Naquela noite Afonso encontrou-me no Café P.. e perguntou-me se o queria acompanhar ao bar de um conhecido hotel na baixa de Coimbra onde a troco de uma comissão de 25% me apresentaria um sujeito quarentão que ali se achava de passagem e que segundo ele não se importaria de me pagar 5 mil escudos (nesse tempo ainda não havia o euro) se eu me prestasse a ser-lhe boa menina.
Habituada a alugar o corpo para poder pagar meus estudos de Direito sabia bem que nenhum cliente me pagaria tal preço só para eu lhe abrir as pernas ou o mamar mas aceitei o encontro sem qualquer compromisso, deixando claro que só subiria com o cliente para o quarto se ficasse com boa impressão dele. Além disso e como nunca gostei de chulos procurei regatear com Afonso o valor da comissão, procurando fazer que ele aceitasse ficar apenas com 15%, ainda que só tenha conseguido fazê-lo baixar para 20. Despedi-me assim do meu namorado Rui que ficou muito contrariado por não nos acompanhar e dirigi-me com Afonso ao bar do Hotel depois de este ligar para a extensão do quarto onde o indivíduo se achava alojado informando-o da nossa ida.
Este já estava assim à nossa espera no amplo bar deserto embora pouco passasse das 10 da noite, e pude ver que este era mais cinquentão do que quarentão o que me agradou ainda mais pois principalmente como puta sempre preferi homens mais velhos. Era igualmente muito charmoso com os seus cabelos curtos grisalhos e um ar maduro de empresário bem sucedido, vestido com um fato azul escuro de muito bom corte e uma aliança de casado no dedo, algo que eu ainda gostava mais de ver num homem que me pretendia alugar. Apresentou-se e eu fiz o mesmo o que não é normal em negócios com putas mas que serviu para me inspirar confiança nele. Ofereceu-nos um uísque, eu optei por um gin tónico, e durante a conversa depois de ter dito achar-me muito bonita, atraente e decerto muito safada mostrou-se disposto a oferecer-me os tais 5 mil escudos se o quisesse acompanhar ao quarto por uma meia hora, talvez um pouco mais. A condição era submeter-me às suas fantasias sem escândalos e sem chamar as atenções de ninguém. E que fantasias eram essas procurei saber.
- Bem quanto a isso não gostaria de abrir o jogo – respondeu-me – É para mim importante que tu não saibas o que vai acontecer. Apenas te digo que quero abusar de ti à minha maneira sem protestos nem desistências da tua parte. Mas asseguro-te que não te vou bater com força nem fazer qualquer outro mal além de te imobilizar e de gozar contigo uma boa foda. Aliás nem poderia ser de outra maneira. Estamos num Hotel, os empregados vão ver-te subindo comigo e o Afonso espera por certo aqui no bar enquanto bebe mais uns uísques por minha conta.
Aceitei quase com a certeza de ir ser enrabada no quarto do Hotel. Muito cortesmente o sujeito fez questão de me pagar logo ali a importância combinada, ainda que eu não tenha feito o mesmo em relação à comissão prometida ao Afonso já que sempre era uma maneira de o obrigar a esperar-me e deixei-me conduzir ao quarto. Quando lá chegamos mandou-me tomar um duche o que eu fiz rapidamente pois puta, tal como qualquer trabalhador por conta própria quando já recebeu pelo trabalho, quanto menos tempo perder com um cliente mais hipóteses tem de se encontrar a facturar com outro. O sujeito deixou-me sozinha durante todo o duche e nem sequer me pareceu que me tivesse ficado a espreitar como faria um homem cuja tara fosse a de ser mirone punheteiro como meu namorado. Antes pelo contrário. Quando se apercebeu que me estava limpando disse-me com a porta fechada para não me esquecer de vestir a mesma roupa, calcinha incluída, antes de lhe aparecer o que naturalmente fiz. A noite estava quente, eu vestia uma blusa azul marinha de alças bastante decotada no peito, sem sutiã por baixo pois sempre considerei um estorvo muita roupa para quem como eu vivia de vender prazer, uma mini -saia de ganga com uma calcinha branca rendada por baixo e as minhas botas vermelhas de cano até aos joelhos que ele também quis que calçasse. Quando voltei para a câmara reparei numa peça de mobiliário que nada tinha a ver com as restantes mobílias do Hotel e que só podia ter ali sido colocada pelo meu cliente. Tratava-se de uma cadeira de madeira colocada em cima da cama, robusta mas quase sem costas e articulada podendo por isso ser transportada numa mala de viagem. Sobre a cama uma mala aberta deixava ver várias cordas de nylon.
- Senta-te na cadeira, os teus braços apoiados nos dela – mandou.
- Quer que me deixe ficar vestida?
- Quero.
Compreendi que ia ser amarrada e dessa forma ele abusaria de mim e por isso tratei de me sentar o mais confortavelmente possível. Quando o fiz ele tratou de facto de me atar os pulsos aos apoios da cadeira tendo o cuidado de os ligar primeiro com lenços de seda antes de lhes passar as cordas de nylon para não me deixar as marcas destas na pele, nem me magoar demasiado. Agradeci tal cuidado porque apesar disso ele amarrou-me fortemente fazendo com que quase não os conseguisse mexer.
- Ora vamos lá começar por estes peitões – disse apalpando-me as mamas sobre a blusa - É das coisas que mais me entesa numa mulher e as tuas são deliciosas. Durinhas.
Puxou-me então a blusa para cima dos ombros deixando-os à vista até cobrir-me toda a cabeça com ela.
- Vou-te deixar no escuro, vadiazinha – disse novamente – Mas não tenhas medo. Como combinado quero-te imobilizada e sem veres o que te vou fazer.
As suas palavras avivaram a confiança com que tinha ficado no bar e acenei com a cabeça dizendo-lhe estar tudo bem. Ele agarrando então nas pontas da blusa uniu-as todas junto ao meu cabelo amarrando-as com outra corda, como se aquilo fosse a abertura de um saco de mercearia. Não corria o risco de asfixiar pois entrava ar pela abertura do pescoço mas efectivamente não via nada para fora. Será que ele tal como meu namorado Rui tinha a pila pequena e vergonha que eu lha visse, pensei. Não, não podia ser, os seus dedos começando agora a apertar-me os mamilos fazendo-os girar nos dois sentidos e obrigando-me a mexer na cadeira eram compridos, dedos de homem pauzudo.
- Oh sim, que mamomas lindas e tesas tens, Sandra – comentou – aposto que estás com tanto tesão como eu. Quieta vadia que te quero imobilizada – e pregou-me duas ou três palmadas leves nas mamas – Isto é só para te acalmares, não pretendo magoar-te.
Aquietei e ele fazendo-me levantar o rabo tirou-me a saia pelas pernas abaixo sem me descalçar as botas. Em seguida apalpou-me vagarosamente e nos dois sentidos a área genital por cima da calcinha tal como fizera nas mamas. Aquilo excitou-me bastante.
- Ou muito me engano ou trazes a rata tão inchada e tesa como os marmelões – observou – ora vamos lá a ver se antes de ta comer te faço gemer um pouco. E se a tens suficiente aberta para provar do meu caralho.
Com a calcinha posta penetrou-me com um dedo. Eu no entanto só comecei a gemer quando ele me enfiou três.
- Esta grossura já te faz gemer? Rebola-te como se o estivesses fazendo no meu caralho.
Oh sim, aquilo era gostoso. Huum! Até porque com a outra mão ele continuava apalpando-me o peito. Huuumm! O sujeito parou contudo com a siririca antes que eu me viesse.
- Vamos lá agora ver ao vivo como é a tua rata, rameirinha. Se fores uma boa puta deves tê-la bem escancarada.
Minha calcinha deslizou igualmente puxada pelas suas mãos. Levantei os pés para que ela caísse no chão.
- Vou amarrar-te também os tornozelos e deixar-te as pernas bem abertas de modo a não puderes furtar-me essa tua deliciosa ratinha – disse-me. Tirou-me então as botas e amarrou-me os tornozelos nos pés da cadeira da mesma maneira que fizera com os pulsos. Quando me achei assim amarrada ouvi-o cair de joelhos no meio das minhas pernas fazendo aquilo que poucos clientes gostam de fazer a uma prostituta mesmo quando ela tem a pássara acabada de lavar como era o meu caso. Beijou-me os lábios da vulva e começou fazendo-me um minete depois de a ter observado e ter dito que ela de facto tinha bem o aspecto de ser uma cona bem rodada como tanto gostava que fosse a cona de uma mulher.
O minete soube-me na verdade muito bem embora mais uma vez ele se tivesse detido antes de me fazer gozar.
- Tens tempo para te vires, cabritona – sua boca percorria-me agora o baixo ventre, mordiscando-me os pentelhos e o umbigo subindo-me pelo peito acima até às mamas, o que me deixava uma sensação de excitação muito boa como quando eu transava por gosto e não por dinheiro. De vez em quando dava-me uma mordida mais forte num dos bicos das mamas fazendo-me gemer mais alto mas no geral eu estava adorando aquilo. Seu corpo estava praticamente colado ao meu e enquanto me lambia as mamas seu caralho durão não deixava propositadamente de se esfregar na minha racha e no meu clítoris o que ainda tornava aquilo mais delicioso.
- Putazinha gostosa – ia dizendo quando interrompia a mamada, o que é sempre bom de ouvir. – Vamos lá deixar a minha piça provar estes peitões e ver se gosta tanto deles como a minha boca.
E juntando com as mãos as minhas mamas enfiou seu caralho no meio delas.
- Toma nas mamas, putazinha deliciosa, que não é só a boca de um homem que elas sabem satisfazer – dizia dando-lhes com força e voltando a fazer-me rodar os mamilos apertados nos seus dedos. Ohh, não havia dúvida que eu estava ganhando bem a noite de duas maneiras. Não é sempre que uma puta por necessidade pode dizer o mesmo.
Quando tirou seu pau levantou-se mais um pouco sobre a cadeira onde eu estava amarrada e percebi as suas coxas acercando-se da minha cara vendada.
- Faz-me uma mamada, cabritona – ordenou -. Pelo dinheiro que te pago bem me podes fazer uma mamada bem feita.
Pensei que me fosse remover a blusa que como um saco me cobria a cabeça para me enfiar o caralho na boca nua mas estava enganada. Sem ma tirar bateu-me com ele por todo o rosto até chegar à cavidade tapada da minha boca.
- Chupa putazinha linda.
Abri a boca e o seu pau envolvido no tecido da minha blusa entrou por ela dentro. Como era grande.
- Mama putazinha, mama. Mas não me tires o leitinho que o meu caralho ainda te vai entrar no buraco de baixo.
Mesmo assim como a blusa era de um tecido fino apercebi-me enquanto o chupava estar pingando bem. Ia ficar com uma bonita nódoa na blusa.
- Ah chupadora valente – reconhecia o cliente – Gostavas de sentir o sabor do meu caralho na tua boca, não gostavas? Descansa que já to vou fazer sentir na cona.
Tirando-o fora voltou a percorrer meu corpo com a boca, só que agora começando das mamas para a vagina, voltando a lambê-las e a mordiscá-las.
- Era disto que estavas à espera, não era putazinha quente? – perguntou-me encostando-me e esfregando-me a cabeça do cacete na entrada da rata – Nem sei porque motivo te pago se vais gozar tanto como eu.
Ohhh, sim, eu queria muito agora ser fodida por aquela tora latejante de tesão. Na verdade por vezes sai a sorte grande às putas e aquela era a minha noite. Amarrada como estava não podia abrir mais as pernas para o receber mas também não era preciso, elas estavam abertas o suficiente. E o meu cliente meteu no meio delas.
- Geme cona quente, que a minha é piça de macho, mesmo uma puta surrada como tu geme quando a sente entrar.
Gemeria mesmo que ele não estivesse mandando, mais do prazer de a receber e de a sentir entrando em mim do que de dor.
- Vou-te foder como as putas gostam de ser fodidas.
OHH SIM, FODE-ME COMO QUISERES, MAS FODE-ME, só me apetecia gritar-lhe mas contive-me pois não é de bom tom uma puta mostrar grande entusiasmo com o desempenho do cliente. E ele fodeu-me durante longo tempo, metendo e tirando o caralho com força sempre na mesma posição. Numa altura a cadeira estremeceu com o peso das suas investidas em mim e do seu corpo sobre o meu. Ele então inclinou-a de modo a fazê-la ficar mais apoiada na beirada da cama e continuou fodendo-me enterrando seu nariz no meio das minhas mamas e voltando a apertá-las como se pretendesse asfixiar-se nelas.
- Putazinha deliciosa! Cona quente com mamonas de vaca! – Suspirava – Que boa recordação vou levar desta noite de Coimbra.
Viemo-nos ambos num gozo intenso que dificilmente acontece numa relação de sexo pago. Às vezes vale a pena ser puta e aquela foi uma delas.
A sessão toda durara mais de uma hora mas rentável como tinha sido também não fazia intenção de nessa noite voltar a prostituir-me. Apesar disso uma vez feito o serviço eu lembrando-me que o Afonso ainda me devia estar esperando no bar para me cobrar a comissão apressei-me a vir embora e nem tomei banho, lavei apenas a pássara e as mamas antes de me despedir do sujeito com um beijo na cara e de descer.
Afonso continuava me esperando e pelo aspecto percebi que para matar o tempo se fartara de beber uísques. Minha blusa manchada de esperma não chamou apenas a atenção deste mas também a do empregado do bar que olhou para mim com ar de entendido. Que se fodesse, pensei.
- Foi boa a farra – comentou – Nunca mais te despachavas.
- A cliente que paga 5 contos não se o avia em dois tempos – observei – Dás-me boleia de volta para a Praça?
Afonso acabou de beber o último uísque e saímos. Ao entrar no carro lembrou-me que ainda não lhe pagara a prometida comissão pelo generoso cliente que me arranjara. Ora por nada me apetecia pagar-lhe os 20% combinados.
- Generoso? – Contrapus com desdém – Pagou bem é certo mas o serviço foi pior do que pensava. De tal maneira que não sei se o voltaria a fazer pelo mesmo preço. Ainda tenho as mamas e os lábios da cona de tal maneira trincados com as suas mordidas que quer-me parecer que nos próximos dias nem um dedo vou poder meter nela. E isto para já não falar que vou ter de mandar lavar a blusa por causa da mancha que o broche que me obrigou a fazer-lhe deixou nela. Por isso dou-te 10% em dinheiro e acertamos o resto da tua comissão com uma mamada que te farei agora mesmo.
- A esta hora o teu namoradinho está ansioso esperando que lhe vás tocar uma punheta – observou-me o Afonso pois sabia bem qual era a tara do Rui quando eu vinha de estar com um cliente.
- Deixá-lo – retorqui-lhe – Quanto mais tempo esperar melhor lhe saberá a punheta e mais depressa se vem o que sempre me poupa canseira ao braço. Como é? Aceitas ou preferes chegar a casa e deixares que seja a tua mulher a fazer-to?
A mulher dele tinha a mania que era chiquérrima, não lhe fazia broches nem imaginava que o marido se envolvia com putas universitárias. Aceitou por isso. A minha noite de puta acabou assim dentro de um carro na mata do Choupal chupando no pau do Afonso. O meu namoradinho Rui é que teve mais azar pois nem direito a uma punheta tocada por mim teve como devia estar a contar. Concluído o broche ao Afonso pedi-lhe que me levasse a casa e já não voltei à Praça da República onde ele, roído de tesão, me ficou aguardando até bem depois das três da manhã.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
ÀS VEZES VALE A PENA SER PUTA
Postado por
SANDRA SAFADA
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06:58
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
domingo, 26 de setembro de 2010
TREPADA E PUNHETA NO COMBOIO PARA HENDAIA
Apesar de meu marido Rui ser um meia pila e ter uns colhões de pássaro posso dizer que nunca fiz tantas loucuras com um homem, como com ele. Como esta que se segue ainda nos nossos tempos de namoro.
