Nesse tempo eu andava corneando meu marido Rui com Carlos um sujeito dominador a quem eu tratava por Meu Dono e Senhor, e ele a mim da forma que muito bem lhe apetecia.
Nesse dia fazia anos que Rui pedira minha mão em casamento aos meus pais, e queria celebrar condignamente tal noite com uma festa na cama e que era também uma oportunidade que ele tinha de por a escrita em dia em tal matéria já que praticamente desde que eu andava com Carlos ele só se safava à mão. Ora precisamente se havia alturas em que Carlos não dispensava a minha companhia era na data dos aniversários mais significativos do meu relacionamento com o Rui, pelo que eu avisei meu amante que o meu maridinho também andava com ideias para aquela noite.
- Nem pensar – disse-me Meu Senhor ao telemóvel – nessa noite vais ser minha e ele vai pagar a despesa toda como bom corninho que é, que eu quero um bom hotel. Quanto muito no final deixo-lhe os restos se ele os quiser, mas primeiro papo-te bem papada. Arranja maneira de o tirares do caminho quando ele te levar para o quarto e que não apareça por lá até eu sair. Não dizes que és tão dona dele como eu sou de ti, puta? Pois então trata de o provar para receberes o teu Senhor.
Desde nossos tempos de namoro que Rui sempre foi meu cãozinho de estimação, obedecendo a todas as minhas ordens, pelo que tirá-lo do quarto com um pretexto qualquer para fazer entrar outro homem mais abonado para o seu lugar, não era nada que já não lhe tive feito antes.
Assim nas vésperas da data disse ao meu marido que se ele se portasse bem e se se mostrasse merecedor talvez o deixasse meter em mim como tanto queria. Mas para isso era necessário não só que se mostrasse romântico e generoso, como também me obedecesse em tudo. Resultado: as minhas palavras fizeram-me ganhar um vaporoso vestido azul e uma lingerie vermelha fio dental, que me ficava a matar. Além disso como os homens quando querem meter não se importam de abrir os cordões à bolsa, o corno reservou um quarto nupcial num hotel na Póvoa do Varzim que Carlos me sugerira, com vista para o mar e antes de me levar para a cama proporcionou-me um delicioso jantar romântico num casino da costa. Dançámos e eu deixei que Rui me beijasse na boca e nos ombros, meu Senhor nunca me beijava, dizia sempre que putas não se beijam, fodem-se, por isso eu fiquei super quente com os beijos de meu marido, e sobretudo por lhe sentir a pilinha pequenina toda em pé por baixo das calças sempre que a dança fazia os nossos corpos tocarem-se. È o melhor que tem a pila de meu marido: faz-me sempre ficar com vontade de apanhar com a pila dos outros.
- Tem calma, Rui meu amor – sussurrei-lhe – a tua pila está muito inquieta e ainda não é um dado adquirido que te vou deixar pôr em mim.
- Não acredito, minha vadia – retorquiu-me – então o teu maridinho não está ser generoso e romântico como querias?
- Estás sim, meu queridinho – confirmei – mas sabes que para um meia pila como tu isso não basta. E a tua vadiazinha tinha-te dito que só iria dar para ti se lhe obedecesses em tudo. E ainda não chegamos a essa parte.
Rui riu-se aliviado.
- Então se é só isso é como se já estivesse em cima de ti, Sandrinha. Sabes bem que o teu meia pila faz-te as vontades todas.
- Então continua assim e talvez esta noite ainda tenhas a tua recompensa – retorqui-lhe. Rui ainda quis saber o que eu tinha preparado mas nada lhe disse. Continuamos ali no bem bom, dançando e comportando-nos como um casal de namorados adolescentes até regressarmos ao hotel. Meu maridinho excitado pelo álcool ainda tentou montar-me no carro, durante a viagem de volta mas eu fui firme em impedir que se pusesse em mim.
- Pára, Rui, ou me obedeces ou podes tirar as ideias que vais ter direito a qualquer coisa – intimei-o.
Com o caralhito completamente em pé Rui parou contrariado e bastante excitado entramos no quarto.
- Que é isso? – fiz-lhe ver quando o elevador nos deixou no andar onde o nosso quarto ficava – Sei que não estamos comemorando a nossa noite de núpcias mas não te ficava mal levares a tua esposa ao colo.
E o corninho carregou comigo até ao quarto. Um casal saía de um dos quartos, imaginei que estivessem pensando que nos acabáramos de casar ou fazíamos anos de casados pelo que não resisti com o braço estendido por trás da cabeça de Rui fazer-lhe com os dedos um par de cornos que os fez arregalar os olhos admirados com meu gesto, e entramos no quarto.
Não vou entrar em pormenores, apenas digo que o despi e lhe dei banho. Como faço sempre nestas ocasiões punheteei-o gostosamente até Rui ficar com o caralho todo em pé mas sem o deixar vir. Já em cima da cama eu abraçando-o como uma esposa apaixonada o que o faz entesar-se mais disse-lhe, pois já tinha preparada minha história:
- Ruizinho, meu amor, até agora reconheço que me proporcionaste uma boa noite, e eu sinto-me tão satisfeita como no dia em que me pedistes em casamento. Tu és muito queridinho e eu amo-te muito Rui, mas não é fácil para uma mulher com a pássara tão aberta como eu tenho a minha satisfazer-se com uma pilinha tão pequenina como a tua. Por isso gosto de excitar-te tanto e não te satisfazer logo. Para ficares com o caralho mais inchado e dares-me com mais força nas bordas, percebes? Por isso não te quero dar já a provar o fruto que tanto ambicionas, quero fazer aumentar-te mais o tesão para que quando me fores comer tenhas a pica o mais parecida com a dos amantes com que gosto tanto de te cornear.
O caralho do meu corninho estava todo espetado.
- Ainda mais do que já estou, Sandrinha? – perguntou-me chocalhando a pila com as mãos – Estou cheio de tesão e não vou ficar com o caralho mais inchado do que já o trago .
- Cala-te! Eu é que sei – gritei-lhe – Avisei-te meu meia pila que se me querias comer hoje te submeterias ao que eu te mandasse. Ou queres que te deixe aqui tocando punheta sozinho como é teu costume?
Depois do que Rui já gastara para chegar ao meu entre-pernas punheta era a última coisa que ele quereria fazer. Submeteu-se.
Meu Senhor como grande amante da arte da bondage avisara-me que quando chegasse ao quarto para me possuir na vez do meu marido, me queria encontrar numa posição de máxima entrega e de nenhuma possibilidade de resistência e com todos os meus buracos do prazer à sua inteira disposição. Exigiu ainda que sem o saber deveria ser meu marido a colocar-me na posição de entrega ao meu amante e eu munira-me dos acessórios necessários para cumprir suas ordens.
- Meu queridinho – disse então, já com voz doce e um sorriso de cara a cara estendendo-lhe um conjunto de algemas e de correntes e deitando-me por cima da cama com as pernas bem abertas – vais usar estas correntes para me colocares assim só vestida com a calcinha que me ofereceste, numa posição em que qualquer homem que me visse e se quisesse servir de mim o pudesse fazer, sem que eu fosse capaz de me opor. Não te esqueças que de assegurar que a minha boca fique igualmente acessível ao caralho de qualquer homem que a queira utilizar, sem que eu tenha forma de lho trincar.
Rui estava cada vez mais excitado com a ideia. Como o conheço bem sabia que ele estava a imaginar que eu me ia colocar naquela posição para ser violada por ele.
- Imagina, Ruizinho – continuei para manter o clímax – como prenderias uma mulher que a fosses violar, pois é numa posição dessas que eu quero que me coloques. Mas para prevenir alguma ideia maluca que te passe pela cabeça e te aproveites de mim, vais-me deixar fazer uma coisa no teu caralhinho que o vai deixar incapaz de foder.
Da carteira tirei um cinto de castidade masculino e mandei Rui chegar até mim. Era um cinto com um falo em silicone transparente onde o homem metia a pila, muito curto, 8 cms apenas. A pila do meu marido devia medir cerca de 12 ou 13 cms que é o máximo que atinge quando está cheia de tesão, pelo que ia ficar bem esmagadinha dentro dele. Além disso para impedir que a pila pudesse sair fora ela apresentava um anel na base, comprimindo não só o pénis como igualmente o saco dos tomates, anel esse onde o falo de silicone ficava aparafusado. Finalmente um aloque-te de chave voltava a unir o falo ao anel.
- Não vou conseguir meter a piça aí – reclamou Rui – Esse cinto é bom para quando eu estiver sem tesão, não para uma noite como a de hoje.
- É mesmo para te impedir o tesão que eu to ponho, meu amor. Ou julgas que eu não sei o que farias com os tomates assim cheios, meu taradão quando me visses amarrada e de perna aberta? E quero assegurar-me que não farás isso por enquanto.
Apesar das reclamações e da luta que deu a piça de meu marido acabou mesmo por ficar enclausurada naquele cinto pequenino.
- Eu é que devia reclamar – observava-lhe pondo-lhe o cinto e ouvindo queixar-se que o mesmo era muito apertado – Não é fácil arranjar um cinto de castidade para uma pila tão pequenina como a tua. Parece que até mesmo os submissos que os usam as têm todos mais abonadas que a tua.
- Cala-te puta que ainda me deixas com mais tesão – pediu. E a mim também que era o que eu queria.
- Muito bem Ruizinho – disse-lhe quando o cinto de castidade já estava posto e esfregando a chave na minha vagina, por dentro da calcinha – Agora antes de me algemares do jeito que te mandei vou assegurar-me que vais alimentar o tesão da tua pila por mais umas horas, procurando por ela. Vou sair e esconder a chave na rua. Depois de me algemares tu sairás a procurá-la e só quando a tiveres poderás servir-te do meu corpo.
O ar de desespero de Rui foi bem elucidativo.
- Estás tola, Sandrinha – gritou-me – E se alguém apanha a chave ou eu não consigo encontrá-la de noite? Vou-me ver fodido para tirar a piça daqui.
- Calma, meu amorzinho! Porque é que pensas que estou a esfregá-la na minha rata? – perguntei-lhe. – Porque a trago húmida de tesão. Tu és o meu cãozinho. Achas que o meu cãozinho não é capaz de farejar uma chave cheirando ao tesão da minha rata? Se assim for a tua amostra de caralho não merece comer-me esta noite por mais aberta que me deixes em cima da cama.
- Mas Sandrinha – ainda procurou Rui contra-argumentar – está escuro …
- Cala-te! – cortei – Exigi-te obediência e não estou a gostar da tua atitude. Quero ver o teu empenho na procura da chave que te abrirá o caminho para a minha rachinha Ruizinho. Se ele for tão persistente como as tuas exibições de tesão não duvido que terás sorte, de outro modo com a pilinha enfiada nesse tudo de silicone nem direito a uma punhetas terá para te lembrares do dia em que me pediste a mão em casamento.
Saí do quarto, fechando-a à chave para prevenir que Rui me seguisse e fui não esconder a chave, mas entregá-la a Carlos a quem contei o ponto da situação o que o deixou bem divertido.
- Além de ser o maior corno que conheci, o teu doutorzinho é mesmo um tanso – comentou.
Só quando voltei ao quarto é que me despi e fiz o meu corninho dar-me agora ele um banho
– Não fiques apenas apalpando-me com as mãos, ò meu pilinha engarrafada – observei-lhe. – Já que faz hoje … anos que me pediste a mão em casamento faz-me ao menos um minete.
Rui comentando ter sido eu a engarrafar-lhe a pilinha no cinto de castidade presenteou-me com bom minete com o duche aberto, antes de voltarmos ao quarto e me ter deitado de novo sobre a cama.
- Vamos lá meu meia piça – disse-lhe então – Já te disse o que espero de ti. Por isso antes de saíres a procurares a chave do teu gozo trata de me colocares na posição mais oferecida que uma puta se pode colocar para receber o seu macho.
Muito contrariado por ter de adiar a procura da chave, meu marido atou-me os pulsos e os tornozelos com lenços de pano para que as algemas os não marcassem e tratou de me imobilizar. Os braços estendidos para atrás foram acorrentados à cabeceira da cama. As pernas foram esticadas na mesma direcção e depois de me ter feito vestir a calcinha vermelha igualmente acorrentadas na cabeceira. Eu porém ainda me podia movimentar com relativa facilidade.
- Não podes fazer melhor, meia pila? Imagina transformares uma mulher muito vadia numa boneca insuflável inteiramente à tua disposição. Pois é isso que quero me faças. Vês aquela corda? Amarra-ma à volta da barriga. Quem sabe se ainda hoje não serás tu a servires-te de mim, assim amarradinha.
Rui não tinha já esperança nenhuma que isso sucedesse mas passou-me uma corda sobre a minha barriga, amarrando-a debaixo da cama, e aí sim, eu já mal me conseguia mexer.
- E a minha boca, Ruizinho? – lembrei-lhe - Não te disse que queria que a minha boca pudesse ser penetrada por qualquer caralho que quisesse meter nela ? Pois trata de fazer com que isso aconteça.
Um bocal negro com um suporte interior metálico encaixado por detrás dos maxilares e atado no pescoço, pertença de Meu Dono Carlos, impedia-me de fechar boca pelo que era ideal em fantasias de violações envolvendo sexo oral. Rui que também me conhece bem ainda procurou saber se eu esperava a visita de alguém, mas como imaginam nem lhe respondi.
- Tens razão minha putazinha deliciosa – confessou numa cara em que lhe percebia o gozo do orgasmo que por mim se via obrigado a manter contido – Se não me tivesses colocado o cinto eu não resistia a abusar de ti nesta posição.
Quando o corno se retirou deixando as luzes do quarto acesas, eu estava de facto bem acessível e sem possibilidades de defesa a quem se quisesse aproveitar das minhas gretas, pois Rui até umas almofadas colocou por baixo das minhas costas, deixando-me desguarnecido o olhinho do cu.
Carlos no átrio da recepção onde se achava viu-o sair. Meu Senhor conhecia de vista meu corninho mas este não, pelo que Rui nem para ele deve ter olhado. Mediante um suborno o rapaz da recepção entregou-lhe uma cópia da chave e foi com ela que Carlos finalmente subiu ao quarto a fim de naquele dia tão especial para mim e para o homem que ainda hoje amo cornear, gozar no corpo da sua puta adúltera como me chamava muitas vezes.
- Nunca duvidei que o conseguisses tendo um marido frouxinho que adora tocar punhetas só por saber que a vagabunda a quem teve de pedir a mão para a levar para a cama vive abrindo as pernas para outros homens – congratulou-se quando me viu ali, nuazinha e acorrentada esperando excitada o momento em que iria sentir seu peso sobre mim, e em que o seu caralho avantajadíssimo de macho penetraria todos os meus canais de entrada. - E estás mesmo na posição em que todas as putas escravas devem estar quando vão receber seu Senhor e Mestre. Toda aberta e incapaz de te furtares à vontade do meu tesão. Podes ser casada com aquela amostra de homem, coirona – disse-me – mas hás-de ser minha até me cansar de ti. E vou-te demonstrar isso.
Eu nem queria ouvir falar de meu senhor se cansar de mim, queria ser dele e cornear meu marido com meu Dono e Senhor para sempre e por isso queria submeter-me a todas as suas vontades para que ele nunca se cansasse de mim.
- Vem, meu Senhor, toma a tua puta, que ela é tua, toda tua, será sempre tua, se o Meu Senhor quiser nem os restos deixo para o eu corninho – supliquei-lhe com voz carente e abafada pelo bocal.
Carlos despindo-se totalmente abeirou-se de mim, e empunhando aquela pica que me fazia nascer água na boca só de saber que ia apanhar dela, bateu-me com ela na cara e nas mamas.
- Nem preciso de te mandar abrir a boca, puta, que aberta para este caralho já o corno ma deixou. Quero é que a chupes glutona, até lhe sentires a cabeça bem fundo na tua gargantinha.
Quantas vezes já meu Senhor Carlos me obrigara a fazer broches com a boca açaimada com um bocal pelo que não tive dificuldade em obedecer-lhe. E o sumo que ele verteu nela! A espera no átrio do Hotel imaginando meu marido a dispor-me na cama para a foda que ia dar a seguir com meu amante, via-se que também o deixara excitadíssimo.
- Ah, vacoila – gemeu – Chupa a minha piça de macho que a esta não há cinto de castidade capaz de fazer-lhe vergar o tesão. Pára, pára, a tua mamada está muito boa mas preciso de te fazer um minete para acalmar os colhões. Da forma como o corno te deixou as pernas abertas apetece-me fazer tudo com a tua cona e o teu cu.
É nestas ocasiões em que o nome dos órgãos sexuais é citado mais grosseiramente que a minha rachinha fica mais húmida e os meus biquinhos mais espetados. E então quando tal palavreado é acompanhado de um soberbo minete, como foi o caso, eu rendo-me a qualquer caralho. A estreita tira de pano da calcinha, tapando-me a greta, foi afastada para o lado.
- Linda cuequinha. Foi oferta do corno? O pano que te tapa a cona e o cu não impede a entrada de um caralho. Vou adorar foder-te com a calcinha nova do corno,. E vou adorar rasgá-la quando me estiver a vir, pois vou-me vir na tua cona e no teu cu, puta, até transbordares de esporra – disse-me Carlos quando terminou o minete e me sentiu vir. E comeu. Sempre por cima de mim pois não me desacorrentou e naquela posição não o podia fazer de outro modo, foi-me metendo o caralho onde quis. No cuzinho, na rata, na minha boca e no rego das mamas.
Quando se fartou de me enrabar meteu-me o pau na rata. Depois chegou-me de novo a pica à boca.
- Chupa, quero que me voltes a chupar – e eu chupei. – Vou dar-te um valente rombo nos dois buracos, vaquinha, mas primeiro quero que voltes a mamar na piça.
Não exagero se dizer que estivemos praticamente toda a noite naquilo, e apesar de amarrada e ter ficado com algumas cãibras no corpo, até um 69 fizemos. Gozamos como loucos.
- Que boa maneira de comemorar a data em que o teu meia piça te pediu em casamento – comentou meu Senhor quando no final nos viemos intensamente e me rasgou a calcinha nova – Nem o teu pai quando lhe concedeu a tua mãe poderia imaginar que uns anos mais tarde, nesta data, a filha puta iria estar nesta posição para gozar com o caralho mais avantajado do seu Senhor tesudo. Se tivesse sido eu a pedir-te nunca pediria a tua mão mas iria direito ao assunto e pediria a tua cona já que mão só se for para tocar punhetas a um homem.
Rimo-nos muito. Aquela foi a melhor comemoração da data do pedido de casamento que meu marido corno e meu amante abonado me poderiam ter dado. Carlos tirou-me as algemas e correntes mas não me deixou lavar dizendo querer que o corno quando voltasse me encontrasse bem humedecida com os restos da sua langonha pelo que acabamos por adormecer e passar o resto da noite juntos. Carlos levantou-se cedo, antes da mudança de turno do recepcionista e antes de sair levando a chave do cinto de castidade de Rui com ele voltou a acorrentar-me do mesmo modo que me encontrara.
- Tenho vontade de levar a chave do cinto comigo – disse-me – sempre era de maneira que o teu maridinho de colhões raquíticos ia ter de aguentá-los cheios mais uns tempos. Mas não o vou fazer. Afinal já que pagou esta noite maravilhosa é justo que lhe deixe gozar com os restos bem lambuzados da tua cona e do teu cu, vadia. E não te esqueças de o fazer reembolsar-me dos 50 euros que dei ao recepcionista para que ele me desse a chave do teu quarto.
Quando meu Senhor chegou à recepção entregou a segunda via da chave e um envelope que pediu fosse entregue a um senhor que alugara o quarto cujo número estava escrito nele. Este não estava longe. Como bem mandado que é, meu marido passara parte da noite calcorreando a frontaria do Hotel, o parque de estacionamento e convencido que eu a enterrara no areal da praia já perdera a esperança de a encontrar e consequentemente de trepar comigo. Voltara assim para o átrio do Hotel e tendo a certeza que aquilo tinha sido um pretexto para o tirar da minha cama nem se atrevia a regressar ao quarto antes do dia nascer, como lhe ordenara. Imaginem sua alegria, e sua surpresa também, quando o recepcionista foi ter com ele e lhe entregou o envelope. Rui subiu ao quarto e ao ver a calcinha desfeita e os vestígios de esperma que meu amante deixara no meu corpo não duvidou mais que sua suposição estivesse certa:
- Puta, eu já imaginava! Afinal esta noite não me querias só a mim farejando o cheiro da tua cona húmida! Para poderes ficar no bem bom com o teu amante enfiaste-me a piça num cinto de castidade. Querias deixar-me com mais tesão procurando a chave, não foi isso que disseste? Pois conseguistes. E já que pelo que vejo o caralho dele é de confiança pois nem preservativo usou para te comer, eu vou aproveitar a posição em que tu estás e fazer o mesmo que ele te fez.
Despindo-se e libertando o cinto de castidade, meu corninho fez-me um espectacular minete na minha rata besuntada antes de me mandar chupá-lo. Depois gozou uma espanhola nos meus peitos que me fez nascer outra vez o tesão, antes de me penetrar com a sua pilinha pequenina mas bem tesa e dura. Ahh, fui às nuvens, mais uma vez. Como é bom ser uma vadia e gozar na mesma noite com dois homens, um mais macho que o outro é certo, mas ambos dispondo de uma ferramenta que me dá tanto prazer.
- Sandrinha, minha querida – disse-me o Rui quando nos viemos ambos – se não fosses tão puta a nossa relação não tinha graça nenhuma. Soube-me bem melhor esta foda que te dei do que se me tivesses aberto as pernas logo que viemos para o Hotel.
A mim também. Arrombada como tinha sido por meu Dono e Senhor de caralho grande, acabar a noite fodendo com a pilinha pequenina de meu marido corno fazia-me um bem danado.
Quando Rui pagou a despesa do Hotel exigi que me desse mais 50 euros para gratificar um empregado. Meu marido quis saber porque era devida tal gratificação e eu justifiquei-a dizendo que era para recompensar um empregado que contribuíra, ainda que indirectamente para que aquela foda lhe tivesse sabido tão bem. Mesmo sem lhe ter dado grandes pormenores Rui entendeu.
- Minha grande puta – voltou a chamar-me – Que estejas sempre a pôr-me os cornos é coisa que não me importo nada, mas que eu tenha de pagar do meu bolso para os poder manter na testa, é que já me custa mais. Afinal é suposto que as putas tragam dinheiro para casa, não o contrário.
Meu marido tinha razão, mas que piada tem um corno sovina queixando-se da despesa que o amante da esposa tem para a comer? E foi com este meu argumento que Rui suspirando me deu os 50 euros com que eu reembolsei meu Dono e Senhor pela gratificação que dera ao recepcionista.
- E não te esqueças, Ruizinho eu amor, que vou querer outra calcinha igual à que me destes ontem. Não tivesses demorado tantas horas a farejar a chave e elas não teriam sido rasgadas.
Outro suspiro. Mas a pila voltou a crescer-lhe nas calças só em saber que me voltaria a ver com elas vestidas. Ser esposa puta tem suas compensações, e ser marido corno as suas despesas mas quanto a isso não se pode fazer nada.
sábado, 31 de julho de 2010
DEIXANDO O CORNO COMER-ME OS RESTOS NA DATA DO PEDIDO DE CASAMENTO
Postado por
SANDRA SAFADA
às
03:18
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MEU DONO E SENHOR
domingo, 25 de julho de 2010
A VINGANÇA DA NAMORADA VAGABUNDA
Aproximava-se a semana da Queima das Fitas em Coimbra e meu namorado Rui ia receber a visita de três amigos da sua terra que ficariam alojados numa das pensõezinhas da Baixinha nossa conhecida, pois também alugava quartos à hora a putas como eu e a casais precisando de poiso temporário para foder. Meu actual marido sabia que a sua fama de corno manso era notória, tão notória como a minha de puta, e adorava o modo de vida a que eu me entregava nos tampos livres, sobretudo quando me via exercendo-o na rua. Ultimamente até lhe estava dando para me lamber a rata suja com a piroca dos clientes mas talvez por eles serem seus amigos de infância e saberem que ele tinha o pau muito pequeno deu-lhe para se armar em namorado respeitável e confessou-me não gostar que a mesma fama viesse a ser conhecida deles, pelo que me pedia encarecidamente que nos quatro dias seguintes me abstivesse de me prostituir em lugares públicos. Foi a primeira vez que Rui me veio com uma conversa dessas e como é evidente não gostei. Para já não gosto de pessoas que se envergonham de andar com putas já que eu própria enquanto o fui nunca me envergonhei de tal condição. E ainda para mais que um cornudo como ele que adorava tocar à punheta quando me via ir foder com outros ostentasse tais pruridos parecia-me inconcebível. Tanto que me apeteceu mandá-lo foder e só não o fiz por me parecer que a melhor lição que lhe podia dar era demonstrando aos três que a namorada do seu amigo era uma vagabunda sem vergonha.
O comportamento do corno no dia em que eles chegaram ainda mais reforçou a minha vontade de o envergonhar perante os colegas. Rui sempre foi muito querido comigo mas como todos os rapazes sem grande experiência com mulheres quando arranjam uma e estão na presença de amigos íntimos, procurou evidenciar-se em demasia. Os três chegaram numa quinta – feira ao fim da tarde pois a Queima em Coimbra inicia-se sempre nesse dia da semana com uma Serenata junto á Sé Velha. Fomos recebê-los à Estação e percebi pelo olhar que me lançaram terem-me achado gostosa. Como a semana da Queima das Fitas é não só rentável para os vendedores de bebidas alcoólicas mas também para as putas, eu apesar das recomendações de Rui não quis perder a oportunidade de facturar, pelo que passara uma parte da tarde no engate no meu poiso habitual onde facturara 2 mil escudos. Como não voltara a casa apresentei-me na Estação de comboios ainda a cheirar a suor de macho com uma das minhas roupas de trabalho, um top vermelho deixando-me o umbigo a descoberto, sem sutiã por baixo como quase nunca usava e com o rego das mamas exposto para despertar o apetite dos homens, uma saia azul de ganga pelos joelhos com uma calcinha branca por baixo, e umas soquetes brancas nos pés. Pelo movimento de lábios de um deles percebi que comentava “que cavalona” e Rui que inicialmente se mostrara desagradado por os amigos me irem ver assim produzida mudou de ideias quando constatou o tesão que a minha figura provocava neles, pois quanto mais tesão desperto noutros homens mais tesão lhe provoco nele.
Os três deixaram as coisas na pensão que lhes arranjáramos, jantámos numa tasca da Alta, bebemos uns copos a mais e como nenhum de nós estava interessado em assistir à Serenata e os bares centrais estivessem cheios, passei por casa onde tomei um duche rápido e onde mudei a calcinha por uma tanguinha cor de pele tendo no entanto conservado a farda de trabalho, e fomos parar a um bar perto do Bairro do Ingote que ficava aberto até tarde onde continuamos a emborcar mais umas cucas. Durante a caminhada pude escutar os comentários que eles um pouco toldados pelos copos ingeridos ao jantar proferiam entre si ou com Rui a meu respeito pensando que eu não os ouvia:
- Boazona a Sandra. E pelo aspecto vê-se que já fodeu bem mais do que tu, Rui.
- É verdade – confirmava outro, em voz mais baixa – assim vestida dá cá uma ponta. O Rui deve andar bem consolado, ele que no Liceu o único consolo que tinha era tocar ao bicho enquanto nós nos fartávamos de comer as colegas mais safadas.
Um deles perguntou-lhe mesmo se eu era boa na cama. Apesar de puta em part time ou talvez por isso, nunca dei muito para Rui pelo que ele comigo continuava tocando mais punheta do que se punha em mim, mas este como qualquer machinho não querendo admitir tal coisa aos amigos confirmou que de facto eu era um vulcão na cama o que levou o mesmo a perguntar-lhe se ele com o seu martelinho pequenino dava bem conta do recado, ou se eu não andaria consolando mais alguém além dele. Percebi que Rui corara como sempre que alguém lhe lembrava o tamanho do pénis mas respondeu que dava suficientemente bem conta do recado para que eu tivesse necessidade de consolar mais alguém.
- Óptimo! É que pelo aspecto dela eu diria que te enfeita a testa.
- Tás tolo – era visível o rubor na face do meu namorado – A Sandrinha não é nenhuma vadia.
E para reforçar a sua posse sobre mim puxou-me para ele enlaçando-me os ombros e pousando a sua mão sobre minhas mamas. Ah, eu não era uma vadia, quando uns tempos antes o pilinhas me tinha afirmado que o seu maior prazer era que eu fosse sempre puta? Ah, ele agora dava-lhe para se armar em macho quando a dona da pensão rasca onde os amigos dormiriam sabia bem quem ele? Aquilo pareceu-me o cúmulo do desplante. Ele já ia ver a namoradinha séria revelar a sua verdadeira face quando ela gozasse quase debaixo do nariz dos quatro a sua primeira foda do dia já que as que dera durante a tarde com os clientes não contavam. Com tais pensamentos como devem calcular tratei logo de lhe afastar as mãos de cima do meu peito. Foi a primeira contrariedade do corno e por isso voltou a corar ainda mais embaraçado pelo sorriso dos amigos. No café que se achava razoavelmente cheio o comportamento de Rui não melhorou, antes excitado pelo álcool se acentuou mais. Todo importante por pela primeira vez estar mostrando aos amigos que também já arranjara mulher, e por certo esperançado em dar-me uma pilada nessa noite na pensão onde os amigos dormiriam, não parava de me tentar beijar na boca e no pescoço, tentativas que contudo eu ia repelindo mandando-o estar quieto perante o olhar gozão dos três cujo meu comportamento os devia fazer estar pensando que se ele acreditava no que lhes dissera então era um completo tapado. Estava na hora de começar a executar a minha vingança. Perante outra sua tentativa atirei-lhe, sarcástica.
- Estou mesmo a ver Rui que hoje não vais conseguir adormecer sem fazeres ginástica com a mão.
Os três riram-se alto ouvindo-me patenteando a fraqueza de longa data do corninho deixando-o mais vermelho do que um tomate. Ele sempre adorou ser humilhado por mim mas eu nunca o fizera na frente de amigos de longa data pelo que desta vez não estava achando grande piada.
Mas não eram só os amigos de Rui a acharem piada às tampas com que eu reagia aos seus avanços. A maneira como entrara vestida fizera com que todos os presentes olhassem para mim, e homens ou mulheres seguiam os acontecimentos com gosto. Havia algo de surrealista naquele quadro em que uma moça com ar de menina da má vida se comportava como uma namorada recatada perante as investidas do namorado e isso divertia-os, especialmente aos homens. Entre eles reparei num sujeito já trintão, ligeiramente moreno e com indumentária simples provavelmente morador no Bairro, estatura mediana mas de mãos e dedos grandes como em geral têm todos os homens de bacamarte avantajado, sentado sozinho numa mesa defronte a mim que me estava particularmente comendo com os olhos. Excitou-me bastante a maneira como me olhava pois me parecia estar dizendo: “Tu a mim não me enganas, sei muito bem que não passas de uma puta coirona a querer-te passar por santinha, só tu sabes porquê”, e toda essa combinação fez-me compreender ser ele o homem ideal com quem teria todo o gosto de desfeitear o meu meia pila. Para o fazer compreender que estava interessada numa aventura com ele comecei lançando-lhe, sempre que podia, uns sorrisos convidativos a que ele correspondia, e cheguei mesmo por duas vezes a trocar com ele um piscar de olhos. Numa certa altura fui mesmo mais longe e por baixo da mesa abri-lhe as penas deixando-o ver-me a tanguinha cor de pele tapando a minha entrada. O sujeito sorriu, pareceu-me interessado em ganhar e fazer-me ganhar a noite o que não me admirou, regra geral todos os homens hetero com força na verga gostam de aproveitar as oportunidades que as mulheres lhes concedem, pelo que decidi passar à fase seguinte. Como não podia foder com ele ali, e como os quatro não pareciam dispostos a parar de beber apesar do amontoado de garrafas vazias que já tínhamos em cima da mesa, pretextei necessidade de sair para tomar um bocado de ar fresco pedindo-lhes que não se incomodassem em acompanhar-me o que eles agradeceram. Para que o estranho não tivesse dúvidas das intenções que me faziam levantar da mesa, antes de me dirigir à porta fiz um desvio a fim de passar perto dele e discretamente toquei-lhe com a mão no joelho. Quando transpus a porta do estabelecimento caía uma chuva miudinha e arrefecera. Acendi um cigarro e aguardei como estava habituada a fazer na rua quando esperava os clientes. Só pedia que o indivíduo com receio dos meus companheiros não me desse a tampa.
Felizmente que as hormonas dele falaram mais alto do que qualquer receio que o meu namoradinho e os outros lhe podiam inspirar. Num minuto achava-se cá fora ao meu lado e foi directo ao assunto como se impunha:
- Queres curtir comigo, moreninha bonita? Não te posso levar para casa mas tenho o carro ali em frente que nos leva para qualquer lado.
- E quem te disse que quero curtir? – não me estava fazendo difícil mas não lhe queria dar a entender agora que era assim tão oferecida.
- A tua atitude lá dentro. Fiquei com a ideia de quereres que te cocem e pelos vistos não quereres que seja o teu amigo a fazê-lo. Além disso já mais de uma vez te vi com roupa como essa e carteira a tiracolo no Parque João Braga e de certeza que não estavas esperando o autocarro. A única dúvida que tenho é saber se vais querer dinheiro, ou se é só pela curte mesmo.
Não estava mais ninguém. Passei-lhe a mão pelo fecho das calças perguntando-lhe se o tinha grande de facto embora pelo tacto já tivesse constatado que sim. Ele confirmou-me medir mais ou menos 18,5 cms.
- Estás com sorte, é só pela curte mesmo, já deixei o trabalho há umas horas – respondi-lhe. - Abriga-me.
Chovia mais forte. O sujeito pondo-me o braço em volta da cintura, cobriu-nos a ambos com o blaser azul escuro que trazia vestido e numa corrida rápida dirigimo-nos para o seu carro, um R5 cinzento. Por mim teria fodido mesmo ali mas ele não se sentia à vontade pelo que me conduziu até ao Choupal, a pouco mais de 1 km do local, e onde eu já aviara muitos clientes e onde já fora violada uma vez por três marmanjos. De facto viam-se por ali dois ou três carros com os vidros embaciados indicando-nos que outros casais faziam o mesmo.
- Vamos para o banco de trás, estamos mais à vontade - sugeri-lhe. Passamos para o banco de trás, desapertei-lhe o fecho das calças. Era de facto um bom caralho com uma larga chapeleta embora não tivesse a ponta circuncidada, bastante grosso e duro como senti mal lhe toquei.
- Lava a pila se queres que te faça um broche – a pila cheirava um bocado a mijo e não a ia meter na boca com tal odor. - Abre a porta desse lado e lava-a com a água da chuva.
Era a porta do lado contrário ao caminho, ele abriu-a e eu mesma apanhando a água com as mãos em concha lhe lavei a piroca aproveitando para o punhetear um pouco. O coiso dele já estava duro mas ficou completamente empinado, prontinho para me comer o grelo. Fechamos então a porta e ele teve o cuidado de travar as portas por dentro dizendo que o fazia por mera precaução. Quando nos começámos a embrulhar baixei a minha tanguinha, ele puxou-me a saia para cima da barriga e baixou-me a parte de cima do top deleitando-se com os meus marmelões comentando que já ficaria contente só em esporrar-se no meio deles. Gosto de uma boa espanhola nos peitões mas naquele momento apetecia-me mais uma esporradela no buraco de baixo e disse-lho. Mas ele devia ser tarado por mamas pois deitando-me no banco por longo tempo esfregou o seu cacete neles após o que os fodeu apertando-me com os joelhos uma mama contra a outra. Escusado será dizer que aquilo me aqueceu como sei lá.
- Chupa-me todo, cabritona gostosa, que eu quero mamar nos teus marmelos.
Arranquei-lhe as calças pelos pés para não nos estorvarem, ele ajoelhou-se por cima da minha cabeça apresentando-me o caralho e os tomates na boca e enquanto me massajava a vagina e os lábios introduzindo o seu dedo másculo naquela, deu-me sem pressas uma saborosa lambidela e uns soberbos chupões nas mamas que mesmo Rui, focinheiro por excelência além de corno por vocação, poucas vezes me conseguiu dar. O meu desempenho oral também lhe devia estar agradando pois quando saiu de cima de mim com o cacete completamente inchado pediu-me que lhe repetisse a mamada mas de joelhos. Embora o espaço entre os bancos não fosse muito ajeitei-me o melhor que consegui e deixando-o colocar a pernas em torno do meu pescoço voltei a chupar-lhe a banana e as bolas, lambendo-lhe a esporra que ia saindo dele. As suas pernas apertavam-me com força o pescoço e as mãos não paravam de me apalpar as mamas e as orelhas, forçando-me a engolir-lhe o bacamarte até ao fundo da garganta. Pedi-lhe então que mo metesse. Tinha uma caixa de preservativos na carteira mas disse-lhe que se me garantisse não se vir ainda o deixaria meter sem nada pois apetecia-me muito saborear aquela piroca nua. Encantado deu-me duas piladas sem se vir e sem preservativo. A primeira sentada em cima do seu colo de frente para ele e a segunda comigo sentada no assento de pernas ao alto e com ele martelando-me de frente. Quando lhe encapei o pirilau o sujeito que em tão boa hora engatara pediu-me que enfiasse o corpo entre a abertura dos dois bancos da frente com os braços apoiados nos respectivos assentos pois me queria foder por trás. Colocada na posição que ele pretendia entreteve-se a apalpar-me a rata, metendo e tirando o seu dedo e esfregando o cacete nela e no olho do cu. Ainda perguntou se podia comer este mas eu embora já tivesse por várias vezes apanhado nele não lho pretendia dar e aconselhei-o a não querer abusar da sorte.
- Enfarda-me o grelo e dá graças por não precisares de pagar – disse-lhe – não é todas as noites que vens ao café e arranjas mulher que te abra as pernas.
Ele não insistiu. Como estava suficientemente aberta e húmida meteu o caralho todo de uma vez só, e na posição em que eu estava pareceu-me que aquela vara me penetrava toda até me atingir a garganta. Deixei escapar um ai mas aquela foda, apesar da camisinha impedindo-me de lhe sentir o leite quente percorrendo-me o útero, foi a que melhor me soube das três. Ele voltara a espalmar-me as mamas com as mãos, puxando-me para si à medida que ia metendo e tirando com força. Aii como era bom de cada vez que me acertava na rata, primeiro com o pau e logo depois com as bolas impelindo-me toda para a frente sem dó, de tal maneira que por duas ou três vezes quase me fez bater com a cabeça da alavanca da caixa de velocidades. Eu pedia-lhe que não parasse, que era doida por sentir a força de um macho subjugando-me ao seu tesão e ele retorquia-me que sendo eu tão gostosa a foder a única razão que via para a minha atitude no café para com o meu amigo era ele ter uma piça frouxa e este seu comentário que não confirmei nem desmenti, dito quando se estava a vir fez-me vir também.
Limpámo-nos com a minha tanga e foi então que me ocorreu fazer a última coisa que definitivamente daria aos amigos de Rui a certeza do que tinha acontecido enquanto eles bebiam copos. Eram quase duas da manhã, Rui combinara comigo levar os amigos ao ETC acabar a noite e antes de regressarmos decidi oferecer ao sujeito a minha tanguinha manchada do nosso prazer como recordação daquela noite o que ele meio embaraçado e meio divertido aceitou.
De facto o Café acabara de fechar e Rui e os amigos da província já se encontravam cá fora razoavelmente bêbados, e eles mais do que o corno ficaram admirados vendo-me sair de um carro conduzido por um homem que muito esfuziantemente se despedia de mim com a mão antes de desaparecer. Rui ficou embaraçadíssimo embora a pilinha dele tivesse começado a ganhar volume sobre as calças como sempre que sabe ter eu estado com outro homem, o que eles notaram, e perguntou-me só para disfarçar onde tinha ido e quem era aquele ao que lhe respondi que um poeta que acabara de conhecer e que à falta de melhor programa me fora mostrar a poesia do romantismo nocturno do Choupal. Os amigos não disseram nada mas percebi bem o que os seus olhares traduziam. Em todo o caso eu não os ia deixar na dúvida, por isso me despojara da tanguinha. Quando nos encaminhávamos para a discoteca, já a chuva parara, disse a Rui sem baixar a voz como se fosse uma coisa normal acontecer a qualquer moça, que tinha de passar por casa.
- Sabes querido, perdi a minha tanguinha no Choupal e não vou andar aí na rua sem ela a apanhar frio no rabo. Gostava muito dela e lamentaria tê-la perdido se não soubesse que o poema que ela inspirou não tivesse resultado numa obra prima.
Se eu não fosse a namorada do amigo não duvido que os três me tivessem pelo menos procurado violar-me como outros já o fizeram. Quando eu e Rui nos casamos uns anos mais tarde nem sequer vieram ao nosso casamento. As minhas palavras tinham-nos elucidado que eu de facto não passava de uma puta barata capaz de foder num R5 enquanto o namorado esperava à chuva. Mas fizeram-lhes ver igualmente que Rui não era só um corno manso como meia Coimbra sabia, mas a atestar pelo inchaço que trazia nas calças e não conseguia disfarçar, alguém que se excitava com isso. Adeus amizade de infância. Nessa noite fomos ao ETC como combinado, mas Rui quando se foi deitar nem uma punheta tocou. Afogou o tesão da noite num mar de cerveja. Eu já não me lembro mas devo ter sonhado com o caralho do estranho que tão bem me deixara.
O comportamento do corno no dia em que eles chegaram ainda mais reforçou a minha vontade de o envergonhar perante os colegas. Rui sempre foi muito querido comigo mas como todos os rapazes sem grande experiência com mulheres quando arranjam uma e estão na presença de amigos íntimos, procurou evidenciar-se em demasia. Os três chegaram numa quinta – feira ao fim da tarde pois a Queima em Coimbra inicia-se sempre nesse dia da semana com uma Serenata junto á Sé Velha. Fomos recebê-los à Estação e percebi pelo olhar que me lançaram terem-me achado gostosa. Como a semana da Queima das Fitas é não só rentável para os vendedores de bebidas alcoólicas mas também para as putas, eu apesar das recomendações de Rui não quis perder a oportunidade de facturar, pelo que passara uma parte da tarde no engate no meu poiso habitual onde facturara 2 mil escudos. Como não voltara a casa apresentei-me na Estação de comboios ainda a cheirar a suor de macho com uma das minhas roupas de trabalho, um top vermelho deixando-me o umbigo a descoberto, sem sutiã por baixo como quase nunca usava e com o rego das mamas exposto para despertar o apetite dos homens, uma saia azul de ganga pelos joelhos com uma calcinha branca por baixo, e umas soquetes brancas nos pés. Pelo movimento de lábios de um deles percebi que comentava “que cavalona” e Rui que inicialmente se mostrara desagradado por os amigos me irem ver assim produzida mudou de ideias quando constatou o tesão que a minha figura provocava neles, pois quanto mais tesão desperto noutros homens mais tesão lhe provoco nele.
Os três deixaram as coisas na pensão que lhes arranjáramos, jantámos numa tasca da Alta, bebemos uns copos a mais e como nenhum de nós estava interessado em assistir à Serenata e os bares centrais estivessem cheios, passei por casa onde tomei um duche rápido e onde mudei a calcinha por uma tanguinha cor de pele tendo no entanto conservado a farda de trabalho, e fomos parar a um bar perto do Bairro do Ingote que ficava aberto até tarde onde continuamos a emborcar mais umas cucas. Durante a caminhada pude escutar os comentários que eles um pouco toldados pelos copos ingeridos ao jantar proferiam entre si ou com Rui a meu respeito pensando que eu não os ouvia:
- Boazona a Sandra. E pelo aspecto vê-se que já fodeu bem mais do que tu, Rui.
- É verdade – confirmava outro, em voz mais baixa – assim vestida dá cá uma ponta. O Rui deve andar bem consolado, ele que no Liceu o único consolo que tinha era tocar ao bicho enquanto nós nos fartávamos de comer as colegas mais safadas.
Um deles perguntou-lhe mesmo se eu era boa na cama. Apesar de puta em part time ou talvez por isso, nunca dei muito para Rui pelo que ele comigo continuava tocando mais punheta do que se punha em mim, mas este como qualquer machinho não querendo admitir tal coisa aos amigos confirmou que de facto eu era um vulcão na cama o que levou o mesmo a perguntar-lhe se ele com o seu martelinho pequenino dava bem conta do recado, ou se eu não andaria consolando mais alguém além dele. Percebi que Rui corara como sempre que alguém lhe lembrava o tamanho do pénis mas respondeu que dava suficientemente bem conta do recado para que eu tivesse necessidade de consolar mais alguém.
- Óptimo! É que pelo aspecto dela eu diria que te enfeita a testa.
- Tás tolo – era visível o rubor na face do meu namorado – A Sandrinha não é nenhuma vadia.
E para reforçar a sua posse sobre mim puxou-me para ele enlaçando-me os ombros e pousando a sua mão sobre minhas mamas. Ah, eu não era uma vadia, quando uns tempos antes o pilinhas me tinha afirmado que o seu maior prazer era que eu fosse sempre puta? Ah, ele agora dava-lhe para se armar em macho quando a dona da pensão rasca onde os amigos dormiriam sabia bem quem ele? Aquilo pareceu-me o cúmulo do desplante. Ele já ia ver a namoradinha séria revelar a sua verdadeira face quando ela gozasse quase debaixo do nariz dos quatro a sua primeira foda do dia já que as que dera durante a tarde com os clientes não contavam. Com tais pensamentos como devem calcular tratei logo de lhe afastar as mãos de cima do meu peito. Foi a primeira contrariedade do corno e por isso voltou a corar ainda mais embaraçado pelo sorriso dos amigos. No café que se achava razoavelmente cheio o comportamento de Rui não melhorou, antes excitado pelo álcool se acentuou mais. Todo importante por pela primeira vez estar mostrando aos amigos que também já arranjara mulher, e por certo esperançado em dar-me uma pilada nessa noite na pensão onde os amigos dormiriam, não parava de me tentar beijar na boca e no pescoço, tentativas que contudo eu ia repelindo mandando-o estar quieto perante o olhar gozão dos três cujo meu comportamento os devia fazer estar pensando que se ele acreditava no que lhes dissera então era um completo tapado. Estava na hora de começar a executar a minha vingança. Perante outra sua tentativa atirei-lhe, sarcástica.
- Estou mesmo a ver Rui que hoje não vais conseguir adormecer sem fazeres ginástica com a mão.
Os três riram-se alto ouvindo-me patenteando a fraqueza de longa data do corninho deixando-o mais vermelho do que um tomate. Ele sempre adorou ser humilhado por mim mas eu nunca o fizera na frente de amigos de longa data pelo que desta vez não estava achando grande piada.
Mas não eram só os amigos de Rui a acharem piada às tampas com que eu reagia aos seus avanços. A maneira como entrara vestida fizera com que todos os presentes olhassem para mim, e homens ou mulheres seguiam os acontecimentos com gosto. Havia algo de surrealista naquele quadro em que uma moça com ar de menina da má vida se comportava como uma namorada recatada perante as investidas do namorado e isso divertia-os, especialmente aos homens. Entre eles reparei num sujeito já trintão, ligeiramente moreno e com indumentária simples provavelmente morador no Bairro, estatura mediana mas de mãos e dedos grandes como em geral têm todos os homens de bacamarte avantajado, sentado sozinho numa mesa defronte a mim que me estava particularmente comendo com os olhos. Excitou-me bastante a maneira como me olhava pois me parecia estar dizendo: “Tu a mim não me enganas, sei muito bem que não passas de uma puta coirona a querer-te passar por santinha, só tu sabes porquê”, e toda essa combinação fez-me compreender ser ele o homem ideal com quem teria todo o gosto de desfeitear o meu meia pila. Para o fazer compreender que estava interessada numa aventura com ele comecei lançando-lhe, sempre que podia, uns sorrisos convidativos a que ele correspondia, e cheguei mesmo por duas vezes a trocar com ele um piscar de olhos. Numa certa altura fui mesmo mais longe e por baixo da mesa abri-lhe as penas deixando-o ver-me a tanguinha cor de pele tapando a minha entrada. O sujeito sorriu, pareceu-me interessado em ganhar e fazer-me ganhar a noite o que não me admirou, regra geral todos os homens hetero com força na verga gostam de aproveitar as oportunidades que as mulheres lhes concedem, pelo que decidi passar à fase seguinte. Como não podia foder com ele ali, e como os quatro não pareciam dispostos a parar de beber apesar do amontoado de garrafas vazias que já tínhamos em cima da mesa, pretextei necessidade de sair para tomar um bocado de ar fresco pedindo-lhes que não se incomodassem em acompanhar-me o que eles agradeceram. Para que o estranho não tivesse dúvidas das intenções que me faziam levantar da mesa, antes de me dirigir à porta fiz um desvio a fim de passar perto dele e discretamente toquei-lhe com a mão no joelho. Quando transpus a porta do estabelecimento caía uma chuva miudinha e arrefecera. Acendi um cigarro e aguardei como estava habituada a fazer na rua quando esperava os clientes. Só pedia que o indivíduo com receio dos meus companheiros não me desse a tampa.
Felizmente que as hormonas dele falaram mais alto do que qualquer receio que o meu namoradinho e os outros lhe podiam inspirar. Num minuto achava-se cá fora ao meu lado e foi directo ao assunto como se impunha:
- Queres curtir comigo, moreninha bonita? Não te posso levar para casa mas tenho o carro ali em frente que nos leva para qualquer lado.
- E quem te disse que quero curtir? – não me estava fazendo difícil mas não lhe queria dar a entender agora que era assim tão oferecida.
- A tua atitude lá dentro. Fiquei com a ideia de quereres que te cocem e pelos vistos não quereres que seja o teu amigo a fazê-lo. Além disso já mais de uma vez te vi com roupa como essa e carteira a tiracolo no Parque João Braga e de certeza que não estavas esperando o autocarro. A única dúvida que tenho é saber se vais querer dinheiro, ou se é só pela curte mesmo.
Não estava mais ninguém. Passei-lhe a mão pelo fecho das calças perguntando-lhe se o tinha grande de facto embora pelo tacto já tivesse constatado que sim. Ele confirmou-me medir mais ou menos 18,5 cms.
- Estás com sorte, é só pela curte mesmo, já deixei o trabalho há umas horas – respondi-lhe. - Abriga-me.
Chovia mais forte. O sujeito pondo-me o braço em volta da cintura, cobriu-nos a ambos com o blaser azul escuro que trazia vestido e numa corrida rápida dirigimo-nos para o seu carro, um R5 cinzento. Por mim teria fodido mesmo ali mas ele não se sentia à vontade pelo que me conduziu até ao Choupal, a pouco mais de 1 km do local, e onde eu já aviara muitos clientes e onde já fora violada uma vez por três marmanjos. De facto viam-se por ali dois ou três carros com os vidros embaciados indicando-nos que outros casais faziam o mesmo.
- Vamos para o banco de trás, estamos mais à vontade - sugeri-lhe. Passamos para o banco de trás, desapertei-lhe o fecho das calças. Era de facto um bom caralho com uma larga chapeleta embora não tivesse a ponta circuncidada, bastante grosso e duro como senti mal lhe toquei.
- Lava a pila se queres que te faça um broche – a pila cheirava um bocado a mijo e não a ia meter na boca com tal odor. - Abre a porta desse lado e lava-a com a água da chuva.
Era a porta do lado contrário ao caminho, ele abriu-a e eu mesma apanhando a água com as mãos em concha lhe lavei a piroca aproveitando para o punhetear um pouco. O coiso dele já estava duro mas ficou completamente empinado, prontinho para me comer o grelo. Fechamos então a porta e ele teve o cuidado de travar as portas por dentro dizendo que o fazia por mera precaução. Quando nos começámos a embrulhar baixei a minha tanguinha, ele puxou-me a saia para cima da barriga e baixou-me a parte de cima do top deleitando-se com os meus marmelões comentando que já ficaria contente só em esporrar-se no meio deles. Gosto de uma boa espanhola nos peitões mas naquele momento apetecia-me mais uma esporradela no buraco de baixo e disse-lho. Mas ele devia ser tarado por mamas pois deitando-me no banco por longo tempo esfregou o seu cacete neles após o que os fodeu apertando-me com os joelhos uma mama contra a outra. Escusado será dizer que aquilo me aqueceu como sei lá.
- Chupa-me todo, cabritona gostosa, que eu quero mamar nos teus marmelos.
Arranquei-lhe as calças pelos pés para não nos estorvarem, ele ajoelhou-se por cima da minha cabeça apresentando-me o caralho e os tomates na boca e enquanto me massajava a vagina e os lábios introduzindo o seu dedo másculo naquela, deu-me sem pressas uma saborosa lambidela e uns soberbos chupões nas mamas que mesmo Rui, focinheiro por excelência além de corno por vocação, poucas vezes me conseguiu dar. O meu desempenho oral também lhe devia estar agradando pois quando saiu de cima de mim com o cacete completamente inchado pediu-me que lhe repetisse a mamada mas de joelhos. Embora o espaço entre os bancos não fosse muito ajeitei-me o melhor que consegui e deixando-o colocar a pernas em torno do meu pescoço voltei a chupar-lhe a banana e as bolas, lambendo-lhe a esporra que ia saindo dele. As suas pernas apertavam-me com força o pescoço e as mãos não paravam de me apalpar as mamas e as orelhas, forçando-me a engolir-lhe o bacamarte até ao fundo da garganta. Pedi-lhe então que mo metesse. Tinha uma caixa de preservativos na carteira mas disse-lhe que se me garantisse não se vir ainda o deixaria meter sem nada pois apetecia-me muito saborear aquela piroca nua. Encantado deu-me duas piladas sem se vir e sem preservativo. A primeira sentada em cima do seu colo de frente para ele e a segunda comigo sentada no assento de pernas ao alto e com ele martelando-me de frente. Quando lhe encapei o pirilau o sujeito que em tão boa hora engatara pediu-me que enfiasse o corpo entre a abertura dos dois bancos da frente com os braços apoiados nos respectivos assentos pois me queria foder por trás. Colocada na posição que ele pretendia entreteve-se a apalpar-me a rata, metendo e tirando o seu dedo e esfregando o cacete nela e no olho do cu. Ainda perguntou se podia comer este mas eu embora já tivesse por várias vezes apanhado nele não lho pretendia dar e aconselhei-o a não querer abusar da sorte.
- Enfarda-me o grelo e dá graças por não precisares de pagar – disse-lhe – não é todas as noites que vens ao café e arranjas mulher que te abra as pernas.
Ele não insistiu. Como estava suficientemente aberta e húmida meteu o caralho todo de uma vez só, e na posição em que eu estava pareceu-me que aquela vara me penetrava toda até me atingir a garganta. Deixei escapar um ai mas aquela foda, apesar da camisinha impedindo-me de lhe sentir o leite quente percorrendo-me o útero, foi a que melhor me soube das três. Ele voltara a espalmar-me as mamas com as mãos, puxando-me para si à medida que ia metendo e tirando com força. Aii como era bom de cada vez que me acertava na rata, primeiro com o pau e logo depois com as bolas impelindo-me toda para a frente sem dó, de tal maneira que por duas ou três vezes quase me fez bater com a cabeça da alavanca da caixa de velocidades. Eu pedia-lhe que não parasse, que era doida por sentir a força de um macho subjugando-me ao seu tesão e ele retorquia-me que sendo eu tão gostosa a foder a única razão que via para a minha atitude no café para com o meu amigo era ele ter uma piça frouxa e este seu comentário que não confirmei nem desmenti, dito quando se estava a vir fez-me vir também.
Limpámo-nos com a minha tanga e foi então que me ocorreu fazer a última coisa que definitivamente daria aos amigos de Rui a certeza do que tinha acontecido enquanto eles bebiam copos. Eram quase duas da manhã, Rui combinara comigo levar os amigos ao ETC acabar a noite e antes de regressarmos decidi oferecer ao sujeito a minha tanguinha manchada do nosso prazer como recordação daquela noite o que ele meio embaraçado e meio divertido aceitou.
De facto o Café acabara de fechar e Rui e os amigos da província já se encontravam cá fora razoavelmente bêbados, e eles mais do que o corno ficaram admirados vendo-me sair de um carro conduzido por um homem que muito esfuziantemente se despedia de mim com a mão antes de desaparecer. Rui ficou embaraçadíssimo embora a pilinha dele tivesse começado a ganhar volume sobre as calças como sempre que sabe ter eu estado com outro homem, o que eles notaram, e perguntou-me só para disfarçar onde tinha ido e quem era aquele ao que lhe respondi que um poeta que acabara de conhecer e que à falta de melhor programa me fora mostrar a poesia do romantismo nocturno do Choupal. Os amigos não disseram nada mas percebi bem o que os seus olhares traduziam. Em todo o caso eu não os ia deixar na dúvida, por isso me despojara da tanguinha. Quando nos encaminhávamos para a discoteca, já a chuva parara, disse a Rui sem baixar a voz como se fosse uma coisa normal acontecer a qualquer moça, que tinha de passar por casa.
- Sabes querido, perdi a minha tanguinha no Choupal e não vou andar aí na rua sem ela a apanhar frio no rabo. Gostava muito dela e lamentaria tê-la perdido se não soubesse que o poema que ela inspirou não tivesse resultado numa obra prima.
Se eu não fosse a namorada do amigo não duvido que os três me tivessem pelo menos procurado violar-me como outros já o fizeram. Quando eu e Rui nos casamos uns anos mais tarde nem sequer vieram ao nosso casamento. As minhas palavras tinham-nos elucidado que eu de facto não passava de uma puta barata capaz de foder num R5 enquanto o namorado esperava à chuva. Mas fizeram-lhes ver igualmente que Rui não era só um corno manso como meia Coimbra sabia, mas a atestar pelo inchaço que trazia nas calças e não conseguia disfarçar, alguém que se excitava com isso. Adeus amizade de infância. Nessa noite fomos ao ETC como combinado, mas Rui quando se foi deitar nem uma punheta tocou. Afogou o tesão da noite num mar de cerveja. Eu já não me lembro mas devo ter sonhado com o caralho do estranho que tão bem me deixara.
Postado por
SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
quarta-feira, 14 de julho de 2010
ABUSADA PELOS RAPAZES DA PATRULHA MILITAR - 2ª PARTE
Concluído o espancamento dos rapazes o alferes mandou que os levassem, assim nus, para os calabouços do quartel, dizendo que durante a noite teriam tempo de arrefecer as ideias que em tão má hora os levaram a cometer tais actos. A ordem foi prontamente cumprida e o alferes voltou-se então para mim:
- Com que então és puta da rua, Sandra? Não me admira. Tens pinta disso. Pois como vistes, tropa é uma coisa de homens, não de meninas, ainda para mais putas como tu. A putas como tu só vos queremos para uma coisa, não é rapazes?
- Meu alferes – interrompeu-o o soldado que me tinha identificado, de sotaque madeirense – diga-lhe que em putas como ela gostamos mais de usar outro tipo de cassetete.
- Com a escola que tem isso já ela o percebeu, quando viu que a reservamos para o fim, - respondeu-lhe o alferes Almeida. E virando-se para mim – Ou antes preferes que te demos uma lição igual à que demos aos teus amigos?
- Vão-me obrigar a foder com vocês? – perguntei-lhes embora obviamente já soubesse a resposta.
- Claro que não – respondeu-me o alferes – Não somos violadores. Podemos dar uma boa tareia, como acabaste de ver, nuns meninos metidos a bestas, e até numas meninas espevitadas que se vêm meter em assuntos de machos, se for preciso, mas não violamos nem mesmo uma puta batida da rua. Damos-te é a escolher entre apanhares com uns cassetetes bem inflamados que como puta que és conheces bem, ou encostares-te à parede e provares do mesmo sarrafo que demos a provar aos teus amigos. Enfim, como és uma menina pode ser que sejamos mais cavalheirescos contigo do que fomos com eles, e não te marquemos com tanta força, ainda que eu não contasse muito com isso. Afinal o teu amigo não se livrou de apanhar menos bastonadas que os outros, apesar de ter uma pilinha tão pequenina que mais parecia o clítoris de uma donzela.
Mais risadas dos magalas. Eu é que não me apetecia nada acabar a noite com a pele marcada pelos açoites da tropa, ainda para mais excitada como ficara por aquela mostra de brutalidade, pelo que me submeti. Também devo confessar que habituada desde novita a ser violada por meu padrinho, sempre me excitou a ideia de ser abusada. E nos olhos de alguns dos rapazes da patrulha que olhavam para mim como se eu fosse uma presa li a mesma excitação.
O alferes mandou-me então despir e toda nua exibiram-me no meio da sala. Os rapazes deliraram, em especial com as minhas mamas, direitinhas e com os meus pentelhos aprumados sobre a minha greta.
- É gordinha mas é bem boa – comentou um – Vai-me saber bem despejar os colhões na cona dela. E a pentelheira é bem certinha. Aposto que a vadia apara os pentelhos.
Era verdade que aparava regularmente os pelinhos, sim. Entretanto os que tinham transportado os prisioneiros regressavam e vendo-me nua observaram:
- Que é isso? Então nem esperam por nós?
- Calma – observou o alferes – ela daqui não foge e vai chegar para todos. Mas como além de mais graduado sou mais velho serei o primeiro a servir-me dela.
Alguns militares protestaram mas não lhes serviu de nada. Mandando ajoelhar-me, baixou as calças mostrando-me um grande caralho, bem vermelho sem a pele do prepúcio e sentando-se em cima de uma mesa que se encontrava na sala, mandou que lhe gargarejasse o pau.
- És puta, como diz o Vieira, não és? – inquiriu chegando-me o cacete rijo à boca – Pois deves estar habituada a chupar caralhos. Chupa, porca.
- Cuidado ó alferes que a coirona ainda é capaz de lhe arrancar a piça com os dentes, como a puta da Circunvalação.
Nessa época constara que uma prostituta da estrada da Circunvalação no Porto, trincara a gaita de um cliente quando lhe fazia um broche e lha arrancara. Dizia-se que a piroca quase fizera morrer engasgada a prostituta pois lhe ficara entalada na garganta, mas o cliente esse muito provavelmente vira terminada ali a sua vida sexual como macho pois não sei se a pila, mesmo depois de reimplantada terá continuado a ter serventia para os prazeres do coito. Não se sabia porque aquilo acontecera, uns diziam que o cliente estando numa posição tão sensível tratara mal a minha colega, outros porque ela tinha sido acometida de um ataque epiléptico e cerrara os dentes com demasiada força num momento em que o não deveria ter feito.
- Ela não se atrevia a tanto – duvidou o alferes - Mas tens razão, ó Mendes, mais vale prevenir. Enfiem-lhe o cassetete na boca que é de maneira que ela sempre lhe toma o gosto.
O mesmo bastão de borracha que espancara os cinco rapazes foi-me enfiado na boca, com alguma violência, de maneira a não me deixar fechá-la e um dos soldados de mãos grandes, por ordem do miliciano, dizendo que me bateria com ele nas costas como fizeram aos rapazes, segurou-me o pescoço para não me deixar mover demasiado. Foi então que o alferes me enfiou o caralho na boca entre o cassetete e o meu maxilar superior.
- Se me tentares morder a piça, puta, partes os dentes, e depois só se fizeres broches com as gengivas.
Comecei fazendo-lhe a mamada. Apesar da presença do cassetete o gargarejo estava sabendo muito bem ao alferes a avaliar pelos suspiros de prazer que deixava escapar. Aliás manuseando o cassetete, o oficial quando desejava meter mais fundo obrigava-me a abrir a boca e dessa forma até os tomates avantajados e carnudos chegavam a entrar.
- Já que não posso ser a piça do alferes – expressou-se outro soldado – não me importava de ser o cassetete e estar dentro de tal boquinha.
- Tem calma, ó Pereira, a tua vez de seres chupado há-de chegar – respondeu-lhe o alferes. - Mas agora quem a vai comer sou eu. Vamos, puta, deitada em cima da mesa.
O cassetete foi-me retirado da boca o que achei bom pois já me doíam os queixos, e eu deitada em cima da mesa fui então penetrada profundamente, com o alferes Almeida por cima de mim. Este era contudo um homem previdente pois dizendo ser arriscado foder com putas encamisou o caralho, precaução que a seguir nem todos os outros tiveram.
- Então, gordinha espevitada, confessa lá, se não é muito melhor a piça comprida de um militar como eu, do que a amostra de caralho dos pacifistas de merda com quem andas metida? – perguntava-me. Como eu não respondesse embora estivesse adorando sentir o peso dele sobre o meu corpo trespassando-me com a sua lança, o oficial apertou-me os bicos das mamas, fazendo-me gritar:
- Responde-me, coirona!
E eu respondi o que ele queria ouvir. De facto não era mentira nenhuma. Dos cinco eu só andava metida com o Rui e nesse aspecto a pila do alferes era muito mais apelativa do que a daquele e até do que qualquer uma da dos outros, já que nenhuma delas era sequer circuncidada, como acho deviam ser todas.
- Foda-se alferes – expressou-se outro dos soldados – eu quando me ponho numa puta não estou tanto tempo com a piça lá dentro. Ainda para mais quando tenho amigos á espera para fazerem o mesmo. Já que você nunca mais se vem eu não vou ficar aqui coçando a piça com a mão, ou ainda me venho antes de chegar a minha vez.
De facto alguns deles, entre os quais o soldado que acabara de falar, entretinham-se masturbando-se mas este com receio de gozar na mão não deixou o alferes concluir a foda para se começar servindo de mim. Saltando igualmente para cima da mesa, sentou-se sobre a minha cara.
- Enquanto o nosso alferes te come o pito podes muito bem fazeres-me um broche, vadia – disse-me voltando a enfiar-me o cassetete num dos cantos da boca.
Os restantes soldados iam aplaudindo aquilo e apesar do barulho que faziam não apareceu ninguém para os interromper. O soldado cujo pau e bolas eu estava gargarejando, e que os tinha um pouco menos avantajados do que os do seu superior, devia efectivamente andar com a tomatada muito cheia pois se esporrou todo na minha boca em pouco tempo, antes do alferes se vir. Quando isso aconteceu o alferes saiu de cima de mim, tirou o preservativo mas não puxou as calças. Aparentemente aquilo não ia ficar por ali.
- Pronto, estou satisfeito por agora. Ela é toda vossa, rapazes.
Era o que eles queriam ouvir. De imediato o meu corpo começou a ser apalpado por pares de mãos masculinas que me afastavam as pernas para os lados, apesar de eu as tentar cobrir para não lhes dar a ideia que apesar de também ser puta de rua me estava entregando a eles.
- Ò Silva – disseram alguns obrigando-me a ficar de pernas abertas – não és tu que dizes gostares de fazeres minetes? Pois apostamos que nunca tivestes tantas mãos a escancararem uma cona só para ti como tens agora. Pagamos-te uma rodada de cerveja, amanhã no bar, se lhe fizeres uma mamada tão boa como a que a vadia acabou de fazer ao alferes e ao Vasconcelos.
- Por uma rodada de cerveja até lhe lambo o olho do cu – respondeu-lhes o Silva - Arranjem um pano molhado para lhe limpar a cona e já vão ver como lhe faço um minete que vai fazer a puta sonhar com a minha língua durante semanas.
Um pano húmido que mais não era do que um enorme lenço que a tropa fornece às suas unidades limpou então minha pachacha e o cuzinho, pois que os colegas tendo-o ouvido dizer que me lamberia o olhinho traseiro, por outra rodada de cerveja que lhe prometeram fizeram-no cumprir tais palavras.
- Muito bem – concordou – mas enfio-lhe a vara no cu a seguir. Sempre quis muito comer o cu de uma vadia e confesso que nesse capítulo ainda estou virgem.
No meio de muitos assobios os restantes magalas retorquiram-lhe que por eles poderia comer-me as partes do corpo que quisesse. Sempre deitada em cima da mesa, com as pernas levantadas ao alto, de maneira a oferecer minhas partes à língua humedecida do soldado da patrulha, gozei um minete tão delicioso nos meus dois buracos de baixo, que até pareciam feitos pelo meu namoradinho, que é dos melhores especialistas que conheço a satisfazer uma mulher com a boca. O Silva apercebeu-me do meu gozo e não pareceu levar a mal, antes pelo contrário.
- Isso, minha puta assanhada, vem-te à vontade que também me vais fazer vir a mim, não vai tardar muito.
- O Silva gosta de comer cus de vadias - comentou o Vieira, o soldado que me identificara – e eu de cravar meu caralho no meio de um par de mamas durinhas como estas. E é o que vou fazer agora. Sei lá quando volto a ter outro assim à minha inteira disposição. Infelizmente não é todas as noites que a tropa nos oferece uma puta para o nosso serviço.
Uma vez que minhas costas estavam pousadas na mesa o Vieira encavalitou-se sobre o meu tronco cravando-me o cacete no meio das mamas. E com elas bem apertadinhas entre as suas mãos começou a cavalgar-me.
- Ahh, grande punheta me tocam as tuas mamas, cavalona!
O próprio alferes que momentos antes se confessara satisfeito começou de novo a ficar com tesão, até porque os outros soldados que ainda não tinham fodido reclamavam os favores da minha boca e alternadamente iam metendo e tirando seus mastros nela, agora tão confiados na minha prestação que já nem usavam o cassetete para eu não a poder fechar. Havia-os de todos os tamanhos e larguras, mas uma coisa tinha de reconhecer: os rapazes da patrulha militar além de os saberem usar com bravura, eram todos muito bem servidos de instrumentos masculinos, que é das coisas que mais prezo quando estou apanhando nas gretas.
- Ó Vieira – comentou o alferes para o que me estava comendo as mamas – a tua espanhola está-me a abrir o apetite.
O Vieira deu-lhe então a vez e a verga do alferes gozou uma espanholada nas minhas mamas. Sua pica não estava muito dura quando começou mas à medida que mas ia comendo ia ficando cada vez mais rija.
- Estou pronto a comer-te novamente o pito – disse-me então. Simplesmente o meu pito já estava por mais ocupado com tantos caralhos da tropa, famintos. O Silva já terminara seus minetes e tal como tinha reclamado comia-me o cu, depois de ter cuspido na vara e de me manter as pernas erguidas ao alto.
- Toma no cu, puta, que há muito me apetecia comer o cu de uma vadia gostosa como tu! Ohh, que buraco apertadinho tem o olhinho do teu cu, cabrona pacifista!
E chlapp-chlapp, seus colhões rugosos batiam-me largo nas funduras, Rui que sempre foi um voyeurista adoraria estar ali vendo-me sendo abusada por tantos rapazes fardados de verde.
- Foda-se – exclamou outro farto de ser chupado – Por este andar nem amanhã de manhã teremos comido a flausina que nos calhou na rifa. Aposto que ela está habituada a fodas mais rápidas. E já que o Silva nunca mais se despacha a acabar de a enrabar vou usar a entrada que está vaga.
Como o Silva me estava indo ao cu de pé, este último pretendente a foder-me não teve dificuldade em cavalgar-me a barriga e meter-me na pássara tanto mais que o alferes já abandonara as minhas mamas e exigia que eu o punheteasse tal como também estava fazendo com outros.
- Aposto que a vaca nunca teve os buracos tão ocupados com tantos caralhos como hoje – comentou alguém – Nem a boca lhe sobrou.
Para ser sincera, a boca era o buraco que eu tinha mais ocupado pois praticamente durante todo o tempo que fui fodida por eles tive sempre dois ou três dentro dela.
Aquela DP embora me tivesse deixado toda esventrada foi deliciosa e depois do minete eu já me viera de novo. Mas quando os senti ejacular ainda faltavam dois soldados tão ansiosos como os outros por ma meterem.
- De gatas no chão, puta – ordenaram-me estes dois – vais apanhar no pito como merecem apanhar as cadelas vadias.
De gatas fui novamente enrabada por um enquanto chupava o outro. Depois os dois revezaram-se, o que me metera no cu exigiu que o chupasse e o que fora chupado enrabou-me. Mas não se vieram antes de me enfiarem o cajado na greta da frente deixando-me o esperma escorrendo por minhas pernas abaixo, pois não usaram preservativo. Simplesmente como o espectáculo voltasse a deixar os outros colegas entesados, eu tive de voltar a chupar e a punhetear os caralhos todos outra vez e o soldado que se viera na minha boca sem me ter metido, já com o cacete totalmente insuflado lembrou-se que se queria voltar a aliviar pelo que tive de voltar a abrir as pernas.
- Vê lá se não nos deixas outra vez mal – advertiu-o um dos colegas que o gozara por ele se ter esporrado na minha boca durante a mamada.
- Que nada! – garantiu o outro – Desta vez ela vai comprovar que a minha piça não fica a dever nada às vossas durante o serviço. Mas eu gosto de deixar todo o trabalho para elas e de as pôr por cima de mim.
Devido a isso foi agora ele a deitar-se na mesa, onde eu começara por ser abusada, e com o caralho ao alto mandou que me sentasse nas suas coxas.
- Anda puta, mexe-te! – gritou-me – Uma autêntica puta tem de estar habituada a foder com muitos, não se assusta com mais uma piça tesa preparando-se para a comer.
E eu lá me deixei cavalgar. Ohh, sim, a pica dele estava dura como um ferro. E prometia aguentar-se por muito tempo.
- Bolas, isto está-me deixando novamente de pau feito - comentou o alferes – Seria efectivamente um grande abuso nosso, depois disto tudo, exigir que nos voltasses a dar o pito ou o cu, mas a tua boquinha não se irá queixar muito se anos fizeres outra geraldina a todos, pois não? Afinal para uma puta pacifista bem calejada de caralhos como deves ser, não custa muito foder com a boca, não te parece gordinha?
Assim voltei a chupar a piroca da rapaziada toda embora alguns deles já não a tivessem conseguido voltar a colocar em estado de combate, e outros apesar de excitados como o alferes já não tinham leite nos tomates para o cuspirem, problema que não afectava o Vieira a quem eu tocava ao bicho, e o indivíduo que se achava por baixo de mim que me fodeu largamente até se achar em condições de não conseguir reter o leitinho por muito mais tempo.
- Foda-se que a tipa pinga esporra por todos os buracos – comentou tirando o caralho para grande alívio meu e apontando-me a cabeça para os pentelhos – Não me vou vir dentro dela.
A esporradela que me deu atingiu meus pelinhos e a zona da barriga. Nesse momento o Vieira gozava também, molhando-me as mamas.
- Ahh, puta! – gritaram sacudindo sobre mim o resto do esperma que lhes melava as cabeças do pénis, no jeito que os homens fazem quando acabam de mijar. – Toma esporra da patrulha, puta, que é para saberes quanto custa borrares a parede do quartel.
Apesar de estar rota, rotinha, quando eles me levantaram não resisti a perguntar-lhes:
- Vocês são sempre assim tão garanhões a foder?
Pelo sorriso que fizeram e pela resposta que escutei, compreendi terem percebido que aquilo não me desagradara de todo.
- É para que saibas o tesão que a tropa dá aos homens – respondeu-me o alferes. – É por isso que as mulheres que querem ter bom proveito na cama procuram os homens de farda, não os mariquinhas que têm medo de vir à tropa.
É um bom argumento para convencer pacifistas, não deixei de reconhecer. Nessa noite e apesar de ter descoberto o meu fraquinho por fardas militares quando até então sempre pensara que o único que tinha era por machos de pila grande, não dormi nos calabouços do quartel. Depois de um banho que me fizeram tomar, a patrulha deixou-me regressar a casa com a condição de na manhã seguinte me apresentar de novo no quartel com cinco latas de tinta branca para os rapazes limparem a parede. Argumentei que não poderia fazer tal coisa sozinha e o alferes concordou em que um dos rapazes me acompanhasse. Escolhi o Rui como é evidente mas o alferes como não sabia que ele era o meu namorado não deixou de observar:
- Não admira que depois da esfregadela que te demos tão cedo não queiras nada com homens de caralho grande.
Eu sorri para comigo mesma: o alferes Almeida não me conhecia.
E foi assim que todo dorido e mal podendo caminhar por lhe doeram as solas dos pés, o Rui se livrou de pela primeira vez na vida de ter acabado a noite atrás das grades, inteiramente nu.
Como alunos de Direito, tanto eu como ele sabíamos que a nossa detenção era ilegal bem como tudo o que nos fizeram mas como também sabíamos ter culpas no cartório, não nos atrevemos a denunciá-la. E para não piorar a situação dos nossos amigos que continuavam detidos, na manhã seguinte abastecemo-nos das latas de tinta que o alferes nos recomendara e estivemos quase toda a manhã a pintar a parede que grafitáramos na noite anterior, com grande espanto dos civis que passavam.
Escusado será dizer que além de nenhum de nós ter voltado a grafitar a parede do quartel, o Casimiro e o Alfredo não continuaram civis por muito mais tempo. Apesar do regime de adiamento de incorporação militar que como estudantes beneficiavam, a aventura valeu-lhes a chamada à tropa logo na próxima incorporação, e nem sequer foram mobilizados para o curso de oficiais milicianos como a sua frequência académica o justificaria, mas para o regime geral que visava formar soldados.
- Que azar tivemos em ser agarrados naquela noite – lamentava-se o Casimiro no Mono, poucas noites antes de ir apresentar praça. – Já não me bastavam as bastonadas que levei às mãos daqueles brutos militaristas, e ainda sou chamado à tropa antes de concluir o curso. Tu é que tiveste sorte, Sandra. Por seres mulher nem te bateram nem vais arranhar ano e meio numa caserna imunda, como eu e o Alfredo.
Casimiro não sabia a história toda pois só ao Rui eu contara o castigo a que a patrulha me sujeitara, mas dei-lhe razão na mesma. De facto se como dizia o alferes Almeida a tropa era nesse tempo coisa de homens, não admirava que em matéria de deveres e de castigos militares fosse bem melhor ser mulher. Só que mesmo assim eu duvidava que qualquer um deles, na noite em que a patrulha nos deteve, tivesse querido trocar de castigo comigo.
- Com que então és puta da rua, Sandra? Não me admira. Tens pinta disso. Pois como vistes, tropa é uma coisa de homens, não de meninas, ainda para mais putas como tu. A putas como tu só vos queremos para uma coisa, não é rapazes?
- Meu alferes – interrompeu-o o soldado que me tinha identificado, de sotaque madeirense – diga-lhe que em putas como ela gostamos mais de usar outro tipo de cassetete.
- Com a escola que tem isso já ela o percebeu, quando viu que a reservamos para o fim, - respondeu-lhe o alferes Almeida. E virando-se para mim – Ou antes preferes que te demos uma lição igual à que demos aos teus amigos?
- Vão-me obrigar a foder com vocês? – perguntei-lhes embora obviamente já soubesse a resposta.
- Claro que não – respondeu-me o alferes – Não somos violadores. Podemos dar uma boa tareia, como acabaste de ver, nuns meninos metidos a bestas, e até numas meninas espevitadas que se vêm meter em assuntos de machos, se for preciso, mas não violamos nem mesmo uma puta batida da rua. Damos-te é a escolher entre apanhares com uns cassetetes bem inflamados que como puta que és conheces bem, ou encostares-te à parede e provares do mesmo sarrafo que demos a provar aos teus amigos. Enfim, como és uma menina pode ser que sejamos mais cavalheirescos contigo do que fomos com eles, e não te marquemos com tanta força, ainda que eu não contasse muito com isso. Afinal o teu amigo não se livrou de apanhar menos bastonadas que os outros, apesar de ter uma pilinha tão pequenina que mais parecia o clítoris de uma donzela.
Mais risadas dos magalas. Eu é que não me apetecia nada acabar a noite com a pele marcada pelos açoites da tropa, ainda para mais excitada como ficara por aquela mostra de brutalidade, pelo que me submeti. Também devo confessar que habituada desde novita a ser violada por meu padrinho, sempre me excitou a ideia de ser abusada. E nos olhos de alguns dos rapazes da patrulha que olhavam para mim como se eu fosse uma presa li a mesma excitação.
O alferes mandou-me então despir e toda nua exibiram-me no meio da sala. Os rapazes deliraram, em especial com as minhas mamas, direitinhas e com os meus pentelhos aprumados sobre a minha greta.
- É gordinha mas é bem boa – comentou um – Vai-me saber bem despejar os colhões na cona dela. E a pentelheira é bem certinha. Aposto que a vadia apara os pentelhos.
Era verdade que aparava regularmente os pelinhos, sim. Entretanto os que tinham transportado os prisioneiros regressavam e vendo-me nua observaram:
- Que é isso? Então nem esperam por nós?
- Calma – observou o alferes – ela daqui não foge e vai chegar para todos. Mas como além de mais graduado sou mais velho serei o primeiro a servir-me dela.
Alguns militares protestaram mas não lhes serviu de nada. Mandando ajoelhar-me, baixou as calças mostrando-me um grande caralho, bem vermelho sem a pele do prepúcio e sentando-se em cima de uma mesa que se encontrava na sala, mandou que lhe gargarejasse o pau.
- És puta, como diz o Vieira, não és? – inquiriu chegando-me o cacete rijo à boca – Pois deves estar habituada a chupar caralhos. Chupa, porca.
- Cuidado ó alferes que a coirona ainda é capaz de lhe arrancar a piça com os dentes, como a puta da Circunvalação.
Nessa época constara que uma prostituta da estrada da Circunvalação no Porto, trincara a gaita de um cliente quando lhe fazia um broche e lha arrancara. Dizia-se que a piroca quase fizera morrer engasgada a prostituta pois lhe ficara entalada na garganta, mas o cliente esse muito provavelmente vira terminada ali a sua vida sexual como macho pois não sei se a pila, mesmo depois de reimplantada terá continuado a ter serventia para os prazeres do coito. Não se sabia porque aquilo acontecera, uns diziam que o cliente estando numa posição tão sensível tratara mal a minha colega, outros porque ela tinha sido acometida de um ataque epiléptico e cerrara os dentes com demasiada força num momento em que o não deveria ter feito.
- Ela não se atrevia a tanto – duvidou o alferes - Mas tens razão, ó Mendes, mais vale prevenir. Enfiem-lhe o cassetete na boca que é de maneira que ela sempre lhe toma o gosto.
O mesmo bastão de borracha que espancara os cinco rapazes foi-me enfiado na boca, com alguma violência, de maneira a não me deixar fechá-la e um dos soldados de mãos grandes, por ordem do miliciano, dizendo que me bateria com ele nas costas como fizeram aos rapazes, segurou-me o pescoço para não me deixar mover demasiado. Foi então que o alferes me enfiou o caralho na boca entre o cassetete e o meu maxilar superior.
- Se me tentares morder a piça, puta, partes os dentes, e depois só se fizeres broches com as gengivas.
Comecei fazendo-lhe a mamada. Apesar da presença do cassetete o gargarejo estava sabendo muito bem ao alferes a avaliar pelos suspiros de prazer que deixava escapar. Aliás manuseando o cassetete, o oficial quando desejava meter mais fundo obrigava-me a abrir a boca e dessa forma até os tomates avantajados e carnudos chegavam a entrar.
- Já que não posso ser a piça do alferes – expressou-se outro soldado – não me importava de ser o cassetete e estar dentro de tal boquinha.
- Tem calma, ó Pereira, a tua vez de seres chupado há-de chegar – respondeu-lhe o alferes. - Mas agora quem a vai comer sou eu. Vamos, puta, deitada em cima da mesa.
O cassetete foi-me retirado da boca o que achei bom pois já me doíam os queixos, e eu deitada em cima da mesa fui então penetrada profundamente, com o alferes Almeida por cima de mim. Este era contudo um homem previdente pois dizendo ser arriscado foder com putas encamisou o caralho, precaução que a seguir nem todos os outros tiveram.
- Então, gordinha espevitada, confessa lá, se não é muito melhor a piça comprida de um militar como eu, do que a amostra de caralho dos pacifistas de merda com quem andas metida? – perguntava-me. Como eu não respondesse embora estivesse adorando sentir o peso dele sobre o meu corpo trespassando-me com a sua lança, o oficial apertou-me os bicos das mamas, fazendo-me gritar:
- Responde-me, coirona!
E eu respondi o que ele queria ouvir. De facto não era mentira nenhuma. Dos cinco eu só andava metida com o Rui e nesse aspecto a pila do alferes era muito mais apelativa do que a daquele e até do que qualquer uma da dos outros, já que nenhuma delas era sequer circuncidada, como acho deviam ser todas.
- Foda-se alferes – expressou-se outro dos soldados – eu quando me ponho numa puta não estou tanto tempo com a piça lá dentro. Ainda para mais quando tenho amigos á espera para fazerem o mesmo. Já que você nunca mais se vem eu não vou ficar aqui coçando a piça com a mão, ou ainda me venho antes de chegar a minha vez.
De facto alguns deles, entre os quais o soldado que acabara de falar, entretinham-se masturbando-se mas este com receio de gozar na mão não deixou o alferes concluir a foda para se começar servindo de mim. Saltando igualmente para cima da mesa, sentou-se sobre a minha cara.
- Enquanto o nosso alferes te come o pito podes muito bem fazeres-me um broche, vadia – disse-me voltando a enfiar-me o cassetete num dos cantos da boca.
Os restantes soldados iam aplaudindo aquilo e apesar do barulho que faziam não apareceu ninguém para os interromper. O soldado cujo pau e bolas eu estava gargarejando, e que os tinha um pouco menos avantajados do que os do seu superior, devia efectivamente andar com a tomatada muito cheia pois se esporrou todo na minha boca em pouco tempo, antes do alferes se vir. Quando isso aconteceu o alferes saiu de cima de mim, tirou o preservativo mas não puxou as calças. Aparentemente aquilo não ia ficar por ali.
- Pronto, estou satisfeito por agora. Ela é toda vossa, rapazes.
Era o que eles queriam ouvir. De imediato o meu corpo começou a ser apalpado por pares de mãos masculinas que me afastavam as pernas para os lados, apesar de eu as tentar cobrir para não lhes dar a ideia que apesar de também ser puta de rua me estava entregando a eles.
- Ò Silva – disseram alguns obrigando-me a ficar de pernas abertas – não és tu que dizes gostares de fazeres minetes? Pois apostamos que nunca tivestes tantas mãos a escancararem uma cona só para ti como tens agora. Pagamos-te uma rodada de cerveja, amanhã no bar, se lhe fizeres uma mamada tão boa como a que a vadia acabou de fazer ao alferes e ao Vasconcelos.
- Por uma rodada de cerveja até lhe lambo o olho do cu – respondeu-lhes o Silva - Arranjem um pano molhado para lhe limpar a cona e já vão ver como lhe faço um minete que vai fazer a puta sonhar com a minha língua durante semanas.
Um pano húmido que mais não era do que um enorme lenço que a tropa fornece às suas unidades limpou então minha pachacha e o cuzinho, pois que os colegas tendo-o ouvido dizer que me lamberia o olhinho traseiro, por outra rodada de cerveja que lhe prometeram fizeram-no cumprir tais palavras.
- Muito bem – concordou – mas enfio-lhe a vara no cu a seguir. Sempre quis muito comer o cu de uma vadia e confesso que nesse capítulo ainda estou virgem.
No meio de muitos assobios os restantes magalas retorquiram-lhe que por eles poderia comer-me as partes do corpo que quisesse. Sempre deitada em cima da mesa, com as pernas levantadas ao alto, de maneira a oferecer minhas partes à língua humedecida do soldado da patrulha, gozei um minete tão delicioso nos meus dois buracos de baixo, que até pareciam feitos pelo meu namoradinho, que é dos melhores especialistas que conheço a satisfazer uma mulher com a boca. O Silva apercebeu-me do meu gozo e não pareceu levar a mal, antes pelo contrário.
- Isso, minha puta assanhada, vem-te à vontade que também me vais fazer vir a mim, não vai tardar muito.
- O Silva gosta de comer cus de vadias - comentou o Vieira, o soldado que me identificara – e eu de cravar meu caralho no meio de um par de mamas durinhas como estas. E é o que vou fazer agora. Sei lá quando volto a ter outro assim à minha inteira disposição. Infelizmente não é todas as noites que a tropa nos oferece uma puta para o nosso serviço.
Uma vez que minhas costas estavam pousadas na mesa o Vieira encavalitou-se sobre o meu tronco cravando-me o cacete no meio das mamas. E com elas bem apertadinhas entre as suas mãos começou a cavalgar-me.
- Ahh, grande punheta me tocam as tuas mamas, cavalona!
O próprio alferes que momentos antes se confessara satisfeito começou de novo a ficar com tesão, até porque os outros soldados que ainda não tinham fodido reclamavam os favores da minha boca e alternadamente iam metendo e tirando seus mastros nela, agora tão confiados na minha prestação que já nem usavam o cassetete para eu não a poder fechar. Havia-os de todos os tamanhos e larguras, mas uma coisa tinha de reconhecer: os rapazes da patrulha militar além de os saberem usar com bravura, eram todos muito bem servidos de instrumentos masculinos, que é das coisas que mais prezo quando estou apanhando nas gretas.
- Ó Vieira – comentou o alferes para o que me estava comendo as mamas – a tua espanhola está-me a abrir o apetite.
O Vieira deu-lhe então a vez e a verga do alferes gozou uma espanholada nas minhas mamas. Sua pica não estava muito dura quando começou mas à medida que mas ia comendo ia ficando cada vez mais rija.
- Estou pronto a comer-te novamente o pito – disse-me então. Simplesmente o meu pito já estava por mais ocupado com tantos caralhos da tropa, famintos. O Silva já terminara seus minetes e tal como tinha reclamado comia-me o cu, depois de ter cuspido na vara e de me manter as pernas erguidas ao alto.
- Toma no cu, puta, que há muito me apetecia comer o cu de uma vadia gostosa como tu! Ohh, que buraco apertadinho tem o olhinho do teu cu, cabrona pacifista!
E chlapp-chlapp, seus colhões rugosos batiam-me largo nas funduras, Rui que sempre foi um voyeurista adoraria estar ali vendo-me sendo abusada por tantos rapazes fardados de verde.
- Foda-se – exclamou outro farto de ser chupado – Por este andar nem amanhã de manhã teremos comido a flausina que nos calhou na rifa. Aposto que ela está habituada a fodas mais rápidas. E já que o Silva nunca mais se despacha a acabar de a enrabar vou usar a entrada que está vaga.
Como o Silva me estava indo ao cu de pé, este último pretendente a foder-me não teve dificuldade em cavalgar-me a barriga e meter-me na pássara tanto mais que o alferes já abandonara as minhas mamas e exigia que eu o punheteasse tal como também estava fazendo com outros.
- Aposto que a vaca nunca teve os buracos tão ocupados com tantos caralhos como hoje – comentou alguém – Nem a boca lhe sobrou.
Para ser sincera, a boca era o buraco que eu tinha mais ocupado pois praticamente durante todo o tempo que fui fodida por eles tive sempre dois ou três dentro dela.
Aquela DP embora me tivesse deixado toda esventrada foi deliciosa e depois do minete eu já me viera de novo. Mas quando os senti ejacular ainda faltavam dois soldados tão ansiosos como os outros por ma meterem.
- De gatas no chão, puta – ordenaram-me estes dois – vais apanhar no pito como merecem apanhar as cadelas vadias.
De gatas fui novamente enrabada por um enquanto chupava o outro. Depois os dois revezaram-se, o que me metera no cu exigiu que o chupasse e o que fora chupado enrabou-me. Mas não se vieram antes de me enfiarem o cajado na greta da frente deixando-me o esperma escorrendo por minhas pernas abaixo, pois não usaram preservativo. Simplesmente como o espectáculo voltasse a deixar os outros colegas entesados, eu tive de voltar a chupar e a punhetear os caralhos todos outra vez e o soldado que se viera na minha boca sem me ter metido, já com o cacete totalmente insuflado lembrou-se que se queria voltar a aliviar pelo que tive de voltar a abrir as pernas.
- Vê lá se não nos deixas outra vez mal – advertiu-o um dos colegas que o gozara por ele se ter esporrado na minha boca durante a mamada.
- Que nada! – garantiu o outro – Desta vez ela vai comprovar que a minha piça não fica a dever nada às vossas durante o serviço. Mas eu gosto de deixar todo o trabalho para elas e de as pôr por cima de mim.
Devido a isso foi agora ele a deitar-se na mesa, onde eu começara por ser abusada, e com o caralho ao alto mandou que me sentasse nas suas coxas.
- Anda puta, mexe-te! – gritou-me – Uma autêntica puta tem de estar habituada a foder com muitos, não se assusta com mais uma piça tesa preparando-se para a comer.
E eu lá me deixei cavalgar. Ohh, sim, a pica dele estava dura como um ferro. E prometia aguentar-se por muito tempo.
- Bolas, isto está-me deixando novamente de pau feito - comentou o alferes – Seria efectivamente um grande abuso nosso, depois disto tudo, exigir que nos voltasses a dar o pito ou o cu, mas a tua boquinha não se irá queixar muito se anos fizeres outra geraldina a todos, pois não? Afinal para uma puta pacifista bem calejada de caralhos como deves ser, não custa muito foder com a boca, não te parece gordinha?
Assim voltei a chupar a piroca da rapaziada toda embora alguns deles já não a tivessem conseguido voltar a colocar em estado de combate, e outros apesar de excitados como o alferes já não tinham leite nos tomates para o cuspirem, problema que não afectava o Vieira a quem eu tocava ao bicho, e o indivíduo que se achava por baixo de mim que me fodeu largamente até se achar em condições de não conseguir reter o leitinho por muito mais tempo.
- Foda-se que a tipa pinga esporra por todos os buracos – comentou tirando o caralho para grande alívio meu e apontando-me a cabeça para os pentelhos – Não me vou vir dentro dela.
A esporradela que me deu atingiu meus pelinhos e a zona da barriga. Nesse momento o Vieira gozava também, molhando-me as mamas.
- Ahh, puta! – gritaram sacudindo sobre mim o resto do esperma que lhes melava as cabeças do pénis, no jeito que os homens fazem quando acabam de mijar. – Toma esporra da patrulha, puta, que é para saberes quanto custa borrares a parede do quartel.
Apesar de estar rota, rotinha, quando eles me levantaram não resisti a perguntar-lhes:
- Vocês são sempre assim tão garanhões a foder?
Pelo sorriso que fizeram e pela resposta que escutei, compreendi terem percebido que aquilo não me desagradara de todo.
- É para que saibas o tesão que a tropa dá aos homens – respondeu-me o alferes. – É por isso que as mulheres que querem ter bom proveito na cama procuram os homens de farda, não os mariquinhas que têm medo de vir à tropa.
É um bom argumento para convencer pacifistas, não deixei de reconhecer. Nessa noite e apesar de ter descoberto o meu fraquinho por fardas militares quando até então sempre pensara que o único que tinha era por machos de pila grande, não dormi nos calabouços do quartel. Depois de um banho que me fizeram tomar, a patrulha deixou-me regressar a casa com a condição de na manhã seguinte me apresentar de novo no quartel com cinco latas de tinta branca para os rapazes limparem a parede. Argumentei que não poderia fazer tal coisa sozinha e o alferes concordou em que um dos rapazes me acompanhasse. Escolhi o Rui como é evidente mas o alferes como não sabia que ele era o meu namorado não deixou de observar:
- Não admira que depois da esfregadela que te demos tão cedo não queiras nada com homens de caralho grande.
Eu sorri para comigo mesma: o alferes Almeida não me conhecia.
E foi assim que todo dorido e mal podendo caminhar por lhe doeram as solas dos pés, o Rui se livrou de pela primeira vez na vida de ter acabado a noite atrás das grades, inteiramente nu.
Como alunos de Direito, tanto eu como ele sabíamos que a nossa detenção era ilegal bem como tudo o que nos fizeram mas como também sabíamos ter culpas no cartório, não nos atrevemos a denunciá-la. E para não piorar a situação dos nossos amigos que continuavam detidos, na manhã seguinte abastecemo-nos das latas de tinta que o alferes nos recomendara e estivemos quase toda a manhã a pintar a parede que grafitáramos na noite anterior, com grande espanto dos civis que passavam.
Escusado será dizer que além de nenhum de nós ter voltado a grafitar a parede do quartel, o Casimiro e o Alfredo não continuaram civis por muito mais tempo. Apesar do regime de adiamento de incorporação militar que como estudantes beneficiavam, a aventura valeu-lhes a chamada à tropa logo na próxima incorporação, e nem sequer foram mobilizados para o curso de oficiais milicianos como a sua frequência académica o justificaria, mas para o regime geral que visava formar soldados.
- Que azar tivemos em ser agarrados naquela noite – lamentava-se o Casimiro no Mono, poucas noites antes de ir apresentar praça. – Já não me bastavam as bastonadas que levei às mãos daqueles brutos militaristas, e ainda sou chamado à tropa antes de concluir o curso. Tu é que tiveste sorte, Sandra. Por seres mulher nem te bateram nem vais arranhar ano e meio numa caserna imunda, como eu e o Alfredo.
Casimiro não sabia a história toda pois só ao Rui eu contara o castigo a que a patrulha me sujeitara, mas dei-lhe razão na mesma. De facto se como dizia o alferes Almeida a tropa era nesse tempo coisa de homens, não admirava que em matéria de deveres e de castigos militares fosse bem melhor ser mulher. Só que mesmo assim eu duvidava que qualquer um deles, na noite em que a patrulha nos deteve, tivesse querido trocar de castigo comigo.
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SANDRA SAFADA
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terça-feira, 13 de julho de 2010
ABUSADA PELOS RAPAZES DA PATRULHA MILITAR- 1ª PARTE
Nessa noite eu estivera copulando com um cliente até tarde da noite, numa pensão de má nota da baixinha coimbrã. Rui, o meu namorado e acompanhante, esperara por mim na rua como era habitual para me levar a casa quando encontrámos um grupo de quatro amigos, o Ricardo, o Casimiro, o Alfredo e o Zé. Tal como nós os dois os quatro eram alunos da Universidade, mas faziam parte de um organismo académico de tendências anarco-pacifistas. Nessa noite, e tal como já noutras ocasiões tinham feito, os quatro planeavam grafitar com spray na parede de um dos quartéis militares de Coimbra, uma meia dúzia de frases anti-militaristas.
- Já fizemos isso algumas vezes, mas os tipos no outro dia pintam a parede e apagam as frases – disse-me o Zé.
Não sei porque razão eu que me supunha filha de um sargento do Exército, e o Rui que fizera a tropa antes de ir para a Universidade, acabamos por alinhar naquilo. Acho que foi mais por espírito de aventura do que de militância, mas o que é certo é que volta das duas da manhã nós os seis já tínhamos deixado numa das paredes caiadas do quartel meia dúzia de frases anti-NATO, que então estavam muito na moda, em certos círculos. Simplesmente e como já deveríamos saber, tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá deixa a asa, como aconteceu naquela noite. A tropa cansada das constantes pinturas que se via obrigada a fazer para cobrir os grafites pacifistas pusera-se a toques e montara uma patrulha de vigilância que sem dificuldade nos agarrou a todos.
Conduzidos ao interior do quartel fomos levados para uma ampla sala onde nos identificaram e onde se achava um capitão, já com mais de 50 anos.
- Com que então, são estes os melrinhos? – perguntou olhando para nós com um olhar penetrante que confesso nos deixou bastante intimidados.
- São sim, meu capitão – respondeu o mais graduado da patrulha, a quem os soldados tratavam por alferes – Foram apanhados em flagrante a pintar o muro com as bocas do costume. O meu capitão autoriza que nos encarreguemos deles?
- É isso mesmo que quero que façam – respondeu-lhes – Mas não exagerem para não haver problemas, tanto mais que nunca imaginei encontrar-se uma menina no meio deles.
- O meu capitão fique descansado que não lhes partiremos nada – tranquilizou-o o alferes – Mas pode ficar certo que tanto os rapazes como a moça vão perder a vontade de brincar com a tropa, ou eu não me chame Almeida.
O capitão saiu, recomendando que tivessem especial cuidado em particular com a violência que usassem comigo, deixando-nos sós com os elementos da patrulha militar que nos tinha capturado. Eram sete, todos rapazes na casa dos 20 anos e pelo aspecto via-se que todos, incluindo o alferes, estavam ali a cumprir o ano e meio de tropa a que então a lei obrigava os rapazes.
- Com que então vocês não gostam da tropa, e ainda se acham no direito de lhe vir sujar as paredes com as vossas frases ideológicas! – comentou o alferes – E que uma menina alinhe em tais coisas não me parece nada bonito. Então tu não sabes, gordinha, que isto da tropa é uma coisa só para homens?
Agora já não é bem assim mas na época o Exército português ainda não tinha moças nas suas fileiras. Um dos soldados da patrulha olhava para mim fixamente e acabou por dizer em voz alta:
- Eu conheço a moça de vista, meu alferes. Chama-se Sandra e é puta. Costuma estar nos cafés da Praça à espera de clientes combinados, mas também já a vi ao ataque no Parque João Braga. Se tivesse dinheiro comigo tê-la-ia alugado dessa vez porque a tipa é boa, assim toquei uma quando cheguei ao quartel. Dizem até que é filha de um sargento.
- Ai, sim? – perguntou o alferes, rindo-se – Apesar da farda vê-se que o teu pai não te soube dar disciplina mas ainda vais a tempo de a aprender connosco. Cá os rapazes vão-te dar uma lição que te irá fazer arrepender de te teres metido num assunto que não diz respeito ao teu sexo. Mas primeiro vamos tratar dos rapazes e deixámos-te a ti para o fim.
Nós estávamos bastante assustados com aquilo, principalmente o Casimiro e o Alfredo que estavam apurados para o serviço militar há mais de dois anos mas o tinham adiado por se encontrarem a estudar. Eu também me sentira humilhada pela forma como a minha condição de puta em part-time fora assim exposta perante os quatro. Todos sabiam que eu o era e porquê mas nunca me tinham falado nisso, e agora pela boca de um simples soldado ficavam sabendo que eu não era uma prostituta só de agenda e hora marcada mas que por vezes também fazia a rua como qualquer rameira mais vulgar. A minha fama de puta em Coimbra era tão conhecida como a estátua do D. Dinis no cimo das Escadas Monumentais que até dentro dos quartéis era comentada, pensei com alguma tristeza. Mas o grande humilhado foi meu namoradinho quando o alferes agarrando num bastão mandou os rapazes despir-se e encostarem-se à parede. Rui, que tem o piçante muito curto e fino, mal tirou as cuecas procurou voltar-se logo de modo a que não lhe vissem a pila mas a sombra da mesma reflectida na parede denunciou-o.
- Que é isso que tens aí, ó pacifista? – perguntou-lhe o alferes apontando com o bastão para a sombrinha da pila dele – Isso é lá piça de homem? Ora volta-te lá que quero ver se estou vendo bem.
Muito envergonhado sobretudo por estar acompanhado de colegas que o conheciam bem mas que nem imaginavam que ele fosse tão mingado de pau, o meia pila voltou-se para o pelotão exibindo aquele bocadinho de carne masculina ao penduro. Nervoso como estava sua pila não devia medir mais do que 6 ou 7 centímetros.
- Foda-se que piça mais minúscula – comentou o alferes encostando um cigarro ao toquito do meu namorado, comparando o tamanho e verificando que o primeiro, em extensão, lhe levava vantagem em 1 ou 2 centímetros. – Sempre é mais grossinho que o cigarro mas em tamanho uma mulher ia mais bem servida com o meu cigarro do que com o teu caralho.
Os soldados da patrulha riam-se muito e eu própria e os restantes quatro, não deixamos de sorrir igualmente.
- Ora abre lá as pernas para te vermos os tomates - ordenou-lhe o graduado – De facto isso mais parece um tomate do que dois. Com homens como tu por perto não admira que uma mulher como a vossa amiga tenha de ser puta para provar com um caralho a sério.
Mais risadas embora aquilo não fosse verdade pois os outros quatro do nosso grupo o tinham sobejamente avantajado e gordo, e apesar da minha presença nem se preocupavam em tapá-lo, talvez para que os militares vissem bem que nem todos os pacifistas tinham a bilharda curta e elegante como a do Rui..
- Os teus amigos – continuou o alferes Almeida – não sei porque são contra a tropa mas a ti compreendo-te bem. Com um caralho de ervilha como o teu e dois colhões que mais parecem um ficavas muito mal no meio de um pelotão de homens, na hora do banho.
Com a vergonha a pila de Rui estava toda encarquilhada como se tivesse tomado um banho de água gelada, praticamente sumira toda. Mesmo assim ainda achou forças para reclamar a sua virilidade.
- Eu fiz a tropa como tu.
- Ai, sim, ó pila invisível? Então porque é que ela não te cresceu?
Adoro humilhar meu corninho por causa dos seus escassos atributos masculinos e aquela era a primeira vez que o via pelos mesmos motivos sendo humilhado por homens, ainda para mais fardados. A foda com o cliente retardatário tinha sido agradável mas já era, e eu agora graças ao tratamento que Rui estava sofrendo voltava a ficar novamente excitada.
- Quero-os todos voltados para a parede, com as pernas bem abertas, e as mãos apoiadas – gritou o alferes aos cinco. Percebi que os rapazes iam ser espancados, e eles também, mas o meu namoradinho, aliviado por já não estar sendo humilhado, nem se deve ter importado.
Os soldados empunhando então um bastão de borracha, deram-lhes tareia de criar bicho. Apesar de o capitão lhes ter recomendado cuidado, bateram-lhes com severidade nas costas, nas nádegas e por vezes mesmo, voltando o bastão ao contrário acertavam-lhes com a parte de baixo nos tomates, por entre o intervalo das pernas abertas, dizendo-lhes que homens que andavam sujando as paredes dos quarteis não mereciam os colhões com que tinham nascido. No final como os cinco com as dores já não se conseguissem suster de pé e fossem caindo ao chão, os soldados aproveitando-se do facto de eles estarem caídos ainda lhes deram mais uma dúzia de bastonadas nas palmas dos pés, igualmente com severidade, o que os fez gritar ainda mais.
- Enquanto tiverdes as solas dos pés a arder, não tendes vontade de vir cá a correr sujar a parede, meus pacifistas de merda – vociferou o alferes. Tanto ele como soldados pareciam muito contentes por aquela exibição de força.
Os cinco estavam bem marcados embora não tivessem ficado com nenhuma contusão séria, nem tenham ficado a sangrar o que me fez ter a certeza de que a patrulha sabia usar o cassetete. Apesar dos gritos de dor que os meus companheiros soltavam e que me faziam estar muito agradecida por estar sendo poupada a tal tratamento feroz, aquele espancamento apenas contribuiu para que ficasse ainda mais excitada, até porque de facto e apesar de ter colaborado nele, não deixava de o achar merecido. Afinal, por não se gostar da tropa que direito tínhamos nós de estampar slogans anti-militaristas numa das paredes? Os biquinhos das minhas mamas estavam completamente empinados e quando eu ficava assim com eles não era a pilinha do namorado que me fazia suspirar.
- Já fizemos isso algumas vezes, mas os tipos no outro dia pintam a parede e apagam as frases – disse-me o Zé.
Não sei porque razão eu que me supunha filha de um sargento do Exército, e o Rui que fizera a tropa antes de ir para a Universidade, acabamos por alinhar naquilo. Acho que foi mais por espírito de aventura do que de militância, mas o que é certo é que volta das duas da manhã nós os seis já tínhamos deixado numa das paredes caiadas do quartel meia dúzia de frases anti-NATO, que então estavam muito na moda, em certos círculos. Simplesmente e como já deveríamos saber, tantas vezes vai o cântaro à fonte que um dia lá deixa a asa, como aconteceu naquela noite. A tropa cansada das constantes pinturas que se via obrigada a fazer para cobrir os grafites pacifistas pusera-se a toques e montara uma patrulha de vigilância que sem dificuldade nos agarrou a todos.
Conduzidos ao interior do quartel fomos levados para uma ampla sala onde nos identificaram e onde se achava um capitão, já com mais de 50 anos.
- Com que então, são estes os melrinhos? – perguntou olhando para nós com um olhar penetrante que confesso nos deixou bastante intimidados.
- São sim, meu capitão – respondeu o mais graduado da patrulha, a quem os soldados tratavam por alferes – Foram apanhados em flagrante a pintar o muro com as bocas do costume. O meu capitão autoriza que nos encarreguemos deles?
- É isso mesmo que quero que façam – respondeu-lhes – Mas não exagerem para não haver problemas, tanto mais que nunca imaginei encontrar-se uma menina no meio deles.
- O meu capitão fique descansado que não lhes partiremos nada – tranquilizou-o o alferes – Mas pode ficar certo que tanto os rapazes como a moça vão perder a vontade de brincar com a tropa, ou eu não me chame Almeida.
O capitão saiu, recomendando que tivessem especial cuidado em particular com a violência que usassem comigo, deixando-nos sós com os elementos da patrulha militar que nos tinha capturado. Eram sete, todos rapazes na casa dos 20 anos e pelo aspecto via-se que todos, incluindo o alferes, estavam ali a cumprir o ano e meio de tropa a que então a lei obrigava os rapazes.
- Com que então vocês não gostam da tropa, e ainda se acham no direito de lhe vir sujar as paredes com as vossas frases ideológicas! – comentou o alferes – E que uma menina alinhe em tais coisas não me parece nada bonito. Então tu não sabes, gordinha, que isto da tropa é uma coisa só para homens?
Agora já não é bem assim mas na época o Exército português ainda não tinha moças nas suas fileiras. Um dos soldados da patrulha olhava para mim fixamente e acabou por dizer em voz alta:
- Eu conheço a moça de vista, meu alferes. Chama-se Sandra e é puta. Costuma estar nos cafés da Praça à espera de clientes combinados, mas também já a vi ao ataque no Parque João Braga. Se tivesse dinheiro comigo tê-la-ia alugado dessa vez porque a tipa é boa, assim toquei uma quando cheguei ao quartel. Dizem até que é filha de um sargento.
- Ai, sim? – perguntou o alferes, rindo-se – Apesar da farda vê-se que o teu pai não te soube dar disciplina mas ainda vais a tempo de a aprender connosco. Cá os rapazes vão-te dar uma lição que te irá fazer arrepender de te teres metido num assunto que não diz respeito ao teu sexo. Mas primeiro vamos tratar dos rapazes e deixámos-te a ti para o fim.
Nós estávamos bastante assustados com aquilo, principalmente o Casimiro e o Alfredo que estavam apurados para o serviço militar há mais de dois anos mas o tinham adiado por se encontrarem a estudar. Eu também me sentira humilhada pela forma como a minha condição de puta em part-time fora assim exposta perante os quatro. Todos sabiam que eu o era e porquê mas nunca me tinham falado nisso, e agora pela boca de um simples soldado ficavam sabendo que eu não era uma prostituta só de agenda e hora marcada mas que por vezes também fazia a rua como qualquer rameira mais vulgar. A minha fama de puta em Coimbra era tão conhecida como a estátua do D. Dinis no cimo das Escadas Monumentais que até dentro dos quartéis era comentada, pensei com alguma tristeza. Mas o grande humilhado foi meu namoradinho quando o alferes agarrando num bastão mandou os rapazes despir-se e encostarem-se à parede. Rui, que tem o piçante muito curto e fino, mal tirou as cuecas procurou voltar-se logo de modo a que não lhe vissem a pila mas a sombra da mesma reflectida na parede denunciou-o.
- Que é isso que tens aí, ó pacifista? – perguntou-lhe o alferes apontando com o bastão para a sombrinha da pila dele – Isso é lá piça de homem? Ora volta-te lá que quero ver se estou vendo bem.
Muito envergonhado sobretudo por estar acompanhado de colegas que o conheciam bem mas que nem imaginavam que ele fosse tão mingado de pau, o meia pila voltou-se para o pelotão exibindo aquele bocadinho de carne masculina ao penduro. Nervoso como estava sua pila não devia medir mais do que 6 ou 7 centímetros.
- Foda-se que piça mais minúscula – comentou o alferes encostando um cigarro ao toquito do meu namorado, comparando o tamanho e verificando que o primeiro, em extensão, lhe levava vantagem em 1 ou 2 centímetros. – Sempre é mais grossinho que o cigarro mas em tamanho uma mulher ia mais bem servida com o meu cigarro do que com o teu caralho.
Os soldados da patrulha riam-se muito e eu própria e os restantes quatro, não deixamos de sorrir igualmente.
- Ora abre lá as pernas para te vermos os tomates - ordenou-lhe o graduado – De facto isso mais parece um tomate do que dois. Com homens como tu por perto não admira que uma mulher como a vossa amiga tenha de ser puta para provar com um caralho a sério.
Mais risadas embora aquilo não fosse verdade pois os outros quatro do nosso grupo o tinham sobejamente avantajado e gordo, e apesar da minha presença nem se preocupavam em tapá-lo, talvez para que os militares vissem bem que nem todos os pacifistas tinham a bilharda curta e elegante como a do Rui..
- Os teus amigos – continuou o alferes Almeida – não sei porque são contra a tropa mas a ti compreendo-te bem. Com um caralho de ervilha como o teu e dois colhões que mais parecem um ficavas muito mal no meio de um pelotão de homens, na hora do banho.
Com a vergonha a pila de Rui estava toda encarquilhada como se tivesse tomado um banho de água gelada, praticamente sumira toda. Mesmo assim ainda achou forças para reclamar a sua virilidade.
- Eu fiz a tropa como tu.
- Ai, sim, ó pila invisível? Então porque é que ela não te cresceu?
Adoro humilhar meu corninho por causa dos seus escassos atributos masculinos e aquela era a primeira vez que o via pelos mesmos motivos sendo humilhado por homens, ainda para mais fardados. A foda com o cliente retardatário tinha sido agradável mas já era, e eu agora graças ao tratamento que Rui estava sofrendo voltava a ficar novamente excitada.
- Quero-os todos voltados para a parede, com as pernas bem abertas, e as mãos apoiadas – gritou o alferes aos cinco. Percebi que os rapazes iam ser espancados, e eles também, mas o meu namoradinho, aliviado por já não estar sendo humilhado, nem se deve ter importado.
Os soldados empunhando então um bastão de borracha, deram-lhes tareia de criar bicho. Apesar de o capitão lhes ter recomendado cuidado, bateram-lhes com severidade nas costas, nas nádegas e por vezes mesmo, voltando o bastão ao contrário acertavam-lhes com a parte de baixo nos tomates, por entre o intervalo das pernas abertas, dizendo-lhes que homens que andavam sujando as paredes dos quarteis não mereciam os colhões com que tinham nascido. No final como os cinco com as dores já não se conseguissem suster de pé e fossem caindo ao chão, os soldados aproveitando-se do facto de eles estarem caídos ainda lhes deram mais uma dúzia de bastonadas nas palmas dos pés, igualmente com severidade, o que os fez gritar ainda mais.
- Enquanto tiverdes as solas dos pés a arder, não tendes vontade de vir cá a correr sujar a parede, meus pacifistas de merda – vociferou o alferes. Tanto ele como soldados pareciam muito contentes por aquela exibição de força.
Os cinco estavam bem marcados embora não tivessem ficado com nenhuma contusão séria, nem tenham ficado a sangrar o que me fez ter a certeza de que a patrulha sabia usar o cassetete. Apesar dos gritos de dor que os meus companheiros soltavam e que me faziam estar muito agradecida por estar sendo poupada a tal tratamento feroz, aquele espancamento apenas contribuiu para que ficasse ainda mais excitada, até porque de facto e apesar de ter colaborado nele, não deixava de o achar merecido. Afinal, por não se gostar da tropa que direito tínhamos nós de estampar slogans anti-militaristas numa das paredes? Os biquinhos das minhas mamas estavam completamente empinados e quando eu ficava assim com eles não era a pilinha do namorado que me fazia suspirar.
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sábado, 10 de julho de 2010
FODA POR TRÁS NO AUTOCARRO LOTADO
Apesar de em Coimbra preferir desempenhar a minha actividade de rameira com homens casados que me contratavam com hora marcada para um momento de prazer, vi-me várias vezes forçada a bater a rua quando aqueles escasseavam, procurando sempre disponibilizar o corpo longe dos tradicionais locais da prostituição coimbrã para não conflituar com as redes organizadas de chulos, algo que me poderia custar bastante caro. O meu namorado corno e mirone Rui acompanhava-me frequentemente nas minhas deambulações de puta de rua, excitando-se imenso quando que me via ir ou vir dos meus encontros com clientes. Quando minha fama de menina da perna aberta começou ficando muito notória em Coimbra mudei-me para a Pedrulha, uma zona com muito tráfego de camiões e foi aí que descobri que meu namoradinho além da vocação para chifrudo e voyeur estava desenvolvendo mais outra. Quase sempre antes de apanharmos o autocarro de regresso no final da tarde, Rui procurava levar-me para um sítio mais isolado e pedia-me para lhe deixar lamber a rata enquanto ele tocava uma punheta, desporto sexual que estava mais habituado a praticar pois que eu, puta para os outros, poucas vezes o deixava meter a pilinha em mim. Estávamos nos inícios da década de 80, a SIDA erra quase desconhecida em Portugal, a maioria dos clientes não usava preservativo e Rui adorava lamber-me a rata bem melada com o leite dos colhões dos outros homens que me comiam! E embora tal coisa também me agradasse confesso que nem sempre o deixava fazer-me o minete, regra geral só o consentia quando me achava desconsolada pois admito ter muitas vezes gozado com clientes.
Meu namorado, como já disse, apreciava bastante ter como namorada uma menina da má vida ainda que por vezes se mostrasse agastado com a minha condição pois quase sempre eu justificava com ela as minhas constantes recusas em transar com ele, dizendo-lhe que depois de um dia a alugar o meu corpo, minha pássara achava-se toda arrombada e sem vontade de dar, mesmo para uma pila pequenina como a dele. E eu tinha de me cuidar, de outro modo de que outra fonte de receita iria viver?
- E se isso acontecer Ruizinho – dizia-lhe eu num jeito que o fazia ficar ainda com a grila mais tesa – como vais conseguir manter esse lindo par de cornos, que cada nota que recebo te faz crescer mais no alto da testa?
A verdadeira razão não era contudo essa. De facto todos os homens que me comeram tinham e têm o caralho bem maior do que o do Rui, e eu desatino bastante depois de ser coçada por cacetes bem mais avantajados apanhar daquela coisinha raquítica que meu marido traz pendurada no fundo da barriga e mais parece um fósforo. Ter a crica lambida pela sua língua ainda vá que não vá, mas enfiar aquele pauzito depois de três ou quatro trepadas é que não me seduzia nada. E o meia pila não tinha outro remédio que não fosse limitar-se a um consolozinho manual que sempre o deixava dormir mais aliviado sem risco de molhar os lençóis.
Ser puta de rua contudo tinha os seus inconvenientes. Além do maior risco de violência a que estava sujeita, nem sempre arranjava clientes para uma foda. Era raro mas acontecia por vezes. Naquela tarde foi isso que aconteceu. Os condutores passavam, buzinavam fazendo-me responder-lhes com gestos obscenos, mas nenhum trazia os tomates suficientes cheios que os levasse a desejar despejá-los na puta que ali estava à sua espera. Rui que talvez já há um mês não se punha em mim farejou logo a oportunidade de quebrar o seu jejum. Na paragem de autocarro, aguardando o transporte que nos levaria de volta a Coimbra no final da tarde, ele com o seu caralhito denotando uma enorme tumefacção por baixo do fecho das calças não parava de me beijar na boca, nas orelhas e no pescoço, apertando seu baixo ventre de encontro ao meu para eu lhe sentir o pilau teso. E enquanto suas mãos me enlaçavam o tronco de maneira a fazer minhas mamas comprimirem-se-lhe de encontro ao peito ia-as deixando deslizar pelo meu corpo abaixo até me apalparem o rabo, indiferente às pessoas que não tiravam os olhos de nós. Para falar a verdade quanto mais assanhado eu o sentia para me comer mais vontade tinha de me recusar a ele e dar a outros. Ainda hoje é assim. Ora entre os passageiros esperando a carreira encontrava-se um sujeito dos seus 30 e poucos anos, cabelo curto, moreno e algo entroncado com aspecto de trabalhador de alguma fábrica das imediações que já em dias anteriores vira viajando connosco, saindo na Portagem. O meu aspecto de menina pública não enganava ninguém, pois vestia um anorak azul e vermelho já que estávamos no Outono, carteira preta a tiracolo, uma blusa bastante decotada por baixo do anorak deixando ver o rego dos marmelos empinados, e uma saia curta de ganga revelando-me as pernas carnudas que só se não encontravam mais expostas pois as cobriam até aos joelhos umas botas de couro de cano e salto alto. Numa certa altura Rui apalpando-me o cu por cima da saia levantou-a deixando por momentos à mostra a minha calcinha branca bem reduzia por onde assomavam as minhas nádegas rechonchudas e reparei que o sujeito se entusiasmou com tal visão momentânea. As mãos dele eram relativamente grandes e grossas e pelo vulto que a bilharda desenhou nas calças deu para perceber que o tamanho desta era condizente. Rui também notou a excitação do desconhecido e embora mais habituado a ser ele a excitar-se com o que os outros me fazem do que o contrário, deu-lhe para atiçar ainda mais o desejo do estranho metendo-me a mão por dentro da saia e começando a passá-la mesmo por cima da calcinha. Apesar de ser puta não gostei daquela sua exibição de posse sobre mim até porque algumas pessoas de mais idade mostravam seus semblantes escandalizados e ouvi alguém rosnando entre dentes que agora até as paragens de autocarros serviam para as sem vergonhice das putas e dos seus acompanhantes. O meu corninho estava a vangloriar-se da sua posse e eu mais uma vez decidi fazer-lhe lembrar que apesar do à vontade com que mexia publicamente nas minhas partes não exercia nenhum domínio sobre elas e como o sujeito parecia bastante interessado em mim já estava vendo como.
O autocarro chegou enfim com bastante atraso como sempre, e também como sempre superlotado. Ao subir para o seu interior notei que o homem procurou entrar atrás de mim e aproveitou a confusão de pessoas para esfregar sua zona genital no meu rabo. Agora não havia dúvida, ele tinha de facto um grande caralho e bem duro, bem maior do que o do meia pila que tanto me tinha apalpado. Não arranjamos lugar onde nos sentar, eu e Rui ficamos ao fundo do corredor, o sujeito um pouco mais atrás, e o meu namorado aproveitando a lotação apertada do transporte ainda mais continuou com suas atitudes chegando mesmo a esfregar a cara no rego de minhas mamas. Era a altura ideal de lhe começar ministrando minha lição. Preguei-lhe uma bofetada leve que só os passageiros ao nosso redor se aperceberam, mandando-o parar com firmeza e num tom audível que o fez ficar vermelho como um pimento.
- Pára, já mandei. E vê se acalmas esse palito duro tão pequenino. Ou estás a ver se o espetas na minha barriga?
As pessoas que me ouviram procuraram conter o riso e como as coxas de Rui estavam encostadas às minhas percebi que com a vergonha seu tesão broxara radicalmente. Alguns passageiros devem ter pensado que afinal eu não era tão puta como parecia e para dar mais credibilidade à minha indignação afastei-me dele. Apesar da dificuldade em passar os restantes passageiros foram abrindo alas o melhor que puderam e num instante eu tinha-me acercado do estranho que assistira a tudo e sorria para mim. Retribui seu sorriso. Rui também me seguia com os olhos e vendo-me aproximando do outro deve ter entendido logo tudo, ou não fosse bom entendedor nestas coisas.
Em frente a ele achava-se um varão que servia para os passageiros de pé se poderem segurar durante a viagem e agarrando-o com as duas mãos virei-me de costas para o desconhecido. Então com o rabo encostado à sua zona genital esfreguei-o nela voluptuosamente para cima e para baixo. Os passageiros não demonstraram ter-se apercebido de alguma coisa mas o corninho esticava bem a cabeça por cima do mar de gente para poder ver tudo. Discretamente o indivíduo passara as mãos em torno da minha cintura, e afagava-me a ratinha por cima da saia. Seu pauzão estava duríssimo. Eu comprimia meu peito contra o varão metálico, apertando-lhe a mão grossa entre o meu baixo ventre e o varão, o que o levou a aproveitar para meter uma das mãos por baixo da saia e a enfiar um dedo por entre a estreita tira da calcinha que me cobria a pachacha metendo-o nela. Ahhhh, após um frustrante dia a seco, que bem me sabia aquele dedo masturbando-me o grelo. Os meus movimentos da pélvis redobraram de intensidade enquanto meu rabo se coçava mais doidamente sobre o chumaço que o caralho dele desenhava nas suas calças de ganga. Senti-o pulsando de tesão e apercebi-me que duas raparigas sensivelmente da minha idade nos olhavam atentamente e se tinham apercebido do jogo a que nos entregáramos. Reparei no entanto que o seu olhar traduzia mais uma estupefacção divertida do que outra coisa e compreendi que por elas poderíamos continuar. Óptimo, pensei. Assim além do corno teria mais duas espectadoras. Como não tínhamos o tempo todo e eu já estava bem húmida e com os biquinhos dos mamilos tesos murmurei-lhe entre dentes:
- Não tens melhor coisa para meter do que o dedo?
- Aqui? – estranhou ele.
- Queres-me levar para o hotel?
Ele desencostou-se, senti que estava algo receoso mas se não broxasse eu não iria deixar perder a ocasião de dar uma trepada perante o olhar de Rui que deveria estar com a pilinha pulando-lhe da calça. Por isso voltei a encostar meu rabo sobre o fecho dos seus jeans, deixei cair uma mão do varão e comecei com ela a apalpar-lhe a zona dos tomates. Seu caralho voltou a empinar, e eu recomecei a esfregar meu cu naquele ferro teso. As moças mordiam os lábios para não se rirem, alguns passageiros saíram numa das paragens e embora tivessem entrado mais alguns o autocarro ficou um pouco mais livre o que nos permitiu encostar nas costas de um dos assentos. Agora já não via meu namorado pois estava de costas para ele mas achávamo-nos de frente para as duas. Troquei com elas uma piscadela de olho que as fez rir-se ainda mais e agarrando de novo o varão com as duas mãos descrevi um meio arco com as costas uma vez que o espaço agora era maior, enquanto o meu parceiro encostava suas costas na parte de trás do assento. Mais 5 ou 10 minutos e estaríamos chegando à Portagem onde o cavalheiro costumava sair, pelo que tudo indicava ir ser aquilo uma rapidinha. O pau dele novamente colado no meu cu estava agora todo esticado como um prego e tal visão fez as duas desviar o olhar, mortinhas de riso mas naquele estado não seriam precisas as mãos para lhe desimpedir o caminho até à minha parreca. Com um subtil subir de ancas fiz com que o seu pau teso me levantasse um pouco a saia expondo-lhe de novo a calcinha branca que o entesara na paragem e me deixava as nádegas redondinhas a descoberto. Ele não resistiu. Voltando a enlaçar-me com uma mão apertou-me contra si fazendo-me cobrir-lhe a zona púbica, e com a outra mão tirou rapidamente o caralho para fora. Empinei minhas costas mais um pouco, minha cabeça estava totalmente encostada ao varão, as moças perceberam algo incrédulas que eu ia ser possuída naquele local, o caralho dele estava completamente melado e quente como poucas vezes senti um caralho. Ele posicionou-o mesmo por baixo da rata afastando-me com ele o bocado de pano que a tapava. Esfregando minha vagina nele não o deixei logo meter, apetecia-me sentir o seu caralho fervendo beijando-me os lábios da minha entrada antes de o meter. Ele entendendo a mensagem esfregou-o nos meus lábios e no clítoris conduzindo-o com movimentos das pernas, comentando muito baixinho que estava bem molhadinha.
- Molhadinha quero eu ficar com o teu leitinho quentinho – respondi-lhe levantando a cabeça e aproximando-a da dele, lamentando Rui não poder ouvir tais comentários. Lembro-me de ele me ter dito que eu ia já ver como era ficar bem molhadinha com o banho que os seus tomates me iam dar, antes de começar a meter com um leve maneio das ancas. Não demorou muito a fazê-lo pois que deixando-me espetar nele lhe facilitei a entrada. As duas notando que eu acabara de ser encabada taparam a cara com as mãos para não se perceber que continham o riso mas o seu comportamento chamou a atenção dos passageiros em redor que agora assistiam a tudo. Felizmente que eram todos homens do povo e por isso ficaram deliciados com aquela sessão de sexo inesperada. Em todo o caso eu nem estava ligando para isso. Cerrando os dentes para não gemer pois a pila dele era grande e enterrava-ma até ao fundo, como uma boneca de mola ia e vinha nos movimentos daquela pila entrando e saindo da minha greta e fazendo-me um bem danado, desejando muito poder baixar-lhe totalmente as calças e sentir-lhe os balões batendo-me atrás enquanto me comia à cão. O que não daria para ver a cara de Rui naquele momento. O meu parceiro também reparara estarmos sendo observados mas como nenhuma das reacções era negativa passara as mãos sobre as minhas mamas como se me quisesse impedir de balancear e parecia até todo ufano por me foder na frente de tanta gente. As mamas são meu ponto erógeno por excelência. Aquele contacto das suas mãos fortes nelas ainda me excitou mais e o rapaz estava-se segurando bem. Não resisti a fazê-lo meter-me o caralho todo outra vez. Com um movimento um pouco mais para a frente fiz com que ele saísse todo fora, por momentos o caralho deve ter ficado à vista de todos pois as moças desviaram novamente a cara mas nada escandalizadas, enderecei-lhes novo piscar de olhos mas já o sujeito praguejando baixinho me puxara até ele espetando-mo agora de uma vez só o que me fez deixar escapar um gemido.
- Não me vais fugir outra vez – os seus braços envolveram-me o tronco enquanto sua pila recomeçava a socar-me com força por trás. Eu já não ia aguentar muito mais. Pedi-lhe que se viesse e percebi que o meu pedido não foi só ouvido por ele. Já passáramos a Portagem mas ele não parecia preocupado com isso. O autocarro ia cada vez mais vazio, Rui sentara-se num dos bancos laterais de perna cruzada e o blaser por cima delas, prova evidente de como estava com tesão, as duas amigas saíram em frente à Câmara rindo-se agora abertamente e quase tocando em nós mas a pica do homem alagando-se em sumo ainda dava em mim sem dó. Só se veio quando me sentiu atingir o orgasmo, esporrando-se profusamente e deixando-me como me tinha garantido toda molhada. Estávamos a chegar à Av. Sá da Bandeira. Juntando as coxas fiz deslocar a tira da minha calcinha para o local que a piça do sujeito desnudara.
- Foi a melhor viagem de autocarro que fiz até hoje e a melhor foda que dei – foram as palavras com que se despediu de mim, antes de sair desenfreado. Confesso que nem me apercebi se ele guardou a pila mas deve tê-lo feito pois não iria sair do autocarro com ela de fora.
- Puta! – chamou-me Rui quando saímos na nossa paragem, o pau inchadíssimo como já imaginava.
- Mirone – retorqui-lhe –consolas tanto os olhos vendo-me fodendo como a piça quando me fodes tu. Não é por ser puta que gostas tanto de me lamber a rata com o sumo dos outros? Ao menos agora que acabei de foder trago-a do jeito que tu gostas. Bem lubrificadinha para me dares um bom banho de língua que é coisa que és tão bom a fazer.
Lá por ser puta Rui não tinha nojo de me lamber a rata, bem pelo contrário, o facto de o ser ainda lhe dava mais gosto lamber-ma. Por isso logo esqueceu a humilhação sofrida e tratou de me encaminhar ainda antes de irmos jantar para um recanto do Jardim da Sereia onde me proporcionou um saboroso linguado enquanto ele batia uma punheta. Para a minha pássara que não conseguira nenhum cliente o dia não acabara nada mal e embora a minha carteira não pudesse dizer o mesmo eu sentia-me tão satisfeita como aquela, o que já não era nada mau.
Meu namorado, como já disse, apreciava bastante ter como namorada uma menina da má vida ainda que por vezes se mostrasse agastado com a minha condição pois quase sempre eu justificava com ela as minhas constantes recusas em transar com ele, dizendo-lhe que depois de um dia a alugar o meu corpo, minha pássara achava-se toda arrombada e sem vontade de dar, mesmo para uma pila pequenina como a dele. E eu tinha de me cuidar, de outro modo de que outra fonte de receita iria viver?
- E se isso acontecer Ruizinho – dizia-lhe eu num jeito que o fazia ficar ainda com a grila mais tesa – como vais conseguir manter esse lindo par de cornos, que cada nota que recebo te faz crescer mais no alto da testa?
A verdadeira razão não era contudo essa. De facto todos os homens que me comeram tinham e têm o caralho bem maior do que o do Rui, e eu desatino bastante depois de ser coçada por cacetes bem mais avantajados apanhar daquela coisinha raquítica que meu marido traz pendurada no fundo da barriga e mais parece um fósforo. Ter a crica lambida pela sua língua ainda vá que não vá, mas enfiar aquele pauzito depois de três ou quatro trepadas é que não me seduzia nada. E o meia pila não tinha outro remédio que não fosse limitar-se a um consolozinho manual que sempre o deixava dormir mais aliviado sem risco de molhar os lençóis.
Ser puta de rua contudo tinha os seus inconvenientes. Além do maior risco de violência a que estava sujeita, nem sempre arranjava clientes para uma foda. Era raro mas acontecia por vezes. Naquela tarde foi isso que aconteceu. Os condutores passavam, buzinavam fazendo-me responder-lhes com gestos obscenos, mas nenhum trazia os tomates suficientes cheios que os levasse a desejar despejá-los na puta que ali estava à sua espera. Rui que talvez já há um mês não se punha em mim farejou logo a oportunidade de quebrar o seu jejum. Na paragem de autocarro, aguardando o transporte que nos levaria de volta a Coimbra no final da tarde, ele com o seu caralhito denotando uma enorme tumefacção por baixo do fecho das calças não parava de me beijar na boca, nas orelhas e no pescoço, apertando seu baixo ventre de encontro ao meu para eu lhe sentir o pilau teso. E enquanto suas mãos me enlaçavam o tronco de maneira a fazer minhas mamas comprimirem-se-lhe de encontro ao peito ia-as deixando deslizar pelo meu corpo abaixo até me apalparem o rabo, indiferente às pessoas que não tiravam os olhos de nós. Para falar a verdade quanto mais assanhado eu o sentia para me comer mais vontade tinha de me recusar a ele e dar a outros. Ainda hoje é assim. Ora entre os passageiros esperando a carreira encontrava-se um sujeito dos seus 30 e poucos anos, cabelo curto, moreno e algo entroncado com aspecto de trabalhador de alguma fábrica das imediações que já em dias anteriores vira viajando connosco, saindo na Portagem. O meu aspecto de menina pública não enganava ninguém, pois vestia um anorak azul e vermelho já que estávamos no Outono, carteira preta a tiracolo, uma blusa bastante decotada por baixo do anorak deixando ver o rego dos marmelos empinados, e uma saia curta de ganga revelando-me as pernas carnudas que só se não encontravam mais expostas pois as cobriam até aos joelhos umas botas de couro de cano e salto alto. Numa certa altura Rui apalpando-me o cu por cima da saia levantou-a deixando por momentos à mostra a minha calcinha branca bem reduzia por onde assomavam as minhas nádegas rechonchudas e reparei que o sujeito se entusiasmou com tal visão momentânea. As mãos dele eram relativamente grandes e grossas e pelo vulto que a bilharda desenhou nas calças deu para perceber que o tamanho desta era condizente. Rui também notou a excitação do desconhecido e embora mais habituado a ser ele a excitar-se com o que os outros me fazem do que o contrário, deu-lhe para atiçar ainda mais o desejo do estranho metendo-me a mão por dentro da saia e começando a passá-la mesmo por cima da calcinha. Apesar de ser puta não gostei daquela sua exibição de posse sobre mim até porque algumas pessoas de mais idade mostravam seus semblantes escandalizados e ouvi alguém rosnando entre dentes que agora até as paragens de autocarros serviam para as sem vergonhice das putas e dos seus acompanhantes. O meu corninho estava a vangloriar-se da sua posse e eu mais uma vez decidi fazer-lhe lembrar que apesar do à vontade com que mexia publicamente nas minhas partes não exercia nenhum domínio sobre elas e como o sujeito parecia bastante interessado em mim já estava vendo como.
O autocarro chegou enfim com bastante atraso como sempre, e também como sempre superlotado. Ao subir para o seu interior notei que o homem procurou entrar atrás de mim e aproveitou a confusão de pessoas para esfregar sua zona genital no meu rabo. Agora não havia dúvida, ele tinha de facto um grande caralho e bem duro, bem maior do que o do meia pila que tanto me tinha apalpado. Não arranjamos lugar onde nos sentar, eu e Rui ficamos ao fundo do corredor, o sujeito um pouco mais atrás, e o meu namorado aproveitando a lotação apertada do transporte ainda mais continuou com suas atitudes chegando mesmo a esfregar a cara no rego de minhas mamas. Era a altura ideal de lhe começar ministrando minha lição. Preguei-lhe uma bofetada leve que só os passageiros ao nosso redor se aperceberam, mandando-o parar com firmeza e num tom audível que o fez ficar vermelho como um pimento.
- Pára, já mandei. E vê se acalmas esse palito duro tão pequenino. Ou estás a ver se o espetas na minha barriga?
As pessoas que me ouviram procuraram conter o riso e como as coxas de Rui estavam encostadas às minhas percebi que com a vergonha seu tesão broxara radicalmente. Alguns passageiros devem ter pensado que afinal eu não era tão puta como parecia e para dar mais credibilidade à minha indignação afastei-me dele. Apesar da dificuldade em passar os restantes passageiros foram abrindo alas o melhor que puderam e num instante eu tinha-me acercado do estranho que assistira a tudo e sorria para mim. Retribui seu sorriso. Rui também me seguia com os olhos e vendo-me aproximando do outro deve ter entendido logo tudo, ou não fosse bom entendedor nestas coisas.
Em frente a ele achava-se um varão que servia para os passageiros de pé se poderem segurar durante a viagem e agarrando-o com as duas mãos virei-me de costas para o desconhecido. Então com o rabo encostado à sua zona genital esfreguei-o nela voluptuosamente para cima e para baixo. Os passageiros não demonstraram ter-se apercebido de alguma coisa mas o corninho esticava bem a cabeça por cima do mar de gente para poder ver tudo. Discretamente o indivíduo passara as mãos em torno da minha cintura, e afagava-me a ratinha por cima da saia. Seu pauzão estava duríssimo. Eu comprimia meu peito contra o varão metálico, apertando-lhe a mão grossa entre o meu baixo ventre e o varão, o que o levou a aproveitar para meter uma das mãos por baixo da saia e a enfiar um dedo por entre a estreita tira da calcinha que me cobria a pachacha metendo-o nela. Ahhhh, após um frustrante dia a seco, que bem me sabia aquele dedo masturbando-me o grelo. Os meus movimentos da pélvis redobraram de intensidade enquanto meu rabo se coçava mais doidamente sobre o chumaço que o caralho dele desenhava nas suas calças de ganga. Senti-o pulsando de tesão e apercebi-me que duas raparigas sensivelmente da minha idade nos olhavam atentamente e se tinham apercebido do jogo a que nos entregáramos. Reparei no entanto que o seu olhar traduzia mais uma estupefacção divertida do que outra coisa e compreendi que por elas poderíamos continuar. Óptimo, pensei. Assim além do corno teria mais duas espectadoras. Como não tínhamos o tempo todo e eu já estava bem húmida e com os biquinhos dos mamilos tesos murmurei-lhe entre dentes:
- Não tens melhor coisa para meter do que o dedo?
- Aqui? – estranhou ele.
- Queres-me levar para o hotel?
Ele desencostou-se, senti que estava algo receoso mas se não broxasse eu não iria deixar perder a ocasião de dar uma trepada perante o olhar de Rui que deveria estar com a pilinha pulando-lhe da calça. Por isso voltei a encostar meu rabo sobre o fecho dos seus jeans, deixei cair uma mão do varão e comecei com ela a apalpar-lhe a zona dos tomates. Seu caralho voltou a empinar, e eu recomecei a esfregar meu cu naquele ferro teso. As moças mordiam os lábios para não se rirem, alguns passageiros saíram numa das paragens e embora tivessem entrado mais alguns o autocarro ficou um pouco mais livre o que nos permitiu encostar nas costas de um dos assentos. Agora já não via meu namorado pois estava de costas para ele mas achávamo-nos de frente para as duas. Troquei com elas uma piscadela de olho que as fez rir-se ainda mais e agarrando de novo o varão com as duas mãos descrevi um meio arco com as costas uma vez que o espaço agora era maior, enquanto o meu parceiro encostava suas costas na parte de trás do assento. Mais 5 ou 10 minutos e estaríamos chegando à Portagem onde o cavalheiro costumava sair, pelo que tudo indicava ir ser aquilo uma rapidinha. O pau dele novamente colado no meu cu estava agora todo esticado como um prego e tal visão fez as duas desviar o olhar, mortinhas de riso mas naquele estado não seriam precisas as mãos para lhe desimpedir o caminho até à minha parreca. Com um subtil subir de ancas fiz com que o seu pau teso me levantasse um pouco a saia expondo-lhe de novo a calcinha branca que o entesara na paragem e me deixava as nádegas redondinhas a descoberto. Ele não resistiu. Voltando a enlaçar-me com uma mão apertou-me contra si fazendo-me cobrir-lhe a zona púbica, e com a outra mão tirou rapidamente o caralho para fora. Empinei minhas costas mais um pouco, minha cabeça estava totalmente encostada ao varão, as moças perceberam algo incrédulas que eu ia ser possuída naquele local, o caralho dele estava completamente melado e quente como poucas vezes senti um caralho. Ele posicionou-o mesmo por baixo da rata afastando-me com ele o bocado de pano que a tapava. Esfregando minha vagina nele não o deixei logo meter, apetecia-me sentir o seu caralho fervendo beijando-me os lábios da minha entrada antes de o meter. Ele entendendo a mensagem esfregou-o nos meus lábios e no clítoris conduzindo-o com movimentos das pernas, comentando muito baixinho que estava bem molhadinha.
- Molhadinha quero eu ficar com o teu leitinho quentinho – respondi-lhe levantando a cabeça e aproximando-a da dele, lamentando Rui não poder ouvir tais comentários. Lembro-me de ele me ter dito que eu ia já ver como era ficar bem molhadinha com o banho que os seus tomates me iam dar, antes de começar a meter com um leve maneio das ancas. Não demorou muito a fazê-lo pois que deixando-me espetar nele lhe facilitei a entrada. As duas notando que eu acabara de ser encabada taparam a cara com as mãos para não se perceber que continham o riso mas o seu comportamento chamou a atenção dos passageiros em redor que agora assistiam a tudo. Felizmente que eram todos homens do povo e por isso ficaram deliciados com aquela sessão de sexo inesperada. Em todo o caso eu nem estava ligando para isso. Cerrando os dentes para não gemer pois a pila dele era grande e enterrava-ma até ao fundo, como uma boneca de mola ia e vinha nos movimentos daquela pila entrando e saindo da minha greta e fazendo-me um bem danado, desejando muito poder baixar-lhe totalmente as calças e sentir-lhe os balões batendo-me atrás enquanto me comia à cão. O que não daria para ver a cara de Rui naquele momento. O meu parceiro também reparara estarmos sendo observados mas como nenhuma das reacções era negativa passara as mãos sobre as minhas mamas como se me quisesse impedir de balancear e parecia até todo ufano por me foder na frente de tanta gente. As mamas são meu ponto erógeno por excelência. Aquele contacto das suas mãos fortes nelas ainda me excitou mais e o rapaz estava-se segurando bem. Não resisti a fazê-lo meter-me o caralho todo outra vez. Com um movimento um pouco mais para a frente fiz com que ele saísse todo fora, por momentos o caralho deve ter ficado à vista de todos pois as moças desviaram novamente a cara mas nada escandalizadas, enderecei-lhes novo piscar de olhos mas já o sujeito praguejando baixinho me puxara até ele espetando-mo agora de uma vez só o que me fez deixar escapar um gemido.
- Não me vais fugir outra vez – os seus braços envolveram-me o tronco enquanto sua pila recomeçava a socar-me com força por trás. Eu já não ia aguentar muito mais. Pedi-lhe que se viesse e percebi que o meu pedido não foi só ouvido por ele. Já passáramos a Portagem mas ele não parecia preocupado com isso. O autocarro ia cada vez mais vazio, Rui sentara-se num dos bancos laterais de perna cruzada e o blaser por cima delas, prova evidente de como estava com tesão, as duas amigas saíram em frente à Câmara rindo-se agora abertamente e quase tocando em nós mas a pica do homem alagando-se em sumo ainda dava em mim sem dó. Só se veio quando me sentiu atingir o orgasmo, esporrando-se profusamente e deixando-me como me tinha garantido toda molhada. Estávamos a chegar à Av. Sá da Bandeira. Juntando as coxas fiz deslocar a tira da minha calcinha para o local que a piça do sujeito desnudara.
- Foi a melhor viagem de autocarro que fiz até hoje e a melhor foda que dei – foram as palavras com que se despediu de mim, antes de sair desenfreado. Confesso que nem me apercebi se ele guardou a pila mas deve tê-lo feito pois não iria sair do autocarro com ela de fora.
- Puta! – chamou-me Rui quando saímos na nossa paragem, o pau inchadíssimo como já imaginava.
- Mirone – retorqui-lhe –consolas tanto os olhos vendo-me fodendo como a piça quando me fodes tu. Não é por ser puta que gostas tanto de me lamber a rata com o sumo dos outros? Ao menos agora que acabei de foder trago-a do jeito que tu gostas. Bem lubrificadinha para me dares um bom banho de língua que é coisa que és tão bom a fazer.
Lá por ser puta Rui não tinha nojo de me lamber a rata, bem pelo contrário, o facto de o ser ainda lhe dava mais gosto lamber-ma. Por isso logo esqueceu a humilhação sofrida e tratou de me encaminhar ainda antes de irmos jantar para um recanto do Jardim da Sereia onde me proporcionou um saboroso linguado enquanto ele batia uma punheta. Para a minha pássara que não conseguira nenhum cliente o dia não acabara nada mal e embora a minha carteira não pudesse dizer o mesmo eu sentia-me tão satisfeita como aquela, o que já não era nada mau.
Postado por
SANDRA SAFADA
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TRAIÇÔES DE UMA PUTA EM COIMBRA
sábado, 3 de julho de 2010
A NOITE EM QUE MEU NAMORADO ME FEZ UM MINETE DEPOIS DE EU TER TRANSADO COM TRÊS CLIENTES
Meu marido corno Rui já desde os tempos de namoro dizia que fora eu quem lhe tirara os três, o que de certo modo é verdade. Não só lhe proporcionei experiências sexuais que ele nunca sonhou antes de andar comigo, como sou a primeira mulher que ele comeu sem pagar, além de ter sido a primeira a fazer-lhe um broche. A acrescentar a isto fui eu quem lhe inaugurou o cu com um vibrador e lhe fiz apanhar nele com um sarrafo de verdade para satisfazer uma fantasia minha. E se foi na minha rata que Rui aprendeu a fazer minetes, matéria em que talvez para compensar sua pila curta ele é perito, foi também nela que a sua boca provou pela primeira vez o gosto amargo e salgado da esporra dos homens que nessa tarde nela tinham entrado antes dele.
Em Coimbra como já contei, e enquanto com Rui cursava Direito, fiz do aluguer do meu corpo a principal fonte de sustento, servindo de garota de programa a clientes que me contratavam, ainda que não desdenhasse fazer a rua nos tempos livres quando escasseavam aqueles. Habitualmente meu poiso de engate era no Parque João Braga onde mais tarde apareceram os prostitutos gay, e a zona da estação de Coimbra B. Habitualmente a foda dava-se no carro, num local discreto ou se o cliente quisesse, por mais 200 escudos cada quarto de hora, numa pensãozinha de putas da baixinha coimbrã onde eu tinha trato com a gerente, como todas as putas das imediações. Como até meados dos anos 80 a SIDA não se instalara em Portugal e nos parecia bastante distante, a maioria das relações eram feitas sem preservativo e pelo menos, quando o cliente optava pela pensão sempre tinha água para me lavar, mas como na maioria das vezes a transa dava-se no carro, eu trazia sempre comigo na carteira um maço de guardanapos para me limpar mal o serviço ficava feito. Acreditem ou não, nunca apanhei doença nenhuma.
Quando comecei a namorar com Rui, como este não se importasse da vida que eu levava, antes se entesava mais com ela, eu para o manter ainda mais interessado em mim sugeri que me acompanhasse nos meus momentos de engate e se mostrasse como meu chulo de modo a acautelar quem viesse com segundas intenções. Comecei então a notar que sempre que eu vinha de transar num carro, ele acercava-se de mim dando-me um beijo mais prolongado na boca com o seu caralhito insuflado exibindo nas calças os seus apenas 11 cms de tesão que ele sem tentar disfarçar procurava esfregar nas minhas coxas, perguntando-me se tinha a cona limpa. Nunca me pediu para não me limpar antes de ir ter com ele mas eu bem via a sua desilusão com a invariável resposta que lhe dava, que era a de não gostar de andar pingando langonha de macho desconhecido pelas pernas abaixo após uma trepada. Na rua não se ganhava mal mas expunha-me muito numa cidade pequena como Coimbra e que vive exclusivamente da Universidade. Se a senhoria que alugava quartos a meninas estudantes soubesse da minha dupla condição expulsar-me-ia de casa e não arranjaria um quarto decente para morar. Procurava assim sair de casa o mais menina para casar possível só me atrevendo a colocar meus adereços de mulher pública bem longe. Minha fama e proveito de puta eram apesar disso sobejamente conhecidos por parte da malta estudantil e redobraram quando comecei a exercer meu part-time mais assiduamente naqueles dois locais. A coisa chegou a um ponto que alguns colegas do meu curso, cada vez em maior número, chegavam a dirigir-se todas as noites aos meus locais de eleição só para me verem angariando clientes e atirando-me frases do género, nunca Coimbra ter visto uma futura doutora pagando o curso na rua com o buraco com que nascera. Já que eu estava habituada a vender-me em carros Rui sugeriu-me então que me mudasse para a Pedrulha nem que fosse por uns tempos, zona que segundo ele devia ser boa para me prostituir pois que era uma área de passagem de muitos camionistas. Aceitei tal sugestão embora ela implicasse passar a ser puta de tarde em vez de o ser à noite como até então. No entanto no primeiro dia as coisas não correram bem pois não arranjei nenhum cliente. Como aquela não era uma zona habitual de putas os automobilistas que passavam olhavam para mim surpreendidos como se interrogando-se se eu o seria de facto apesar de estar na berma da estrada de carteira a tiracolo, a saia pelo joelho e umas botas pretas de cano alto, e até por duas ou três vezes tivesse levantado a saia e exposto a calcinha branca de modo a aguçar-lhes o apetite para a passarinha que se escondia por baixo dela. Mas no segundo dia já devia ter corrido a notícia entre os profissionais do volante de que uma moça de maus costumes viera tentar ganhar a vida para a estrada da Pedrulha porque nem há um quarto de hora chegáramos e já um camionista TIR parava ao pé de mim e me perguntou o que eu fazia.
- Depende do que quiseres pagar, filho – respondi-lhe falando o mais possível como uma puta calejada pois é isso que os homens querem quando procuram uma profissional do sexo – Por 500 paus abro-te as pernas e por mais 200 ainda te faço uma mamada. Só mamada é que não dá, pois não estou para entrar no carro só para ganhar 2 pintores.
O indivíduo aparentava andar nos 40, faixa etária que mais apreciava nos clientes, era entroncado como a maioria dos camionistas, barba por fazer e o rosto algo suado. Mas suas mãos e dedos eram grossos e compridos o que identifico logo como homem de ferramenta grande e me fez logo desejar muito que me contratasse. O sujeito disse-me que me pagaria os 500 paus da trepada desde que fosse ao natural o que aceitei, não sem antes lhe ter sinalizado Rui a uns 200 metros de distância fazendo-lhe um aceno com a mão que ele correspondeu.
- Tenho a certeza que não vais tentar nada de mal, mas só para que saibas aquele é o meu homem e se eu não voltar no máximo dentro de 20 minutos ele vai comunicar a matrícula do teu camião à polícia.
Arrancámos e parámos um pouco mais à frente num caminho recuado da estrada principal.
- O dinheiro - pedi-lhe e ele passou-me uma nota de 500. Como o camião fazia longas viagens tinha na parte de trás da carlinga um beliche onde pediu para me deitar tendo previamente corrido as cortinas das janelas. Ficou algo escuro mas mesmo assim deu bem para ver quando ele de pé sobre mim baixou suas calças e cuecas e me mostrou um bastão enorme e grossíssimo cuja pele da glande infelizmente não fora cortada mas ainda assim de consolar a vista a uma mulher como eu, puta e com namorado tão mal servido daquela peça. Como ia ser paga para o aliviar procurei não lhe demonstrar a alegria que sentia por ir apanhar com o seu caralho mas a minha vontade foi cair imediatamente nele de queixos e dar-lhe logo para começar uma valente trombada com a boca mesmo sem receber os 200 escudos extra. Contive-me porém ainda que ele se deva ter apercebido do meu brilho nos olhos quando me mostrou o piçalho pois me perguntou com um sorriso malicioso enquanto se punheteava um pouco para o deixar mais duro:
- Gostas deles grandes, não gostas minha putazinha gordinha? Ainda bem para ti embora o teu próximo cliente se possa vir a queixar disso. Só é pena não teres de certeza a cona tão apertada como eu gostaria que tivesses.
Bem é claro que muito apertada não a tinha, ou não apanhasse nela desde os 14. Mas nem era preciso pois aquela tora inchada era bem capaz de ma preencher por mais aberta que ela estivesse.
- Estou a pegar no trabalho agora, és o primeiro cliente – disse-lhe.
- Então vou-te abrir a cona mais um bocado antes de te meter o cacete – e enquanto se masturbava com uma mão introduzia-me o dedo anelar no grelo com a outra o que me fez ficar húmida.
- Põe os marmelos fora do cesto, gordinha – pediu-me então. Nem pensei como uma boa profissional dizendo-lhe que marmelos, tal como o broche, eram um extra que teria de ser pago por fora, antes desapertei o decote da blusa e os tirei prontamente para fora. Sua mão parando de se punhetear acariciou-me os mamilos, por vezes suavemente por vezes de uma forma mais brusca até os deixar empinados, altura em que tirando o seu dedo húmido me mandou envolver-lhe o pau com as mãos e metê-lo dentro de mim.
- Ooooohhh, que bom, disse ele, a cona da minha mulher não me sabe tão bem como a tua, e eu tive alguma pena de aquela ser uma relação comercial pois me apetecia cavalgar toda naquele bacamarte e dizer-lhe que também a mim sua pila estava-me sabendo lindamente. Obviamente não o disse pois não sabia qual seria sua reacção, mas procurando não dar muito nas vistas saboreei da melhor maneira aquela penetração conseguindo mesmo vir-me quando a ele, embora não o demonstrasse. Despejados os tomates o fulano não esteve com meias medidas e limpando o pirilau nas próprias cuecas puxou-as para cima mas eu habituada pelo menos ao guardanapo de papel só agora verificava que o maço dos mesmos ficara no bolso do casaco do meu meia pila que a esta hora já estava com ela toda em pé e sequioso por bater uma punheta só de imaginar-me fodendo com outro. E de facto quando o camionista me transportou no limite dos vinte minutos ao local onde me engatara, a pila minúscula do corno estava perfeitamente desenhada no chumaço das calças.
- Chega-me um guardanapo que esqueci-me deles na carteira – pedi-lhe.
- Não te limpaste ainda, Sandrinha?
- Não.
Rui chegou-me um guardanapo mas a sua picinha não parava de balouçar nas calças levando-me a recear que se esporrasse todo nelas. Como aquele era um sítio sem casas e de momento não passassem carros meti a mão por baixo da saia para me limpar mas Rui implorou-me:
- Sandrinha, querida, meu amor, por favor não te limpes, deixa-me ser eu a fazer-to.
- Não sabia que o meu piça curta além de cornudo também tinha vocação para kleenex. Tinhas mais proveito se em vez de me limpares a pachacha com um guardanapo o fizesses com a língua já que isso é coisa que os clientes não gostam de nos fazer e eu aprecio tanto – contrapus-lhe rindo-me e tais palavras ainda o puseram mais excitado. Mas é claro que não me importava nada que mo fizesse, pois sempre adorei todas as suas provas de submissão. Notei contudo que Rui não metia o guardanapo no canal do rego, apenas se limitando a limpar-me os lábios e a parte exterior da vulva apesar de me ter sentado num marco quilométrico com as pernas bem abertas para lhe facilitar a tarefa. Compreendi que Rui tinha algo em mente para o final do dia mas quando ele terminou e lhe fiz ver que sentia a parreca ainda com muita esporra apenas me retorquiu que dessa forma ela estaria mais apta a levar com os cacetes que ainda iriam aparecer. E ele mesmo me puxou a calcinha para cima dizendo que gostaria de a ver pingada do leitinho dos homens que ainda me iriam comer nessa tarde, acrescentando:
- Já que não te posso ver apanhando dos clientes ao menos consolo o olhar com os vestígios que eles te deixaram.
E eu que sempre apreciei muito humilhá-lo por causa da sua reduzida ferramenta genital aproveitei logo a deixa:
- Isso, consola-te com as evidências da tua condição de corno, que os teus minúsculos colhõezinhos nunca serão capazes de me dar uma esporradela como a que acabei de levar.
Nessa tarde levei ainda mais duas esporradelas, com intervalos de cerca de uma hora entre cada uma delas, embora não tenha voltado a ter mais nenhum orgasmo. O segundo cliente, outro camionista que me comeu no mesmo sítio do primeiro quis os dois pratos que eu disponibilizava, e o terceiro, um rapaz num Toyota Corola, que tal como o primeiro se contentou apenas em ir-me ao pito. Rui não fizera tenção de me entregar o maço de guardanapos e eu também não lho pedi pois apesar de gostar de ser cruel com ele sempre respeitei muito suas taras. O resultado foi que sempre que acabava de foder com um cliente e este me devolvia ao local de trabalho meu namoradinho lá vinha a correr limpar-me a pássara, ainda que mais externa do que interiormente, com tanto tesão como se se preparasse para ma ir comer, guardando de seguida o guardanapo besuntado no bolso que ia cheirando de vez em quando. E o meu corpo cheirando a suor de homem, a esporra, a tabaco e a odor masculino por sobre o meu próprio odor o deixavam excitadíssimo.
A tarde entretanto punha-se e como o pecúlio obtido naquele segundo dia na Pedrulha fosse bom decidimos vir embora. Rui convidou-me então para jantar numa tasquinha das redondezas e apesar dos meus lucros insistiu em ser ele a pagar o jantar. Quando apanhamos o autocarro que nos trouxe de volta a Coimbra disse-me abrindo as pernas e mostrando-me o efeito que o ver-me trabalhando lhe provocara no caralhito:
- Sandrinha, trago os colhões cheios e a culpa é tua. O cheiro das tuas fodas deixou-me cheio de tesão. Não me vais deixar tocar ao bicho sozinho, pois não?
Argumentei que era uma puta para os outros, não para ele, com ele só fodia quando tinha tesão e já gozara nessa tarde. Além disso dar para três não era brincadeira, minha rata estava mole como gelatina pois os três cacetes que nela tinham entrado eram todos avantajados pelo que só me apetecia tomar um banho e deitar-me. Além do mais como não era final de semana a senhoria dele estava em casa e tanto ela como a minha proibiam taxativamente a entrada de visitas no quarto a pessoas de outro sexo. Assim sendo, e como ele não o queria fazer sozinho só se quisesse que eu lhe tocasse uma punheta na rua antes de ir para casa. Mas Rui tinha outros planos. Já que não podíamos dormir juntos no nosso quarto ele propunha-se alugar um nessa noite numa residencial modesta garantindo-me que se não fosse essa minha vontade eu não precisaria de fazer amor com ele que ele se aliviaria de outro jeito qualquer, como era aliás seu costume. A sua vontade era tanta e como para mim tanto fizesse dormir num sítio ou noutro acedi e o meu namorado corninho alugou então um quarto numa pensão próxima do Arco de Almedina. Quando entramos no quarto expressei minha vontade em tomar um duche mas ele farejando-me o corpo, as roupas e o entre – pernas como um cão, pediu-me que não o fizesse.
- Cheiras a sexo que tresandas – disse-me - ainda cheiras mais a sexo que habitualmente apesar de passares a vida na esquina fodendo com todos, minha adorada putinha, e só pode ser porque vens toda lambuzada com a esporra dos clientes. Quero esvaziar os meus colhões e verter todo o leitinho que trago na piça sentindo o cheiro das piças dos outros e do suor deles e da esporra que eles te deixaram no pito, querida Sandrinha, já que nada me dá mais tesão do que saber-te bem puta.
Sua piroca parecia querer romper-lhe as calças, devia estar agora com 12 ou 13 cms que é o tamanho maior que consegue alcançar no máximo da sua virilidade. Eu ria-me muito mas estava bastante contente com aquilo pois enquanto ele me quisesse puta era sinal que o poderia encornar à vontade. Despimo-nos então e antes de nos metermos na cama assim pelados, eu vendo-lhe a pila mais avantajada do que o costume voltei a escarnecer dela:
- Vejo que o facto de eu foder com outros te faz crescer o piçalho. Se me garantires que ele vai crescer sempre até atingir o tamanho que eu gosto que tenha a piça de um homem, então juro que faço de ti o maior cornudo à face da Terra. Só é pena os teus tomates não crescerem da mesma forma já que depois das três aleitadelas que levei na Pedrulha a tua nem para uma chupetinha vai dar.
O pau de Rui não amolece com tais ditos, antes se enrijece mais. Com o pau em riste pediu-me a calcinha bastante humedecida pelo gozo dos clientes esfregando-a na minha parreca, mamas e corpo antes de a cheirar com sofreguidão dizendo que era para o meu corpo e o seu ficarem bem impregnados com o cheiro deles. E como ele esfregava com gosto seu rosto na minha calcinha até o deixar reluzente com os restos da esporra que ela continha.
- Adoro o teu pito assim arrombado e peganhoso pelas piças dos outros – exclamava deleitado. E eu volvia-lhe:
- Isso é porque não tens uma piça decente para cobrir uma mulher, meia pila. E já que gostas tanto de te lambuzares com a langonha que os outros deixaram na minha pássara arrombada dá-lhe ao menos um bom banho de língua para me recompensares pelo tesão que os pares de cornos que te meto te provocam.
Não foi preciso dizer-lhe mais nada. Rui é um bom focinheiro e prontamente mergulhou de cabeça no meu entre – pernas. E aí sim, sua língua penetrou-me profundamente no meu grelinho, sorvendo com prazer os restos de esporra desconhecida que ainda lá se encontravam grudados às paredes vaginais. Depois da piroca avantajada do primeiro cliente da tarde aquele era o meu segundo melhor momento do dia e eu para o tornar ainda melhor continuava escarnecendo do seu dote dizendo-lhe que era por ele ter um penduricalho tão escassamente provido que preferia mais ser coçada pela sua língua.
- Isso meu corninho de pila minguada, lambe-me bem o grelo que o tenho cheio da esporra salgada de três piças bem mais avantajadas do que a tua. Prova-a que minha greta também a prova todos os dias. É graças a leite como esse de homens que pagam para me comer que tens esse lindo par de cornos na cabeça que enquanto eu tiver vagina para alugar nunca te há-de parar de crescer – a pila dele estava rebentando como meus pés que não paravam de se esfregar nela bem o notavam, tão cheia de líquido seminal se achava. Ameacei-o: - Se sujas os lençóis faço-tos limpar com a língua. Pode ser que quentinho e acabado de tirar o aprecies mais.
Mas Rui conteve-se e não sujou os lençóis e passado algum tempo quem se vinha na língua dele era eu como me viera no caralho do camionista, desaguando nela os sucos do meu prazer e os restos do prazer dos três clientes. Mas o corno continuava com os colhõezitos inchados.
- Pelo menos, Sandrinha, toca-me uma punheta ou então deixa-me ir-te ao pito – pediu-me com o habitual tom suplicante. Mas eu, satisfeita como estava com ele, crispando os dedos da minha mão sobre a palma e fazendo um pequeno buraquinho fundo decidi começar por lhe dar outra coisa.
- Tenho o pito tão aberto com as três arrombadelas que levei que nem sentiria uma pilinha tão pequenina como a tua entrando nele. Mete-a antes no buraquinho da palma da minha mão que está muito mais apertado e é por isso muito mais indicado para uma meia piça como a tua.
Rui não esperou que lho dissesse segunda vez e meteu ali como se me estivesse metendo na greta. Seus bagozitos rugosos e bem suados batiam-me nas costas da mão e voltavam a fazer-me despertar-me os calores. Ele socava-me com força.
- Sim – estimulava-o eu – na verdade não passas de um meia pila, mas ao menos tem-la dura e não és um esporra fácil como alguns que conheço.
Mas ele estava no limite da resistência. Sua pila pulsando com cada vez mais força no interior daquele buraquinho improvisado anunciava uma ejaculação iminente. Já há uns dias que não lhe fazia despejar os guizos e por isso a esporradela ia ser considerável. Apesar de já ter levado a minha conta diária dela achei que era uma pena desperdiçar tal leitinho nos lençóis da pensão.
- Saiu-te a sorte grande ó pila de gato, não vais só sentir o cheiro da minha cona – disse-lhe abrindo as pernas e entrelaçando-as nas dele – nem vai ser só a tua língua a provar o gozo dos meus clientes, a tua pila que mal se vê também. Vê ao menos se lhe dás uma esporrradela o mais parecida com o que uma puta como eu está habituada a apanhar.
Rui nem queria acreditar mas aproveitou a oportunidade que lhe oferecia para me montar, pois como ele mesmo dizia foi esse sempre o homem que menos beneficiou da minha condição de moça muito dada. E posso-lhes dizer que quando se veio, sua esporradela não ficou muito longe de nenhuma das outras anteriores.Depois desta vez, e algo esporadicamente Rui voltou a fazer-me mais minetes com a pássara bem melada da langonha dos meus clientes ou amantes de ocasião. Mas o que ele nunca mais perdeu ocasião foi a de usar o guardanapo de papel nas minhas partes íntimas quando dou para outro e ele está presente. Imaginem por isso a frustração que passou a sentir quando a prudência me começou a exigir o uso da camisinha nas minhas relações comerciais.
Em Coimbra como já contei, e enquanto com Rui cursava Direito, fiz do aluguer do meu corpo a principal fonte de sustento, servindo de garota de programa a clientes que me contratavam, ainda que não desdenhasse fazer a rua nos tempos livres quando escasseavam aqueles. Habitualmente meu poiso de engate era no Parque João Braga onde mais tarde apareceram os prostitutos gay, e a zona da estação de Coimbra B. Habitualmente a foda dava-se no carro, num local discreto ou se o cliente quisesse, por mais 200 escudos cada quarto de hora, numa pensãozinha de putas da baixinha coimbrã onde eu tinha trato com a gerente, como todas as putas das imediações. Como até meados dos anos 80 a SIDA não se instalara em Portugal e nos parecia bastante distante, a maioria das relações eram feitas sem preservativo e pelo menos, quando o cliente optava pela pensão sempre tinha água para me lavar, mas como na maioria das vezes a transa dava-se no carro, eu trazia sempre comigo na carteira um maço de guardanapos para me limpar mal o serviço ficava feito. Acreditem ou não, nunca apanhei doença nenhuma.
Quando comecei a namorar com Rui, como este não se importasse da vida que eu levava, antes se entesava mais com ela, eu para o manter ainda mais interessado em mim sugeri que me acompanhasse nos meus momentos de engate e se mostrasse como meu chulo de modo a acautelar quem viesse com segundas intenções. Comecei então a notar que sempre que eu vinha de transar num carro, ele acercava-se de mim dando-me um beijo mais prolongado na boca com o seu caralhito insuflado exibindo nas calças os seus apenas 11 cms de tesão que ele sem tentar disfarçar procurava esfregar nas minhas coxas, perguntando-me se tinha a cona limpa. Nunca me pediu para não me limpar antes de ir ter com ele mas eu bem via a sua desilusão com a invariável resposta que lhe dava, que era a de não gostar de andar pingando langonha de macho desconhecido pelas pernas abaixo após uma trepada. Na rua não se ganhava mal mas expunha-me muito numa cidade pequena como Coimbra e que vive exclusivamente da Universidade. Se a senhoria que alugava quartos a meninas estudantes soubesse da minha dupla condição expulsar-me-ia de casa e não arranjaria um quarto decente para morar. Procurava assim sair de casa o mais menina para casar possível só me atrevendo a colocar meus adereços de mulher pública bem longe. Minha fama e proveito de puta eram apesar disso sobejamente conhecidos por parte da malta estudantil e redobraram quando comecei a exercer meu part-time mais assiduamente naqueles dois locais. A coisa chegou a um ponto que alguns colegas do meu curso, cada vez em maior número, chegavam a dirigir-se todas as noites aos meus locais de eleição só para me verem angariando clientes e atirando-me frases do género, nunca Coimbra ter visto uma futura doutora pagando o curso na rua com o buraco com que nascera. Já que eu estava habituada a vender-me em carros Rui sugeriu-me então que me mudasse para a Pedrulha nem que fosse por uns tempos, zona que segundo ele devia ser boa para me prostituir pois que era uma área de passagem de muitos camionistas. Aceitei tal sugestão embora ela implicasse passar a ser puta de tarde em vez de o ser à noite como até então. No entanto no primeiro dia as coisas não correram bem pois não arranjei nenhum cliente. Como aquela não era uma zona habitual de putas os automobilistas que passavam olhavam para mim surpreendidos como se interrogando-se se eu o seria de facto apesar de estar na berma da estrada de carteira a tiracolo, a saia pelo joelho e umas botas pretas de cano alto, e até por duas ou três vezes tivesse levantado a saia e exposto a calcinha branca de modo a aguçar-lhes o apetite para a passarinha que se escondia por baixo dela. Mas no segundo dia já devia ter corrido a notícia entre os profissionais do volante de que uma moça de maus costumes viera tentar ganhar a vida para a estrada da Pedrulha porque nem há um quarto de hora chegáramos e já um camionista TIR parava ao pé de mim e me perguntou o que eu fazia.
- Depende do que quiseres pagar, filho – respondi-lhe falando o mais possível como uma puta calejada pois é isso que os homens querem quando procuram uma profissional do sexo – Por 500 paus abro-te as pernas e por mais 200 ainda te faço uma mamada. Só mamada é que não dá, pois não estou para entrar no carro só para ganhar 2 pintores.
O indivíduo aparentava andar nos 40, faixa etária que mais apreciava nos clientes, era entroncado como a maioria dos camionistas, barba por fazer e o rosto algo suado. Mas suas mãos e dedos eram grossos e compridos o que identifico logo como homem de ferramenta grande e me fez logo desejar muito que me contratasse. O sujeito disse-me que me pagaria os 500 paus da trepada desde que fosse ao natural o que aceitei, não sem antes lhe ter sinalizado Rui a uns 200 metros de distância fazendo-lhe um aceno com a mão que ele correspondeu.
- Tenho a certeza que não vais tentar nada de mal, mas só para que saibas aquele é o meu homem e se eu não voltar no máximo dentro de 20 minutos ele vai comunicar a matrícula do teu camião à polícia.
Arrancámos e parámos um pouco mais à frente num caminho recuado da estrada principal.
- O dinheiro - pedi-lhe e ele passou-me uma nota de 500. Como o camião fazia longas viagens tinha na parte de trás da carlinga um beliche onde pediu para me deitar tendo previamente corrido as cortinas das janelas. Ficou algo escuro mas mesmo assim deu bem para ver quando ele de pé sobre mim baixou suas calças e cuecas e me mostrou um bastão enorme e grossíssimo cuja pele da glande infelizmente não fora cortada mas ainda assim de consolar a vista a uma mulher como eu, puta e com namorado tão mal servido daquela peça. Como ia ser paga para o aliviar procurei não lhe demonstrar a alegria que sentia por ir apanhar com o seu caralho mas a minha vontade foi cair imediatamente nele de queixos e dar-lhe logo para começar uma valente trombada com a boca mesmo sem receber os 200 escudos extra. Contive-me porém ainda que ele se deva ter apercebido do meu brilho nos olhos quando me mostrou o piçalho pois me perguntou com um sorriso malicioso enquanto se punheteava um pouco para o deixar mais duro:
- Gostas deles grandes, não gostas minha putazinha gordinha? Ainda bem para ti embora o teu próximo cliente se possa vir a queixar disso. Só é pena não teres de certeza a cona tão apertada como eu gostaria que tivesses.
Bem é claro que muito apertada não a tinha, ou não apanhasse nela desde os 14. Mas nem era preciso pois aquela tora inchada era bem capaz de ma preencher por mais aberta que ela estivesse.
- Estou a pegar no trabalho agora, és o primeiro cliente – disse-lhe.
- Então vou-te abrir a cona mais um bocado antes de te meter o cacete – e enquanto se masturbava com uma mão introduzia-me o dedo anelar no grelo com a outra o que me fez ficar húmida.
- Põe os marmelos fora do cesto, gordinha – pediu-me então. Nem pensei como uma boa profissional dizendo-lhe que marmelos, tal como o broche, eram um extra que teria de ser pago por fora, antes desapertei o decote da blusa e os tirei prontamente para fora. Sua mão parando de se punhetear acariciou-me os mamilos, por vezes suavemente por vezes de uma forma mais brusca até os deixar empinados, altura em que tirando o seu dedo húmido me mandou envolver-lhe o pau com as mãos e metê-lo dentro de mim.
- Ooooohhh, que bom, disse ele, a cona da minha mulher não me sabe tão bem como a tua, e eu tive alguma pena de aquela ser uma relação comercial pois me apetecia cavalgar toda naquele bacamarte e dizer-lhe que também a mim sua pila estava-me sabendo lindamente. Obviamente não o disse pois não sabia qual seria sua reacção, mas procurando não dar muito nas vistas saboreei da melhor maneira aquela penetração conseguindo mesmo vir-me quando a ele, embora não o demonstrasse. Despejados os tomates o fulano não esteve com meias medidas e limpando o pirilau nas próprias cuecas puxou-as para cima mas eu habituada pelo menos ao guardanapo de papel só agora verificava que o maço dos mesmos ficara no bolso do casaco do meu meia pila que a esta hora já estava com ela toda em pé e sequioso por bater uma punheta só de imaginar-me fodendo com outro. E de facto quando o camionista me transportou no limite dos vinte minutos ao local onde me engatara, a pila minúscula do corno estava perfeitamente desenhada no chumaço das calças.
- Chega-me um guardanapo que esqueci-me deles na carteira – pedi-lhe.
- Não te limpaste ainda, Sandrinha?
- Não.
Rui chegou-me um guardanapo mas a sua picinha não parava de balouçar nas calças levando-me a recear que se esporrasse todo nelas. Como aquele era um sítio sem casas e de momento não passassem carros meti a mão por baixo da saia para me limpar mas Rui implorou-me:
- Sandrinha, querida, meu amor, por favor não te limpes, deixa-me ser eu a fazer-to.
- Não sabia que o meu piça curta além de cornudo também tinha vocação para kleenex. Tinhas mais proveito se em vez de me limpares a pachacha com um guardanapo o fizesses com a língua já que isso é coisa que os clientes não gostam de nos fazer e eu aprecio tanto – contrapus-lhe rindo-me e tais palavras ainda o puseram mais excitado. Mas é claro que não me importava nada que mo fizesse, pois sempre adorei todas as suas provas de submissão. Notei contudo que Rui não metia o guardanapo no canal do rego, apenas se limitando a limpar-me os lábios e a parte exterior da vulva apesar de me ter sentado num marco quilométrico com as pernas bem abertas para lhe facilitar a tarefa. Compreendi que Rui tinha algo em mente para o final do dia mas quando ele terminou e lhe fiz ver que sentia a parreca ainda com muita esporra apenas me retorquiu que dessa forma ela estaria mais apta a levar com os cacetes que ainda iriam aparecer. E ele mesmo me puxou a calcinha para cima dizendo que gostaria de a ver pingada do leitinho dos homens que ainda me iriam comer nessa tarde, acrescentando:
- Já que não te posso ver apanhando dos clientes ao menos consolo o olhar com os vestígios que eles te deixaram.
E eu que sempre apreciei muito humilhá-lo por causa da sua reduzida ferramenta genital aproveitei logo a deixa:
- Isso, consola-te com as evidências da tua condição de corno, que os teus minúsculos colhõezinhos nunca serão capazes de me dar uma esporradela como a que acabei de levar.
Nessa tarde levei ainda mais duas esporradelas, com intervalos de cerca de uma hora entre cada uma delas, embora não tenha voltado a ter mais nenhum orgasmo. O segundo cliente, outro camionista que me comeu no mesmo sítio do primeiro quis os dois pratos que eu disponibilizava, e o terceiro, um rapaz num Toyota Corola, que tal como o primeiro se contentou apenas em ir-me ao pito. Rui não fizera tenção de me entregar o maço de guardanapos e eu também não lho pedi pois apesar de gostar de ser cruel com ele sempre respeitei muito suas taras. O resultado foi que sempre que acabava de foder com um cliente e este me devolvia ao local de trabalho meu namoradinho lá vinha a correr limpar-me a pássara, ainda que mais externa do que interiormente, com tanto tesão como se se preparasse para ma ir comer, guardando de seguida o guardanapo besuntado no bolso que ia cheirando de vez em quando. E o meu corpo cheirando a suor de homem, a esporra, a tabaco e a odor masculino por sobre o meu próprio odor o deixavam excitadíssimo.
A tarde entretanto punha-se e como o pecúlio obtido naquele segundo dia na Pedrulha fosse bom decidimos vir embora. Rui convidou-me então para jantar numa tasquinha das redondezas e apesar dos meus lucros insistiu em ser ele a pagar o jantar. Quando apanhamos o autocarro que nos trouxe de volta a Coimbra disse-me abrindo as pernas e mostrando-me o efeito que o ver-me trabalhando lhe provocara no caralhito:
- Sandrinha, trago os colhões cheios e a culpa é tua. O cheiro das tuas fodas deixou-me cheio de tesão. Não me vais deixar tocar ao bicho sozinho, pois não?
Argumentei que era uma puta para os outros, não para ele, com ele só fodia quando tinha tesão e já gozara nessa tarde. Além disso dar para três não era brincadeira, minha rata estava mole como gelatina pois os três cacetes que nela tinham entrado eram todos avantajados pelo que só me apetecia tomar um banho e deitar-me. Além do mais como não era final de semana a senhoria dele estava em casa e tanto ela como a minha proibiam taxativamente a entrada de visitas no quarto a pessoas de outro sexo. Assim sendo, e como ele não o queria fazer sozinho só se quisesse que eu lhe tocasse uma punheta na rua antes de ir para casa. Mas Rui tinha outros planos. Já que não podíamos dormir juntos no nosso quarto ele propunha-se alugar um nessa noite numa residencial modesta garantindo-me que se não fosse essa minha vontade eu não precisaria de fazer amor com ele que ele se aliviaria de outro jeito qualquer, como era aliás seu costume. A sua vontade era tanta e como para mim tanto fizesse dormir num sítio ou noutro acedi e o meu namorado corninho alugou então um quarto numa pensão próxima do Arco de Almedina. Quando entramos no quarto expressei minha vontade em tomar um duche mas ele farejando-me o corpo, as roupas e o entre – pernas como um cão, pediu-me que não o fizesse.
- Cheiras a sexo que tresandas – disse-me - ainda cheiras mais a sexo que habitualmente apesar de passares a vida na esquina fodendo com todos, minha adorada putinha, e só pode ser porque vens toda lambuzada com a esporra dos clientes. Quero esvaziar os meus colhões e verter todo o leitinho que trago na piça sentindo o cheiro das piças dos outros e do suor deles e da esporra que eles te deixaram no pito, querida Sandrinha, já que nada me dá mais tesão do que saber-te bem puta.
Sua piroca parecia querer romper-lhe as calças, devia estar agora com 12 ou 13 cms que é o tamanho maior que consegue alcançar no máximo da sua virilidade. Eu ria-me muito mas estava bastante contente com aquilo pois enquanto ele me quisesse puta era sinal que o poderia encornar à vontade. Despimo-nos então e antes de nos metermos na cama assim pelados, eu vendo-lhe a pila mais avantajada do que o costume voltei a escarnecer dela:
- Vejo que o facto de eu foder com outros te faz crescer o piçalho. Se me garantires que ele vai crescer sempre até atingir o tamanho que eu gosto que tenha a piça de um homem, então juro que faço de ti o maior cornudo à face da Terra. Só é pena os teus tomates não crescerem da mesma forma já que depois das três aleitadelas que levei na Pedrulha a tua nem para uma chupetinha vai dar.
O pau de Rui não amolece com tais ditos, antes se enrijece mais. Com o pau em riste pediu-me a calcinha bastante humedecida pelo gozo dos clientes esfregando-a na minha parreca, mamas e corpo antes de a cheirar com sofreguidão dizendo que era para o meu corpo e o seu ficarem bem impregnados com o cheiro deles. E como ele esfregava com gosto seu rosto na minha calcinha até o deixar reluzente com os restos da esporra que ela continha.
- Adoro o teu pito assim arrombado e peganhoso pelas piças dos outros – exclamava deleitado. E eu volvia-lhe:
- Isso é porque não tens uma piça decente para cobrir uma mulher, meia pila. E já que gostas tanto de te lambuzares com a langonha que os outros deixaram na minha pássara arrombada dá-lhe ao menos um bom banho de língua para me recompensares pelo tesão que os pares de cornos que te meto te provocam.
Não foi preciso dizer-lhe mais nada. Rui é um bom focinheiro e prontamente mergulhou de cabeça no meu entre – pernas. E aí sim, sua língua penetrou-me profundamente no meu grelinho, sorvendo com prazer os restos de esporra desconhecida que ainda lá se encontravam grudados às paredes vaginais. Depois da piroca avantajada do primeiro cliente da tarde aquele era o meu segundo melhor momento do dia e eu para o tornar ainda melhor continuava escarnecendo do seu dote dizendo-lhe que era por ele ter um penduricalho tão escassamente provido que preferia mais ser coçada pela sua língua.
- Isso meu corninho de pila minguada, lambe-me bem o grelo que o tenho cheio da esporra salgada de três piças bem mais avantajadas do que a tua. Prova-a que minha greta também a prova todos os dias. É graças a leite como esse de homens que pagam para me comer que tens esse lindo par de cornos na cabeça que enquanto eu tiver vagina para alugar nunca te há-de parar de crescer – a pila dele estava rebentando como meus pés que não paravam de se esfregar nela bem o notavam, tão cheia de líquido seminal se achava. Ameacei-o: - Se sujas os lençóis faço-tos limpar com a língua. Pode ser que quentinho e acabado de tirar o aprecies mais.
Mas Rui conteve-se e não sujou os lençóis e passado algum tempo quem se vinha na língua dele era eu como me viera no caralho do camionista, desaguando nela os sucos do meu prazer e os restos do prazer dos três clientes. Mas o corno continuava com os colhõezitos inchados.
- Pelo menos, Sandrinha, toca-me uma punheta ou então deixa-me ir-te ao pito – pediu-me com o habitual tom suplicante. Mas eu, satisfeita como estava com ele, crispando os dedos da minha mão sobre a palma e fazendo um pequeno buraquinho fundo decidi começar por lhe dar outra coisa.
- Tenho o pito tão aberto com as três arrombadelas que levei que nem sentiria uma pilinha tão pequenina como a tua entrando nele. Mete-a antes no buraquinho da palma da minha mão que está muito mais apertado e é por isso muito mais indicado para uma meia piça como a tua.
Rui não esperou que lho dissesse segunda vez e meteu ali como se me estivesse metendo na greta. Seus bagozitos rugosos e bem suados batiam-me nas costas da mão e voltavam a fazer-me despertar-me os calores. Ele socava-me com força.
- Sim – estimulava-o eu – na verdade não passas de um meia pila, mas ao menos tem-la dura e não és um esporra fácil como alguns que conheço.
Mas ele estava no limite da resistência. Sua pila pulsando com cada vez mais força no interior daquele buraquinho improvisado anunciava uma ejaculação iminente. Já há uns dias que não lhe fazia despejar os guizos e por isso a esporradela ia ser considerável. Apesar de já ter levado a minha conta diária dela achei que era uma pena desperdiçar tal leitinho nos lençóis da pensão.
- Saiu-te a sorte grande ó pila de gato, não vais só sentir o cheiro da minha cona – disse-lhe abrindo as pernas e entrelaçando-as nas dele – nem vai ser só a tua língua a provar o gozo dos meus clientes, a tua pila que mal se vê também. Vê ao menos se lhe dás uma esporrradela o mais parecida com o que uma puta como eu está habituada a apanhar.
Rui nem queria acreditar mas aproveitou a oportunidade que lhe oferecia para me montar, pois como ele mesmo dizia foi esse sempre o homem que menos beneficiou da minha condição de moça muito dada. E posso-lhes dizer que quando se veio, sua esporradela não ficou muito longe de nenhuma das outras anteriores.Depois desta vez, e algo esporadicamente Rui voltou a fazer-me mais minetes com a pássara bem melada da langonha dos meus clientes ou amantes de ocasião. Mas o que ele nunca mais perdeu ocasião foi a de usar o guardanapo de papel nas minhas partes íntimas quando dou para outro e ele está presente. Imaginem por isso a frustração que passou a sentir quando a prudência me começou a exigir o uso da camisinha nas minhas relações comerciais.
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SANDRA SAFADA
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA