazê-lo.
- Está descansada minha gordinha – respondeu à minha confissão - aposto que o teu namorado enquanto se entretém a esfolar uma à mão não se importa nada de te massajar a rata com a língua que sempre te deve ajudar a desinchá-la – e voltando-se então para o meu namorado mandou que se despisse:
- Baixa as calças, corno!
Esta era a parte pior para Rui que por ter a pila e os tomates muito pequenos sempre teve vergonha de se desnudar perante outros homens. Mas baixou-as, o trato era obedecermos ao homem que tão generosamente despendia milena e meia para me foder e ver Rui tocar ao bicho. Apesar da pila de Rui estar tesa e apresentar mais uma meia dúzia de centímetros do que habitualmente o gerente do café, tal como ambos esperávamos, riu-se quando lha viu:
- Agora entendo porque a tua miúda é tão rodada na rua e não se importa de ir com todos. Tendo tu uma piça tão curta e umas bolinhas de pingue-pongue, em vez de um par de colhões como os meus, a desgraçada tem de foder com muitos para compensar as vezes em que o faz contigo.
Na verdade comecei a prostituir-me muito antes de conhecer o Rui mas as palavras do comerciante excitaram mais meu namoradinho, pois que a pila lhe deu um pulo. O homem voltou-se então para mim:
- Tira a roupa toda, moreninha, acho que o preço que te paguei bem me faz ter o direito de te ver toda nua.
Bem, aquela seria a ultima transa da noite, depois daquilo banho e cama, sozinha, porque não tirar partido dela, puta também tem o direito a divertir-se mesmo quando está a trabalhar. O gabinete estava quentinho, por isso despi-me, ainda mais divertida com o ar babado do meu meia pila, que nem se lembrava já da última vez que me vira assim inteiramente depiladinha.
- Boas mamas! – exclamou o dono do café – Fazem levantar o pau a qualquer homem, mesmo a um punhetas como o teu namorado.
Só depois de eu estar toda nua é que o sujeito se despiu, tirando igualmente toda a roupa que trazia. Seu caralho não era circuncidado mas era grande ainda que não tivesse ficado logo em pé. Todo nu mandou que Rui pousasse a pila em cima de um banco de madeira de assento redondo, como se estivesse preparando-se para lha cortar.
- Pousa a gaita em cima do banco, corninho – ordenou-lhe – E se quiseres podes começar a esfregá-la com a mão como tanto gostas, que a tua namorada já vai fazer-te a vontade e foder comigo, mesmo debaixo do teu nariz. Mas não te venhas se não queres perder o melhor da festa.
Como vontade para se punhetear era coisa que não faltava a Rui este ajoelhou-se de maneira a ficar com o caralho pousado em cima do banco e começou a dar à bomba como os rapazinhos sem mulher. O cliente puxou a secretária do gabinete para junto da mesa e subiu para cima dela.
- Vamos, moreninha das mamas boas – era agora para mim que se dirigia – sobe para cima do banco que ele pode bem com o teu peso e com o peso do caralho do teu corno. Com os pés pousados em cima do caralho dele, quero-te ver a pisar uvas em cima do caralhinho dele. Ou estima-lo tanto que tens medo de esmagares uma coisa tão pequenina?
Ia-me recusar a fazer aquilo, ele nunca falara que eu teria de pisar a pilinha do meu namoradinho, ainda que para dizer verdade ela nenhuma falta me fizesse, como não ma faz hoje. Mas Rui tem tanto de masoquista, como de punheteiro e de mirone. Ouvindo estas palavras seu caralhinho inchou ainda mais. Naquela noite percebi que a tortura genital era mais um dos fetiches do meu taradinho meia pila. Porque não então fazer-lhe a vontade, talvez aquilo até lhe acalmasse os ardores por uns tempos. Subi então para cima do banco e comecei a calcar-lhe a pila com os calcanhares, pressionando e levantando ora um, ora outro.
- Está-te sabendo bem a punheta, meu mironezinho? – perguntava-lhe o homem, divertido e entesando-se com os gemidos de dor que o punheteiro soltava quando um dos meus calcanhares o pisava – Tem uns pés pesadinhos a nossa gordinha, não tem, cornudinho? Então continua a tocar punheta, que eu paguei para te ver tocar punheta enquanto como a tua moreninha gorducha. E tu, minha linda não pares de lhe apertar a minhoca com os pés. Muito bem, assim mesmo! Imagina que estás a dar ao pedal, na bicicleta.
Na posição em que eu estava os quadris do cliente ficavam ao mesmo nível da minha boca e o meu cu achava-se quase pousado entre os cornos, quero dizer, na cabeça do Rui. Uma posição muito convidativa para a mamada que o dono do café não ia deixar escapar:
- Chupa-me, prostitutazinha – e as suas mãos quase me enfiavam seu caralho pela boca dentro. Tínhamos combinado que lhe faria uma mamada antes de ele me possuir por isso abri a boca e comecei mamando-lhe no pau – E quero que pises com mais força o caralho do teu frouxinho. Quero-o bem esmagadinho a maneira a não se poder esporrar.
Como Rui também parecia estar gostando de ter o caralho pisado pelos meus pés nus pois de cada vez que eu os levantava ele o tinha mais duro, aumentei a intensidade das minhas pisadelas desta vez não só com os meus calcanhares mas procurando que toda a palma dos pés lhe atingisse o corpo da pila de maneira a esmagá-la por inteiro, enquanto gargarejava no caralho inflamado do outro. E parecia que todo o tesão que meu namoradinho cornudo estava sentindo passava para mim pois os biquinhos das minhas mamas estavam todos em pé. Nessa noite nenhuma das mamadas que fizera aos anteriores clientes me tinha sabido tão bem como me estava sabendo aquela.
- Vamos, corno – voltou o cliente a dirigir-se ao Rui – não vês o que a tua namorada me está a fazer? Tens mesmo o cu e a greta dela a jeito de lhe fazeres o mesmo. Vamos, lambe-a como deve ser, que eu quero ver-te a lamberes o cu e a greta da tua garota.
Do jeito que estava bastava a Rui levantar um pouco a cabeça para me chegar com a língua ao olhinho traseiro. E foi o que ele fez, com grande alegria minha pois em matéria de sexo se existe coisa para a qual ele sempre teve jeito, foi para fazer gaifonas a uma mulher. Introduzindo a língua no meu olhinho fez-me um primeiro minete, muito suave, no cu. Agora eu calcava-lhe a pilinha com mais força pois entretida como estava era-me mais difícil manter o equilíbrio, mas isso parecia que o excitava mais porque agora a sua mão, impossibilitada de esfregar o caralho, acariciava o saco como se estivesse a tocar uma punheta com ele. Minha ratinha pingava sumo e estou certa cheirar ainda às minhas três anteriores fodas mas eu inclinando-me um pouco mais e abrindo as pernas, ofereci-lha na sua boca e Rui começou a lambê-la deliciado como um cão. Igualmente entusiasmado meu cliente ainda que conservando o cacete teso ia-se desaleitando com vontade na minha língua.
- Já chega, lambedor – disse por fim, vendo-me quase a gozar com o minete do Rui – não pago à tua amiga para ela se vir contigo antes de me satisfazer a mim. Podes saltar do banco, gordinha. Mas tu deixa estar a piça no sítio onde está.
Quando saltei do banco vi que Rui tinha a pila toda vermelha e que os meus 55 quilos em cima dela a tinham deixado bastante espalmada. O cliente também o notou e mais uma vez pareceu ficar satisfeito.
- Se a queres ver de novo grossa, de modo a poderes esvaziá-la, acho bem que voltes a enchê-la à mão – disse-lhe – E tu minha linda quero-te sentada em cima do banco, o teu cuzinho rechonchudo em cima da minhoquinha prensada do teu machinho, e que lhe apertes tanto a piça com o cu como lha apertaste com os pés. Quero que a esmagues tão bem que a esporra não lhe vaze dos colhões para o caralho enquanto te estiver a foder.
Sentei-me assim em cima do banco, e que maravilha foi sentir a pila nua do Rui por baixo dela a cutucar-me a entrada do olho do cu, procurando erguer-se mas tão imobilizada pelas minhas nádegas como se estivesse presa dentro de um cinto de castidade, daqueles que impedem a erecção. O dono do café saltara nos entretantos da secretária para o chão, levantara-me as pernas para cima, mirou deliciado minha greta e com a mão guiou seu caralho completamente inflamado e cuspindo esperma para dentro dela.
- Vê se consegues agora tocar uma punheta, punheteiro cornudo! -vociferava para Rui esfregando-me as mamas, fodendo-me com toda a força e fazendo com que o nosso peso ainda mais se abatesse sem dó sobre a pilinha de Rui de onde todo o tesão tinha desaparecido já – A tua namorada não diz que gostas tanto de tocar punhetas enquanto ela fode com outros? Então aproveita, e tenta tocar uma agora, já que a estou comendo na tua frente.
Rui vendo que não conseguia tocar com as mãos na piça tentou igualmente apalpar-me as mamas e a barriga com elas mas o cliente não o consentiu.
-Só eu toco na gordinha, corno! Tu aqui só tens licença para te tocar a ti mesmo, como um bom corno deve fazer. Se não chegas com as mãos à pila aperta os colhões a ver se os espremes como estavas a fazer há pouco.
Os seus movimentos iam aumentando de intensidade à medida que falava e sei que não tardou muito a que nos viéssemos os dois, o que particularmente para mim foi uma óptima forma de acabar a noite. Rui também se teria vindo mas da forma como tinha a pila esmagada debaixo de mim, não lhe tinha sido possível pelo que nessa noite descobri uma forma eficiente de impedir o orgasmo masculino e que voltei a utilizar com ele muitas mais vezes em sessões sado. Foi por isso com muito alívio que Rui que nunca tinha desejado o fim rápido de uma transa minha com outro homem, viu desta vez terminada nossa foda.
- Porra! – exclamou, esfregando com as mãos o caralhinho dorido e vermelho, teso mas fininho, mais fininho ainda do que quando o tinha murcho – Mais um minuto e ficaria com a piça irremediavelmente espalmada como uma folha de papel.
- Coitadinho do meu menino cornudo – gozei eu, beijando-o na boca pois estava felicíssima e apalpando-lhe o saquito dos ovinhos – era uma pena que isso acontecesse. Como não tens jeito para padre teria de te fazer um furo nos tomatinhos para os poderes esvaziar, doutra maneira morrerias com a pila entupida.
Não estava previsto que tal coisa acontecesse ainda pois ao fim de umas poucas esfregadelas que lhe fiz o pauzinho de Rui voltou a inchar, e como eu nunca lhe dei comissão no dinheiro que ganhava prostituindo-me, nessa noite ele teve sua recompensa pois o deixei gozar na palma da minha mão fechada.
Eu e Rui acabamos a noite num boteco da alta. Mas quando subíamos a R. do Quebra Costas ele pediu-me para não voltar a alinhar com tal cliente.
- Foi bom – confessou – mas uma vez chega. Cheguei a pensar que me ias estourar com a piça quando te sentaste em cima dela e começaste a foder com ele. E eu ainda a quero conservar mais uns anos pois pretendo vir a ter filhos contigo, Sandrinha. – E depois reflectindo emendou, como bom corno meu que sempre apreciou muito ser – Ou pelo menos conservá-la para me poder convencer que tenho hipóteses de ser o pai dos teus filhos.
Qual é a mulher que não gosta de ter um marido que mesmo tendo a pila calcada por nós não se importa de ser corno e nem questiona a paternidade dos filhos dela? Nessa noite tive a certeza que se me viesse a casar um dia só poderia ser com Rui e quanto a isso não me enganei.
Postado por
SANDRA SAFADA
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