Estávamos acabando o curso de Direito, faltava-nos apenas concluir ***, cadeira do 4º ano que todos os alunos de Coimbra deixavam para o fim pois o falecido professor era campeão a reprovar, e seus pais tinham-lhe oferecido nessas férias de Páscoa uma viagem de comboio com respectiva estadia a Paris cidade que Rui adorava conhecer, e este convidou-me para ir com ele, oferecendo-se para me pagar a viagem. Eu fazia então vida de garota de programa para me poder custear mas nunca vivi à custa de meu corninho apesar de ele ter um nível de vida melhor que o meu. Como também não me importava de ir com ele e tinha umas poupanças que conseguira aforrar abrindo as pernas, aceitei mas pagando meu bilhete. Viajamos até Lisboa onde em Stª Apolónia apanhámos o Sud-Express que nos levaria até Hendaia. Não posso precisar a que horas saímos de Lisboa mas sei que foi pelo final da tarde de um mês de Abril soalheiro. Viajávamos em 2ª classe, e o nosso compartimento tinha seis lugares, mas só mais dois passageiros além de nós é que iriam viajar connosco. Um senhor de mais de 40 anos, bem vestido, e um jovem da nossa idade mais ou menos, de aspecto forte e bronzeado, com ar de trabalhador da construção civil tentando a sorte no estrangeiro. Tiráramos bilhete para um compartimento com beliches, e eu e Rui escolhemos um próximo da janela, ele no de cima e eu no de baixo.
Fomo-nos entretendo no compartimento enquanto o comboio dava início à viagem, lendo cada um, um jornal que compráramos. O mais jovem dos dois passageiros disfarçadamente ia-me lançando os olhos, detendo-se em especial no formato dos meus seios, grandes e direitinhos. De vez em quando, ainda que com certa discrição, percebia que seu cacete ia dando um saltinho de excitação por dentro das calças. Rui também o notou. Eu sentindo-me apreciada por aquele rapaz que fisicamente não era nada de se deitar fora, comecei igualmente a sentir-me excitada, o clítoris começando a pôr-se de pé (afinal o clítoris é a coisa mais parecida com uma pila que nós mulheres temos, ou pelo menos costuma comportar-se como uma) e comecei esfregando minhas pernas nas de meu namorado sentado ao meu lado. Decorrido um bocado de tempo naquele esfreganço entremeado com uns beijos e umas suas passagens com as mãos sobre minhas coxas, não aguentamos e viemos para o corredor, onde encostados ao vidro da carruagem nos beijámos intensamente com os corpos colados. O caralho de meu namorado estava em ponto de rebuçado e o meu grelinho estava mortinho por lhe demonstrar o quanto estava húmido só por o saber ali disponível. Os dois passageiros seguiam interessados nossas demonstrações de amor e tesão do interior do compartimento. Não se via ninguém no corredor, e o WC era ao fundo. Devia estar desocupado.
- Vem – disse-lhe pegando-lhe pela mão. Com excepção do pedido de namoro e de casamento que foi ele quem os fez, sou quase sempre eu quem toma as iniciativas com meu corninho no que respeita a sexo. Encaminhei-o para o WC, e enfiámo-nos dentro dele.
- Não vou esperar até ser noite – disse-lhe –E o estado de tua pila também não me parece estar muito capaz de o fazer. Tanto ela como eu queremos para já uma rapidinha.
Rimo-nos indiferentes a que nos ouvissem se eventualmente chegasse alguém que se quisesse servir da casinha, tirei a blusa expondo os marmelos pois não trazia sutiã, e fiz o mesmo à saia e à calcinha. Rui baixara as calças e as cuecas, fizera-me sentar na tampa fechada da sanita de pernas abertas, e de joelhos penetrou-me. Não foi uma foda muito confortável. Os solavancos e as curvas da linha fizeram-nos desequilibrar várias vezes mas mesmo assim soube-me bem. E Rui tendo despejado os baguinhos deixou de exibir aquele chumaço ali na frente das calças.
Quando voltamos o mais velho parecia ter-se já esquecido de nós. Mas o mais novo mal nos viu, imaginando talvez o que estivéramos fazendo tanto mais que me parecia que nossos rostos se encontravam algo afogueados, voltou a ficar com o cacete de pé, e embora tivesse deixado cair seu braço esquerdo de modo a ocultar o estado de seu membro ao outro passageiro, não procurou desta vez disfarçar seu tesão de mim e de meu namorado, pelo contrário antes se diria que procurava ostentá-lo bem perante nós. Rui que era testemunha da actividade a que me dedicava, e cuja maior tara foi sempre apreciar ver-me dando para outros homens, começou a ficar de novo com o cacete armado. E eu embora não estivesse disposta a deixar o estranho pôr-se em mim, comecei a sentir vontade de o ajudar a aliviar, se ele entretanto não decidisse aliviar-se primeiro. Para que o não fizesse comecei a sorrir-lhe sempre que meu namorado não estava olhando de maneira a conferir àquilo um clima de mistério e traição que entesa sempre os homens, e uma vez por outra movia minha mão para cima e para baixo como se estivesse punheteando um pénis querendo-lhe dizer que durante a noite eu própria o masturbaria. O quarto indivíduo dormitava já. As necessidades da carne não o deviam estar atormentando muito.
Rui insistira em que jantássemos na viagem e comemos uma massa à bolonhesa sofrível mas horrivelmente cara no restaurante do comboio. Quando nos deitamos já as luzes do compartimento se encontravam baixas há muito pois o quarentão deitara-se cedo, e nós os dois ainda ficamos nos amassos enquanto nossas línguas se devoravam uma à outra aproveitando o facto de só estarmos três. O desconhecido, de olhos baixos, e ainda que procurando disfarçar, não tirava os olhos de nós e seu pau, muito maior do que o de Rui (também não é preciso muito já que o dele é o pau mais curto que conheço) voltava a revelar-se na sua pujança. Para o consolar, e ainda para mais entusiasmado por nós não nos incomodarmos com os seus mirones velados, o sujeito abrira as pernas. Além do pau tinha uns senhores tomates, e esfregava sua mão na zona genital coberta pelas calças de ganga. Eu estava defronte a ele, sentindo o caralho pequeno de Rui esfregando-se-me na barriga, e ia sorrindo para o sujeito que sendo dono de uma vara tão grandiosa nem imaginava a inveja que me fazia ter de me contentar com outra de tamanho bem mais ínfimo.
- Vamo-nos lavar e vimos já – disse eu quando Rui manifestou seu desejo de me levar para a cama. Dissera aquilo mais para que o desconhecido ouvisse e nos aguardasse tranquilo e com os tomates ainda cheios. Num ápice nos lavamos os dois na casa de banho, pois o comboio não tinha chuveiros, e voltamos para o nosso compartimento. Nem procurei disfarçar e apesar de ter direito a um beliche só para mim, enfiei-me no de Rui, e metendo-me sobre o cobertor tirei a roupa, calcinha incluída, para que o nosso voyeurista cuja bastão masculino continuava bastante inflamado, constatasse que me encontrava nua, e sentando-me na cama com os seios cobertos dobrei-a e guardei-a numa mala de viagem. Ia ser bonito se ma roubavam durante a noite. Rui fez o mesmo que eu e em breve nos achávamos ambos nus, debaixo da coberta, nossos corpos tocando-se. E desta vez eu não estava ali na cama como uma puta com seu cliente como tantas outras onde estive presente, mas como uma rapariga apaixonada com seu amante. O desconhecido falando o que era raro, perguntou-nos se podia apagar a luz, dissemos-lhe que sim, ele apagou-a dando as boas noites mas deixou os estores abertos permitindo que as nossas silhuetas fossem visíveis de todos, deitando-se num beliche do outro lado do estreito corredor, paralelo ao nosso. Tacteei a curva das pernas de Rui, toquei-lhe no caralho armado, nos colhões pequenos mas duros e húmidos, afaguei-os, mergulhei meu corpo pelo cobertor dentro e de rabo empinado fiz-lhe uma mamada, nada incomodada que o sujeito pensasse que eu era uma vagabunda, procurando que na penumbra meus movimentos fossem sugestivos ao nosso vizinho de beliche. E deviam-no ser, pois não tardou que também nós nos pudéssemos aperceber que as mãos e os braços dele não paravam quietos sobre a coberta do seu beliche, enquanto ele meio dobrado se rebolava todo sobre o ventre. O cheiro a esporra e a suor de colhões que conheço bem estavam-me chegando às narinas, deixando-me mais entesada. Levantando minha perna para fora da coberta tendo apenas o cuidado de não descobrir e não revelar meu rabo, deixei que Rui metesse de lado. Este socou-me naquela posição durante vários minutos, fazendo-me levantar mais a perna obrigando-me a asfixiar os gemidos que ameaçavam sair-me pela boca, e fazendo estremecer o beliche. O quarto passageiro por certo acordara já, mas se assim era não dava sinal de vida, tanto mais que o ruído da movimentação do outro descascando a banana à mão também não era de desprezar. Eu ainda não cumprira a promessa que lhe dera a entender de ser eu a tocá-la, e naquela posição de costas para ele não o poderia fazer. Rebolei-me sobre meu par, cavalguei sua região púbica ajeitando o cobertor à volta da minha cintura para não revelar nossas intimidades, mas fiquei exposta nua da cintura para cima, minhas mamas direitinhas onde as mãos de Rui se foram de imediato esparramar, deviam ser um tesão para o candidato a emigrante que as contemplava na obscuridade. Como a pila de meu namorado saíra fora eu própria lha meti de novo em mim, e me deixei ser cavalgada enquanto ele me dava de baixo para cima, trespassando-me com ela e quase me fazendo bater com a cabeça no tecto baixo do compartimento. O espaço para o beliche do lado não tinha mais de meio metro. Meu braço direito percorreu esse espaço, minha mão tocou a cabeça do desconhecido que não estranhou pois a vira, penetrou-lhe pelos cobertores em direcção à sua região pélvica. Quando lá chegou toquei num bocado esponjoso de carne dura, completamente melado de esporra, como imaginava o sujeito já tirara o caralho das cuecas. Percorri-o com os dedos, apertei-lhe deliciada os tomates carnudos nas palmas, brincando com eles até o seu cacete ficar ainda mais melado, e enquanto continuava cavalgando no caralho de meu namorado que me levava a Paris e estava super entusiasmado com o consolo que me via dando ao nosso parceiro de viagem, indiferente aos gemidos de prazer que deixava escapar com tesão pois tinha a certeza que estávamos todos acordados no compartimento, toquei atrevo-me a dizê-lo, a melhor punheta que aquele desconhecido que saiu em Hendaia gozou algum dia, até eu e Rui nos virmos quase em simultâneo num dilúvio de tesão. É verdade que como lha toquei debaixo do lençol, e não a tirei fora quando o senti esporrar-se, o preço que teve de pagar por ela foi ter dormido com a cama molhada do seu leitinho e no dia seguinte ter passado por um esporra-fácil perante o pessoal de limpeza da companhia que mudou o beliche. Mas o que é isso perante o prazer do espectáculo de nossa trepada e aquela gostosura de compensação manual que eu lhe fiz? Foi o que perdeu o outro em ter-se ido deitar cedo ou pelo menos em não ter dado sinal que acordara e queria participar. Já que estava com a mão na massa, não me custaria nada ter-lhe tocado também uma.
Estávamos acabando o curso de Direito, faltava-nos apenas concluir ***, cadeira do 4º ano que todos os alunos de Coimbra deixavam para o fim pois o falecido professor era campeão a reprovar, e seus pais tinham-lhe oferecido nessas férias de Páscoa uma viagem de comboio com respectiva estadia a Paris cidade que Rui adorava conhecer, e este convidou-me para ir com ele, oferecendo-se para me pagar a viagem. Eu fazia então vida de garota de programa para me poder custear mas nunca vivi à custa de meu corninho apesar de ele ter um nível de vida melhor que o meu. Como também não me importava de ir com ele e tinha umas poupanças que conseguira aforrar abrindo as pernas, aceitei mas pagando meu bilhete. Viajamos até Lisboa onde em Stª Apolónia apanhámos o Sud-Express que nos levaria até Hendaia. Não posso precisar a que horas saímos de Lisboa mas sei que foi pelo final da tarde de um mês de Abril soalheiro. Viajávamos em 2ª classe, e o nosso compartimento tinha seis lugares, mas só mais dois passageiros além de nós é que iriam viajar connosco. Um senhor de mais de 40 anos, bem vestido, e um jovem da nossa idade mais ou menos, de aspecto forte e bronzeado, com ar de trabalhador da construção civil tentando a sorte no estrangeiro. Tiráramos bilhete para um compartimento com beliches, e eu e Rui escolhemos um próximo da janela, ele no de cima e eu no de baixo.
Fomo-nos entretendo no compartimento enquanto o comboio dava início à viagem, lendo cada um, um jornal que compráramos. O mais jovem dos dois passageiros disfarçadamente ia-me lançando os olhos, detendo-se em especial no formato dos meus seios, grandes e direitinhos. De vez em quando, ainda que com certa discrição, percebia que seu cacete ia dando um saltinho de excitação por dentro das calças. Rui também o notou. Eu sentindo-me apreciada por aquele rapaz que fisicamente não era nada de se deitar fora, comecei igualmente a sentir-me excitada, o clítoris começando a pôr-se de pé (afinal o clítoris é a coisa mais parecida com uma pila que nós mulheres temos, ou pelo menos costuma comportar-se como uma) e comecei esfregando minhas pernas nas de meu namorado sentado ao meu lado. Decorrido um bocado de tempo naquele esfreganço entremeado com uns beijos e umas suas passagens com as mãos sobre minhas coxas, não aguentamos e viemos para o corredor, onde encostados ao vidro da carruagem nos beijámos intensamente com os corpos colados. O caralho de meu namorado estava em ponto de rebuçado e o meu grelinho estava mortinho por lhe demonstrar o quanto estava húmido só por o saber ali disponível. Os dois passageiros seguiam interessados nossas demonstrações de amor e tesão do interior do compartimento. Não se via ninguém no corredor, e o WC era ao fundo. Devia estar desocupado.
- Vem – disse-lhe pegando-lhe pela mão. Com excepção do pedido de namoro e de casamento que foi ele quem os fez, sou quase sempre eu quem toma as iniciativas com meu corninho no que respeita a sexo. Encaminhei-o para o WC, e enfiámo-nos dentro dele.
- Não vou esperar até ser noite – disse-lhe –E o estado de tua pila também não me parece estar muito capaz de o fazer. Tanto ela como eu queremos para já uma rapidinha.
Rimo-nos indiferentes a que nos ouvissem se eventualmente chegasse alguém que se quisesse servir da casinha, tirei a blusa expondo os marmelos pois não trazia sutiã, e fiz o mesmo à saia e à calcinha. Rui baixara as calças e as cuecas, fizera-me sentar na tampa fechada da sanita de pernas abertas, e de joelhos penetrou-me. Não foi uma foda muito confortável. Os solavancos e as curvas da linha fizeram-nos desequilibrar várias vezes mas mesmo assim soube-me bem. E Rui tendo despejado os baguinhos deixou de exibir aquele chumaço ali na frente das calças.
Quando voltamos o mais velho parecia ter-se já esquecido de nós. Mas o mais novo mal nos viu, imaginando talvez o que estivéramos fazendo tanto mais que me parecia que nossos rostos se encontravam algo afogueados, voltou a ficar com o cacete de pé, e embora tivesse deixado cair seu braço esquerdo de modo a ocultar o estado de seu membro ao outro passageiro, não procurou desta vez disfarçar seu tesão de mim e de meu namorado, pelo contrário antes se diria que procurava ostentá-lo bem perante nós. Rui que era testemunha da actividade a que me dedicava, e cuja maior tara foi sempre apreciar ver-me dando para outros homens, começou a ficar de novo com o cacete armado. E eu embora não estivesse disposta a deixar o estranho pôr-se em mim, comecei a sentir vontade de o ajudar a aliviar, se ele entretanto não decidisse aliviar-se primeiro. Para que o não fizesse comecei a sorrir-lhe sempre que meu namorado não estava olhando de maneira a conferir àquilo um clima de mistério e traição que entesa sempre os homens, e uma vez por outra movia minha mão para cima e para baixo como se estivesse punheteando um pénis querendo-lhe dizer que durante a noite eu própria o masturbaria. O quarto indivíduo dormitava já. As necessidades da carne não o deviam estar atormentando muito.
Rui insistira em que jantássemos na viagem e comemos uma massa à bolonhesa sofrível mas horrivelmente cara no restaurante do comboio. Quando nos deitamos já as luzes do compartimento se encontravam baixas há muito pois o quarentão deitara-se cedo, e nós os dois ainda ficamos nos amassos enquanto nossas línguas se devoravam uma à outra aproveitando o facto de só estarmos três. O desconhecido, de olhos baixos, e ainda que procurando disfarçar, não tirava os olhos de nós e seu pau, muito maior do que o de Rui (também não é preciso muito já que o dele é o pau mais curto que conheço) voltava a revelar-se na sua pujança. Para o consolar, e ainda para mais entusiasmado por nós não nos incomodarmos com os seus mirones velados, o sujeito abrira as pernas. Além do pau tinha uns senhores tomates, e esfregava sua mão na zona genital coberta pelas calças de ganga. Eu estava defronte a ele, sentindo o caralho pequeno de Rui esfregando-se-me na barriga, e ia sorrindo para o sujeito que sendo dono de uma vara tão grandiosa nem imaginava a inveja que me fazia ter de me contentar com outra de tamanho bem mais ínfimo.
- Vamo-nos lavar e vimos já – disse eu quando Rui manifestou seu desejo de me levar para a cama. Dissera aquilo mais para que o desconhecido ouvisse e nos aguardasse tranquilo e com os tomates ainda cheios. Num ápice nos lavamos os dois na casa de banho, pois o comboio não tinha chuveiros, e voltamos para o nosso compartimento. Nem procurei disfarçar e apesar de ter direito a um beliche só para mim, enfiei-me no de Rui, e metendo-me sobre o cobertor tirei a roupa, calcinha incluída, para que o nosso voyeurista cuja bastão masculino continuava bastante inflamado, constatasse que me encontrava nua, e sentando-me na cama com os seios cobertos dobrei-a e guardei-a numa mala de viagem. Ia ser bonito se ma roubavam durante a noite. Rui fez o mesmo que eu e em breve nos achávamos ambos nus, debaixo da coberta, nossos corpos tocando-se. E desta vez eu não estava ali na cama como uma puta com seu cliente como tantas outras onde estive presente, mas como uma rapariga apaixonada com seu amante. O desconhecido falando o que era raro, perguntou-nos se podia apagar a luz, dissemos-lhe que sim, ele apagou-a dando as boas noites mas deixou os estores abertos permitindo que as nossas silhuetas fossem visíveis de todos, deitando-se num beliche do outro lado do estreito corredor, paralelo ao nosso. Tacteei a curva das pernas de Rui, toquei-lhe no caralho armado, nos colhões pequenos mas duros e húmidos, afaguei-os, mergulhei meu corpo pelo cobertor dentro e de rabo empinado fiz-lhe uma mamada, nada incomodada que o sujeito pensasse que eu era uma vagabunda, procurando que na penumbra meus movimentos fossem sugestivos ao nosso vizinho de beliche. E deviam-no ser, pois não tardou que também nós nos pudéssemos aperceber que as mãos e os braços dele não paravam quietos sobre a coberta do seu beliche, enquanto ele meio dobrado se rebolava todo sobre o ventre. O cheiro a esporra e a suor de colhões que conheço bem estavam-me chegando às narinas, deixando-me mais entesada. Levantando minha perna para fora da coberta tendo apenas o cuidado de não descobrir e não revelar meu rabo, deixei que Rui metesse de lado. Este socou-me naquela posição durante vários minutos, fazendo-me levantar mais a perna obrigando-me a asfixiar os gemidos que ameaçavam sair-me pela boca, e fazendo estremecer o beliche. O quarto passageiro por certo acordara já, mas se assim era não dava sinal de vida, tanto mais que o ruído da movimentação do outro descascando a banana à mão também não era de desprezar. Eu ainda não cumprira a promessa que lhe dera a entender de ser eu a tocá-la, e naquela posição de costas para ele não o poderia fazer. Rebolei-me sobre meu par, cavalguei sua região púbica ajeitando o cobertor à volta da minha cintura para não revelar nossas intimidades, mas fiquei exposta nua da cintura para cima, minhas mamas direitinhas onde as mãos de Rui se foram de imediato esparramar, deviam ser um tesão para o candidato a emigrante que as contemplava na obscuridade. Como a pila de meu namorado saíra fora eu própria lha meti de novo em mim, e me deixei ser cavalgada enquanto ele me dava de baixo para cima, trespassando-me com ela e quase me fazendo bater com a cabeça no tecto baixo do compartimento. O espaço para o beliche do lado não tinha mais de meio metro. Meu braço direito percorreu esse espaço, minha mão tocou a cabeça do desconhecido que não estranhou pois a vira, penetrou-lhe pelos cobertores em direcção à sua região pélvica. Quando lá chegou toquei num bocado esponjoso de carne dura, completamente melado de esporra, como imaginava o sujeito já tirara o caralho das cuecas. Percorri-o com os dedos, apertei-lhe deliciada os tomates carnudos nas palmas, brincando com eles até o seu cacete ficar ainda mais melado, e enquanto continuava cavalgando no caralho de meu namorado que me levava a Paris e estava super entusiasmado com o consolo que me via dando ao nosso parceiro de viagem, indiferente aos gemidos de prazer que deixava escapar com tesão pois tinha a certeza que estávamos todos acordados no compartimento, toquei atrevo-me a dizê-lo, a melhor punheta que aquele desconhecido que saiu em Hendaia gozou algum dia, até eu e Rui nos virmos quase em simultâneo num dilúvio de tesão. É verdade que como lha toquei debaixo do lençol, e não a tirei fora quando o senti esporrar-se, o preço que teve de pagar por ela foi ter dormido com a cama molhada do seu leitinho e no dia seguinte ter passado por um esporra-fácil perante o pessoal de limpeza da companhia que mudou o beliche. Mas o que é isso perante o prazer do espectáculo de nossa trepada e aquela gostosura de compensação manual que eu lhe fiz? Foi o que perdeu o outro em ter-se ido deitar cedo ou pelo menos em não ter dado sinal que acordara e queria participar. Já que estava com a mão na massa, não me custaria nada ter-lhe tocado também uma.
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SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
sábado, 11 de setembro de 2010
A MUDANÇA DE ÓLEO DOS PISTÕES EM VILA FRANCA
Entre as muitas coisas que lembro Mrs. B… , a proxeneta de Amesterdão em cujo bordel trabalhei durante um ano, me dizer era que uma moça disponível sempre arranjaria homem que a cobrisse. Bastava estar atenta e ser solícita pois oportunidades nunca faltavam e até podia tirar partido disso. O episódio que vou contar é uma prova disso.
Iam começar as férias escolares da Páscoa e o meu namorado Rui resolvera não ir a casa. Como tinha carta de campista, e estava bom tempo, sugeriu-me passarmos a primeira semana de férias no Algarve.
Vivia eu então exclusivamente do aluguer do meu corpo, coisa que Rui sabia bem, e por isso mesmo não tendo nenhum familiar a custear-me o curso tinha dinheiro com que me manter. Mas o Rui que tinha recebido como prenda de aniversário algum dinheiro disse-me que eu não precisaria de me preocupar com as despesas que estas correriam por sua conta. O que me fez observar-lhe de imediato que um corpinho como o meu habituado a satisfazer os homens estivesse onde estivesse sempre arranjaria meio de se governar, sem necessidade de recorrer ao dinheiro do namorado e sem passar fome.
Como era ele quem pagava Rui decidiu irmos de boleia o que para mim também era uma novidade. Assim num soalheiro sábado de manhã colocámo-nos na estrada, junto à estação ferroviária de Coimbra - B, na entrada da EN1 pois na época ainda não existia auto-estrada para o Algarve. Aquele era um dos locais onde eu por vezes me prostituía e naquela manhã não fosse a mochila de viagem que trazia comigo, a minha roupa mais parecia a de uma menina da má vida, do que a de uma aluna de Direito à boleia com o namorado. Trazia um casaco de ganga fina chegando-me aos joelhos, uma blusa aberta no peito deixando-me ver boa parte das mamas sem sutiã, e uma curtíssima mini - saia que gostava de usar no engate e que se não fosse o casaco de ganga expunha a minha sumidíssima calcinha vermelha e o meu par de coxas cheiinhas sempre que me curvasse um pouco. Apesar da punheta que na noite anterior tocara ao Rui no Jardim da Sereia antes de o despachar para casa, a sua pilinha pequenina voltou a entesar-se quando me viu chegar com a minha habitual roupa de serviço. Confesso que ainda não decidira se uma vez no Algarve iria foder muito com o meu namoradinho como ele queria, se iria abrir as pernas a outros a troco de dinheiro ou não se a oportunidade surgisse, ou se pelo contrário aproveitaria aquela semana para deixar a minha ratinha em descanso pois afinal aberta demais já andava ela.
- Vais com a roupa de trabalho para férias? – perguntou-me o Rui antevendo já uma semana de campismo tocando punheta enquanto eu me entretinha angariando clientes para a pernada.
- Sabes como é - respondi-lhe – nestes tempos difíceis quem trabalha para viver nunca deve perder a oportunidade de ganhar dinheiro. E além disso, com as minhas pernocas à mostra pode ser que arranjemos boleia mais depressa.
Enganava-me. De facto o trânsito para o Sul era intenso, mas a maioria dos carros que passavam transportavam famílias que não paravam. Se estivesse sozinha não duvidava de ter mais sorte pois sempre que estendíamos o dedo a um carro só com um condutor homem, eu bem podia ver que a generalidade deles olhava para mim com ar guloso, adivinhando pelas minhas roupas uma conquista fácil, mas aos quais a presença do meu companheiro afastava. Só quase duas horas depois, um senhor na companhia de um adolescente nos ofereceu transporte até ao Pombal, poucas dezenas de quilómetros à frente. Quando lá chegamos eram horas de almoçar e estávamos com fome pelo que Rui sugeriu comermos num snack próximo, o que fizemos apressadamente pois não queríamos perder a oportunidade de voltarmos para a estrada.
Quando saíamos do restaurante cruzou por nós um sujeito com cerca de 40 anos, alto, atlético e bastante bronzeado, óculos Rayban protegendo-lhe os olhos do sol. Um gato de se lhe tirar o chapéu. O empregado conhecia-o pois o cumprimentou, mas o que nos chamou a atenção foi a resposta que o sujeito lhe deu, quando o empregado lhe perguntou se ia arrancar de férias.
- Vou – respondeu-lhe e encaminhando-se para o balcão onde pediu um café e uma água – E só conto voltar de Albufeira desta segunda a oito.
Albufeira, no Algarve! Para nós tanto servia. Preciso era que ele aceitasse levar-nos. Como imaginei ser mais fácil tentar ser eu a convencê-lo mandei Rui esperar-me cá fora e dirigi-me ao balcão onde tirando o casaco me sentei ao seu lado cruzando propositadamente as pernas. O homem mirou-me de alto a baixo e percebi que a minha figura escandalosa lhe agradava, particularmente a nudez das minhas coxas morenas e o decote das minhas mamas empinadas que sempre gostei de exibir aos clientes da rua. Perguntei-lhe se não me queria dar e ao meu amigo uma boleia pois também nos dirigíamos para o mesmo destino. O homem perguntou o que fazíamos, e só acreditou sermos estudante de Direito quando lhe mostrei o meu cartão da Universidade. Disse-me então ser advogado em Pombal e que também se formara em Coimbra.
- Mas estais ambos com azar. Acabei de me separar da minha mulher, que também é formada em Direito, porque descobri que a vaca me traía com um colega dela. E isto já antes de casarmos. Felizmente não temos filhos porque senão talvez eu não soubesse dizer se eles eram meus. Por isso, como vês, a última coisa que quero é viajar durante mais de 300 kms com uma futura licenciada em Direito, ainda para mais acompanhada do seu namorado, que decerto a convidou para uns dias no Algarve por lhe quer saltar para cima, e não o poder fazer em Coimbra. Mas admito que estando eu solteiro e tendo apartamento vago onde ficar em Albufeira, admito que se estivesses sozinha, e fosses o tipo de moça liberal que o teu estilo de roupa faz um homem imaginar seres, a minha resposta seria outra só pelo prazer de apreciar essas tuas coxonas carnudas, até ao Algarve.
Mrs B.. também dizia muitas vezes que nada como usar roupa de puta para atrair os homens. Bastava estar atenta às oportunidades e querer aproveitá-las… Aquela história do marido corneado como o meu namorado, que ia para o Algarve à cata de conquista, e as suas palavras de conquistador barato, excitaram-me. O sujeito tinha um ar másculo, bronzeado, umas mãos grandes e dedos compridos como gosto de ver num homem que me deseja comer, pois isso é para mim, sinal evidente de uma pila grande e de um par de colhões avantajados. A um olhar experimentado com o meu, não me escapava que o advogado de Pombal não devia ser nada de deitar fora na cama, e não tinha sido por causa do cacete que a esposa o corneara.
- Lamento muito o que lhe sucedeu – disse, alternando a perna cruzada e deixando-o ver de relance a tira estreitinha de pano tapando-me a racha do entre - pernas e a entrada da testa abdominal, com os pentelhos bem aparadinhos. – Vejo que pelo menos não ganhou aversão às mulheres, já que não se importa de dividir o seu apartamento de férias, com alguma moça solitária que encontre pelo caminho. E o Rui não é meu namorado. Apenas meu bom amigo, com o qual não preciso de ter segredos. Mas por mais que goste dele nunca poderia ser meu namorado. Tem a pila muito pequenina para o meu gosto - e fiz menção de me levantar.
O homem riu-se e travando o meu movimento pousando-me a mão em volta da coxa perguntou como eu o sabia. Expliquei-lhe que as mãos do Rui eram pequenas como as de uma senhora, e os dedos finos e curtos pelo que nunca a poderia ter muito comprida.
- Por mais amiga que seja do Rui nunca o faria com ele - acrescentei, como que a lançar o isco – E ainda para mais numa tenda de campismo.
- Então isso quer dizer que achas que eu tenho uma coisa e uns tomates grandes? – concluiu, estendendo-me as mãos grossas de onde imergiam uma dezena de dedos compridos.
- Quanto a isso – respondi-lhe fitando-o nos olhos – não tenho duvidas nenhumas. E nunca me enganei. Não foi por o senhor não ser dotado de um cacete aprazível para uma mulher, que a sua esposa o enganou.
Só não lhe disse pensar que ele tinha o cacete do tamanho que eu gosto, para não me fazer muito oferecida e afastar a caça, mas nem foi preciso pois ele próprio o disse por mim, satisfeito por aquele meu elogio ao seu caralho.
- Pelo que vejo, acompanhada de um amiguinho de grila curta deves andar mesmo precisando de um bom bacamarte como o meu. Por isso te vestes assim, para provocares os homens e te aproveitares disso. Está bem, ganhaste a boleia. O chato vai ser levá-lo a ele também, mas na boa.
Rui ficou contente quando viu que a minha conversa com o homem surtira efeito mas viu logo que a boleia tinha um preço quando o mandei sentar no banco de trás.
- Sê cavalheiro e deixa-me sentar na frente, Rui. Sabes que enjoo andando muito tempo no banco de trás.
Era mentira mas já que o advogado de Pombal gostara de ver minhas coxas eu queria sentar-me onde ele as pudesse ver o melhor possível. Sem protestar Rui entrou no assento traseiro.
- Gostam de fazer campismo? – perguntou já depois de arrancarmos.
Rui respondeu que sim mas eu que não muito, apenas o fazia por ser mais barato. E muito marota admiti gostar mais de férias numa cama de verdade e sem ter que dividir o chuveiro com desconhecidos, mas como infelizmente não tínhamos dinheiro para arrendar um quarto tivéramos de nos contentar em arranjar alojamento no parque de campismo.
A minha conversa parecia continuar agradando-lhe bastante pois de cada vez que metia uma velocidade procurava tocar-me na perna. Eu para lhe facilitar o contacto ajeitei-me no banco chegando-me mais para ele e o indivíduo vendo que eu queria ser tocada teve mesmo a audácia de me passar com os dedos por cima da cona. O sorriso que lhe lancei foi o de quem gostou de ser tocada em tal sítio.
- Gordinha gostosa – sussurrou-me ele então ao ouvido – só de te ver o decote das mamas, e esse coxame todo à mostra, fico com o caralho armado. E podes ver que é muito mais abonado do que o do teu amiguinho. Vai-me custar muito fazer a viagem neste estado.
O inchaço por baixo das calças era na verdade imponente enchendo-me gostosamente a vista. Toquei-lhe com as mãos por cima das calças, acariciando-o. Senti-o pulsar de tesão o que me fez ficar ainda mais receptiva para meter aquele pedaço de carne em mim. Nem olhei para trás. Se o mirone do meu namorado se apercebera dos nossos toques devia estar tão entesado como nós, mas eu estava-me borrifando para isso.
