Expulsa da república de estudantes onde vivi o meu primeiro ano em Coimbra, e sem dinheiro para arrendar um quarto, como o faziam a maioria dos universitários, tive a sorte de encontrar guarida em casa do Sr. Silva, um simpático homem já com perto de 50 anos, solteirão, que vim a descobrir uns dias depois de lá ter começado a morar só ter um colhão. Não eram muito pequenos o colhão solitário e o caralho do Sr. Silva, mas em todo o caso o homem só tinha um e por isso ele já quase com meio século de vida, com vergonha de o mostrar fosse a quem fosse, continuava ainda no capítulo sexual a desenrascar-se exclusivamente à mão como nos seus tempos de rapaz. Uma vez o Sr. Silva confidenciara-me que a maior vergonha que tivera de passar acontecera aos 20 anos. A ausência de um par de tomates no seu saco não o desclassificara ao nascer de ser incluído no rol de cidadãos do sexo masculino, com as mesmas obrigações de todos eles e assim sendo com aquela idade foi chamado à Inspecção Militar, local onde os mancebos eram, sem pudores de qualquer espécie forçados a apresentarem-se todos nus, perante os médicos e perante os outros.
- A humilhação que passei então, menina Sandrinha – confessou-me ele certa noite, quando a nossa confiança se intensificara – Nunca tive sequer a coragem de contratar uma mulher da vida para fazer aquilo que todos os outros faziam com as mulheres, apesar de vontade não me faltar. Mas pensei que se na Inspecção fui tão gozado por homens por só ter um bago, como o não seria por mulheres habituadas ao comércio com homens de tomates perfeitinhos, ou com outras à procura de parceiros para casar e ter filhos. A única coisa boa que me aconteceu por só ter um tomate foi ter ficado livre da tropa. Dois anos depois rebentou a guerra em Angola e tenho a certeza que a falta do meu colhão não me isentaria de ir para o mato, à caça dos turras.
Dei-lhe razão. Fui eu assim quem, para o compensar do tecto que durante perto de dois meses me dispensou e das refeições que me dava apesar dos seus parcos recursos, lhe tirei os três e me tornei sua amante até partir para a Holanda, onde no prostíbulo de Mrs. B.. exerci a mais velha profissão do Mundo durante 13 meses.
No entanto a minha estreia como puta não ocorreu em Amesterdão mas em Coimbra, precisamente no tempo em que vi em casa do Sr. Silva. Foi essa aventura que me fez ver que podia ganhar muito mais dinheiro trabalhando uma noite na horizontal do que num mês todo na vertical, fazendo limpezas ou trabalhando atrás de um balcão.
Não era apenas abrindo as pernas ao meu amante de um só colhão que eu procurava retribuir a gentileza que ele me fizera. Arrumava-lhe a casa, cozinhava para ele e fazia-lhe as compras com o dinheiro que me deixava, tentando conciliar tudo isso com o estudo das cadeiras de Direito, cujo primeiro ano não me correra muito bem. Apesar disso não me sentia confortável comendo diariamente às custas dele pois sabia das dificuldades por que passava, já que o Sr. Silva vivia de biscates. E depois também, apesar de foder com ele mais por sentido de dever do que por outra coisa, a verdade é que me desagradava bastante sentir-lhe o colhão abandonado batendo-me no lábio esquerdo da cona quando ele me penetrava. Em matéria de caralhos e colhões como muito com os olhos, e habituada até então a transar com meu padrinho e com o meu primeiro namorado Rodrigo, que os tinham muito bem feitos e desenvolvidos, o tomate manco do Sr. Silva era uma completa desilusão. Muitas vezes, antes dele chegar a casa ao fim da tarde, comia um pão com manteiga, e ia estudar para a Biblioteca Geral que estava aberta à noite, procurando chegar a casa a horas em que imaginava ele já estar dormindo, para não me sentir na obrigação de lhe abrir as pernas, nem ele necessidade de dividir o seu magro jantar comigo.
Foi o que aconteceu nessa noite. Eram umas sete da tarde e eu estava-me começando a sentir cheia de fome, o pão com manteiga e a maçã que comera não tinham sido capazes de me saciar o estômago. Tinha aberto o manual de Direito Constitucional que um colega do 2º ano me emprestara pois se não tinha dinheiro para comer muito menos o tinha para comprar manuais de estudo, mas os roncos cada vez mais persistentes do meu estômago já tinham levado alguns dos poucos frequentadores da Biblioteca, na sua maioria assistentes universitários, a voltarem os olhares na minha direcção. A cantina das Químicas era no edifício ao lado mas eu mesmo não tendo os 30 escudos necessários para comprar a senha de uma refeição, compreendi que não podia ficar ali sem levar mais qualquer coisa à boca. Deixei o manual em cima da mesa pois fazia intenções de voltar e desci à rua.
Por vezes cravava uma senha de refeição a algum estudante e por isso caminhei até ao edifício da cantina que acabara de começar a servir. Mas não cheguei até lá. Mal começara a andar dou de caras com um senhor de barbas castanhas e um ar todo fino, que eu nunca vira por aquelas bandas. Foi isso que me deu coragem para o abordar.
- Desculpe – virei-me para ele – o senhor não me arranja 30 escudos para eu jantar na cantina?
- Os teus pais não te dão dinheiro para andares na Universidade? – quis saber.
- Não tenho pais – menti – estudo por minha conta.
- Então devias fazer-te à vida, menina, que com os atributos que possuis não tens necessidade de andar a mendigar – observou-me olhando-me de cima abaixo, com o mesmo olhar do meu padrinho quando me queria comer. A saia que vestia dava-me pelo joelho mas o decote da blusa fazia imaginar que eu não trazia sutiã, como de facto não trazia. Mas eu não queria conselhos, queria dinheiro para comer.
- Quer-me arranjar os 30 paus ou não? – foi a minha resposta.
- Até tos posso arranjar, mas se quiseres fazer-me um grande favor podes sair daqui com muito mais. Afinal, amanhã vais estar de novo com fome, não vais?
Não deixava de ser certo isso. Eu também não tinha nenhuma dúvida de qual o tipo de favor que o quarentão queria que lhe fizesse mas mesmo assim lembrando-me da excitação que sentia quando o meu tio me dizia que eu tinha vocação de vulgar rameira de rua, perguntei-lhe num tom algo ingénuo.
- E que favores o senhor quer que lhe faça?
Nova olhadela por mim abaixo. Mas desta vez esfregou a mão sobre o fecho das calças.
- Nada que tenho a certeza não tenhas feito muitas vezes. Já a minha avó dizia que a moças jovens e bonitas como tu não se lhes deve dar esmolas já que vocês têm todas um dote natural que vos permite pagar muitas contas. E a minha avó devia saber do que falava pois também foi moça jovem como tu. Se me deixares servir apenas da tua racha do meio das pernas dou-te 1000 escudos. Mas ainda te dou uma gratificação se me quiseres chupar ou me deixares esfregar o pénis nessas tuas mamocas, que adivinho serem soberbas. Sempre te dá para muitos jantares na cantina.
Meu tio passava a vida dizendo-me que me veria batendo a rua oferecendo-me a todos os homens por dinheiro, e no íntimo de mim desejava que ele e o meu anterior namorado Rodrigo estivessem ali assistindo ao meu aliciamento para uns instantes de comércio carnal com um desconhecido. Olhei para os dedos do homem, e embora fossem algo elegantes eram compridos. Com uns dedos daqueles, pensei, sua pila não pode ser muito pequena, e DE CERTEZA não é provido apenas de um testículo que no momento da foda me bate apenas num dos lábios da rata, o que me faz sempre saber a muito pouco. No entanto um rubor subiu-me à face e foi num tom ríspido que lhe respondi:
- Se procura putas deve ir à baixinha que é o local delas, eu não sou dessas.
- Quem te diz que procuro putas? Não me importo é de pagar uma milena para meter o meu cacete no meio dessas tuas coxinhas grossas que provavelmente já há bastante tempo não levam uma boa esfregadela. Além do prazer que te posso proporcionar ainda te resolvo os teus problemas financeiros.
As fodas insípidas com o Sr. Silva apenas me faziam despertar o apetite por um bom pau de macho. Mas sentindo-me enxovalhada por aquele homem com ar de gentleman achar que só por eu estar com fome e andar com as mamas destapadas de sutiã me podia levar para a cama, respondi-lhe:
- Vá-se foder – e virei-lhe as costas ainda que com o sentido da nota de 1000 que tanto jeito me fazia, na cabeça. Nem eu sabia que a minha pássara já bastante utilizada por dois homens, pudesse valer tanto.
O homem entrou num Opel, arrancou atrás de mim e quando se colocou a meu lado atirou-me:
- Já percebi que não queres foder comigo, nem a troco de mil paus. Fazes mal, era uma troca justa. Mas toma lá ao menos uma nota de 50. Sempre te dá para o jantar de hoje e ainda te sobra troco para o café. – e de facto pelo vidro aberto estendia-me 50 escudos. Embora o tivesse achado asqueroso momentos antes a sua atitude surpreendeu-me.
- Pega nela, anda! – insistiu – Tens o direito de não me quereres abrir as pernas, mas não é por isso que ache que devas passar fome.
O jantar fazia-me falta por isso estendi o braço para pegar nela. Vi que o indivíduo usava aliança de casado o que me tranquilizou e me excitou mais pois sempre que meu tio me chamava puta eu imaginava-me dando somente para homens casados. E depois ele tinha razão, os 50 escudos para pouco mais davam que para uma refeição na cantina, o ar dele era tão sério que achei ser uma parvoíce não aceitar a oferta indecente que me fizera.
- Dá-me mesmo uma milena se for consigo?
O sorriso que me mostrou fez-me ter a certeza que pela minha pinta quando me fizera o convite já sabia que acabaria por aceitar.
- E mais uma gorjeta se não me servires só um prato – garantiu-me. Acreditei nele. Havia porém um problema. Desde que Rodrigo me abandonara eu deixara de tomar a pílula e os preservativos que usava para cobrir a pila do Sr. Silva quando ele me cobria tinham ficado em casa. Se o meu primeiro cliente me queria montar teria de passar pela farmácia e arcar com mais aquela despesa. Doutra maneira não arriscava. Ficar de novo grávida sem dinheiro para voltar a desmanchar a gravidez, não.
- Não vai ser preciso nenhuma camisa – garantiu-me – Eu venho-me fora de ti.
- E onde vamos dar a queca? – eu conhecia de vistas as pensões da baixinha onde as putas subiam com os clientes que as requisitavam mas nunca entrara em nenhuma até então. O sujeito porém não era um local desses que tinha em mente para me foder.
- Vamos no meu carro, até ao Choupal ou ao Choupalinho que são bons locais para um homem despejar os bagos.
Preferi o Choupalinho por o achar mais acessível no caso das coisas correrem mal e eu ter de fugir apressadamente. O homem aceitou a sugestão e conduziu-me até lá.
- Não quero que meta o carro muito longe do caminho de acesso – avisei-o – Quero que estacione de maneira a ver-se da estrada. E se tentar forçar-me juro que fujo aos berros.
- Está descansada, menina, que não te faço mal – voltou a tranquilizar-me rindo-se. - Pelo contrário estou certo que vais gostar muito da paulada que o meu cavaco vai dar à tua ratinha.
Um ou dois meses mais tarde, na montra do bordel de Mrs B… em Amesterdão aprendi que é sempre a prostitua quem controla o cliente e lhe impõe as suas regras para lhe aliviar o tesão. Mas aquela era a minha estreia como menina da má vida, pelo que eu não sabia nada disso. Estava tão nervosa como os rapazinhos não iniciados quando recorrem a nós. Por isso quando num local não muito distante da estrada principal estacionamos e lhe perguntei o que queria que fizesse foi esse meu primeiro cliente quem me ensinou uma regra que todas as putas sabem de cor.
- Vê-se não teres nenhuma experiência no comércio com homens – observou-me – Ainda bem. Como puta és virgem e isso vai-me saber tão bem como se te fosse furar a rata com o selo de origem. Nunca deves perguntar a um homem com o qual vais foder por dinheiro, o que ele quer que lhe faças sem te ter pago previamente. Aí tens os mil escudos combinados. E agora que já te paguei podes começar por tirar a blusa e mostrar-me as tuas mamas antes de me baixares as calças.
Lembrei-lhe que não lhe daria mais de 15 minutos para ele se desaleitar em mim e tirei a blusa. As minhas mamas encantaram-no. Pediu permissão para as apalpar e quando me tocou nos seios e me fez ficar com eles durinhos desapertei-lhe o cinto e os botões da braguilha, tirando-lhe o caralho para fora. Não que fosse muito grosso, mas estava duro como um tronco e era bem maior do que o do Sr. Silva. Não era circuncidado, tinha mesmo o prepúcio algo comprido como os homens não operados e que tocam muita punheta, mas era comprido e tal como todos os caralhos que eu vira já com excepção do do Sr. Silva, aquele tinha duas gâmboas na base como eu gosto, não apenas uma. Ao menos podia-me esfregar bem os meus dois lábios vaginais com eles quando estivesse sobre mim.
- Gostas que te mexas nas mamas, não gostas, minha gostosazinha de carinha inchada? Eu também gosto muito de mexer em maminhas carnudinhas como as tuas. Deixas-me beijá-las? Não tens namorado que te faça isto, pois não? Então deixa-me beijá-las como se fosse teu namorado, que as tens divinais. Não quero ficar só o com o caralho e os tomates por fora do fecho. Quero que me baixes as calças por inteiro.
Quando as calças estavam todas em baixo pediu-me que lhe apalpasse o material, sempre chafurdando com o nariz e as mãos no meu peito, até lhe deixar o pau todo em pé. Como eu entusiasmada e já bastante relaxada o deixava fazer tudo não tardou muito a achar-me deitada no assento com as pernas para cima e a saia levantada, sentindo a sua mão afagando-me a calcinha, a trás e à frente, a puxá-la para o lado e a enfiar um dedo dentro da minha rata.
- Um buraquinho de rata com a largura aceitável para uma moça da tua idade – comentou – Ohh, sim, vais gostar muito quando enfiar meu caralho dentro dela. Ainda bem que não és puta. As puta querem é despachar um gajo de qualquer maneira, mas as carentes como tu, de carteira vazia, deixam-nos fazer tudo se lhes dermos prazer, não é mesmo? Ohh, mamas e cona gostosas. Ohh, isso, esfrega-me os colhões e punheteia-me um pouco. Ohh, mãos de fada! Com o dinheiro que recebestes não te importas se demorarmos mais um pouco do quarto de hora, pois não?
Provavelmente não. Aqueles amassos e toques nas minhas intimidades eram muito gostosos, o Sr. Silva era querido mas nunca me tratara assim, eu é quem tinha de lhe ensinar tudo se queria ter um orgasmo e mesmo assim nem sempre o conseguia.
- Chupa-me o pau – pediu-me colocando-o mesmo na entrada da minha boca. Cerrei os lábios, aprendera rapidamente a lição.
- Não – lembrei-lhe – O senhor disse-me que se lhe desse um segundo prato não eram só 1000 paus que recebia. E além disso tem a pila a cheirar a mijo. Não a meto na boca.
- E neste teu par de mamocas? Deixas-me esfregar a pila no teu par de mamocas? – perguntou apertando-as.
- Vou ficar com elas sujas e a cheirar a esporra - observei-lhe como se andar com as mamas húmidas de esporra constituísse qualquer problema – Quero mais 200 escudos para o deixar comer-me as mamas.
- Cem.
- 150 – condescendi – e olhe que o seu tempo está a acabar.
Da carteira o sujeito tirou mais 150 escudos que me entregou para o deixar gozar uma espanhola, com as mamas bem apertadinhas.
- Ahh, putazinha – dizia-me com o caralho enterrado nas minhas mamas e batendo-me com a cabeça dele nos queixos sempre que me socava – tinhas razão. Vou-te deixar os marmelos bem pintadinhos com a minha esporra, tanto tesão eles dão à minha piça. Ahh, maminhas duras, provai do meu sarrafo que me venho todo nelas.
Não se veio e ainda bem para mim, embora se tivesse desaleitado com algum gosto nelas, e eu estivesse ali fazendo o papel de profissional do prazer. No entanto para não lhe dar a entender que estava gostando muito daquela espanholada queixei-me.
- Vou ficar com as mamas todas sujas de espora e a cheirar a mijo que não é meu.
- E ainda te vou deixar a pitinha mais suja de esporra, minha lindinha esfomeada – advertiu-me – E vai ser agora que tenho mesmo o caralho prontinho para te enfardar. Mas aqui dentro não, que ainda sujamos os assentos.
Como ainda estivesse deitada sobre os assentos da frente com ele sobre mim, o meu cliente puxou-me pelas pernas até elas ficarem de fora e saiu da viatura onde nu da cintura para baixo se ajoelhou no chão, entre as minhas pernas. Em seguida agarrou sua piça com as mãos.
- Não vais chorar quando ta meter, pois não?
Olha que pergunta mais parva. Que ele a metesse bem fundo queria eu.
- Levanta as pernas, menina – exigiu – Quero as tuas pernas nos meus ombros.
Embora seja a prostituta a estabelecer as regras, em matéria de posições o cliente é quem manda. Coloquei portanto as pernas nos seus ombros e foi ele mesmo quem com as mãos conduziu a piroca para o interior da minha greta feminina depois de me ter tirado a calcinha.
- Toma na coninha, coisinha boa, toma, que já há bastante tempo não vou ao pito a uma estudantezinha espevitada como tu, ohhh, na minha idade só mesmo a cona de uma estudantezinha jovem como tu me consegue fazer subir ao Paraíso, ohhh, que boa cona, tens, ohhh…!
Ainda bem que ele estava gostando já que eu da minha parte também não tinha razões de queixas. Ele já não estava ajoelhado, mas soerguera-se e bombeava-me na pássara com força. Ohhh, que bom, nada que se comparasse com o caralho mal experimentado do Sr. Silva. Além do dinheiro que já recebera, aquela queca valia pelo prazer que me dava. Ohhh …! Siiiim, quero mais! Ohhh, que pila mais gostosa! E que delícia os açoites que o seu par de tomates de macho me estavam dando na coninha quando seu pau se enterrava todo dentro dela. Ohhh, o quarto de hora já se esgotara há muito mas eu nem pensava em reclamar daquele tempo extra, tão bem me achava assim entalada. Gozei como já não gozava desde que deixara de foder com Rodrigo.
- Ahh, minha vadia, ficaste tão húmida com a foda que te dei que me molhaste a piça toda – comentou – Chegou a minha vez de te molhar agora eu com a minha esporrinha.
Foi então que me lembrei.
- O combinado foi que a tiraria fora antes de se vir. Eu não uso nada.
- Fica descansada. Salta para fora do carro que já vais ver como me vou esporrar. Põe-te de joelhos.
Ajoelhada, com a cabeça dando-lhe pela barriga, assisti à punheta que com o caralho apontado à minha cara, ele tocou. Nem pensei em desviar-me. O caralho dele repleto de tesão, com aquele par de tomates rodeados de uma pentelheira que mais parecia carqueja negra, era lindíssimo. E uma vez que ele não se viera dentro de mim, queria muito sentir o contacto da sua esporra quente na minha pele. A esporradela que me deu nos olhos fez com que ficasse a ver tudo branco. As outras já me acertaram na boca e nas faces escorrendo viscosamente por elas como fios espessos de barba
- Abre a boca, vadia e ganhas mais duas notas de 100 – prometeu sempre sem parar de se punhetear e cuspindo leite sobre mim – Não tenho nenhuma doença e não precisas de engolir a minha esporra, basta que me deixes depositar alguns jactos na língua.
Para quem momentos antes não tinha dinheiro nenhum, aquele bocado de fim de tarde já me rendera perto de um conto e meio. Ter uma cona disponível no meio das pernas e uma boca feminina era financeiramente atraente como se estava a ver, pelo que a abri e deixei que os últimos esguichos fossem depositados na minha língua estendida. Estávamos ambos satisfeitíssimos.
O sujeito deu-me os 200 escudos adicionais e trouxe-me de volta ao edifício da Faculdade de Química, mas eu depois de ter ido buscar o manual de Direito Constitucional à Biblioteca já não fui jantar à cantina. Com o dinheiro que o aluguer do corpo me rendera fui ao Mono, uma tasquinha na Alta, onde se comia bem e barato. Foi lá que me encontrou o João, um colega de curso que me conhecia desde os tempos em que eu vivi na República de… João sabia do estado de pobreza em que vivia e por isso ficou admirado vendo-me ali.
- Pelo que vejo, Sandra, a vida corre-te melhor. Ou tiveste quem te pagasse o jantar?
- Mais ou menos -. respondi-lhe – Hoje tive uma primeira experiência profissional que me correu tão bem que me deixou a pensar que era capaz de ser boa ideia desempenhá-la mais vezes.
João olhou para mim, pelo meu aspecto deve ter percebido que eu estivera fodendo pois sem me perguntar que experiência profissional tivera, riu-se e apenas comentou:
- Se te permite matar a fome sem andares a cravar os outros acho que a devias aceitar. Afinal a uma rapariga como tu não lhe falta como ganhar a vida.Pelos vistos não era apenas a avó do meu primeiro cliente a partilhar de tal ideia. Nessa noite no Mono tomei uma resolução. Nunca mais mendigaria junto de ninguém, dinheiro para o jantar na cantina, nem pediria manuais académicos em segunda mão. Antes puta que mendiga ou sem abrigo. Cumpri tal resolução. E pouco mais de um mês depois, graças a referências de uma amiga, já eu trabalhava como prostituta em Amesterdão, no bordel de Mrs. B… Foi o primeiro emprego que tive antes de me formar.
domingo, 23 de maio de 2010
A ESTREIA DE UMA PUTA EM COIMBRA
Postado por
SANDRA SAFADA
às
05:21
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
domingo, 16 de maio de 2010
HUMILHAÇÃO DO TOMÁS NA COZINHA DA REPÚBLICA
Quando cheguei a Coimbra para frequentar o 1º ano do curso de Direito, não tinha onde me alojar pois que o dinheiro que levava comigo não dava para mais de três meses a pão e água. Não fiquei contudo na rua nem passei fome pois por um golpe de sorte conheci o Tomás, um rapaz bexigoso estudante de Medicina e morador na república académica … que me ofereceu guarida no seu quarto. Percebi imediatamente o que ele esperava de mim mas habituada até então a ser fodida pelo meu padrinho e como não tinha onde ficar, aceitei.
Dormi com ele durante dois meses como pagamento do tecto que o Tomás me dispensava e essas foram as piores trepadas da minha vida pois que o futuro médico mal me metia a pila logo se estava a vir. Foram dois meses de insatisfação sexual completa até conhecer o Rodrigo. Este era igualmente estudante de Medicina, mais velho que o Tomás, e tinha acabado de cumprir o tempo de tropa pois que o tinham chamado para servir o Exército antes de concluir a formatura. Rodrigo era um homem dominador e mal soube que eu andava dormindo com o Tomás, a quem ele detestava, logo exigiu que eu lhe passasse a fazer companhia na cama, exigência que passei a satisfazer com agrado. Deixei assim de dormir com o Tomás e embora o meu novo parceiro fosse muito mais bruto que o anterior sabia pelo menos muito bem satisfazer uma mulher, pelo que nunca me queixei da troca apesar de com ele ter ganho a fama da puta da república de .. . Foi com Rodrigo que pratiquei a minha primeira DP, que perdi a virgindade do cu, e que fui fodida em público pela primeira vez depois de uma tentativa de violação na cozinha da república. As coisas passaram-se assim.
Eu fora a primeira moça que o Tomás arranjara em Coimbra, e acho que na vida, e como ele agora se encontrava sem boceta onde se aliviar pois nunca conseguia arranjar namoradas, não ficou nada satisfeito por ter voltado a dormir só. Despeitado para se vingar sempre que me apanhava sozinha na república passava a vida a tentar apalpar-me e a mandar-me bocas, chamando-me de puta fácil e de universitária da perna aberta, a quem ele ainda haveria de voltar a montar. Nunca o fazia na frente do Rodrigo a quem eu já por diversas vezes contara a facilidade com que o Tomás se esporrava quando me metia, nem de nenhum dos seus amigos mais íntimos pois era um covarde e eu para evitar problemas lá em casa durante bastante tempo procurei ignorar as suas atitudes. Mas um dia em que ele conseguiu enfiar a mão por baixo da minha saia e me apalpou a rata dizendo que já a tinha comido e um dia destes voltaria a fazê-lo, achei que as coisas estavam indo longe de mais e além da bofetada que lhe preguei denunciei os seus abusos a Rodrigo que além de meu macho era o presidente da república, na esperança que este conseguisse a sua expulsão.
Rodrigo porém era de outra opinião.
- Com que então o esporra barato quer-te voltar a comer como noutros tempos? Pois bem Sandra, vais ajudar-me a dar-lhe uma lição que o vai fazer compreender que tipos como ele quando querem despejar os tomates o melhor que têm a fazer é irem às mulheres da vida, que essas é que ficam satisfeitas por um homem se vir depressa.
Pensei que Rodrigo o quisesse apanhar em flagrante e receei vir a ser a causa de uma feia briga de galos, mas não foi bem isso que aconteceu. A humilhação do Tomás foi ainda muito maior do que esperava embora a minha reputação também não tenha saído muito bem deste episódio.
Duas ou três noites após esta conversa, já bem depois do jantar, encontrava-me com a restante malta da república a beber umas cervejas no Mono. Tomás não era grande bebedor e foi o primeiro a retirar-se. Foi depois dele sair que Rodrigo de repente me disse:
- Sandra, volta para a república e toma um bom duche que quero ver-te bem cheirosinha quando chegar.
