Cheguei ao bordel de Mrs. B.. em Amesterdão, pela mão de uma prima de Coimbra, a Céu que dois anos antes se fizera puta em Amesterdão. Eu reprovara o primeiro ano de Direito, na Universidade daquela cidade e como andava tesa da carteira como um carapau já começara fazendo umas biscatadas sexuais com homens que me pagavam para isso, quando por casualidade a encontrei. Lembrávamo-nos uma da outra, ainda que não nos tivéssemos encontrado muitas vezes e apesar de a considerar da província uma vez que eu vivia com os meus padrinhos em Lisboa, sempre apreciara aquela prima de modos fáceis e extrovertida pelo que na mesa do P… onde ela vestida com um curto vestido azul me convidou a tomar um café, não tardou muito que lhe confessasse as violações que levara em casa dos padrinhos, de como viera para Coimbra estudar e como vivera amantizada com Rodrigo no meu primeiro ano de estudante na república de … , e como tendo sido abandonada por este encontrara poiso para dormir em casa do Sr. Silva, o homem que só tinha um colhão embora eu, este pormenor, não o tivesse referido à Céu.
- E como fazes para viveres? – perguntou-me – Tens uma bolsa de estudo?
Um pouco embaraçada mas lembrando-me dos rumores que no meu último ano em casa dos meus padrinhos escutei deles a respeito do modo de vida que a Céu levava na Holanda, confessei-lhe abrir as pernas ao Sr. Silva como pagamento do tecto que ele me dispensava e que de vez em quando, quando a necessidade apertava, alinhava entrar em carros com homens de meia idade pondo dessa forma a render o dote com que nasci.
- E quanto ganhas, com isso Sandra?
500, 700 escudos, na moeda portuguesa de então. Pouco, dependia de o cliente pretender comer-me apenas o grelo, ou se também desejava mamada ou uma espanhola, mas o preço de mais de uma dúzia de refeições na cantina da Universidade pelo que podia dizer que cada foda fortuita me matava bem a fome.
- Pois na Holanda, ganharias muito mais – garantiu-me – Se quiseres emigrar por uns tempos asseguro-te que poderás fazer um pé-de-meia para continuares a pagar os estudos. A Mrs. B. tem um bordel muito frequentado e sei estar interessada numa moreninha gordinha como tu. Se quiseres, telefono para um contacto dela e não havendo objecções da sua parte levo-te comigo.
Puta já eu estava a ser desde há algumas semanas, pelo que mais valia então sê-lo onde tal oficio me fosse mais rendoso. Céu falou-me do preço praticado nos bordeis holandeses e nas deslocações a domicílios e das comissões que Mrs B… pagava às suas meninas.
- Isto é claro falando-se de encontros sexuais normais – acrescentou para me despertar o apetite - Porque também na Holanda te há-de aparecer muito outro género de clientes com aptidão para outro tipo de fantasias. Se quiseres embarcar nelas o teu ganho pode ser o dobro.
Os seus argumentos seduziram-me. Afinal, mais riscos dos que eu já corria entrando de noite em carros com desconhecidos para ir com eles foder para a mata do Choupal, parecia-me improvável. No entanto e porque me assustava um pouco viver sozinha num país estranho, e ainda para mais numa casa de meninas da má vida, ainda tentei que me arranjasse colocação junto de si mas Céu disse-me não haver vagas, no momento no bordel onde trabalhava presentemente. Quando me estabeleci em Amesterdão percebi que a razão verdadeira era outra: os patrões da prostituição holandesa, na sua maioria formada por mão-de-obra estrangeira, evitavam misturar no mesmo espaço mulheres que já se conhecessem anteriormente.
Apesar de tudo havia ainda alguns problemas a resolver. A viagem para a Holanda de comboio, custava dinheiro e como nessa época Portugal ainda não pertencia à União Europeia eu necessitava de tirar passaporte para poder atravessar as fronteiras, e este também não era muito barato. Tive assim de redobrar os meus esforços no capítulo de angariar homens dispostos a abrirem a carteira para me comer, e agora já nem queria saber se eram de meia-idade ou se não, queria era tivessem um carro ou um quarto disponível e me passassem para a mão a nota de 500 antes de eu tirar a calcinha e os deixar aliviar-se na minha rachinha.
Quando nos inícios de uma tarde de Setembro de 1980 eu me apresentei no seu bordel, Mrs. B.. uma ex-prostituta de quase 60 altos, alta e muito bem apresentada, que montara seu próprio negócio numa conhecida rua do Red Ligth District de Amesterdão, mirou-me de alto a baixo, e apesar do meu aspecto simples e modesto, de moça que já há mais de um ano não comprava uma peça de roupa nova, pareceu gostar da minha figura.
- Tens ar de vadia, Sandra! – comentou em inglês, e sendo ela a dona de uma casa de putas encarei aquilo como um elogio – É isso que os homens querem quando requisitam os serviços de uma rapariga como tu. Apesar de ainda não teres 20 anos e seres portuguesa, país onde pelo que sei muitas moças da tua idade fazem questão de chegarem virgens ao casamento, posso jurar que já conheceste muitos homens. Tens experiência como prostituta?
Respondi-lhe que nos últimos meses já fizera uns serviços em Coimbra, mas por minha conta.
- Sempre é alguma coisa, e assim não estranharás tanto quando subires com um homem para o quarto – condescendeu dando uma volta em torno de mim – De resto és uma gordinha bonita, sim. Vamos, despe-te que eu só sei se uma rapariga serve para esta vida vendo-a nua, ainda para mais como é o teu caso, quando as roupas não a favorecem nada.
A Céu estava comigo uma vez que tinha sido ela a estabelecer o contacto, e também para receber a comissão que Mrs. B.. pagava a quem lhe angariava carne fresca, embora nunca me tenha dito quanto ganhou com a minha contratação. Estavam também presentes a Suzie, uma loira de olhos verdes e que desempenhava as funções de secretária da madame, e três dos seguranças da casa, Wilfried, Frank e Jacobs, este um holandês mulato de ascendência caribenha. Os três eram altos, musculosos e de cabelo rapado. Devo ter feito algum movimento de estranheza ou de pudor, pois deitei uma olhadela pelo canto do olho para os três homens. Na verdade minha prima Céu não me avisara que para ser aceite na confraria das putas de Mrs. B… eu teria de me sujeitar a uma espécie de inspecção militar, como faziam na minha terra aos rapazes antes de os apurarem para a tropa.
- Que foi menina? È por causa da presença destes três? – perguntou-me então Mrs. B.. apontando com o dedo para os seguranças – Queres vir trabalhar para a minha casa e tens vergonha de te despires perante três homens que nunca viste em lado nenhum?
Lembrei-me então da noite em que na cozinha da República estudantil, Rodrigo então meu amante, como castigo por eu o ter corneado, me mandou despir e apanhar dos rapazes da casa, episódio que me valeu passar a ser conhecida em Coimbra como a puta da República de …e comecei a despir-me.
- Devagarinho, não tenhas pressa – recomendou-me a proxeneta – Já que estão aqui três homens assistindo, procura imaginar que estás a tirar a roupa perante clientes acabadinhos de te alugar, e fá-lo bem devagarinho. Com quanto mais calma o fizeres mais excitados os deixas e mais depressa ganhas o que é teu. E nunca te esqueças que as peças que te cobrem as intimidades são sempre as últimas a sair.
Fiz como ela queria e a forma como o fiz agradou-lhe. Ela sabia bem que um dos momentos importantes da sedução de qualquer mulher consiste na forma como tira a roupa para o seu macho nos momentos que antecedem o coito, e queria ver como eu me comportaria quando o estivesse fazendo por dinheiro. Fruto da sua experiência de vida Mrs. B… conhecia bem as técnicas para se ser uma boa puta e a ela devo-lhe muitas proveitosas lições. Naquela tarde ela estava-me dando a primeira. Quando já só conservava vestidos o sutiã e a calcinha, mandou que me exibisse para eles em poses provocantes. Lembrando-me de como eu costumava expor as minhas pernas e o meu peito, e como via fazer às meninas da rua em Coimbra ou em Lisboa também não me saí muito mal daquilo. Confesso ainda que a presença dos três másculos seguranças, com a cabeça quase rapada e as mãos e os dedos grossos e compridos, olhando com interesse à medida que me ia desnudando, longe de me inibir como ao princípio me fizera supor, até estava estimulando minha performance.
- Vê-se que tens um talento nato para te despires para os homens e para os provocares – voltou a concordar a dona do bordel – Tudo predicados que podem fazer de ti uma boa puta, Sandra. Habitualmente as portuguesas são muito recatadas para este modo de vida, mas o teu caso é diferente. É verdade que precisamos de te arranjar uma lingerie em tons mais vivos, e um calçado de salto mais condizente com a imagem que um homem tem de uma puta, e que descontarei das tuas comissões bem como os exames médicos que te vou mandar fazer, mas parece-me que te sairás muito bem quando te colocar na montra em exposição. Continua a despir-te.
Logo que chegara constatara uma enorme montra no rés-do-chão do bordel, onde por baixo de um letreiro em enormes letras com o nome da casa, se expunham várias profissionais do sexo da minha idade, todas em trajes menores. Já vira muitas rameiras de minissaia na rua, angariando homens sedentos de sexo mas nunca aquela exibição que então me pareceu aviltante, de mulheres quase nuas tentando os homens que passavam, na montra de um estabelecimento como uma qualquer mercadoria. Preferia ficar esperando os clientes na sala do que ser colocada numa montra, até porque o magote de homens que eu vira na entrada apreciando as meninas da montra, fizera-me ter a certeza que muitos deles não vinham ali vê-las com a intenção de as comer, mas para alimentarem o tesão das punhetas que tocariam uma vez idos embora, mas eu que nem dinheiro tinha para o bilhete de regresso não estava em condições de discutir as condições como Mrs. B.. me pretendia pôr a render.
- Não és muita alta, Sandra, mas tens umas coxinhas roliças, um cuzinho redondinho e umas maminhas muito bem feitas e tesas – voltou a elogiar quando fiquei toda nua- Tens é de aparar os pentelhos que na minha casa não quero mulheres com pelos nos sovacos e nas pernas, nem com pentelhos tão espessos que mais parecem uma barba que há meia dúzia de dias não vê a lâmina do barbeiro.
E voltando-se de novo para os seguranças, e fazendo-me dar uma volta quis saber: - Vocês como homens que são, digam-me o que vos parece a minha nova aquisição.
Apesar de habituados ao convívio com as mulheres fáceis da casa, percebi que todos eles se achavam excitados, pelo que não me admirou nada ouvindo-os dizer que efectivamente, vendo-me nua ou vestida, eu era o género de mulher com a qual nenhum homem se importaria de pagar para me levar para a cama. Agradeci-lhes com um sorriso embora um pouco aborrecida com os descontos nas comissões com que a minha nova patroa me ameaçara antes mesmo de eu os ter ganho.
- Que esperas desta vida, Sandra? – perguntou-me então, obrigando-me a permanecer nua.
Disse-lhe que esperava arrecadar algum dinheiro que me permitisse continuar a estudar em Portugal. O meu sonho, acrescentei, era ser advogada não puta para o resto da vida.
- Fazes bem! – concordou mas sem parecer nada impressionada com a minha frequência universitária – Tanto mais que sendo a prostituição a mais antiga profissão do mundo, quer dizer que antes de haverem doutoras e doutores já existiam putas, e tu já que queres ser doutora está certo que comeces por baixo como puta. Tens relutância em alinhares com algum tipo de cliente?
Disse-lhe que pretendendo ganhar dinheiro, e desde que a minha integridade física não fosse posta em causa, eu concordaria em ir com qualquer tipo.
- Quanto à tua segurança, fica descansada que o Frank, o Jacobs e o Wilfried, se encarregarão disso, tal como já se encarregam da segurança das restantes meninas. E também te devo dizer que tal como as outras, não serás obrigada a fazer nada, ou a ires com quem não queiras, mas se persistires nessa atitude eu terei de te dispensar. Porque enquanto estiveres nesta casa, Sandra, e enquanto quiseres viver à custa dela, nunca te esqueças que não passas de um buraco. Porque ser puta, aqui ou em qualquer outro local desta rua, é isso, é ser um buraco, uma espécie de vaso da sanita onde os homens se esporram e gozam sem qualquer outro compromisso que não pagar-nos por isso, compreendeste?
Respondi-lhe que sim.
- Mas é um buraco com muitas entradas – continuou ela – e não apenas uma só, como vocês as portuguesas estão mais habituadas a deixarem os homens usarem. Há homens que apreciam mais do que a nossa rata outros buracos que nós lhes podemos igualmente oferecer., ou até que os desaleitemos à mão. Se o cliente quiser ser mamado tu vais mamá-lo, se quiser ir-te ao cu, tu viras-lhe as costas e deixas que se sirva do teu cu, se quiser que lhe faças uma punheta tu fazes-lhe uma punheta. Evidentemente que cada coisa tem o seu preço mas nenhum cliente sai de minha casa dizendo que tu ou outra qualquer se recusou servir-lhe da maneira que ele queria, também estamos entendidas?
Respondi-lhe que um anterior namorado meu já me enrabara várias vezes, e não terem conta os broches que desde os 14 anos eu fizera ao meu padrinho e a outros homens que me tinham possuído. Por esse lado, garantia-lhe, nenhum cliente teria queixa de não ver satisfeitas suas fantasias.
- Ainda bem! Mesmo assim não deixas de ser uma estreante na arte e como estreante precisas de começar a aprender algumas lições. E é bom mesmo que as cumpras correctamente porque senão vais para a rua, compreendeste bem? Uma prostituta que queira trabalhar para mim é e faz aquilo que o cliente quer que ela seja ou faça, e não apenas a que se limita a abrir-lhe as pernas na cama. Cada prostituta que tenho para oferecer tem de saber ser dominadora se o cliente gosta de ser dominado por uma mulher, submissa se é numa escrava que o cliente quer desaleitar os tomates, materna, fraterna, cruel, indiferente, meiga, se o cliente procura uma mãe, uma irmã ou uma amiga. Tudo isso é o cliente desta casa quem impõe. Há prostitutas que acham indigno da sua condição de mulher dar o cu a um homem, ou em receberem o seu sémen na boca ou nas mamas, ou em deixarem-se amarrar para serem penetradas. Ou ainda em serem chamadas de putas por clientes que só insultando-as conseguem ficar com o cacete armado, mas essas não têm lugar no meu prostíbulo, fui clara? Nós prostitutas existimos para dar prazer a quem procura os nossos serviços e é isso que devemos procurar fazer com gosto, sem nos preocuparmos como o cliente pretende receber de nós o prazer. Quanto melhor o conseguirmos fazer, quanto mais soubermos dar ao cliente aquilo que ele veio procurar em nós mesmo que nos pareça humilhante, e o próprio cliente nos queira fazer acreditar nisso, melhor estaremos desempenhando a nossa função. Porque no final é sempre quem nos paga quem se humilha, não quem lhe está alugando seu corpo porque é nele que está aquilo que o cliente precisa.
Adorei aquele discurso. Por detrás das palavras daquela mulher que explorava o trabalho das putas e por isso exercia uma profissão socialmente reprovável, aquele era um discurso que valorizava o trabalho mal compreendido e mal aceite das profissionais do sexo. E que me fazia sentir orgulho na profissão que agora estava iniciando. A perspectiva de me mostrar de sutiã e calcinha, com o rego do cu à mostra, na montra do bordel já nem me parecia tão aviltante assim. Disse-lhe que sim, que entendera tudo perfeitamente.
- Vou já ver isso, no próximo exame prático a que vais ser submetida – retorquiu-me – Embora nesta casa não queira ver nenhuma das minhas meninas envolvida com os meus homens, costumo oferecer-lhes sempre a primeira foda com cada prostituta nova que contrato. È a única foda que lhes consinto com as profissionais do estabelecimento, e são eles quem me dizem se a moça serve para puta ou não. Por isso, Sandra, vais-me provar o teu grau de submissão às fantasias dos outros e na nossa frente vais caminhar de quatro como uma cadela até junto de cada um deles, tirar-lhes o caralho para fora e chupá-lo muito bem chupadinho. Não te esqueças que como juízes que são se não gostarem da tua mamada vais-te embora procurar emprego noutro local.
A Céu também não me falara daquele estranho método que Mrs. B.. tinha arranjado para avaliar as aptidões de cada uma em se prostituir, mas como não era a primeira vez que eu era forçada a foder perante uma pequena plateia, coloquei-me prontamente de gatas e caminhei até junto dos três. Comecei primeiro pelo Jacobs que era o mais escuro e sempre apreciei homens morenos como eu, desapertei-lhe o fecho das calças e tirei seu bacamarte com uma das mãos. Que grande era a pila do caribenho! Eu até então nunca fodera com homens de cor e podia comprovar agora, que pelo menos no caso de Jacobs, estes tinham de facto o caralho bem avantajado como sempre ouvira dizer. Fiz-lhe um gargarejo até o deixar bem inflamadíssimo, altura em que Mrs. B.. me mandou parar.
- Chega por enquanto, Sandra – disse-me ela – Não quero que ponhas já o Jacobs fora de combate. Quero agora que faças o mesmo ao Wilfried.
Wilfried passou então a ser chupado por mim e os suspiros de prazer que deixava escapar demonstravam bem como o trabalho da minha boca o estava deixando.
- Tira-lhe os ovos e chupa-os também - mandou-me a cafetã – Não é só o pau que os homens gostam de ver chupado por uma mulher.
Com a mão por dentro da braguilha tirei-lhe os tomates para fora com alguma dificuldade pois eles eram grandes, e quando o consegui abocanhei-os e mordisquei-os, um de cada vez antes de os começar lambendo.
Ahh, madame – comentou então Wilfried – aqui a moça chupa que é uma maravilha! Até tenho pena de ter os tomates demasiado grandes para a moça os poder meter inteiros lá dentro.
A Suzie e a Céu seguiam aquilo com atenção e Frank mostrava a sua impaciência em ter o caralho chupado igualmente pois este crescera um bom bocado debaixo das calças.
- É melhor atacares agora o Frank, Sandra, - mandou-me então Mrs. B…notando-o - Da forma que está, de certeza que tens aí um pau bem duro para meteres dentro da boca.
E tinha de facto. Quando terminei de fazer o broche aos três, Mrs B.. perguntou-lhes o que tinham achado e todos foram unânimes em elogiar a minha prestação.
- A Sandra abre bem a boca para engolir o vosso caralho até ao fundo da garganta? – perguntou-lhes ao que os três anuíram.
- Bem parece que passaste no teste oral, portuguesinha – confirmou – Mas uma prostituta não pode ser apenas boa fodendo com a boca, por isso agora vais provar-me que mereces ser puta despachando os três.
Desta vez foram eles a dizer a posição em que me queriam comer. Nenhum me mandou deitar pois Mrs B.. tinha dito que não é fodendo deitada que se conhece uma verdadeira puta mas noutras posições mais apelativas. Jacobs voltou a ser o primeiro e exigiu que desse para ele de pé, com a barriga apoiada em cima de uma mesa de canto e assim poder foder-me por trás.
- O Jacobs vai-te comer também o cu – disse-me a senhora – Sempre quero ver se é verdade que já apanhaste nele.
Colocando um preservativo Jacobs foi-me ao cu e ao pito, sempre com as mãos apalpando-me as mamas, o que achei maravilhoso. Gemi um pouco quando aquele caralho enorme entrou todo dentro do meu cu mas gozei tanto como ele
– Sabes Sandra – disse-me Mrs. B… enquanto com o ritmo os colhões de Jacobs me batiam com forças nas coxas e nas nádegas – embora quase sempre sexo se faça a dois, por vezes aparecem homens que gostam de dividir as mulheres com outros. Uma óptima profissional do prazer tem de estar preparada também para este tipo de cliente e não lhes fazer má cara. Quero ver como te comportas numa situação dessas. Frank e Wilfried, avancem!
Os dois já com as calças completamente baixadas vieram então ter comigo e mandaram-me abrir a boca.
- Vais chupar-nos outra vez, portuguesa – dois caralhos daquele tamanho não eram fáceis de meter na boca mas apesar do muito espaço que eles me ocupavam nela não me saí outra vez nada mal. Entretanto o Jacobs que ora metia o caralho na minha rata, ora no meu cu, vinha-se finalmente depois de me ter fodido durante mais de dez minutos.
- Pode vir o próximo - disse então, retirando-se e o próximo foi o Frank.
- De costas no chão, gordinha! – Tive de suspender a mamada a Wilfried para mudar de posição e Frank mandando-me juntar as mamas com as mãos começou por me fazer nelas uma espanhola. Excitada como estava fiquei com as mamas bem duras.
- Ahh, mamocas boas! - proferiu – Huum, poucas vezes enfiei a piça numas mamas tão duras como as tuas.
Mrs B.. gostou de ouvir tais palavras e Wilfried que gostava de ser mamado na pila sentou-se sobre a minha cara voltando a enfiar-ma na boca.
- Uma autêntica puta – observou-me Mrs B.. – não tem apenas que disponibilizar todos os buracos aos homens que a procuram. Tem igualmente que estar apta a deixá-los utilizar em simultâneo. Por isso Wilfried deixa lá a boca e enraba-a. E tu Frank mete-lhe no buraco do meio das pernas.
Naquela posição não dava muito jeito por isso Frank deitou-se no chão e eu deitei-me sobre ele, como que abraçando-o. O caralho do meu parceiro murchara um pouco mas mandando-me masturbá-lo não tardou a ficar de novo com ele em pé. E eu com os joelhos abertos junto às suas coxas, deixei que ele o cravasse em mim.
- Cavalga, portuguesa gordinha, cavalga-me todo – mandava ele dando-me pequenas palmadas nas pernas. Começava a obedecer-lhe quando Wilfried já me obrigava a curvar as costas.
- Curvadinha que te vou comer o cu – nem precisava de o dizer pois penetrando-me com um dedo e cuspindo no meu olhinho esfregava sua tora dura no meu rego.
- Toma no cu e geme! Quero ouvir-te gemer.
E eu gemi, pois claro, para todos os efeitos eles é que decidiriam se eu podia ser puta no prostíbulo de Mrs B.. ou se teria de voltar para Portugal abrir as pernas a homens dentro de carros, a troco de uma miserável nota de 500 escudos.
- Vamos Jacobs, és o único homem aqui a não dares que fazer à que me parece ir ser a minha mais nova menina – disse-lhe Mrs. B… - Lá por já te teres aliviado mostra-lhe que mesmo assim ainda lhe podes ocupar o buraco que está vazio.
Jacobs aceitou a sugestão e puxando-me cuidadosamente pelos cabelos, sem me magoar, obrigou-me a levantar um pouco a cabeça.
- Levanta a cara e chupa!
Comecei chupando-lhe o pau flácido e naquela posição as mãos de Frank apalpavam-me as mamas enquanto me fodia. O caralho de Jacobs começava engrossando na minha boca. Foi soberbo! Vim-me quase ao mesmo tempo de Frank.
- Também me quero vir na cona dela – gritou Wilfried já cansado de me enrabar. Rolei no chão e coloquei-me de barriga para cima enquanto Wilfried trocava de preservativo e foi naquela posição, brincando com o caralho de Jacobs no peito que recebi a última foda do dia. Quando Wilfried se esporrou, Jacobs já estava de novo totalmente duro mas preferiu continuar a comer-me as mamas até se voltar a aliviar.
- Sim, vejo que serves para trabalhar na minha casa, Sandra – reconheceu Mrs. B.. – não só não te assustas por teres de aviar três homens bem abonados como os meus seguranças, nem te incomoda fazê-lo perante estranhos, como ainda por cima tens até prazer em fazê-lo. Seja qual for a profissão que o destino te reserve nunca te esqueças como é importante fazê-lo com prazer. E se isso é válido para todas as profissões ainda o deve ser mais nesta em que te estás estreando e que deve a sua razão de ser à satisfação dos prazeres dos outros .
Para primeira lição bastava e nunca me esqueci dela. Dizendo que no dia seguinte de manhã um dos seguranças me conduziria ao laboratório de análises onde me colheriam um pouco de sangue, último passo a ultrapassar para saber se estava apta para a função, e se não estava grávida, caso em que teria de abortar para ali poder trabalhar, mandou despedir-me da minha prima e Suzie conduzir-me aos meus aposentos, um pequeno quarto sem janelas onde passei a dormir e a receber a maior parte dos clientes, e onde cansada da viagem e da trepada com os três adormeci antes do jantar. Aquelas primeiras horas em Amesterdão não me tinham corrido mal, e até simpatizara com Mrs. B.. e com a sua visão daquele mundo, dominado pelo tráfico de carne feminina e pobre como a minha. Apesar disso quando Suzie me acordou para ir jantar, tive consciência que o futuro podia não ser tão risonho como as palavras da cafetã me queriam fazer acreditar, e que não passava de uma prisioneira num bordel de luxo. E para acentuar ainda mais esta impressão logo no dia seguinte, quando os resultados das análises deram negativos, Mrs. B.. veio ter comigo e disse-me:
- Como já te disse, Sandrinha, minha querida, vou ter de te arranjar roupas mais adequadas ao teu novo estatuto de mulher que aluga o corpo para o prazer. Sabes andar de saltos altos? Ainda bem, gosto de ver as minhas meninas desfilando na montra e no salão de saltos altos, porque isso entesa muito os homens. Vou ter de te comprar dois ou três pares, até para quando fizeres deslocações, uma vez que não tens dinheiro para tal. Ora como compreenderás não posso correr o risco que me desapareças antes de me pagares o que deves. Por isso vais-me entregar o teu passaporte, e nunca sairás do bordel sem ser acompanhada por um dos seguranças, até me pagares as despesas que tive contigo. E estou convencida que não precisarás de muito tempo para o fazeres.
Naquele momento pareceu-me aquilo mais arriscado do que embarcar à noite com desconhecidos em Coimbra rumo ao Choupal, mas eu que nem com o contacto da minha prima Céu ficara que poderia fazer? Entreguei-lhe o passaporte para as mãos e só o recuperei quase três meses depois, já com a despesa das minhas roupas integralmente descontada das minhas comissões, tal como me prometera. Quando lhe passei o passaporte Mrs. B.. sorriu e talvez por ter percebido que com tal acto eu cortara, pelo menos momentaneamente, todos os vínculos com o mundo exterior, tal como uma freira o faz quando abraça a clausura, e passava a ser um mero buraco tal como ela me afirmara na véspera todas as putas perfeitas o deveriam ser, reafirmou-me:
- Ontem vendo-te apanhando dos seguranças, convenci-me que podes vir a ser uma das melhores meninas que já passaram no meu bordel. Mas agora tenho a certeza que o irás ser de facto. Tu queres mesmo muito fazer isto, não queres?
Eu queria mesmo era ganhar dinheiro fácil e rápido, fosse de que modo fosse desde que não tivesse de roubar para o obter. Por isso sim, queria ser puta, quem diz que mulher alguma se prostitui por sua livre vontade é tanso, porque ser puta era a maneira mais fácil que uma moça bonita e safada como eu tinha de ganhar dinheiro e voltar para a terra continuar os estudos. Depois pensei: que me poderia acontecer de pior no bordel, agora que entregara meu passaporte, do que passar fome como tantas vezes passara em Coimbra, ou do que as tareias de cinto que levei do meu padrinho violador em sua casa? Se eu sobrevivera a elas todas também sobreviveria num sítio daqueles, do qual ainda hoje guardo saudades.
E hoje que 30 anos se passaram, não só sobrevivi, como aprendi bem aquela e as outras lições que Mrs. B.. me foi dando pois quando me vim embora 13 meses depois, ela abraçou-me após me ter despedido de toda a gente da casa, dizendo-me ao ouvido:
- Não me enganei contigo, portuguesa gordinha e safada. Gostei de te ter tido aqui. Boa sorte.
Foram apenas estas palavras que pronunciou. Mas nunca nenhumas ouvidas antes me encheram tanto de orgulho como aquelas. Mrs. B.. tinha razão, ser puta ou outra coisa qualquer tanto fazia, importante é compreender o que esperam de nós e fazer por merecermos o dinheiro que nos pagam.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A PRIMEIRA LIÇÃO DE UMA PUTA ESTREANTE
Postado por
SANDRA SAFADA
às
09:43
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM AMESTERDÃO
terça-feira, 17 de agosto de 2010
O TESTE DO CORNO
Logo na primeira vez que vi a pilinha de meu namorado Rui, em Coimbra, fiz-lhe notar o meu desagrado pelo seu curto tamanho dizendo-lhe que uma moça como eu que já trabalhara num bordel em Amesterdão não se contentaria em provar só dela, pelo que o faria inevitavelmente corno. Ele concordou embora renovando as suas promessas de fidelidade pelo que nos primeiros meses de namoro eu andava mortinha por comprovar se ele não dissera aquilo apenas da boca para fora. Propositadamente excitava-o ao máximo até o deixar de pau feito mas quanto muito apenas lhe batia uma punheta para o aliviar ou lhe consentia uma espanhola nas minhas mamas carnudas, outras vezes nem isso, mas nunca o deixando pôr-se em mim. É certo que todas as noites ou quase fodia com outros em carros ou nas pensões baratas da baixinha coimbrã, mas fazia-o como puta, e ele próprio me confessava não se sentir encornado com o sexo pago que eu fornecia aos outros.
A oportunidade surgiu no terceiro mês após termos começado a namorar. Rui andava num estado de tesão permanente, e a minha condição de puta perante os outros ainda mais o excitava, e certa tarde disse-me que se quisesse poderíamos dormir juntos nessa noite pois a senhoria estava para casa da filha, em Condeixa. Percebi que Rui, que não comia mulher nenhuma, queria exibir-me perante os demais hóspedes da casa, estudantes como nós, mas como ele era um namorado querido e eu sempre iria ter de dar para ele mais tarde ou mais cedo, concordei. Mas confesso que a perspectiva de ir meter na racha do meio das pernas um caralhito tão mirrado, quando nessa noite tinha a perspectiva de um cliente bem abonado que além de me coçar convenientemente a pássara ainda me deixava uma nota de 1000 escudos, me deixou algo contristada.
Nem de propósito. À noite estávamos no Café Académico fazendo horas para irmos a pé até aos Olivais onde Rui tinha arrendado seu quarto de estudante quando entraram dois conhecidos que já não via há algum tempo, colegas do meu curso de Direito mas que no ano anterior tinham sido chamados a cumprir tropa, e por isso se encontravam provisoriamente arredados de Coimbra: o Alfredo e o João, sendo este último o que dois anos antes me pagara a passagem para a Holanda quando eu fui trabalhar para o bordel de Mrs. B.., passagem que lhe paguei com umas noites de sexo desenfreado. Fiquei contente por os ver, eles igualmente, tomámos umas cervejas e vi que Rui ansioso por me levar para o quarto e ter finalmente relações sexuais comigo não estava a achar graça ao prolongamento daquele convívio que lhe fazia adiar a foda.
- E este quem é? – perguntou o João sentando-se na nossa mesa.
- Meu amigo Rui – este mostrou-se melindrado por não o ter apresentado como namorado, e eles tal como eu perceberam-no. João sorriu com um ar algo mordaz, pelo aspecto de Rui compreendera que ele era o meu brinquedinho. Deu-me um abraço com mais intensidade percorrendo-me os cabelos com as mãos quando me cumprimentou para mostrar a Rui que já me tinha comido e Alfredo fez-me o mesmo embora nunca me tivesse trepado. Meu namorado, embora já com o piçante a levantar-se por baixo das calças, começou a ver sua primeira foda comigo comprometida.
Os dois tinham no dia seguinte exame a Teoria do Direito, disseram, tinham chegado nessa noite na expectativa de rever amigos, encontraram-se por acaso momentos antes, mas não tinham providenciado ainda onde ficar. Tanto um como outro traziam saco camas e o João viera de S. João da Madeira onde moravam os pais de moto, uma Kawa 125, já que não perdia ocasião, entre outras coisas, de evidenciar seus talentos de motard, o Alfredo de comboio directamente do quartel mas precisavam de um tecto. Vi então aí a oportunidade perfeita para extra-putice pôr o primeiro par de cornos no meu namorado taradinho de pila mingada.
- Rui – disse voltando-me para ele – tu é que podias deixá-los dormir no teu quarto, e assim ficávamos lá os quatro.
Olhou para mim com um ar furioso como se me estivesse dizendo” e então como é que eu te como com estas duas velinhas deitadas no chão?” mal imaginando que a velinha ia ser ele.
Os dois mais uma vez se aperceberam da reacção dele e pareceram gostar da sugestão que eu fizera, ainda para mais quando se aperceberam de facto que eu era o elemento dominante da nossa relação e que Rui não tinha como recusar minha sugestão, embora fossem dizendo que não nos queriam incomodar e que podiam procurar alojamento noutro local. João então estava inchado com aquilo. Pelo meu historial que mais ou menos conhecia e pela forma com que me dirigia ao namorado adivinhava que este era um submisso incapaz de dar conta de uma mulher quente como eu. E que o facto de eu querer repartir o tecto do quarto com os dois significaria de certeza que nessa noite antes do exame ele teria despejado a langonha dos seus tomates na minha greta íntima. Alfredo pelo seu lado não acalentava igualmente outra certeza. Eu quanto a mim achava que dois pares de cornos postos na mesma noite com dois machos apetitosos como aquele par, era melhor do que um para testar a mansidão do meu pretendente a parceiro de cama, e embora ainda não fosse tarde pois faltava um bom bocado para a meia - noite propus então que o João nos levasse na sua mota, um de cada vez pois não podíamos ir mais. Admito que também estava excitada por viajar numa duas rodas como aquela em que nunca tinha andado, e logicamente como anfitrião Rui foi o primeiro a ir com ele para nos abrir a porta da casa. Quando João regressou pedi-lhe para me levar em segundo lugar e arrancámos. Como me tivesse recomendado que me segurasse bem pois àquela hora íamos com alguma velocidade e eu não levava capacete, não estive com meias medidas. Deixei cair minhas mãos entre as pernas dele e mesmo por cima das calças apalpei-lhe os colhões e piçalho avantajados. Já que não arranjara um namorado com uns instrumentos assim portentosos, nada me impedia de gozar por fora sempre que surgisse oportunidade, fora esse o combinado quando aceitei o pedido de namoro de Rui.
- Estás assim com tanta saudade do meu cacete? – perguntou-me – Cuidado ou ainda nos despistámos. Queres que páre?
Não, não queria que fosse ali. E sabia tão bem ficar só esfregando por enquanto aquela coisa tão gostosa alimentando mais o tesão para o que se seguiria que lhe abri o fecho e lha tirei para fora, manuseando-a encoberta pela palma das minhas mãos, fazendo-o dizer-me que naquele momento como estava a conduzir não podia fazer nada mas a forma como me comportava levava-o a querer tratamento completo mal parássemos. Prometi-lhe que conhecia o sítio ideal e ele também pois conhecia Coimbra tão bem como eu, embora isso implicasse uma espera maior para o Alfredo e para meu corno. Fizemos assim um desvio pelo Penedo da Saudade e num recanto baixei minha calcinha e em cima da Kawa deixei que ele em pé e de frente para mim com a piroca saindo-lhe pelo fecho das calças me montasse enquanto mais ao fundo num banquinho de pedra outro casal fazia o mesmo sem se preocupar connosco. Oh que boa foda, muito melhor de certeza que a que o pilinhas de Rui estava contando me dar ainda. E que sensação agradável sentir a suspensão da mota baixar com nosso peso à medida que ia sendo penetrada com mais força, saboreando a brisa da noite bafejando-me o rosto. Muito melhor que numa cama de molas fechada num quarto.
- Não és a primeira que como em cima da mota – disse-me no final o que não me admirava. Qual a natureza do fascínio que os carros e as motas exercem sobre nós mulheres e nos leva a desejar tanto abrir as pernas aos seus possuidores? Em todo o caso embora já tivesse fodido muitas vezes dentro de carros aquela para mim foi a primeira e última vez que dei o grelo numa mota.
Rui admirou-se com a demora quando chegámos mas pelo rubor da minha face que ele já vira tantas vezes quando vinha de estar com um cliente percebeu que eu acabara de dar para o João que já ia a caminho de apanhar o Alfredo, e o seu caralho avantajou-se junto ao fecho. As minhas fodas com outros sempre foram o melhor remédio para lhe aumentar o tamanho da grila. Desde que andava com ele era a primeira vez que transava com alguém sem ser por dinheiro e aquele foi assim o primeiro par de cornos a sério que lhe meti. Quis saber onde e como fora e como lhe respondi que a história ficaria para o dia seguinte tentou dar-me uma rapidinha lembrando-me que lhe prometera deixar lá ir e que dali a bocado quando eles chegassem não o poderíamos fazer, mas eu opus-me.
- Claro que podemos. Nós vamos dormir na mesma cama e logo que adormeçam poderemos fazê-lo à vontade. E fica descansado Rui que eles não te verão a piça curta.
Entretanto já tinha congeminado o segundo par de cornos da noite que lhe poria com o Alfredo. Fazendo-lhe ver que uma vez que fazendo eu part-times na má vida e tendo acabado de foder com um homem, seria mais seguro usarmos um preservativo algo que habitualmente trazia comigo quando ia trabalhar mas que me esquecera de trazer o que era mentira pois tinha uma embalagem meia cheia na carteira. E depois acrescentei, o preservativo sempre evitaria que ficasse com a pássara a pingar-lhe na cama quando ele se viesse e me levantasse de noite para me limpar. Enfim patetices que o corno com os tomates inflamados de desejo embora me dizendo-me que gostaria muito de comer-me com a piça descascada lá teve que se conformar.
- Então ainda não vai ser desta? – perguntou muito apagado. Já decidira que não apanharia ainda dele desde que convidara os dois a dormir no nosso quarto mas não lho quis dizer. Lembrei-lhe que haviam farmácias de serviço toda a noite e como não era tarde com sorte nem lhe cobrariam a taxa de reabertura. Ele mais prático sugeriu pedir aos rapazes dos outros quartos, de certeza algum deles teria, mas fiz-lhe ver que iriam eles pensar de mim sabendo que além dele estavam mais dois homens no quarto? Ele ainda alvitrou esperar pelo João e pedir-lhe boleia.
- És mesmo corno! - atirei-lhe à cara – Então tu queres ir comprar camisas para comeres a namorada de boleia com um tipo que a acabou de comer?
Não que Rui se importasse grandemente com isso, e eu também não, mas não foi preciso mais nada para o fazer despachar porta fora deixando-me sozinha o que aproveitei para lavar a parreca e o cuzinho. Ainda mal tinha acabado quando ouvi o barulho da mota e corri a abrir a porta, de saia mas sem calcinha. Pela pergunta de Alfredo vi que ele já sabia da queca que o João me dera momentos atrás.
- O corno? – perguntou-me a rir.
- Foi comprar camisas para me comer mais tarde – respondi-lhe também a rir.
- Vais dar uma com ele à nossa frente? – quis saber o João. Ele pensa que sim, respondi-lhe e o Alfredo excitadíssimo questionou-me se eu não teria um bocadinho do mesmo pitéu que dera ao amigo para lhe dar a ele antes de o dar ao corno.
- É só ires lavar o cacete – volvi-lhe. E eu mesma os conduzi à casa de banho onde lavei o pau dos dois. Um dos hóspedes viu-nos sair e encaminharmo-nos para o quarto de Rui, perguntou por ele, disse-lhe que não devia demorar, pelo menos assim no dia seguinte Rui saberia que estivera fechada na casa de banho com os dois e com água do banheiro a correr o que tornaria pública sua condição de cornudo pelo que o teste estava correndo melhor do que poderia imaginar no inicio. De regresso ao quarto perguntei ao Alfredo se ele tinha problemas em comer-me perante João. Como ele rindo-se me respondesse que não tirei a saia e a blusa e convidei-o a possuir-me em cima da cama de Rui.
- Não te incomodes se a sujares de esperma. Ele queria mesmo tirar-lhe os três esta noite comigo – disse.
- Ele ainda não te lá foi?- perguntou um deles. Como lhe tivesse retorquido que não riram-se ambos com gosto, comentando que ele era o corninho perfeito para mim, e Alfredo comentou que ainda bem que lhe cabia aproveitar de uma coisa que meu namoradinho ainda não provara. Bom, demos uma trancada com toda a calma pois sabia que Rui ainda demoraria a dar com uma farmácia de serviço e voltar, e João que na presença de uma mulher disponível tinha o tesão fácil como todos os militares vivendo durante a semana rodeados de homens, testemunhando nosso desempenho não tardou a ficar inflamado e a solicitar de novo meus favores, metendo-me desta vez o cacete na boca para que o mamasse enquanto Alfredo me estava consolando os baixios. Levei a segunda torrente de esporra da noite quando ambos se vieram. Engoli o leitinho do João mas muito do de Alfredo acabou por se derramar na coberta quando me começou a sair da cona. Fomo-nos lavar de novo e ainda ficamos na conversa um bom bocado até eles acharem que eram horas de procurar descansar para o exame da manhã seguinte. Deitaram-se no chão por cima dos respectivos saco-cama pois não tinham frio, apaguei a luz, despi-me toda e antes de me deitar fechei a porta à chave pedindo-lhes que mesmo que estivessem acordados fingissem que dormiam quando meu namorado chegasse. Sabia que nos quartos vizinhos nossas movimentações não tinham passado despercebidas e imaginava o que os locatários deviam estar comentando. Afinal Rui levava a namorada aproveitando-se da ausência da senhoria e ela era comida por dois gajos de fora. De-li-ci-o-so!
Rui chegou já passava da hora e meia da manhã. Vinha cansado e ainda mais contrariado ficou quando deparou com a porta do quarto fechada. Procurou bater o mais discretamente possível mas eu fingindo que dormia deixei-o esperando algum tempo. Depois quando lhe abri a porta coberta apenas com uma toalha enrolada deve ter logo imaginado o resto do filme. Perguntou-me se os dois tinham adormecido, respondi-lhe que me parecia que sim a menos que tivessem acordado com o seu barulho mas mostrei logo minha pouca vontade em fazer sexo com ele dizendo-lhe já estar igualmente a dormir, ao que ele me retorquiu que me acordara porque eu tinha ido comprar as camisinhas como eu queria e quer por isso bem o poderia recompensar pelo esforço tal como lhe tinha prometido. Não fez contudo qualquer alusão ao motivo porque eu fechara a porta à chave pois deve ter logo percebido que acabara de levar um segundo par de cornos, e eu mandei-o então lavar-se que o iria satisfazer. A gula era tanta que em menos de dois segundos já se tinha despido e enfiado na casa de banho onde tomou um duche rápido. Quando se deitou comigo pedi-lhe que me chegasse uma camisinha ( Control tamanho normal) cobri-lhe o pauzinho embora já bastante levantado com ela, dizendo-lhe de modo a que os outros dois ouvissem que para piças como a dele bem podiam fabricar preservativos mais pequenos. Rui começou por me lamber os seios, mordiscou-os, apalpando-me as coxas e penetrou-me a ratinha com os dedos. Eu levara duas valentes coçadelas mas comecei-me a entusiasmar-me de novo com suas carícias e pedi-lhe que me fizesse um minete por baixo dos cobertores. Ele virou-se de cabeça para baixo, sua pila encamisada ficou junto às minhas mamas. O teste de corno de Rui não tinha terminado ainda. Agarrei nela e enquanto ia sendo lambida comecei a tocar-lhe uma punheta. Sou uma puta muito batida e sei bem levar um homem ao orgasmo rapidamente ainda para mais se pouco experiente e muito excitado como o meu corninho. Apertando-lhe os colhõezinhos e o pau com uma mão, puxando-lhe a pele deste para trás vigorosamente com a outra não tardei muito a senti-lo tremer todo e a vir-se no depósito da camisa.
- Meu esporra barato – insultei-o fingindo-me furiosa - então estás com tanta vontade de me dares uma pilada que na primeira vez que te abro as pernas, tu esporras-te todo mal te mexo na picinha, como um menino que nunca tocou numa mulher? Se fores sempre assim vais-me deixar muito desconsolada e então é que vais levar com dúzias de pares de cornos nessa tua testa. Razão tinha em te ter posto o preservativo na pila, senão olha como deixarias a cama. Vai-te lá lavar e deixa-me dormir.
Ele envergonhadíssimo pois adivinhava que os outros dois a menos que dormissem como pedras deviam ter ouvido tudo e patenteassem assim a sua inaptidão sexual para uma mulher como eu, nem se procurou desculpar e de mansinho saiu para se lavar mais uma vez. Estava na altura de concluir a prova, saber se tinha mesmo um corno como queria ou não. Até então ele não presenciara nenhuma das duas traições anteriores, apenas tivera evidências e a minha confissão da primeira, mas eu queria ir mais longe de modo a não lhe restarem dúvidas. Mal saiu, levantei-me toda nua e corri a deitar-me no meio dos dois que estavam efectivamente acoirdados. Mais gargalhadas de ambos.
- Agora percebemos por lhe pões os cornos e nunca o deixaste comer-te - disse-me João abraçando-me e já começando a ficar de novo com o pau feito.
- Eu fiz batota – admiti – Já lhe toquei várias punhetas e ele não se vem tão depressa. E quero que ele me coma mesmo um destes dias. Na verdade ando até com vontade de experimentar piça curta na rata. Mas como também o ando a treinar para se habituar a ser meu corno de certeza que não a pretendo experimentar ainda numa noite em que tenho duas bem grandes e grossas como as vossas para me satisfazerem – e enlaçando os dois com os braços puxei-os para mim e beijei-os. Não era preciso mais nada. Desta vez foi Alfredo quem me levou o caralho à boca para lhe fazer uma chupada enquanto João se encarregava de me continuar o minete que Rui deixara a meio quando o fiz esporrar-se. Quando Rui entrou e nos viu assim ocupados não disse nada mas também não fez menção de se retirar. Aquela última humilhação era o seu maior gozo. Deitou-se agora sozinho e era perfeitamente perceptível o friccionar da mão no seu pau pequenino enquanto de olhos fitos nos procurava seguir no escuro com o olhar. Rebolei-me por cima do Alfredo, deixei que me penetrasse por baixo de mim empinando minha bunda para o João. Este percebeu o que queria e agarrando-me as coxas com as mãos, muito lentamente e com muito jeitinho, meteu-me no cu.
- Ohh! Sim, comam-me, comam-me os dois, nos dois buracos que eu gosto. Oh, sim, fodam-me com força nos dois buracos que me venho toda! Ohhh sim, quero mais, mais.. – pedia eu. E não era só para impressionar e entesar Rui mas porque de facto aquela DP estava-me sabendo-me muito bem e sempre gostei de verbalizar meu prazer quando fodo. E além disso que poderia haver de melhor que uma sanduíche em que eu era o acepipe de dois machos fenomenais, para fechar aquela prova que quase sem contar, de um momento para o outro, decidira organizar para saber se meu namorado era de confiança ou não? Com ambos já tinham despejado a esporradela não foi muito intensa mas mesmo assim soube-me bem, muito bem.
Dormi o resto da noite ali no meio deles, nua enquanto Rui tendo tocado mais uma punheta acabou por adormecer sozinho sem me ter comido. Na manhã seguinte os dois saíram cedo pois o exame era às 9 horas e só então voltei para a cama dele. Rui já se apercebera da mancha de esporra do Alfredo na coberta.
- E logo esporra que não é minha – queixou-se – Não chegou a ser desta que te comi e ainda vou ter de mandar lavá-la.
Ri-me. Era para se ir habituando. Vida de corno é mesmo assim, e afinal de contas ele tinha passado no teste com nota máxima.
A oportunidade surgiu no terceiro mês após termos começado a namorar. Rui andava num estado de tesão permanente, e a minha condição de puta perante os outros ainda mais o excitava, e certa tarde disse-me que se quisesse poderíamos dormir juntos nessa noite pois a senhoria estava para casa da filha, em Condeixa. Percebi que Rui, que não comia mulher nenhuma, queria exibir-me perante os demais hóspedes da casa, estudantes como nós, mas como ele era um namorado querido e eu sempre iria ter de dar para ele mais tarde ou mais cedo, concordei. Mas confesso que a perspectiva de ir meter na racha do meio das pernas um caralhito tão mirrado, quando nessa noite tinha a perspectiva de um cliente bem abonado que além de me coçar convenientemente a pássara ainda me deixava uma nota de 1000 escudos, me deixou algo contristada.
Nem de propósito. À noite estávamos no Café Académico fazendo horas para irmos a pé até aos Olivais onde Rui tinha arrendado seu quarto de estudante quando entraram dois conhecidos que já não via há algum tempo, colegas do meu curso de Direito mas que no ano anterior tinham sido chamados a cumprir tropa, e por isso se encontravam provisoriamente arredados de Coimbra: o Alfredo e o João, sendo este último o que dois anos antes me pagara a passagem para a Holanda quando eu fui trabalhar para o bordel de Mrs. B.., passagem que lhe paguei com umas noites de sexo desenfreado. Fiquei contente por os ver, eles igualmente, tomámos umas cervejas e vi que Rui ansioso por me levar para o quarto e ter finalmente relações sexuais comigo não estava a achar graça ao prolongamento daquele convívio que lhe fazia adiar a foda.
- E este quem é? – perguntou o João sentando-se na nossa mesa.
- Meu amigo Rui – este mostrou-se melindrado por não o ter apresentado como namorado, e eles tal como eu perceberam-no. João sorriu com um ar algo mordaz, pelo aspecto de Rui compreendera que ele era o meu brinquedinho. Deu-me um abraço com mais intensidade percorrendo-me os cabelos com as mãos quando me cumprimentou para mostrar a Rui que já me tinha comido e Alfredo fez-me o mesmo embora nunca me tivesse trepado. Meu namorado, embora já com o piçante a levantar-se por baixo das calças, começou a ver sua primeira foda comigo comprometida.
Os dois tinham no dia seguinte exame a Teoria do Direito, disseram, tinham chegado nessa noite na expectativa de rever amigos, encontraram-se por acaso momentos antes, mas não tinham providenciado ainda onde ficar. Tanto um como outro traziam saco camas e o João viera de S. João da Madeira onde moravam os pais de moto, uma Kawa 125, já que não perdia ocasião, entre outras coisas, de evidenciar seus talentos de motard, o Alfredo de comboio directamente do quartel mas precisavam de um tecto. Vi então aí a oportunidade perfeita para extra-putice pôr o primeiro par de cornos no meu namorado taradinho de pila mingada.
- Rui – disse voltando-me para ele – tu é que podias deixá-los dormir no teu quarto, e assim ficávamos lá os quatro.
Olhou para mim com um ar furioso como se me estivesse dizendo” e então como é que eu te como com estas duas velinhas deitadas no chão?” mal imaginando que a velinha ia ser ele.
Os dois mais uma vez se aperceberam da reacção dele e pareceram gostar da sugestão que eu fizera, ainda para mais quando se aperceberam de facto que eu era o elemento dominante da nossa relação e que Rui não tinha como recusar minha sugestão, embora fossem dizendo que não nos queriam incomodar e que podiam procurar alojamento noutro local. João então estava inchado com aquilo. Pelo meu historial que mais ou menos conhecia e pela forma com que me dirigia ao namorado adivinhava que este era um submisso incapaz de dar conta de uma mulher quente como eu. E que o facto de eu querer repartir o tecto do quarto com os dois significaria de certeza que nessa noite antes do exame ele teria despejado a langonha dos seus tomates na minha greta íntima. Alfredo pelo seu lado não acalentava igualmente outra certeza. Eu quanto a mim achava que dois pares de cornos postos na mesma noite com dois machos apetitosos como aquele par, era melhor do que um para testar a mansidão do meu pretendente a parceiro de cama, e embora ainda não fosse tarde pois faltava um bom bocado para a meia - noite propus então que o João nos levasse na sua mota, um de cada vez pois não podíamos ir mais. Admito que também estava excitada por viajar numa duas rodas como aquela em que nunca tinha andado, e logicamente como anfitrião Rui foi o primeiro a ir com ele para nos abrir a porta da casa. Quando João regressou pedi-lhe para me levar em segundo lugar e arrancámos. Como me tivesse recomendado que me segurasse bem pois àquela hora íamos com alguma velocidade e eu não levava capacete, não estive com meias medidas. Deixei cair minhas mãos entre as pernas dele e mesmo por cima das calças apalpei-lhe os colhões e piçalho avantajados. Já que não arranjara um namorado com uns instrumentos assim portentosos, nada me impedia de gozar por fora sempre que surgisse oportunidade, fora esse o combinado quando aceitei o pedido de namoro de Rui.
- Estás assim com tanta saudade do meu cacete? – perguntou-me – Cuidado ou ainda nos despistámos. Queres que páre?
Não, não queria que fosse ali. E sabia tão bem ficar só esfregando por enquanto aquela coisa tão gostosa alimentando mais o tesão para o que se seguiria que lhe abri o fecho e lha tirei para fora, manuseando-a encoberta pela palma das minhas mãos, fazendo-o dizer-me que naquele momento como estava a conduzir não podia fazer nada mas a forma como me comportava levava-o a querer tratamento completo mal parássemos. Prometi-lhe que conhecia o sítio ideal e ele também pois conhecia Coimbra tão bem como eu, embora isso implicasse uma espera maior para o Alfredo e para meu corno. Fizemos assim um desvio pelo Penedo da Saudade e num recanto baixei minha calcinha e em cima da Kawa deixei que ele em pé e de frente para mim com a piroca saindo-lhe pelo fecho das calças me montasse enquanto mais ao fundo num banquinho de pedra outro casal fazia o mesmo sem se preocupar connosco. Oh que boa foda, muito melhor de certeza que a que o pilinhas de Rui estava contando me dar ainda. E que sensação agradável sentir a suspensão da mota baixar com nosso peso à medida que ia sendo penetrada com mais força, saboreando a brisa da noite bafejando-me o rosto. Muito melhor que numa cama de molas fechada num quarto.
- Não és a primeira que como em cima da mota – disse-me no final o que não me admirava. Qual a natureza do fascínio que os carros e as motas exercem sobre nós mulheres e nos leva a desejar tanto abrir as pernas aos seus possuidores? Em todo o caso embora já tivesse fodido muitas vezes dentro de carros aquela para mim foi a primeira e última vez que dei o grelo numa mota.
Rui admirou-se com a demora quando chegámos mas pelo rubor da minha face que ele já vira tantas vezes quando vinha de estar com um cliente percebeu que eu acabara de dar para o João que já ia a caminho de apanhar o Alfredo, e o seu caralho avantajou-se junto ao fecho. As minhas fodas com outros sempre foram o melhor remédio para lhe aumentar o tamanho da grila. Desde que andava com ele era a primeira vez que transava com alguém sem ser por dinheiro e aquele foi assim o primeiro par de cornos a sério que lhe meti. Quis saber onde e como fora e como lhe respondi que a história ficaria para o dia seguinte tentou dar-me uma rapidinha lembrando-me que lhe prometera deixar lá ir e que dali a bocado quando eles chegassem não o poderíamos fazer, mas eu opus-me.
- Claro que podemos. Nós vamos dormir na mesma cama e logo que adormeçam poderemos fazê-lo à vontade. E fica descansado Rui que eles não te verão a piça curta.
Entretanto já tinha congeminado o segundo par de cornos da noite que lhe poria com o Alfredo. Fazendo-lhe ver que uma vez que fazendo eu part-times na má vida e tendo acabado de foder com um homem, seria mais seguro usarmos um preservativo algo que habitualmente trazia comigo quando ia trabalhar mas que me esquecera de trazer o que era mentira pois tinha uma embalagem meia cheia na carteira. E depois acrescentei, o preservativo sempre evitaria que ficasse com a pássara a pingar-lhe na cama quando ele se viesse e me levantasse de noite para me limpar. Enfim patetices que o corno com os tomates inflamados de desejo embora me dizendo-me que gostaria muito de comer-me com a piça descascada lá teve que se conformar.
- Então ainda não vai ser desta? – perguntou muito apagado. Já decidira que não apanharia ainda dele desde que convidara os dois a dormir no nosso quarto mas não lho quis dizer. Lembrei-lhe que haviam farmácias de serviço toda a noite e como não era tarde com sorte nem lhe cobrariam a taxa de reabertura. Ele mais prático sugeriu pedir aos rapazes dos outros quartos, de certeza algum deles teria, mas fiz-lhe ver que iriam eles pensar de mim sabendo que além dele estavam mais dois homens no quarto? Ele ainda alvitrou esperar pelo João e pedir-lhe boleia.
- És mesmo corno! - atirei-lhe à cara – Então tu queres ir comprar camisas para comeres a namorada de boleia com um tipo que a acabou de comer?
Não que Rui se importasse grandemente com isso, e eu também não, mas não foi preciso mais nada para o fazer despachar porta fora deixando-me sozinha o que aproveitei para lavar a parreca e o cuzinho. Ainda mal tinha acabado quando ouvi o barulho da mota e corri a abrir a porta, de saia mas sem calcinha. Pela pergunta de Alfredo vi que ele já sabia da queca que o João me dera momentos atrás.
- O corno? – perguntou-me a rir.
- Foi comprar camisas para me comer mais tarde – respondi-lhe também a rir.
- Vais dar uma com ele à nossa frente? – quis saber o João. Ele pensa que sim, respondi-lhe e o Alfredo excitadíssimo questionou-me se eu não teria um bocadinho do mesmo pitéu que dera ao amigo para lhe dar a ele antes de o dar ao corno.
- É só ires lavar o cacete – volvi-lhe. E eu mesma os conduzi à casa de banho onde lavei o pau dos dois. Um dos hóspedes viu-nos sair e encaminharmo-nos para o quarto de Rui, perguntou por ele, disse-lhe que não devia demorar, pelo menos assim no dia seguinte Rui saberia que estivera fechada na casa de banho com os dois e com água do banheiro a correr o que tornaria pública sua condição de cornudo pelo que o teste estava correndo melhor do que poderia imaginar no inicio. De regresso ao quarto perguntei ao Alfredo se ele tinha problemas em comer-me perante João. Como ele rindo-se me respondesse que não tirei a saia e a blusa e convidei-o a possuir-me em cima da cama de Rui.
- Não te incomodes se a sujares de esperma. Ele queria mesmo tirar-lhe os três esta noite comigo – disse.
- Ele ainda não te lá foi?- perguntou um deles. Como lhe tivesse retorquido que não riram-se ambos com gosto, comentando que ele era o corninho perfeito para mim, e Alfredo comentou que ainda bem que lhe cabia aproveitar de uma coisa que meu namoradinho ainda não provara. Bom, demos uma trancada com toda a calma pois sabia que Rui ainda demoraria a dar com uma farmácia de serviço e voltar, e João que na presença de uma mulher disponível tinha o tesão fácil como todos os militares vivendo durante a semana rodeados de homens, testemunhando nosso desempenho não tardou a ficar inflamado e a solicitar de novo meus favores, metendo-me desta vez o cacete na boca para que o mamasse enquanto Alfredo me estava consolando os baixios. Levei a segunda torrente de esporra da noite quando ambos se vieram. Engoli o leitinho do João mas muito do de Alfredo acabou por se derramar na coberta quando me começou a sair da cona. Fomo-nos lavar de novo e ainda ficamos na conversa um bom bocado até eles acharem que eram horas de procurar descansar para o exame da manhã seguinte. Deitaram-se no chão por cima dos respectivos saco-cama pois não tinham frio, apaguei a luz, despi-me toda e antes de me deitar fechei a porta à chave pedindo-lhes que mesmo que estivessem acordados fingissem que dormiam quando meu namorado chegasse. Sabia que nos quartos vizinhos nossas movimentações não tinham passado despercebidas e imaginava o que os locatários deviam estar comentando. Afinal Rui levava a namorada aproveitando-se da ausência da senhoria e ela era comida por dois gajos de fora. De-li-ci-o-so!
Rui chegou já passava da hora e meia da manhã. Vinha cansado e ainda mais contrariado ficou quando deparou com a porta do quarto fechada. Procurou bater o mais discretamente possível mas eu fingindo que dormia deixei-o esperando algum tempo. Depois quando lhe abri a porta coberta apenas com uma toalha enrolada deve ter logo imaginado o resto do filme. Perguntou-me se os dois tinham adormecido, respondi-lhe que me parecia que sim a menos que tivessem acordado com o seu barulho mas mostrei logo minha pouca vontade em fazer sexo com ele dizendo-lhe já estar igualmente a dormir, ao que ele me retorquiu que me acordara porque eu tinha ido comprar as camisinhas como eu queria e quer por isso bem o poderia recompensar pelo esforço tal como lhe tinha prometido. Não fez contudo qualquer alusão ao motivo porque eu fechara a porta à chave pois deve ter logo percebido que acabara de levar um segundo par de cornos, e eu mandei-o então lavar-se que o iria satisfazer. A gula era tanta que em menos de dois segundos já se tinha despido e enfiado na casa de banho onde tomou um duche rápido. Quando se deitou comigo pedi-lhe que me chegasse uma camisinha ( Control tamanho normal) cobri-lhe o pauzinho embora já bastante levantado com ela, dizendo-lhe de modo a que os outros dois ouvissem que para piças como a dele bem podiam fabricar preservativos mais pequenos. Rui começou por me lamber os seios, mordiscou-os, apalpando-me as coxas e penetrou-me a ratinha com os dedos. Eu levara duas valentes coçadelas mas comecei-me a entusiasmar-me de novo com suas carícias e pedi-lhe que me fizesse um minete por baixo dos cobertores. Ele virou-se de cabeça para baixo, sua pila encamisada ficou junto às minhas mamas. O teste de corno de Rui não tinha terminado ainda. Agarrei nela e enquanto ia sendo lambida comecei a tocar-lhe uma punheta. Sou uma puta muito batida e sei bem levar um homem ao orgasmo rapidamente ainda para mais se pouco experiente e muito excitado como o meu corninho. Apertando-lhe os colhõezinhos e o pau com uma mão, puxando-lhe a pele deste para trás vigorosamente com a outra não tardei muito a senti-lo tremer todo e a vir-se no depósito da camisa.
- Meu esporra barato – insultei-o fingindo-me furiosa - então estás com tanta vontade de me dares uma pilada que na primeira vez que te abro as pernas, tu esporras-te todo mal te mexo na picinha, como um menino que nunca tocou numa mulher? Se fores sempre assim vais-me deixar muito desconsolada e então é que vais levar com dúzias de pares de cornos nessa tua testa. Razão tinha em te ter posto o preservativo na pila, senão olha como deixarias a cama. Vai-te lá lavar e deixa-me dormir.
Ele envergonhadíssimo pois adivinhava que os outros dois a menos que dormissem como pedras deviam ter ouvido tudo e patenteassem assim a sua inaptidão sexual para uma mulher como eu, nem se procurou desculpar e de mansinho saiu para se lavar mais uma vez. Estava na altura de concluir a prova, saber se tinha mesmo um corno como queria ou não. Até então ele não presenciara nenhuma das duas traições anteriores, apenas tivera evidências e a minha confissão da primeira, mas eu queria ir mais longe de modo a não lhe restarem dúvidas. Mal saiu, levantei-me toda nua e corri a deitar-me no meio dos dois que estavam efectivamente acoirdados. Mais gargalhadas de ambos.
- Agora percebemos por lhe pões os cornos e nunca o deixaste comer-te - disse-me João abraçando-me e já começando a ficar de novo com o pau feito.
- Eu fiz batota – admiti – Já lhe toquei várias punhetas e ele não se vem tão depressa. E quero que ele me coma mesmo um destes dias. Na verdade ando até com vontade de experimentar piça curta na rata. Mas como também o ando a treinar para se habituar a ser meu corno de certeza que não a pretendo experimentar ainda numa noite em que tenho duas bem grandes e grossas como as vossas para me satisfazerem – e enlaçando os dois com os braços puxei-os para mim e beijei-os. Não era preciso mais nada. Desta vez foi Alfredo quem me levou o caralho à boca para lhe fazer uma chupada enquanto João se encarregava de me continuar o minete que Rui deixara a meio quando o fiz esporrar-se. Quando Rui entrou e nos viu assim ocupados não disse nada mas também não fez menção de se retirar. Aquela última humilhação era o seu maior gozo. Deitou-se agora sozinho e era perfeitamente perceptível o friccionar da mão no seu pau pequenino enquanto de olhos fitos nos procurava seguir no escuro com o olhar. Rebolei-me por cima do Alfredo, deixei que me penetrasse por baixo de mim empinando minha bunda para o João. Este percebeu o que queria e agarrando-me as coxas com as mãos, muito lentamente e com muito jeitinho, meteu-me no cu.
- Ohh! Sim, comam-me, comam-me os dois, nos dois buracos que eu gosto. Oh, sim, fodam-me com força nos dois buracos que me venho toda! Ohhh sim, quero mais, mais.. – pedia eu. E não era só para impressionar e entesar Rui mas porque de facto aquela DP estava-me sabendo-me muito bem e sempre gostei de verbalizar meu prazer quando fodo. E além disso que poderia haver de melhor que uma sanduíche em que eu era o acepipe de dois machos fenomenais, para fechar aquela prova que quase sem contar, de um momento para o outro, decidira organizar para saber se meu namorado era de confiança ou não? Com ambos já tinham despejado a esporradela não foi muito intensa mas mesmo assim soube-me bem, muito bem.
Dormi o resto da noite ali no meio deles, nua enquanto Rui tendo tocado mais uma punheta acabou por adormecer sozinho sem me ter comido. Na manhã seguinte os dois saíram cedo pois o exame era às 9 horas e só então voltei para a cama dele. Rui já se apercebera da mancha de esporra do Alfredo na coberta.
- E logo esporra que não é minha – queixou-se – Não chegou a ser desta que te comi e ainda vou ter de mandar lavá-la.
Ri-me. Era para se ir habituando. Vida de corno é mesmo assim, e afinal de contas ele tinha passado no teste com nota máxima.
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SANDRA SAFADA
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TRAIÇÔES DE UMA PUTA EM COIMBRA
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
O CLIENTE QUE GOSTAVA DE LAMBER ESPORRA
Mrs B.. a cafetã em cujo bordel trabalhei durante pouco mais de um ano em Amesterdão, sabia bem das minhas dificuldades económicas e das razões que me levaram a ser prostituta, e como também sabia a facilidade com que eu estava disposta a alinhar nas fantasias sexuais dos clientes que procuravam os serviços das suas meninas, encaminhava-os sempre para mim, em especial tratando-se de domicílios, muito mais bem mais pagos do que quando se tratava de os receber nos quartos do bordel.
Por isso nesse final de tarde ela encarregou Frank, um dos seguranças espadaúdos do prostíbulo, de me conduzir a uma determinada morada, nos arredores da cidade, onde me esperava um cliente esquisito, adjectivo que sem qualquer conotação pejorativa Mrs B.. usava para classificar os fetichistas que nos preferiam receber noutros espaços onde o cenário estivesse mais de acordo com as suas taras, do que aquele que poderiam encontrar no bordel. O cliente não me conhecia mas Mrs. B.. assegurou-me pretender ele uma moça gordinha e morena, e até ficara muito contente quando a minha patroa lhe dissera ao telefone ter uma portuguesa que correspondia perfeitamente a tal descrição, pelo que estava certa a minha figura lhe iria agradar.
Na verdade o cliente não levantou qualquer objecção quando me viu, e depois de me ter pago e pedido a Frank para aguardar como sempre sucedia quando ele me conduzia a encontros com clientes, levou-me para uma divisão da casa que mais não era do que a casa de banho. Eu estranhara um pouco quando chegáramos, pois que a casa era algo velha e degradada, nada o estilo de casa de um fetichista com posses para pagar os pouco baratos serviços ao domicílio das meninas de Mrs. B.. mas depois pensei que aquela talvez não fosse a verdadeira casa dele, mas apenas o seu ninho do prazer.
- Despe-te – ordenou-me o cliente, um homem de cabelos grisalhos dos seus quarenta e muitos anos, vestido muito informalmente de jeans e sapatos de vela. Quando me despi toda mandou-me sentar na sanita e mijar à sua frente.
- Não tenho vontade – confessei-lhe um pouco atrapalhada pois ninguém me dissera que deveria levar a bexiga cheia, e eu não queria devolver o dinheiro que já recebera e ficar de mal com Mrs. B..
- Então bebe água até te vir a vontade – mandou-me o homem – E bebe muita água que quero ver-te mijar com abundância.
Abri então a torneira do lavatório e pus-me a beber dela, uma vez que ali não tinha outra fonte de água. A casa de banho era acanhada, com um pequeno postigo, e apenas uma sanita e um lavatório, felizmente bastante limpos. Sentando-me na sanita os meus joelhos ficaram quase tocando a parede da frente, na qual se achava suspenso um rolo de papel higiénico. Bebi bastante água, parando de vez em quando para respirar e para responder às suas perguntas pois o homem, dizendo-me gostar bastante de conhecer mais profundamente as mulheres que contratava para seu prazer, quis saber porque motivo eu, uma moça bonita e inteligente, natural de um país cujas mulheres têm fama de serem tão conservadoras, me encontrava na Holanda trabalhando como puta. A sua curiosidade ter-me-ia irritado, não fosse eu já estar habituada ao mais diverso tipo de manias dos clientes das prostitutas, e saber que muitos precisam de mais do que a visão das nossas abertas e bem escachadas para sentirem tesão, e não fosse precisamente para as satisfazer que eu estava ali. Assim contei-lhe a verdade, e pareceu-me ter ficado ainda mais agradado por eu lhe ter dito considerar-me órfã de pai e mãe, educada em casa de um tio que desde pequena abusava sexualmente de mim, estudando Direito na minha terra e andar presentemente na prostituição para pagar os estudos, embora me pareça também não ter acreditado muito na minha condição de estudante universitária, mais verdadeira do que a galga de ser órfã. Já quanto aos abusos sexuais que desde menina sofri às mãos do meu tio/padrinho acreditou piamente neles, pois me disse:
- Todas as putas começam por ser violadas em meninas por alguém da família.
Durante o nosso diálogo, o sujeito ia olhando deliciado para as minhas pernas e coxas, e gabou muito minhas mamas carnudas e tesas, e os labiozinhos da minha racha, comentando ter eu umas mamas e uma racha boas para serem aleitadas por um macho como ele. Mas não me tocou embora o seu pau se mostrasse insuflado por baixo do fecho dos jeans, não só com a visão do meu corpo nu como igualmente pelas confissões que lhe ia fazendo.
Quando após ter bebido bastante água me senti com vontade de urinar, sentei-me então na abertura da sanita e mijei.
- Abre bem as pernas que quero ver-te mijando, portuguesinha – disse-me colocando-se mesmo na minha frente apesar da exiguidade do espaço. Obedeci-lhe procurando mijar lentamente para que o jorro durasse o mais tempo possível já que o cliente gostava de me ver urinar, e o caralho dele cresceu ainda mais. Não era muito grande, pela silhueta era até o caralho mais pequeno que eu vira desde que me começara a vender em Amesterdão, mas dava para perceber ser bem grosso.
- Agora limpa-te, mijona – mandou – Todas as mijonas limpam a rata depois de mijarem.
Estendi o braço para arrancar duas ou três folhas do rolo de papel higiénico mas o cliente mandou-me tirá-lo fora. Pensei que fosse um varão espetado que sustinha o papel na parede mas quando o retirei constatei que cravado solidamente na parede daquele wc se encontrava um gigantesco caralho de silicone, de cor creme e sem o par de tomates na base. Achei tanta graça àquilo que não contive uma risada.
- Gostas, portuguesinha? Ainda bem. Porque vai ser nele que te vais satisfazer e eu vou querer assistir à tua foda. Mas primeiro limpa a rata, que só quero ver o teu sumo pingando.
Limpei a pássara e depois de ter atirado com o papel para a sanita e descarregado o autoclismo levantei-me e preparei-me para me masturbar no vibrador de parede.
- Cospe nele – voltou a mandar-me – Cospe bem nele para o sentires escorregar-te todo pela rata acima.
Cuspi abundantemente e o cliente ainda mandou que com uma mão espalhasse o cuspo até deixar o vibrador bem lubrificado, como se lhe estivesse tocando uma punheta. O sujeito sentara-se no tampo da sanita.
- De costas, portuguesinha, vais enfiar esse caralho na rata com a cara voltada para mim.
Como boa profissional voltei as costas ao vibrador e inclinando-me toda e introduzindo as mãos por entre as pernas fui-o enterrando lentamente na greta. Tal como ele exigia.
- Devagarinho, gordinha portuguesa, bem devagarinho que temos tempo.
Tempo não era uma coisa que Mrs. B.. gostasse de saber que nós concedíamos em demasia aos clientes, mas sendo o comércio carnal uma questão de números, nem todos os clientes se podem despachar da mesma maneira e como aquele pagava para ter direito aos vagares todos, eu tratei de lhe obedecer. Também não convinha ser de outro modo pois que a grossura daquele caralho não permitia nem mesmo a uma puta já algo batida como eu, metê-lo com muita mais pressa.
- Boa, já está todo dentro de ti – comprovou – Agora quero que te rebolas nele, como uma fêmea com cio no caralho avantajado de um homem. Mas vou ajudar-te. A minha língua adora ratinhas de vadias bem abertas por caralhos como esse.
Ajoelhando-se passou-me as pernas sobre os seus ombros, fazendo-me pousar os pés na borda da sanita e suportando uma boa parte do meu peso.
- Huum, coninha salgada! – exclamou lambendo os lábios como um menino guloso perante uma iguaria que lhe é apresentada, antes de ma começar lambendo - Como eu gosto de uma coninha assim trespassada por um bom caralho, e acabadinha de mijar! Huum! Não há nada melhor do que uma coninha apanhando de um bom cacete e sabendo e cheirando a mijo fresco! Huum!
E enquanto eu me masturbava o porco tirando finalmente sua pila para fora do fecho e exibindo-ma antes de se começar a punhetear fez-me um espectacular minete que me deixou reconciliada com a vida de puta que levava desde há alguns meses. Agora era a minha vez de dizer huuum, de prazer. O minete não durou contudo muito tempo pois talvez o cliente não me quisesse fazer gozar. Passado algum tempo levantou-se passando os braços sobre o meu rabo para me ajudar a manter naquela posição, e mandou que lhe mamasse na pixota.
- Chupa-me portuguesa! Estás com sorte que trago a piça limpa, não sabe a mijo como a tua rata.
De facto não sabia e eu mamei nela até lhe começar sentindo os primeiros fios de esperma assomarem junto à racha da glande não circuncidada.
- Huuum! Boa boquinha! – reconhecia – Isso, chupa também o meu leitinho morno. E não pares de foder que me excita tanto ver-te fodendo com o saboroso caralho que te arranjei.
Quase me vim novamente e isso só não aconteceu por o indivíduo me ter defraudado mais uma vez as expectativas. Quando bastante excitada, as minhas chupadelas se tornaram mais intensas, ele incapaz de conter o dilúvio de sémen baixou as calças e já nu da cintura para baixo mandou-me parar com o broche.
- Pára, pára, portuguesinha! Não vai ser na tua boca que vou depositar minha esporra.
Fazendo-me pousar os pés no chão, agarrou na pila que não media mais de 15 cms. e veio-se sem cerimónia sobre a minha cara e mamas.
- Toma esporra, mulher pecadora, toma a minha esporra quente nessas tuas mamas empinadas! – gritou – Toma esporra que é a esporra de homens como eu que faz ganhar a vida às putas como tu!
Apesar de os seus instrumentos masculinos não apresentarem grandes dimensões o cliente esquisito demonstrou ser um bom esporrador pois me deixou literalmente pingando langonha pelo meu peito abaixo, pelo que eu me achei com direito a um banho antes de regressar com Frank para o prostíbulo.
- Está descansada que não vais sujar o assento do táxi com a minha esporra – garantiu-me. E dando-me a provar que em matéria de esquisitices de clientes eu ainda não vira tudo, o sujeito fazendo-me sentar novamente no tampo aberto da sanita removeu-me com a língua todo o esperma que ejaculara sobre o meu corpo.
- Huum! – exclamava - bom leitinho de macho! Como adoro beber todo o leitinho de macho na pele de uma boazona como tu, minha portuguesinha de cara redonda.
Pelos vistos adorava tanto o leitinho que me depositara que não tardou a ficar de pau feito pela segunda vez e a tocar por isso uma punheta para se aliviar, esporrando-se agora sobre os meus pés descalços, que também lambeu deliciado. Se é verdade que banhos de esperma fazem bem à pele, não me admirava nada que nesse final de tarde eu tivesse ficado com ela ainda mais mimosa o que é sempre bom para uma moça que como eu vivia de alugar o corpo.
Quando me vim embora vinha um pouco desconsolada. Não só por duas vezes me estivera quase a vir e não conseguira, como demonstrando a sua sovinice o sujeito não me dera nenhuma gorjeta, o que era raro com este tipo de clientes. Frank perguntara-me se aquele tinha sido um cliente difícil e eu respondi-lhe que não, apenas estranhara a sua curiosidade em relação ao meu passado e ao percurso que me conduzira para o mundo da prostituição. Frank rindo-se muito retorquiu-me que isso só podiam ser ossos do ofício. Quis saber o que o segurança queria dizer com aquilo e ele por sua vez voltou a inquirir-me se eu não adivinhara que género de homem era aquele. Respondi-lhe novamente que não ao que Frank me retorquiu:
- Pois vinda de um país católico devias ter adivinhado, Sandra. O sujeito é padre católico na igreja de …, e pelos vistos além de ser mamado e de se esporrar no peito das meninas de Mrs. B.. ,deve gostar muito de confessar as putas que a madame lhe arranja, talvez para lhes garantir um lugar no Paraíso, apesar da vida de pecado que levam.
Bem, o tarado a mim não me dera a absolvição como é suposto os padres fazerem no final das confissões, mas por isso me chamara mulher pecadora.
- Pelo visto o padre que acabaste de conhecer, Sandra – continuou Frank que já lhe conhecia bem a fama e o proveito – pertence àquela estirpe de clérigos que não metem o pau em mulher alguma para não violarem o juramento de castidade que fizeram quando tomaram ordens. Mas gosta de contratar prostitutas e de se esporrar com elas, pois diz que lei divina alguma o pode impedir de despejar um líquido que a Natureza lhe faz nascer todos os dias nos colhões em grande quantidade.
De facto, pensei, se há quem seja mais habilitado a fintar os desígnios e as proibições que o Criador estabeleceu para eles, são os padres tal como os advogados são os mais capazes a furar as leis humanas. Mas excitada como ficara, foi com o maior prazer que depois do duche que tomei em casa de Mrs. B.. vesti uma lingerie vermelha, bem reduzidíssima e ocupei o meu lugar na montra do prostíbulo ao lado das restantes putas, minhas colegas. Depois da brochada e da punheta com o padre que não me deixara gozar, eu queria mesmo era arranjar um cliente que me desse uma foda normal e me fizesse sentir mulher. E consegui-o.
Por isso nesse final de tarde ela encarregou Frank, um dos seguranças espadaúdos do prostíbulo, de me conduzir a uma determinada morada, nos arredores da cidade, onde me esperava um cliente esquisito, adjectivo que sem qualquer conotação pejorativa Mrs B.. usava para classificar os fetichistas que nos preferiam receber noutros espaços onde o cenário estivesse mais de acordo com as suas taras, do que aquele que poderiam encontrar no bordel. O cliente não me conhecia mas Mrs. B.. assegurou-me pretender ele uma moça gordinha e morena, e até ficara muito contente quando a minha patroa lhe dissera ao telefone ter uma portuguesa que correspondia perfeitamente a tal descrição, pelo que estava certa a minha figura lhe iria agradar.
Na verdade o cliente não levantou qualquer objecção quando me viu, e depois de me ter pago e pedido a Frank para aguardar como sempre sucedia quando ele me conduzia a encontros com clientes, levou-me para uma divisão da casa que mais não era do que a casa de banho. Eu estranhara um pouco quando chegáramos, pois que a casa era algo velha e degradada, nada o estilo de casa de um fetichista com posses para pagar os pouco baratos serviços ao domicílio das meninas de Mrs. B.. mas depois pensei que aquela talvez não fosse a verdadeira casa dele, mas apenas o seu ninho do prazer.
- Despe-te – ordenou-me o cliente, um homem de cabelos grisalhos dos seus quarenta e muitos anos, vestido muito informalmente de jeans e sapatos de vela. Quando me despi toda mandou-me sentar na sanita e mijar à sua frente.
- Não tenho vontade – confessei-lhe um pouco atrapalhada pois ninguém me dissera que deveria levar a bexiga cheia, e eu não queria devolver o dinheiro que já recebera e ficar de mal com Mrs. B..
- Então bebe água até te vir a vontade – mandou-me o homem – E bebe muita água que quero ver-te mijar com abundância.
Abri então a torneira do lavatório e pus-me a beber dela, uma vez que ali não tinha outra fonte de água. A casa de banho era acanhada, com um pequeno postigo, e apenas uma sanita e um lavatório, felizmente bastante limpos. Sentando-me na sanita os meus joelhos ficaram quase tocando a parede da frente, na qual se achava suspenso um rolo de papel higiénico. Bebi bastante água, parando de vez em quando para respirar e para responder às suas perguntas pois o homem, dizendo-me gostar bastante de conhecer mais profundamente as mulheres que contratava para seu prazer, quis saber porque motivo eu, uma moça bonita e inteligente, natural de um país cujas mulheres têm fama de serem tão conservadoras, me encontrava na Holanda trabalhando como puta. A sua curiosidade ter-me-ia irritado, não fosse eu já estar habituada ao mais diverso tipo de manias dos clientes das prostitutas, e saber que muitos precisam de mais do que a visão das nossas abertas e bem escachadas para sentirem tesão, e não fosse precisamente para as satisfazer que eu estava ali. Assim contei-lhe a verdade, e pareceu-me ter ficado ainda mais agradado por eu lhe ter dito considerar-me órfã de pai e mãe, educada em casa de um tio que desde pequena abusava sexualmente de mim, estudando Direito na minha terra e andar presentemente na prostituição para pagar os estudos, embora me pareça também não ter acreditado muito na minha condição de estudante universitária, mais verdadeira do que a galga de ser órfã. Já quanto aos abusos sexuais que desde menina sofri às mãos do meu tio/padrinho acreditou piamente neles, pois me disse:
- Todas as putas começam por ser violadas em meninas por alguém da família.
Durante o nosso diálogo, o sujeito ia olhando deliciado para as minhas pernas e coxas, e gabou muito minhas mamas carnudas e tesas, e os labiozinhos da minha racha, comentando ter eu umas mamas e uma racha boas para serem aleitadas por um macho como ele. Mas não me tocou embora o seu pau se mostrasse insuflado por baixo do fecho dos jeans, não só com a visão do meu corpo nu como igualmente pelas confissões que lhe ia fazendo.
Quando após ter bebido bastante água me senti com vontade de urinar, sentei-me então na abertura da sanita e mijei.
- Abre bem as pernas que quero ver-te mijando, portuguesinha – disse-me colocando-se mesmo na minha frente apesar da exiguidade do espaço. Obedeci-lhe procurando mijar lentamente para que o jorro durasse o mais tempo possível já que o cliente gostava de me ver urinar, e o caralho dele cresceu ainda mais. Não era muito grande, pela silhueta era até o caralho mais pequeno que eu vira desde que me começara a vender em Amesterdão, mas dava para perceber ser bem grosso.
- Agora limpa-te, mijona – mandou – Todas as mijonas limpam a rata depois de mijarem.
Estendi o braço para arrancar duas ou três folhas do rolo de papel higiénico mas o cliente mandou-me tirá-lo fora. Pensei que fosse um varão espetado que sustinha o papel na parede mas quando o retirei constatei que cravado solidamente na parede daquele wc se encontrava um gigantesco caralho de silicone, de cor creme e sem o par de tomates na base. Achei tanta graça àquilo que não contive uma risada.
- Gostas, portuguesinha? Ainda bem. Porque vai ser nele que te vais satisfazer e eu vou querer assistir à tua foda. Mas primeiro limpa a rata, que só quero ver o teu sumo pingando.
Limpei a pássara e depois de ter atirado com o papel para a sanita e descarregado o autoclismo levantei-me e preparei-me para me masturbar no vibrador de parede.
- Cospe nele – voltou a mandar-me – Cospe bem nele para o sentires escorregar-te todo pela rata acima.
Cuspi abundantemente e o cliente ainda mandou que com uma mão espalhasse o cuspo até deixar o vibrador bem lubrificado, como se lhe estivesse tocando uma punheta. O sujeito sentara-se no tampo da sanita.
- De costas, portuguesinha, vais enfiar esse caralho na rata com a cara voltada para mim.
Como boa profissional voltei as costas ao vibrador e inclinando-me toda e introduzindo as mãos por entre as pernas fui-o enterrando lentamente na greta. Tal como ele exigia.
- Devagarinho, gordinha portuguesa, bem devagarinho que temos tempo.
Tempo não era uma coisa que Mrs. B.. gostasse de saber que nós concedíamos em demasia aos clientes, mas sendo o comércio carnal uma questão de números, nem todos os clientes se podem despachar da mesma maneira e como aquele pagava para ter direito aos vagares todos, eu tratei de lhe obedecer. Também não convinha ser de outro modo pois que a grossura daquele caralho não permitia nem mesmo a uma puta já algo batida como eu, metê-lo com muita mais pressa.
- Boa, já está todo dentro de ti – comprovou – Agora quero que te rebolas nele, como uma fêmea com cio no caralho avantajado de um homem. Mas vou ajudar-te. A minha língua adora ratinhas de vadias bem abertas por caralhos como esse.
Ajoelhando-se passou-me as pernas sobre os seus ombros, fazendo-me pousar os pés na borda da sanita e suportando uma boa parte do meu peso.
- Huum, coninha salgada! – exclamou lambendo os lábios como um menino guloso perante uma iguaria que lhe é apresentada, antes de ma começar lambendo - Como eu gosto de uma coninha assim trespassada por um bom caralho, e acabadinha de mijar! Huum! Não há nada melhor do que uma coninha apanhando de um bom cacete e sabendo e cheirando a mijo fresco! Huum!
E enquanto eu me masturbava o porco tirando finalmente sua pila para fora do fecho e exibindo-ma antes de se começar a punhetear fez-me um espectacular minete que me deixou reconciliada com a vida de puta que levava desde há alguns meses. Agora era a minha vez de dizer huuum, de prazer. O minete não durou contudo muito tempo pois talvez o cliente não me quisesse fazer gozar. Passado algum tempo levantou-se passando os braços sobre o meu rabo para me ajudar a manter naquela posição, e mandou que lhe mamasse na pixota.
- Chupa-me portuguesa! Estás com sorte que trago a piça limpa, não sabe a mijo como a tua rata.
De facto não sabia e eu mamei nela até lhe começar sentindo os primeiros fios de esperma assomarem junto à racha da glande não circuncidada.
- Huuum! Boa boquinha! – reconhecia – Isso, chupa também o meu leitinho morno. E não pares de foder que me excita tanto ver-te fodendo com o saboroso caralho que te arranjei.
Quase me vim novamente e isso só não aconteceu por o indivíduo me ter defraudado mais uma vez as expectativas. Quando bastante excitada, as minhas chupadelas se tornaram mais intensas, ele incapaz de conter o dilúvio de sémen baixou as calças e já nu da cintura para baixo mandou-me parar com o broche.
- Pára, pára, portuguesinha! Não vai ser na tua boca que vou depositar minha esporra.
Fazendo-me pousar os pés no chão, agarrou na pila que não media mais de 15 cms. e veio-se sem cerimónia sobre a minha cara e mamas.
- Toma esporra, mulher pecadora, toma a minha esporra quente nessas tuas mamas empinadas! – gritou – Toma esporra que é a esporra de homens como eu que faz ganhar a vida às putas como tu!
Apesar de os seus instrumentos masculinos não apresentarem grandes dimensões o cliente esquisito demonstrou ser um bom esporrador pois me deixou literalmente pingando langonha pelo meu peito abaixo, pelo que eu me achei com direito a um banho antes de regressar com Frank para o prostíbulo.
- Está descansada que não vais sujar o assento do táxi com a minha esporra – garantiu-me. E dando-me a provar que em matéria de esquisitices de clientes eu ainda não vira tudo, o sujeito fazendo-me sentar novamente no tampo aberto da sanita removeu-me com a língua todo o esperma que ejaculara sobre o meu corpo.
- Huum! – exclamava - bom leitinho de macho! Como adoro beber todo o leitinho de macho na pele de uma boazona como tu, minha portuguesinha de cara redonda.
Pelos vistos adorava tanto o leitinho que me depositara que não tardou a ficar de pau feito pela segunda vez e a tocar por isso uma punheta para se aliviar, esporrando-se agora sobre os meus pés descalços, que também lambeu deliciado. Se é verdade que banhos de esperma fazem bem à pele, não me admirava nada que nesse final de tarde eu tivesse ficado com ela ainda mais mimosa o que é sempre bom para uma moça que como eu vivia de alugar o corpo.
Quando me vim embora vinha um pouco desconsolada. Não só por duas vezes me estivera quase a vir e não conseguira, como demonstrando a sua sovinice o sujeito não me dera nenhuma gorjeta, o que era raro com este tipo de clientes. Frank perguntara-me se aquele tinha sido um cliente difícil e eu respondi-lhe que não, apenas estranhara a sua curiosidade em relação ao meu passado e ao percurso que me conduzira para o mundo da prostituição. Frank rindo-se muito retorquiu-me que isso só podiam ser ossos do ofício. Quis saber o que o segurança queria dizer com aquilo e ele por sua vez voltou a inquirir-me se eu não adivinhara que género de homem era aquele. Respondi-lhe novamente que não ao que Frank me retorquiu:
- Pois vinda de um país católico devias ter adivinhado, Sandra. O sujeito é padre católico na igreja de …, e pelos vistos além de ser mamado e de se esporrar no peito das meninas de Mrs. B.. ,deve gostar muito de confessar as putas que a madame lhe arranja, talvez para lhes garantir um lugar no Paraíso, apesar da vida de pecado que levam.
Bem, o tarado a mim não me dera a absolvição como é suposto os padres fazerem no final das confissões, mas por isso me chamara mulher pecadora.
- Pelo visto o padre que acabaste de conhecer, Sandra – continuou Frank que já lhe conhecia bem a fama e o proveito – pertence àquela estirpe de clérigos que não metem o pau em mulher alguma para não violarem o juramento de castidade que fizeram quando tomaram ordens. Mas gosta de contratar prostitutas e de se esporrar com elas, pois diz que lei divina alguma o pode impedir de despejar um líquido que a Natureza lhe faz nascer todos os dias nos colhões em grande quantidade.
De facto, pensei, se há quem seja mais habilitado a fintar os desígnios e as proibições que o Criador estabeleceu para eles, são os padres tal como os advogados são os mais capazes a furar as leis humanas. Mas excitada como ficara, foi com o maior prazer que depois do duche que tomei em casa de Mrs. B.. vesti uma lingerie vermelha, bem reduzidíssima e ocupei o meu lugar na montra do prostíbulo ao lado das restantes putas, minhas colegas. Depois da brochada e da punheta com o padre que não me deixara gozar, eu queria mesmo era arranjar um cliente que me desse uma foda normal e me fizesse sentir mulher. E consegui-o.
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM AMESTERDÃO
sábado, 14 de agosto de 2010
A HUMILHAÇÃO DO MEIA PILA NA FESTA MOÇAMBICANA
Aquela noite de sábado correra-me mal. Como acontecia em quase todas eu estivera até bem perto das 24 horas com a carteira a tiracolo e saia por cima do joelho no Parque João Braga em Coimbra angariando clientes para uma trepada. Infelizmente porém o único homem que se abeirou de mim deve ter ido procurar puta noutro lado pois achou alto o preço que eu cobrava para lhe abrir as pernas. Meu namorado Rui que desde que começara a andar comigo me acompanhava nas noites da vida como se fosse o meu chulo proporcionando-me alguma segurança que antes dele nunca tivera, é que não se mostrou muito incomodado com isso, algo raro nele porque um dos seus grandes prazeres sempre foi saber-me dando para outros. Nem me sugeriu esperar pelo final da sessão porno nocturna que por vezes trazia algum cliente entesado, mas havia uma razão para isso. Um seu amigo que fora de final de semana a casa e vivia na República estudantil do Prá- Kis-Tão, emprestara-lhe o quarto com a condição de não lhe sujarmos os lençóis e Rui tencionava comer-me nessa noite, coisa que já não fazia há mais de uma semana uma vez que uma das minhas desculpas frequentes para o absentismo sexual a que por norma o mantinha era precisamente o facto de lhe dizer que tinha a rata toda dorida de levar nela com o pirilau dos clientes. Nessa noite não tendo arranjado nenhum não teria pretexto para lhe negar a pássara e Rui convencera-se assim que meteria nela. Mas eu que precisava do dinheiro é que não estava nada satisfeita, tanto mais que as noites de sábado costumavam ser as mais rentáveis. Pensar que a pilinha pequenina de Rui ia ser a única a satisfazer-se no meu corpo quando aquela hora já contava ter contabilizado na carteira, pelo menos um par de notas de mil escudos pôs-me algo irritada com ele e como vingança não só decidi que não lhe iria dar o grelo como publicamente o humilharia dando-o a outro. È verdade que Rui nunca se preocupou em Coimbra em ser conhecido como corno tanto mais que a minha condição de menina da má vida era bem patente em todos os que nos conheciam. Além disso uns anos antes eu fora forçada a dar na mesa da cozinha, para todos os rapazes da república estudantil onde então vivia tendo passado a ficar conhecida como a puta da República de.. Por causa da minha fama de menina fácil Rui era conhecido no meio académico como o corno da puta da República de …sem se incomodar nada com isso pois ser corno foi uma condição que sempre assumiu bem. (Nessa noite ganhou outro apelido mas já lá iremos).
Havia contudo um pormenor que durante muitos anos o amargurava como macho: o reduzido tamanho da sua pila. Se o queria humilhar perante outras pessoas era por aí que deveria ir. Além do mais quando ele me pediu namoro dissera-me que faria sempre tudo o que lhe mandasse. Até à data mantivera sua palavra e aquele seria por isso um novo teste à sua promessa.
Assim quando me propôs tomarmos o caminho do Prá-Kis-Tão para passarmos o resto da noite juntos, eu tendo-me lembrado que nesse sábado os estudantes africanos celebravam a independência de Moçambique ocorrida a 25 de Junho, data que se assinalara essa semana, disse-lhe que ainda era cedo e que queria passar por lá para beber um copo. Rui deve ter desconfiado que eu não me conformara com o mau sucesso do meu negócio e planeava arranjar cacete na festa mas acompanhou-me como sempre. Os estudantes africanos celebravam suas festas num casarão numa das ruas da baixinha e nos anos 80 em Coimbra elas eram sempre muito concorridas. Quando lá chegámos fomos logo recebidos por um negro de S. Tomé, o Alexandre, que eu sabia bem tinha um portentoso bacamarte, o segundo maior que já vi até hoje, pois por mais de uma vez já dera para ele ainda que quase sempre ele me tivesse pago meus favores., Alexandre estava um bocado eufórico pelas cervejas já bebidas e recebeu-nos de braços abertos:
- Sejam bem vindos! – E depois só no meu ouvido – é sempre agradável rever a puta da República de.. Pode ser que a tua presença seja o sinal que faremos só nós dois uma festa no final desta.
- Não contes muito com isso – respondi-lhe rindo-me também ao ouvido – A puta da república trouxe o seu chulo. E não me digas que com a avantajada ferramenta que tens só te safas com a puta de Direito.
- E desde quando um chulo impede uma puta de foder? – perguntou-me com toda a lógica – E embora seja verdade que numa festa destas se encontrem muitas putas dispostas a provar a minha ferramenta gosto mais de lhe dar a martelar pito branco.
E eu de ser martelada por pau preto, não disse mas pensei-o. E naquele local havia bem mais pirocas de negros do que pitos de brancas e quanto às primeiras, se fossem todas do tamanho da do meu namorado corno, estávamos conversados.
Bom a festa estava animada, muita música ainda que mais de Cabo Verde e de Angola do que de Moçambique, muita cerveja, muamba de galinha. Rui estava cada vez mais chateado pois bem se apercebia que eu não estava com intenções de me ir deitar com ele tão cedo, e além do mais aborrecido porque além de ter tido de pagar 100 escudos para entrar uma vez que só as moças estavam isentas de bilhete de ingresso, ainda estava arcando com a despesa do meu consumo pois eu dizia-lhe que não tendo arranjado clientes não tinha dinheiro. E cada vez bebia mais algo que eu não tentava refrear pois por experiência sabia que quanto mais bebesse mais pequeno lhe ficaria o piçante. Com o passar da noite a pista ficou mais vazia e eu não perdi a oportunidade de dançar ao ritmo das rumbas, das kizombas, dos funanás e tabancas. Rui procurou então acompanhar-me mas propositadamente eu afastava-me dele e deixava-me acercar pelos rapazes negros na sua maioria de cabelo rapado, porte atlético e mãos e dedos compridos. Quando a cadência da música impunha movimentos eróticos à dança Rui bem tentava encostar seus quadris nos meus para que os nossos órgãos genitais se esfregassem por baixo da roupa mas eu muito mazinha repelia suas aproximações e pelo contrário entregava-me toda ao grupo dos negros. Não tardou muito a verificar que o caralho da maioria se entesava forte sempre que a minha púbis se lhes encostava. Alexandre vendo-me tão implicitamente oferecida veio para junto de nós e a partir desse momento eu passei a dançar quase só com ele esfregando-me constantemente nas suas pernas o que o fez sorrir e ficar com a certeza que iria foder comigo gratuitamente. Tal como o dos restantes, seu cacete não tardou a fazer sentir sua potência. Ouviram-se então vozes dirigidas a mim:
- Tira a calcinha, tira.
Havia ainda muitas moças mas mesmo algumas delas faziam coro no mesmo sentido. No entanto ali não dava para descambar para o torto. Em todo o caso tirei as calcinhas que eram pretas por baixo da saia para não expor a pássara nem os pentelhos, atirei-as por cima da cabeça de todos e continuei a dançar. Os que ali estavam sem namorada quiseram fazer a dança das ancas comigo mas mais uma vez Rui limitou-se a ver a namorada esfregando a rata nos quadris dos outros, agora sem calcinha e apenas coberta pela saia curta.
Ao fim de mais de uma hora naquilo sentia-me cansada e pedi a Rui que me fosse procurar a calcinha e me pagasse outra cerveja. Ele foi buscá-las e Alexandre veio ter comigo. Disse-me estar cheio de tesão e ser muito mais macho do que o corno com quem namorava, e por isso de certeza que me iria agradar levar a soberba foda que me daria mal subíssemos ao quartinho no andar de cima onde já uma vez me comera. Rui chegou entretanto com a minha calça e uma Sagres mas não ouviu estas últimas palavras:
-Que é que tu farias para me comer esta noite, Alexandre?
- Queres dinheiro, é isso?
- Bem preciso dele, mas para um amigo como tu apenas te cobro o empréstimo de uma fita métrica, de uma corda forte que dê para amarrar os pulsos a um corno e a exibição daqui a bocado do teu caralho em frente a quem cá ainda esteja. Se me garantires estas três coisas eu garanto-te que não acabas a madrugada sem martelares o tal pito branco que tanto aprecias.
- És completamente maluca, Sandra! – exclamou - Mas se à tua cona me deixares servir da tua boca é para já. Custa-me menos isso do que pagar-te com notas do banco.
Prometi-lho e Alexandre retirou-se. Depois de ter vestido a calcinha perguntei a Rui se tal como me jurara quando me pedira namoro continuava disposto a submeter-se a todas as minhas fantasias mesmo que isso implicasse sofrer a maior humilhação da sua vida. Muito estóico respondeu-me que eu acabara de o humilhar como fazia tantas vezes e ele continuava ali pelo que não havia necessidade de dizer mais nada. Continuei a dançar, rolou uma garrafa de aguardente moçambicana e Rui bebia dela quando Alexandre voltou com uma fita de costureira. Meti-a na carteira e convidei Rui para subir comigo ao quartinho o que deixou este extremamente satisfeito por razões óbvias, mas Alexandre muito surpreendido como se seus olhos me estivessem perguntando, então é com ele que vais subir e não comigo? Quando chegámos ao quarto, que na verdade era uma pequena sala com um divã já bastante usado, e com muito cheiro a esporra no ar indiciando a actividade que nessa noite já nela se desenrolara, pedi-lhe que se despisse. Com a quantidade de álcool que lhe estimulara a beber sua pilita apesar do tesão não estava tão inflamada como era costume quando passava uma semana sem esvaziar os baguitos e eu ia encarregar-me de a fazer mingar ainda mais. Fui à carteira, tirei a corda na verdade robusta, atei-lhe os pulsos em frente ao baixo - ventre para que ele já não pudesse reagir e sua pila de bom masoquista cresceu mais um pouco para mim. Sobrava ainda corda para fazer de rédea.
- Rui, estás com ideias de me comeres esta noite, não estás? Pois quando cá entramos também estava com ideia de te conceder meus favores pois de facto és um namorado muito querido. O teu único defeito para uma moça batida como eu é seres um meia piça. Sabes bem como gosto delas enormes e gordas. O Alexandre quer-me comer também e como não estou disposta a dar para dois decidi que passaria a noite com aquele de vocês que a tiver maior. E para isso vamos medi-las em frente a todos. Vamos.
Nem seria preciso medi-las com fita métrica, a olho nu se via perfeitamente qual o maior bacamarte mas sem tal medida a humilhação não estaria completa e ele não teria ganho a alcunha que ganhou. Rui ao principio nem queria acreditar no que me propunha fazer-lhe e só se convenceu que eu estava a sério quando conduzindo-o pela rédea dos pulsos me encaminhei para a porta.
- Por favor Sandrinha querida – suplicou ele – não me faças isso. De certeza que a pila dele é maior do que a minha. Tu mesma dizes que nunca vistes uma pila e uns colhões tão pequenos como os meus, todos se vão rir de mim. Vai foder com o Alexandre mas não me faças isso, por favor.
Eu ria-me, dizendo-lhe que mostrando o que tinha não havia de que se envergonhar embora de facto compreendesse que se sentisse menorizado já que os negros têm fama de ter os caralhos bem preenchidos e o dele fosse talvez o mais pequeno do Mundo.
- E depois qual é o teu problema? – gozei enquanto o fazia caminhar -O máximo que pode acontecer é ele ter a pila maior que a tua e eu ir foder com ele em vez de contigo como estava combinado, o que para ti não é problema nenhum já que gostas tanto de ser corno.
A risota foi geral quando entramos na sala onde ainda estavam mais de 100 pessoas. Algumas moças soltaram um grito vendo Rui nu, outras riram-se e algumas desviaram o olhar. Tal como imaginava, com o susto de se ver numa plateia toda nua a pilinha de Rui estava mais reduzida do que o costume, não aparentando os 11 cms. que é o seu tamanho habitual. Admito que o excesso de álcool fosse também responsável pelos meus actos mas já que profissionalmente a noite me correra mal nada obstava que a festa da independência de Moçambique me permitisse ao menos extravasar no meu namorado submisso.
- Meninos – soltei em voz alta e acenando com a fita métrica – alguns de vocês já foderam esta noite e eu também espero fazê-lo. Tinha pensado fazê-lo com o meu namorado embora haja aqui outro interessado. Estou farta de saber que o meu namorado tem uma pila curta mas não sei se foi por ter bebido de mais parece-me que hoje ainda a tem mais pequena do que nos outros dias. E isso é que não pode ser. Nasci em Angola e num dia como este quero apanhar com um bacamarte que me arrombe toda como dizem que são os pirilaus dos africanos. Por isso diante de vocês declaro estar disposta a ir para a cama com aquele dos dois que nesta fita métrica me prove que a tem maior. O meu branquinho ainda tem esperança que a pila do seu rival seja mais pequena do que a sua pelo que aceitou medi-la publicamente com a dele, se este aceitar fazê-lo claro.
Alguns responsáveis da casa tentaram impedir-me mas o clima de sensualidade àquela hora da noite era já bastante carregado para o conseguirem fazer. Alexandre dizendo que era ele o meu segundo pretendente interveio, sustendo-os e dizendo que o meu branquinho tendo uma piça de tamanho tão desprezível era tolo em querer medi-la com a dele, coisa que de resto aceitava fazer de bom gosto para que não restassem dúvidas. E com isto a pila de Rui ia ficando cada vez mais sumida. Puxei uma mesa ordenando a Rui que pousasse sua pilinha nela após o que a medi. Tinha razão. Com o stress da situação e o álcool a pila do corno encurtara mais de três centímetros e não chegava bem aos 8. Todos quiseram ver, mesmo muitas das miúdas que estavam com os namorados, pelo que lhe medi a pila por diversas vezes e de todas as vezes ela se apresentava mais pequena o que fazia rir a assistência levando todos a comentar nunca ter visto instrumento tão pequeno e até a duvidar que ele servisse para o coito. A São, uma brasileira aluna de Medicina bastante toldada pelas cervejas e aguardente que bebera até se atreveu a dizer que tendo Rui uma grila daquele tamanho não escandalizaria ninguém se fosse assim nu para a rua pois ela nem se via. Este assustou-se temendo que levássemos a ideia avante e acho que só não o fizemos porque ninguém se lembrou disso, pelo que a pila dele ainda mingou mais. A São pediu-me que a medisse de novo para ver o efeito das suas palavras e desta vez ela não marcou mais de 7,63 cms o tamanho mais curto com que alguma vez a vi e que comemorámos com uma valente assobiadela. “ Sete centímetros de piça, sete centímetros de piça” era só o que se ouvia. Estou convencida que em muitos dos comentários incluindo o de algumas negras, que se ouviam dizendo que em matéria de tamanho ninguém levava a palma aos homens africanos havia algum teor rácico por o detentor de tal pilinha ser um branco. Alexandre chegou-se então até nós.
- Nunca deves ter visto uma piça de macho para supores que a poderias ter maior do que a de um verdadeiro homem - disse-lhe baixando por inteiro as calças – eu mostro-te o que é uma piça. E ainda digo mais. Se algum dos presentes a tiver maior que a minha e aceitar ser medido aqui, dou-lhe mil escudos e ainda abdico de ir dormir com a tua namorada a seu favor.
Algumas moças desviaram o olhar mas a maioria das brancas fez como eu e contemplou com inveja aquele extraordinário cacetão bem acastanhado e circuncidado como devem ser todos. Agarrei-o pela cabeça com muita ternura sentindo toda a sua textura o que me deixou imediatamente excitada e medi-o. Muito próximo dos 24 cms, mais de três vezes o tamanho do do meu namorado corno.
- E não é só o meu cacete que é de macho – gabou-se Alexandre - Os guizos que o acompanham também condizem bem com o bacamarte. Ora vejam – e levantando aquele bastão mostrava-nos os enormes tomates que lhe pertenciam e eu já conhecia. Não ia poupar Rui a mais aquela humilhação extra e levantei-lhe a pilinha para cima de modo a que também os bagos dele pudessem ser apreciados. Como estávamos numa de medição, alguém alvitrou que se medissem também os colhões dos dois o que eu fiz prontamente. Primeiro os do corno que mais uma vez na linguagem dos números evidenciou não ter material para actor porno: 3 escassos cms de comprimento e menos de 2 de diâmetro. Já os de Alexandre suplantavam todos os colhões que vira: mais de 7 cms de comprido e 5,5 de diâmetro. Todos bateram palmas e alguns africanos aproveitaram para se evidenciar dizendo que tendo os brancos caralhos tão pequenos não admirava que as brancas os procurassem para se consolarem enquanto que as negras nunca procuravam os brancos, o que levou alguns destes a dizerem que embora não os tivessem tão grandes também não os tinham assim tão pequenos e o podiam provar. O resultado foi que alguns mais exaltados me arrancaram a fita métrica das mãos tendo procedendo-se a mais medições do respectivos pirilaus. Não sei contudo como terminou o concurso da medição das pilas pois já não me interessava mais mas tenho ideia que o elemento africano ficou em vantagem. Alexandre tendo ganho o prémio que lhe prometera subiu comigo ao quarto onde lhe fiz um broche e onde me comeu em várias posições. Antes de subirmos porém o meu corninho querido ainda me perguntou:
- E eu?
- Toca uma punheta - respondi-lhe como sempre – Afinal para isso tanto faz teres uma piça curta ou comprida, não é mesmo?
- Como, se tenho as mãos amarradas?
Desamarrei-o e mandei-o embora sozinho. Que não contasse comigo nesse domingo pois o Alexandre vivia numa república de estudantes africanos e dali seguiríamos para lá onde se fartou de me comer durante todo o santo dia. Pelo que acabei o final de semana com a carteira vazia na mesma mas com a pássara muito mais satisfeita do que se a tivesse dado a Rui. Mas na segunda - feira dissera-lhe quer que me fosse buscar a casa na hora do almoço e Rui como sempre não faltou dizendo-me que também como já era habitual nele passara o domingo tocando punhetas e imaginando-me a foder com o são – tomense. Apesar da humilhação que lhe fizera passar voltou mais vezes comigo à casa dos africanos. Afinal como dizia, já que todos naquela casa sabiam que ele era a piça mais pequenina de Coimbra que adiantava deixar de aparecer?
- Ao menos, Sandrinha querida – pediu-me ele várias vezes – podias dizer a todos que minha pilinha mede habitualmente 11 cms e não quase 8 como daquela vez. Todos agora me chamam o 7 cms de piça.
Mas eu lembrava-o que todos os presentes me tinham visto medi-la e sugeria-lhe um modo de se livrar de tal alcunha que lhe pesava mais do que a de corno.
- A única maneira é quando tiveres a piça tesa ires lá medi-la de novo com fita métrica. Ainda que não deva merecer a pena. É que indivíduos que as têm medindo mais de 20 cms. e as respectivas namoradas, não te passarão a achar menos diminuído com ela medindo um tamanho ou outro.
Fosse por este motivo ou não Rui nunca se mostrou disposto a ir rectificar o tamanho da sua pila em público e o episódio, tal como o que me merecera a alcunha da puta da República de .. ,foi comentado durante semanas nos cafés de estudantes da Praça da República e da alta de Coimbra durante muito tempo.
Havia contudo um pormenor que durante muitos anos o amargurava como macho: o reduzido tamanho da sua pila. Se o queria humilhar perante outras pessoas era por aí que deveria ir. Além do mais quando ele me pediu namoro dissera-me que faria sempre tudo o que lhe mandasse. Até à data mantivera sua palavra e aquele seria por isso um novo teste à sua promessa.
Assim quando me propôs tomarmos o caminho do Prá-Kis-Tão para passarmos o resto da noite juntos, eu tendo-me lembrado que nesse sábado os estudantes africanos celebravam a independência de Moçambique ocorrida a 25 de Junho, data que se assinalara essa semana, disse-lhe que ainda era cedo e que queria passar por lá para beber um copo. Rui deve ter desconfiado que eu não me conformara com o mau sucesso do meu negócio e planeava arranjar cacete na festa mas acompanhou-me como sempre. Os estudantes africanos celebravam suas festas num casarão numa das ruas da baixinha e nos anos 80 em Coimbra elas eram sempre muito concorridas. Quando lá chegámos fomos logo recebidos por um negro de S. Tomé, o Alexandre, que eu sabia bem tinha um portentoso bacamarte, o segundo maior que já vi até hoje, pois por mais de uma vez já dera para ele ainda que quase sempre ele me tivesse pago meus favores., Alexandre estava um bocado eufórico pelas cervejas já bebidas e recebeu-nos de braços abertos:
- Sejam bem vindos! – E depois só no meu ouvido – é sempre agradável rever a puta da República de.. Pode ser que a tua presença seja o sinal que faremos só nós dois uma festa no final desta.
- Não contes muito com isso – respondi-lhe rindo-me também ao ouvido – A puta da república trouxe o seu chulo. E não me digas que com a avantajada ferramenta que tens só te safas com a puta de Direito.
- E desde quando um chulo impede uma puta de foder? – perguntou-me com toda a lógica – E embora seja verdade que numa festa destas se encontrem muitas putas dispostas a provar a minha ferramenta gosto mais de lhe dar a martelar pito branco.
E eu de ser martelada por pau preto, não disse mas pensei-o. E naquele local havia bem mais pirocas de negros do que pitos de brancas e quanto às primeiras, se fossem todas do tamanho da do meu namorado corno, estávamos conversados.
Bom a festa estava animada, muita música ainda que mais de Cabo Verde e de Angola do que de Moçambique, muita cerveja, muamba de galinha. Rui estava cada vez mais chateado pois bem se apercebia que eu não estava com intenções de me ir deitar com ele tão cedo, e além do mais aborrecido porque além de ter tido de pagar 100 escudos para entrar uma vez que só as moças estavam isentas de bilhete de ingresso, ainda estava arcando com a despesa do meu consumo pois eu dizia-lhe que não tendo arranjado clientes não tinha dinheiro. E cada vez bebia mais algo que eu não tentava refrear pois por experiência sabia que quanto mais bebesse mais pequeno lhe ficaria o piçante. Com o passar da noite a pista ficou mais vazia e eu não perdi a oportunidade de dançar ao ritmo das rumbas, das kizombas, dos funanás e tabancas. Rui procurou então acompanhar-me mas propositadamente eu afastava-me dele e deixava-me acercar pelos rapazes negros na sua maioria de cabelo rapado, porte atlético e mãos e dedos compridos. Quando a cadência da música impunha movimentos eróticos à dança Rui bem tentava encostar seus quadris nos meus para que os nossos órgãos genitais se esfregassem por baixo da roupa mas eu muito mazinha repelia suas aproximações e pelo contrário entregava-me toda ao grupo dos negros. Não tardou muito a verificar que o caralho da maioria se entesava forte sempre que a minha púbis se lhes encostava. Alexandre vendo-me tão implicitamente oferecida veio para junto de nós e a partir desse momento eu passei a dançar quase só com ele esfregando-me constantemente nas suas pernas o que o fez sorrir e ficar com a certeza que iria foder comigo gratuitamente. Tal como o dos restantes, seu cacete não tardou a fazer sentir sua potência. Ouviram-se então vozes dirigidas a mim:
- Tira a calcinha, tira.
Havia ainda muitas moças mas mesmo algumas delas faziam coro no mesmo sentido. No entanto ali não dava para descambar para o torto. Em todo o caso tirei as calcinhas que eram pretas por baixo da saia para não expor a pássara nem os pentelhos, atirei-as por cima da cabeça de todos e continuei a dançar. Os que ali estavam sem namorada quiseram fazer a dança das ancas comigo mas mais uma vez Rui limitou-se a ver a namorada esfregando a rata nos quadris dos outros, agora sem calcinha e apenas coberta pela saia curta.
Ao fim de mais de uma hora naquilo sentia-me cansada e pedi a Rui que me fosse procurar a calcinha e me pagasse outra cerveja. Ele foi buscá-las e Alexandre veio ter comigo. Disse-me estar cheio de tesão e ser muito mais macho do que o corno com quem namorava, e por isso de certeza que me iria agradar levar a soberba foda que me daria mal subíssemos ao quartinho no andar de cima onde já uma vez me comera. Rui chegou entretanto com a minha calça e uma Sagres mas não ouviu estas últimas palavras:
-Que é que tu farias para me comer esta noite, Alexandre?
- Queres dinheiro, é isso?
- Bem preciso dele, mas para um amigo como tu apenas te cobro o empréstimo de uma fita métrica, de uma corda forte que dê para amarrar os pulsos a um corno e a exibição daqui a bocado do teu caralho em frente a quem cá ainda esteja. Se me garantires estas três coisas eu garanto-te que não acabas a madrugada sem martelares o tal pito branco que tanto aprecias.
- És completamente maluca, Sandra! – exclamou - Mas se à tua cona me deixares servir da tua boca é para já. Custa-me menos isso do que pagar-te com notas do banco.
Prometi-lho e Alexandre retirou-se. Depois de ter vestido a calcinha perguntei a Rui se tal como me jurara quando me pedira namoro continuava disposto a submeter-se a todas as minhas fantasias mesmo que isso implicasse sofrer a maior humilhação da sua vida. Muito estóico respondeu-me que eu acabara de o humilhar como fazia tantas vezes e ele continuava ali pelo que não havia necessidade de dizer mais nada. Continuei a dançar, rolou uma garrafa de aguardente moçambicana e Rui bebia dela quando Alexandre voltou com uma fita de costureira. Meti-a na carteira e convidei Rui para subir comigo ao quartinho o que deixou este extremamente satisfeito por razões óbvias, mas Alexandre muito surpreendido como se seus olhos me estivessem perguntando, então é com ele que vais subir e não comigo? Quando chegámos ao quarto, que na verdade era uma pequena sala com um divã já bastante usado, e com muito cheiro a esporra no ar indiciando a actividade que nessa noite já nela se desenrolara, pedi-lhe que se despisse. Com a quantidade de álcool que lhe estimulara a beber sua pilita apesar do tesão não estava tão inflamada como era costume quando passava uma semana sem esvaziar os baguitos e eu ia encarregar-me de a fazer mingar ainda mais. Fui à carteira, tirei a corda na verdade robusta, atei-lhe os pulsos em frente ao baixo - ventre para que ele já não pudesse reagir e sua pila de bom masoquista cresceu mais um pouco para mim. Sobrava ainda corda para fazer de rédea.
- Rui, estás com ideias de me comeres esta noite, não estás? Pois quando cá entramos também estava com ideia de te conceder meus favores pois de facto és um namorado muito querido. O teu único defeito para uma moça batida como eu é seres um meia piça. Sabes bem como gosto delas enormes e gordas. O Alexandre quer-me comer também e como não estou disposta a dar para dois decidi que passaria a noite com aquele de vocês que a tiver maior. E para isso vamos medi-las em frente a todos. Vamos.
Nem seria preciso medi-las com fita métrica, a olho nu se via perfeitamente qual o maior bacamarte mas sem tal medida a humilhação não estaria completa e ele não teria ganho a alcunha que ganhou. Rui ao principio nem queria acreditar no que me propunha fazer-lhe e só se convenceu que eu estava a sério quando conduzindo-o pela rédea dos pulsos me encaminhei para a porta.
- Por favor Sandrinha querida – suplicou ele – não me faças isso. De certeza que a pila dele é maior do que a minha. Tu mesma dizes que nunca vistes uma pila e uns colhões tão pequenos como os meus, todos se vão rir de mim. Vai foder com o Alexandre mas não me faças isso, por favor.
Eu ria-me, dizendo-lhe que mostrando o que tinha não havia de que se envergonhar embora de facto compreendesse que se sentisse menorizado já que os negros têm fama de ter os caralhos bem preenchidos e o dele fosse talvez o mais pequeno do Mundo.
- E depois qual é o teu problema? – gozei enquanto o fazia caminhar -O máximo que pode acontecer é ele ter a pila maior que a tua e eu ir foder com ele em vez de contigo como estava combinado, o que para ti não é problema nenhum já que gostas tanto de ser corno.
A risota foi geral quando entramos na sala onde ainda estavam mais de 100 pessoas. Algumas moças soltaram um grito vendo Rui nu, outras riram-se e algumas desviaram o olhar. Tal como imaginava, com o susto de se ver numa plateia toda nua a pilinha de Rui estava mais reduzida do que o costume, não aparentando os 11 cms. que é o seu tamanho habitual. Admito que o excesso de álcool fosse também responsável pelos meus actos mas já que profissionalmente a noite me correra mal nada obstava que a festa da independência de Moçambique me permitisse ao menos extravasar no meu namorado submisso.
- Meninos – soltei em voz alta e acenando com a fita métrica – alguns de vocês já foderam esta noite e eu também espero fazê-lo. Tinha pensado fazê-lo com o meu namorado embora haja aqui outro interessado. Estou farta de saber que o meu namorado tem uma pila curta mas não sei se foi por ter bebido de mais parece-me que hoje ainda a tem mais pequena do que nos outros dias. E isso é que não pode ser. Nasci em Angola e num dia como este quero apanhar com um bacamarte que me arrombe toda como dizem que são os pirilaus dos africanos. Por isso diante de vocês declaro estar disposta a ir para a cama com aquele dos dois que nesta fita métrica me prove que a tem maior. O meu branquinho ainda tem esperança que a pila do seu rival seja mais pequena do que a sua pelo que aceitou medi-la publicamente com a dele, se este aceitar fazê-lo claro.
Alguns responsáveis da casa tentaram impedir-me mas o clima de sensualidade àquela hora da noite era já bastante carregado para o conseguirem fazer. Alexandre dizendo que era ele o meu segundo pretendente interveio, sustendo-os e dizendo que o meu branquinho tendo uma piça de tamanho tão desprezível era tolo em querer medi-la com a dele, coisa que de resto aceitava fazer de bom gosto para que não restassem dúvidas. E com isto a pila de Rui ia ficando cada vez mais sumida. Puxei uma mesa ordenando a Rui que pousasse sua pilinha nela após o que a medi. Tinha razão. Com o stress da situação e o álcool a pila do corno encurtara mais de três centímetros e não chegava bem aos 8. Todos quiseram ver, mesmo muitas das miúdas que estavam com os namorados, pelo que lhe medi a pila por diversas vezes e de todas as vezes ela se apresentava mais pequena o que fazia rir a assistência levando todos a comentar nunca ter visto instrumento tão pequeno e até a duvidar que ele servisse para o coito. A São, uma brasileira aluna de Medicina bastante toldada pelas cervejas e aguardente que bebera até se atreveu a dizer que tendo Rui uma grila daquele tamanho não escandalizaria ninguém se fosse assim nu para a rua pois ela nem se via. Este assustou-se temendo que levássemos a ideia avante e acho que só não o fizemos porque ninguém se lembrou disso, pelo que a pila dele ainda mingou mais. A São pediu-me que a medisse de novo para ver o efeito das suas palavras e desta vez ela não marcou mais de 7,63 cms o tamanho mais curto com que alguma vez a vi e que comemorámos com uma valente assobiadela. “ Sete centímetros de piça, sete centímetros de piça” era só o que se ouvia. Estou convencida que em muitos dos comentários incluindo o de algumas negras, que se ouviam dizendo que em matéria de tamanho ninguém levava a palma aos homens africanos havia algum teor rácico por o detentor de tal pilinha ser um branco. Alexandre chegou-se então até nós.
- Nunca deves ter visto uma piça de macho para supores que a poderias ter maior do que a de um verdadeiro homem - disse-lhe baixando por inteiro as calças – eu mostro-te o que é uma piça. E ainda digo mais. Se algum dos presentes a tiver maior que a minha e aceitar ser medido aqui, dou-lhe mil escudos e ainda abdico de ir dormir com a tua namorada a seu favor.
Algumas moças desviaram o olhar mas a maioria das brancas fez como eu e contemplou com inveja aquele extraordinário cacetão bem acastanhado e circuncidado como devem ser todos. Agarrei-o pela cabeça com muita ternura sentindo toda a sua textura o que me deixou imediatamente excitada e medi-o. Muito próximo dos 24 cms, mais de três vezes o tamanho do do meu namorado corno.
- E não é só o meu cacete que é de macho – gabou-se Alexandre - Os guizos que o acompanham também condizem bem com o bacamarte. Ora vejam – e levantando aquele bastão mostrava-nos os enormes tomates que lhe pertenciam e eu já conhecia. Não ia poupar Rui a mais aquela humilhação extra e levantei-lhe a pilinha para cima de modo a que também os bagos dele pudessem ser apreciados. Como estávamos numa de medição, alguém alvitrou que se medissem também os colhões dos dois o que eu fiz prontamente. Primeiro os do corno que mais uma vez na linguagem dos números evidenciou não ter material para actor porno: 3 escassos cms de comprimento e menos de 2 de diâmetro. Já os de Alexandre suplantavam todos os colhões que vira: mais de 7 cms de comprido e 5,5 de diâmetro. Todos bateram palmas e alguns africanos aproveitaram para se evidenciar dizendo que tendo os brancos caralhos tão pequenos não admirava que as brancas os procurassem para se consolarem enquanto que as negras nunca procuravam os brancos, o que levou alguns destes a dizerem que embora não os tivessem tão grandes também não os tinham assim tão pequenos e o podiam provar. O resultado foi que alguns mais exaltados me arrancaram a fita métrica das mãos tendo procedendo-se a mais medições do respectivos pirilaus. Não sei contudo como terminou o concurso da medição das pilas pois já não me interessava mais mas tenho ideia que o elemento africano ficou em vantagem. Alexandre tendo ganho o prémio que lhe prometera subiu comigo ao quarto onde lhe fiz um broche e onde me comeu em várias posições. Antes de subirmos porém o meu corninho querido ainda me perguntou:
- E eu?
- Toca uma punheta - respondi-lhe como sempre – Afinal para isso tanto faz teres uma piça curta ou comprida, não é mesmo?
- Como, se tenho as mãos amarradas?
Desamarrei-o e mandei-o embora sozinho. Que não contasse comigo nesse domingo pois o Alexandre vivia numa república de estudantes africanos e dali seguiríamos para lá onde se fartou de me comer durante todo o santo dia. Pelo que acabei o final de semana com a carteira vazia na mesma mas com a pássara muito mais satisfeita do que se a tivesse dado a Rui. Mas na segunda - feira dissera-lhe quer que me fosse buscar a casa na hora do almoço e Rui como sempre não faltou dizendo-me que também como já era habitual nele passara o domingo tocando punhetas e imaginando-me a foder com o são – tomense. Apesar da humilhação que lhe fizera passar voltou mais vezes comigo à casa dos africanos. Afinal como dizia, já que todos naquela casa sabiam que ele era a piça mais pequenina de Coimbra que adiantava deixar de aparecer?
- Ao menos, Sandrinha querida – pediu-me ele várias vezes – podias dizer a todos que minha pilinha mede habitualmente 11 cms e não quase 8 como daquela vez. Todos agora me chamam o 7 cms de piça.
Mas eu lembrava-o que todos os presentes me tinham visto medi-la e sugeria-lhe um modo de se livrar de tal alcunha que lhe pesava mais do que a de corno.
- A única maneira é quando tiveres a piça tesa ires lá medi-la de novo com fita métrica. Ainda que não deva merecer a pena. É que indivíduos que as têm medindo mais de 20 cms. e as respectivas namoradas, não te passarão a achar menos diminuído com ela medindo um tamanho ou outro.
Fosse por este motivo ou não Rui nunca se mostrou disposto a ir rectificar o tamanho da sua pila em público e o episódio, tal como o que me merecera a alcunha da puta da República de .. ,foi comentado durante semanas nos cafés de estudantes da Praça da República e da alta de Coimbra durante muito tempo.
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SANDRA SAFADA
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TRAIÇÔES DE UMA PUTA EM COIMBRA
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O PREÇO DE TRÊS FODAS E MEIA
O comportamento típico de uma puta quando está com um cliente é deixar-se estar de pernas abertas o mais imóvel possível, os músculos das coxas contraídos, e esperar que o sujeito se venha o mais depressa que puder. Há porém indivíduos que por aquilo que pagam merecem e exigem um tratamento VIP. São homens que procuram uma puta não apenas para verem satisfeitas as suas necessidades sexuais, mas sobretudo as suas fantasias. São quase sempre casados e procuram em nós aquilo que acham não dever pedir às esposas ou que estas devido à sua condição de mulheres de família entendem não lhes dever dar. Este tipo de cliente que muitas vezes nem se importa que gozemos com eles, e não se importa de pagar para ter o que quer, tanto pode aparecer a uma prostituta de casa montada, como a uma vulgar rameira da rua. Foi o que aconteceu comigo naquela noite em Coimbra.
Eu de carteira a tiracolo andava no engate entre a estação nova e o Parque João Braga, acompanhada da Tita e já aviara um cliente. Nossos namorados andavam por ali não só para imporem respeito a qualquer transeunte mal intencionado, mas o meu Rui particularmente por se entesar bastante vendo-me indo com outros, quando parou à nossa beira um homem dos seus trinta e tal anos conduzindo um Ford azul. Escolhendo-me a mim perguntou-me se tinha a cona suficientemente aberta para levar com uma coisa grossa dentro dela, o que me fez pensar que ele fosse super-dotado, que tipo de serviços oferecia, e porque preço estaria disposta a ir com ele e fazê-lo gozar no meu corpo. Respondi-lhe a tudo. Disse-lhe ter a pássara razoavelmente aberta para meter nela um bom bacamarte e querer uma nota de 1000 por uma foda mais oral, mais o custo do quarto a menos que quisesse ir foder comigo para o Choupal caso em que tal despesa lhe seria poupada. O homem escolheu a alternativa da pensão e disse que me pagaria o dobro se fizesse o que ele pretendia sem pressas. A Tita que em matéria de sexo profissional era sempre ela por baixo e o cliente por cima aconselhou-me a ter cuidado, que homem disposto a pagar a uma puta o dobro do que ela pedia só podia ser tarado, mas como se tratava de o levar para uma pensão não lhe dei ouvidos e entrei com ele no carro. O sujeito já conhecia a residencial manhosa da baixinha onde o conduzi pois que a dona o cumprimentou quando ele efectuou o pagamento do quarto, o que me tranquilizou mais.
O sujeito parecia de bom nível e não era unha de fome pois que alugou um quarto com duche privativo, pedindo um par de mudas de toalhas que teve de pagar por fora, e depois quando já no quarto me pagou o dobro do preço combinado e me mandou tomar um duche acrescentou ainda que me daria uma gratificação se me portasse bem com ele. Sem se despir assistiu ao meu duche e até me ajudou a ensaboar as costas e o peito aproveitando para me apalpar as mamas. Aqueles seus primeiros toques despertaram-me o tesão pois que a foda anterior que dera fora no estreito cumprimento dos meus deveres de prostituta, eu mais parecera durante ela uma boneca insuflável, e por isso não me soubera a nada. Quando acabei de me lavar e me enrolei no lençol de banho mandou baixar-lhe as calças e lavar-lhe a piça e os bagos. Quase sempre que os clientes requisitavam um quarto com chuveiro pediam-nos que lhes lavássemos o instrumento, pelo que não estranhei tal pedido e o satisfiz. O sujeito tinha um caralho com mais de 20 cms, grosso e rijo como uma tora de madeira, circuncidado, com uma volumosa cabeça e já completamente em pé. O tipo de caralho que consola a vista a uma apreciadora como eu e que mesmo como menina da vida sempre gostei de ver patenteado num cliente embora não tão exagerado que exigisse uma mulher especialmente aberta para o receber.
Sequei-o muito bem na outra toalha e ele então mandou-me tirar o lençol de banho e sentar-me toda nua de pernas abertas e a rata completamente exposta numa cadeira. Então despindo-se da cintura para cima e ficando igualmente sem roupa colocou-se em cima de mim na cadeira apalpando-me a vagina e o clítoris com as mãos e introduzindo à vez um dedo dentro daquela. Aquilo excitou-me ainda mais e eu não tive como o disfarçar.
- Huum! - comentou – Tens a cona bem aberta. Apesar de seres jovem já andas nesta vida há algum tempo, ou então sempre foste de foder muito. Ainda bem! Assim não te custará muito a ganhares a tua gratificação quando ta abrir ainda mais.
Com as suas mãos juntou as minhas mamas uma de encontro à outra, metendo o bacamarte dentro delas enquanto o seu pé direito se esfregava todo na minha rata.
- Tens um par de mamas igual ao da minha mulher, gordinha, mas a puta desde que casámos nunca mais me deixou enfiar a piça no meio delas – queixou-se ele. – Nem nunca mais me deixou esfregar-lhe a cona com os pés apesar dos orgasmos que com eles lhe dei, porque a puta tinha medo de ir grávida para o altar se me deixasse meter-lhe o cacete antes do casamento.
Como puta ouvi muitos queixumes do género. Por isso abria as pernas para o deixar esfregar-se, tentando obter o maior prazer que pudesse e pensando mesmo que aquilo iria ficar por ali. Mas o sujeito depois de me ter fodido as mamas durante um bocado de tempo começou a tentar meter o dedão grande do pé dentro da minha greta. Embora tivesse as unhas cortadas a sua penetração feriu-me um pouco os lábios vaginais e eu queixei-me.
- Ai! Queres-me dar cabo do meu ganha-pão? – perguntei-lhe. – Apesar do que me pagas ainda quero ver se fodo mais hoje.
- Cala-te e faz por mereceres o que te pago como combinado – respondeu-me – Tens ou não a cona suficiente aberta para te estares a queixar do meu dedo? Quando te enfiar o caralho vais ter muita mais razão de queixa.
Então ele sempre mo pretendia enfiar. Pensando na gratificação calei-me e os seus dedos dos pés ainda me ficaram ali cutucando a entrada da rata durante mais algum tempo embora ele não tenha enfiado nenhum dedo por inteiro dentro dela. Por fim ele levantou-se e de pé quis que lhe fizesse uma mamada.
- Chupa-me todo. E os colhões também.
Na posição em que ele estava os seus tomates carnudos e peludos batiam-me na testa pelo que tive de esticar o pescoço para os poder abocanhar e os sorver. Depois fiz-lhe o mesmo ao pau que nessa altura já estava bastante melado pois lhe senti a esporra quentinha pingando-me na língua. Aliás eu quando lhe meti o pau na boca já estava com o nariz e o rosto bem impregnados de esporra pois que enquanto lhe lambia os balões o sujeito ia espirrando leite na minha cara sem qualquer cerimónia, embora o estado de dureza do seu caralho não parecesse ameaçar um orgasmo iminente. O meu gargarejo parecia pelo contrário estar a satisfazê-lo muito o que não me admirava pois nunca nenhum homem a quem eu chupei se queixou do meu trabalho de boca, já que os gemidos de prazer que soltava, e os seus pedidos entrecortados por suspiros profundos de satisfação, dizendo “ continua a chupar-me, gordinha gulosa” e “ chupa-me todo que o meu caralho agradece-te e no fim deixo-te uma boa gorjeta”, eram bem elucidativos de tal facto. Eu também não estava só entretida dando prazer ao cliente que me contratara pois que este aninhara-se sobre meus ombros e com o seu braço direito esticado para baixo entre as minhas pernas, apalpava-me a rata e os lábios à volta dela, penetrando-me com os dedos da mão, ora só com um, ora com dois ou três ao mesmo tempo.
- Mexe-me essas coxas, gordinha. Mexe-as como se estivesses a foder com o caralho do teu príncipe encantado.
E eu chupava-lhe no pau inflamado e salgado de esporra levantando e baixando as pernas, deixando-o foder-me com os dedos. Mas quando me metia os três em simultâneo eu gemia. Não que não fosse agradável mas causava-me dor.
- Que é isso, cona funda? Quero ver-te bem arregaçada antes de ta meter. E pago-te bem para isso. Portanto abre bem as pernas e não pares o movimento com essa boquinha nem com essa língua.
E continuei chupando-o. Os seus dedos penetravam-me fundo, e as minhas coxas abriam-se e fechavam-se para os receber inteiros. Ele comentava que eu tinha a cona húmida de tesão e não deixava de ser verdade, tão verdade que estava quase a vir-me.
- Agora tu, minha linda – disse-me por fim antes de algum de nós ter gozado – Vais enfiar esses teus dedinhos que são mais pequeninos que os meus bem dentro da tua coninha elástica. Pago-te outro tanto para te ver com a coninha bem escancarada – e perante os meus olhos foi à carteira do casaco e brandiu-me outra nota de 1000 igual às duas que me dera quando chegamos ao quarto. – A partir do terceiro dedo que consigas enfiar na cona dou-te por cada um mais 500 paus.
Boa, pensei! Três notas daquelas e tinha a noite ganha, não precisaria de voltar para o giro da estação. Arrecadei de imediato o dinheiro como toda a boa puta deve fazer e dizendo-lhe que iria tentar, entre gemidos de prazer e dor, sempre rebolando-me o mais possível para facilitar a penetração e procurando alargar ao máximo as paredes da cavidade vaginal lá fui metendo um dedo de cada vez. A penetração não foi constante pois à medida que mais dedos ia enfiando maior era a dor pelo que por vezes eu tinha de os tirar fora e recomeçar.
- Que é isso? – dizia-me então – Quero vê-los todos lá dentro – e ele próprio me cuspia para dentro da vagina ou me esfregava os dedos com a langonha que me deixara nas mamas e no rosto para me ajudar a deslizar melhor, dizendo que cona como a minha tendo já apanhado muito banho de esporra bem podia agora apanhar com umas valentes cuspidelas. Mesmo assim foi difícil enfiar todos os dedos embora de facto a minha rata se abrisse à medida que meus dedos a iam penetrando como eu sabia pela experiência dos dois abortos que já fizera, e quando ao fim de uns 10 minutos os consegui enfiar todos suspirei de alívio.
Muito bem – exultou – Um caralho assim grosso nunca te entrou aí, pois não? Quero ver-te fazendo um funil com ele assim dentro da tua cona e que te masturbes com ele.
Em boa hora ele me escolhera e não à Tita, ela nunca faria aquilo ainda para mais com tal conversa, mas eu não me importava, queria era ganhar o meu dinheiro e de preferência tirar algum prazer daquilo. Foi o que fiz. Com os dedos em forma de funil introduzidos na pássara comecei simulando os movimentos do coito enquanto o cliente, que já há muito me tinha feito parar-lhe a mamada, me observava atentamente tocando ao bicho e rindo-se muito.
- Aposto que nunca tiveste a cona tão aberta como hoje. Adoraria ver a cona da minha mulher assim tão aberta. Mereces bem o dinheiro que vais ganhar pois precisarias de meia dúzia de clientes para ta deixarem assim tão aberta. Mas quero ver-te metendo os dedos todos até ao fundo.
Obedeci-lhe até só ficaram as costas da mão de fora embora aquilo me doesse bastante. O meu útero parecia estar tão dilatado como se me estivesse preparando para dar à luz ou fazer um aborto. Novamente ele se acercou de mim, batendo-me com o caralho na cara e nas mamas.
- Não pares de te masturbares, gordinha. Acção nesses dedos. Faz de conta que tens o caralho mais grosso do mundo fodendo-te a rata e que estás a gostar. Faz por mereceres a outra nota de 1000 que te dei.
Eu até gosto de ser humilhada por um macho potente, como era o caso, durante o acto mas nem tive tempo de lhe dizer que escusava de me estar sempre a lembrar que eu estava ali na condição de puta embora não houvesse nenhuma mentira nisso, como por uma questão de brio feminino me apetecia pois mal acabou de dizer aquilo e logo me mandou abrir a boca e continuar chupando-lhe o pau. Só quando eu já bastante dorida das minhas partes lhe disse não aguentar mais continuar com os dedos enterrados em tal buraco é que ele com o caralho completamente ensebado de esperma que já me escorria pela garganta abaixo, mo tirou da boca e se dispôs a concluir a foda:
- Levaste uma coçadela valente, não levaste, lindinha? Mesmo para uma cona bem aberta como a tua foi uma coçadela monumental, não foi? Pois bem vou-te dar a provar de um caralho mais fino mas cheio de músculos e muito mais meneável.
Claro, só podia ser o dele, não havia ali outro e para o satisfazer comigo pagara tanto dinheiro. Tirei então os dedos sentindo minha vagina contraindo-se à sua saída.
- A perna esquerda levantada, vais-me fazer gozar com a esquerda levantada – exigiu. Levantei a minha perna e ele deitando a cadeira no chão com o ombro esquerdo encostado na minha perna fodeu-me de joelhos demoradamente. O meu buraco íntimo estava agora completamente fechado envolvendo aquele músculo de carne cheio de tesão e tresandando a leite de macho. Foi divinal, coisa que uma puta poucas vezes pode dizer. Viemo-nos ambos intensamente numa sinfonia de prazer. Generosamente e apesar de eu também ter gozado o cliente deixou-me mais uma nota de 500 no final. Era a prometida gorjeta que efectivamente não falhou. Não me pagara o preço de meia dúzia de fodas como lhe lembrei quando saímos da pensão mas pagara-me o preço de três fodas e meia embora tivesse ultrapassado largamente o tempo de um cliente normal e eu tivesse ficado com a rata toda a arder.
Com a carteira recheada não fiquei na rua na companhia da Tita que também não vi quando cheguei à estação pois tinha ido com um cliente que a alugara, pelo que o meu namorado Rui ficou igualmente a ganhar com o cliente que me calhou. Como nunca lhe paguei nenhuma comissão para fazer de meu chulo a punheta que lhe tocava no fim de encerrar a minha actividade funcionava como paga dos seus serviços. E nessa noite ele teve a sua tocada umas duas horas mais cedo do que era habitual. Dorida como fiquei acho que na realidade de nós os dois foi ele quem mais lucrou com o cliente do Ford azul.
Eu de carteira a tiracolo andava no engate entre a estação nova e o Parque João Braga, acompanhada da Tita e já aviara um cliente. Nossos namorados andavam por ali não só para imporem respeito a qualquer transeunte mal intencionado, mas o meu Rui particularmente por se entesar bastante vendo-me indo com outros, quando parou à nossa beira um homem dos seus trinta e tal anos conduzindo um Ford azul. Escolhendo-me a mim perguntou-me se tinha a cona suficientemente aberta para levar com uma coisa grossa dentro dela, o que me fez pensar que ele fosse super-dotado, que tipo de serviços oferecia, e porque preço estaria disposta a ir com ele e fazê-lo gozar no meu corpo. Respondi-lhe a tudo. Disse-lhe ter a pássara razoavelmente aberta para meter nela um bom bacamarte e querer uma nota de 1000 por uma foda mais oral, mais o custo do quarto a menos que quisesse ir foder comigo para o Choupal caso em que tal despesa lhe seria poupada. O homem escolheu a alternativa da pensão e disse que me pagaria o dobro se fizesse o que ele pretendia sem pressas. A Tita que em matéria de sexo profissional era sempre ela por baixo e o cliente por cima aconselhou-me a ter cuidado, que homem disposto a pagar a uma puta o dobro do que ela pedia só podia ser tarado, mas como se tratava de o levar para uma pensão não lhe dei ouvidos e entrei com ele no carro. O sujeito já conhecia a residencial manhosa da baixinha onde o conduzi pois que a dona o cumprimentou quando ele efectuou o pagamento do quarto, o que me tranquilizou mais.
O sujeito parecia de bom nível e não era unha de fome pois que alugou um quarto com duche privativo, pedindo um par de mudas de toalhas que teve de pagar por fora, e depois quando já no quarto me pagou o dobro do preço combinado e me mandou tomar um duche acrescentou ainda que me daria uma gratificação se me portasse bem com ele. Sem se despir assistiu ao meu duche e até me ajudou a ensaboar as costas e o peito aproveitando para me apalpar as mamas. Aqueles seus primeiros toques despertaram-me o tesão pois que a foda anterior que dera fora no estreito cumprimento dos meus deveres de prostituta, eu mais parecera durante ela uma boneca insuflável, e por isso não me soubera a nada. Quando acabei de me lavar e me enrolei no lençol de banho mandou baixar-lhe as calças e lavar-lhe a piça e os bagos. Quase sempre que os clientes requisitavam um quarto com chuveiro pediam-nos que lhes lavássemos o instrumento, pelo que não estranhei tal pedido e o satisfiz. O sujeito tinha um caralho com mais de 20 cms, grosso e rijo como uma tora de madeira, circuncidado, com uma volumosa cabeça e já completamente em pé. O tipo de caralho que consola a vista a uma apreciadora como eu e que mesmo como menina da vida sempre gostei de ver patenteado num cliente embora não tão exagerado que exigisse uma mulher especialmente aberta para o receber.
Sequei-o muito bem na outra toalha e ele então mandou-me tirar o lençol de banho e sentar-me toda nua de pernas abertas e a rata completamente exposta numa cadeira. Então despindo-se da cintura para cima e ficando igualmente sem roupa colocou-se em cima de mim na cadeira apalpando-me a vagina e o clítoris com as mãos e introduzindo à vez um dedo dentro daquela. Aquilo excitou-me ainda mais e eu não tive como o disfarçar.
- Huum! - comentou – Tens a cona bem aberta. Apesar de seres jovem já andas nesta vida há algum tempo, ou então sempre foste de foder muito. Ainda bem! Assim não te custará muito a ganhares a tua gratificação quando ta abrir ainda mais.
Com as suas mãos juntou as minhas mamas uma de encontro à outra, metendo o bacamarte dentro delas enquanto o seu pé direito se esfregava todo na minha rata.
- Tens um par de mamas igual ao da minha mulher, gordinha, mas a puta desde que casámos nunca mais me deixou enfiar a piça no meio delas – queixou-se ele. – Nem nunca mais me deixou esfregar-lhe a cona com os pés apesar dos orgasmos que com eles lhe dei, porque a puta tinha medo de ir grávida para o altar se me deixasse meter-lhe o cacete antes do casamento.
Como puta ouvi muitos queixumes do género. Por isso abria as pernas para o deixar esfregar-se, tentando obter o maior prazer que pudesse e pensando mesmo que aquilo iria ficar por ali. Mas o sujeito depois de me ter fodido as mamas durante um bocado de tempo começou a tentar meter o dedão grande do pé dentro da minha greta. Embora tivesse as unhas cortadas a sua penetração feriu-me um pouco os lábios vaginais e eu queixei-me.
- Ai! Queres-me dar cabo do meu ganha-pão? – perguntei-lhe. – Apesar do que me pagas ainda quero ver se fodo mais hoje.
- Cala-te e faz por mereceres o que te pago como combinado – respondeu-me – Tens ou não a cona suficiente aberta para te estares a queixar do meu dedo? Quando te enfiar o caralho vais ter muita mais razão de queixa.
Então ele sempre mo pretendia enfiar. Pensando na gratificação calei-me e os seus dedos dos pés ainda me ficaram ali cutucando a entrada da rata durante mais algum tempo embora ele não tenha enfiado nenhum dedo por inteiro dentro dela. Por fim ele levantou-se e de pé quis que lhe fizesse uma mamada.
- Chupa-me todo. E os colhões também.
Na posição em que ele estava os seus tomates carnudos e peludos batiam-me na testa pelo que tive de esticar o pescoço para os poder abocanhar e os sorver. Depois fiz-lhe o mesmo ao pau que nessa altura já estava bastante melado pois lhe senti a esporra quentinha pingando-me na língua. Aliás eu quando lhe meti o pau na boca já estava com o nariz e o rosto bem impregnados de esporra pois que enquanto lhe lambia os balões o sujeito ia espirrando leite na minha cara sem qualquer cerimónia, embora o estado de dureza do seu caralho não parecesse ameaçar um orgasmo iminente. O meu gargarejo parecia pelo contrário estar a satisfazê-lo muito o que não me admirava pois nunca nenhum homem a quem eu chupei se queixou do meu trabalho de boca, já que os gemidos de prazer que soltava, e os seus pedidos entrecortados por suspiros profundos de satisfação, dizendo “ continua a chupar-me, gordinha gulosa” e “ chupa-me todo que o meu caralho agradece-te e no fim deixo-te uma boa gorjeta”, eram bem elucidativos de tal facto. Eu também não estava só entretida dando prazer ao cliente que me contratara pois que este aninhara-se sobre meus ombros e com o seu braço direito esticado para baixo entre as minhas pernas, apalpava-me a rata e os lábios à volta dela, penetrando-me com os dedos da mão, ora só com um, ora com dois ou três ao mesmo tempo.
- Mexe-me essas coxas, gordinha. Mexe-as como se estivesses a foder com o caralho do teu príncipe encantado.
E eu chupava-lhe no pau inflamado e salgado de esporra levantando e baixando as pernas, deixando-o foder-me com os dedos. Mas quando me metia os três em simultâneo eu gemia. Não que não fosse agradável mas causava-me dor.
- Que é isso, cona funda? Quero ver-te bem arregaçada antes de ta meter. E pago-te bem para isso. Portanto abre bem as pernas e não pares o movimento com essa boquinha nem com essa língua.
E continuei chupando-o. Os seus dedos penetravam-me fundo, e as minhas coxas abriam-se e fechavam-se para os receber inteiros. Ele comentava que eu tinha a cona húmida de tesão e não deixava de ser verdade, tão verdade que estava quase a vir-me.
- Agora tu, minha linda – disse-me por fim antes de algum de nós ter gozado – Vais enfiar esses teus dedinhos que são mais pequeninos que os meus bem dentro da tua coninha elástica. Pago-te outro tanto para te ver com a coninha bem escancarada – e perante os meus olhos foi à carteira do casaco e brandiu-me outra nota de 1000 igual às duas que me dera quando chegamos ao quarto. – A partir do terceiro dedo que consigas enfiar na cona dou-te por cada um mais 500 paus.
Boa, pensei! Três notas daquelas e tinha a noite ganha, não precisaria de voltar para o giro da estação. Arrecadei de imediato o dinheiro como toda a boa puta deve fazer e dizendo-lhe que iria tentar, entre gemidos de prazer e dor, sempre rebolando-me o mais possível para facilitar a penetração e procurando alargar ao máximo as paredes da cavidade vaginal lá fui metendo um dedo de cada vez. A penetração não foi constante pois à medida que mais dedos ia enfiando maior era a dor pelo que por vezes eu tinha de os tirar fora e recomeçar.
- Que é isso? – dizia-me então – Quero vê-los todos lá dentro – e ele próprio me cuspia para dentro da vagina ou me esfregava os dedos com a langonha que me deixara nas mamas e no rosto para me ajudar a deslizar melhor, dizendo que cona como a minha tendo já apanhado muito banho de esporra bem podia agora apanhar com umas valentes cuspidelas. Mesmo assim foi difícil enfiar todos os dedos embora de facto a minha rata se abrisse à medida que meus dedos a iam penetrando como eu sabia pela experiência dos dois abortos que já fizera, e quando ao fim de uns 10 minutos os consegui enfiar todos suspirei de alívio.
Muito bem – exultou – Um caralho assim grosso nunca te entrou aí, pois não? Quero ver-te fazendo um funil com ele assim dentro da tua cona e que te masturbes com ele.
Em boa hora ele me escolhera e não à Tita, ela nunca faria aquilo ainda para mais com tal conversa, mas eu não me importava, queria era ganhar o meu dinheiro e de preferência tirar algum prazer daquilo. Foi o que fiz. Com os dedos em forma de funil introduzidos na pássara comecei simulando os movimentos do coito enquanto o cliente, que já há muito me tinha feito parar-lhe a mamada, me observava atentamente tocando ao bicho e rindo-se muito.
- Aposto que nunca tiveste a cona tão aberta como hoje. Adoraria ver a cona da minha mulher assim tão aberta. Mereces bem o dinheiro que vais ganhar pois precisarias de meia dúzia de clientes para ta deixarem assim tão aberta. Mas quero ver-te metendo os dedos todos até ao fundo.
Obedeci-lhe até só ficaram as costas da mão de fora embora aquilo me doesse bastante. O meu útero parecia estar tão dilatado como se me estivesse preparando para dar à luz ou fazer um aborto. Novamente ele se acercou de mim, batendo-me com o caralho na cara e nas mamas.
- Não pares de te masturbares, gordinha. Acção nesses dedos. Faz de conta que tens o caralho mais grosso do mundo fodendo-te a rata e que estás a gostar. Faz por mereceres a outra nota de 1000 que te dei.
Eu até gosto de ser humilhada por um macho potente, como era o caso, durante o acto mas nem tive tempo de lhe dizer que escusava de me estar sempre a lembrar que eu estava ali na condição de puta embora não houvesse nenhuma mentira nisso, como por uma questão de brio feminino me apetecia pois mal acabou de dizer aquilo e logo me mandou abrir a boca e continuar chupando-lhe o pau. Só quando eu já bastante dorida das minhas partes lhe disse não aguentar mais continuar com os dedos enterrados em tal buraco é que ele com o caralho completamente ensebado de esperma que já me escorria pela garganta abaixo, mo tirou da boca e se dispôs a concluir a foda:
- Levaste uma coçadela valente, não levaste, lindinha? Mesmo para uma cona bem aberta como a tua foi uma coçadela monumental, não foi? Pois bem vou-te dar a provar de um caralho mais fino mas cheio de músculos e muito mais meneável.
Claro, só podia ser o dele, não havia ali outro e para o satisfazer comigo pagara tanto dinheiro. Tirei então os dedos sentindo minha vagina contraindo-se à sua saída.
- A perna esquerda levantada, vais-me fazer gozar com a esquerda levantada – exigiu. Levantei a minha perna e ele deitando a cadeira no chão com o ombro esquerdo encostado na minha perna fodeu-me de joelhos demoradamente. O meu buraco íntimo estava agora completamente fechado envolvendo aquele músculo de carne cheio de tesão e tresandando a leite de macho. Foi divinal, coisa que uma puta poucas vezes pode dizer. Viemo-nos ambos intensamente numa sinfonia de prazer. Generosamente e apesar de eu também ter gozado o cliente deixou-me mais uma nota de 500 no final. Era a prometida gorjeta que efectivamente não falhou. Não me pagara o preço de meia dúzia de fodas como lhe lembrei quando saímos da pensão mas pagara-me o preço de três fodas e meia embora tivesse ultrapassado largamente o tempo de um cliente normal e eu tivesse ficado com a rata toda a arder.
Com a carteira recheada não fiquei na rua na companhia da Tita que também não vi quando cheguei à estação pois tinha ido com um cliente que a alugara, pelo que o meu namorado Rui ficou igualmente a ganhar com o cliente que me calhou. Como nunca lhe paguei nenhuma comissão para fazer de meu chulo a punheta que lhe tocava no fim de encerrar a minha actividade funcionava como paga dos seus serviços. E nessa noite ele teve a sua tocada umas duas horas mais cedo do que era habitual. Dorida como fiquei acho que na realidade de nós os dois foi ele quem mais lucrou com o cliente do Ford azul.
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A SEGUNDA PARTE DA PRIMEIRA LIÇÃO DE SUBMISSÃO DE MEU NAMORADO
Enquanto o Rui de olhos vendados, sofria os efeitos da água fria na casa de banho, eu deitada na cama dele, completamente nua, ouvindo-o espirrar constantemente, de pernas bem abertas tocava minhas partes, e estimulava-me sozinha. Não pretendia gozar, embora tivesse os interiores todos húmidos, mas apenas manter a libido para o que se iria seguir. Embora não seja adepta das práticas masturbatórias, era uma delícia naquele estado de excitação, sentir os dedos e as mãos esfregarem-se na minha vagina, e receber o dedo indicador no meu buraquinho íntimo, como se ele fosse a pilinha pequenina do candidato a meu conversado. Mas não ocupei a espera toda masturbando-me. De 15 em 15 minutos, silenciosamente ia espreitá-lo. Amarrado, ele tremia de frio, a pila dele gelada estava ainda mais pequena, e das narinas, como não se podia assoar, o ranho corria-lhe pela cara abaixo. Com muito agrado verifiquei como lhe ordenara, que ele não furtava o corpo à torrente de água, apenas a cabeça fugia um pouco ao jacto do chuveiro para poder respirar melhor. Sem uma palavra apliquei-lhe da primeira vez, mais 20 açoites com o cinto (agora uso uma chibata), atingindo-o em todas elas com a fivela metálica, pois além de me agradar bater-lhe, sempre lhe ia activando a circulação, e voltei ao quarto. A cada nova visita, sem que ele me ouvisse entrar, dobrava o número de açoites, 40, 60, 80, até que ao perfazer as duas horas impostas lhe assentei 160, e estes lhes asseguro, foram aplicados com todo o rigor. Muitos fios de sangue, eram já visíveis nos ombros e nas costas. Eu nunca batera num homem, muito menos num homem que amava, até o fazer gemer, mas descobria como era agradável fazê-lo.
Quando o soltei, ordenei que com a língua lambesse o ranho que lhe saía do nariz, o que ele fez a muito contragosto, quase vomitando. Ele preferia, como ainda hoje prefere, apanhar com o cinto, do que provar porcarias, mesmo que sejam dele. Eu então consenti que ele se secasse, e sem lhe tirar a venda, conduzi-o ao quarto. O Rui pensou que tudo terminara, mas eu desiludi-o.
- Ainda só vamos a meio. Ainda tens muita pele para esfolar. E asseguro-te que alguma dela ser-te-á arrancada de algumas partes bem dolorosas. Vais-te pôr novamente de joelhos, e quando te ordenar vais começar a tocar ao bicho, como tanto gostas.
- Não parece muito mau tal castigo, senhora – atreveu-se a dizer.
- Não? Então vamos torná-lo pior.
Do meu saco tirei uma mão cheia de cascas de nozes, voltei-as com as faces cortadas para cima, e espalhei-as no soalho.
- De joelhos em cima delas! Já!
- Vou ficar com os joelhos todos cortados! – lastimou-se.
- É essa a ideia – respondi-lhe cruelmente.
Ele lá se ajoelhou como lhe mandara, gemendo ao sentir as cascas espetarem-se –lhe na pele.
- Põe-te de gatas, mas sem colocares as mãos no chão, apenas com a coluna inclinada para a frente. Para te facilitar vou-te chegar a cadeira, e podes pousar a testa nela.
Naquela posição o Rui parecia um condenado à decapitação esperando pelo machado do carrasco.
- Abre bem as pernas, de modo a que os teus “guizos” fiquem à minha vista.
Ele abriu-as, sempre com as cascas debaixo dos joelhos, até os seus tomates ficarem na posição que eu pretendia.
- Estende as mãos.
Ele estendeu-as imaginando o que iria suceder-lhe mais. Da república onde trabalhava, trouxera uma velha palmatória de cinco olhos, usada pelos alunos “doutores” nas palmas dos caloiros, nos tempos das praxes académicas, e bati-lhe com ela violentamente, 25 reguadas em cada palma. Como ele tinha as mãos geladas a dor foi enorme, e quando terminei elas estavam completamente inchadas.
- Agora, vais-me provar que apesar de seres pouco abonado, és um homem de verdade – e coloquei-me em cima das pernas dele. Sou gordinha, e o meu peso ainda fez mais as cascas de noz enterrarem-se-lhe na pele. A expressão de dor dele era afrodisíaca! - Agora vou-te começar a masturbar, depois continuas tu.
Naquela posição, agarrei-lhe o caralho e com a mão direita ponheteei-o um pouco, meia dúzia de esfregadelas no máximo. O pau que murchara com o frio, voltou a pôr-se em pé.
- Agora continuas tu. Mas cuidado, que se te vens, já sabes o que te acontece.
- Estou cheio de tesão !- choramingou – Não sei se me vou aguentar!
- O problema é teu!
O Rui com a mão inchada e ardendo, começou a dar inicio aos movimentos de auto-satisfação, mas lentamente para não se vir. Apesar da minha experiência, poucas vezes vira um homem ponhetear-se, embora aprecie tal espectáculo. Quando vi que ele se começava a entusiasmar na ponheta, comecei a palmatoá-lo nas nádegas. À primeira reguada dada sem aviso, o Rui gritou e estremeceu todo como se fosse atingido por um choque eléctrico, e o mesmo à segunda, e à terceira, eu ia alternando as pancadas, ora num rabo, ora noutro, até ele ficar com o cu todo vermelho, salpicado de pequenas manchinhas brancas desenhadas pelos olhos da palmatória, onde reluzentes gotas de sangue assomavam à superfície. Começara a esfolá-lo! Saí de cima dele, apenas para meu braço ganhar balanço e atingi-lo com mais força, decidira que no cu não haveria limites, só pararia quando não pudesse mais, ou até o sangue jorrar abundante, nem eu imaginava como era bom bater no cu de um homem nu e vendado, e com o entusiasmo nem me sentia cansada, queria era que o espancamento nunca mais terminasse. Só uma vez o Rui se queixou, disse-me que não estava a aguentar e me pediu para parar.
-Aguentas, aguentas! E eu avisei-te que ainda levavas mais se pedisses para parar, não foi? E eu só tenho uma palavra – e batia-lhe com mais força.
Quando terminei, seu cu ensanguentado parecia uma papa. Nos próximos dias, ele não se poderia sentar, e as próprias cuecas iam-lhe causar grande incómodo. Eu estava super excitada. Ainda hoje é o espancamento mais brutal que apanha de mim. Mas o Rui, apesar do cruel tratamento também se sentia mais estimulado, seu pau levantado parecia maior. Decidi ser escarninha.
- Estás a ver, como a palmatória faz bem? Até ficaste com o pilau maior. Provavelmente, vou-te repetir isto muitas vezes. Gosto que os homens tenham pilaus grandes. Mas tu portaste-te mal á bocado. Quero que me peças perdão por teres pedido para parar o suplício, e me solicites um novo castigo para te redimires. Mas com convicção!
O Rui de mãos postas, mas sem as conseguir juntar tão inchadas elas estavam, pediu-me encarecidamente um novo castigo.
- Sei que não mereço perdão, minha senhora. Mas não quero que a minha senhora me rejeite, pelo que lhe peço que me castigue severamente pela audácia de á pouco.
- Será um castigo bem doloroso!
- Que seja!
- Pois bem! Já que a palmatória te fez crescer a pila pode ser que o cinto também te torne maiores os tomates, e tu precisas de os ter maiores. Na posição em que estás, vais colocar as duas mãos por baixo da tua pila e da tua tomatada de maneira a que eles fiquem pousados em cima delas como numa bandeja. Quero que mos apresentes por baixo do teu cu, porque lhes vou bater por trás.
- Nos colhões dói muito, senhora! - como se eu, por não os ter, não soubesse.
- Isso é um pedido de clemência?
- Não, não! De maneira alguma! – apressou-se ele a responder.
- Ainda bem! Vamos lá a fazer imediatamente o que te mandei! E podes voltar a pousar a cabeça na cadeira.
E o Rui com as duas mãos abertas, empurrou sua pilinha e seus balões, por baixo das nádegas, e ofereceu-as ao meu cinto. Muitos homens me tinham feito muitas coisas, e continuaram a fazer, mas nunca nenhum me tinha feito aquilo. Meu amor por ele aumentava exponencialmente com as sevícias pelas quais o fazia passar. Brandi o cinto, fi-lo silvar no ar, o assobio provocado foi elucidativo da força que podia atingir, sentei-me em cima da cabeça dele, os seus cabelos roçando minha parreca húmida pois eu estava nua embora ele não o visse, e inclinando-me sobre o rabo dele onde por debaixo as suas palmas das mãos inchadas, a sua pila e os seus tomates assomavam, comecei a bater-lhe com a tira. Era pena o Rui ser curto de atributos genitais, num homem mais bem dotado, o cinto ter – lhe –ia atingido os orgãos numa maior extensão, e o gozo alcançado teria sido bem maior. Desta vez não lhe batia com força, e conservava a fivela segura na minha mão fechada, de modo a que os estragos causados nele, não viessem a ser irreversíveis. Os tomates são um órgão muito sensível, tão sensível como as nossas mamas, ou mais, e eu não lhe queria arruinar o “abono de família”. Não é preciso bater-lhes com força. Pequenas pancadas são igualmente dolorosas, e permitem que a sessão seja prolongada durante muito mais tempo. O Rui a muito custo ia aguentando, aquele era o castigo mais duro que lhe impunha, e ele já cravara os dentes no assento da cadeira tamanha era a dor, mas eu só parei quando, as bolas dele apresentavam fios de sangue. Nunca mais depois disso o fiz sangrar dos tomates.
Quando o mandei erguer-se, os joelhos feridos e cortados, constatei com agrado que não eram só as bolas que estavam maltratadas. O seu pirilau estava todo pisado das vergastadas que apanhara por tabela, e tal como as mãos, estava inchado e negro. Eu estava adorando a nova imagem dele!
- Quando te tirar a venda, vais ver como ficaste com os “adornos” mais avantajados, e mais negros, mais à homem. Sabias que um homem de verdade deve ter os instrumentais bem negros?
Ele dizia que sim minha senhora, mas não devia estar muito convencido como eu não estaria no lugar dele. Em todo o caso já passava muito das 3 da manhã, e eu estava quase a acabar. Faltava apenas um último requinte para ele passar na prova e poder ser meu namorado.
- Não te portaste muito mal, mas ainda te falta suportar uma última provação. Deita-te no chão, ao comprido.
Como ele não podia ver, enquanto se estendia no soalho frio, eu própria fui ao saco e tirei uma vela e um frasco de tintura de iodo. Acendi o pavio, abri o frasco e comecei a despejá-lo nas feridas que lhe provocara. Ele crispara as mãos com a dor e gemia.
- O que arde cura, Rui! Aguenta-te!
Depois de ter despejado vagarosamente o frasco no corpo dele, passei para a vela. Primeiro com a chama, queimei-lhe um pouco as solas geladas dos pés, mas muito ao de leve, era só para lhe dar a entender que o queimaria. Mesmo assim a sensação causada não devia ser agradável atendendo às suas expressões faciais. Quando me cansei voltei a ocupar-me das suas feridas. A cera começara a derreter, e eu fazia verter os seus pingos em cada uma delas, e entretive-me com aquilo durante mais de uma hora até a vela definhar. Só então parei. Meu bem amado estava um caco. Mas o pau dele estava outra vez entusiasmado, e a minha vagina também. Eu ia ter de me aliviar.
- Então querias ver minha parreca, não querias? Pois eu não ta vou mostrar! Vais só prová-la com a boca.
Mandei que se virasse de barriga para cima, mandei-lhe abrir a boca, e sentei-me nua em cima da cara vendada dele. Gosto muito de sexo oral, e ele ia mostrar-me que não se importaria de mo fazer sempre que eu quisesse, mesmo que ele não tivesse de se satisfazer.
- Agora quero que me faças um minete! E bem feito!
Ele estendeu a língua, e pela primeira vez lambeu uma vagina de mulher, sabendo que era assim que queria que me satisfizesse. Eu ia-lhe dando instruções, entre gemidos de prazer, e movimentos voluptuosos das ancas a atestar o meu orgasmo iminente.
- Primeiro lambe bem à volta da entrada. Isso! Agora quero a língua bem dentro do meu grelinho. Isso! Agora quero-a sentir entrar e sair do meu grelinho em movimentos rápidos, como se fosse a tua pila a entrar e a sair. Isso mesmo! Se não fizeres bem feito, volto a bater-te com o cinto.
Não levei a ameaça avante pois a sua língua satisfez-me plenamente. Aliás, apesar de me ter tentado aguentar, não demorei muito a vir-me naquela boca virgem ainda há pouco. Apesar de maltratado, o Rui estava tão excitado com aquilo como eu.
- Agora de joelhos, beija-me as mãos e agradece-me a punição.
Ele fez mais do que isso. Beijou-me igualmente os pés e os joelhos, pediu-me que repetisse a dose sempre que me apetecesse mesmo sem me dar qualquer motivo para isso, e se não fosse antes, que dali a um ano lhe voltasse a fazer o mesmo, para assinalar aquela noite, com as variações que entendesse, para que ele nunca se esquecesse que eu era, e seria sempre, a sua senhora.
- Aprendes rápido, e gosto disso num homem. Como recompensa deixo-te dormir comigo, esta noite, mas é só dormir, fui clara? E não quero a cama molhada de esporra.
Ele disse-me que não respondia por isso, seus tomates estavam demasiado cheios para conter o seu líquido, e como a vela não se consumira de todo, partiu dele mesmo a ideia de impedir que isso acontecesse.
- Sandrinha, minha senhora, tapa-me cabeça do piçalho com a cera, senão eu não me vou conseguir conter. Nunca dormi assim com uma mulher, e não me vou aguentar.
Que ideia excelente! E assim, enquanto ele segurava com os dedos seu prepúcio esticado, eu vazava na extremidade da capa os pingos quentes da vela de novo acesa, e construía com meus dedos uma capa de cera derretida sobre a cabeça da sua pilota, de modo a que a cera servindo de vedante lhe tapasse o buraco por onde sai o mijo e a esporra. Os gemidos altos dele, e as contorções, atestavam bem quanto dolorosa era aquela operação.
- Aceitas-me agora como teu namorado? – perguntou-me quando terminei de o selar.
- Não mudaste de ideias?
- Não. Foi muito doloroso. Nunca ninguém me fez sofrer tanto. Mas foi muito bom. Nunca ninguém me fez gozar tanto, embora continue com a pila tesa.
- Far-te-ei sempre gozar como nunca ninguém te fez – prometi-lhe, e ele sabe bem que continuo a manter a promessa. Durante essa longa noite para ele, muitas vezes lhe vi dor no rosto, mas medo nunca, demonstrando-me confiar cegamente em mim. Como não o haveria de aceitar para namorado?
Nesse resto de noite dormimos juntos, nus, eu satisfeito, ele de cacete duro, proibido de se aliviar. E que maravilha era sentir aquela coisa dura, embora pequenina, vendada como momentos antes tinham estado seus olhos, de onde nada podia sair, encostada nas minhas coxas, na minha vagina, no meu cu quando lhe virava as costas, tanta era tesão reprimida do meu parceiro de leito. No dia seguinte iria à farmácia comprar Hirudoid, e eu mesma lhe trataria as feridas e as bolhas que a cera quente lhe provocara, mas agora queria ali sofrido e gemente junto a mim, dizendo que me amava.
No dia seguinte alguns colegas ao verem-no fanhoso, com dores de garganta, constipado, olhar febril, as mãos ainda inchadas, evitando sentar-se, ou que lhe batessem nas costas, perguntaram-lhe o que lhe sucedera. A resposta dele deixou-me radiante, embora para eles ela pudesse ser desconcertante:
- Foi uma prova de amor que a Sandrinha me impôs e que eu superei.
Se ele tivesse uns orgãos maiores, eu ter-lhe-ia ordenado que exibisse as outras partes do corpo, para que todos constassem que não foram apenas as mãos a provar-me o seu amor. Mas não fiz. Com uma haste assim tão pequena, quem também se arriscava a ser ridicularizada era eu.
Quando o soltei, ordenei que com a língua lambesse o ranho que lhe saía do nariz, o que ele fez a muito contragosto, quase vomitando. Ele preferia, como ainda hoje prefere, apanhar com o cinto, do que provar porcarias, mesmo que sejam dele. Eu então consenti que ele se secasse, e sem lhe tirar a venda, conduzi-o ao quarto. O Rui pensou que tudo terminara, mas eu desiludi-o.
- Ainda só vamos a meio. Ainda tens muita pele para esfolar. E asseguro-te que alguma dela ser-te-á arrancada de algumas partes bem dolorosas. Vais-te pôr novamente de joelhos, e quando te ordenar vais começar a tocar ao bicho, como tanto gostas.
- Não parece muito mau tal castigo, senhora – atreveu-se a dizer.
- Não? Então vamos torná-lo pior.
Do meu saco tirei uma mão cheia de cascas de nozes, voltei-as com as faces cortadas para cima, e espalhei-as no soalho.
- De joelhos em cima delas! Já!
- Vou ficar com os joelhos todos cortados! – lastimou-se.
- É essa a ideia – respondi-lhe cruelmente.
Ele lá se ajoelhou como lhe mandara, gemendo ao sentir as cascas espetarem-se –lhe na pele.
- Põe-te de gatas, mas sem colocares as mãos no chão, apenas com a coluna inclinada para a frente. Para te facilitar vou-te chegar a cadeira, e podes pousar a testa nela.
Naquela posição o Rui parecia um condenado à decapitação esperando pelo machado do carrasco.
- Abre bem as pernas, de modo a que os teus “guizos” fiquem à minha vista.
Ele abriu-as, sempre com as cascas debaixo dos joelhos, até os seus tomates ficarem na posição que eu pretendia.
- Estende as mãos.
Ele estendeu-as imaginando o que iria suceder-lhe mais. Da república onde trabalhava, trouxera uma velha palmatória de cinco olhos, usada pelos alunos “doutores” nas palmas dos caloiros, nos tempos das praxes académicas, e bati-lhe com ela violentamente, 25 reguadas em cada palma. Como ele tinha as mãos geladas a dor foi enorme, e quando terminei elas estavam completamente inchadas.
- Agora, vais-me provar que apesar de seres pouco abonado, és um homem de verdade – e coloquei-me em cima das pernas dele. Sou gordinha, e o meu peso ainda fez mais as cascas de noz enterrarem-se-lhe na pele. A expressão de dor dele era afrodisíaca! - Agora vou-te começar a masturbar, depois continuas tu.
Naquela posição, agarrei-lhe o caralho e com a mão direita ponheteei-o um pouco, meia dúzia de esfregadelas no máximo. O pau que murchara com o frio, voltou a pôr-se em pé.
- Agora continuas tu. Mas cuidado, que se te vens, já sabes o que te acontece.
- Estou cheio de tesão !- choramingou – Não sei se me vou aguentar!
- O problema é teu!
O Rui com a mão inchada e ardendo, começou a dar inicio aos movimentos de auto-satisfação, mas lentamente para não se vir. Apesar da minha experiência, poucas vezes vira um homem ponhetear-se, embora aprecie tal espectáculo. Quando vi que ele se começava a entusiasmar na ponheta, comecei a palmatoá-lo nas nádegas. À primeira reguada dada sem aviso, o Rui gritou e estremeceu todo como se fosse atingido por um choque eléctrico, e o mesmo à segunda, e à terceira, eu ia alternando as pancadas, ora num rabo, ora noutro, até ele ficar com o cu todo vermelho, salpicado de pequenas manchinhas brancas desenhadas pelos olhos da palmatória, onde reluzentes gotas de sangue assomavam à superfície. Começara a esfolá-lo! Saí de cima dele, apenas para meu braço ganhar balanço e atingi-lo com mais força, decidira que no cu não haveria limites, só pararia quando não pudesse mais, ou até o sangue jorrar abundante, nem eu imaginava como era bom bater no cu de um homem nu e vendado, e com o entusiasmo nem me sentia cansada, queria era que o espancamento nunca mais terminasse. Só uma vez o Rui se queixou, disse-me que não estava a aguentar e me pediu para parar.
-Aguentas, aguentas! E eu avisei-te que ainda levavas mais se pedisses para parar, não foi? E eu só tenho uma palavra – e batia-lhe com mais força.
Quando terminei, seu cu ensanguentado parecia uma papa. Nos próximos dias, ele não se poderia sentar, e as próprias cuecas iam-lhe causar grande incómodo. Eu estava super excitada. Ainda hoje é o espancamento mais brutal que apanha de mim. Mas o Rui, apesar do cruel tratamento também se sentia mais estimulado, seu pau levantado parecia maior. Decidi ser escarninha.
- Estás a ver, como a palmatória faz bem? Até ficaste com o pilau maior. Provavelmente, vou-te repetir isto muitas vezes. Gosto que os homens tenham pilaus grandes. Mas tu portaste-te mal á bocado. Quero que me peças perdão por teres pedido para parar o suplício, e me solicites um novo castigo para te redimires. Mas com convicção!
O Rui de mãos postas, mas sem as conseguir juntar tão inchadas elas estavam, pediu-me encarecidamente um novo castigo.
- Sei que não mereço perdão, minha senhora. Mas não quero que a minha senhora me rejeite, pelo que lhe peço que me castigue severamente pela audácia de á pouco.
- Será um castigo bem doloroso!
- Que seja!
- Pois bem! Já que a palmatória te fez crescer a pila pode ser que o cinto também te torne maiores os tomates, e tu precisas de os ter maiores. Na posição em que estás, vais colocar as duas mãos por baixo da tua pila e da tua tomatada de maneira a que eles fiquem pousados em cima delas como numa bandeja. Quero que mos apresentes por baixo do teu cu, porque lhes vou bater por trás.
- Nos colhões dói muito, senhora! - como se eu, por não os ter, não soubesse.
- Isso é um pedido de clemência?
- Não, não! De maneira alguma! – apressou-se ele a responder.
- Ainda bem! Vamos lá a fazer imediatamente o que te mandei! E podes voltar a pousar a cabeça na cadeira.
E o Rui com as duas mãos abertas, empurrou sua pilinha e seus balões, por baixo das nádegas, e ofereceu-as ao meu cinto. Muitos homens me tinham feito muitas coisas, e continuaram a fazer, mas nunca nenhum me tinha feito aquilo. Meu amor por ele aumentava exponencialmente com as sevícias pelas quais o fazia passar. Brandi o cinto, fi-lo silvar no ar, o assobio provocado foi elucidativo da força que podia atingir, sentei-me em cima da cabeça dele, os seus cabelos roçando minha parreca húmida pois eu estava nua embora ele não o visse, e inclinando-me sobre o rabo dele onde por debaixo as suas palmas das mãos inchadas, a sua pila e os seus tomates assomavam, comecei a bater-lhe com a tira. Era pena o Rui ser curto de atributos genitais, num homem mais bem dotado, o cinto ter – lhe –ia atingido os orgãos numa maior extensão, e o gozo alcançado teria sido bem maior. Desta vez não lhe batia com força, e conservava a fivela segura na minha mão fechada, de modo a que os estragos causados nele, não viessem a ser irreversíveis. Os tomates são um órgão muito sensível, tão sensível como as nossas mamas, ou mais, e eu não lhe queria arruinar o “abono de família”. Não é preciso bater-lhes com força. Pequenas pancadas são igualmente dolorosas, e permitem que a sessão seja prolongada durante muito mais tempo. O Rui a muito custo ia aguentando, aquele era o castigo mais duro que lhe impunha, e ele já cravara os dentes no assento da cadeira tamanha era a dor, mas eu só parei quando, as bolas dele apresentavam fios de sangue. Nunca mais depois disso o fiz sangrar dos tomates.
Quando o mandei erguer-se, os joelhos feridos e cortados, constatei com agrado que não eram só as bolas que estavam maltratadas. O seu pirilau estava todo pisado das vergastadas que apanhara por tabela, e tal como as mãos, estava inchado e negro. Eu estava adorando a nova imagem dele!
- Quando te tirar a venda, vais ver como ficaste com os “adornos” mais avantajados, e mais negros, mais à homem. Sabias que um homem de verdade deve ter os instrumentais bem negros?
Ele dizia que sim minha senhora, mas não devia estar muito convencido como eu não estaria no lugar dele. Em todo o caso já passava muito das 3 da manhã, e eu estava quase a acabar. Faltava apenas um último requinte para ele passar na prova e poder ser meu namorado.
- Não te portaste muito mal, mas ainda te falta suportar uma última provação. Deita-te no chão, ao comprido.
Como ele não podia ver, enquanto se estendia no soalho frio, eu própria fui ao saco e tirei uma vela e um frasco de tintura de iodo. Acendi o pavio, abri o frasco e comecei a despejá-lo nas feridas que lhe provocara. Ele crispara as mãos com a dor e gemia.
- O que arde cura, Rui! Aguenta-te!
Depois de ter despejado vagarosamente o frasco no corpo dele, passei para a vela. Primeiro com a chama, queimei-lhe um pouco as solas geladas dos pés, mas muito ao de leve, era só para lhe dar a entender que o queimaria. Mesmo assim a sensação causada não devia ser agradável atendendo às suas expressões faciais. Quando me cansei voltei a ocupar-me das suas feridas. A cera começara a derreter, e eu fazia verter os seus pingos em cada uma delas, e entretive-me com aquilo durante mais de uma hora até a vela definhar. Só então parei. Meu bem amado estava um caco. Mas o pau dele estava outra vez entusiasmado, e a minha vagina também. Eu ia ter de me aliviar.
- Então querias ver minha parreca, não querias? Pois eu não ta vou mostrar! Vais só prová-la com a boca.
Mandei que se virasse de barriga para cima, mandei-lhe abrir a boca, e sentei-me nua em cima da cara vendada dele. Gosto muito de sexo oral, e ele ia mostrar-me que não se importaria de mo fazer sempre que eu quisesse, mesmo que ele não tivesse de se satisfazer.
- Agora quero que me faças um minete! E bem feito!
Ele estendeu a língua, e pela primeira vez lambeu uma vagina de mulher, sabendo que era assim que queria que me satisfizesse. Eu ia-lhe dando instruções, entre gemidos de prazer, e movimentos voluptuosos das ancas a atestar o meu orgasmo iminente.
- Primeiro lambe bem à volta da entrada. Isso! Agora quero a língua bem dentro do meu grelinho. Isso! Agora quero-a sentir entrar e sair do meu grelinho em movimentos rápidos, como se fosse a tua pila a entrar e a sair. Isso mesmo! Se não fizeres bem feito, volto a bater-te com o cinto.
Não levei a ameaça avante pois a sua língua satisfez-me plenamente. Aliás, apesar de me ter tentado aguentar, não demorei muito a vir-me naquela boca virgem ainda há pouco. Apesar de maltratado, o Rui estava tão excitado com aquilo como eu.
- Agora de joelhos, beija-me as mãos e agradece-me a punição.
Ele fez mais do que isso. Beijou-me igualmente os pés e os joelhos, pediu-me que repetisse a dose sempre que me apetecesse mesmo sem me dar qualquer motivo para isso, e se não fosse antes, que dali a um ano lhe voltasse a fazer o mesmo, para assinalar aquela noite, com as variações que entendesse, para que ele nunca se esquecesse que eu era, e seria sempre, a sua senhora.
- Aprendes rápido, e gosto disso num homem. Como recompensa deixo-te dormir comigo, esta noite, mas é só dormir, fui clara? E não quero a cama molhada de esporra.
Ele disse-me que não respondia por isso, seus tomates estavam demasiado cheios para conter o seu líquido, e como a vela não se consumira de todo, partiu dele mesmo a ideia de impedir que isso acontecesse.
- Sandrinha, minha senhora, tapa-me cabeça do piçalho com a cera, senão eu não me vou conseguir conter. Nunca dormi assim com uma mulher, e não me vou aguentar.
Que ideia excelente! E assim, enquanto ele segurava com os dedos seu prepúcio esticado, eu vazava na extremidade da capa os pingos quentes da vela de novo acesa, e construía com meus dedos uma capa de cera derretida sobre a cabeça da sua pilota, de modo a que a cera servindo de vedante lhe tapasse o buraco por onde sai o mijo e a esporra. Os gemidos altos dele, e as contorções, atestavam bem quanto dolorosa era aquela operação.
- Aceitas-me agora como teu namorado? – perguntou-me quando terminei de o selar.
- Não mudaste de ideias?
- Não. Foi muito doloroso. Nunca ninguém me fez sofrer tanto. Mas foi muito bom. Nunca ninguém me fez gozar tanto, embora continue com a pila tesa.
- Far-te-ei sempre gozar como nunca ninguém te fez – prometi-lhe, e ele sabe bem que continuo a manter a promessa. Durante essa longa noite para ele, muitas vezes lhe vi dor no rosto, mas medo nunca, demonstrando-me confiar cegamente em mim. Como não o haveria de aceitar para namorado?
Nesse resto de noite dormimos juntos, nus, eu satisfeito, ele de cacete duro, proibido de se aliviar. E que maravilha era sentir aquela coisa dura, embora pequenina, vendada como momentos antes tinham estado seus olhos, de onde nada podia sair, encostada nas minhas coxas, na minha vagina, no meu cu quando lhe virava as costas, tanta era tesão reprimida do meu parceiro de leito. No dia seguinte iria à farmácia comprar Hirudoid, e eu mesma lhe trataria as feridas e as bolhas que a cera quente lhe provocara, mas agora queria ali sofrido e gemente junto a mim, dizendo que me amava.
No dia seguinte alguns colegas ao verem-no fanhoso, com dores de garganta, constipado, olhar febril, as mãos ainda inchadas, evitando sentar-se, ou que lhe batessem nas costas, perguntaram-lhe o que lhe sucedera. A resposta dele deixou-me radiante, embora para eles ela pudesse ser desconcertante:
- Foi uma prova de amor que a Sandrinha me impôs e que eu superei.
Se ele tivesse uns orgãos maiores, eu ter-lhe-ia ordenado que exibisse as outras partes do corpo, para que todos constassem que não foram apenas as mãos a provar-me o seu amor. Mas não fiz. Com uma haste assim tão pequena, quem também se arriscava a ser ridicularizada era eu.
Postado por
SANDRA SAFADA
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02:38
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