- A boleia que nos estás a dar bem merece que te ajude a resolver esse problema - respondi-lhe, sussurrando igualmente. – É só arranjares um jeito de nos livrarmos temporariamente do pendura.
Sabia bem que o corninho do meu namorado não se importaria nada de me ver fodendo com o outro a caminho do Algarve, mas também imaginava que este não estaria à vontade comendo-me em frente a ele.
- Conheço um sítio ideal – assegurou-me o advogado. Já tínhamos chegado a Vila Franca de Xira e Rui deu então mostras de ter-se apercebido do nosso diálogo, pois perguntou o que estávamos dizendo.
- Estava dizendo à tua amiga que me esqueci de mudar o óleo dos pistões antes de sair de casa e vou ter de o fazer agora – respondeu-lhe o nosso condutor –Felizmente conheço um sítio aqui perto onde o poso fazer rapidinho. Se vocês quiserem podem me esperar num café, enquanto bebem qualquer coisa.
Como o carro tinha ar condicionado, disse logo que me sentia melhor dentro dele do que num café de província onde o calor seria muito mais incomodativo, pelo que se ele não se importasse o acompanharia à estação de serviço para a mudança de óleo dos pistões.
- O Rui é que podia sair e comprar-nos umas bebidas frescas para quando voltássemos - alvitrei. O advogado contente com a minha sugestão foi do mesmo parecer e o corno não teve outro jeito senão sair do carro, em frente a um café manhoso. O homem que nos conduzira quis dar-lhe dinheiro para as bebidas mas não consenti.
- Não senhor – disse, já que se afinal eu também ia pagar a boleia à minha maneira era justo que Rui pagasse à dele – Como o senhor foi muito generoso dando-nos boleia, é justo que seja o meu amigo a pagar pelo menos as bebidas.
E o Rui lá ficou algo desconfiado com o que íamos fazer pois não lhe parecera, e com razão, que fosse o óleo dos pistões do carro que o sujeito queria mudar.
Paramos num descampado, por detrás de um aglomerado de prédios velhos. Ao longe alguns miúdos jogavam à bola. Mal parou o carro o sujeito tratou logo de baixar as calças e me exibir o seu caralho inflamado.
- Diz lá se o tamanho do meu coiso te serve e se te achas capaz de lhe mudar o óleo dos pistões.
- Não te fiz despachar o meu amigo para outra coisa.
No banco do carro como fiz tantas vezes, comecei por lhe sorver a glande, apalpando-lhe os tomates, antes de lhe abichar a piroca toda pela boca dentro. Já tirara meu casaco de ganga quando entrara no carro, por isso foi sem dificuldade que o advogado me abriu a blusa e me começou apalpando as mamas, deixando-me os biquinhos duros.
- Oh, que maminhas tenrinhas tens! Aposto que és capaz de satisfazer um homem só com elas. Oh, que tenrinhas e fofinhas são! E como tens os biquinhos tesos. Deixa-me apalpar-te a cona. Quero ver se também a trazes húmida e com o clítoris tão tesinho como os biquinhos das tuas mamas.
Coloquei-me de joelhos em cima do banco sem parar de lhe mamar no caralho, para que as mãos dele me pudessem chegar onde queriam, e o sujeito metendo-as por baixo da saia conseguiu tirar-me a calcinha e passar-me uma das palmas no meu grelo.
- Ohh, sim – confirmou – estás bem humedecida, como imaginava, e com os lábios inchados de tesão. Gostas de andar acompanhada com aquele teu amigo mas é só para o humilhares por ele ter uma pila pequenina, tu és daquelas que não resistem a um homem de caralho avantajado como eu, não é minha desbundada de coxonas grossas? E ele, vem de férias contigo porquê? Porque é um tansinho, ou por gostar de tocar punhetas enquanto estás a foder com outros?
Respondi-lhe ser por esta última razão e a minha resposta excitou-o mais. Sei por experiência própria que nada dá mais tesão a um homem do que ouvir da boca da mulher que se lhe entrega, palavras denegrindo o talento sexual do nosso parceiro, e o advogado de Pombal não foi excepção. O seu pau cresceu ainda mais na minha boca, o seu dedo penetrou-me a rata masturbando-me com ele.
- Até o meu dedo te satisfaz toda! Não admira que gostes de pirocas grandes. Tens o pito bem aberto, já levaste muito nele. Pois tenho bem cacete para to preencher até te virem as lágrimas aos olhos.
Colocando-se igualmente de joelhos, depois de me ter feito cavalgar um bom bocado no seu dedo, levantou-me a mini - saia para cima das ancas, e com as suas mãos nas minhas mamas, puxando-me para si, cravou-me aquela tora por trás.
- Gostas delas grandes, não gostas, cavalona? Pois então aproveita, já que não é pelos vistos aquele teu coleguinha de curso que te fará saciar a fome de caralho longo. Aproveita que o meu cacete feito à tua medida tem muito gosto em dar prazer a meninas desconsoladas como tu, e com muito calor na rata. Toma e diz lá se não te consola tanto uma coisa como a minha.
Consolava-me e de que maneira de tal maneira eu me deixava socar toda por ele.
- Quero ver se és tão boa a fazer um broche ao dedo que te fodeu a cona como o fostes chupando-me no caralho – disse chegando-me à boca o dedo com que me masturbara. Eu agarrei nele e mamei-o. Huumm!
- Lá fora! Vou acabar de te comer, e dar-te uma esporradela lá fora. Mas não aqui. Não quero sujar o carro com esporra.
O advogado acabou então de tirar as calças e todo nu da cintura para baixo saiu do carro.
- Lá para fora – voltou a dizer. Eu só com o peito tapado pelas mãos e com a mini – saia sem a calcinha saí igualmente. Ao longe passavam carros mas ninguém parecia estar atento ao que fazíamos.
- Em cima do capô – ordenou. Este porém estava quente, pelo que pus o meu casaco em cima dele antes de lhe obedecer. O advogado porém brochara um pouco com a minha demora pelo que quando se encostou a mim e me mandou levantar as pernas para me enfiar o stick este achava-se um pouco murcho.
- Tem calma que vai já levantar – garanti-lhe. E de facto não foi preciso muito tempo friccionando-lhe o saco e o pau para o voltar a ver completamente armado e grandioso.
- Quero que me deixes beijar-te as mamas com o meu caralho – pediu-me – Um belo par de mamas como as tuas merecem ser beijadas por um caralho como o meu.
Tinha as costas totalmente deitadas em cima do meu casaco aberto. Levantei por isso o tronco até o meu peito lhe tocar naquele bastão novamente bem insuflado, e com a cabeça toda melada. Apertei as mamas com as mãos e ele fez uma espanhola no meio delas.
- Até no rego das tuas mamas o caralho de um homem se sente tão bem como noutro teu buraco qualquer – reconheceu - Como o teu talento para foderes é justo que procures escolher os melhores caralhos. E diz lá se apesar de ser cornudo, o meu não é um deles?
Era sim senhor.
- Vou-te comer esse teu grelinho bem aberto, em cima do capô, minha gostosa esfomeada. Perninhas bem levantadas.
Ele mesmo me ajudou a levantá-las, e descontraidamente como se estivéssemos num quarto, meteu em mim. Quantas vezes eu já fodera em carros com clientes, mas aquela em cima do capô, com as pernas ao alto como uma bandeira, no primeiro dia de férias da Páscoa, foi boa demais. O advogado fez-me gozar com tal intensidade que quase lhe trinquei os dedos pois ele enquanto me penetrava gostava de os passar na racha do meu entre – pernas e mos levar à boca.
- É melhor não me vir dentro de ti, não achas? – perguntou-me, por precaução. – Além disso gostava mais de esvaziar o óleo nessas tuas mamomas. Minha mulher nunca teve umas mamas assim bem formadas e eu adoro umas mamas como as tuas.
Por mim tudo bem. A boleia que nos oferecera, e depois de tudo o que gostosamente o deixei fazer-me, bem merecia que o deixasse desaleitar-se onde lhe apetecesse. O sujeito puxou-me então, fez com que me ajoelhasse no chão perante ele para que minhas mamas ficassem à altura do seu caralho e dando-me nova espanhola nelas, esporrou-se todo. De facto leite não lhe faltava.
- Já não mudavas o óleo dos pistões há quanto tempo? – perguntei-lhe, admirada com a quantidade com que me espirrou para cima do peito.
- Há algum tempo – confirmou – Por isso tirei agora estas férias. No Algarve não faltam oportunidades para recuperar do tempo perdido.
Pelos vistos, no caminho para lá também não, como se viu. De facto a nossa cambalhota dera nas vistas, pios na estrada alguns carros tinham parado e olhavam para nós, especialmente para mim cujas mamas nuas eram visíveis ao longe. Apressámo-nos portanto a voltar ao carro e arrancar. Foi no carro que me limpei e nos vestimos, sem me esquecer de limpar os cantos da boca com um lenço de papel pois os tinha cheios de esporra seca. Quando chegamos ao café onde deixáramos o Rui ao fim de cerca de uma hora este perguntou a razão da demora, as cervejas que comprara estavam a ficar quentes e eles bebera-as.
- Mudar o óleo dos pistões demora tempo – observou-lhe o advogado. A mecânica não era o forte do Rui mas este supunha que sim. Em especial estando eu presente na mudança do óleo e esta sua observação feita em voz alta fez-me perceber que o meu corninho percebera o que tinha acontecido e também matara o tempo da espera nos lavabos do café, não só bebendo a cerveja que comprara, mas também mudando à mão o óleo que a nossa ausência provocava nos seus pistõezinhos pequeninos. Querido namorado. Eu nunca poderia arranjar outro igual.
Quando chegamos a Albufeira caía a noite e o sujeito muito simpaticamente deixou-nos no parque de campismo e Rui foi à recepção tratar das formalidades da inscrição. Eu fiquei a despedir-me do advogado que me levara às nuvens, quando este me disse:
- Sandra, os meus pistões vão continuar a precisar de terem o óleo mudado com regularidade. E já vi que poucas te levam a palma nisso. Tenho uma proposta a fazer-te. Já que aprecias mais dormir numa cama do que num saco, e que o teu amigo é que é amante de campismo, porque não o deixas a dormir aqui no parque e vens esta semana dormir comigo no meu apartamento? Além de um caralho bem abonado como vistes, e de um par de pistões cheios de óleo para mudar, garanto-te cama e mesa.
A proposta era tentadora. Cama e mesa já meu namoradinho mo garantira. Mas no parque de campismo, a comer sandes e a beber cerveja. Tinha a certeza que a cama e a mesa do advogado de Pombal seriam substancialmente melhores. Além do tamanho do respectivo caralho, of course. Nem pensei duas vezes. Não ia ser ainda que experimentaria as delicias do campismo. De facto razão tinha Mrs. B.. Uma mulher vestida de puta à beira da estrada, arranja sempre quem a leve. Importante é estar atenta às oportunidades.
Iam começar as férias escolares da Páscoa e o meu namorado Rui resolvera não ir a casa. Como tinha carta de campista, e estava bom tempo, sugeriu-me passarmos a primeira semana de férias no Algarve.
Vivia eu então exclusivamente do aluguer do meu corpo, coisa que Rui sabia bem, e por isso mesmo não tendo nenhum familiar a custear-me o curso tinha dinheiro com que me manter. Mas o Rui que tinha recebido como prenda de aniversário algum dinheiro disse-me que eu não precisaria de me preocupar com as despesas que estas correriam por sua conta. O que me fez observar-lhe de imediato que um corpinho como o meu habituado a satisfazer os homens estivesse onde estivesse sempre arranjaria meio de se governar, sem necessidade de recorrer ao dinheiro do namorado e sem passar fome.
Como era ele quem pagava Rui decidiu irmos de boleia o que para mim também era uma novidade. Assim num soalheiro sábado de manhã colocámo-nos na estrada, junto à estação ferroviária de Coimbra - B, na entrada da EN1 pois na época ainda não existia auto-estrada para o Algarve. Aquele era um dos locais onde eu por vezes me prostituía e naquela manhã não fosse a mochila de viagem que trazia comigo, a minha roupa mais parecia a de uma menina da má vida, do que a de uma aluna de Direito à boleia com o namorado. Trazia um casaco de ganga fina chegando-me aos joelhos, uma blusa aberta no peito deixando-me ver boa parte das mamas sem sutiã, e uma curtíssima mini - saia que gostava de usar no engate e que se não fosse o casaco de ganga expunha a minha sumidíssima calcinha vermelha e o meu par de coxas cheiinhas sempre que me curvasse um pouco. Apesar da punheta que na noite anterior tocara ao Rui no Jardim da Sereia antes de o despachar para casa, a sua pilinha pequenina voltou a entesar-se quando me viu chegar com a minha habitual roupa de serviço. Confesso que ainda não decidira se uma vez no Algarve iria foder muito com o meu namoradinho como ele queria, se iria abrir as pernas a outros a troco de dinheiro ou não se a oportunidade surgisse, ou se pelo contrário aproveitaria aquela semana para deixar a minha ratinha em descanso pois afinal aberta demais já andava ela.
- Vais com a roupa de trabalho para férias? – perguntou-me o Rui antevendo já uma semana de campismo tocando punheta enquanto eu me entretinha angariando clientes para a pernada.
- Sabes como é - respondi-lhe – nestes tempos difíceis quem trabalha para viver nunca deve perder a oportunidade de ganhar dinheiro. E além disso, com as minhas pernocas à mostra pode ser que arranjemos boleia mais depressa.
Enganava-me. De facto o trânsito para o Sul era intenso, mas a maioria dos carros que passavam transportavam famílias que não paravam. Se estivesse sozinha não duvidava de ter mais sorte pois sempre que estendíamos o dedo a um carro só com um condutor homem, eu bem podia ver que a generalidade deles olhava para mim com ar guloso, adivinhando pelas minhas roupas uma conquista fácil, mas aos quais a presença do meu companheiro afastava. Só quase duas horas depois, um senhor na companhia de um adolescente nos ofereceu transporte até ao Pombal, poucas dezenas de quilómetros à frente. Quando lá chegamos eram horas de almoçar e estávamos com fome pelo que Rui sugeriu comermos num snack próximo, o que fizemos apressadamente pois não queríamos perder a oportunidade de voltarmos para a estrada.
Quando saíamos do restaurante cruzou por nós um sujeito com cerca de 40 anos, alto, atlético e bastante bronzeado, óculos Rayban protegendo-lhe os olhos do sol. Um gato de se lhe tirar o chapéu. O empregado conhecia-o pois o cumprimentou, mas o que nos chamou a atenção foi a resposta que o sujeito lhe deu, quando o empregado lhe perguntou se ia arrancar de férias.
- Vou – respondeu-lhe e encaminhando-se para o balcão onde pediu um café e uma água – E só conto voltar de Albufeira desta segunda a oito.
Albufeira, no Algarve! Para nós tanto servia. Preciso era que ele aceitasse levar-nos. Como imaginei ser mais fácil tentar ser eu a convencê-lo mandei Rui esperar-me cá fora e dirigi-me ao balcão onde tirando o casaco me sentei ao seu lado cruzando propositadamente as pernas. O homem mirou-me de alto a baixo e percebi que a minha figura escandalosa lhe agradava, particularmente a nudez das minhas coxas morenas e o decote das minhas mamas empinadas que sempre gostei de exibir aos clientes da rua. Perguntei-lhe se não me queria dar e ao meu amigo uma boleia pois também nos dirigíamos para o mesmo destino. O homem perguntou o que fazíamos, e só acreditou sermos estudante de Direito quando lhe mostrei o meu cartão da Universidade. Disse-me então ser advogado em Pombal e que também se formara em Coimbra.
- Mas estais ambos com azar. Acabei de me separar da minha mulher, que também é formada em Direito, porque descobri que a vaca me traía com um colega dela. E isto já antes de casarmos. Felizmente não temos filhos porque senão talvez eu não soubesse dizer se eles eram meus. Por isso, como vês, a última coisa que quero é viajar durante mais de 300 kms com uma futura licenciada em Direito, ainda para mais acompanhada do seu namorado, que decerto a convidou para uns dias no Algarve por lhe quer saltar para cima, e não o poder fazer em Coimbra. Mas admito que estando eu solteiro e tendo apartamento vago onde ficar em Albufeira, admito que se estivesses sozinha, e fosses o tipo de moça liberal que o teu estilo de roupa faz um homem imaginar seres, a minha resposta seria outra só pelo prazer de apreciar essas tuas coxonas carnudas, até ao Algarve.