Pensei que aquilo fosse um pretexto para me ter lavadinha para uma boa noite de sexo já que Rodrigo gostava de evidenciar perante todos as fodas que me dava e as posições em que me colocava, e como fazia eu tudo o que ele mandava despedi-me do pessoal e regressei à república onde tratei de tomar um duche, embora algo contrariada por saber que o Tomás provavelmente lá se encontraria e quase de certeza iria tentar algo. De facto estava, já que a luz do quarto dele se encontrava acesa e o rádio ligado por isso entrei sem fazer barulho e despi-me às escuras para não lhe chamar a atenção. No quarto de banho fechei a porta à chave e pendurei o toalhão de modo a tapar a fechadura para ele não me poder espreitar procurando lavar-me o mais rápido e silenciosamente possível para o barulho da água não o atrair. Quando entrei no meu quarto ainda molhada e enrolada no toalhão de banho vi que ele assomou à porta do quarto e como estava sozinha tratei de me vestir o mais rápido possível sempre coberta pelo toalhão. Calcinha preta, saia rodada comprida, uma t-shirt branca e uma blusa estampada pois embora ele já me tivesse visto nua muitas vezes no tempo em que dormia comigo não queria correr o risco de ser surpreendida pelo Tomás em traje de dormir. Uma vez que estava vestida e Rodrigo e os outros não voltavam decidi regressar ao Mono e foi assim que dei de caras com o meu-ex esperando-me no corredor.
Não vou reproduzir o diálogo que se travou, apenas direi que o Tomás me agarrou pelo braço e sempre esfregando-se todo em mim fazendo-me sentir-lhe o caralho teso debaixo das calças puxou-me para ele tentando beijar-me, chamando-me de puta vadia que o tinha trocado só porque Rodrigo me mandara abrir-lhe as pernas. Eu batia-lhe no rosto e no peito mandando-o parar até ele me segurar nos pulsos e empurrar-me contra a parede do corredor.
- Quieta, puta – seus pés pisaram os meus para não lhe poder desferir nenhum pontapé nas canelas ou nos tomates e completamente encostado a mim beijava-me agora o pescoço e o peito – Puta, há quanto tempo não me deixas provar-te? E que saudades eu tenho de te comer. Vês como estou teso com fome do teu buraquinho? Hoje não te vais negar a mim.
Rápido como era a foder não admirava que me conseguisse dar uma queca antes de Rodrigo e os outros chegarem se estes demorassem mais de um minuto. Não foi isso que felizmente aconteceu. O Tomás dizendo-me que já que eu gostava de homens brutos me ia mostrar o que era ser bruto, puxou-me pelos braços arrastando-me na direcção da cozinha que era a divisão mais próxima.
- Vou-te comer em cima da mesa da cozinha, puta – disse-me – Foi na cozinha que o Rodrigo te exigiu que passasses a dormir com ele quando eras a minha miúda, não foi? Pois vai ser na cozinha que vou comer a puta dele.
Eu ia-o arranhando mas mesmo assim ele conseguiu arrastar-me até à cozinha e deitar-me na mesa com o peito para baixo fincando-me os cotovelos nas costas.
- Vou-te foder por trás, à cão, vadia – rosnou – O Rodrigo diz que te fode muitas vezes por trás. E até o cu te come, não come puta? A mim nunca me deixaste ir-te por trás apesar do que me deves.
As suas mãos já me estavam levantando a saia e me faziam descer a calcinha. Quando conseguiu puxar-ma para baixo com a mão livre abriu o fecho e tirou a pila para fora esfregando-ma nas coxas.
- Que saudades o meu caralho tinha das tuas coxinhas gordinhas, Sandra – dizia-me ele – E da tua coninha, então…E tu, também tinhas saudades dele?
Eu já arrependida de ter voltado para a república procurava humilhá-lo. Chamando-lhe de esporrador precoce que demorara mais tempo a arrastar-me à força para a cozinha e a tirar-me a calcinha do que o que ia demorar a comer-me já pensava que não ia ter jeito de não dar para ele, ainda que na base da força. Foi por isso com um grande sentimento de alívio que quando o Tomás esfregava a sua palma da mão aberta na minha greta do entre pernas ouvi a voz de Rodrigo na porta perguntando o que aquilo queria dizer. Virei a cabeça na sua direcção e vi que vinha acompanhado dos restantes repúblicos e de mais alguns amigos que tinham estado connosco no Mono.
Covarde como era, o Tomás ficou todo atrapalhado. Embora a tivesse grande tratou de guardar a pila até porque estavam ali algumas raparigas e ainda disse que tinha sido eu a desafiá-lo para me montar em cima da mesa da cozinha. Ia negar tudo como era evidente mas o Rodrigo não me deixou falar.
- Não acredito que a Sandra tendo-me a mim para a montar, e depois de ter dormido já contigo alguns meses te fosse pedir tal coisa. E sabes porquê? Porque tenho a certeza de ser muito mais eficiente do que tu a cobri-la já que além de te fechares no banheiro batendo punhetas nunca ninguém te vê com miúdas no quarto. Nem às putas vais. Se queres que te diga, Tomás, a ideia que faço da tua capacidade de foder é que deves ser o tipo de homem para quem até os colhões estorvam na hora de montares uma mulher. Queres ver porque razão a Sandra te trocou por mim? Querem ver todos? Então deixem-se estar que vou foder com a Sandra na vossa frente e quero que me digam se há muitos homens a fazerem-no como eu o faço.
A maioria das moças presentes, namoradas dos outros repúblicos, disse logo não querer ficar a ver aquela sessão de sexo ao vivo, o que fez os namoradas imitá-las. Mas os rapazes que não tinham namoradas presentes e que eram uns sete ou oito, e quatro das moças, quase todos estudantes de Medicina, ficaram.
- Então vou-vos mostrar como um homem consola uma mulher. – disse Rodrigo. – E tu Sandrinha para me estimulares ainda mais o desempenho é melhor começares por me lamberes muito bem o instrumento.
Dando a volta à mesa para se acercar da minha cabeça Rodrigo baixou as calças e sem qualquer pudor chegou-me o caralho na boca. As moças algo constrangidas desviaram o olhar para não lhe verem o membro erecto. Eu também estava algo embaraçada já que nunca fodera nem chupara com gente a assistir e até me tentara opor mas quando Rodrigo antes de mo meter na boca me começou a bater com ele na cara chamando-me de putazinha gostosa todo a timidez me desapareceu.
- Chupa-me putazinha deliciosa, mostra a estas meninas como se chupa o caralho de um homem e a estes meninos o que é ter uma mulher que nos sabe chupar bem o caralho e os tomates.
Com o peito deitado em cima da mesa fiz-lhe um gargarejo que o deixou tesíssimo. Os rapazes vendo aquilo deviam também estar no ponto de rebuçado e não fosse a presença das colegas estou certa que muitos deles se masturbariam ali. Então o Tomás, pelo que eu conhecia dele, devia estar pingando tanto nas cuecas que já as devia ter todas molhadas.
- Então o Tomás queria-te comer por trás? Pois também te como por trás – e ao mudar de posição, dando a volta à mesa, exibia o seu caralho insuflado. As moças mais uma vez procuraram desviar os olhos mas Rodrigo exibicionista como era chamou-lhes a atenção para ele.
- Que é isso? Se querem comprovar como um homem de verdade fode uma mulher não podem ter vergonha de ver uma piça com tesão. Ainda para mais estudantes de Medicina.
As moças coradas mas progressivamente mais à vontade lá lançaram uma olhada ao caralho do Rodrigo, rindo-se muito e confirmando que de facto a olho nu ele parecia um ferro tão teso se encontrava. Como fiquei orgulhosa por as ouvir dizendo aquilo.
Rodrigo pôs-se então atrás de mim e levando-me a saia até aos quadris penetrou-me com um dedo, vagarosamente fazendo-me gemer de prazer.
- É assim que se começa por satisfazer uma mulher, Tomás – gabou-se – Vou-te abrir um pouco esta rachinha minha putazinha deliciosa. Vais precisar de a ter bem aberta já que quero meter muito nela.
Quando mo meteu, desabotoou-me a blusa e levantou-me a t-shirt interior apalpando-me as mamas até as deixar durinhas.
- Estás tão tesa como eu, não estás putazinha deliciosa? Então toma lá pau e goza nele – e os seus movimentos de vaivém dando-me na rata por trás eram mel para o meu corpo. Huuumm, haverá alguma coisa melhor do que aquilo? Para mais Rodrigo tinha uma maneira curiosa de foder que nunca vi em mais homem nenhum. À medida que o seu caralho entrava em mim ele deixava sair pequenos jactos de esperma mas sem se vir todo de uma vez o que me fazia dizer-lhe que ele se esporrava a conta-gotas. Mas eu adorava aquilo e com as mãos dele mas minhas mamas não demorei muito a gozar. Huuumm!
- Já, minha putazinha? – comentou Rodrigo –Estavas mesmo a precisar de pau. Mas eu não te tenho faltado com o meu.
Era verdade. Quase todas as noites o Rodrigo me dava uma queca. Este voltou-se então para a nossa assistência chamando-lhes a atenção para o facto e para o seu cacete ainda estar bem insuflado.
- Como notaram a Sandra já se veio e eu ainda continuo com os tomates cheios. O que quer dizer que a foda ainda não acabou e que ela ainda vai voltar a gozar comigo.
Mandou-me então voltar de barriga para o alto em cima da mesa e desta vez tirando o resto da roupa que o cobria, o que fez as quatro moças voltarem a corar e a desviarem o olhar embaraçadas, começou a beijar-me e a trincar-me as orelhas e o pescoço descendo por ele abaixo até às minhas coxas semi-tapadas pela saia. Alguns dos rapazes pediram-lhe que ma removesse mas Rodrigo não lhes fez a vontade.
- Isso queriam vocês! – observou-lhes – Estão tão pouco habituados a verem a rata a uma moça que se eu tirasse a saia à Sandra aposto que sujavam logo as calças – esta observação verdadeira fez com que agora fossem pelo menos alguns deles a ficarem corados e as moça a rirem-se.
Quando Rodrigo me começou beijando as coxas, e apesar da presença deles, não se inibiu de me fazer um curto minete que me voltou a despertar o tesão mas que motivou alguns comentários dos rapazes, do género que eu era uma mulher com sorte pois que tinha um homem que não se importava de me passar o chão da minha privada a pano e que ele até com a boca gostava de provar da minha latrina. Mas o que me soube mesmo bem foi quando Rodrigo depois de me beijar os mamilos os começou a trincar levemente e os sugou como se fosse um bebé mamando neles. Ohhh! Adoro que me mexam nas mamas.
- As pernas ao alto, tesuda – ordenou-me no final. Mas não tive de as levantar pois ele mesmo se encarregou de o fazer com as suas mãos agarradas aos meus joelhos e naquela posição fodeu-me demoradamente. De vez em quando tirava o cacete fora, esfregando-o nos meus lábios e nas minhas coxas, voltando-o a meter, enquanto com a boca me voltava a morder as mamas. Eu delirava de prazer sentindo-lhe o pau entrando e saindo sempre duro e forte, e os seus pequenos jactos de esporra quente e húmido molhando-me o canal.
- Aprende Tomás – dizia Rodrigo entusiasmado – é assim que se fode uma mulher, não é meninas? É assim que a Sandra gosta que a fodam. Aposto que os vossos namorados nunca vos foderam assim.
Os rapazes estavam excitadíssimos pois se tinham sentado e estavam de pernas cruzadas para não se lhes ver o inchaço genital. As moças também deviam estar e mais uma vez procuravam desviar o olhar das cenas mais quentes mas eu agora estava completamente à vontade. Senti que me estava novamente começando a vir-me. Rodrigo também já ameaçava o jorro final.
- De pé, Sandrinha – disse saindo de cima de mim – vou-me vir de pé para que todos vejam o meu gozo escorrer por ti abaixo.
Com os seus braços em cadeira como gostava de os colocar quando me fodia em pé, carregou-me até à parede, encostou-me a ela e eu com o meu pé direito encostado ao seu pescoço deixei que me penetrasse pela terceira vez até gozarmos ambos em simultâneo.
- Cheguem um bocado de papel senão o chão vai ficar cheio de esporra – ordenou Rodrigo no final, ainda eu estava sentada nos seus braços, as costas na parede fria, seu caralho murchando ia saindo de dentro da minha vagina muito lentamente e aquele leitinho que tão bem me soubera também. Dois dos rapazes estenderam uma toalha de papel entre os nossos pés, tendo aproveitado para me darem uma espreitadela à minha vagina sem o Rodrigo se aperceber. Depois vestindo as calças mandou-me lavar as partes mas não me demorasse o que mais uma vez tratei de fazer. Alguns dos presentes incluindo as quatro raparigas quiseram sair também, os rapazes provavelmente para tocar punheta ou para irem arranjar parceira com quem tentar fazer o mesmo, mas Rodrigo não o consentiu dizendo que o espectáculo ainda não acabara. Quando voltei à cozinha percebi que Rodrigo se gabava dos seus talentos de fodilhão e por isso não tinha problemas em que lhe vissem a ferramenta ou que o vissem em acção como acabara de provar.
- Não sei é se todos os meninos presentes poderão dizer o mesmo – continuou mal me viu entrar – Em especial os que têm o costume de mandar bocas e apalpar as namoradas dos outros quando os namorados não estão. Tomás, há pouco quando não estava ninguém na república quiseste comer a Sandra, não quiseste? Pelo que me pareceu ela não estava com a mesma vontade que tu, mas mesmo assim quiseste comê-la. Segundo ela diz quando a comias nunca a fizeste gozar um orgasmo. Pois bem, prova-nos que as acusações dela são falsas. Se não te passou o tesão, se a presença de público não te inibe, e ainda se não tens nos teus atributos de macho nada a esconder de ninguém, então faz agora o que não fizeste há pouco e come-a. Mas na frente de todos como eu fiz e não te comportes como um tarado para nos mostrares que és tão capaz de o fazer como eu. Já vistes como a Sandra gosta que a fodam por isso não te acanhes e afinfa-lhe como um homem se é que o és. E se a conseguires foder como eu então eu devolvo-ta e podes voltar a dormir com ela. Vamos. Podes mandar colocá-la na posição em que a querias foder quando entramos.
Tentei opor-me pois ele me estava tratando como uma vulgar mercadoria embora a proposta de Rodrigo me tivesse deixado algo entesada mas este ameaçou de imediato expulsar-me da república. Submeti-me não tanto por medo da ameaça mas por ter a certeza que Tomás depois daquilo que vira esporrar-se-ia todo só de encostar a pila na minha greta.
A maioria dos rapazes alinhou pelos argumentos de Rodrigo e Tomás pressionado por eles não quis dar parte de fraco embora já devesse saber que ia sair-se mal. Dizendo ser tão macho como o primeiro para me comer, baixou as calças mostrando a todos ter o caralho quase tão grande como o do Rodrigo, embora estivesse de facto bastante melado, e mandou-me colocar na posição em que me colocara quando foi surpreendido. Em seguida baixou-me a saia e a calcinha expondo a todos o meu rabo o que confesso não me agradou.
- Abre as pernas – obedeci-lhe embora procurando apertar ao máximo os músculos vaginais para lhe dificultar a penetração e fazê-lo esporrar-se mais depressa, truque que mais tarde como prostituta voltaria a usar mais vezes, em especial quando os clientes eram rapazes inexperientes. Em todo o caso não foi preciso tal expediente. Tomás estava excitadíssimo e assim mal começou a esfregar o seu bacamarte na minha brecha do prazer logo lhe senti a cabeça tremendo e em dez segundos ou menos, antes mesmo de a meter, já se vinha envergonhadíssimo tanto mais que estavam moças testemunhando a sua fraqueza.
- Ò Tomás, foder é bom, não foi? – comentou Rodrigo fazendo todos rirem-se – O Lucky Luke dispara mais rápido que a sombra mas tu esporras-te mais depressa do que levas a meter a piça. Agora é que o chão e a mesa da cozinha vão ficar sujos de esporra. Não admira que com a pressa com que despejas a Sandra te tenha trocado por outro homem na primeira oportunidade. E vocês meninas digam lá se não faziam o mesmo.
Com excepção da São, uma brasileira, as restantes três estavam demasiado embaraçadas de novo para dizerem fosse o que fosse. Tomás tentou defender-se, dizendo que se excitara demasiado e que eu apertara as coxas propositadamente para o fazer despejar e que se o Rodrigo permitisse que eu o chupasse ele voltaria a ficar com a piça em pé e então eles poderiam ver se ele sabia foder ou não, mas Rodrigo dizendo-lhe que ele perdera a sua oportunidade de provar que era homem mandou-o subir as calças e limpar o chão. Foi o primeiro homem que humilhei e a fama de esporrador precoce que tal humilhação valeu a Tomás fez-me sentir vingada da sua tentativa de violação e das suas apalpadelas furtivas. Foi a partir dessa noite que na república o Tomás ganhou a alcunha de Lucky Luke da esporrradela.
Nessa noite voltamos ao Mono que só fechava às duas da manhã, mas Tomás encerrou-se no quarto e durante uns dias só saiu dele para comer. Pelo menos nessa noite já aliviara os tomates e não precisaria de bater punheta. O mesmo não posso dizer dos outros três rapazes que assistiram à minha trepada com Rodrigo e que viviam na república. Nessa noite antes de se deitarem fizeram fila à porta da casa de banho e pelo tempo que cada um demorou podia ter a certeza que não estavam apenas a despejar a bexiga. Pelos vistos e apesar das quatro parceiras que também tinham estado na cozinha connosco, nenhum deles arranjou fêmea disponível a aliviá-los na cama pelo que tiveram de se desenrascar à mão estimulados com as imagens que lhes proporcionáramos. Rodrigo quando nos fomos deitar e viu dois deles perfilados à espera de vez na porta da casa de banho trancada ainda lhes fez uma sugestão que eles não aceitaram.
- Eu nem à porta de uma casa de putas esperaria tanto tempo para foder, quanto mais para esfolar uma punheta como me parece é isso que vão fazer. Porque não fazem como eu e a Sandra fizemos e não a tocam todos juntos?
Um deles, o Berto, olhou para mim e pelo olhar entendi o que ele quis dizer. Nenhum homem gosta de tocar punhetas em público. Já foder com a namorada do presidente da república estudantil, isto é eu, seria outra coisa. Se Rodrigo em vez de mandar o Tomás fazê-lo tivesse mandado qualquer um deles comer-me, tenho a certeza que o final desta história teria sido diferente.
Dormi com ele durante dois meses como pagamento do tecto que o Tomás me dispensava e essas foram as piores trepadas da minha vida pois que o futuro médico mal me metia a pila logo se estava a vir. Foram dois meses de insatisfação sexual completa até conhecer o Rodrigo. Este era igualmente estudante de Medicina, mais velho que o Tomás, e tinha acabado de cumprir o tempo de tropa pois que o tinham chamado para servir o Exército antes de concluir a formatura. Rodrigo era um homem dominador e mal soube que eu andava dormindo com o Tomás, a quem ele detestava, logo exigiu que eu lhe passasse a fazer companhia na cama, exigência que passei a satisfazer com agrado. Deixei assim de dormir com o Tomás e embora o meu novo parceiro fosse muito mais bruto que o anterior sabia pelo menos muito bem satisfazer uma mulher, pelo que nunca me queixei da troca apesar de com ele ter ganho a fama da puta da república de .. . Foi com Rodrigo que pratiquei a minha primeira DP, que perdi a virgindade do cu, e que fui fodida em público pela primeira vez depois de uma tentativa de violação na cozinha da república. As coisas passaram-se assim.
Eu fora a primeira moça que o Tomás arranjara em Coimbra, e acho que na vida, e como ele agora se encontrava sem boceta onde se aliviar pois nunca conseguia arranjar namoradas, não ficou nada satisfeito por ter voltado a dormir só. Despeitado para se vingar sempre que me apanhava sozinha na república passava a vida a tentar apalpar-me e a mandar-me bocas, chamando-me de puta fácil e de universitária da perna aberta, a quem ele ainda haveria de voltar a montar. Nunca o fazia na frente do Rodrigo a quem eu já por diversas vezes contara a facilidade com que o Tomás se esporrava quando me metia, nem de nenhum dos seus amigos mais íntimos pois era um covarde e eu para evitar problemas lá em casa durante bastante tempo procurei ignorar as suas atitudes. Mas um dia em que ele conseguiu enfiar a mão por baixo da minha saia e me apalpou a rata dizendo que já a tinha comido e um dia destes voltaria a fazê-lo, achei que as coisas estavam indo longe de mais e além da bofetada que lhe preguei denunciei os seus abusos a Rodrigo que além de meu macho era o presidente da república, na esperança que este conseguisse a sua expulsão.
Rodrigo porém era de outra opinião.
- Com que então o esporra barato quer-te voltar a comer como noutros tempos? Pois bem Sandra, vais ajudar-me a dar-lhe uma lição que o vai fazer compreender que tipos como ele quando querem despejar os tomates o melhor que têm a fazer é irem às mulheres da vida, que essas é que ficam satisfeitas por um homem se vir depressa.
Pensei que Rodrigo o quisesse apanhar em flagrante e receei vir a ser a causa de uma feia briga de galos, mas não foi bem isso que aconteceu. A humilhação do Tomás foi ainda muito maior do que esperava embora a minha reputação também não tenha saído muito bem deste episódio.
Duas ou três noites após esta conversa, já bem depois do jantar, encontrava-me com a restante malta da república a beber umas cervejas no Mono. Tomás não era grande bebedor e foi o primeiro a retirar-se. Foi depois dele sair que Rodrigo de repente me disse:
- Sandra, volta para a república e toma um bom duche que quero ver-te bem cheirosinha quando chegar.
Pensei que aquilo fosse um pretexto para me ter lavadinha para uma boa noite de sexo já que Rodrigo gostava de evidenciar perante todos as fodas que me dava e as posições em que me colocava, e como fazia eu tudo o que ele mandava despedi-me do pessoal e regressei à república onde tratei de tomar um duche, embora algo contrariada por saber que o Tomás provavelmente lá se encontraria e quase de certeza iria tentar algo. De facto estava, já que a luz do quarto dele se encontrava acesa e o rádio ligado por isso entrei sem fazer barulho e despi-me às escuras para não lhe chamar a atenção. No quarto de banho fechei a porta à chave e pendurei o toalhão de modo a tapar a fechadura para ele não me poder espreitar procurando lavar-me o mais rápido e silenciosamente possível para o barulho da água não o atrair. Quando entrei no meu quarto ainda molhada e enrolada no toalhão de banho vi que ele assomou à porta do quarto e como estava sozinha tratei de me vestir o mais rápido possível sempre coberta pelo toalhão. Calcinha preta, saia rodada comprida, uma t-shirt branca e uma blusa estampada pois embora ele já me tivesse visto nua muitas vezes no tempo em que dormia comigo não queria correr o risco de ser surpreendida pelo Tomás em traje de dormir. Uma vez que estava vestida e Rodrigo e os outros não voltavam decidi regressar ao Mono e foi assim que dei de caras com o meu-ex esperando-me no corredor.
Não vou reproduzir o diálogo que se travou, apenas direi que o Tomás me agarrou pelo braço e sempre esfregando-se todo em mim fazendo-me sentir-lhe o caralho teso debaixo das calças puxou-me para ele tentando beijar-me, chamando-me de puta vadia que o tinha trocado só porque Rodrigo me mandara abrir-lhe as pernas. Eu batia-lhe no rosto e no peito mandando-o parar até ele me segurar nos pulsos e empurrar-me contra a parede do corredor.
- Quieta, puta – seus pés pisaram os meus para não lhe poder desferir nenhum pontapé nas canelas ou nos tomates e completamente encostado a mim beijava-me agora o pescoço e o peito – Puta, há quanto tempo não me deixas provar-te? E que saudades eu tenho de te comer. Vês como estou teso com fome do teu buraquinho? Hoje não te vais negar a mim.
Rápido como era a foder não admirava que me conseguisse dar uma queca antes de Rodrigo e os outros chegarem se estes demorassem mais de um minuto. Não foi isso que felizmente aconteceu. O Tomás dizendo-me que já que eu gostava de homens brutos me ia mostrar o que era ser bruto, puxou-me pelos braços arrastando-me na direcção da cozinha que era a divisão mais próxima.
- Vou-te comer em cima da mesa da cozinha, puta – disse-me – Foi na cozinha que o Rodrigo te exigiu que passasses a dormir com ele quando eras a minha miúda, não foi? Pois vai ser na cozinha que vou comer a puta dele.
Eu ia-o arranhando mas mesmo assim ele conseguiu arrastar-me até à cozinha e deitar-me na mesa com o peito para baixo fincando-me os cotovelos nas costas.
- Vou-te foder por trás, à cão, vadia – rosnou – O Rodrigo diz que te fode muitas vezes por trás. E até o cu te come, não come puta? A mim nunca me deixaste ir-te por trás apesar do que me deves.
As suas mãos já me estavam levantando a saia e me faziam descer a calcinha. Quando conseguiu puxar-ma para baixo com a mão livre abriu o fecho e tirou a pila para fora esfregando-ma nas coxas.
- Que saudades o meu caralho tinha das tuas coxinhas gordinhas, Sandra – dizia-me ele – E da tua coninha, então…E tu, também tinhas saudades dele?
Eu já arrependida de ter voltado para a república procurava humilhá-lo. Chamando-lhe de esporrador precoce que demorara mais tempo a arrastar-me à força para a cozinha e a tirar-me a calcinha do que o que ia demorar a comer-me já pensava que não ia ter jeito de não dar para ele, ainda que na base da força. Foi por isso com um grande sentimento de alívio que quando o Tomás esfregava a sua palma da mão aberta na minha greta do entre pernas ouvi a voz de Rodrigo na porta perguntando o que aquilo queria dizer. Virei a cabeça na sua direcção e vi que vinha acompanhado dos restantes repúblicos e de mais alguns amigos que tinham estado connosco no Mono.
Covarde como era, o Tomás ficou todo atrapalhado. Embora a tivesse grande tratou de guardar a pila até porque estavam ali algumas raparigas e ainda disse que tinha sido eu a desafiá-lo para me montar em cima da mesa da cozinha. Ia negar tudo como era evidente mas o Rodrigo não me deixou falar.
- Não acredito que a Sandra tendo-me a mim para a montar, e depois de ter dormido já contigo alguns meses te fosse pedir tal coisa. E sabes porquê? Porque tenho a certeza de ser muito mais eficiente do que tu a cobri-la já que além de te fechares no banheiro batendo punhetas nunca ninguém te vê com miúdas no quarto. Nem às putas vais. Se queres que te diga, Tomás, a ideia que faço da tua capacidade de foder é que deves ser o tipo de homem para quem até os colhões estorvam na hora de montares uma mulher. Queres ver porque razão a Sandra te trocou por mim? Querem ver todos? Então deixem-se estar que vou foder com a Sandra na vossa frente e quero que me digam se há muitos homens a fazerem-no como eu o faço.
A maioria das moças presentes, namoradas dos outros repúblicos, disse logo não querer ficar a ver aquela sessão de sexo ao vivo, o que fez os namoradas imitá-las. Mas os rapazes que não tinham namoradas presentes e que eram uns sete ou oito, e quatro das moças, quase todos estudantes de Medicina, ficaram.
- Então vou-vos mostrar como um homem consola uma mulher. – disse Rodrigo. – E tu Sandrinha para me estimulares ainda mais o desempenho é melhor começares por me lamberes muito bem o instrumento.
Dando a volta à mesa para se acercar da minha cabeça Rodrigo baixou as calças e sem qualquer pudor chegou-me o caralho na boca. As moças algo constrangidas desviaram o olhar para não lhe verem o membro erecto. Eu também estava algo embaraçada já que nunca fodera nem chupara com gente a assistir e até me tentara opor mas quando Rodrigo antes de mo meter na boca me começou a bater com ele na cara chamando-me de putazinha gostosa todo a timidez me desapareceu.
- Chupa-me putazinha deliciosa, mostra a estas meninas como se chupa o caralho de um homem e a estes meninos o que é ter uma mulher que nos sabe chupar bem o caralho e os tomates.
Com o peito deitado em cima da mesa fiz-lhe um gargarejo que o deixou tesíssimo. Os rapazes vendo aquilo deviam também estar no ponto de rebuçado e não fosse a presença das colegas estou certa que muitos deles se masturbariam ali. Então o Tomás, pelo que eu conhecia dele, devia estar pingando tanto nas cuecas que já as devia ter todas molhadas.
- Então o Tomás queria-te comer por trás? Pois também te como por trás – e ao mudar de posição, dando a volta à mesa, exibia o seu caralho insuflado. As moças mais uma vez procuraram desviar os olhos mas Rodrigo exibicionista como era chamou-lhes a atenção para ele.
- Que é isso? Se querem comprovar como um homem de verdade fode uma mulher não podem ter vergonha de ver uma piça com tesão. Ainda para mais estudantes de Medicina.
As moças coradas mas progressivamente mais à vontade lá lançaram uma olhada ao caralho do Rodrigo, rindo-se muito e confirmando que de facto a olho nu ele parecia um ferro tão teso se encontrava. Como fiquei orgulhosa por as ouvir dizendo aquilo.
Rodrigo pôs-se então atrás de mim e levando-me a saia até aos quadris penetrou-me com um dedo, vagarosamente fazendo-me gemer de prazer.
- É assim que se começa por satisfazer uma mulher, Tomás – gabou-se – Vou-te abrir um pouco esta rachinha minha putazinha deliciosa. Vais precisar de a ter bem aberta já que quero meter muito nela.
Quando mo meteu, desabotoou-me a blusa e levantou-me a t-shirt interior apalpando-me as mamas até as deixar durinhas.
- Estás tão tesa como eu, não estás putazinha deliciosa? Então toma lá pau e goza nele – e os seus movimentos de vaivém dando-me na rata por trás eram mel para o meu corpo. Huuumm, haverá alguma coisa melhor do que aquilo? Para mais Rodrigo tinha uma maneira curiosa de foder que nunca vi em mais homem nenhum. À medida que o seu caralho entrava em mim ele deixava sair pequenos jactos de esperma mas sem se vir todo de uma vez o que me fazia dizer-lhe que ele se esporrava a conta-gotas. Mas eu adorava aquilo e com as mãos dele mas minhas mamas não demorei muito a gozar. Huuumm!
- Já, minha putazinha? – comentou Rodrigo –Estavas mesmo a precisar de pau. Mas eu não te tenho faltado com o meu.
Era verdade. Quase todas as noites o Rodrigo me dava uma queca. Este voltou-se então para a nossa assistência chamando-lhes a atenção para o facto e para o seu cacete ainda estar bem insuflado.
- Como notaram a Sandra já se veio e eu ainda continuo com os tomates cheios. O que quer dizer que a foda ainda não acabou e que ela ainda vai voltar a gozar comigo.
Mandou-me então voltar de barriga para o alto em cima da mesa e desta vez tirando o resto da roupa que o cobria, o que fez as quatro moças voltarem a corar e a desviarem o olhar embaraçadas, começou a beijar-me e a trincar-me as orelhas e o pescoço descendo por ele abaixo até às minhas coxas semi-tapadas pela saia. Alguns dos rapazes pediram-lhe que ma removesse mas Rodrigo não lhes fez a vontade.
- Isso queriam vocês! – observou-lhes – Estão tão pouco habituados a verem a rata a uma moça que se eu tirasse a saia à Sandra aposto que sujavam logo as calças – esta observação verdadeira fez com que agora fossem pelo menos alguns deles a ficarem corados e as moça a rirem-se.
Quando Rodrigo me começou beijando as coxas, e apesar da presença deles, não se inibiu de me fazer um curto minete que me voltou a despertar o tesão mas que motivou alguns comentários dos rapazes, do género que eu era uma mulher com sorte pois que tinha um homem que não se importava de me passar o chão da minha privada a pano e que ele até com a boca gostava de provar da minha latrina. Mas o que me soube mesmo bem foi quando Rodrigo depois de me beijar os mamilos os começou a trincar levemente e os sugou como se fosse um bebé mamando neles. Ohhh! Adoro que me mexam nas mamas.
- As pernas ao alto, tesuda – ordenou-me no final. Mas não tive de as levantar pois ele mesmo se encarregou de o fazer com as suas mãos agarradas aos meus joelhos e naquela posição fodeu-me demoradamente. De vez em quando tirava o cacete fora, esfregando-o nos meus lábios e nas minhas coxas, voltando-o a meter, enquanto com a boca me voltava a morder as mamas. Eu delirava de prazer sentindo-lhe o pau entrando e saindo sempre duro e forte, e os seus pequenos jactos de esporra quente e húmido molhando-me o canal.
- Aprende Tomás – dizia Rodrigo entusiasmado – é assim que se fode uma mulher, não é meninas? É assim que a Sandra gosta que a fodam. Aposto que os vossos namorados nunca vos foderam assim.
Os rapazes estavam excitadíssimos pois se tinham sentado e estavam de pernas cruzadas para não se lhes ver o inchaço genital. As moças também deviam estar e mais uma vez procuravam desviar o olhar das cenas mais quentes mas eu agora estava completamente à vontade. Senti que me estava novamente começando a vir-me. Rodrigo também já ameaçava o jorro final.
- De pé, Sandrinha – disse saindo de cima de mim – vou-me vir de pé para que todos vejam o meu gozo escorrer por ti abaixo.
Com os seus braços em cadeira como gostava de os colocar quando me fodia em pé, carregou-me até à parede, encostou-me a ela e eu com o meu pé direito encostado ao seu pescoço deixei que me penetrasse pela terceira vez até gozarmos ambos em simultâneo.
- Cheguem um bocado de papel senão o chão vai ficar cheio de esporra – ordenou Rodrigo no final, ainda eu estava sentada nos seus braços, as costas na parede fria, seu caralho murchando ia saindo de dentro da minha vagina muito lentamente e aquele leitinho que tão bem me soubera também. Dois dos rapazes estenderam uma toalha de papel entre os nossos pés, tendo aproveitado para me darem uma espreitadela à minha vagina sem o Rodrigo se aperceber. Depois vestindo as calças mandou-me lavar as partes mas não me demorasse o que mais uma vez tratei de fazer. Alguns dos presentes incluindo as quatro raparigas quiseram sair também, os rapazes provavelmente para tocar punheta ou para irem arranjar parceira com quem tentar fazer o mesmo, mas Rodrigo não o consentiu dizendo que o espectáculo ainda não acabara. Quando voltei à cozinha percebi que Rodrigo se gabava dos seus talentos de fodilhão e por isso não tinha problemas em que lhe vissem a ferramenta ou que o vissem em acção como acabara de provar.
- Não sei é se todos os meninos presentes poderão dizer o mesmo – continuou mal me viu entrar – Em especial os que têm o costume de mandar bocas e apalpar as namoradas dos outros quando os namorados não estão. Tomás, há pouco quando não estava ninguém na república quiseste comer a Sandra, não quiseste? Pelo que me pareceu ela não estava com a mesma vontade que tu, mas mesmo assim quiseste comê-la. Segundo ela diz quando a comias nunca a fizeste gozar um orgasmo. Pois bem, prova-nos que as acusações dela são falsas. Se não te passou o tesão, se a presença de público não te inibe, e ainda se não tens nos teus atributos de macho nada a esconder de ninguém, então faz agora o que não fizeste há pouco e come-a. Mas na frente de todos como eu fiz e não te comportes como um tarado para nos mostrares que és tão capaz de o fazer como eu. Já vistes como a Sandra gosta que a fodam por isso não te acanhes e afinfa-lhe como um homem se é que o és. E se a conseguires foder como eu então eu devolvo-ta e podes voltar a dormir com ela. Vamos. Podes mandar colocá-la na posição em que a querias foder quando entramos.
Tentei opor-me pois ele me estava tratando como uma vulgar mercadoria embora a proposta de Rodrigo me tivesse deixado algo entesada mas este ameaçou de imediato expulsar-me da república. Submeti-me não tanto por medo da ameaça mas por ter a certeza que Tomás depois daquilo que vira esporrar-se-ia todo só de encostar a pila na minha greta.
A maioria dos rapazes alinhou pelos argumentos de Rodrigo e Tomás pressionado por eles não quis dar parte de fraco embora já devesse saber que ia sair-se mal. Dizendo ser tão macho como o primeiro para me comer, baixou as calças mostrando a todos ter o caralho quase tão grande como o do Rodrigo, embora estivesse de facto bastante melado, e mandou-me colocar na posição em que me colocara quando foi surpreendido. Em seguida baixou-me a saia e a calcinha expondo a todos o meu rabo o que confesso não me agradou.
- Abre as pernas – obedeci-lhe embora procurando apertar ao máximo os músculos vaginais para lhe dificultar a penetração e fazê-lo esporrar-se mais depressa, truque que mais tarde como prostituta voltaria a usar mais vezes, em especial quando os clientes eram rapazes inexperientes. Em todo o caso não foi preciso tal expediente. Tomás estava excitadíssimo e assim mal começou a esfregar o seu bacamarte na minha brecha do prazer logo lhe senti a cabeça tremendo e em dez segundos ou menos, antes mesmo de a meter, já se vinha envergonhadíssimo tanto mais que estavam moças testemunhando a sua fraqueza.
- Ò Tomás, foder é bom, não foi? – comentou Rodrigo fazendo todos rirem-se – O Lucky Luke dispara mais rápido que a sombra mas tu esporras-te mais depressa do que levas a meter a piça. Agora é que o chão e a mesa da cozinha vão ficar sujos de esporra. Não admira que com a pressa com que despejas a Sandra te tenha trocado por outro homem na primeira oportunidade. E vocês meninas digam lá se não faziam o mesmo.
Com excepção da São, uma brasileira, as restantes três estavam demasiado embaraçadas de novo para dizerem fosse o que fosse. Tomás tentou defender-se, dizendo que se excitara demasiado e que eu apertara as coxas propositadamente para o fazer despejar e que se o Rodrigo permitisse que eu o chupasse ele voltaria a ficar com a piça em pé e então eles poderiam ver se ele sabia foder ou não, mas Rodrigo dizendo-lhe que ele perdera a sua oportunidade de provar que era homem mandou-o subir as calças e limpar o chão. Foi o primeiro homem que humilhei e a fama de esporrador precoce que tal humilhação valeu a Tomás fez-me sentir vingada da sua tentativa de violação e das suas apalpadelas furtivas. Foi a partir dessa noite que na república o Tomás ganhou a alcunha de Lucky Luke da esporrradela.
Nessa noite voltamos ao Mono que só fechava às duas da manhã, mas Tomás encerrou-se no quarto e durante uns dias só saiu dele para comer. Pelo menos nessa noite já aliviara os tomates e não precisaria de bater punheta. O mesmo não posso dizer dos outros três rapazes que assistiram à minha trepada com Rodrigo e que viviam na república. Nessa noite antes de se deitarem fizeram fila à porta da casa de banho e pelo tempo que cada um demorou podia ter a certeza que não estavam apenas a despejar a bexiga. Pelos vistos e apesar das quatro parceiras que também tinham estado na cozinha connosco, nenhum deles arranjou fêmea disponível a aliviá-los na cama pelo que tiveram de se desenrascar à mão estimulados com as imagens que lhes proporcionáramos. Rodrigo quando nos fomos deitar e viu dois deles perfilados à espera de vez na porta da casa de banho trancada ainda lhes fez uma sugestão que eles não aceitaram.
- Eu nem à porta de uma casa de putas esperaria tanto tempo para foder, quanto mais para esfolar uma punheta como me parece é isso que vão fazer. Porque não fazem como eu e a Sandra fizemos e não a tocam todos juntos?
Um deles, o Berto, olhou para mim e pelo olhar entendi o que ele quis dizer. Nenhum homem gosta de tocar punhetas em público. Já foder com a namorada do presidente da república estudantil, isto é eu, seria outra coisa. Se Rodrigo em vez de mandar o Tomás fazê-lo tivesse mandado qualquer um deles comer-me, tenho a certeza que o final desta história teria sido diferente.
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SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
COMO GANHEI A FAMA DE A PUTA DA REPÚBLICA DE ...
De todos os homens com quem andei o Rodrigo, com quem vivi um ano na República estudantil de …, em Coimbra, e que ainda hoje considero ter sido o meu primeiro namorado, foi sem dúvida um dos mais dominador de todos. Totalmente o contrário de meu marido.
Vou-lhes contar um episódio, que durante muito tempo procurei esquecer, pois me senti profundamente humilhada com ele – eu na época, embora já tivesse sido violada, ainda não me tinha começado a prostituir – e que atesta bem o seu carácter prepotente. Foi quase no final da minha vida comum com ele. O Rodrigo concluíra a cadeira em atraso de Medicina Legal que lhe faltava para ser médico, e esperava agora a colocação para um lugar de estagiário num hospital alentejano, de onde era natural, a que se candidatara. Eu sabia que nunca mais o veria, pois ele de mim só queria o meu entre pernas, e provavelmente seria expulsa da república em seguida, como aconteceu. Entretanto ocorreu o centenário da república (no calão estudantil de Coimbra, centenário não são 100 anos, mas um, de modo que todos os anos cada república comemora o seu centenário. Esta designação deve-se ao facto de ser voz corrente que um ano numa república de estudantes, equivale a 100 anos fora dela. E eu, como ex-república, posso comprovar ser verdade tal afirmação).
Pois nesse centenário, meu companheiro de cama, apanhou uma bebedeira de tal monta, que decidiu acabar a noite numa conhecida discoteca, o ETC. Eu conheci então o Zundapp, de quem já vos falei no meu 1º conto, que era um jovem de Coimbra que mais tarde seria preso por tráfico de droga, fumamos uns charros, e acabei fodendo com ele. Rodrigo nunca teria sabido de nada, se o queixinhas do Tomás, sempre despeitado comigo, não tivesse arranjado maneira de lho fazer saber. Estávamos na sala de jantar, toda a república estava presente, pois era a última reunião presidida por Rodrigo, e no final, após a aprovação das contas, ele voltou-se para mim, e perguntou-me se era verdade o que se tinha passado comigo e com um certo rapaz, na festa do centenário da República. Compreendi que ele já sabia de tudo, e não valia a pena negar, nem argumentar que ele nessa noite não fora ao ETC só para estar com os amigos, bebendo copos. Ou de que ele próprio já me entregara mais de uma vez ao homem da Solum. Confirmei-o. Atirou-me então à cara que eu era uma puta, algo que já sabia há muito, e que ele sabia muito bem lidar com putas como eu, que davam o pito por meia dúzia de charros ao primeiro traficante que lhes aparecesse. E ordenou, que em frente de toda aquela audiência – eram sete repúblicos, com ele incluído, entre os quais uma rapariga, a Rosa que ali vivia com o namorado, o Pedro que também assistia à reunião, nove comigo no total– eu me despisse completamente. Neguei-me com energia. Ele então ameaçou-me:
- Tu é que sabes, Sandra! Mas se não tiras a roupa, juro-te que quem ta tira sou eu, e te ponho imediatamente pelada no meio da rua. E depois não sei qual é o teu problema. Além de mim, aqui o Tomás já te viu sem roupa, muitas vezes.
Eu sabia que ele era suficientemente maluco para o fazer. Não é que estivesse frio na rua, mas eu não me apetecia correr a alta de noite sem roupa, procurando abrigo. A Rosa ainda me tentou defender, mas ele mandou-a calar com um berro autoritário. Para não piorar as coisas, resolvi assim cumprir as suas determinações, e despi-me totalmente, no meio da sala, de frente para ele, procurando ficar de costas para os restantes.
- Vocês não saiam daí, que vão assistir à última exibição pública do vosso Presidente! - ordenou-lhes ele – E duvido que o próximo (era o Tomás, o republico mais velho), vos venha a proporcionar outra como esta. Vou-lhes mostrar como um homem de colhões (ele tinha-os grandes, não havia dúvidas!) castiga uma puta que o corneia!
Puxou a cadeira onde se sentava para trás, e mandou-me ir ter com ele.
- Faz-me um broche à frente de todos! E ficas a saber que mijei há bocado, e ainda não lavei a piça!– exigia-me – mostra-lhes como és uma puta! – Relutei em fazê-lo, de novo me voltou a ameaçar – Se não o fazes imediatamente juro que te amarro e te deixo nua, no meio da ponte de Stª. Clara.
A Rosa, indignada, levantou-se, disse não ser obrigada a assistir àquilo, e saiu, no que foi seguida pelo namorado. Os poucos desejosos de os imitar, foram intimidados a não fazê-lo, pelo olhar acintoso que Rodrigo lhes dirigiu, mas a maioria estava desejosa de assistir à minha mamada. Eu então cheguei-me a ele, tirei-lhe o pau e os tomates da braguilha, e fiz-lhe um broche que o deixou mais relaxado, mas que me deixou a boca com o gosto do seu mijo. Rodrigo de vez em quando, como fazia sempre que fodia, ia soltando um pequeno esguicho de esporra que eu ia engolindo, mas sem ejacular muito. Quando o seu cacete, já bem entesado ameaçava não caber mais na minha cavidade bucal, ele mandou que me sentasse em cima dele, virada para a plateia, e enfiou-mo todo por baixo, sem me esfregar a vagina com as mãos como fazia sempre, e me abrir os lábios, deixando-me mais humedecida. Doeu-me aquela entrada, mas os seus movimentos pélvicos sobre as minhas nádegas eram deliciosos, o seu entra e sai por baixo, soberbo. E apesar da humilhação que sentia por estar ali sendo comida por ele, exposta nua aos olhares de todos, o meu sentido exibicionista fazia-me delirar com aquela situação, tanto mais que eu bem me apercebia que o inchaço que se formava nas calças de alguns denotava não ser só eu e Rodrigo que nos estávamos a entusiasmar. Quando se apercebeu que me estava quase a vir, ele veio-se primeiro, copiosamente, e tirou o pau fora, já murcho. Fiquei desiludida.
- As putas não têm de se vir! Existem para que os seus cliente se venham nelas. Mas dou-te oportunidade de te vires ainda. Afinal como estás habituada a levar com piroca de outro homem que não eu, e como estivestes a excitar estes meninos, que poucas vezes têm a oportunidade de irem ao pito, concedo-te que os satisfaças a todos, se é que eles não se esporraram já nas cuecas, e te procures consolar com a piroca de algum deles, como te deves ter consolado com a desse traficantezinho. O único que não vai ter direito a meter-ta vai ser o Tomás, pois já provaste da dele, e sabes que não é capaz de te satisfazer.
A cara de furioso do Tomás, não só por não me ir comer, como sobretudo por novamente ver revelada a sua pouca aptidão de montador! Eu fiquei contente, tanto que nem me importei grandemente de ter de abrir as pernas aos outros quatro. O filho da puta denunciara-me – só podia ter sido ele – mas iria mais uma vez tocar ao bicho para aliviar os tomates, deixando a sorte grande apenas para os restantes.
- Em cima da mesa, de pernas abertas! - impôs-me o recém-formado médico. Eu obedeci, Tomás protestava não ser justo ser o único sem direito a cobrir-me, dizia não se importar de ser o último, mas a única coisa a que teve direito foi assistir a tudo, espectáculo que ele aproveitou, sofregamente. Apenas um republico declinou a oferta de meu corpo e se retirou, e esse foi o Filipe, tal como eu aluno de Direito, e meu único e verdadeiro amigo naquela casa.
Como seu quarto fosse próximo, Rosa e o namorado, aperceberam-se do que se estava passando, e ela mais uma vez tentou proteger-me, irrompendo pela cozinha no momento em que o primeiro espalmando as mãos nas minhas mamas, se preparava para me penetrar, dizendo que a forma como me forçavam a ter relações com eles configurava um crime de violação, passível de intervenção policial, mas o Rodrigo ria-se:
- Violada já ela foi muitas vezes no passado, e nunca se queixou do violador!
Eu pedi-lhe então que se retirasse, que estava bem e não me passava pela cabeça queixar-me à polícia de nada. Rosa insistindo, mais ela do que o namorado em que se eu achasse estar sendo mal tratada gritasse, que eles tomariam providências, saiu. Gritei sim. Mas foi dos socos que os quadris dos rapazes me proporcionaram na vagina enquanto me penetravam. Primeiro o Berto, depois o Mário, finalmente o Toni. Eu vim-me enquanto estava sendo comida pelo Berto, e foi difícil e doloroso levar ainda com as pirocas dos outros dois. Mas aguentei-me claro. Ainda bem que o Filipe passara a vez, e o Tomás que apresentava uma enorme tumefacção na região do caralho, onde ele de vez em quando passava a mão, fora excluído da orgia. Os colegas gozavam com ele:
- Vá Tomás, não fiques só a ver! Toca uma punheta, anda lá! – Mas ele não o fez.
Ninguém usou preservativo. O que vinha a seguir, limitava-se a apertar-me a vagina, puxando-me as pernas o mais possível para trás, de modo a escorrer para o toalhete de papel, debaixo de mim, da melhor maneira, a langonha que o outro depositara, limpando-me depois com um guardanapo, como as putas da estrada, antes de me enfiar por sua vez o dardo. Quando o Toni se veio, deixei escapar um suspiro de alívio. Meu suplício terminara. Ao ver minha expressão, Rodrigo levantou-se da cadeira onde sempre estivera sentado, e veio ter comigo. Seu pau avantajado revelava-se novamente nas calças.
- Espero que tenham gostado da puta que vos arranjei! Estou convencido que de futuro bastará acenar-lhe com uma nota de cem escudos, para ela vos voltar a abrir as pernas. E não pensem que me vá incomodar com isso. E sabeis porquê? Porque de cada vez que esta puta deixar outro homem esvaziar os colhões na boca de baixo, como está habituada a fazer, vai ter de deixar esvaziar os meus na de cima, onde deve de estar menos acostumada.
E tirando-me da mesa, ordenou que me ajoelhasse frente a ele, de boca aberta, meu rosto muito próximo da sua cintura, e baixou totalmente as calças, exibindo seu caralho completamente erecto. Com as mãos posicionou a cabeça do dito mesmo na entrada de minha boca num plano ligeiramente inferior, para que quando se viesse sua esporra me penetrasse na boca, e exigiu que lhe lambesse a ponta com a língua estendida, e o fosse punheteando. Fiz o que me mandou, e após alguns minutos manuseando-lhe o membro, ele veio-se mais uma vez, inundando-me a língua e o rosto com o gosto quente e salgado do seu tesão.
- Vá engole tudo, puta! – ordenava – E lambe-me bem o caralho com a língua! Não quero ver-te a cuspir nada fora, se não vais assim como estás, para a rua. E limpa a esporra que te caiu na cara com as mãos. Isso! Limpa-a toda! E agora lambe as mãos!
Alguns dos repúblicos mostravam-se enojados com aquilo mais do que eu, que felizmente não tenha nojo de lamber ou engolir esperma. E só então, depois de ter limpo todas as gotas de esperma que me depositara, me deixou ir embora.
O episódio extravasou as paredes da república, e foi comentado por meia academia. Minha fama que já não era nada boa, caiu ainda mais a pique, e durante bastante tempo fiquei conhecida como a Puta da República do… Mas o Rodrigo, depois do castigo que me fez passar, continuou a dormir comigo mais duas semanas, até se ter ido embora de vez.
Vou-lhes contar um episódio, que durante muito tempo procurei esquecer, pois me senti profundamente humilhada com ele – eu na época, embora já tivesse sido violada, ainda não me tinha começado a prostituir – e que atesta bem o seu carácter prepotente. Foi quase no final da minha vida comum com ele. O Rodrigo concluíra a cadeira em atraso de Medicina Legal que lhe faltava para ser médico, e esperava agora a colocação para um lugar de estagiário num hospital alentejano, de onde era natural, a que se candidatara. Eu sabia que nunca mais o veria, pois ele de mim só queria o meu entre pernas, e provavelmente seria expulsa da república em seguida, como aconteceu. Entretanto ocorreu o centenário da república (no calão estudantil de Coimbra, centenário não são 100 anos, mas um, de modo que todos os anos cada república comemora o seu centenário. Esta designação deve-se ao facto de ser voz corrente que um ano numa república de estudantes, equivale a 100 anos fora dela. E eu, como ex-república, posso comprovar ser verdade tal afirmação).
Pois nesse centenário, meu companheiro de cama, apanhou uma bebedeira de tal monta, que decidiu acabar a noite numa conhecida discoteca, o ETC. Eu conheci então o Zundapp, de quem já vos falei no meu 1º conto, que era um jovem de Coimbra que mais tarde seria preso por tráfico de droga, fumamos uns charros, e acabei fodendo com ele. Rodrigo nunca teria sabido de nada, se o queixinhas do Tomás, sempre despeitado comigo, não tivesse arranjado maneira de lho fazer saber. Estávamos na sala de jantar, toda a república estava presente, pois era a última reunião presidida por Rodrigo, e no final, após a aprovação das contas, ele voltou-se para mim, e perguntou-me se era verdade o que se tinha passado comigo e com um certo rapaz, na festa do centenário da República. Compreendi que ele já sabia de tudo, e não valia a pena negar, nem argumentar que ele nessa noite não fora ao ETC só para estar com os amigos, bebendo copos. Ou de que ele próprio já me entregara mais de uma vez ao homem da Solum. Confirmei-o. Atirou-me então à cara que eu era uma puta, algo que já sabia há muito, e que ele sabia muito bem lidar com putas como eu, que davam o pito por meia dúzia de charros ao primeiro traficante que lhes aparecesse. E ordenou, que em frente de toda aquela audiência – eram sete repúblicos, com ele incluído, entre os quais uma rapariga, a Rosa que ali vivia com o namorado, o Pedro que também assistia à reunião, nove comigo no total– eu me despisse completamente. Neguei-me com energia. Ele então ameaçou-me:
- Tu é que sabes, Sandra! Mas se não tiras a roupa, juro-te que quem ta tira sou eu, e te ponho imediatamente pelada no meio da rua. E depois não sei qual é o teu problema. Além de mim, aqui o Tomás já te viu sem roupa, muitas vezes.
Eu sabia que ele era suficientemente maluco para o fazer. Não é que estivesse frio na rua, mas eu não me apetecia correr a alta de noite sem roupa, procurando abrigo. A Rosa ainda me tentou defender, mas ele mandou-a calar com um berro autoritário. Para não piorar as coisas, resolvi assim cumprir as suas determinações, e despi-me totalmente, no meio da sala, de frente para ele, procurando ficar de costas para os restantes.
- Vocês não saiam daí, que vão assistir à última exibição pública do vosso Presidente! - ordenou-lhes ele – E duvido que o próximo (era o Tomás, o republico mais velho), vos venha a proporcionar outra como esta. Vou-lhes mostrar como um homem de colhões (ele tinha-os grandes, não havia dúvidas!) castiga uma puta que o corneia!
Puxou a cadeira onde se sentava para trás, e mandou-me ir ter com ele.
- Faz-me um broche à frente de todos! E ficas a saber que mijei há bocado, e ainda não lavei a piça!– exigia-me – mostra-lhes como és uma puta! – Relutei em fazê-lo, de novo me voltou a ameaçar – Se não o fazes imediatamente juro que te amarro e te deixo nua, no meio da ponte de Stª. Clara.
A Rosa, indignada, levantou-se, disse não ser obrigada a assistir àquilo, e saiu, no que foi seguida pelo namorado. Os poucos desejosos de os imitar, foram intimidados a não fazê-lo, pelo olhar acintoso que Rodrigo lhes dirigiu, mas a maioria estava desejosa de assistir à minha mamada. Eu então cheguei-me a ele, tirei-lhe o pau e os tomates da braguilha, e fiz-lhe um broche que o deixou mais relaxado, mas que me deixou a boca com o gosto do seu mijo. Rodrigo de vez em quando, como fazia sempre que fodia, ia soltando um pequeno esguicho de esporra que eu ia engolindo, mas sem ejacular muito. Quando o seu cacete, já bem entesado ameaçava não caber mais na minha cavidade bucal, ele mandou que me sentasse em cima dele, virada para a plateia, e enfiou-mo todo por baixo, sem me esfregar a vagina com as mãos como fazia sempre, e me abrir os lábios, deixando-me mais humedecida. Doeu-me aquela entrada, mas os seus movimentos pélvicos sobre as minhas nádegas eram deliciosos, o seu entra e sai por baixo, soberbo. E apesar da humilhação que sentia por estar ali sendo comida por ele, exposta nua aos olhares de todos, o meu sentido exibicionista fazia-me delirar com aquela situação, tanto mais que eu bem me apercebia que o inchaço que se formava nas calças de alguns denotava não ser só eu e Rodrigo que nos estávamos a entusiasmar. Quando se apercebeu que me estava quase a vir, ele veio-se primeiro, copiosamente, e tirou o pau fora, já murcho. Fiquei desiludida.
- As putas não têm de se vir! Existem para que os seus cliente se venham nelas. Mas dou-te oportunidade de te vires ainda. Afinal como estás habituada a levar com piroca de outro homem que não eu, e como estivestes a excitar estes meninos, que poucas vezes têm a oportunidade de irem ao pito, concedo-te que os satisfaças a todos, se é que eles não se esporraram já nas cuecas, e te procures consolar com a piroca de algum deles, como te deves ter consolado com a desse traficantezinho. O único que não vai ter direito a meter-ta vai ser o Tomás, pois já provaste da dele, e sabes que não é capaz de te satisfazer.
A cara de furioso do Tomás, não só por não me ir comer, como sobretudo por novamente ver revelada a sua pouca aptidão de montador! Eu fiquei contente, tanto que nem me importei grandemente de ter de abrir as pernas aos outros quatro. O filho da puta denunciara-me – só podia ter sido ele – mas iria mais uma vez tocar ao bicho para aliviar os tomates, deixando a sorte grande apenas para os restantes.
- Em cima da mesa, de pernas abertas! - impôs-me o recém-formado médico. Eu obedeci, Tomás protestava não ser justo ser o único sem direito a cobrir-me, dizia não se importar de ser o último, mas a única coisa a que teve direito foi assistir a tudo, espectáculo que ele aproveitou, sofregamente. Apenas um republico declinou a oferta de meu corpo e se retirou, e esse foi o Filipe, tal como eu aluno de Direito, e meu único e verdadeiro amigo naquela casa.
Como seu quarto fosse próximo, Rosa e o namorado, aperceberam-se do que se estava passando, e ela mais uma vez tentou proteger-me, irrompendo pela cozinha no momento em que o primeiro espalmando as mãos nas minhas mamas, se preparava para me penetrar, dizendo que a forma como me forçavam a ter relações com eles configurava um crime de violação, passível de intervenção policial, mas o Rodrigo ria-se:
- Violada já ela foi muitas vezes no passado, e nunca se queixou do violador!
Eu pedi-lhe então que se retirasse, que estava bem e não me passava pela cabeça queixar-me à polícia de nada. Rosa insistindo, mais ela do que o namorado em que se eu achasse estar sendo mal tratada gritasse, que eles tomariam providências, saiu. Gritei sim. Mas foi dos socos que os quadris dos rapazes me proporcionaram na vagina enquanto me penetravam. Primeiro o Berto, depois o Mário, finalmente o Toni. Eu vim-me enquanto estava sendo comida pelo Berto, e foi difícil e doloroso levar ainda com as pirocas dos outros dois. Mas aguentei-me claro. Ainda bem que o Filipe passara a vez, e o Tomás que apresentava uma enorme tumefacção na região do caralho, onde ele de vez em quando passava a mão, fora excluído da orgia. Os colegas gozavam com ele:
- Vá Tomás, não fiques só a ver! Toca uma punheta, anda lá! – Mas ele não o fez.
Ninguém usou preservativo. O que vinha a seguir, limitava-se a apertar-me a vagina, puxando-me as pernas o mais possível para trás, de modo a escorrer para o toalhete de papel, debaixo de mim, da melhor maneira, a langonha que o outro depositara, limpando-me depois com um guardanapo, como as putas da estrada, antes de me enfiar por sua vez o dardo. Quando o Toni se veio, deixei escapar um suspiro de alívio. Meu suplício terminara. Ao ver minha expressão, Rodrigo levantou-se da cadeira onde sempre estivera sentado, e veio ter comigo. Seu pau avantajado revelava-se novamente nas calças.
- Espero que tenham gostado da puta que vos arranjei! Estou convencido que de futuro bastará acenar-lhe com uma nota de cem escudos, para ela vos voltar a abrir as pernas. E não pensem que me vá incomodar com isso. E sabeis porquê? Porque de cada vez que esta puta deixar outro homem esvaziar os colhões na boca de baixo, como está habituada a fazer, vai ter de deixar esvaziar os meus na de cima, onde deve de estar menos acostumada.
E tirando-me da mesa, ordenou que me ajoelhasse frente a ele, de boca aberta, meu rosto muito próximo da sua cintura, e baixou totalmente as calças, exibindo seu caralho completamente erecto. Com as mãos posicionou a cabeça do dito mesmo na entrada de minha boca num plano ligeiramente inferior, para que quando se viesse sua esporra me penetrasse na boca, e exigiu que lhe lambesse a ponta com a língua estendida, e o fosse punheteando. Fiz o que me mandou, e após alguns minutos manuseando-lhe o membro, ele veio-se mais uma vez, inundando-me a língua e o rosto com o gosto quente e salgado do seu tesão.
- Vá engole tudo, puta! – ordenava – E lambe-me bem o caralho com a língua! Não quero ver-te a cuspir nada fora, se não vais assim como estás, para a rua. E limpa a esporra que te caiu na cara com as mãos. Isso! Limpa-a toda! E agora lambe as mãos!
Alguns dos repúblicos mostravam-se enojados com aquilo mais do que eu, que felizmente não tenha nojo de lamber ou engolir esperma. E só então, depois de ter limpo todas as gotas de esperma que me depositara, me deixou ir embora.
O episódio extravasou as paredes da república, e foi comentado por meia academia. Minha fama que já não era nada boa, caiu ainda mais a pique, e durante bastante tempo fiquei conhecida como a Puta da República do… Mas o Rodrigo, depois do castigo que me fez passar, continuou a dormir comigo mais duas semanas, até se ter ido embora de vez.
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SEXO FORÇADO
sexta-feira, 14 de maio de 2010
SEGUNDA ENRABADELA COM O RODRIGO
Se me lembro bem da primeira vez que Rodrigo me tirou os três do olho do cuzinho, também me lembro da segunda vez que ele franqueou aquela entrada, até então bem apertadinha.
Era eu aluna do primeiro ano de Direito e vivia com ele na república estudantil de … Rodrigo enrabara-me pela primeira vez três dias antes, e ainda não voltáramos a transar pois ele, segundo me parecia, se desenfastiava por fora. Para mais nesse dia, como acontece todos os meses às mulheres, viera-me o período e eu mesmo tomando a pílula e o fluxo não fosse muito, achava que ele não se iria querer aliviar em mim, mesmo que estivesse com vontade. Enganava-me.
Foi quando tomávamos banho, antes de subirmos para o quarto, que Rodrigo reparou que eu estava com a rebeca. Como acontecia sempre que tomávamos banho mandara-me ensaboá-lo, com particular minúcia na verga e nos balões enormes de reprodutor fácil, e a sua coisa estava toda em pé. Quando isso acontecia, e estava sempre a acontecer, ele queria meter e eu não me podia negar.
- Minha putazinha – exclamou esfregando-me o caralho nos peitos e pondo-me os mamilos tesos – não penses que por estares de vermelho, vais escapar de apanhar com o cacete do teu macho. Ainda há três dias te mostrei como outra entradinha do teu corpo satisfaz tanto o meu caralho como a tua greta parideira.
Ainda me ofereci para lhe fazer uma mamada debaixo do chuveiro de maneira a resolvermos logo aquilo ali, mas Rodrigo recusou minha oferta. Admito ter ainda o olhinho ardendo da coçadela que o pau dele me dera três dias atrás e por isso a oferta da minha boca para o fazer esporrar-se nela nada tinha de filantrópica mas mais da salvaguarda da minha integridade anal, ou assim me parecia. Mas meu namorado não foi em cantigas pelo que quando saímos do duche ele continuava de pau feito.
- Quando chegarmos ao quarto vais tratar de mo deixar bem murchinho – garantiu-me. Já bem húmida e naquele momento amaldiçoando a minha condição de mulher que me colocava de quarentena naqueles dias do mês, coloquei um tampão vestindo uma calcinha branca por cima como Rodrigo gostava de me ver, e embrulhada num lençol de banho saí para o quarto acompanhada por ele, apenas embrulhado noutro lençol de banho, sem cueca por baixo e o mastro sobressaindo logo abaixo da barriga.
Quando chegamos ao quarto Rodrigo depois de fechar a porta puxou-me o lençol pelas costas, deixando-me semi-nua. Na altura ainda não se viam as calcinhas fio dental, mas as minhas embora me tapassem o reguinho do cu por completo, deixavam-me à mostra um grande pedaço de carne das minhas nádegas. Rodrigo beijou-as e bateu-lhes com as mãos ao de leve.
- Ohh, cuzinho bom! – comentou deitando-me sobre a cama, de barriga para baixo - Nunca senti tesão pelo cu de um homem, mas pelo de uma mulher, a coisa muda de figura. E um então, assim gordinho como o teu, ohhh, é uma delícia!
- E a manteiga, Rodrigo, esqueceste-te da manteiga, se queres meter aí? – lembrei-lhe pois vez da primeira que me enrabara usáramos manteiga para facilitar a penetração. Mas desta vez o meu cuzinho não foi tratado a manteiga mas a vaselina, lubrificante então muito usado em Portugal para ocasiões destas, inclusive por muitos e muitas profissionais do ramo. Rodrigo após me ter beijado longamente as nádegas e as coxas, e de ter inclusivamente beijado por algumas ocasiões o chumaço do pensinho higiénico por baixo da calcinha, afastou-me a tira de pano que me tapava o reguinho e com um dedo besuntou-me largamente o buraco do ânus.
- Aproveita minha malandra e vai fodendo com o dedo que sempre te abre mais o olho do cu – mandava-me ele obrigando-me a rebolar no seu dedo húmido e frio da vaselina, fazendo-me aquilo que mais tarde vim a saber chamar-se um fio terra. Depois pôs-se de pé em cima da cama já desembaraçado do lençol que o cobria. Com as mãos empunhou seu cacete inflamadíssimo mas ainda sem gota de esperma na ponta e batendo-me com ele no corpo começou por me exigir o primeiro prato como que eu começava sempre por o satisfazer.
- Sandra, minha gargantinha funda! Um bom chupão no meu pau, como sempre. Chupa-me bem a pila, antes de ta enterrar no teu cuzinho!
Com ele em pé eu somente ajoelhada lhe poderia chupar no pau, no que ele chamava a posição da beata devota.
- No teu caso minha miss perna aberta, na posição de beata devota do caralho – ironizou quando me coloquei de joelhos para o abocanhar. Como das outras vezes, Rodrigo não se contentava só com o broche, interrompia-o constantemente para me mandar juntar as mamas e me dar nelas um deliciosa espanhola, fazendo-me aumentar cada vez o tesão e lamentar a minha condição mensal de mulher. Foi nesse momento, ali bem no meio apertado das minhas mamas empinadas que Rodrigo soltou ao de leve a primeira esporradelazinha, já que ele à medida que ia fodendo ia soltando alguns saborosos jactozinhos de esperma até se vir por inteiro quando me sentia gozar.
- Ohh, leitinho tão bom! – confessei passando um dedo nas pequenas poças de esporra depositadas nas minhas mamas e lambendo-as sempre que Rodrigo tirava seu caralho delas e antes de mo meter novamente na boca para eu o continuar chupando – como me apetecia tanto levar um banho dele, bem lá no fundo da minha ratinha.
Rodrigo riu-se.
- Deixa estar que vocês mulheres o que têm mais são buracos onde nós os homens podemos depositar o nosso leite quentinho.
Não foi o único homem a dizer-me tal coisa mas a verdade é que nem em todos os nossos buracos nos sabe tão bem sentir um homem meter como num em particular.
- De gatas – mandou – vais - me continuar a fazer a mamada de gatas, Sandra.
De gatas meu rabo ficava empinado e Rodrigo apertando minhas nádegas com as mãos mandava-me friccioná-las bem, uma contra a outra.
- Esfrega-as bem minha vadia, que quero este teu cuzinho bem humedecido antes de to encher de esporra.
Na verdade com a vaselina toda que ele metera meu cuzinho estava bem molhadinho e fresco.
Também por isso não me doeu tanto como da primeira vez, naquele mesmo quarto. A primeira encabadela foi na posição de frango assado. Desta vez a vaselina também serviu para lhe untar o cacete, coisa que eu mesma fiz com minhas mãos. Rodrigo dizendo não me querer ver a cona suja com sangue não me tirou a calcinha, apenas me desguarneceu a abertura do meu rego, afastando a tira para o lado.
- Por favor, Rodrigo, vai com cuidado, isso ainda está quase por estrear – pedi-lhe lembrando-me da dor que me causara a entrada da cabeça da tora, três dias antes.
Com uma mão, numa atitude muito dominadora que me excita num homem que se prepara para me comer, prendendo-me os tornozelos junto à cabeça e aos pulsos, Rodrigo dizia-me que o que conta nestas alturas é o prazer que se obtém, não a dor, e empurrava com a outra mão livre seu caralhão de mais de 20 cms para dentro do meu cuzinho. Aiii, gemi mas procurando descontrair-me ao máximo para que o seu pau entrasse todo o mais depressa. Não admirava que ele dissesse aquilo, a dor era toda para mim, para ele era apenas prazer, como lhe via nos olhos sorridentes, mais intensos quando eu me queixava da brutalidade do seu ataque.
- Cala-te! – atirava-me ele – Tu gostas mesmo é de sentir o meu caralho abrindo-te todos os buracos que a piça de um homem te pode abrir.
Pois sim, mas com mais calma seria melhor respondia-lhe até finalmente seu troço estar todo lá dentro. Chappe-chappe, os tomatões batiam-me agora nas bordas, toma lá puta, como vês não é por uma vadia estar com as regras que deixa de ter préstimo na cama, dizia ele em voz alta para que os demais repúblicos soubessem que o estudante mais velho e presidente da República estudantil, me estava indo ao cu já que tal como muitos outros depois dele, gostava que os outros soubessem que me usava da forma que queria enquanto suas mãos e boca não paravam de me proporcionar carícias nas mamas.
- Uiiii, é tão bom, Rodrigo – gemia – dói um pouco, mas é tão bom. Tens uma pila tão boa, Rodrigo.
- Ahh, meu cuzinho apertado – exultava ele por seu turno – não me importava nada de ficar com a piça esmagada dentro dele, só pelo prazer de lhe dar uma boa esporradela.
Não queria nada que isso acontecesse, tão bem ela me sabia.
- Vais-me chegar mais vaselina na piça – disse-me tirando-a fora depois de me ter enrabado muito tempo. Voltei a esfregar-lhe uma generosa quantidade de vaselina – pudera, o cu era meu, não de um paneleiro de rua habituado a dá-lo – e ainda lhe pedi para me esfregar também em mim mas Rodrigo achou desnecessário.
- Já tens o rabinho bem cheio do leitinho que te lá fui deixando – negou-me. Tinha-o sim, mas um pouco de vaselina não lhe teria feito mal nenhum embora eu tivesse logo percebido que exibicionista como Rodrigo era, ele queria era que meus gemidos fossem suficientemente audíveis para que ninguém lá na República tivesse dúvidas que ele me estava de novo comendo o traseiro.
Sempre de pé sobre a cama, sua cabeça quase tocando no tecto baixo e velho, abriu suas pernas. O caralho erecto expunha a visão soberba da sua parelha de tomates, balanceando-se de cada vez que ele se movia.
- Gatinha por baixo de mim, Sandra – o gesto que fez com o braço ilustrou claramente o que pretendia. Quando meu rabo passava por baixo das suas coxas, Rodrigo apertando as pernas prendeu - me e fez –me parar.
- Quieta, minha potrazinha menstruada, é nesta posição que te vou voltar a enfardar o rabinho. E empina-o bem.
E foi, claro, se era ali era que ele queria, era ali que era, ele é que mandava tal como todos os meus amantes. De gatas, cuzinho ao alto, a cabeça bem baixinho pousada sobre os braços, o rabo dele quase pousado sobre meus quadris, senti suas mãos abrindo-me o olhinho e uma grossa cuspidela entrar dentro dele.
- Cuzinho gordinho, não levas vaselina mas levas cuspo que é um bom lubrificante para comer cuzinhos apertados como o teu.
Era sim, senhor embora então me tivesse parecido muito repugnante. Mas ohhh, o seu mastro vigoroso, inflamado como estava, já me voltara a demonstrar de novo a força da sua potência. Rodrigo pulava em mim, metendo e tirando seu pau.
- Ahh, minha eguazinha mansa, que dizes da minha pica perfurando-te esse cuzinho que o padrinho, ou lá o que ele te era, nunca quis perfurar? Gostavas mais de levar com ele no teu grelo, não minha menstruadazinha? Saracoteia-te no meu caralho, Sandra, que gosto de sentir-te o cu mexendo quando estou bombando nele.
Ficamos ali imenso tempo, até eu cansada, com o olho a arder, o pensinho vaginal já bem fora do sitio sujando-me a calcinha, e vendo que apesar de gostosas eu não conseguiria gozar só com as enrabadelas que ele me dava, lhe ter pedido para se vir.
- Está bem – concordou – mas vais fazer-me de carro de mão.
Desta vez Rodrigo sentou-se na beirada da cama, os pés pousados no tapete, eu compus minha calcinha e ajeitei meu pensinho. Mais recomposta sentei-me no seu colo com as mãos pousadas no chão.
- É a última vez que te deixo comeres-me o cu hoje, Rodrigo – avisei-o – Tenho a impressão que amanhã vou andar a cagar o dia inteiro, tão massacrado mo deixou a tua pila.
- Está descansada, minha aleitadazinha redondinha, que eu também não me aguento muito mais depois destas últimas duas enrabadelas que te dei – tranquilizou-me.
Mesmo assim depois de me enfiar o prego pelo cu dentro ainda teve tempo para se levantar, e com ele bem implantado dentro dele, ainda me fez dar uma pequena volta pelo quarto, antes de se voltar a sentar na berma da cama e me recomeçar a socar.
- Ahh, potrazinha vadia a pingar sangue pela cona, diz-me lá se alguma vez imaginaste vires a ter um cabresto de carne tão delicioso como este conduzindo-te pelo cu? Ahh potrazinha coçada, foi para momentos destes que a natureza vos deu também um buraco tão bom para foder, não foi só para cagardes por ele.
Veio-se gostosamente e apesar de não ter gozado soube-me muito bem sentir-lhe o leitinho quente e grosso inundando-me o rego, porque adoro sentir uma ejaculação dentro de mim. Ou então seria o alívio de saber que após aquilo a piroca do Rodrigo murcharia e nessa noite meu cuzinho, três dias antes ainda tenro e virgem, já não teria de passar por outra prova daquelas.
Mas o prejuízo continuava sendo meu, para nem falar no estrago que aquela farra fizera ao meu bueiro. Eu continuava tão tesa e com os mamilos tão duros como antes.
- Minha filha - disse-me Rodrigo quando nos metemos no chuveiro – não fosse a maldita rebeca de que fostes acometida, e teria dado à tua parreca o tratamento que dei ao teu cu, o que fica desde já prometido para quando ela te passar. Até lá, Sandrinha, se estás com muito tesão, aconselho-te a fazeres o que eu fiz muitas vezes, em rapaz, antes de ter aprendido a ir ao pito e ao cu de gostozinhas vadias como tu , e desenrascares-te à mão. Não me importava nada de ficar te vendo a masturbar.
- E se te excitares prometes que não me vais obrigar a dar o cuzinho outra vez? – perguntei-lhe porque para o Rodrigo pôr o cacete armado depois de dar uma, não era preciso muito.
- Tá prometido – asseverou-me erguendo a mão – se ficar teso imito o teu exemplo, e toco uma punheta, coisa que já não faço bem antes de ter ido à tropa.
Nunca fui muito de me masturbar, sinceramente acho isso uma coisa muito mais de homens do que de nós mulheres, mas aceitei sua sugestão e toda nua, com a água quente do chuveiro caindo sobre meu corpo e os olhares de Rodrigo seguindo-me com atenção, tacteei com a mão direita meus seios enquanto com o dedo médio da esquerda penetrava minha ratinha ensanguentada, e a fodia com ele. Não era a mesma coisa de um caralho, ainda para mais do caralho de Rodrigo, mas essa foi a vez que um siririca me soube melhor e graças às minhas duas mãos consegui vir-me. Rodrigo ainda que tivesse ficado excitado com a minha solitária não se masturbou, dizendo querendo poupar a piça para a foda que me contava dar no dia seguinte. Nessa noite apesar de algum ardor que sentia na entrada do cuzinho dormi como uma santinha. E satisfeito como estava, tenho a certeza que ele também.
Era eu aluna do primeiro ano de Direito e vivia com ele na república estudantil de … Rodrigo enrabara-me pela primeira vez três dias antes, e ainda não voltáramos a transar pois ele, segundo me parecia, se desenfastiava por fora. Para mais nesse dia, como acontece todos os meses às mulheres, viera-me o período e eu mesmo tomando a pílula e o fluxo não fosse muito, achava que ele não se iria querer aliviar em mim, mesmo que estivesse com vontade. Enganava-me.
Foi quando tomávamos banho, antes de subirmos para o quarto, que Rodrigo reparou que eu estava com a rebeca. Como acontecia sempre que tomávamos banho mandara-me ensaboá-lo, com particular minúcia na verga e nos balões enormes de reprodutor fácil, e a sua coisa estava toda em pé. Quando isso acontecia, e estava sempre a acontecer, ele queria meter e eu não me podia negar.
- Minha putazinha – exclamou esfregando-me o caralho nos peitos e pondo-me os mamilos tesos – não penses que por estares de vermelho, vais escapar de apanhar com o cacete do teu macho. Ainda há três dias te mostrei como outra entradinha do teu corpo satisfaz tanto o meu caralho como a tua greta parideira.
Ainda me ofereci para lhe fazer uma mamada debaixo do chuveiro de maneira a resolvermos logo aquilo ali, mas Rodrigo recusou minha oferta. Admito ter ainda o olhinho ardendo da coçadela que o pau dele me dera três dias atrás e por isso a oferta da minha boca para o fazer esporrar-se nela nada tinha de filantrópica mas mais da salvaguarda da minha integridade anal, ou assim me parecia. Mas meu namorado não foi em cantigas pelo que quando saímos do duche ele continuava de pau feito.
- Quando chegarmos ao quarto vais tratar de mo deixar bem murchinho – garantiu-me. Já bem húmida e naquele momento amaldiçoando a minha condição de mulher que me colocava de quarentena naqueles dias do mês, coloquei um tampão vestindo uma calcinha branca por cima como Rodrigo gostava de me ver, e embrulhada num lençol de banho saí para o quarto acompanhada por ele, apenas embrulhado noutro lençol de banho, sem cueca por baixo e o mastro sobressaindo logo abaixo da barriga.
Quando chegamos ao quarto Rodrigo depois de fechar a porta puxou-me o lençol pelas costas, deixando-me semi-nua. Na altura ainda não se viam as calcinhas fio dental, mas as minhas embora me tapassem o reguinho do cu por completo, deixavam-me à mostra um grande pedaço de carne das minhas nádegas. Rodrigo beijou-as e bateu-lhes com as mãos ao de leve.
- Ohh, cuzinho bom! – comentou deitando-me sobre a cama, de barriga para baixo - Nunca senti tesão pelo cu de um homem, mas pelo de uma mulher, a coisa muda de figura. E um então, assim gordinho como o teu, ohhh, é uma delícia!
- E a manteiga, Rodrigo, esqueceste-te da manteiga, se queres meter aí? – lembrei-lhe pois vez da primeira que me enrabara usáramos manteiga para facilitar a penetração. Mas desta vez o meu cuzinho não foi tratado a manteiga mas a vaselina, lubrificante então muito usado em Portugal para ocasiões destas, inclusive por muitos e muitas profissionais do ramo. Rodrigo após me ter beijado longamente as nádegas e as coxas, e de ter inclusivamente beijado por algumas ocasiões o chumaço do pensinho higiénico por baixo da calcinha, afastou-me a tira de pano que me tapava o reguinho e com um dedo besuntou-me largamente o buraco do ânus.
- Aproveita minha malandra e vai fodendo com o dedo que sempre te abre mais o olho do cu – mandava-me ele obrigando-me a rebolar no seu dedo húmido e frio da vaselina, fazendo-me aquilo que mais tarde vim a saber chamar-se um fio terra. Depois pôs-se de pé em cima da cama já desembaraçado do lençol que o cobria. Com as mãos empunhou seu cacete inflamadíssimo mas ainda sem gota de esperma na ponta e batendo-me com ele no corpo começou por me exigir o primeiro prato como que eu começava sempre por o satisfazer.
- Sandra, minha gargantinha funda! Um bom chupão no meu pau, como sempre. Chupa-me bem a pila, antes de ta enterrar no teu cuzinho!
Com ele em pé eu somente ajoelhada lhe poderia chupar no pau, no que ele chamava a posição da beata devota.
- No teu caso minha miss perna aberta, na posição de beata devota do caralho – ironizou quando me coloquei de joelhos para o abocanhar. Como das outras vezes, Rodrigo não se contentava só com o broche, interrompia-o constantemente para me mandar juntar as mamas e me dar nelas um deliciosa espanhola, fazendo-me aumentar cada vez o tesão e lamentar a minha condição mensal de mulher. Foi nesse momento, ali bem no meio apertado das minhas mamas empinadas que Rodrigo soltou ao de leve a primeira esporradelazinha, já que ele à medida que ia fodendo ia soltando alguns saborosos jactozinhos de esperma até se vir por inteiro quando me sentia gozar.
- Ohh, leitinho tão bom! – confessei passando um dedo nas pequenas poças de esporra depositadas nas minhas mamas e lambendo-as sempre que Rodrigo tirava seu caralho delas e antes de mo meter novamente na boca para eu o continuar chupando – como me apetecia tanto levar um banho dele, bem lá no fundo da minha ratinha.
Rodrigo riu-se.
- Deixa estar que vocês mulheres o que têm mais são buracos onde nós os homens podemos depositar o nosso leite quentinho.
Não foi o único homem a dizer-me tal coisa mas a verdade é que nem em todos os nossos buracos nos sabe tão bem sentir um homem meter como num em particular.
- De gatas – mandou – vais - me continuar a fazer a mamada de gatas, Sandra.
De gatas meu rabo ficava empinado e Rodrigo apertando minhas nádegas com as mãos mandava-me friccioná-las bem, uma contra a outra.
- Esfrega-as bem minha vadia, que quero este teu cuzinho bem humedecido antes de to encher de esporra.
Na verdade com a vaselina toda que ele metera meu cuzinho estava bem molhadinho e fresco.
Também por isso não me doeu tanto como da primeira vez, naquele mesmo quarto. A primeira encabadela foi na posição de frango assado. Desta vez a vaselina também serviu para lhe untar o cacete, coisa que eu mesma fiz com minhas mãos. Rodrigo dizendo não me querer ver a cona suja com sangue não me tirou a calcinha, apenas me desguarneceu a abertura do meu rego, afastando a tira para o lado.
- Por favor, Rodrigo, vai com cuidado, isso ainda está quase por estrear – pedi-lhe lembrando-me da dor que me causara a entrada da cabeça da tora, três dias antes.
Com uma mão, numa atitude muito dominadora que me excita num homem que se prepara para me comer, prendendo-me os tornozelos junto à cabeça e aos pulsos, Rodrigo dizia-me que o que conta nestas alturas é o prazer que se obtém, não a dor, e empurrava com a outra mão livre seu caralhão de mais de 20 cms para dentro do meu cuzinho. Aiii, gemi mas procurando descontrair-me ao máximo para que o seu pau entrasse todo o mais depressa. Não admirava que ele dissesse aquilo, a dor era toda para mim, para ele era apenas prazer, como lhe via nos olhos sorridentes, mais intensos quando eu me queixava da brutalidade do seu ataque.
- Cala-te! – atirava-me ele – Tu gostas mesmo é de sentir o meu caralho abrindo-te todos os buracos que a piça de um homem te pode abrir.
Pois sim, mas com mais calma seria melhor respondia-lhe até finalmente seu troço estar todo lá dentro. Chappe-chappe, os tomatões batiam-me agora nas bordas, toma lá puta, como vês não é por uma vadia estar com as regras que deixa de ter préstimo na cama, dizia ele em voz alta para que os demais repúblicos soubessem que o estudante mais velho e presidente da República estudantil, me estava indo ao cu já que tal como muitos outros depois dele, gostava que os outros soubessem que me usava da forma que queria enquanto suas mãos e boca não paravam de me proporcionar carícias nas mamas.
- Uiiii, é tão bom, Rodrigo – gemia – dói um pouco, mas é tão bom. Tens uma pila tão boa, Rodrigo.
- Ahh, meu cuzinho apertado – exultava ele por seu turno – não me importava nada de ficar com a piça esmagada dentro dele, só pelo prazer de lhe dar uma boa esporradela.
Não queria nada que isso acontecesse, tão bem ela me sabia.
- Vais-me chegar mais vaselina na piça – disse-me tirando-a fora depois de me ter enrabado muito tempo. Voltei a esfregar-lhe uma generosa quantidade de vaselina – pudera, o cu era meu, não de um paneleiro de rua habituado a dá-lo – e ainda lhe pedi para me esfregar também em mim mas Rodrigo achou desnecessário.
- Já tens o rabinho bem cheio do leitinho que te lá fui deixando – negou-me. Tinha-o sim, mas um pouco de vaselina não lhe teria feito mal nenhum embora eu tivesse logo percebido que exibicionista como Rodrigo era, ele queria era que meus gemidos fossem suficientemente audíveis para que ninguém lá na República tivesse dúvidas que ele me estava de novo comendo o traseiro.
Sempre de pé sobre a cama, sua cabeça quase tocando no tecto baixo e velho, abriu suas pernas. O caralho erecto expunha a visão soberba da sua parelha de tomates, balanceando-se de cada vez que ele se movia.
- Gatinha por baixo de mim, Sandra – o gesto que fez com o braço ilustrou claramente o que pretendia. Quando meu rabo passava por baixo das suas coxas, Rodrigo apertando as pernas prendeu - me e fez –me parar.
- Quieta, minha potrazinha menstruada, é nesta posição que te vou voltar a enfardar o rabinho. E empina-o bem.
E foi, claro, se era ali era que ele queria, era ali que era, ele é que mandava tal como todos os meus amantes. De gatas, cuzinho ao alto, a cabeça bem baixinho pousada sobre os braços, o rabo dele quase pousado sobre meus quadris, senti suas mãos abrindo-me o olhinho e uma grossa cuspidela entrar dentro dele.
- Cuzinho gordinho, não levas vaselina mas levas cuspo que é um bom lubrificante para comer cuzinhos apertados como o teu.
Era sim, senhor embora então me tivesse parecido muito repugnante. Mas ohhh, o seu mastro vigoroso, inflamado como estava, já me voltara a demonstrar de novo a força da sua potência. Rodrigo pulava em mim, metendo e tirando seu pau.
- Ahh, minha eguazinha mansa, que dizes da minha pica perfurando-te esse cuzinho que o padrinho, ou lá o que ele te era, nunca quis perfurar? Gostavas mais de levar com ele no teu grelo, não minha menstruadazinha? Saracoteia-te no meu caralho, Sandra, que gosto de sentir-te o cu mexendo quando estou bombando nele.
Ficamos ali imenso tempo, até eu cansada, com o olho a arder, o pensinho vaginal já bem fora do sitio sujando-me a calcinha, e vendo que apesar de gostosas eu não conseguiria gozar só com as enrabadelas que ele me dava, lhe ter pedido para se vir.
- Está bem – concordou – mas vais fazer-me de carro de mão.
Desta vez Rodrigo sentou-se na beirada da cama, os pés pousados no tapete, eu compus minha calcinha e ajeitei meu pensinho. Mais recomposta sentei-me no seu colo com as mãos pousadas no chão.
- É a última vez que te deixo comeres-me o cu hoje, Rodrigo – avisei-o – Tenho a impressão que amanhã vou andar a cagar o dia inteiro, tão massacrado mo deixou a tua pila.
- Está descansada, minha aleitadazinha redondinha, que eu também não me aguento muito mais depois destas últimas duas enrabadelas que te dei – tranquilizou-me.
Mesmo assim depois de me enfiar o prego pelo cu dentro ainda teve tempo para se levantar, e com ele bem implantado dentro dele, ainda me fez dar uma pequena volta pelo quarto, antes de se voltar a sentar na berma da cama e me recomeçar a socar.
- Ahh, potrazinha vadia a pingar sangue pela cona, diz-me lá se alguma vez imaginaste vires a ter um cabresto de carne tão delicioso como este conduzindo-te pelo cu? Ahh potrazinha coçada, foi para momentos destes que a natureza vos deu também um buraco tão bom para foder, não foi só para cagardes por ele.
Veio-se gostosamente e apesar de não ter gozado soube-me muito bem sentir-lhe o leitinho quente e grosso inundando-me o rego, porque adoro sentir uma ejaculação dentro de mim. Ou então seria o alívio de saber que após aquilo a piroca do Rodrigo murcharia e nessa noite meu cuzinho, três dias antes ainda tenro e virgem, já não teria de passar por outra prova daquelas.
Mas o prejuízo continuava sendo meu, para nem falar no estrago que aquela farra fizera ao meu bueiro. Eu continuava tão tesa e com os mamilos tão duros como antes.
- Minha filha - disse-me Rodrigo quando nos metemos no chuveiro – não fosse a maldita rebeca de que fostes acometida, e teria dado à tua parreca o tratamento que dei ao teu cu, o que fica desde já prometido para quando ela te passar. Até lá, Sandrinha, se estás com muito tesão, aconselho-te a fazeres o que eu fiz muitas vezes, em rapaz, antes de ter aprendido a ir ao pito e ao cu de gostozinhas vadias como tu , e desenrascares-te à mão. Não me importava nada de ficar te vendo a masturbar.
- E se te excitares prometes que não me vais obrigar a dar o cuzinho outra vez? – perguntei-lhe porque para o Rodrigo pôr o cacete armado depois de dar uma, não era preciso muito.
- Tá prometido – asseverou-me erguendo a mão – se ficar teso imito o teu exemplo, e toco uma punheta, coisa que já não faço bem antes de ter ido à tropa.
Nunca fui muito de me masturbar, sinceramente acho isso uma coisa muito mais de homens do que de nós mulheres, mas aceitei sua sugestão e toda nua, com a água quente do chuveiro caindo sobre meu corpo e os olhares de Rodrigo seguindo-me com atenção, tacteei com a mão direita meus seios enquanto com o dedo médio da esquerda penetrava minha ratinha ensanguentada, e a fodia com ele. Não era a mesma coisa de um caralho, ainda para mais do caralho de Rodrigo, mas essa foi a vez que um siririca me soube melhor e graças às minhas duas mãos consegui vir-me. Rodrigo ainda que tivesse ficado excitado com a minha solitária não se masturbou, dizendo querendo poupar a piça para a foda que me contava dar no dia seguinte. Nessa noite apesar de algum ardor que sentia na entrada do cuzinho dormi como uma santinha. E satisfeito como estava, tenho a certeza que ele também.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
08:44
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
quarta-feira, 12 de maio de 2010
MÉNAGE A TROIS
O Rodrigo não me proporcionou só as primeiras experiências de sexo anal. Com ele também me iniciei em sexo com mais de um parceiro.
Namorávamos já quase há um mês (acho que posso dizer que namorávamos, pois vivia com ele, embora eu não lhe fosse mais do que um brinquedo sexual), quando Rodrigo me disse dever umas finezas a um indivíduo (nunca me disse que finezas eram), e uma vez que ele tinha uma predilecção por gordinhas morenas como eu, iria conceder-lhe os meus favores em paga de tais finezas. Sabia que a facilidade com que me prestara a ser sua amante, fazia de mim aos seus olhos uma vulgar vagabunda, por isso não me surpreendi com a sua ordem, nem pensei em me rebelar contra ela. No meu íntimo percebera desde o primeiro momento que me deitara com ele, que só teria direito a viver debaixo daquele tecto, enquanto me subjugasse a ele. Tomamos um banho, mudei de roupa, vesti uma calcinha e um sutiã brancos, os mais apresentáveis que tinha, e partimos. O indivíduo com o qual nos íamos encontrar vivia na Solum, e como fosse longe da República, que ficava na alta coimbrã, Rodrigo tomou um táxi, coisa que nunca fazia. Desconfiei, como ainda hoje desconfio, que Rodrigo tinha alugado meu corpo, e que era este, mesmo sem ver a cor do dinheiro, que estava pagando a bandeirada. Mas não disse nada.
Saímos em frente a um prédio, Rodrigo deu três toques na campainha exterior, uma breve troca de palavras pelo intercomunicador, a porta abriu-se electronicamente, e nós subimos a pé até ao 2º andar. Fomos recebidos por um homem, com cerca de quarenta e poucos anos, cabelo preto, cortado muito curto, fumando um cigarro Marlboro, aspecto educado e fino, que logo reconheci por ser uma figura pública com alguma notoriedade em Coimbra. Apesar de ser da parte da tarde, vestia um roupão cor de vinho, trespassado por um cinto, e uns chinelos castanhos, abertos. Após nos ter conduzido à sala, mandou que me despisse, e ficasse apenas com minhas peças interiores, e minhas sandálias. Apalpou-me a face redonda, esfregou meus cabelos, tacteou-me a barriga, os braços, as pernas… Por baixo do roupão, na região pélvica, seu caralho assinalava já o estado em que o deixaram tais preâmbulos. Foi então que ele me começou a atacar a boca com os dedos, enquanto ia dizendo ao Rodrigo:
- Tinha razão, o meu amigo! Ela é mesmo uma gostosura. Vamos agora ver se é tão boa a trabalhar com a boca, como você garante. Mas primeiro um pequeno detalhe que para mim faz toda a diferença.
De uma gaveta tirou um par de meias castanhas, de lycra, rendadas que me mandou enfiar nas pernas. Abriu então o robe que fez deslizar para o chão e surgiu nu a meus olhos. Era um homem bem feito, magro, mas algo musculoso, ainda que não em demasia, e sua verga tesa e circuncidada, com a cabeça vermelha, demonstrava bem a força do seu tesão, embora fosse mais curta do que a de Rodrigo. Pelo canto do olho percebi que este, nas minhas costas, também despia suas roupas, e me forçou com as mãos pressionando-me os ombros, a ajoelhar-me diante do caralho do homem, e ele próprio lhe ofereceu minha boca aberta. Comecei a lamber-lhe a cabeça com a ponta da língua, como fazia com o meu amante, enquanto lhe trincava suavemente a haste com os dentes, mas breve percebi que o proprietário daquele caralho mais do que uma chupadela, queria mesmo era foder-me a boca, pois fazia os tomates socarem-na em furiosos movimentos de ancas, como se me estivesse comendo a rata ou o cu. Comecei a atrapalhar-me, pois muito embora aquela pixota não fosse das maiores que na minha boca já entrara, incomodava senti-la sendo sucessivamente empurrada para a cavidade da garganta, ao mesmo tempo que os guizos dele, me batiam nos queixos. Rodrigo, ainda por trás de mim, acariciava minhas costas, e de vez em quando, sem contar, pregava-me uma palmada com as mãos. Apesar de autoritário e bruto comigo, Rodrigo nunca me batera, e eu percebi que aquilo fazia parte do trato com o outro. E a seguir a cada palmada, afagava-me os seios, mas ainda não tentara tirar-me o sutiã, nem a calcinha. Apesar do papel que eu estava a prestar parecer aviltante a muitas mulheres menos emancipadas do que eu, estava já possuída de tesão, e não via o momento de me despirem aquelas vestes tapando meus seios e minha ratinha, e impedindo-os de serem acariciados devidamente.
No entanto só me libertaram delas ao fim de mais algum tempo. Após vários minutos sendo fodida daquela maneira, minha boca começou a ficar cheia de esperma, que meu fodedor bocal não se cansava de expelir. Engole tudo, boazona, engole tudo, exigia-me ele e eu lá a ia engolindo. Quando sentiu o seu caralho já bem melado, o estranho parceiro, retirou-o da minha boca e desapertando-me então o sutiã, apertou-me bem as mamas, uma de encontro à outra, encaixou-o bem no meio daquele reguinho, e passou a socar-me as mamas comprimidas, dando-lhes o mesmo tratamento que dera, momentos antes, à minha boca. Mas era muito mais agradável sentir-lhe os colhões batendo nos meus biquinhos, do que fora senti-los nos queixos. Rodrigo enlaçara-me a cintura por trás, tirara-me por sua vez a calcinha, deixando-me apenas com as meias de renda e as sandálias, e punheteava-se mesmo á entrada do meu cu, como fazia muitas vezes que me sodomizava, mas nem mesmo assim eu desconfiei de suas intenções, pensei sempre que nessa tarde seria apenas comida pelo locatário do apartamento.
Com minhas mamas, completamente impregnadas de langonha , pois era bem provido de sémem, o meu parceiro introduziu de nova a pila em minha boca, e desta vez quis que lhe fizesse um broche como deve ser, enquanto lhe ia masturbando os colhões. A pixota de Rodrigo esfregava-se toda no meu olhinho, embora não a tivesse ainda metido, deixando-o tão molhado como minha boca e minhas mamas, a única entrada que ainda não provara esporra era a da frente. Foi durante o broche que o homem me começou a insultar, coisa que até então não fizera, algo que sempre me deixa ainda pingando mais:
- Isso, puta, lambe-me a piça, e os colhões. Chupa tudo. E bebe o meu leitinho, fochineira.
Não consigo descrever a sensação gostosa que era estar sendo insultada, tendo a piça de um homem a atravancar-me a boca, e a de outro encostada ao olho de meu cu, pincelando-o de esperma.
De repente, da piroca do desconhecido que não o era tanto assim, saiu um jacto mais forte de esperma, e ele sentiu que era tempo de acabar a mamada. Conduziu-me para cima de uma mesa baixa, e lacada, de quatro pernas, ao centro da sala, da altura dos quadris dos dois, e deitou-me de costas em cima dela. Minhas pernas, cobertas apenas
pelo par de meias rendadas, ficaram balouçando, sem apoio.
- Agora, vais-me mostrar se és tão boca a trabalhar com a cona, como o és com a boca.
Suas mãos abriam minhas pernas, expondo-lhe o rego desguarnecido de minha parreca. Os dedos dele limparam-me a langonha que o seu caralho me depositara nas mamas, e esfregavam-se totalmente lambuzados nos meus lábios, no meu clictoris, no meu grelinho, antes de se enfiar todo lá dentro. Gemi de prazer, mas ele não me deixou respirar. Prendendo-me as coxas com as mãos, começou a socar-me violentamente, como fizera sempre que me metera num buraco, de cada vez que metia ou tirava, abria-me um pouco mais as pernas, até eu ficar toda aberta, socando-me sempre, forçando minha ratinha sempre e sempre mais a abrir-se.
- Faz um broche ao teu namorado, puta! Vá! Chupa-o como me chupaste a mim.
Rodrigo acercou-se de minha cabeça, na outra extremidade da mesa, tive de me voltar um pouco para a esquerda para o conseguir abocanhar. O caralho de Rodrigo era maior, e num instante senti a sua cabeça descoberta, tocar minha garganta, e pela primeira vez começar a foder-me a boca, tal como o outro fizera, imitando os movimentos dos seus socos na minha vagina. Claramente se podia perceber não ser aquela a primeira vez que os dois safados faziam aquilo com moças como eu, tão bem se entendiam. Quando Rodrigo já exaurira uma boa quantidade de sémen, nosso anfitrião farto de meter em meu grelo, exprimiu desejo de me ir ao cu. Ultimamente, desde que experimentáramos anal, eu andava dando muito meu cu a Rodrigo, e aquele já tinha um buraco considerável. A pixota menos imponente do homem do apartamento no meu olho do cu não assim era uma perspectiva aterradora, e além disso como eu já me viera, acolhi mentalmente com agrado a ideia de ter meu grelo livre daquele talo.
Desta vez fui conduzida para junto do sofá, encostado na parede onde por cima se via, encaixilhada, uma reprodução do “Guernica” . Rodrigo sentou-se nele, seu caralho completamente entesado como uma torre totalmente ensebado de esporra, o homem mandou-me deitar a cabeça nas pernas do meu namorado ficando com o rabo completamente empinado, este aproveitou para me voltar a meter o pilau na boca,. Naquela posição, o homem depois de me ter punheteado o cu com o dedo durante um bocado, conduziu com as mãos seu membro túrgido até à entrada do meu rego, esfregou a cabeça do caralho nele, sua esporra misturou-se com a do Rodrigo, meu canal estava completamente melado do líquido seminal de ambos. Forçou um pouco ao procurar meter a chapeleta no meu anel, deixou-o estar ali na entrada durante breves momentos, depois suas mãos grudavam-se nos meus seios, apertaram-nos até me fazerem gritar de dor, arrastaram-me contra si, seu caralho ia penetrando cada vez mais depressa no meu cu, ouvi um chlopp quando ele entrou todo, minha entrada de trás estava sendo socada com a mesma intensidade como o tinham sido todas as outras minhas entradas, enquanto minha língua se passeava livremente nos colhões e pénis erecto de Rodrigo. Eu nunca tivera tanta esporra na boca e no corpo como naquele dia! Imaginei que este se viria na minha boca vendo-me apanhando no cu, mas meu namorado demonstrou-me ter outros planos para o seu tesão. Quando sentiu que se estava quase a vir, retirou-me a pila da boca, levantou-se do sofá, meu sodomizador percebendo suas intenções deixou-se cair no soalho arrastando-me com ele, e servindo-me de colchão. Rodrigo ajoelhava-se perante mim, e eu também agora percebendo o que me queria fazer, esbocei uma tentativa de recusa, com os olhos pedia-lhe que não me penetrasse, mais talvez por resquícios de pudor feminino do que por outra coisa qualquer, porque a sugestão de ser penetrada por duas varas ao mesmo tempo, me entesou de novo completamente, mas ele sem atender às minhas súplicas, levantou minhas pernas para trás, pressionando-as contra minha cabeça e enfiou sua pila em minha rata. Naquela posição eu sentia plenamente a cabeça da piroca que tinha enfiada no cu castigando-me o troço sem piedade, e agora, com um homem por baixo de mim, e outro por cima, sentia também meu grelinho violado, invadido por novo mastro que me arrombava toda, obrigando-me a rebolar frenética, enquanto gemia como uma perdida de prazer incontido, ouvindo o som que o par de colhões de ambos fazia batendo de encontro um ao outro, de cada vez que o par de paus entrava e saía. Eu gemia cada vez mais forte, e parecia-me que o som dos meus gemidos ainda os fazia penetrarem-me com mais intensidade durante longos minutos. O que me atacava o buraco de trás veio-se primeiro, e retirou-se de dentro de mim. Rodrigo virou-me então de rabo para cima, friccionou-me rapidamente as bordas do olho para que a esporra do outro saísse, e enquanto o parceiro assistia, atacou-me por sua vez o olho de trás. Eu já não estava capaz de aguentar muito mais, mas felizmente Rodrigo também não. Pouco tempo depois de me ter enrabado, vinha-se também copiosamente, inundando-me o olhinho.
- É verdade, sim senhor – confirmava o estranho, satisfeito – o meu amigo tem aqui uma fodilhona de primeira. E é boa em tudo. Até nas mamas sabe bem fodê-la. – e beijava-as ainda com vestígios de esperma. Lembrei-me de suas palavras, quando estando o Rodrigo já formado em Medicina, e eu expulsa da república, aceitei o convite de tentar a sorte como prostituta em Amesterdam.
Mesmo não mencionando uma violação colectiva que me aconteceu certa noite, não foi aquela a única vez que fodi com mais do que um parceiro. O Rodrigo voltou a levar-me mais quatro ou cinco vezes àquele apartamento da Solum, durante o ano em que estivemos juntos, onde o mesmo homem que eu não revelo a identidade, sempre nos esperava. Mais tarde, outra vez em Coimbra, já namorava com o Rui, voltei a fazê-lo tendo sido ele o terceiro elemento da ménage, mas desta vez com um cliente angariado por mim. Porque não duvido que Rodrigo tenha obtido compensações materiais com as nossas aventuras na Solum, mas eu a única coisa que ganhei com elas, foi o par de meias de renda que gentilmente o homem me ofereceu. É é claro, uns momentos muito bem passados que só por si justificariam tais “ ménages a trois”.
Namorávamos já quase há um mês (acho que posso dizer que namorávamos, pois vivia com ele, embora eu não lhe fosse mais do que um brinquedo sexual), quando Rodrigo me disse dever umas finezas a um indivíduo (nunca me disse que finezas eram), e uma vez que ele tinha uma predilecção por gordinhas morenas como eu, iria conceder-lhe os meus favores em paga de tais finezas. Sabia que a facilidade com que me prestara a ser sua amante, fazia de mim aos seus olhos uma vulgar vagabunda, por isso não me surpreendi com a sua ordem, nem pensei em me rebelar contra ela. No meu íntimo percebera desde o primeiro momento que me deitara com ele, que só teria direito a viver debaixo daquele tecto, enquanto me subjugasse a ele. Tomamos um banho, mudei de roupa, vesti uma calcinha e um sutiã brancos, os mais apresentáveis que tinha, e partimos. O indivíduo com o qual nos íamos encontrar vivia na Solum, e como fosse longe da República, que ficava na alta coimbrã, Rodrigo tomou um táxi, coisa que nunca fazia. Desconfiei, como ainda hoje desconfio, que Rodrigo tinha alugado meu corpo, e que era este, mesmo sem ver a cor do dinheiro, que estava pagando a bandeirada. Mas não disse nada.
Saímos em frente a um prédio, Rodrigo deu três toques na campainha exterior, uma breve troca de palavras pelo intercomunicador, a porta abriu-se electronicamente, e nós subimos a pé até ao 2º andar. Fomos recebidos por um homem, com cerca de quarenta e poucos anos, cabelo preto, cortado muito curto, fumando um cigarro Marlboro, aspecto educado e fino, que logo reconheci por ser uma figura pública com alguma notoriedade em Coimbra. Apesar de ser da parte da tarde, vestia um roupão cor de vinho, trespassado por um cinto, e uns chinelos castanhos, abertos. Após nos ter conduzido à sala, mandou que me despisse, e ficasse apenas com minhas peças interiores, e minhas sandálias. Apalpou-me a face redonda, esfregou meus cabelos, tacteou-me a barriga, os braços, as pernas… Por baixo do roupão, na região pélvica, seu caralho assinalava já o estado em que o deixaram tais preâmbulos. Foi então que ele me começou a atacar a boca com os dedos, enquanto ia dizendo ao Rodrigo:
- Tinha razão, o meu amigo! Ela é mesmo uma gostosura. Vamos agora ver se é tão boa a trabalhar com a boca, como você garante. Mas primeiro um pequeno detalhe que para mim faz toda a diferença.
De uma gaveta tirou um par de meias castanhas, de lycra, rendadas que me mandou enfiar nas pernas. Abriu então o robe que fez deslizar para o chão e surgiu nu a meus olhos. Era um homem bem feito, magro, mas algo musculoso, ainda que não em demasia, e sua verga tesa e circuncidada, com a cabeça vermelha, demonstrava bem a força do seu tesão, embora fosse mais curta do que a de Rodrigo. Pelo canto do olho percebi que este, nas minhas costas, também despia suas roupas, e me forçou com as mãos pressionando-me os ombros, a ajoelhar-me diante do caralho do homem, e ele próprio lhe ofereceu minha boca aberta. Comecei a lamber-lhe a cabeça com a ponta da língua, como fazia com o meu amante, enquanto lhe trincava suavemente a haste com os dentes, mas breve percebi que o proprietário daquele caralho mais do que uma chupadela, queria mesmo era foder-me a boca, pois fazia os tomates socarem-na em furiosos movimentos de ancas, como se me estivesse comendo a rata ou o cu. Comecei a atrapalhar-me, pois muito embora aquela pixota não fosse das maiores que na minha boca já entrara, incomodava senti-la sendo sucessivamente empurrada para a cavidade da garganta, ao mesmo tempo que os guizos dele, me batiam nos queixos. Rodrigo, ainda por trás de mim, acariciava minhas costas, e de vez em quando, sem contar, pregava-me uma palmada com as mãos. Apesar de autoritário e bruto comigo, Rodrigo nunca me batera, e eu percebi que aquilo fazia parte do trato com o outro. E a seguir a cada palmada, afagava-me os seios, mas ainda não tentara tirar-me o sutiã, nem a calcinha. Apesar do papel que eu estava a prestar parecer aviltante a muitas mulheres menos emancipadas do que eu, estava já possuída de tesão, e não via o momento de me despirem aquelas vestes tapando meus seios e minha ratinha, e impedindo-os de serem acariciados devidamente.
No entanto só me libertaram delas ao fim de mais algum tempo. Após vários minutos sendo fodida daquela maneira, minha boca começou a ficar cheia de esperma, que meu fodedor bocal não se cansava de expelir. Engole tudo, boazona, engole tudo, exigia-me ele e eu lá a ia engolindo. Quando sentiu o seu caralho já bem melado, o estranho parceiro, retirou-o da minha boca e desapertando-me então o sutiã, apertou-me bem as mamas, uma de encontro à outra, encaixou-o bem no meio daquele reguinho, e passou a socar-me as mamas comprimidas, dando-lhes o mesmo tratamento que dera, momentos antes, à minha boca. Mas era muito mais agradável sentir-lhe os colhões batendo nos meus biquinhos, do que fora senti-los nos queixos. Rodrigo enlaçara-me a cintura por trás, tirara-me por sua vez a calcinha, deixando-me apenas com as meias de renda e as sandálias, e punheteava-se mesmo á entrada do meu cu, como fazia muitas vezes que me sodomizava, mas nem mesmo assim eu desconfiei de suas intenções, pensei sempre que nessa tarde seria apenas comida pelo locatário do apartamento.
Com minhas mamas, completamente impregnadas de langonha , pois era bem provido de sémem, o meu parceiro introduziu de nova a pila em minha boca, e desta vez quis que lhe fizesse um broche como deve ser, enquanto lhe ia masturbando os colhões. A pixota de Rodrigo esfregava-se toda no meu olhinho, embora não a tivesse ainda metido, deixando-o tão molhado como minha boca e minhas mamas, a única entrada que ainda não provara esporra era a da frente. Foi durante o broche que o homem me começou a insultar, coisa que até então não fizera, algo que sempre me deixa ainda pingando mais:
- Isso, puta, lambe-me a piça, e os colhões. Chupa tudo. E bebe o meu leitinho, fochineira.
Não consigo descrever a sensação gostosa que era estar sendo insultada, tendo a piça de um homem a atravancar-me a boca, e a de outro encostada ao olho de meu cu, pincelando-o de esperma.
De repente, da piroca do desconhecido que não o era tanto assim, saiu um jacto mais forte de esperma, e ele sentiu que era tempo de acabar a mamada. Conduziu-me para cima de uma mesa baixa, e lacada, de quatro pernas, ao centro da sala, da altura dos quadris dos dois, e deitou-me de costas em cima dela. Minhas pernas, cobertas apenas
pelo par de meias rendadas, ficaram balouçando, sem apoio.
- Agora, vais-me mostrar se és tão boca a trabalhar com a cona, como o és com a boca.
Suas mãos abriam minhas pernas, expondo-lhe o rego desguarnecido de minha parreca. Os dedos dele limparam-me a langonha que o seu caralho me depositara nas mamas, e esfregavam-se totalmente lambuzados nos meus lábios, no meu clictoris, no meu grelinho, antes de se enfiar todo lá dentro. Gemi de prazer, mas ele não me deixou respirar. Prendendo-me as coxas com as mãos, começou a socar-me violentamente, como fizera sempre que me metera num buraco, de cada vez que metia ou tirava, abria-me um pouco mais as pernas, até eu ficar toda aberta, socando-me sempre, forçando minha ratinha sempre e sempre mais a abrir-se.
- Faz um broche ao teu namorado, puta! Vá! Chupa-o como me chupaste a mim.
Rodrigo acercou-se de minha cabeça, na outra extremidade da mesa, tive de me voltar um pouco para a esquerda para o conseguir abocanhar. O caralho de Rodrigo era maior, e num instante senti a sua cabeça descoberta, tocar minha garganta, e pela primeira vez começar a foder-me a boca, tal como o outro fizera, imitando os movimentos dos seus socos na minha vagina. Claramente se podia perceber não ser aquela a primeira vez que os dois safados faziam aquilo com moças como eu, tão bem se entendiam. Quando Rodrigo já exaurira uma boa quantidade de sémen, nosso anfitrião farto de meter em meu grelo, exprimiu desejo de me ir ao cu. Ultimamente, desde que experimentáramos anal, eu andava dando muito meu cu a Rodrigo, e aquele já tinha um buraco considerável. A pixota menos imponente do homem do apartamento no meu olho do cu não assim era uma perspectiva aterradora, e além disso como eu já me viera, acolhi mentalmente com agrado a ideia de ter meu grelo livre daquele talo.
Desta vez fui conduzida para junto do sofá, encostado na parede onde por cima se via, encaixilhada, uma reprodução do “Guernica” . Rodrigo sentou-se nele, seu caralho completamente entesado como uma torre totalmente ensebado de esporra, o homem mandou-me deitar a cabeça nas pernas do meu namorado ficando com o rabo completamente empinado, este aproveitou para me voltar a meter o pilau na boca,. Naquela posição, o homem depois de me ter punheteado o cu com o dedo durante um bocado, conduziu com as mãos seu membro túrgido até à entrada do meu rego, esfregou a cabeça do caralho nele, sua esporra misturou-se com a do Rodrigo, meu canal estava completamente melado do líquido seminal de ambos. Forçou um pouco ao procurar meter a chapeleta no meu anel, deixou-o estar ali na entrada durante breves momentos, depois suas mãos grudavam-se nos meus seios, apertaram-nos até me fazerem gritar de dor, arrastaram-me contra si, seu caralho ia penetrando cada vez mais depressa no meu cu, ouvi um chlopp quando ele entrou todo, minha entrada de trás estava sendo socada com a mesma intensidade como o tinham sido todas as outras minhas entradas, enquanto minha língua se passeava livremente nos colhões e pénis erecto de Rodrigo. Eu nunca tivera tanta esporra na boca e no corpo como naquele dia! Imaginei que este se viria na minha boca vendo-me apanhando no cu, mas meu namorado demonstrou-me ter outros planos para o seu tesão. Quando sentiu que se estava quase a vir, retirou-me a pila da boca, levantou-se do sofá, meu sodomizador percebendo suas intenções deixou-se cair no soalho arrastando-me com ele, e servindo-me de colchão. Rodrigo ajoelhava-se perante mim, e eu também agora percebendo o que me queria fazer, esbocei uma tentativa de recusa, com os olhos pedia-lhe que não me penetrasse, mais talvez por resquícios de pudor feminino do que por outra coisa qualquer, porque a sugestão de ser penetrada por duas varas ao mesmo tempo, me entesou de novo completamente, mas ele sem atender às minhas súplicas, levantou minhas pernas para trás, pressionando-as contra minha cabeça e enfiou sua pila em minha rata. Naquela posição eu sentia plenamente a cabeça da piroca que tinha enfiada no cu castigando-me o troço sem piedade, e agora, com um homem por baixo de mim, e outro por cima, sentia também meu grelinho violado, invadido por novo mastro que me arrombava toda, obrigando-me a rebolar frenética, enquanto gemia como uma perdida de prazer incontido, ouvindo o som que o par de colhões de ambos fazia batendo de encontro um ao outro, de cada vez que o par de paus entrava e saía. Eu gemia cada vez mais forte, e parecia-me que o som dos meus gemidos ainda os fazia penetrarem-me com mais intensidade durante longos minutos. O que me atacava o buraco de trás veio-se primeiro, e retirou-se de dentro de mim. Rodrigo virou-me então de rabo para cima, friccionou-me rapidamente as bordas do olho para que a esporra do outro saísse, e enquanto o parceiro assistia, atacou-me por sua vez o olho de trás. Eu já não estava capaz de aguentar muito mais, mas felizmente Rodrigo também não. Pouco tempo depois de me ter enrabado, vinha-se também copiosamente, inundando-me o olhinho.
- É verdade, sim senhor – confirmava o estranho, satisfeito – o meu amigo tem aqui uma fodilhona de primeira. E é boa em tudo. Até nas mamas sabe bem fodê-la. – e beijava-as ainda com vestígios de esperma. Lembrei-me de suas palavras, quando estando o Rodrigo já formado em Medicina, e eu expulsa da república, aceitei o convite de tentar a sorte como prostituta em Amesterdam.
Mesmo não mencionando uma violação colectiva que me aconteceu certa noite, não foi aquela a única vez que fodi com mais do que um parceiro. O Rodrigo voltou a levar-me mais quatro ou cinco vezes àquele apartamento da Solum, durante o ano em que estivemos juntos, onde o mesmo homem que eu não revelo a identidade, sempre nos esperava. Mais tarde, outra vez em Coimbra, já namorava com o Rui, voltei a fazê-lo tendo sido ele o terceiro elemento da ménage, mas desta vez com um cliente angariado por mim. Porque não duvido que Rodrigo tenha obtido compensações materiais com as nossas aventuras na Solum, mas eu a única coisa que ganhei com elas, foi o par de meias de renda que gentilmente o homem me ofereceu. É é claro, uns momentos muito bem passados que só por si justificariam tais “ ménages a trois”.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
03:41
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SEXO FORÇADO
terça-feira, 11 de maio de 2010
ANAL PELA PRIMEIRA VEZ
Foi o Rodrigo quem me tirou a virgindade do cu, como já lhes confessei anteriormente. Tudo se passou no 3º ou 4º dia após ter começado a me deitar com ele, na república estudantil em Coimbra, da qual ele era o Presidente.
Estávamos no quarto, ambos completamente nus. Como sempre eu fizera-lhe um broche, pois o Rodrigo nunca me fodia sem me obrigar a chupá-lo primeiro. Depois derrubara-me sobre a cama, e obrigando-me a manter as pernas abertas estendidas para cima, socou-me com força, até nos virmos os dois. Por baixo do quarto, na cozinha da república, ouviam-se as vozes de quatro ou cinco repúblicos, entre os quais o Tomás, jogando à lerpa, na mesa de jantar. Rodrigo virou-me de rabo para o ar, deu duas sonoras palmadas em cada uma das minhas nádegas gordas, e perguntou-me se já alguém me comera aquela entrada. Disse-lhe que não, e era verdade.
- Pois então – decidiu – está na hora de levares a tua primeira enrabadela.
Eu olhei-lhe para o piçalho enorme, que já se começava a levantar, e disse-lhe duvidar que uma coisa tão grande e grossa como a dele, fosse capaz de entrar no meu cu.
- Entra! Entra! – asseverou-me – Já entrou em alguns tão apertados como o teu, e nunca ficou de fora.
Não duvidava. A piça do Rodrigo era dura como um tronco, capaz de perfurar qualquer buraco, por mais resistente que fosse. O problema era o estrago que poderia provocar no buraco perfurado. Hoje o meu cu já apanhou com piças maiores, mas na altura ele era apenas o quarto homem a quem abria as pernas, e o primeiro a quem ia abrir o olho de trás.
- Viste o “Último Tango em Paris”? – perguntou-me.
Não vira, mas conhecia o episódio da manteiga. Ele mandou-me então que vestisse uma cueca e sutiã, fosse à cozinha aquecer um pouco de manteiga e que a vertesse num frasco que me entregou. Compreendi que me queria exibir para os demais repúblicos, em especial para o meu anterior amante, Tomás, que agora de novo sem mulher, fora apanhado na manhã anterior a tocar uma pívia no banho. Na minha relação com meu marido, sou eu quem o domina, mas com o Rodrigo não, era eu a humilhada, e isso enchia-me de tesão. Apesar de ter acabado de foder com ele, senti os lábios incharem-me de desejo com a perspectiva de descer à cozinha em trajes menores, alimentar visualmente a gula sexual de quatro adolescentes, um dos quais fodia mal como nunca vi, prestando-me a musa inspiradora da punheta que iriam tocar antes de irem para a cama, enquanto preparava a manteiga que suavizaria, esperava eu, a entrada do cacete do Presidente no meu portãozinho fechado e por inaugurar.
E assim foi. Mal entrei na cozinha naqueles preparos, o jogo suspendeu-se. O Tomás ficou vermelho de raiva quando me viu tirar um pouco de manteiga do frigorífico e a fervê-la numa sertã. Os comentários sucederam-se:
- Ó Sandra, isso já vai a manteiga? Não te queria estar na pele! Vais ficar uns dias com o olho a arder! Ó Tomás, olha só o que estás a perder!
Percebi porque é que o Rodrigo me mandara fazer aquilo. Ele exibia perante os outros o direito de me comer o cu ou qualquer outra parte do meu corpo, e foi o primeiro homem que tive que alimentava seu desejo igualmente no tesão que eu inspirava a outros. Meu marido também é assim.
Quando regressei ao quarto, Rodrigo estava estirado ao comprido na cama, friccionando lentamente seu caralho. Estava já completamente teso, ninguém diria que me tinha acabado de dar uma. Novamente a dimensão imponente daquele órgão me assustou, e eu exprimi a dificuldade em ter aquilo lá dentro. O meu cu era muito apertadinho.
- Por ser apertadinho, é que to quero comer. Buracos grandes estou eu farto de foder!
Sabia que as minhas recusas não me serviriam de nada, excepto fazerem-me ser expulsa da república, sem um tecto para onde ir. Muitas vezes penso que o ano que vivi com Rodrigo foi um constante relato de sucessivas violações a que fui sujeita, mas de satisfação sexual plena. Só lhe pedi que fosse cuidadoso, e me fizesse sofrer o menos possível. Ele disse-me que estivesse descansada.
- Faz-me outro broche! – ordenou-me, levantando-se e empunhando seu pénis com as mãos, em direcção de minha boca. - Chupa-mo bem que te vai facilitar a entrada.
Eu quando o via de pé para o broche, já sabia que teria de me ajoelhar para lhe chegar à cintura e abocanhar aquele membro pulsante. E gostava muito de lhe fazer um broche ajoelhada! Minhas mãos substituíram as suas, enquanto com a boca imitava os movimentos das minhas ancas no acto sexual. Rodrigo abandonava-se todo na minha boca, seu caralho pingando sémen estava quente e salgado deixando minha língua igualmente salgada.
Achei que estava pronta a recebê-lo na minha entrada virgem, e meu parceiro era da mesma opinião. Amavelmente levou-me ao colo para cima da cama, despiu minha cuequinha e sutiã, mandou que estendesse meus braços na direcção da cabeceira, levantou minhas pernas. Fechei os olhos e cerrei meus lábios para evitar deixar fugir um grito que, adivinhava ele me iria fazer soltar quando me penetrasse, mas Rodrigo não atacou ainda meu cu. Agora era sua língua que me fazia um minete, me entrava pelo grelinho dentro ainda lambuzado da esporra que ele lhe depositara momentos antes, enquanto seu dedo anelar previamente embebido na manteiga derretida, me masturbava o cu. Minhas pernas, doidas de tesão, moviam-se para cima e para baixo, não se conseguiam manter erguidas.
De repente Rodrigo levantou-se, tacteou minhas mamas, entesando-me ainda mais, e enfiou seu dardo no meu grelinho. Eu estava de novo com as pernas erguidas, e delirava com o som e os socos dos seus tomates rugosos forçando o dardo a penetrar-me a vagina. O ruído das molas da cama era facilmente audível da cozinha, como acontecia sempre que fazíamos amor, de onde nos chegavam remoques aos nossos actos:
- Ela ainda não gemeu! No entanto o Rodrigo está-lhe a dar com força. Ó Tomás, tu não lhe davas assim, durante tanto tempo!
Na verdade, Rodrigo entreteve-se a socar-me o grelo durante alguns minutos e quando se percebeu que me estava a vir, rapidamente tirou o pau fora. Já soltara um pequeno jacto de esperma que ejaculava durante qualquer penetração, gota a gota, como também já referi, e estava por isso completamente melado. Suas mãos soltaram-me as mamas, abriram-me o rego do cu por cima da cama, e foi o único aviso que tive de que Rodrigo me iria finalmente enrabar. No momento seguinte, já estava sentindo a cabeça larga e húmida da pixota dele, tocar-me o olho e começar a forçar a entrada, lentamente mas com determinação, centímetro a centímetro. Já não era possível manter os lábios cerrados. À medida que o tronco se enterrava todo em mim a força que fazia para alargar minha cavidade era maior, e a dor também, era muito mais doloroso do que fora a primeira vez na frente, tive de gritar. Na cozinha todos exultaram com o meu grito, não me admiraria que estivessem tocando ao bicho. Tentei fugir àquele pau armado perseguindo meu reto, puxando-me para cima em direcção da cabeceira, mas Rodrigo agarrou-me pelas pernas contra si, mais violentamente do que até então fizera, e foi então que senti que a lança me trespassara toda. Soltei um grito mais forte. Rodrigo, acariciava-me a vagina, masturbava-me com os dedos, enquanto me socava o cu furiosamente como momentos antes me socara a cona. Eu agora, mais à vontade, seguia as suas instruções e rebolava-me toda no seu pau, enquanto com minhas próprias mãos afagava meus peitos. Vim-me primeiro que ele, mas pouco tempo após senti a descarga quente dos balões dele inundar-me o rego. Eu estava satisfeitíssima!
Apesar de ser a segunda foda que me dava, o Rodrigo ejaculara abundantemente, pois eu sentia bem o leite dele que me saía pelo rego, e me provocava ardor na pele do cu onde seu pénis se esfregara. Passei minha mão nas nádegas, meus dedos ficaram besuntados de esperma, que lascivamente esfreguei na vagina e nos pentelhos. A pila de Rodrigo começou de novo a mostrar-se entusiasmada com o meu acto.
- Como é que uma vadia como tu, aceitou ser a mulher de um punhetas como o Tomás? Estás a entesar-me, Sandra. Vou querer dar-te no cu, mais uma vez.
Meu olho estava ardendo, não me parecia boa ideia voltar a enfiar aquilo de novo, mas Rodrigo não se demoveu.
- Podes bem voltar a apanhar no cu. E além disso, vai-te doer menos agora, que já o tens mais aberto. Mas desta vez vai ser numa posição mais difícil para ti. Mas primeiro, vamo-nos lavar.
Assim o fizemos, e voltamos para o quarto, eu embrulhada no roupão dele, Rodrigo totalmente nu, indiferente a ser visto naquele estado, apesar de morar mais uma rapariga na república. Questionei-o se ele seria capaz de voltar a pôr o caralho em pé, ao qual ele me respondeu que essa era a minha obrigação. Desta vez, Rodrigo sentou-se num cadeirão de braços, e eu novamente ajoelhada, fiz-lhe outro broche demorado. Mas agora, ele exigira que eu fosse barrando minha língua com a manteiga que restava no frasco, de maneira que ao fazer-lhe a mamada, lhe fosse simultaneamente untando o cacete. Confesso que teria preferido fazer-lhe o broche sem a manteiga na língua, pois acho o seu gosto repulsivo, mas lá me aguentei. Até porque o Rodrigo, para me recompensar do que me obrigava a fazer, ia-me levando ao delírio, masturbando-me o clítoris com os dedos dos pés, e apertando-me os mamilos com os das mãos. Sua piça ia ficando cada vez mais tesa em minha boca.
- Pára! – ordenou-me então – E vira-te de costas para mim.
Quando fiz o que me mandou, Rodrigo agarrou-me pelas coxas, empinei meu rabo para lhe facilitar o assalto, e coloquei-o ao nível do seu bacamarte. Lentamente meu namorado ia-me puxando mais de encontro a ele, sentia-lhe cada vez mais o pénis dentro do meu olhinho, e ainda doía a sua entrada. Rebolei-me nele, procurando atenuar a dor e fazê-lo entrar mais depressa, pois constatara que uma vez todo lá dentro a dor era menor. Como da primeira vez, o que custava mais era a entrada da chapeleta larga, mas uma vez vencida tal barreira todo o restante tronco deslizava mais rápido. Foi um alívio quando me sentei em suas pernas e Rodrigo me deixou de puxar de encontro a si, era sinal de que o pau estava todo enfiado, como o comprovei quando lhe senti os colhões, novamente frementes, açoitarem as minhas funduras, meu cu outra vez sendo varado por aquele aguilhão de carne viva que me fazia ficar tão contente por ser mulher.
- Aiii! Aiiii! Aiiii! –gemia, marcando o compasso ao seu pau entrando e saindo velozmente de meu cu. Chape, chape, chape, faziam os colhões balouçando e batendo em minhas nádegas. Rodrigo por trás, na posição em que estava, mordiscava meu pescoço, minhas orelhas, e deixava que seus dedos me violassem o canal da frente, bolinando-me a parreca. Da cozinha não vinha um pio. Deviam estar todos de ouvido à escuta, o que nos fazia aumentar o desejo a ambos. De quando em vez, Rodrigo ia soltando um pequeno jacto de esperma, como eu tanto gostava de lhe sentir, sem que o tesão lhe diminuísse. Ele foi sem dúvida, o melhor amante que tive, e ainda hoje há-de fazer feliz muita mulher, como me fez a mim.
Estivemos ali talvez uns cinco minutos no tira e mete, mas o Rodrigo sabia que quando se viesse não voltaria a ser capaz de me dar outra, e como não se queria vir naquela posição exigiu então que me colocasse de gatas. Esclareceu-me que aquela era no seu entender, a forma mais dolorosa de se ir ao cu a alguém, mas que depois do rombo que eu levara com as duas enrabadelas anteriores seria perfeitamente capaz de aguentar mais aquela prova. Prontamente me coloquei na posição que ele me determinou, em cima de um cobertor que Rodrigo estendera no chão para melhor comodidade minha. Como já não havia mais manteiga no frasco, Rodrigo agora de joelhos, por trás de mim, fez-me um minete no meu olho do cu, ainda besuntado com a esporra dele, e como foi maravilhoso sentir a sua língua húmida penetrar no meu rego, relaxando-me os músculos doridos da entrada! Era a primeira vez que alguém me fazia um minete no cu!
Quando me sentiu descontraída, encostou sua piça na minha vagina, e começou a punhetear-se lentamente com uma mão, enquanto com a outra, enfiava agora dois dedos no meu ânus. Eu começara de novo a gemer de tesão, e Rodrigo esfregando a sua pixota em mim, ia de vez em quando soltando os seus habituais pequenos jactos de esperma que após me lambuzarem a cona, e a deixarem tão melada como o caralho dele, iam cair no cobertor e lhe imprimiam as provas do nosso prazer. Após algum tempo naquele esfreganço, Rodrigo desviou com as mãos a piça para a entrada de trás, e sempre a punhetear-se encostou a cabeça do piçalho no meu olho. À medida que seu membro libertava mais langonha, ia-o esfregando em todo meu rego, deixando-o tão besuntado como deixara minha cona, e só após o ter deixado todo humedecido, foi introduzindo sua chapeleta dentro de mim. Apesar de estar toda húmida o primeiro assalto era sempre ruim de suportar, mas ele fazia-o lentamente, mais lentamente ainda que das duas vezes anteriores talvez porque a posição não ajudava muito, talvez por eu ter o cu já muito massacrado e ele procurar minimizar o meu incómodo. Persistentemente e com paciência contudo, o anel de meu olho foi vencido pela terceira vez, a chapeleta já entrara, e o restante talo ia-lhe no encalço agora sem tantas cautelas. Mais um pouco e estava todo lá dentro, deveras eram os colhões que me açoitavam as nádegas, fazendo novo chape, chape, chape, de cada vez que o seu pau frenético entrava e saía com fúria do meu cu, e que se deveria escutar no andar de baixo, silencioso. Como uma mola elástica, submetida à pressão dele, eu ia sendo jogada para trás e para diante à medida que me ia rebolando naquela estaca. Para me ajudar a descontrair mais, e suavizar a dureza da penetração anal, as mãos do meu parceiro passeavam-se novamente nas minhas coxas, acariciavam-me a vagina, e os seus dedos procuravam caminho entre os meus lábios até penetrarem no meu grelinho. Às vezes, a pila do Rodrigo falhava o alvo, ou então era o meu cu que não se abria o suficiente para a receber, e ele então parava de me masturbar, e encaminhava-a com as mãos bem para o interior do meu olho. Quando exausta me vim, o chape chape dos seus colhões era cada vez maior e contínuo, demonstrando bem a ferocidade com que ele me socava, a plateia auditiva, na cozinha, devia estar delirando com tais ruídos. Vem-te depressa, pedi eu, não por não me poder aguentar mais, mas porque tendo atingido o orgasmo queria receber o seu fluxo quente de macho, coroando aquele momento sublime.
- É para já! – garantiu-me. E com efeito, nem um minuto depois, Rodrigo esporrava-se todo no meu cu, pela segunda vez. Nem por isso a quantidade de esperma foi menor. E mesmo depois de se ter vindo, seu cacete ainda permaneceu duro dentro de mim mais algum tempo, e era agradável senti-lo ir perdendo a força, desinchar, deixar de representar a ameaça que a sua visão tesa me inspirara quando o seu dono me dissera que me queria comer o cu. Quando sem pinta de tesão, Rodrigo o tirou finalmente, a esporra quente, liberta, voltou a correr abundante por minhas coxas abaixo.
- Já que gostas de leite de homem, - galhofou ele – vamos aproveitar esta torrente.
Deitou-me no cobertor, de barriga para cima, e ele próprio me massajou a esporra que eu não conseguia reter, nas minhas mamas e vagina detendo-se particularmente nos meus mamilos, minha zona erógena por excelência.
- Se não parares com isso – avisei-o – é melhor que consigas pôr o pau outra vez de pé, pois vais ter que me dar outra.
A ameaça resultou. Apesar de seus dotes de amante, era-lhe impossível conseguir foder de novo nas próximas horas, tão satisfeito se achava.
- Não perdes pela demora! – retorquiu-me - Agora não vai dar, mas amanhã de manhã vais ver se não levas outra foda.
- Desde que não seja no buraco onde levei estas últimas, tudo bem. Este vai ter de ficar em “pousio” por uns tempos, até te poder receber de novo – adverti-o.
Bom, não ficou em pousio, muitos dias. Não foi na manhã seguinte, mas agora que já conhecia o caminho para a minha retaguarda, duas noites depois, Rodrigo exigiu de novo que lhe desse o rabo. Não me fiz rogada. Apesar da dor, fiquei até hoje a gostar de sexo anal, tanto como ele.
Estávamos no quarto, ambos completamente nus. Como sempre eu fizera-lhe um broche, pois o Rodrigo nunca me fodia sem me obrigar a chupá-lo primeiro. Depois derrubara-me sobre a cama, e obrigando-me a manter as pernas abertas estendidas para cima, socou-me com força, até nos virmos os dois. Por baixo do quarto, na cozinha da república, ouviam-se as vozes de quatro ou cinco repúblicos, entre os quais o Tomás, jogando à lerpa, na mesa de jantar. Rodrigo virou-me de rabo para o ar, deu duas sonoras palmadas em cada uma das minhas nádegas gordas, e perguntou-me se já alguém me comera aquela entrada. Disse-lhe que não, e era verdade.
- Pois então – decidiu – está na hora de levares a tua primeira enrabadela.
Eu olhei-lhe para o piçalho enorme, que já se começava a levantar, e disse-lhe duvidar que uma coisa tão grande e grossa como a dele, fosse capaz de entrar no meu cu.
- Entra! Entra! – asseverou-me – Já entrou em alguns tão apertados como o teu, e nunca ficou de fora.
Não duvidava. A piça do Rodrigo era dura como um tronco, capaz de perfurar qualquer buraco, por mais resistente que fosse. O problema era o estrago que poderia provocar no buraco perfurado. Hoje o meu cu já apanhou com piças maiores, mas na altura ele era apenas o quarto homem a quem abria as pernas, e o primeiro a quem ia abrir o olho de trás.
- Viste o “Último Tango em Paris”? – perguntou-me.
Não vira, mas conhecia o episódio da manteiga. Ele mandou-me então que vestisse uma cueca e sutiã, fosse à cozinha aquecer um pouco de manteiga e que a vertesse num frasco que me entregou. Compreendi que me queria exibir para os demais repúblicos, em especial para o meu anterior amante, Tomás, que agora de novo sem mulher, fora apanhado na manhã anterior a tocar uma pívia no banho. Na minha relação com meu marido, sou eu quem o domina, mas com o Rodrigo não, era eu a humilhada, e isso enchia-me de tesão. Apesar de ter acabado de foder com ele, senti os lábios incharem-me de desejo com a perspectiva de descer à cozinha em trajes menores, alimentar visualmente a gula sexual de quatro adolescentes, um dos quais fodia mal como nunca vi, prestando-me a musa inspiradora da punheta que iriam tocar antes de irem para a cama, enquanto preparava a manteiga que suavizaria, esperava eu, a entrada do cacete do Presidente no meu portãozinho fechado e por inaugurar.
E assim foi. Mal entrei na cozinha naqueles preparos, o jogo suspendeu-se. O Tomás ficou vermelho de raiva quando me viu tirar um pouco de manteiga do frigorífico e a fervê-la numa sertã. Os comentários sucederam-se:
- Ó Sandra, isso já vai a manteiga? Não te queria estar na pele! Vais ficar uns dias com o olho a arder! Ó Tomás, olha só o que estás a perder!
Percebi porque é que o Rodrigo me mandara fazer aquilo. Ele exibia perante os outros o direito de me comer o cu ou qualquer outra parte do meu corpo, e foi o primeiro homem que tive que alimentava seu desejo igualmente no tesão que eu inspirava a outros. Meu marido também é assim.
Quando regressei ao quarto, Rodrigo estava estirado ao comprido na cama, friccionando lentamente seu caralho. Estava já completamente teso, ninguém diria que me tinha acabado de dar uma. Novamente a dimensão imponente daquele órgão me assustou, e eu exprimi a dificuldade em ter aquilo lá dentro. O meu cu era muito apertadinho.
- Por ser apertadinho, é que to quero comer. Buracos grandes estou eu farto de foder!
Sabia que as minhas recusas não me serviriam de nada, excepto fazerem-me ser expulsa da república, sem um tecto para onde ir. Muitas vezes penso que o ano que vivi com Rodrigo foi um constante relato de sucessivas violações a que fui sujeita, mas de satisfação sexual plena. Só lhe pedi que fosse cuidadoso, e me fizesse sofrer o menos possível. Ele disse-me que estivesse descansada.
- Faz-me outro broche! – ordenou-me, levantando-se e empunhando seu pénis com as mãos, em direcção de minha boca. - Chupa-mo bem que te vai facilitar a entrada.
Eu quando o via de pé para o broche, já sabia que teria de me ajoelhar para lhe chegar à cintura e abocanhar aquele membro pulsante. E gostava muito de lhe fazer um broche ajoelhada! Minhas mãos substituíram as suas, enquanto com a boca imitava os movimentos das minhas ancas no acto sexual. Rodrigo abandonava-se todo na minha boca, seu caralho pingando sémen estava quente e salgado deixando minha língua igualmente salgada.
Achei que estava pronta a recebê-lo na minha entrada virgem, e meu parceiro era da mesma opinião. Amavelmente levou-me ao colo para cima da cama, despiu minha cuequinha e sutiã, mandou que estendesse meus braços na direcção da cabeceira, levantou minhas pernas. Fechei os olhos e cerrei meus lábios para evitar deixar fugir um grito que, adivinhava ele me iria fazer soltar quando me penetrasse, mas Rodrigo não atacou ainda meu cu. Agora era sua língua que me fazia um minete, me entrava pelo grelinho dentro ainda lambuzado da esporra que ele lhe depositara momentos antes, enquanto seu dedo anelar previamente embebido na manteiga derretida, me masturbava o cu. Minhas pernas, doidas de tesão, moviam-se para cima e para baixo, não se conseguiam manter erguidas.
De repente Rodrigo levantou-se, tacteou minhas mamas, entesando-me ainda mais, e enfiou seu dardo no meu grelinho. Eu estava de novo com as pernas erguidas, e delirava com o som e os socos dos seus tomates rugosos forçando o dardo a penetrar-me a vagina. O ruído das molas da cama era facilmente audível da cozinha, como acontecia sempre que fazíamos amor, de onde nos chegavam remoques aos nossos actos:
- Ela ainda não gemeu! No entanto o Rodrigo está-lhe a dar com força. Ó Tomás, tu não lhe davas assim, durante tanto tempo!
Na verdade, Rodrigo entreteve-se a socar-me o grelo durante alguns minutos e quando se percebeu que me estava a vir, rapidamente tirou o pau fora. Já soltara um pequeno jacto de esperma que ejaculava durante qualquer penetração, gota a gota, como também já referi, e estava por isso completamente melado. Suas mãos soltaram-me as mamas, abriram-me o rego do cu por cima da cama, e foi o único aviso que tive de que Rodrigo me iria finalmente enrabar. No momento seguinte, já estava sentindo a cabeça larga e húmida da pixota dele, tocar-me o olho e começar a forçar a entrada, lentamente mas com determinação, centímetro a centímetro. Já não era possível manter os lábios cerrados. À medida que o tronco se enterrava todo em mim a força que fazia para alargar minha cavidade era maior, e a dor também, era muito mais doloroso do que fora a primeira vez na frente, tive de gritar. Na cozinha todos exultaram com o meu grito, não me admiraria que estivessem tocando ao bicho. Tentei fugir àquele pau armado perseguindo meu reto, puxando-me para cima em direcção da cabeceira, mas Rodrigo agarrou-me pelas pernas contra si, mais violentamente do que até então fizera, e foi então que senti que a lança me trespassara toda. Soltei um grito mais forte. Rodrigo, acariciava-me a vagina, masturbava-me com os dedos, enquanto me socava o cu furiosamente como momentos antes me socara a cona. Eu agora, mais à vontade, seguia as suas instruções e rebolava-me toda no seu pau, enquanto com minhas próprias mãos afagava meus peitos. Vim-me primeiro que ele, mas pouco tempo após senti a descarga quente dos balões dele inundar-me o rego. Eu estava satisfeitíssima!
Apesar de ser a segunda foda que me dava, o Rodrigo ejaculara abundantemente, pois eu sentia bem o leite dele que me saía pelo rego, e me provocava ardor na pele do cu onde seu pénis se esfregara. Passei minha mão nas nádegas, meus dedos ficaram besuntados de esperma, que lascivamente esfreguei na vagina e nos pentelhos. A pila de Rodrigo começou de novo a mostrar-se entusiasmada com o meu acto.
- Como é que uma vadia como tu, aceitou ser a mulher de um punhetas como o Tomás? Estás a entesar-me, Sandra. Vou querer dar-te no cu, mais uma vez.
Meu olho estava ardendo, não me parecia boa ideia voltar a enfiar aquilo de novo, mas Rodrigo não se demoveu.
- Podes bem voltar a apanhar no cu. E além disso, vai-te doer menos agora, que já o tens mais aberto. Mas desta vez vai ser numa posição mais difícil para ti. Mas primeiro, vamo-nos lavar.
Assim o fizemos, e voltamos para o quarto, eu embrulhada no roupão dele, Rodrigo totalmente nu, indiferente a ser visto naquele estado, apesar de morar mais uma rapariga na república. Questionei-o se ele seria capaz de voltar a pôr o caralho em pé, ao qual ele me respondeu que essa era a minha obrigação. Desta vez, Rodrigo sentou-se num cadeirão de braços, e eu novamente ajoelhada, fiz-lhe outro broche demorado. Mas agora, ele exigira que eu fosse barrando minha língua com a manteiga que restava no frasco, de maneira que ao fazer-lhe a mamada, lhe fosse simultaneamente untando o cacete. Confesso que teria preferido fazer-lhe o broche sem a manteiga na língua, pois acho o seu gosto repulsivo, mas lá me aguentei. Até porque o Rodrigo, para me recompensar do que me obrigava a fazer, ia-me levando ao delírio, masturbando-me o clítoris com os dedos dos pés, e apertando-me os mamilos com os das mãos. Sua piça ia ficando cada vez mais tesa em minha boca.
- Pára! – ordenou-me então – E vira-te de costas para mim.
Quando fiz o que me mandou, Rodrigo agarrou-me pelas coxas, empinei meu rabo para lhe facilitar o assalto, e coloquei-o ao nível do seu bacamarte. Lentamente meu namorado ia-me puxando mais de encontro a ele, sentia-lhe cada vez mais o pénis dentro do meu olhinho, e ainda doía a sua entrada. Rebolei-me nele, procurando atenuar a dor e fazê-lo entrar mais depressa, pois constatara que uma vez todo lá dentro a dor era menor. Como da primeira vez, o que custava mais era a entrada da chapeleta larga, mas uma vez vencida tal barreira todo o restante tronco deslizava mais rápido. Foi um alívio quando me sentei em suas pernas e Rodrigo me deixou de puxar de encontro a si, era sinal de que o pau estava todo enfiado, como o comprovei quando lhe senti os colhões, novamente frementes, açoitarem as minhas funduras, meu cu outra vez sendo varado por aquele aguilhão de carne viva que me fazia ficar tão contente por ser mulher.
- Aiii! Aiiii! Aiiii! –gemia, marcando o compasso ao seu pau entrando e saindo velozmente de meu cu. Chape, chape, chape, faziam os colhões balouçando e batendo em minhas nádegas. Rodrigo por trás, na posição em que estava, mordiscava meu pescoço, minhas orelhas, e deixava que seus dedos me violassem o canal da frente, bolinando-me a parreca. Da cozinha não vinha um pio. Deviam estar todos de ouvido à escuta, o que nos fazia aumentar o desejo a ambos. De quando em vez, Rodrigo ia soltando um pequeno jacto de esperma, como eu tanto gostava de lhe sentir, sem que o tesão lhe diminuísse. Ele foi sem dúvida, o melhor amante que tive, e ainda hoje há-de fazer feliz muita mulher, como me fez a mim.
Estivemos ali talvez uns cinco minutos no tira e mete, mas o Rodrigo sabia que quando se viesse não voltaria a ser capaz de me dar outra, e como não se queria vir naquela posição exigiu então que me colocasse de gatas. Esclareceu-me que aquela era no seu entender, a forma mais dolorosa de se ir ao cu a alguém, mas que depois do rombo que eu levara com as duas enrabadelas anteriores seria perfeitamente capaz de aguentar mais aquela prova. Prontamente me coloquei na posição que ele me determinou, em cima de um cobertor que Rodrigo estendera no chão para melhor comodidade minha. Como já não havia mais manteiga no frasco, Rodrigo agora de joelhos, por trás de mim, fez-me um minete no meu olho do cu, ainda besuntado com a esporra dele, e como foi maravilhoso sentir a sua língua húmida penetrar no meu rego, relaxando-me os músculos doridos da entrada! Era a primeira vez que alguém me fazia um minete no cu!
Quando me sentiu descontraída, encostou sua piça na minha vagina, e começou a punhetear-se lentamente com uma mão, enquanto com a outra, enfiava agora dois dedos no meu ânus. Eu começara de novo a gemer de tesão, e Rodrigo esfregando a sua pixota em mim, ia de vez em quando soltando os seus habituais pequenos jactos de esperma que após me lambuzarem a cona, e a deixarem tão melada como o caralho dele, iam cair no cobertor e lhe imprimiam as provas do nosso prazer. Após algum tempo naquele esfreganço, Rodrigo desviou com as mãos a piça para a entrada de trás, e sempre a punhetear-se encostou a cabeça do piçalho no meu olho. À medida que seu membro libertava mais langonha, ia-o esfregando em todo meu rego, deixando-o tão besuntado como deixara minha cona, e só após o ter deixado todo humedecido, foi introduzindo sua chapeleta dentro de mim. Apesar de estar toda húmida o primeiro assalto era sempre ruim de suportar, mas ele fazia-o lentamente, mais lentamente ainda que das duas vezes anteriores talvez porque a posição não ajudava muito, talvez por eu ter o cu já muito massacrado e ele procurar minimizar o meu incómodo. Persistentemente e com paciência contudo, o anel de meu olho foi vencido pela terceira vez, a chapeleta já entrara, e o restante talo ia-lhe no encalço agora sem tantas cautelas. Mais um pouco e estava todo lá dentro, deveras eram os colhões que me açoitavam as nádegas, fazendo novo chape, chape, chape, de cada vez que o seu pau frenético entrava e saía com fúria do meu cu, e que se deveria escutar no andar de baixo, silencioso. Como uma mola elástica, submetida à pressão dele, eu ia sendo jogada para trás e para diante à medida que me ia rebolando naquela estaca. Para me ajudar a descontrair mais, e suavizar a dureza da penetração anal, as mãos do meu parceiro passeavam-se novamente nas minhas coxas, acariciavam-me a vagina, e os seus dedos procuravam caminho entre os meus lábios até penetrarem no meu grelinho. Às vezes, a pila do Rodrigo falhava o alvo, ou então era o meu cu que não se abria o suficiente para a receber, e ele então parava de me masturbar, e encaminhava-a com as mãos bem para o interior do meu olho. Quando exausta me vim, o chape chape dos seus colhões era cada vez maior e contínuo, demonstrando bem a ferocidade com que ele me socava, a plateia auditiva, na cozinha, devia estar delirando com tais ruídos. Vem-te depressa, pedi eu, não por não me poder aguentar mais, mas porque tendo atingido o orgasmo queria receber o seu fluxo quente de macho, coroando aquele momento sublime.
- É para já! – garantiu-me. E com efeito, nem um minuto depois, Rodrigo esporrava-se todo no meu cu, pela segunda vez. Nem por isso a quantidade de esperma foi menor. E mesmo depois de se ter vindo, seu cacete ainda permaneceu duro dentro de mim mais algum tempo, e era agradável senti-lo ir perdendo a força, desinchar, deixar de representar a ameaça que a sua visão tesa me inspirara quando o seu dono me dissera que me queria comer o cu. Quando sem pinta de tesão, Rodrigo o tirou finalmente, a esporra quente, liberta, voltou a correr abundante por minhas coxas abaixo.
- Já que gostas de leite de homem, - galhofou ele – vamos aproveitar esta torrente.
Deitou-me no cobertor, de barriga para cima, e ele próprio me massajou a esporra que eu não conseguia reter, nas minhas mamas e vagina detendo-se particularmente nos meus mamilos, minha zona erógena por excelência.
- Se não parares com isso – avisei-o – é melhor que consigas pôr o pau outra vez de pé, pois vais ter que me dar outra.
A ameaça resultou. Apesar de seus dotes de amante, era-lhe impossível conseguir foder de novo nas próximas horas, tão satisfeito se achava.
- Não perdes pela demora! – retorquiu-me - Agora não vai dar, mas amanhã de manhã vais ver se não levas outra foda.
- Desde que não seja no buraco onde levei estas últimas, tudo bem. Este vai ter de ficar em “pousio” por uns tempos, até te poder receber de novo – adverti-o.
Bom, não ficou em pousio, muitos dias. Não foi na manhã seguinte, mas agora que já conhecia o caminho para a minha retaguarda, duas noites depois, Rodrigo exigiu de novo que lhe desse o rabo. Não me fiz rogada. Apesar da dor, fiquei até hoje a gostar de sexo anal, tanto como ele.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
11:09
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
segunda-feira, 10 de maio de 2010
ABUSADA PELO PADRINHO NA CAMA DA MADRINHA
Aos sábados minha tia/madrinha costumava ocupar uma parte da manhã fazendo compras no Mercado da Ribeira. Meu tio acompanhava-a sempre pois ela procurava nunca o deixar a sós comigo. Como aos fins-de-semana a empregada externa não vinha prestar serviço, eu arrumava os quartos e adiantava o almoço. Nessa manhã contudo meu tio/padrinho avisou minha tia que não a poderia acompanhar nas compras pois ficara de passar pelo Ministério a fim de concluir um trabalho urgente. Era mentira como não tardei a perceber, um pretexto para me apanhar sozinha em casa, sem despertar desconfianças na esposa traída.
Quando minha tia saiu tomei banho e o pequeno-almoço e tratei de começar a executar as tarefas que tinha para fazer. Como estava sozinha em casa nem me preocupei em vestir. De calcinha branca por baixo limitei-me a usar a camisa de dormir, sem mangas, cujo decote deixava perceber os meus peitos nus e me dava um pouco por cima do joelho, e que meu padrinho adorava ver no meu corpo quando com a minha tia dormindo sedada no quarto me vinha possuir à noite na cama.
Estava a mudar os lençóis da cama dos meus tios quando tudo aconteceu. Encontrava-me toda curvada tentando entalar bem os lençóis por baixo do colchão em cima do qual dormiam, quando ouvi a voz do meu padrinho abusador por trás de mim:
- Eu logo imaginei, putazinha, que te vinha encontrar em traje de oferecida. Mesmo sem nenhum homem por perto, nem assim perdes a vontade de exibires a tua coxinha gorda e as tuas calcinhas que já limparam muita da esporra que verti na tua coninha. És tal e qual a vadia da tua mãe.
Ergui-me de imediato para que a camisa de dormir me cobrisse as coxas e voltei-me. Apesar de já o ter visto todo nu por diversas ocasiões não deixei de ficar completamente corada com a sua figura. Meu tio na soleira da porta, sem deixar de tirar os olhos devassos do meu par de pernas que nunca se cansava de apalpar sempre que podia, devia ter ficado tão contente com a visão da minha calcinha tapando-me as duas entradas secretas, que já tirara seu caralho enorme e inchado para fora da braguilha das calças sacudindo-o com a mão, como já vira fazer alguns rapazes do Liceu. Desde que meu tio me começara a comer, a visão daquele seu caralho que ele não se importava de dispensar a todas as mulheres que conhecia, sempre me excitara muito e naquela manhã de sábado não foi diferente. Um calorzinho agradável começou tomando conta de mim, impelindo-me a abrir-me toda para aquela tora portentosa e tão hábil em satisfazer mulheres com cio. No entanto, como sempre, procurei refrear-lhe o entusiasmo, em jeito de menina pudica:
- Tio, por favor, não! Tenho de tratar do almoço. E além disso a tia..
- Cala-te, vadia, ou queres levar uma tareia? Tens muito tempo para tratar do almoço até a tua tia chegar – respondeu-me –Afinal, comes e estudas à minha custa, não é? É justo que me compenses pelo tecto e pela mesa que te dou.
- E pelas tareias que levo com o seu cinto, quando a madrinha lhe manda bater-me por o padrinho andar a abusar de mim – acusei-o, pois por eu gostar de exibir as pernas e o peito minha tia sempre me acusou de me oferecer ao marido. Meu tio chegando-se então ao pé de mim e puxando-me para si, apalpou-me as mamas por cima da camisa de dormir.
- Pormenores sem importância, minha vadiazinha – disse-me – Diz lá se o bem que a minha pila te faz não compensa, e de que maneira, as tareias com o cinto que a tua tia me manda dar-te. Oh, como ficaste com as mamocas duras só por me veres de pau feito. Vai-te saber bem como sempre a foda que o padrinho te vai dar, não vai?
O meu silêncio era já uma resposta eloquente. Eu também me parecia que sim, e ainda não tínhamos começado a fazer nada, meu tio apenas se limitava para já a passar-me a mão por cima do meu corpo, e me mordiscava as orelhas e o pescoço enquanto falava.
- Ohh, minha querida afilhada – exclamava num tom meigo – conheço muitas vagabundas de cona aberta, mas tu és de longe a que me dá mais tesão. Basta ver-te de coxinhas ao léu para ficar com o pau armado, como se já não visse uma mulher há meses. Vês como me deixas a piça tesa, minha safadinha assanhada?
E a mais novinha também, meu grande safado putanheiro, pensei para comigo mesma, mas já esfregando-me toda no seu corpo. De facto a piroca dele estava toda dura e bem apontada para a frente.
- Abre-me essas pernas de puta, minha vaquinha de mamas inchadas – exigiu – Abre bem essas pernas que apetece-me muito esfregar a minha piça bem no meio das tuas pernas.
Abri as pernas e meu tio encoxando seu caralho no meio delas, começou esfregando-o na entrada da minha greta, por cima da calcinha. Depois mandou-me fechá-las.
- Fecha bem as pernas agora, minha putazinha recém-estreada – voltou a exigir, já num tom mais autoritário – Quero sentir-te com as pernas mais fechadas do que a tua cona, Sandra. Quero sentir a minha piça bem apertadinha no meio das tuas pernas, esfregando-se na tua calcinha.
- Padrinho – observei-lhe eu, com as coxas bem apertadas sentindo-lhe toda a força da tora onde as primeiras gotas do leitinho iam saindo, e já bem estimulada pelos seus toques sobre a minha pachacha – húmido como está vou ficar com a calcinha toda besuntada de esperma.
- Está descansada que irá sobrar o suficiente para te aleitar a cona, se é esse o teu problema – respondeu-me.
Não, o meu problema não era esse, o problema era evitar que minha madrinha as visse manchadas com esperma, caso que a acontecer me iria valer mais um espancamento de criar bicho.
- Ohh, sim, Sandra, tens uma cona deliciosa! – elogiava-me tirando-me as mamas por cima do decote e beijando-as, o que também a mim me dá muito prazer – Uma cona de puta mas deliciosa. E umas mamocas de vacoila bem convidativas para lhes meter o dente. Ohh, como sabe bem só ficar a esfregar a piça na entrada da tua cona, enquanto a minha boca se delicia nas tuas mamas! E tu, também gostas de sentir o caralho do padrinho dando-te cabeçadas na cona, não gostas, rameirazinha?
Na verdade, mais uma vez nem precisava de lhe dizer que sim para ele o perceber. Minha ratinha pingava sumo, não seria só a esporra de meu tio que ma iria deixar manchada, meu gozo também.
- Agora vou-te meter a piça por dentro da calcinha e esfregar-te a cona com ela, como tanto gostas – avisou-me - Antes de ta comer vou-te esfregar a cona e os teus labiozinhos com a minha piça como te esfreguei a calcinha, potrancazinha.
Meu tio enfiou-me um dedo no entre-pernas, alargando com ele o espaço entre a minha coninha e a tira de baixo da calcinha, e naquele espaço enfiou seu cacete.
- Ohh, siiiim, querida sobrinha puta! – expressava-se ele, roçando o seu órgão cada vez mais duro por cima dos meus lábios vaginais e do meu clítoris e fazendo a sua cabeça sair-me por trás, mesmo junto à entrada do meu cu - nem sabes o tesão que me dás! Ainda ontem à noite antes de vir para casa, comi uma puta como tu, mas foi só ver-te com o coxame todo à mostra, e a imagem da tua calcinha tapando-te a cona esburacada enquanto me fazias a cama, para ficar outra vez com o caralho em pé. Ohh, siiim, putazinha, nunca me cansarei de chafurdar nas tuas mamas e na tua cona! Vamos, trinca-me as orelhas que a tua boca não é boa só a chupar caralhos.
Trinquei-lhe então as orelhas, o que tal como a mim, o deixava sempre excitadíssimo.
- O meu caralho dá-te tanto prazer a mim, como a tua cona dá a mim – observou-me, com toda a razão – Sempre a armares-te em menina séria quando sabes que te quero meter, mas mortinha por levares com ele pela cona acima estás tu, galderiazinha precoce. Aposto que irias gostar muito de te ver nalguma pensão do Intendente recebendo clientes de pernas abertas, minha afilhadazinha com vocação de puta.
Admito que a condição de prostituta me excitou sempre e meu tio que me conhecia bem percebia-o.
As suas mãos desciam agora das minhas mamas e levantando-me a parte de baixo da camisa de dormir que me fez segurar, entrançou a parte da frente da minha calcinha fazendo com que a sua piroca ainda ficasse mais comprimida de encontro à minha pássara.
- Ohh! Como estou teso, vaquinha! – arfava – Apesar da boa foda que dei ontem à puta da Amélia, vou ter de me aliviar contigo. E pelo que vejo não te vai custar nada. Como boa puta que és tens a cona mais húmida que os meus colhões quando os trago suados.
Eu que já me começara a sentir excitada quando lhe vira o bacamarte em pé, ainda mais o estava naquele momento em que ele com tanto gosto o esfregava na minha vagina, que já nem os preparativos para o almoço me lembravam. Ui, padrinho, apenas dizia, de olhos semicerrados, e pensando para comigo mesma, roça essa tua pila dura na minha passarinha, padrinho, que me está sabendo tão senti-la assim toda melada roçando-se na minha passarinha, padriiiinho.
- Boquinha de broche – ouvi-o dizer – já sabes o que quero dela. Um homem nunca fode uma putazinha como tu sem primeiro lhe enfiar a piça na boca.
Tirando o piçalho do interior da minha calcinha derrubou-me sobre a cama. Depois tirando o resto da roupa até ficar todo nu, sentou-se sobre o meu peito, prendendo-me entre as suas ilhargas.
- Vês como me deixaste o cajado bem duro, putéfila?! – perguntava-me batendo-me com ele nas mamas e na cara. - Vais ter que mo deixares agora bem molezinho para o poder guardar dentro das calças, bem guardadinho, de maneira a não escandalizar ninguém quando sair para a rua. O que vale é que tens dois buraquinhos bons para o fazeres, não tens vadia gordinha? E um deles é este botãozinho carnudo, por cima do teu queixo. Vamos abre a boca, brochista, e chupa-me o caralho e os colhões, nem que te engasgues toda com eles.
Como qualquer mulher nestes momentos eu gosto de cajados de macho bem duros, e o facto de estar com o meu tio em cima dos lençóis lavados onde nessa noite ele voltaria a deitar-se com a mulher, acho que me deixou mais excitada e a ele também. No entanto antes de abrir a boca e lhe abocanhar a pila e as bolas voltei a expressar-lhe alguma relutância fingida por estarmos a foder na sua cama de casal.
- Padrinho, aqui é melhor não! – objectei mas ávida por sentir o seu corpo sobre o meu – aqui é a cama da madrinha.
- Tanto é cama da madrinha como o é do padrinho, minha puta barata! – exclamou com ferocidade – Porque é que pensas que fiquei com tanto tesão só de ver as tuas coxas aqui no quarto? Já é mais do que tempo do teu padrinho gozar nela um bom broche.
Com que então, a primeira vez naquela cama, pensei encantada. Huum, que boas massagens a minha língua não lhe proporcionou no saco e no pilau, antes de ele mo meter, bem metido na boca, até bem fundo da garganta.
- Ahh, língua de vaca! - ouvi meu tio dizer – Poucas putas sabem chupar e lamber um homem como tu. Só desaleitar-me todo na tua boca já seria bem bom. Deita a cabeça em cima da almofada da tua tia, Sandra. Vou-te enfiar a piça toda pela boca dentro! Quero enfiar-te a piça pela boca abaixo até te encher a garganta com ela.
Ele próprio me estendeu a almofada onde minha tia dormia, obrigando-me a pousar a cabeça nela. Depois apertando-me o nariz de maneira a eu manter a boca bem aberta, fez-me engolir-lhe o cacete, quase me metendo igualmente os tomates dentro dela. O peso do seu corpo em cima de mim impunha que minha cabeça se inclinasse toda para trás, e naquela posição seu piçante bem abonado penetrava-me de facto pela garganta dentro.
- Isso, puta, isso, fode-me com a boca, que é para saberes onde te chega a cabeça da minha piça quando ta enfio nessa tua cona de vaca recém-aberta.
Meu tio estava agora no limiar do tesão pois me apertava os cabelos ferozmente, e me sacudia a cabeça com fúria.
- Estavas preocupada por me chupares na cama da madrinha, não estavas vadiazinha? – perguntava-me ele, com o ar desvairado com que sempre se punha em mim – Pois já te vou mostrar o que é foder com o padrinho na cama da madrinha.
Tirando-me a pila já bem melada da boca, e levantando-se de cima de mim, meu padrinho levantou-me as pernas ao alto e sem me despir a calcinha beijou-me com muito carinho as coxas. Será que ele também fazia o mesmo às suas putas, interroguei-me.
- Ahhh, Sandrinha, minha rica filha – voltou a suspirar – só por ver estas tuas coxinhas de menina mal comportada, um homem é capaz de cometer todos os pecados. Sei que vou um dia parar ao Inferno por causa deles, mas agora a rachinha que tens no meio delas e pela qual o meu caralho tanto suspira, vai-me levar ao Paraíso. Afasta a calcinha para o lado.
Enquanto eu afastava a tirinha para o lado, ele conduzia com uma mão o seu túrgido membro bem para o interior da minha gruta destapada, onde tanto gostava de meter. E fodeu-me. De vez em quando prendendo-me as duas pernas, esticando-as sobre a minha cabeça, outras vezes afastando-me uma das pernas para o lado e levantando-a até ela lhe pousar no ombro, outras virando-me de lado, ora abrindo-me, ora fechando-me as pernas. O colchão rangia com o nosso combate como nunca o ouvira ranger, quando o ouvia trepando muito convencionalmente com a minha tia.
- Ahh, puta, puta – insultava-me quando me ouvia gemer mais intensamente de prazer – sabe-te bem foder em cima da cama da tia, não sabe? Ohh, sabe muito bem comer-te aqui no meu quarto onde tirei os três à tua tia, vendo este teu par de coxinhas grossinhas com a greta toda à mostra por baixo da calcinha! Pois toma lá mais. Vou-te encher bem a cona com a minha esporra, porcazinha gorda. HOJE QUERO VER-TE PINGANDO ESPORRA NOS LENÇÓIS ONDE A TUA MADRINHA DORME, VACOILAZINHA.
Para quem dizia ter comido outra puta na noite anterior, aquela foi uma esporradela bem regada. A cabeça do caralho do meu padrinho parecia nunca mais acabar de cuspir sémen, tamanho foi o seu gozo. O meu também não lhe ficou muito atrás e só não ensopamos os lençóis graças ao cuidado que tive em cobrir a rata com a calcinha quando o meu padrinho se veio e tirou o caralho fora. Apesar da tira que me atravessava o meio das pernas ter pouco pano, sempre reteve aquela torrente branca que a minha racha já bem satisfeita se apressava a expelir. Se tivéssemos sujado os lençóis lavados, não sei como justificaria eu à minha tia as manchas esbranquiçadas que decerto ela encontraria nelas. Assim só tive o trabalho de voltar a fazer a cama uma vez que os mesmos tinham ficado todos amarrotados como imaginam. Mas como por causa de tal trepada inesperada tive de atrasar o almoço, não me livrei na mesma de apanhar mais uma senhora tareia das mãos dela. Sobrinha abusada é não só pau para toda a colher, como está sempre fodida, faça ela o que fizer, lembro-me de ter pensado enquanto minha tia batendo-me no rabo e nas pernas com uma colher de pau, enorme, me chamava de vadia desmazelada que passara a manhã dormindo na cama em vez de fazer o que me mandavam.
Quando minha tia saiu tomei banho e o pequeno-almoço e tratei de começar a executar as tarefas que tinha para fazer. Como estava sozinha em casa nem me preocupei em vestir. De calcinha branca por baixo limitei-me a usar a camisa de dormir, sem mangas, cujo decote deixava perceber os meus peitos nus e me dava um pouco por cima do joelho, e que meu padrinho adorava ver no meu corpo quando com a minha tia dormindo sedada no quarto me vinha possuir à noite na cama.
Estava a mudar os lençóis da cama dos meus tios quando tudo aconteceu. Encontrava-me toda curvada tentando entalar bem os lençóis por baixo do colchão em cima do qual dormiam, quando ouvi a voz do meu padrinho abusador por trás de mim:
- Eu logo imaginei, putazinha, que te vinha encontrar em traje de oferecida. Mesmo sem nenhum homem por perto, nem assim perdes a vontade de exibires a tua coxinha gorda e as tuas calcinhas que já limparam muita da esporra que verti na tua coninha. És tal e qual a vadia da tua mãe.
Ergui-me de imediato para que a camisa de dormir me cobrisse as coxas e voltei-me. Apesar de já o ter visto todo nu por diversas ocasiões não deixei de ficar completamente corada com a sua figura. Meu tio na soleira da porta, sem deixar de tirar os olhos devassos do meu par de pernas que nunca se cansava de apalpar sempre que podia, devia ter ficado tão contente com a visão da minha calcinha tapando-me as duas entradas secretas, que já tirara seu caralho enorme e inchado para fora da braguilha das calças sacudindo-o com a mão, como já vira fazer alguns rapazes do Liceu. Desde que meu tio me começara a comer, a visão daquele seu caralho que ele não se importava de dispensar a todas as mulheres que conhecia, sempre me excitara muito e naquela manhã de sábado não foi diferente. Um calorzinho agradável começou tomando conta de mim, impelindo-me a abrir-me toda para aquela tora portentosa e tão hábil em satisfazer mulheres com cio. No entanto, como sempre, procurei refrear-lhe o entusiasmo, em jeito de menina pudica:
- Tio, por favor, não! Tenho de tratar do almoço. E além disso a tia..
- Cala-te, vadia, ou queres levar uma tareia? Tens muito tempo para tratar do almoço até a tua tia chegar – respondeu-me –Afinal, comes e estudas à minha custa, não é? É justo que me compenses pelo tecto e pela mesa que te dou.
- E pelas tareias que levo com o seu cinto, quando a madrinha lhe manda bater-me por o padrinho andar a abusar de mim – acusei-o, pois por eu gostar de exibir as pernas e o peito minha tia sempre me acusou de me oferecer ao marido. Meu tio chegando-se então ao pé de mim e puxando-me para si, apalpou-me as mamas por cima da camisa de dormir.
- Pormenores sem importância, minha vadiazinha – disse-me – Diz lá se o bem que a minha pila te faz não compensa, e de que maneira, as tareias com o cinto que a tua tia me manda dar-te. Oh, como ficaste com as mamocas duras só por me veres de pau feito. Vai-te saber bem como sempre a foda que o padrinho te vai dar, não vai?
O meu silêncio era já uma resposta eloquente. Eu também me parecia que sim, e ainda não tínhamos começado a fazer nada, meu tio apenas se limitava para já a passar-me a mão por cima do meu corpo, e me mordiscava as orelhas e o pescoço enquanto falava.
- Ohh, minha querida afilhada – exclamava num tom meigo – conheço muitas vagabundas de cona aberta, mas tu és de longe a que me dá mais tesão. Basta ver-te de coxinhas ao léu para ficar com o pau armado, como se já não visse uma mulher há meses. Vês como me deixas a piça tesa, minha safadinha assanhada?
E a mais novinha também, meu grande safado putanheiro, pensei para comigo mesma, mas já esfregando-me toda no seu corpo. De facto a piroca dele estava toda dura e bem apontada para a frente.
- Abre-me essas pernas de puta, minha vaquinha de mamas inchadas – exigiu – Abre bem essas pernas que apetece-me muito esfregar a minha piça bem no meio das tuas pernas.
Abri as pernas e meu tio encoxando seu caralho no meio delas, começou esfregando-o na entrada da minha greta, por cima da calcinha. Depois mandou-me fechá-las.
- Fecha bem as pernas agora, minha putazinha recém-estreada – voltou a exigir, já num tom mais autoritário – Quero sentir-te com as pernas mais fechadas do que a tua cona, Sandra. Quero sentir a minha piça bem apertadinha no meio das tuas pernas, esfregando-se na tua calcinha.
- Padrinho – observei-lhe eu, com as coxas bem apertadas sentindo-lhe toda a força da tora onde as primeiras gotas do leitinho iam saindo, e já bem estimulada pelos seus toques sobre a minha pachacha – húmido como está vou ficar com a calcinha toda besuntada de esperma.
- Está descansada que irá sobrar o suficiente para te aleitar a cona, se é esse o teu problema – respondeu-me.
Não, o meu problema não era esse, o problema era evitar que minha madrinha as visse manchadas com esperma, caso que a acontecer me iria valer mais um espancamento de criar bicho.
- Ohh, sim, Sandra, tens uma cona deliciosa! – elogiava-me tirando-me as mamas por cima do decote e beijando-as, o que também a mim me dá muito prazer – Uma cona de puta mas deliciosa. E umas mamocas de vacoila bem convidativas para lhes meter o dente. Ohh, como sabe bem só ficar a esfregar a piça na entrada da tua cona, enquanto a minha boca se delicia nas tuas mamas! E tu, também gostas de sentir o caralho do padrinho dando-te cabeçadas na cona, não gostas, rameirazinha?
Na verdade, mais uma vez nem precisava de lhe dizer que sim para ele o perceber. Minha ratinha pingava sumo, não seria só a esporra de meu tio que ma iria deixar manchada, meu gozo também.
- Agora vou-te meter a piça por dentro da calcinha e esfregar-te a cona com ela, como tanto gostas – avisou-me - Antes de ta comer vou-te esfregar a cona e os teus labiozinhos com a minha piça como te esfreguei a calcinha, potrancazinha.
Meu tio enfiou-me um dedo no entre-pernas, alargando com ele o espaço entre a minha coninha e a tira de baixo da calcinha, e naquele espaço enfiou seu cacete.
- Ohh, siiiim, querida sobrinha puta! – expressava-se ele, roçando o seu órgão cada vez mais duro por cima dos meus lábios vaginais e do meu clítoris e fazendo a sua cabeça sair-me por trás, mesmo junto à entrada do meu cu - nem sabes o tesão que me dás! Ainda ontem à noite antes de vir para casa, comi uma puta como tu, mas foi só ver-te com o coxame todo à mostra, e a imagem da tua calcinha tapando-te a cona esburacada enquanto me fazias a cama, para ficar outra vez com o caralho em pé. Ohh, siiim, putazinha, nunca me cansarei de chafurdar nas tuas mamas e na tua cona! Vamos, trinca-me as orelhas que a tua boca não é boa só a chupar caralhos.
Trinquei-lhe então as orelhas, o que tal como a mim, o deixava sempre excitadíssimo.
- O meu caralho dá-te tanto prazer a mim, como a tua cona dá a mim – observou-me, com toda a razão – Sempre a armares-te em menina séria quando sabes que te quero meter, mas mortinha por levares com ele pela cona acima estás tu, galderiazinha precoce. Aposto que irias gostar muito de te ver nalguma pensão do Intendente recebendo clientes de pernas abertas, minha afilhadazinha com vocação de puta.
Admito que a condição de prostituta me excitou sempre e meu tio que me conhecia bem percebia-o.
As suas mãos desciam agora das minhas mamas e levantando-me a parte de baixo da camisa de dormir que me fez segurar, entrançou a parte da frente da minha calcinha fazendo com que a sua piroca ainda ficasse mais comprimida de encontro à minha pássara.
- Ohh! Como estou teso, vaquinha! – arfava – Apesar da boa foda que dei ontem à puta da Amélia, vou ter de me aliviar contigo. E pelo que vejo não te vai custar nada. Como boa puta que és tens a cona mais húmida que os meus colhões quando os trago suados.
Eu que já me começara a sentir excitada quando lhe vira o bacamarte em pé, ainda mais o estava naquele momento em que ele com tanto gosto o esfregava na minha vagina, que já nem os preparativos para o almoço me lembravam. Ui, padrinho, apenas dizia, de olhos semicerrados, e pensando para comigo mesma, roça essa tua pila dura na minha passarinha, padrinho, que me está sabendo tão senti-la assim toda melada roçando-se na minha passarinha, padriiiinho.
- Boquinha de broche – ouvi-o dizer – já sabes o que quero dela. Um homem nunca fode uma putazinha como tu sem primeiro lhe enfiar a piça na boca.
Tirando o piçalho do interior da minha calcinha derrubou-me sobre a cama. Depois tirando o resto da roupa até ficar todo nu, sentou-se sobre o meu peito, prendendo-me entre as suas ilhargas.
- Vês como me deixaste o cajado bem duro, putéfila?! – perguntava-me batendo-me com ele nas mamas e na cara. - Vais ter que mo deixares agora bem molezinho para o poder guardar dentro das calças, bem guardadinho, de maneira a não escandalizar ninguém quando sair para a rua. O que vale é que tens dois buraquinhos bons para o fazeres, não tens vadia gordinha? E um deles é este botãozinho carnudo, por cima do teu queixo. Vamos abre a boca, brochista, e chupa-me o caralho e os colhões, nem que te engasgues toda com eles.
Como qualquer mulher nestes momentos eu gosto de cajados de macho bem duros, e o facto de estar com o meu tio em cima dos lençóis lavados onde nessa noite ele voltaria a deitar-se com a mulher, acho que me deixou mais excitada e a ele também. No entanto antes de abrir a boca e lhe abocanhar a pila e as bolas voltei a expressar-lhe alguma relutância fingida por estarmos a foder na sua cama de casal.
- Padrinho, aqui é melhor não! – objectei mas ávida por sentir o seu corpo sobre o meu – aqui é a cama da madrinha.
- Tanto é cama da madrinha como o é do padrinho, minha puta barata! – exclamou com ferocidade – Porque é que pensas que fiquei com tanto tesão só de ver as tuas coxas aqui no quarto? Já é mais do que tempo do teu padrinho gozar nela um bom broche.
Com que então, a primeira vez naquela cama, pensei encantada. Huum, que boas massagens a minha língua não lhe proporcionou no saco e no pilau, antes de ele mo meter, bem metido na boca, até bem fundo da garganta.
- Ahh, língua de vaca! - ouvi meu tio dizer – Poucas putas sabem chupar e lamber um homem como tu. Só desaleitar-me todo na tua boca já seria bem bom. Deita a cabeça em cima da almofada da tua tia, Sandra. Vou-te enfiar a piça toda pela boca dentro! Quero enfiar-te a piça pela boca abaixo até te encher a garganta com ela.
Ele próprio me estendeu a almofada onde minha tia dormia, obrigando-me a pousar a cabeça nela. Depois apertando-me o nariz de maneira a eu manter a boca bem aberta, fez-me engolir-lhe o cacete, quase me metendo igualmente os tomates dentro dela. O peso do seu corpo em cima de mim impunha que minha cabeça se inclinasse toda para trás, e naquela posição seu piçante bem abonado penetrava-me de facto pela garganta dentro.
- Isso, puta, isso, fode-me com a boca, que é para saberes onde te chega a cabeça da minha piça quando ta enfio nessa tua cona de vaca recém-aberta.
Meu tio estava agora no limiar do tesão pois me apertava os cabelos ferozmente, e me sacudia a cabeça com fúria.
- Estavas preocupada por me chupares na cama da madrinha, não estavas vadiazinha? – perguntava-me ele, com o ar desvairado com que sempre se punha em mim – Pois já te vou mostrar o que é foder com o padrinho na cama da madrinha.
Tirando-me a pila já bem melada da boca, e levantando-se de cima de mim, meu padrinho levantou-me as pernas ao alto e sem me despir a calcinha beijou-me com muito carinho as coxas. Será que ele também fazia o mesmo às suas putas, interroguei-me.
- Ahhh, Sandrinha, minha rica filha – voltou a suspirar – só por ver estas tuas coxinhas de menina mal comportada, um homem é capaz de cometer todos os pecados. Sei que vou um dia parar ao Inferno por causa deles, mas agora a rachinha que tens no meio delas e pela qual o meu caralho tanto suspira, vai-me levar ao Paraíso. Afasta a calcinha para o lado.
Enquanto eu afastava a tirinha para o lado, ele conduzia com uma mão o seu túrgido membro bem para o interior da minha gruta destapada, onde tanto gostava de meter. E fodeu-me. De vez em quando prendendo-me as duas pernas, esticando-as sobre a minha cabeça, outras vezes afastando-me uma das pernas para o lado e levantando-a até ela lhe pousar no ombro, outras virando-me de lado, ora abrindo-me, ora fechando-me as pernas. O colchão rangia com o nosso combate como nunca o ouvira ranger, quando o ouvia trepando muito convencionalmente com a minha tia.
- Ahh, puta, puta – insultava-me quando me ouvia gemer mais intensamente de prazer – sabe-te bem foder em cima da cama da tia, não sabe? Ohh, sabe muito bem comer-te aqui no meu quarto onde tirei os três à tua tia, vendo este teu par de coxinhas grossinhas com a greta toda à mostra por baixo da calcinha! Pois toma lá mais. Vou-te encher bem a cona com a minha esporra, porcazinha gorda. HOJE QUERO VER-TE PINGANDO ESPORRA NOS LENÇÓIS ONDE A TUA MADRINHA DORME, VACOILAZINHA.
Para quem dizia ter comido outra puta na noite anterior, aquela foi uma esporradela bem regada. A cabeça do caralho do meu padrinho parecia nunca mais acabar de cuspir sémen, tamanho foi o seu gozo. O meu também não lhe ficou muito atrás e só não ensopamos os lençóis graças ao cuidado que tive em cobrir a rata com a calcinha quando o meu padrinho se veio e tirou o caralho fora. Apesar da tira que me atravessava o meio das pernas ter pouco pano, sempre reteve aquela torrente branca que a minha racha já bem satisfeita se apressava a expelir. Se tivéssemos sujado os lençóis lavados, não sei como justificaria eu à minha tia as manchas esbranquiçadas que decerto ela encontraria nelas. Assim só tive o trabalho de voltar a fazer a cama uma vez que os mesmos tinham ficado todos amarrotados como imaginam. Mas como por causa de tal trepada inesperada tive de atrasar o almoço, não me livrei na mesma de apanhar mais uma senhora tareia das mãos dela. Sobrinha abusada é não só pau para toda a colher, como está sempre fodida, faça ela o que fizer, lembro-me de ter pensado enquanto minha tia batendo-me no rabo e nas pernas com uma colher de pau, enorme, me chamava de vadia desmazelada que passara a manhã dormindo na cama em vez de fazer o que me mandavam.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
15:12
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