Mrs B.. também dizia muitas vezes que nada como usar roupa de puta para atrair os homens. Bastava estar atenta às oportunidades e querer aproveitá-las… Aquela história do marido corneado como o meu namorado, que ia para o Algarve à cata de conquista, e as suas palavras de conquistador barato, excitaram-me. O sujeito tinha um ar másculo, bronzeado, umas mãos grandes e dedos compridos como gosto de ver num homem que me deseja comer, pois isso é para mim, sinal evidente de uma pila grande e de um par de colhões avantajados. A um olhar experimentado com o meu, não me escapava que o advogado de Pombal não devia ser nada de deitar fora na cama, e não tinha sido por causa do cacete que a esposa o corneara.
- Lamento muito o que lhe sucedeu – disse, alternando a perna cruzada e deixando-o ver de relance a tira estreitinha de pano tapando-me a racha do entre - pernas e a entrada da testa abdominal, com os pentelhos bem aparadinhos. – Vejo que pelo menos não ganhou aversão às mulheres, já que não se importa de dividir o seu apartamento de férias, com alguma moça solitária que encontre pelo caminho. E o Rui não é meu namorado. Apenas meu bom amigo, com o qual não preciso de ter segredos. Mas por mais que goste dele nunca poderia ser meu namorado. Tem a pila muito pequenina para o meu gosto - e fiz menção de me levantar.
O homem riu-se e travando o meu movimento pousando-me a mão em volta da coxa perguntou como eu o sabia. Expliquei-lhe que as mãos do Rui eram pequenas como as de uma senhora, e os dedos finos e curtos pelo que nunca a poderia ter muito comprida.
- Por mais amiga que seja do Rui nunca o faria com ele - acrescentei, como que a lançar o isco – E ainda para mais numa tenda de campismo.
- Então isso quer dizer que achas que eu tenho uma coisa e uns tomates grandes? – concluiu, estendendo-me as mãos grossas de onde imergiam uma dezena de dedos compridos.
- Quanto a isso – respondi-lhe fitando-o nos olhos – não tenho duvidas nenhumas. E nunca me enganei. Não foi por o senhor não ser dotado de um cacete aprazível para uma mulher, que a sua esposa o enganou.
Só não lhe disse pensar que ele tinha o cacete do tamanho que eu gosto, para não me fazer muito oferecida e afastar a caça, mas nem foi preciso pois ele próprio o disse por mim, satisfeito por aquele meu elogio ao seu caralho.
- Pelo que vejo, acompanhada de um amiguinho de grila curta deves andar mesmo precisando de um bom bacamarte como o meu. Por isso te vestes assim, para provocares os homens e te aproveitares disso. Está bem, ganhaste a boleia. O chato vai ser levá-lo a ele também, mas na boa.
Rui ficou contente quando viu que a minha conversa com o homem surtira efeito mas viu logo que a boleia tinha um preço quando o mandei sentar no banco de trás.
- Sê cavalheiro e deixa-me sentar na frente, Rui. Sabes que enjoo andando muito tempo no banco de trás.
Era mentira mas já que o advogado de Pombal gostara de ver minhas coxas eu queria sentar-me onde ele as pudesse ver o melhor possível. Sem protestar Rui entrou no assento traseiro.
- Gostam de fazer campismo? – perguntou já depois de arrancarmos.
Rui respondeu que sim mas eu que não muito, apenas o fazia por ser mais barato. E muito marota admiti gostar mais de férias numa cama de verdade e sem ter que dividir o chuveiro com desconhecidos, mas como infelizmente não tínhamos dinheiro para arrendar um quarto tivéramos de nos contentar em arranjar alojamento no parque de campismo.
A minha conversa parecia continuar agradando-lhe bastante pois de cada vez que metia uma velocidade procurava tocar-me na perna. Eu para lhe facilitar o contacto ajeitei-me no banco chegando-me mais para ele e o indivíduo vendo que eu queria ser tocada teve mesmo a audácia de me passar com os dedos por cima da cona. O sorriso que lhe lancei foi o de quem gostou de ser tocada em tal sítio.
- Gordinha gostosa – sussurrou-me ele então ao ouvido – só de te ver o decote das mamas, e esse coxame todo à mostra, fico com o caralho armado. E podes ver que é muito mais abonado do que o do teu amiguinho. Vai-me custar muito fazer a viagem neste estado.
O inchaço por baixo das calças era na verdade imponente enchendo-me gostosamente a vista. Toquei-lhe com as mãos por cima das calças, acariciando-o. Senti-o pulsar de tesão o que me fez ficar ainda mais receptiva para meter aquele pedaço de carne em mim. Nem olhei para trás. Se o mirone do meu namorado se apercebera dos nossos toques devia estar tão entesado como nós, mas eu estava-me borrifando para isso.
- A boleia que nos estás a dar bem merece que te ajude a resolver esse problema - respondi-lhe, sussurrando igualmente. – É só arranjares um jeito de nos livrarmos temporariamente do pendura.
Sabia bem que o corninho do meu namorado não se importaria nada de me ver fodendo com o outro a caminho do Algarve, mas também imaginava que este não estaria à vontade comendo-me em frente a ele.
- Conheço um sítio ideal – assegurou-me o advogado. Já tínhamos chegado a Vila Franca de Xira e Rui deu então mostras de ter-se apercebido do nosso diálogo, pois perguntou o que estávamos dizendo.
- Estava dizendo à tua amiga que me esqueci de mudar o óleo dos pistões antes de sair de casa e vou ter de o fazer agora – respondeu-lhe o nosso condutor –Felizmente conheço um sítio aqui perto onde o poso fazer rapidinho. Se vocês quiserem podem me esperar num café, enquanto bebem qualquer coisa.
Como o carro tinha ar condicionado, disse logo que me sentia melhor dentro dele do que num café de província onde o calor seria muito mais incomodativo, pelo que se ele não se importasse o acompanharia à estação de serviço para a mudança de óleo dos pistões.
- O Rui é que podia sair e comprar-nos umas bebidas frescas para quando voltássemos - alvitrei. O advogado contente com a minha sugestão foi do mesmo parecer e o corno não teve outro jeito senão sair do carro, em frente a um café manhoso. O homem que nos conduzira quis dar-lhe dinheiro para as bebidas mas não consenti.
- Não senhor – disse, já que se afinal eu também ia pagar a boleia à minha maneira era justo que Rui pagasse à dele – Como o senhor foi muito generoso dando-nos boleia, é justo que seja o meu amigo a pagar pelo menos as bebidas.
E o Rui lá ficou algo desconfiado com o que íamos fazer pois não lhe parecera, e com razão, que fosse o óleo dos pistões do carro que o sujeito queria mudar.
Paramos num descampado, por detrás de um aglomerado de prédios velhos. Ao longe alguns miúdos jogavam à bola. Mal parou o carro o sujeito tratou logo de baixar as calças e me exibir o seu caralho inflamado.
- Diz lá se o tamanho do meu coiso te serve e se te achas capaz de lhe mudar o óleo dos pistões.
- Não te fiz despachar o meu amigo para outra coisa.
No banco do carro como fiz tantas vezes, comecei por lhe sorver a glande, apalpando-lhe os tomates, antes de lhe abichar a piroca toda pela boca dentro. Já tirara meu casaco de ganga quando entrara no carro, por isso foi sem dificuldade que o advogado me abriu a blusa e me começou apalpando as mamas, deixando-me os biquinhos duros.
- Oh, que maminhas tenrinhas tens! Aposto que és capaz de satisfazer um homem só com elas. Oh, que tenrinhas e fofinhas são! E como tens os biquinhos tesos. Deixa-me apalpar-te a cona. Quero ver se também a trazes húmida e com o clítoris tão tesinho como os biquinhos das tuas mamas.
Coloquei-me de joelhos em cima do banco sem parar de lhe mamar no caralho, para que as mãos dele me pudessem chegar onde queriam, e o sujeito metendo-as por baixo da saia conseguiu tirar-me a calcinha e passar-me uma das palmas no meu grelo.
- Ohh, sim – confirmou – estás bem humedecida, como imaginava, e com os lábios inchados de tesão. Gostas de andar acompanhada com aquele teu amigo mas é só para o humilhares por ele ter uma pila pequenina, tu és daquelas que não resistem a um homem de caralho avantajado como eu, não é minha desbundada de coxonas grossas? E ele, vem de férias contigo porquê? Porque é um tansinho, ou por gostar de tocar punhetas enquanto estás a foder com outros?
Respondi-lhe ser por esta última razão e a minha resposta excitou-o mais. Sei por experiência própria que nada dá mais tesão a um homem do que ouvir da boca da mulher que se lhe entrega, palavras denegrindo o talento sexual do nosso parceiro, e o advogado de Pombal não foi excepção. O seu pau cresceu ainda mais na minha boca, o seu dedo penetrou-me a rata masturbando-me com ele.
- Até o meu dedo te satisfaz toda! Não admira que gostes de pirocas grandes. Tens o pito bem aberto, já levaste muito nele. Pois tenho bem cacete para to preencher até te virem as lágrimas aos olhos.
Colocando-se igualmente de joelhos, depois de me ter feito cavalgar um bom bocado no seu dedo, levantou-me a mini - saia para cima das ancas, e com as suas mãos nas minhas mamas, puxando-me para si, cravou-me aquela tora por trás.
- Gostas delas grandes, não gostas, cavalona? Pois então aproveita, já que não é pelos vistos aquele teu coleguinha de curso que te fará saciar a fome de caralho longo. Aproveita que o meu cacete feito à tua medida tem muito gosto em dar prazer a meninas desconsoladas como tu, e com muito calor na rata. Toma e diz lá se não te consola tanto uma coisa como a minha.
Consolava-me e de que maneira de tal maneira eu me deixava socar toda por ele.
- Quero ver se és tão boa a fazer um broche ao dedo que te fodeu a cona como o fostes chupando-me no caralho – disse chegando-me à boca o dedo com que me masturbara. Eu agarrei nele e mamei-o. Huumm!
- Lá fora! Vou acabar de te comer, e dar-te uma esporradela lá fora. Mas não aqui. Não quero sujar o carro com esporra.
O advogado acabou então de tirar as calças e todo nu da cintura para baixo saiu do carro.
- Lá para fora – voltou a dizer. Eu só com o peito tapado pelas mãos e com a mini – saia sem a calcinha saí igualmente. Ao longe passavam carros mas ninguém parecia estar atento ao que fazíamos.
- Em cima do capô – ordenou. Este porém estava quente, pelo que pus o meu casaco em cima dele antes de lhe obedecer. O advogado porém brochara um pouco com a minha demora pelo que quando se encostou a mim e me mandou levantar as pernas para me enfiar o stick este achava-se um pouco murcho.
- Tem calma que vai já levantar – garanti-lhe. E de facto não foi preciso muito tempo friccionando-lhe o saco e o pau para o voltar a ver completamente armado e grandioso.
- Quero que me deixes beijar-te as mamas com o meu caralho – pediu-me – Um belo par de mamas como as tuas merecem ser beijadas por um caralho como o meu.
Tinha as costas totalmente deitadas em cima do meu casaco aberto. Levantei por isso o tronco até o meu peito lhe tocar naquele bastão novamente bem insuflado, e com a cabeça toda melada. Apertei as mamas com as mãos e ele fez uma espanhola no meio delas.
- Até no rego das tuas mamas o caralho de um homem se sente tão bem como noutro teu buraco qualquer – reconheceu - Como o teu talento para foderes é justo que procures escolher os melhores caralhos. E diz lá se apesar de ser cornudo, o meu não é um deles?
Era sim senhor.
- Vou-te comer esse teu grelinho bem aberto, em cima do capô, minha gostosa esfomeada. Perninhas bem levantadas.
Ele mesmo me ajudou a levantá-las, e descontraidamente como se estivéssemos num quarto, meteu em mim. Quantas vezes eu já fodera em carros com clientes, mas aquela em cima do capô, com as pernas ao alto como uma bandeira, no primeiro dia de férias da Páscoa, foi boa demais. O advogado fez-me gozar com tal intensidade que quase lhe trinquei os dedos pois ele enquanto me penetrava gostava de os passar na racha do meu entre – pernas e mos levar à boca.
- É melhor não me vir dentro de ti, não achas? – perguntou-me, por precaução. – Além disso gostava mais de esvaziar o óleo nessas tuas mamomas. Minha mulher nunca teve umas mamas assim bem formadas e eu adoro umas mamas como as tuas.
Por mim tudo bem. A boleia que nos oferecera, e depois de tudo o que gostosamente o deixei fazer-me, bem merecia que o deixasse desaleitar-se onde lhe apetecesse. O sujeito puxou-me então, fez com que me ajoelhasse no chão perante ele para que minhas mamas ficassem à altura do seu caralho e dando-me nova espanhola nelas, esporrou-se todo. De facto leite não lhe faltava.
- Já não mudavas o óleo dos pistões há quanto tempo? – perguntei-lhe, admirada com a quantidade com que me espirrou para cima do peito.
- Há algum tempo – confirmou – Por isso tirei agora estas férias. No Algarve não faltam oportunidades para recuperar do tempo perdido.
Pelos vistos, no caminho para lá também não, como se viu. De facto a nossa cambalhota dera nas vistas, pios na estrada alguns carros tinham parado e olhavam para nós, especialmente para mim cujas mamas nuas eram visíveis ao longe. Apressámo-nos portanto a voltar ao carro e arrancar. Foi no carro que me limpei e nos vestimos, sem me esquecer de limpar os cantos da boca com um lenço de papel pois os tinha cheios de esporra seca. Quando chegamos ao café onde deixáramos o Rui ao fim de cerca de uma hora este perguntou a razão da demora, as cervejas que comprara estavam a ficar quentes e eles bebera-as.
- Mudar o óleo dos pistões demora tempo – observou-lhe o advogado. A mecânica não era o forte do Rui mas este supunha que sim. Em especial estando eu presente na mudança do óleo e esta sua observação feita em voz alta fez-me perceber que o meu corninho percebera o que tinha acontecido e também matara o tempo da espera nos lavabos do café, não só bebendo a cerveja que comprara, mas também mudando à mão o óleo que a nossa ausência provocava nos seus pistõezinhos pequeninos. Querido namorado. Eu nunca poderia arranjar outro igual.
Quando chegamos a Albufeira caía a noite e o sujeito muito simpaticamente deixou-nos no parque de campismo e Rui foi à recepção tratar das formalidades da inscrição. Eu fiquei a despedir-me do advogado que me levara às nuvens, quando este me disse:
- Sandra, os meus pistões vão continuar a precisar de terem o óleo mudado com regularidade. E já vi que poucas te levam a palma nisso. Tenho uma proposta a fazer-te. Já que aprecias mais dormir numa cama do que num saco, e que o teu amigo é que é amante de campismo, porque não o deixas a dormir aqui no parque e vens esta semana dormir comigo no meu apartamento? Além de um caralho bem abonado como vistes, e de um par de pistões cheios de óleo para mudar, garanto-te cama e mesa.
A proposta era tentadora. Cama e mesa já meu namoradinho mo garantira. Mas no parque de campismo, a comer sandes e a beber cerveja. Tinha a certeza que a cama e a mesa do advogado de Pombal seriam substancialmente melhores. Além do tamanho do respectivo caralho, of course. Nem pensei duas vezes. Não ia ser ainda que experimentaria as delicias do campismo. De facto razão tinha Mrs. B.. Uma mulher vestida de puta à beira da estrada, arranja sempre quem a leve. Importante é estar atenta às oportunidades.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
02:31
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
domingo, 5 de setembro de 2010
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÌS- II PARTE
Já metidos no quarto, Rui esquecido da humilhação que sofrera, procurava evidenciar agora perante mim sua pilinha tesa, ainda convencido que seria com ela que eu iria coçar meu grelo. Em todo o caso deixei-o acreditar nisso pois essa seria uma maneira de me aquecer ainda mais. E de facto Rui sabe-me aquecer. Beijámo-nos na boca, demos as nossas línguas uma à outra, tacteou-me e lambeu-me os seios deixando-me os bicos empinados, esfregou-me o clítoris e até me fez um minete quando me sentei numa cadeira e lhe abri as pernas. Pediu-me que lhe massajasse as bolas e o caralhito com os pés mas eu, já completamente aquecida com seus preliminares e vendo-o completamente humedecido, já só pensava em entregar-me ao Paulo e ao Luís no quarto ao lado e poder finalmente pôr os cornos ao meia pila.
- Já estás a começar a pingar e ainda vais deixar cair esporra ao chão – disse-lhe – Vai lavar a pila primeiro e traz papel higiénico para nos limparmos no final.
Rui sem objectar dirigiu-se de imediato à casa de banho para passar a pila por água. Eu toda nua, aproveitei a ocasião e encaminhei-me para a sala onde sacudindo o Paulo por uma perna, disse-lhe que se ele se queria aproveitar de mim que viesse e ambos fomos então até ao quarto do Luís que mal nos viu entrar comentou que eu tinha demorado tanto que chegara a pensar ter eu mudado de ideias e afinal sempre resolvera foder o com 7 cms de piça. Este entretanto chegara ao quarto e o oooh de espanto que o ouvimos soltar por não me ver revelava todo o seu desalento e frustração por ter ficado sem mulher na cama. Adoro achincalhá-lo em alturas destas e adoraria ter visto a cara dele.
- Afinal és tu quem vais dormir sozinho, corninho – gritei-lhe -. Já sabes desde há muito que nunca resisti a um caralho bem abonado, em especial quando ele dá dois do teu. E se não resisto a um ainda menos consigo resistir a dois como estes que aqui tenho.
- Contenta-te com a tua sorte e toca à punheta como pensavas que o íamos fazer nós – atirou-lhe então o Paulo –já que com o bocadinho de piça com que nasceste não podes aspirar a mais.
Mais gargalhadas. Os vizinhos do andar de baixo deviam estar ouvindo aquilo e eu achava delicioso. Rui já habituado a ficar tocando ao bicho enquanto sua puta dava para outros encostou a porta do quarto para nos poder ouvir e nós entrando no jogo dele deixamos a do nosso igualmente aberta já que afinal algum prazer lhe iríamos consentir tirar da nossa farra. Luís deitara-se nu pelo que não foi preciso despi-lo, apenas tirei as cuecas a Paulo e de joelhos no meio dos dois comecei a punheteá-los e a mamar-lhes nos cacetes que estavam duros como o tronco de uma árvore.
- Oh sim – ia dizendo – isto é que são verdadeiros cacetes de macho. Nada que se compare ao do Rui, tão pequenino e fino que uma mulher tem de apertar bem as coxas quando está apanhando dele para o poder sentir coçando-lhe as bordas.
- Então aproveita-os bem, Sandra – respondia-me o Luís – E quando andares desconsolada do piça curta podes vir-te consolar neles que não nos importamos nada. Se só apanhasses do teu namorado a tua cona estaria ainda tão fechada como a de uma virgem.
E eu chupando numa e noutra piroca como num sorvete, que ia metendo e tirando da boca de modo a melhor sentir o salgadinho da langonha que delas ia extraindo, e toda roída pelo tesão que só o contacto das minhas mãos com o músculo do caralho deles me causava, soltei um brado que levou de certo os vizinhos de baixo a pensar que ainda era mais puta do que imaginavam:
- Tenho a cona aberta desde os 14 e não seria uma piça como a de Rui que ma deixaria assim tão larga. Está na hora de provarem a minha cona aberta, um de cada vez.
Alvitrei que se tirasse à sorte para ver quem seria o primeiro a comer-me mas o Luís dizendo que esse era o privilégio do dono da casa quis que fosse o cacete dele o primeiro a perfurar-me e o Paulo estando ali por acréscimo conformou-se em ser o segundo. Em meados dos anos 80 a SIDA ainda não era uma grande preocupação na sociedade portuguesa mas o Luís que era um tipo previdente e como me sabia fazendo umas biscatadas na rua sugeriu que usássemos preservativos e que eu mesma lhes enfiei.
- Além disso – disse ele – apesar de estar a pôr os cornos ao teu namorado não quero ainda por cima torná-lo pai de um filho nosso. Ainda que esse seja um risco que corra todo o namorado cornudo.
A primeira foda foi então dada com o Luís sentado na beirada da cama e eu entrelaçada na sua cintura. Ahhhh, que bom pau aquele e que bem seu dono o sabia usar, fazendo-me senti-lo todo dentro de mim. Na verdade a fama de fodilhão do Luís era justa e merecida. O Paulo entretanto pusera-se em pé em cima da cama, por detrás das costas do Luís e ia brincando à mão com a sua tora mas não queria ficar apenas aguardando a vez.
- Chupa-me os colhões, boazona – pedia-me chegando-nos à boca – chupa-mos que eles estão cheios de leitinho para dar à minha vaca gordinha.
Chupei-lhe os colhões esponjosos e o seu caralho cada vez mais teso esfregava-se todo na minha face deixando nela algumas marcas líquidas do seu gozo. As coxas do Luís onde eu estava sendo cavalgada encontravam-se também húmidas do meu tesão vaginal e apetecia-me mudar de caralho. Além disso a noite estava por nossa conta.
- Não queres acabar já, pois não Luís? – perguntei-lhe – Então se não queres guarda ainda o leitinho nos tomates e muda de posição com o Paulo.
Ma o Paulo queria antes dar-me de gatas. Saltei então para o tapete do quarto e ele meteu-me no grelo por trás, enquanto que com o Luís na minha frente ia-lhe eu lambendo agora a ele o saco bem suadinho.
- Ohhhh! Vocês sim, são uns homens a sério. Nem sei dizer qual dos caralhos é o melhor ainda que se estivéssemos fodendo com o Rui não hesitaria em dizer que o dele era o pior.
Admirava-me de os vizinhos ainda não nos terem mandado calar mas estes eram um casal jovem e deviam estar gostando do que estavam ouvindo. Quem também devia estar gostando era o corno pois se levantou da cama e pressentimo-lo dirigindo-se à casa de banho. Adivinhamos o que pretendia fazer e Luís gritou-lhe:
- Quando acabares de tocar à punheta, ó meia piça, vê se não deixas o chão sujo de esporra.
Rui argumentou que ia apenas mijar, não fazer à mão, mas envergonhado por se ver descoberto voltou para o quarto ainda que os ruídos que continuássemos a ouvir vindos do seu colchão não nos deixassem dúvidas que ele estava tocando uma segóvia na cama.
- O pilinhas ainda vai sujar o colchão – sussurrei – Luís chega-me uma camisa de Vénus.
Interrompemos a queca e quando o Luís me entregou a camisinha encaminhei-me com ela para o quarto ao lado. Os dois vieram atrás de mim. Entrámos no quarto e acendi a luz. Rui deitado todo nu estava tocando ao bicho em cima dos cobertores e o seu pirilau apresentava-se bem mais comprido e grosso do que quando fizera o streep.
- Eu já sabia – comentei desdenhosa – não podes ouvir ninguém fodendo que tens de fazer como os cachopos e pores-te logo a dar ao badalo com a mão. Cobre ao menos a pila com um preservativo senão ainda sujas a cama como um adolescente que não tem com quem despejar os tomates.
- E não tenho mesmo ao que parece, apesar de andar com uma moça que aluga o corpo na rua – volveu-nos vendo que tanto o Paulo como o Luís não paravam de se rir dele mas aceitando o preservativo que eu lhe estendia – Não admira que tenha de me desenrascar de algum modo já que afinal só tenho mulher para a ver fodendo com outros. E além disso eu não estava tocando punheta, estava só curtindo meu tesão.
Deixámo-lo curtindo seu tesão solitariamente sem o risco de sujar nada e voltámos para o quarto do Luís que reclamou seu direito de me voltar a comer. Deitou-me em cima da cama de pernas para o alto, sempre evidenciando em alta voz suas intenções para que Rui tomasse consciência das posições a que me sujeitava e deu-me outra vez na pássara.
- Não entendo como uma das conas mais abertas de Coimbra se pode contentar com a piça mais minguada que já vi – comentou ao que respondi de imediato:
- Não se contenta. Por isso é que gosta de arranjar umas mais abonadas por fora, como é este o caso.
Paulo dizendo que tendo mulher disponível não apreciava ficar só no trabalho de mãos sentou seu rabo sobre meu rosto de modo a que eu de língua estendida lhe lambesse agora os bagos e estirando seu corpo para a frente cutucava-me com a ponta do caralho encamisado meus mamilos e o rego das mamas em jeito de espanhola.
- Ahhhh, que duras mamocas tens, Sandra – gemia ele de prazer – E que bela espanhola me estão elas tocando na piça. E a tua língua? Ahhh, nem queiras saber o prazer que ela me dá lambendo-me os colhões.
Eu ainda ia ficando mais excitada sabendo o tesão que estávamos provocando em Rui. Luís sempre metendo forte expressou a vontade em me ir ao cu e eu com a rata aos pulos estava-me a apetecer sentir o cacete dos dois ao mesmo tempo dentro de mim.
- Quero uma DP – gritei – quero sentir os vossos dois paus. Quero que me cocem toda como o meu meia piça não é capaz de fazer.
Mamei-os mais um bocado após o que Paulo se deitou na cama de barriga para cima e eu deitei-me sobre ele deixando que me penetrasse. Luís veio por trás e enrabou-me depois de ter mudado o preservativo. É claro que aquilo doía um pouco e os meus gemidos ainda puseram o corno mais fora de si.
- Vão-se foder – disse irrompendo do quarto contíguo com a picinha na mão sem se incomodar pela primeira vez que os vizinhos o ouvissem – já que sou o único que trouxe mulher e não tenho direito a meter nela, ao menos consolo a vista enquanto vou dando à mão – mas eu, mais uma vez, estava numa de o contrariar não lhe concedendo o que tanto queria.
- Nem penses em punhetear-te meu boizinho com meio palmo de pau. Apesar de teres os tomates pequeninos mostra aos teus amigos que és homem o suficiente para aguentares a esporra dentro deles até eu ficar disponível para tos aliviar. Volta para o quarto piça curta.
- Vê se te despachas então, Sandrinha querida – pediu-me colocando um olhar de cão abandonado a que acho tanta piada – não vou conseguir adormecer com a tomatada tão cheia.
- Problema teu, corninho! Em vez de te lamuriares devias-me era agradecer por te pôr os cornos já que gostas tanto que tos ponha como de me montares. Por isso se quiseres que te satisfaça no final, aguenta-te. De outro modo juro que não te volto a conceder favores sexuais tão cedo. Como vês, a mim, piças bem mais satisfatórias que a tua não me faltam. Basta querer – e ele muito cabisbaixo mas sempre acariciando a pila com as mãos lá voltou para donde viera sem ter feito o que pretendia. E eu continuando a entregar-me aos dois não parava de amesquinhar os pendentes de Rui:
- Isto sim é que são pichas de macho. Se o cornudo do meu namorado tivesse uma assim grande como as vossas eu não o deixaria tocando tanta punheta.
O ranger das molas do colchão no andar de baixo indicaram-nos que o casal provavelmente cansado de nos ouvir, e estimulado com nossa actividade se começara a entreter da mesma forma. Paulo quis também provar do meu cu e depois de ter mudado a camisinha trocou com Luís que prontamente meteu no meu buraco da frente mal o viu vago. Fiquei ali apanhando deles, sempre gabando-lhes muito seus pirilaus e foi então que me lembrei de outra coisa. Mandando-os parar e explicando-lhes em voz alta o que pretendia deles mandei Luís sentar-se no maple do quarto o mais estirado possível. Depois apoiando minha barriga na dele dei-lhe meu grelo a comer, enquanto pedia ao Paulo que me metesse o seu mastro no cu.
- Quero sentir os vossos caralhos compridos à vez nas minhas duas gretas, alternando de buraco. Quero que me comam com força que o meu namorado é um piça curta.
Cavalguei como uma louca naqueles dois bacamartes completamente prensada por aquele par de soberbos machos que me davam sem dó nas duas entradas, até que Luís o tirou da pássara e o começou a pincelar na entrada do meu cu. Paulo vendo aquilo tirou o seu da entrada traseira que recebeu logo o do Luís, enquanto que no meu buraco de fazer meninos entrava agora o cacete do Paulo. E que bom que foi receber nas minhas duas fendas, alternadamente e durante muito tempo, o soardo de cada um deles. Foi o Luís que me estava enrabando o primeiro a dar parte de fraco. Disse-nos que se queria esporrar mas não o queria fazer ali. Como já me viera uma infinidade de vezes pedi então a Paulo que se preparasse para despejar igualmente e este pediu-me para mudar de posição. Deitou-se no chão, eu sentei-me sobre ele com o pirilau enfiado na rata. Luís apertando-me as mamas com as mãos e tendo já tirado a camisa de Vénus enfiara-me o caralho e os colhões no meio delas, dando-lhes não apenas uma valente espanholada como um bom banho de esporra no final, o mesmo banho que levaria por baixo se a pila do Paulo que estava ejaculando não estivesse coberta pela camisa de Vénus mas que mesmo assim me levou às nuvens.
No dia seguinte ficámos até tarde na cama e eu dormi no meio de ambos sem me preocupar em cumprir logo a promessa que fizera a Rui de lhe aliviar os tomates. Mas no domingo fui a primeira a acordar e depois de ter feito meu xixi matinal dirigi-me ao quarto onde Rui passara a noite sem a minha companhia. Esta achava-se ainda acordado, com aspecto de não ter dormido e com o vulto da bilharda erguida por baixo dos cobertores da cama.
- Javarda – xingou-me quando me viu entrar – és uma puta que não pode ver um bacamarte avantajado sem lhe dar o pito.
- PI-ÇA DE PA-LITO! 7 CMS DE PILA! PI-ÇA DE PA-LITO! 7 CMS DE PILA! – retorqui-lhe cantarolando aquele estribilho em altos gritos e acordando toda a gente da casa. Rui atirou-me com a almofada mas não me atingiu pois desviei-me rapidamente. Mas o meu corninho querido de pila pequenina e colhões a condizer não estava zangado comigo. E que estivesse! A punheta que lhe toquei de seguida no vaso da sanita foi o suficiente para o levar a fazer as pazes comigo.
- Já estás a começar a pingar e ainda vais deixar cair esporra ao chão – disse-lhe – Vai lavar a pila primeiro e traz papel higiénico para nos limparmos no final.
Rui sem objectar dirigiu-se de imediato à casa de banho para passar a pila por água. Eu toda nua, aproveitei a ocasião e encaminhei-me para a sala onde sacudindo o Paulo por uma perna, disse-lhe que se ele se queria aproveitar de mim que viesse e ambos fomos então até ao quarto do Luís que mal nos viu entrar comentou que eu tinha demorado tanto que chegara a pensar ter eu mudado de ideias e afinal sempre resolvera foder o com 7 cms de piça. Este entretanto chegara ao quarto e o oooh de espanto que o ouvimos soltar por não me ver revelava todo o seu desalento e frustração por ter ficado sem mulher na cama. Adoro achincalhá-lo em alturas destas e adoraria ter visto a cara dele.
- Afinal és tu quem vais dormir sozinho, corninho – gritei-lhe -. Já sabes desde há muito que nunca resisti a um caralho bem abonado, em especial quando ele dá dois do teu. E se não resisto a um ainda menos consigo resistir a dois como estes que aqui tenho.
- Contenta-te com a tua sorte e toca à punheta como pensavas que o íamos fazer nós – atirou-lhe então o Paulo –já que com o bocadinho de piça com que nasceste não podes aspirar a mais.
Mais gargalhadas. Os vizinhos do andar de baixo deviam estar ouvindo aquilo e eu achava delicioso. Rui já habituado a ficar tocando ao bicho enquanto sua puta dava para outros encostou a porta do quarto para nos poder ouvir e nós entrando no jogo dele deixamos a do nosso igualmente aberta já que afinal algum prazer lhe iríamos consentir tirar da nossa farra. Luís deitara-se nu pelo que não foi preciso despi-lo, apenas tirei as cuecas a Paulo e de joelhos no meio dos dois comecei a punheteá-los e a mamar-lhes nos cacetes que estavam duros como o tronco de uma árvore.
- Oh sim – ia dizendo – isto é que são verdadeiros cacetes de macho. Nada que se compare ao do Rui, tão pequenino e fino que uma mulher tem de apertar bem as coxas quando está apanhando dele para o poder sentir coçando-lhe as bordas.
- Então aproveita-os bem, Sandra – respondia-me o Luís – E quando andares desconsolada do piça curta podes vir-te consolar neles que não nos importamos nada. Se só apanhasses do teu namorado a tua cona estaria ainda tão fechada como a de uma virgem.
E eu chupando numa e noutra piroca como num sorvete, que ia metendo e tirando da boca de modo a melhor sentir o salgadinho da langonha que delas ia extraindo, e toda roída pelo tesão que só o contacto das minhas mãos com o músculo do caralho deles me causava, soltei um brado que levou de certo os vizinhos de baixo a pensar que ainda era mais puta do que imaginavam:
- Tenho a cona aberta desde os 14 e não seria uma piça como a de Rui que ma deixaria assim tão larga. Está na hora de provarem a minha cona aberta, um de cada vez.
Alvitrei que se tirasse à sorte para ver quem seria o primeiro a comer-me mas o Luís dizendo que esse era o privilégio do dono da casa quis que fosse o cacete dele o primeiro a perfurar-me e o Paulo estando ali por acréscimo conformou-se em ser o segundo. Em meados dos anos 80 a SIDA ainda não era uma grande preocupação na sociedade portuguesa mas o Luís que era um tipo previdente e como me sabia fazendo umas biscatadas na rua sugeriu que usássemos preservativos e que eu mesma lhes enfiei.
- Além disso – disse ele – apesar de estar a pôr os cornos ao teu namorado não quero ainda por cima torná-lo pai de um filho nosso. Ainda que esse seja um risco que corra todo o namorado cornudo.
A primeira foda foi então dada com o Luís sentado na beirada da cama e eu entrelaçada na sua cintura. Ahhhh, que bom pau aquele e que bem seu dono o sabia usar, fazendo-me senti-lo todo dentro de mim. Na verdade a fama de fodilhão do Luís era justa e merecida. O Paulo entretanto pusera-se em pé em cima da cama, por detrás das costas do Luís e ia brincando à mão com a sua tora mas não queria ficar apenas aguardando a vez.
- Chupa-me os colhões, boazona – pedia-me chegando-nos à boca – chupa-mos que eles estão cheios de leitinho para dar à minha vaca gordinha.
Chupei-lhe os colhões esponjosos e o seu caralho cada vez mais teso esfregava-se todo na minha face deixando nela algumas marcas líquidas do seu gozo. As coxas do Luís onde eu estava sendo cavalgada encontravam-se também húmidas do meu tesão vaginal e apetecia-me mudar de caralho. Além disso a noite estava por nossa conta.
- Não queres acabar já, pois não Luís? – perguntei-lhe – Então se não queres guarda ainda o leitinho nos tomates e muda de posição com o Paulo.
Ma o Paulo queria antes dar-me de gatas. Saltei então para o tapete do quarto e ele meteu-me no grelo por trás, enquanto que com o Luís na minha frente ia-lhe eu lambendo agora a ele o saco bem suadinho.
- Ohhhh! Vocês sim, são uns homens a sério. Nem sei dizer qual dos caralhos é o melhor ainda que se estivéssemos fodendo com o Rui não hesitaria em dizer que o dele era o pior.
Admirava-me de os vizinhos ainda não nos terem mandado calar mas estes eram um casal jovem e deviam estar gostando do que estavam ouvindo. Quem também devia estar gostando era o corno pois se levantou da cama e pressentimo-lo dirigindo-se à casa de banho. Adivinhamos o que pretendia fazer e Luís gritou-lhe:
- Quando acabares de tocar à punheta, ó meia piça, vê se não deixas o chão sujo de esporra.
Rui argumentou que ia apenas mijar, não fazer à mão, mas envergonhado por se ver descoberto voltou para o quarto ainda que os ruídos que continuássemos a ouvir vindos do seu colchão não nos deixassem dúvidas que ele estava tocando uma segóvia na cama.
- O pilinhas ainda vai sujar o colchão – sussurrei – Luís chega-me uma camisa de Vénus.
Interrompemos a queca e quando o Luís me entregou a camisinha encaminhei-me com ela para o quarto ao lado. Os dois vieram atrás de mim. Entrámos no quarto e acendi a luz. Rui deitado todo nu estava tocando ao bicho em cima dos cobertores e o seu pirilau apresentava-se bem mais comprido e grosso do que quando fizera o streep.
- Eu já sabia – comentei desdenhosa – não podes ouvir ninguém fodendo que tens de fazer como os cachopos e pores-te logo a dar ao badalo com a mão. Cobre ao menos a pila com um preservativo senão ainda sujas a cama como um adolescente que não tem com quem despejar os tomates.
- E não tenho mesmo ao que parece, apesar de andar com uma moça que aluga o corpo na rua – volveu-nos vendo que tanto o Paulo como o Luís não paravam de se rir dele mas aceitando o preservativo que eu lhe estendia – Não admira que tenha de me desenrascar de algum modo já que afinal só tenho mulher para a ver fodendo com outros. E além disso eu não estava tocando punheta, estava só curtindo meu tesão.
Deixámo-lo curtindo seu tesão solitariamente sem o risco de sujar nada e voltámos para o quarto do Luís que reclamou seu direito de me voltar a comer. Deitou-me em cima da cama de pernas para o alto, sempre evidenciando em alta voz suas intenções para que Rui tomasse consciência das posições a que me sujeitava e deu-me outra vez na pássara.
- Não entendo como uma das conas mais abertas de Coimbra se pode contentar com a piça mais minguada que já vi – comentou ao que respondi de imediato:
- Não se contenta. Por isso é que gosta de arranjar umas mais abonadas por fora, como é este o caso.
Paulo dizendo que tendo mulher disponível não apreciava ficar só no trabalho de mãos sentou seu rabo sobre meu rosto de modo a que eu de língua estendida lhe lambesse agora os bagos e estirando seu corpo para a frente cutucava-me com a ponta do caralho encamisado meus mamilos e o rego das mamas em jeito de espanhola.
- Ahhhh, que duras mamocas tens, Sandra – gemia ele de prazer – E que bela espanhola me estão elas tocando na piça. E a tua língua? Ahhh, nem queiras saber o prazer que ela me dá lambendo-me os colhões.
Eu ainda ia ficando mais excitada sabendo o tesão que estávamos provocando em Rui. Luís sempre metendo forte expressou a vontade em me ir ao cu e eu com a rata aos pulos estava-me a apetecer sentir o cacete dos dois ao mesmo tempo dentro de mim.
- Quero uma DP – gritei – quero sentir os vossos dois paus. Quero que me cocem toda como o meu meia piça não é capaz de fazer.
Mamei-os mais um bocado após o que Paulo se deitou na cama de barriga para cima e eu deitei-me sobre ele deixando que me penetrasse. Luís veio por trás e enrabou-me depois de ter mudado o preservativo. É claro que aquilo doía um pouco e os meus gemidos ainda puseram o corno mais fora de si.
- Vão-se foder – disse irrompendo do quarto contíguo com a picinha na mão sem se incomodar pela primeira vez que os vizinhos o ouvissem – já que sou o único que trouxe mulher e não tenho direito a meter nela, ao menos consolo a vista enquanto vou dando à mão – mas eu, mais uma vez, estava numa de o contrariar não lhe concedendo o que tanto queria.
- Nem penses em punhetear-te meu boizinho com meio palmo de pau. Apesar de teres os tomates pequeninos mostra aos teus amigos que és homem o suficiente para aguentares a esporra dentro deles até eu ficar disponível para tos aliviar. Volta para o quarto piça curta.
- Vê se te despachas então, Sandrinha querida – pediu-me colocando um olhar de cão abandonado a que acho tanta piada – não vou conseguir adormecer com a tomatada tão cheia.
- Problema teu, corninho! Em vez de te lamuriares devias-me era agradecer por te pôr os cornos já que gostas tanto que tos ponha como de me montares. Por isso se quiseres que te satisfaça no final, aguenta-te. De outro modo juro que não te volto a conceder favores sexuais tão cedo. Como vês, a mim, piças bem mais satisfatórias que a tua não me faltam. Basta querer – e ele muito cabisbaixo mas sempre acariciando a pila com as mãos lá voltou para donde viera sem ter feito o que pretendia. E eu continuando a entregar-me aos dois não parava de amesquinhar os pendentes de Rui:
- Isto sim é que são pichas de macho. Se o cornudo do meu namorado tivesse uma assim grande como as vossas eu não o deixaria tocando tanta punheta.
O ranger das molas do colchão no andar de baixo indicaram-nos que o casal provavelmente cansado de nos ouvir, e estimulado com nossa actividade se começara a entreter da mesma forma. Paulo quis também provar do meu cu e depois de ter mudado a camisinha trocou com Luís que prontamente meteu no meu buraco da frente mal o viu vago. Fiquei ali apanhando deles, sempre gabando-lhes muito seus pirilaus e foi então que me lembrei de outra coisa. Mandando-os parar e explicando-lhes em voz alta o que pretendia deles mandei Luís sentar-se no maple do quarto o mais estirado possível. Depois apoiando minha barriga na dele dei-lhe meu grelo a comer, enquanto pedia ao Paulo que me metesse o seu mastro no cu.
- Quero sentir os vossos caralhos compridos à vez nas minhas duas gretas, alternando de buraco. Quero que me comam com força que o meu namorado é um piça curta.
Cavalguei como uma louca naqueles dois bacamartes completamente prensada por aquele par de soberbos machos que me davam sem dó nas duas entradas, até que Luís o tirou da pássara e o começou a pincelar na entrada do meu cu. Paulo vendo aquilo tirou o seu da entrada traseira que recebeu logo o do Luís, enquanto que no meu buraco de fazer meninos entrava agora o cacete do Paulo. E que bom que foi receber nas minhas duas fendas, alternadamente e durante muito tempo, o soardo de cada um deles. Foi o Luís que me estava enrabando o primeiro a dar parte de fraco. Disse-nos que se queria esporrar mas não o queria fazer ali. Como já me viera uma infinidade de vezes pedi então a Paulo que se preparasse para despejar igualmente e este pediu-me para mudar de posição. Deitou-se no chão, eu sentei-me sobre ele com o pirilau enfiado na rata. Luís apertando-me as mamas com as mãos e tendo já tirado a camisa de Vénus enfiara-me o caralho e os colhões no meio delas, dando-lhes não apenas uma valente espanholada como um bom banho de esporra no final, o mesmo banho que levaria por baixo se a pila do Paulo que estava ejaculando não estivesse coberta pela camisa de Vénus mas que mesmo assim me levou às nuvens.
No dia seguinte ficámos até tarde na cama e eu dormi no meio de ambos sem me preocupar em cumprir logo a promessa que fizera a Rui de lhe aliviar os tomates. Mas no domingo fui a primeira a acordar e depois de ter feito meu xixi matinal dirigi-me ao quarto onde Rui passara a noite sem a minha companhia. Esta achava-se ainda acordado, com aspecto de não ter dormido e com o vulto da bilharda erguida por baixo dos cobertores da cama.
- Javarda – xingou-me quando me viu entrar – és uma puta que não pode ver um bacamarte avantajado sem lhe dar o pito.
- PI-ÇA DE PA-LITO! 7 CMS DE PILA! PI-ÇA DE PA-LITO! 7 CMS DE PILA! – retorqui-lhe cantarolando aquele estribilho em altos gritos e acordando toda a gente da casa. Rui atirou-me com a almofada mas não me atingiu pois desviei-me rapidamente. Mas o meu corninho querido de pila pequenina e colhões a condizer não estava zangado comigo. E que estivesse! A punheta que lhe toquei de seguida no vaso da sanita foi o suficiente para o levar a fazer as pazes comigo.
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SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
sábado, 4 de setembro de 2010
A HUMILHAÇÃO DO MEU CORNO EM CASA DO LUÍS - I PARTE
Desde os nossos primeiros dias de namoro em Coimbra que sempre gostei de envergonhar meu namorado corno, Rui, por causa dele ter a pila e os tomates excessivamente pequenos como se durante a sua gestação não se tivessem chegado a formar completamente. Até então fizera-o sempre em privado mas desde a festa da independência de Moçambique passei a gostar de o fazer em público. O episódio que lhes vou narrar hoje passou-se no apartamento de um amigo nosso estudante de Psicologia, o Luís, algumas semanas após o episódio da festa moçambicana em que no decorrer dela o obriguei a mostrar seu reduzido aparelho reprodutor a todos os presentes, o que constituiu a maior humilhação pública da sua vida e lhe valeu ganhar a alcunha de 7 cms de piça porque com a vergonha que lhe fiz passar seu caralhinho ficou tão encolhido que pouco mais media do que isso de facto.
O Luís vivia com a namorada Teresa na Conchada num apartamento arrendado pago pelos pais mas esta já se formara e fora colocada como professora nos Açores, pelo que nesse ano ele encontrava-se vivendo sozinho ainda que dando trepadas em tudo o que usasse saias, pelo que neste aspecto a professora namorada dele era tão cornuda como o era o meu. Rui muito seu amigo, queixava-se-lhe com frequência que apesar da minha má fama e da minha condição de puta em part-time raramente o deixava saltar-me à espinha pelo que ele na maioria das vezes não tinha outro remédio senão continuar a aliviar-se à mão como fazia antes de andar comigo. Luís como era muito engatatão percebeu imediatamente que Rui não passava de um submisso que no fundo adorava sua condição de corno público como ainda hoje adora, e um dia na Clepsidra perguntou-me como uma moça tão dada como eu deixava habitualmente o namorado andar com os colhões tão cheios. Respondi-lhe que era por isso mesmo, dando para tantos sobrava pouco para o legítimo pelo que era normal que ele andasse a seco.
- Balelas! Portas-te assim porque Rui é um piça curta e tu gostas delas grandes, não é mesmo? Tenho a certeza – disse-me ele então pois estivera presente na festa moçambicana – que contrariamente ao Rui se te quisesse comer bastar-me-ia estalar os dedos na frente dele para tu me abrires as pernas e me dares o que tens no meio delas.
Na verdade o Luís tinha um magnetismo pessoal a que nenhuma moça resistia, o que o levava a gabar-se de conseguir comer todas as raparigas que queria, como eu muito bem sabia embora nunca tivesse tido nada com ele, e aquelas palavras entusiasmaram-me. Por isso e como ele além de fodilhão era excelente cozinheiro, respondi-lhe apenas:
- Porque não nos convidas um destes dias a jantar lá em tua casa e o experimentas? Pode ser que tenhas sorte e eu também – acrescentei mas em tom baixo como falando com meus botões.
O jantar acabou por ser combinado para o sábado seguinte e eu mentalmente planeei logo não só dar uma valente trepada com o Luís como voltar a humilhar meu namorado cornudo de modo a que o seu defeito genital ficasse novamente bem patente aos olhos do amigo. Mal imaginava que as coisas iam sair melhor do que tinha pensado.
Luís preparou uma excelente lasagna e no final sem contarmos recebemos a visita de um outro amigo, o Paulo aluno de Arqueologia, moreno de pele e senhor de uma espessa barba negra que lhe dava um ar muito cigano e muito atraente. Luís convidara-nos a passar a noite no seu apartamento cedendo-nos um quarto vago mas o Paulo trouxera um bocado de haxixe consigo e nós ficamos na sala ouvindo música e fumando uns charros até o Luís já algo passado pela ganza dizer em alta voz que uma vez que na sua casa se encontravam três homens e uma moça bonita de moral aberta e ainda por cima de má nota como era o meu caso, o mínimo que eu podia fazer era um streep para os alegrar.
- Estou certo, Sandra – disse-me ele – que no final quando te levasse para o quarto o Rui te daria uma foda com muito mais gosto.
Rui de facto pareceu gostar da sugestão de me ver exibindo nua para os amigos antes de me comer pois fez um esgar de riso. Riso que de imediato se lhe gelou quando me ouviu dizendo que considerando-me eu uma rapariga emancipada não teria problema nenhum em desnudar-me na sua frente. Simplesmente moças desinibidas também gostam de ver homens nus, especialmente quando eles tanto se gabavam da sua ferramenta do prazer pelo que aceitaria fazer o streep se o nosso anfitrião também o fizesse e todos pudéssemos comprovar se ele era assim tão preenchido como dizia. Luís sobejamente conhecido pelas poucas vergonhas que praticava em Coimbra, em especial desde que a namorada fora para os Açores, concordou logo e até queria ser o primeiro a fazê-lo mas eu dizendo-lhe que um cavalheiro dá sempre a primazia às damas mesmo que elas sejam da noite fui quem deu início ao streep. Quando tirei finalmente a calcinha, sempre ouvindo os aplausos deles, agarrei no cabo do candeeiro de pé alto que o Luís tinha na sala e toda nua e à medida que dançava ia esfregando-me nele, procurando imitar as strepers dos bares norte-americanos, de maneira a mostrar a minha pachacha em toda a sua plenitude. Apesar do amadorismo minha performance deve ter sido convincente pois Luís perguntou a Rui se eu era tão boa a foder como a despir-me. Era agora a vez dele e Luís também não me ficou atrás no empenho que pôs em tirar vagarosamente cada peça de roupa e no suspense que soube colocar quando chegou a altura de tirar a cueca. Quando finalmente seu corpo apareceu ao natural seu órgão estava algo levantado e eu pude comprovar que era de facto avantajado pois devia andar muito próximo dos 20 cms sem a pele do prepúcio e portanto com a cabeça da glande bem vermelha, a descoberto, como tanto gosto de ver. Os homens são uns felizardos pois podem pegar no penduricalho com as mãos e numa atitude provocatória que achei um tesão Luís agarrou nele e começou a balançá-lo na nossa frente, quase o esfregando nas nossas caras tendo-me até chegado a tocar com ele no corpo por diversas vezes, o que entendi como um sugestivo convite para apanhar dele.
- Digam lá se o meu caralho além de bem bonito não é grande o suficiente para satisfazer qualquer mulher?
Os homens não se pronunciaram sobre esta questão mas eu que ainda não me vestira confirmava-o sem favor, embora também para fazer Rui sentir-se ainda mais diminuído. Mas é claro que eu não queria que só o Luís se despisse. O ar bem másculo do futuro arqueólogo, faziam-me supor que também ele era bem servido de pendentes pelo que o desafiei:
- E tu Paulo, não nos queres mostrar que se o teu é capaz de competir com o caralho do Luís?
Mal tinha acabado de falar e já Paulo se encaminhava para o meio da sala começando a tirar a roupa. O seu streep foi o mais fraco dos três pois não demorou muito a revelar-se-nos nu como se estivesse com pressa de mostrar o cacete. Mas o seu caralho e os bagos suplantavam ligeiramente os do Luís ainda que não fosse circuncidado.
- Então Luís quem o tem maior, quem é? – perguntava agora ele, balançando-o igualmente com as mãos e tocando-me com ele nas pernas. A algazarra era imensa e os vizinhos debaixo deviam estar dando conta de tudo aquilo mas nem o Luís se mostrava preocupado com isso. O único que não estava achando graça era Rui, não por os ver com vontade de me possuírem mas por saber que não o pouparia ao mesmo espectáculo.
-É a tua vez de mostrares o corpinho, Rui – disse-lhe pegando-lhe pelas mãos e levantando-o da cadeira. Ele relutou, pediu que não, o seu corpo era feio todo nu, dizia, o que não é verdade pois que descontando-lhe a pila e os tomates pouco desenvolvidos meu corninho é até bastante bem feito.
- Que é isso? – perguntei-lhe escarninha – Não nos digas que estás com vergonha de mostrar a ferramenta aos teus amigos. Se é por causa dela ser curta podes ficar descansado pois desde a festa dos moçambicanos já meia Coimbra o sabe.
O Luís começou então a chamar-lhe sete centímetros de piça em altos gritos, no que foi secundado por mim e pelo Paulo. Rui ruborizado como uma donzela achou-se na obrigação de se explicar:
- A minha piça não mede 7 cms como a Sandra bem sabe. Eu tinha era bebido demasiado e por isso ela estava tão pequena. Habitualmente mede um bocadinho mais.
Todos nos rimos e ele não teve outro remédio senão executar seu streep tal como todos nós. E se o Paulo fora o mais despachado a despir-se meu corninho foi o mais demorado o que nos deu ainda mais prazer. Quando finalmente se despojou das roupas e nos mostrou o piçante que eu já conhecia bem, apresentava-o bem mirrado. O haxixe fizera os seus efeitos tal como o álcool e ele nem os habituais 11 cms ostentava.
- Foda-se! – exclamou Luís fazendo-nos rir a todos – que puta de piça tão mal amanhada. Ao menos combina em tamanho com os teus microscópicos colhõezinhos. Não admira que a Sandra em vez de te dar o pito te ponha antes a tocar punhetas. Era o que eu faria se fosse mulher e estivesse no lugar dela.
- Por favor deixem-me vestir – suplicou, pois estávamos todos pelados.
- Sim veste-te, ó mais um bocadinho de 7 cms de piroca– concedeu-lhe Luís – se continuas a mostrá-la a Sandra ainda se arrepende de dormir contigo – como se eu fizesse intenções desde que ali entrara de dormir com o meia piça. No entanto não lho disse. O pilinhas ainda tinha esperança de me comer nessa noite e eu ia-o deixando acreditar nisso por mais algum tempo. Mas quando Rui foi à casa de banho disse ao Paulo que se o Luís não se importasse que ele dormisse na sala dar-lhes-ia uma noite inesquecível mesmo nas barbas do namoradinho, no que eles concordaram. Luís era amigo de Rui mas isso não impediu seu caralhão de dar um pulo e pôr-se em pé e Rui quando voltou da casa de banho bem o viu teso. Luís aproveitou para se exibir mais:
- Rui, já sabemos que o teu caralho quando está murcho é bem pequeno. Mostra-nos agora como ele é quando está teso.
- Vão-se foder – foi a resposta que lhes deu – Teso vou mostrá-lo no quarto à Sandra quando vocês estiverem a dormir sozinhos depois de terem tocado ao bicho.
Bem mostrar-mo mostrou, mas quem dormiu sozinho e tocou ao bicho foi ele. Eu depois de o ter humilhado estava cheia de tesão e só queria pôr-lhe os cornos com aqueles dois belos exemplares de macho. Podia ter ido logo para a cama com eles mas isso não teria piada. Sugeri então que tomássemos um banho e nos fôssemos deitar, sugestão que foi aceite. O Paulo deitou-se no sofá da sala, o Luís no seu quarto e eu e Rui no outro quarto vago. Que outro belo par de cornos estava-se ele preparando para levar sem o saber. Tão belo que justifica um outro capítulo para o contar. Até já.
O Luís vivia com a namorada Teresa na Conchada num apartamento arrendado pago pelos pais mas esta já se formara e fora colocada como professora nos Açores, pelo que nesse ano ele encontrava-se vivendo sozinho ainda que dando trepadas em tudo o que usasse saias, pelo que neste aspecto a professora namorada dele era tão cornuda como o era o meu. Rui muito seu amigo, queixava-se-lhe com frequência que apesar da minha má fama e da minha condição de puta em part-time raramente o deixava saltar-me à espinha pelo que ele na maioria das vezes não tinha outro remédio senão continuar a aliviar-se à mão como fazia antes de andar comigo. Luís como era muito engatatão percebeu imediatamente que Rui não passava de um submisso que no fundo adorava sua condição de corno público como ainda hoje adora, e um dia na Clepsidra perguntou-me como uma moça tão dada como eu deixava habitualmente o namorado andar com os colhões tão cheios. Respondi-lhe que era por isso mesmo, dando para tantos sobrava pouco para o legítimo pelo que era normal que ele andasse a seco.
- Balelas! Portas-te assim porque Rui é um piça curta e tu gostas delas grandes, não é mesmo? Tenho a certeza – disse-me ele então pois estivera presente na festa moçambicana – que contrariamente ao Rui se te quisesse comer bastar-me-ia estalar os dedos na frente dele para tu me abrires as pernas e me dares o que tens no meio delas.
Na verdade o Luís tinha um magnetismo pessoal a que nenhuma moça resistia, o que o levava a gabar-se de conseguir comer todas as raparigas que queria, como eu muito bem sabia embora nunca tivesse tido nada com ele, e aquelas palavras entusiasmaram-me. Por isso e como ele além de fodilhão era excelente cozinheiro, respondi-lhe apenas:
- Porque não nos convidas um destes dias a jantar lá em tua casa e o experimentas? Pode ser que tenhas sorte e eu também – acrescentei mas em tom baixo como falando com meus botões.
O jantar acabou por ser combinado para o sábado seguinte e eu mentalmente planeei logo não só dar uma valente trepada com o Luís como voltar a humilhar meu namorado cornudo de modo a que o seu defeito genital ficasse novamente bem patente aos olhos do amigo. Mal imaginava que as coisas iam sair melhor do que tinha pensado.
Luís preparou uma excelente lasagna e no final sem contarmos recebemos a visita de um outro amigo, o Paulo aluno de Arqueologia, moreno de pele e senhor de uma espessa barba negra que lhe dava um ar muito cigano e muito atraente. Luís convidara-nos a passar a noite no seu apartamento cedendo-nos um quarto vago mas o Paulo trouxera um bocado de haxixe consigo e nós ficamos na sala ouvindo música e fumando uns charros até o Luís já algo passado pela ganza dizer em alta voz que uma vez que na sua casa se encontravam três homens e uma moça bonita de moral aberta e ainda por cima de má nota como era o meu caso, o mínimo que eu podia fazer era um streep para os alegrar.
- Estou certo, Sandra – disse-me ele – que no final quando te levasse para o quarto o Rui te daria uma foda com muito mais gosto.
Rui de facto pareceu gostar da sugestão de me ver exibindo nua para os amigos antes de me comer pois fez um esgar de riso. Riso que de imediato se lhe gelou quando me ouviu dizendo que considerando-me eu uma rapariga emancipada não teria problema nenhum em desnudar-me na sua frente. Simplesmente moças desinibidas também gostam de ver homens nus, especialmente quando eles tanto se gabavam da sua ferramenta do prazer pelo que aceitaria fazer o streep se o nosso anfitrião também o fizesse e todos pudéssemos comprovar se ele era assim tão preenchido como dizia. Luís sobejamente conhecido pelas poucas vergonhas que praticava em Coimbra, em especial desde que a namorada fora para os Açores, concordou logo e até queria ser o primeiro a fazê-lo mas eu dizendo-lhe que um cavalheiro dá sempre a primazia às damas mesmo que elas sejam da noite fui quem deu início ao streep. Quando tirei finalmente a calcinha, sempre ouvindo os aplausos deles, agarrei no cabo do candeeiro de pé alto que o Luís tinha na sala e toda nua e à medida que dançava ia esfregando-me nele, procurando imitar as strepers dos bares norte-americanos, de maneira a mostrar a minha pachacha em toda a sua plenitude. Apesar do amadorismo minha performance deve ter sido convincente pois Luís perguntou a Rui se eu era tão boa a foder como a despir-me. Era agora a vez dele e Luís também não me ficou atrás no empenho que pôs em tirar vagarosamente cada peça de roupa e no suspense que soube colocar quando chegou a altura de tirar a cueca. Quando finalmente seu corpo apareceu ao natural seu órgão estava algo levantado e eu pude comprovar que era de facto avantajado pois devia andar muito próximo dos 20 cms sem a pele do prepúcio e portanto com a cabeça da glande bem vermelha, a descoberto, como tanto gosto de ver. Os homens são uns felizardos pois podem pegar no penduricalho com as mãos e numa atitude provocatória que achei um tesão Luís agarrou nele e começou a balançá-lo na nossa frente, quase o esfregando nas nossas caras tendo-me até chegado a tocar com ele no corpo por diversas vezes, o que entendi como um sugestivo convite para apanhar dele.
- Digam lá se o meu caralho além de bem bonito não é grande o suficiente para satisfazer qualquer mulher?
Os homens não se pronunciaram sobre esta questão mas eu que ainda não me vestira confirmava-o sem favor, embora também para fazer Rui sentir-se ainda mais diminuído. Mas é claro que eu não queria que só o Luís se despisse. O ar bem másculo do futuro arqueólogo, faziam-me supor que também ele era bem servido de pendentes pelo que o desafiei:
- E tu Paulo, não nos queres mostrar que se o teu é capaz de competir com o caralho do Luís?
Mal tinha acabado de falar e já Paulo se encaminhava para o meio da sala começando a tirar a roupa. O seu streep foi o mais fraco dos três pois não demorou muito a revelar-se-nos nu como se estivesse com pressa de mostrar o cacete. Mas o seu caralho e os bagos suplantavam ligeiramente os do Luís ainda que não fosse circuncidado.
- Então Luís quem o tem maior, quem é? – perguntava agora ele, balançando-o igualmente com as mãos e tocando-me com ele nas pernas. A algazarra era imensa e os vizinhos debaixo deviam estar dando conta de tudo aquilo mas nem o Luís se mostrava preocupado com isso. O único que não estava achando graça era Rui, não por os ver com vontade de me possuírem mas por saber que não o pouparia ao mesmo espectáculo.
-É a tua vez de mostrares o corpinho, Rui – disse-lhe pegando-lhe pelas mãos e levantando-o da cadeira. Ele relutou, pediu que não, o seu corpo era feio todo nu, dizia, o que não é verdade pois que descontando-lhe a pila e os tomates pouco desenvolvidos meu corninho é até bastante bem feito.
- Que é isso? – perguntei-lhe escarninha – Não nos digas que estás com vergonha de mostrar a ferramenta aos teus amigos. Se é por causa dela ser curta podes ficar descansado pois desde a festa dos moçambicanos já meia Coimbra o sabe.
O Luís começou então a chamar-lhe sete centímetros de piça em altos gritos, no que foi secundado por mim e pelo Paulo. Rui ruborizado como uma donzela achou-se na obrigação de se explicar:
- A minha piça não mede 7 cms como a Sandra bem sabe. Eu tinha era bebido demasiado e por isso ela estava tão pequena. Habitualmente mede um bocadinho mais.
Todos nos rimos e ele não teve outro remédio senão executar seu streep tal como todos nós. E se o Paulo fora o mais despachado a despir-se meu corninho foi o mais demorado o que nos deu ainda mais prazer. Quando finalmente se despojou das roupas e nos mostrou o piçante que eu já conhecia bem, apresentava-o bem mirrado. O haxixe fizera os seus efeitos tal como o álcool e ele nem os habituais 11 cms ostentava.
- Foda-se! – exclamou Luís fazendo-nos rir a todos – que puta de piça tão mal amanhada. Ao menos combina em tamanho com os teus microscópicos colhõezinhos. Não admira que a Sandra em vez de te dar o pito te ponha antes a tocar punhetas. Era o que eu faria se fosse mulher e estivesse no lugar dela.
- Por favor deixem-me vestir – suplicou, pois estávamos todos pelados.
- Sim veste-te, ó mais um bocadinho de 7 cms de piroca– concedeu-lhe Luís – se continuas a mostrá-la a Sandra ainda se arrepende de dormir contigo – como se eu fizesse intenções desde que ali entrara de dormir com o meia piça. No entanto não lho disse. O pilinhas ainda tinha esperança de me comer nessa noite e eu ia-o deixando acreditar nisso por mais algum tempo. Mas quando Rui foi à casa de banho disse ao Paulo que se o Luís não se importasse que ele dormisse na sala dar-lhes-ia uma noite inesquecível mesmo nas barbas do namoradinho, no que eles concordaram. Luís era amigo de Rui mas isso não impediu seu caralhão de dar um pulo e pôr-se em pé e Rui quando voltou da casa de banho bem o viu teso. Luís aproveitou para se exibir mais:
- Rui, já sabemos que o teu caralho quando está murcho é bem pequeno. Mostra-nos agora como ele é quando está teso.
- Vão-se foder – foi a resposta que lhes deu – Teso vou mostrá-lo no quarto à Sandra quando vocês estiverem a dormir sozinhos depois de terem tocado ao bicho.
Bem mostrar-mo mostrou, mas quem dormiu sozinho e tocou ao bicho foi ele. Eu depois de o ter humilhado estava cheia de tesão e só queria pôr-lhe os cornos com aqueles dois belos exemplares de macho. Podia ter ido logo para a cama com eles mas isso não teria piada. Sugeri então que tomássemos um banho e nos fôssemos deitar, sugestão que foi aceite. O Paulo deitou-se no sofá da sala, o Luís no seu quarto e eu e Rui no outro quarto vago. Que outro belo par de cornos estava-se ele preparando para levar sem o saber. Tão belo que justifica um outro capítulo para o contar. Até já.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:23
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE