Nos nossos tempos de namorados em Coimbra, pelos finais de Setembro e princípios de Outubro, se a meteorologia e os exames da 2ª época o consentiam, Rui e eu costumávamos passar uns fins de semana numa das praias da Figueira da Foz. Devido às águas calmas, à pouca presença de pessoas naquela altura do ano, e à existência de pontões que a subdivide em pequenas praias abrigadas do vento, quase sempre a escolhida era a da Gala, a poucos quilómetros da Figueira. Por outro lado como naqueles dois meses passada a época alta de Julho e Agosto já quase não houvesse banhistas, a praia era pouco fiscalizada pela Polícia Marítima e nós podíamos montar à vontade na areia a canadiana de dois propriedade de Rui, onde passávamos a noite, sem problema de sermos expulsos e sem termos necessidade de gastar dinheiro no parque de campismo da Orbitur.
Nesse ano o mês de Setembro estava excessivamente quente e como só tivéssemos exames a partir da 2ª semana de Outubro, resolvemos esquecer os livros e passarmos um final de semana na nossa praia preferida. Escolhemos um pontão onde instalámos nossa tenda, e tínhamos acabado de vestir nossos calções de banho quando chegaram dois franceses sensivelmente da nossa idade, de mochila às costas que ao verem-nos preparados para acampar naquele local nos perguntaram se nos incomodaríamos de os termos como vizinhos, pois tal como nós também pretendiam passar uns dias acampados. Explicámos-lhes que não era permitido acampar na praia mas pela experiência que tínhamos de anos anteriores seria pouco provável que alguma autoridade nos viesse incomodar por isso, pelo que não sendo nós donos da mesma acampassem eles onde quisessem. Os rapazes então instalaram sua tenda, também uma canadiana de dois, relativamente próxima da nossa e travámos conhecimento. Um deles chamava-se Pierre e o outro Jacques, eram ambos de Paris, brancos de pele como geralmente o são os franceses, estudantes finalistas de biologia, e muito bem feitos de corpo. Após terem armado a tenda, entraram nela para se despirem e quando saíram já com os calções colocados, como estes fossem justos e eu boa observadora para as coisas que me interessam, deu para perceber que Pierre era bastante bem constituído do pilau e dos ovos uma vez que estes lhe preenchiam bem a parte da frente dos calções. Com grande prazer de Rui que tem a pila bastante pequena e que por isso na presença de outros homens com pau mais avantajado se sentia menorizado, o calção de Jacques revelava que a pixota dele não crescera tanto como a do amigo, ainda que desse para perceber que devia dar piça e meia da do meu namorado. Como faço topless constatei igualmente com alegria que ambos, ainda que disfarçadamente, olhavam com prazer para as minhas mamocas, que são grandes mas direitinhas, quando achavam que não os estávamos a ver. Comecei a sentir-me excitada com aquilo, e Rui que adora ser corno e ver-me fodendo com outros, apercebendo-se do interesse deles por minhas mamas principiou a ficar igualmente com o pau armado pelo que como gosto de o ver feliz decidi compensá-lo com os dois franceses. Um par de cornos para ele e um bónus de duas pilas extras para mim não nos fariam mal nenhum. Comecei então a provocá-lo. Como já tivéssemos ido ao banho e nos encontrássemos secando ao sol, comecei a tactear-lhe as pernas com as mãos esfregando-lhe a pila e os tomates com ela e chegando mesmo a meter-lhe as mãos por baixo dos calções, punheteei-o um pouco só para o entesar. Rui começou a verter um pouco de esporra nas minhas mãos e eu para demonstrar claramente aos nossos vizinhos o quanto sou depravada esfreguei-as nas minhas mamas. É claro que nessa altura meu taradinho já me estava apalpando a parreca e me metia um dedo dentro ela enquanto me ia mordiscando a pontinha dos seios deixando-os tão em pé, ou quase, como a grila dele. Não dava para aguentar mais, e Rui sugeriu-me que entrássemos na tenda a fim de me dar uma. Na verdade a praia estava praticamente deserta, principalmente na zona do pontão onde nos achávamos, pelo que poderíamos perfeitamente ter curtido uma rapidinha em cima da toalha, mas nesse caso Rui teria quase inevitavelmente de expor sua pilinha perante os franceses, coisa que devido ao curto tamanho da mesma ele não se sentiria à vontade. Eu porém mais safada não queria fazê-lo no interior da tenda pois que Jacques e Pierre embora vendo-nos entrar após tais preliminares pudessem perfeitamente imaginar o que estávamos fazendo, não veriam nada de nossa queca e eu queria provocá-los ao máximo para melhor gozar no final. Por isso disse-lhe:
- Na tenda não. Quero que os avéques vejam bem o que estamos fazendo. Vamos para a água.
Rui pressentindo que eu tinha alguma fisgada ainda ficou com o caralho mais emplumado e dando-me a mão conduziu-me até ao mar. Duas ondas calmas vieram lamber-nos os pés e nós entramos por ele dentro um pouco para lá da linha de rebentação, mas numa zona com pé sempre de mão dada como se estivéssemos caminhando, tanto mais que nos rochedos à volta eram visíveis meia dúzia de pescadores desportivos com a cana de pesca mergulhada na água. Quando entramos numa área onde a água já nos dava um pouco acima da cintura, Rui enlaçou-me por trás e beijando-me as orelhas e o pescoço puxou-me a calcinha para baixo. Virei-me para ele, com prazer vi que os dois franceses nos estavam olhando, provavelmente os pescadores também estavam vendo o que fazíamos, beijei meu namorado na boca, puxei-lhe o calção um pouco de modo a que seu sexo ficasse livre. Rui com as mãos por baixo do lençol de água acabou de me tirar a calça para que ela não fosse na corrente, segurou-a com as mãos abraçadas em minhas costas pediu-me que lhe enlaçasse a cintura com minhas coxas e que com uma mão lhe metesse a pila na minha fenda da frente, os franceses que não despegavam os olhares de nós não podiam agora ter dúvidas do que estávamos fazendo,. Não foi muito fácil devido à pressão da água, mas foi maravilhoso quando a senti entrar e ele se me pôs a socar gostosamente embora ela fosse saindo de vez em quando. Senti-o ejacular mas devido à temperatura da água que me inundava a pássara sua esporra pareceu-me fria, foi a única vez na vida que achei frio o gosto da esporra de alguém, mas ainda que propositadamente não me tenha vindo, soube-me muito bem aquela queca. Beijei os lábios de Rui e perguntei-lhe ao ouvido antes ainda de ter vestido a calcinha de praia:
- Queres ver-me fodendo esta noite com aqueles dois mirones?
O caralho de meu namorado pôs-se imediatamente de pé ou não lhe tivesse tocado na mola. Sua resposta foi invariável:
- Adoraria! Mas seria ainda melhor se eles não desconfiassem que é com meu conhecimento.
Prometi-lho. Quando regressamos à areia notei que os dois franceses nos olhavam com cara de gozo e debaixo dos shorts seus cacetes estavam mais ou menos no mesmo estado que momentos antes estivera o cacete de meu taradinho voyeurista: aceso. Já nos tínhamos apresentado mas só então nos começamos a relacionar. Os dois eram bastante simpáticos apesar de não tirarem os olhos de minhas mamas e agora já muito mais à vontade pois tinham visto que Rui não se incomodava nada com isso, antes demonstrava sentir muito prazer com o propósito de seus olhares. Ficámos conversando sobre nossos países e eles acabaram por nos convidar a jantar, numa cervejaria que lhes indicámos. Depois de termos passado uma boa parte da noite bebendo uns copos e fumado uns charros de haxixe que compramos a um desconhecido na rua, acabamos voltando para as nossas tendas. Como a noite estava quente e o mar chão acabamos dando mais um mergulho e como queria avançar com o meu plano sugeri que dormíssemos ao luar nos nossos saco-camas. A proposta foi aceite e os parisienses aproveitaram para colocar seus sacos relativamente próximos do meu e do de Rui. Aquilo estava ficando muito fácil e eu ainda dei mais um toque à cena. Cobrindo-me com a toalha após ter despido a blusa e a saia tirei a cuequinha e enfiei-me no saco totalmente nua. Apesar do álcool e dos charros que beberamos e fumáramos seus caralhos voltaram de novo a mostrar sua agitação. Rui com as cuecas postas meteu-se no seu saco junto a mim, abraçou-me com o braço e ficou imóvel. Ao fim de poucos minutos passava bem por adormecido. O céu estava estrelado e um dos franceses ressonava já. Retirando o braço de meu namorado cuidadosamente como se o não quisesse acordar, saí furtivamente assim pelada em direcção a nossos vizinhos. Como quem estava acordado era o da pila mais curta iria começar por ele. Recomendei-lhe silêncio com um dedo nos lábios e pedi-lhe lugar no seu saco-cama. Jacques apontou para Rui como que perguntando-me como ele reagiria se acordasse e nos pegasse aos dois. Eu tendo a certeza que o “coqu”depois do que lhe dissera nunca pegaria no sono sem me ver cumprir o que lhe prometera, respondi-lhe deitando-lhe a mão ao entre-pernas envolvendo seu tubo de carne, não haver problema que ele depois dos copos e dos fumos africanos era uma pedra deitando-se. Na verdade o caralho de Jacques não era muito grande e talvez devido à situação não se achava suficientemente teso para me levar a desejá-lo meter na rata ainda que meus dedos lhe sentissem a cabeça ligeiramente molhada já. Comecei a masturbá-lo e pedi-lhe para dar mais realismo à cena:
- Diz ao teu colega para parar de ressonar ou ainda acorda o corno.
- Mas assim ele vai ver-nos – sussurrou-me Jacques.
- E depois? Tens algum problema com isso? Se ele ficar com tesão pode ficar descansado que eu também chego para ele - E mesmo sabendo que Rui que não se importava de me ver fodendo com ambos não ia gostar nada de me saber dizendo aquilo, não resisti a confidenciar-lhe baixinho – Meu namorado tem a pila tão pequenina que eu pouco prazer sinto fazendo com ele. É por isso que não resisto a abrir as pernas quando encontro rapazes mais bem constituídos.
Minhas palavras e a acção das minhas mãos tiveram o condão de lhe revigorar o cacete enquanto silenciosamente Jacques com o braço por cima do saco procurava acordar Pierre. Teve de o abanar uma meia dúzia de vezes antes de o conseguir enquanto eu me ia rindo pois fizéssemos o barulho que fizéssemos nunca Rui nos interromperia, mas quando o conseguiu e lhe explicou o que se estava passando o sono de Pierre desapareceu por completo e passou a espiar nossos movimentos, impaciente que eu terminasse para o servir a ele. Parecia tão mirone como Rui. No fundo todos os homens, e nós mulheres, somos iguais nestas coisas de sexo. Sentindo então o cacete de Jacques bem rijo coloquei-me em cima dele e com suas mãos em meu rabo deixei-me penetrar. Como estivéssemos apertados não o pude cavalgar como tanto gosto quando fico por cima mas procurei deslizar no seu tronco com as mamas tesas esfregando-se-lhe no peito. Jacques contudo fosse por talvez não foder há muito ou por falta de jeito não se aguentou muito tempo. Eu porém como não estivesse muito numa de gozar com algum deles não me ralei e tratando de sair do saco pingando esporra do pito corri a enfiar-me no de Pierre. Este já tinha o piçante todo em pé e para além das maiores dimensões proporcionou-me uma pilada muito mais bem dada. As estocadas que me dava no grelo estavam tão boas que não resistimos a abrir o fecho e nus sob as estrelas rebolamos um bom bocado na areia da praia, alternando de posição uma vezes ele por cima, outras eu. Meu corninho só podia estar regalado com aquilo, e Jacques também pois sua atenção era tanta que dir-se-ia estar aprendendo como se fazia. Pierre demonstrou igualmente ser mais esperto acabando por transar comigo na areia pois assim não sujou o saco de esperma como deve ter acontecido com o de Jacques, tanto mais que se veio fartamente.
Antes de voltar ao meu local ainda fui ao mar lavar a parreca e tirar as areias que tinha no corpo, em especial no cu. Quando me enxuguei e me preparava para entrar no saco-cama Rui fingindo ter acordado perguntou-me onde tinha andado. O céu continuava límpido e eram ainda visíveis os vultos agitados dos franceses deitados, rememorando excitados o que lhes acontecera. Respondi-lhe que fora fazer xixi, e Rui abrindo agora ele o fecho-éclair do saco puxou-me por um braço para cima dele. Seu piçalho estava todo em pé. Quando me colocou por baixo dele e se preparou para me montar, viu que os outros dois o olhavam:
- Que é que foi? – exclamou-lhes em francês – Nunca viram um homem comer a sua namorada?
E desconhecendo que pelo menos Jacques já sabia que ele tinha a pila pequena deu-me a última pilada daquela madrugada. Desta vez vim-me com ele. Não o quisera fazer anteriormente com os outros dois pois guardara de propósito meu orgasmo para aquele momento final. E que bem ele me soube!
domingo, 28 de novembro de 2010
PILADA NA PRAIA
Postado por
SANDRA SAFADA
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04:09
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SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
sábado, 20 de novembro de 2010
UMA PUTA NO COFFE SHOP
Foi durante o meu tempo de prostituta em Amesterdão que tive as minhas primeiras experiências com homens que gostavam de ser sexualmente dominados por mulheres. O episódio que vou contar é um desses.
Mrs. B.. a dona do bordel onde eu trabalhava, não vivia apenas do negócio do corpo das meninas. Entre os seus vários interesses encontrava-se igualmente o de ser sócia de um coffe shop, como todas nós sabíamos e ela não o escondia. Nessa tarde mandou-me chamar dizendo que um cliente encomendara os meus serviços, e que eu me deveria encontrar com ele no coffe shop do qual era co-proprietária. Como qualquer serviço no exterior, o trabalho seria muito mais bem pago, e Mrs. B.. prometeu que ele me rendaria 5 mil florins.
- Apenas terás de te submeter às suas exigências, Sandra, que aliás não te custarão nada a não ser um bom pagamento - disse-me ela – Entras no café, podes fumar um cachimbo para te relaxares, e no final irás à casa de banho. Será aí que ele quer que tudo aconteça e será aí que o tu o satisfarás, que é para isso que homens como ele pagam a moças como tu, percebido?
A cafetã mandou lavar-me e cuidou pessoalmente que me apresentasse o mais puta possível. Lábios bem carregados de vermelho, sombra azul nos olhos igualmente bastante pronunciada, camisola branca de gola alta pois era Inverno e estava frio mas curta na cintura, com um casaco castanho de couro, carteira preta a tiracolo, minissaia azul de ganga tão curta que me deixava ver a calcinha de cetim preta, só com uma tirinha de pano cobrindo-me as duas gretas., umas meias de Lycra pretas tapando-me as pernas quase até ao local onde começava a calcinha, e umas botas negras de couro e salto alto.
- Óptimo – comentou Mrs. B.. depois de me ter toda produzida – Julgo estares ao seu gosto. E não te esqueças de tirar o casaco quando entrares no coffe-shop e de exibires a calcinha a todos os homens presentes. Aviso-te ser muito importante que o faças.
Eu iria ganhar 5 mil florins, mas quanto não iria ganhar ela, pensei, para estar assim com todos aqueles cuidados e recomendações, mas procurando não me esquecer de nenhum deles lá saí, apesar de tudo entusiasmada com o ganho que a minha vida de puta me proporcionava. Longe iam os tempos em que passara fome em Coimbra.
Um dos seguranças acompanhou-me como sempre que uma de nós saía para alinhar com um tarado, pois era assim que chamávamos aos clientes que não nos queriam foder nos quartos do bordel, e dessa vez o escolhido pela Madame foi Wilfried. Fomos de táxi e em menos de meia hora estávamos no local combinado. Wilfried entrou comigo e foi ele quem pediu um cachimbo para nós os dois. Mais de metade das mesas estavam ocupadas ainda que a maioria dos clientes fosse homens até aos 40 anos, a quem minha entrada chamou a atenção e havia um cheiro peculiar mas agradável a cânhamo. E então quando tirei o casaco e me sentei exibindo a minha calcinha sumida, percebi que todos os presentes perceberam estar na presença de uma puta vindo ali com o seu chulo. Wilfried sorriu-me:
- Muito bem Sandra! Isso mesmo é o que se espera de ti, que demonstres bem a tua condição de mulher que tem no corpo a sua principal fonte de rendimento – para uma puta iniciante ainda que bastante desinibida, aquelas palavras encheram-me de orgulho. E ataquei o cachimbo comprido que Wilfried me passava para as mãos.
Eu nunca fumara haxixe, e aquele que o segurança encomendara era afegão. Não tardou muito a sentir-me agradavelmente inebriada, como se me estivesse a transportar às nuvens. A própria música ambiente, o som de uma banda rock holandesa, parecia vir de dentro de mim, mas a minha garganta estava começando a ficar seca. Wilfried já bebia uma cerveja e eu mandei vir outra para mim. Bebi-a de um trago e foi Wilfried quem me lembrou que o meu encontro com o cliente desconhecido era na casa de banho do café, e estavam-se fazendo horas.
- Fazes tudo o que ele mandar, entendido? Mesmo que tenhas vontade não mijes já – recomendou-me o segurança – O cliente ficaria muito defraudado se te encontrasse logo com a bexiga esvaziada, e ir-se-ia queixar do teu desempenho o que não iria agradar nada a Mrs. B…
Acedia-se aos lavabos por umas escadas pois estes ficavam na cave. A porta que dava acesso ao dos homens à direita, a das mulheres à esquerda, e foi nesta que entrei, encostando-a sem a fechar, como tinha sido instruída. De facto a cerveja fizera-me ter alguma vontade de urinar mas como Wilfried me mandara não o fazer fiquei ali de pé, olhando-me no espelho por cima do lavatório, à espera de ver no que aquilo ia dar. Não esperei muito. Um ou dois minutos depois, escutei uns pés pesados de homem descendo as escadas e a porta da casa de banho ser aberta de supetão. Um homem de 40 anos, e cabelo escuro entrou e fechou a porta.
- Não te preocupes que o Wilfried já recebeu o dinheiro – era a senha que eu devia receber. Além disso eu lembrava-me de o ver numa das mesas do coffe-shop, sentado sozinho e chamara-me a atenção pois era o único cliente que não tinha nenhum cachimbo em cima dela – Ainda não mijaste, pois não? Se já mijaste vou-te fazer mijar de novo, pois vou querer uma boa mijadela tal como a tua patroa me assegurou tu serres capaz de me dar.
Assegurei-lhe já não mijar há mais de uma hora e ter a bexiga cheia, o que lhe pareceu agradar muito.
- Tira-me a roupa, vamos – mandou-me então – Daqui a pouco já poderás mijar.
Apressei-me a despi-lo até o deixar nu. Seu caralho e tomates não eram muito grandes, e pareciam até tão flácidos como o dono, pois o corpo deste era bem revestido de tecido adiposo e a sua barriga apresentava uma protuberância bem avantajada, rivalizando com a relativa escassez do caralho dele.
- Não sou nada bonito nu, pois não fofinha? – reconheceu ele _ Aposto que o teu corpinho é muito mais bonito do que o meu. Tira a camisola e mostra-me as mamas, peituda.
Em Portugal uma puta era mais do tipo de abrir a pernas e deixar entrar apenas, mas Mrs. B.. sempre nos ensinara que as suas putas trabalhavam em função dos desejos e necessidades dos clientes, pelo que tirei a camisola, abri os botões da camisa que trazia por debaixo dela, bastante lentamente pois sempre gostei de entesar os homens com elas, e mostrei-lhe minhas mamocas peitudas e esticadas para a frente. O seu caralho começou então erguendo-se. Com a mão direita, e de pé perante mim, ele começou a masturbar-se.
- Siim, siim, na verdade tens umas maminhas bonitas. Tira a saia, peituda, mas não a calcinha, só a saia por enquanto.
Quando tirei a saia por cima das meias e das botas, seu caralho estava em completo ponto de rebuçado e muito mais inchado e pulsante do que quando eu o despira. O cliente deitara-se entretanto no chão, e mandara deitar-me sobre a sua cara, a calcinha bem pousada em sua boca. Falávamos em inglês, e tal idioma era ainda algo rudimentar para mim mas quando me sentei sobre a sua cara percebi que ele me disse que se quisesse aliviar o meu intestino com uns flatos na sua boca que estivesse à vontade. Apesar da necessidade de urinar começar a apertar eu sentir-me-ia muito constrangida se isso acontecesse, já que nunca me habituei a fazê-lo em público, mesmo puta tem limites, por isso não o fiz.
- Masturba-me mas não me deixes vir já, mesmo que para isso tenhas de me dar umas boas palmadas no caralho – ordenou-me – Ficaria muito aborrecido se gozasse agora enquanto te estou a lamber a cona, peituda.
Agarrei-lhe então o caralho e comecei com as minhas mãos brincando com ele. O cliente farejou primeiro com o nariz toda a zona em volta do meu grelo como para se certificar que eu estava bem cheirosinha e como deve ter gostado do que cheirara, sem me tirar a calcinha, começou a fazer-me um minete por cima das minhas duas entradas íntimas, enquanto suas mãos que já me tinham subido pelo peito, me apalpavam deliciosamente as mamas, deixando-me os biquinhos mais afiados de tesão do que eu estava deixando a cabeça da pila dele. Huum, se soubesse que o sujeito pertencia à classe de clientes que gosta de lamber o cu e a rata de uma puta como eu, ter-me-ia apresentada com uma mais fininha ainda, pois adoro ser lambida em tais partes, mas mesmo assim aquele minete estava-me sabendo divinamente. O meu braço imprimia agora cada vez mais entusiasmo à punheta que lhe tocava e a sua pila ameaçava o gozo final.
- Cuidado, malandra, não me quero esporrar já – alertou, talvez desconfiado que o entusiasmo da minha punheta se destinava a fazê-lo vir-se mais depressa. Plaf, plaf, duas palmadas tão enérgicas como a minha punheta que lhe dei, acalmaram-lhe o tesão.
- Isso mesmo, vadiazinha, isso mesmo! Oh, que bom! – suspirou encantado com as palmadas como todos os masoquistas. – Continua a masturbar-me. Ohhh, que bela coninha e que bom cuzinho tens, peituda! Como me apetece lambê-los aos dois!
Quase me apetecia perguntar-lhe como ele sabia que a minha coninha e o meu cuzinho tinham um bom paladar se os estava provando por cima da calcinha, ou não estivesse necessitando de sentir aquela língua molhadinha nos meus lábios de baixo e no meu cu, mas como profissional que era concentrei-me na punheta que lhe estava tocando até o voltar sentindo com vontade de se esporrar. Plaf, plaf, mais duas valentes palmadas no caralho.
- Ohh, que bom, peituda, ohh, que bom quando me bates no caralho! Ohh, continua com a tua punheta, fofinha! – suspirava ele. Nesse momento, sem precisar de lhe dizer nada, o cliente fez-me a vontade e afastou a tira negra da calcinha que me tapava as rachas da vulva e do cu, e começou lambendo-mas muito lentamente, em círculos, metendo a língua dentro delas sempre que parava de me lamber, antes de recomeçar de novo. Huum, que delícia!
- Põe o meu caralho nas tuas mamocas, peituda! E chupa-mo!– e eu, toda deitada sobre ele, juntando minhas mamas com as mãos, cravando o caralho dele dentro delas deixei que o cliente mas estocasse longamente, com breves interrupções que eu fazia para o chupar, enquanto sua língua, toda estendida, não parava de me lamber o cu e o grelo. Vim-me gostosamente, sempre foi para mim mais fácil gozar com um cliente tarado do que com um baunilha, por isso me sabiam tão bem aqueles encontros fora do bordel. Sentindo-me vir o cliente abriu ainda mais a boca, percebi que não queria perder pitada do meu gozo e essa certeza excitou-me novamente, tanto mais que não é qualquer homem, ainda para mais tão pouco atraente como aquele, que consegue levar uma prostituta ao orgasmo estando ela a foder por dever de oficio.
- Mija-me na cara, peituda – pediu então – Dá-me uma boa mijadela!
O pedido veio de facto em boa altura pois embora me tivesse segurado bem, agora que me viera sentia com mais ansiedade a vontade de verter águas, tanto mais que todos sabem que mulher controla menos a vontade de urinar do que o homem. Foi por isso que sem o mesmo pudor que tivera quando ele me permitiu soltar uns traques na sua boca, me prestei a despejar a bexiga cheia. Chichichi, da minha vagina saía uma torrente impetuosa de urina, molhando-lhe o cabelo, a cara, o pescoço, escorrendo por ele abaixo e pingando no chão, e da qual ele não se tentava furtar, antes pelo contrário, ia virando o rosto para um lado e para o outro de modo a que ela lhe acertasse por igual em ambas as metades. Por vezes mesmo abria a boca procurando engolir o máximo que podia como se o meu jorro fosse um precioso néctar, só a fechando quando se sentia engasgar. Como visse que aquilo lhe dava prazer procurei mijar o mais que podia, e quando senti a bexiga vazia esfreguei-lhe a rata na cara para que ele pudesse aproveitar bem as ultimas gotas que ela ainda continha, e que o cliente de facto não desperdiçou. Mas seu caralho permanecia de pé e agora ele não me pedia para lhe bater, mandou-me que sem me lavar me sentasse em cima das suas coxas.
- Vais-me dar aquilo que um homem espera que uma puta lhe dê. E em troca ofereço-te mais uma gratificação que a tua patroa nunca chegará a saber teres recebido.
Entusiasmada com mais aquela promessa de pagamento, cavalguei-lhe as coxas e deixei que o seu mastro agora bem duro e empinado me penetrasse toda. Naquela posição fodeu-me quanto tempo quis, embora por vezes o sentisse ficar sem tesão e tivesse de apertar bem as pernas para que a pila dele não me fugisse pela rata fora.
- As tuas mamas, na minha cara, saborosa, QUERO AS TUAS MAMAS NA MINHA CARA! – pediu-me, fazendo-me debruçar sobre ele e deixar que o seu rosto se enterrasse no meio delas, lambendo-as com o mesmo cuidado com que momentos antes me fizera os dois minetes. Vim-me novamente. Poucos segundos depois vinha-se ele, satisfeitíssimo, nada preocupado com o odor a mijo que do seu corpo emanava.
- Foste fantástica, portuguesinha – reconheceu – Mrs. B.. não se enganou quando me garantiu seres capaz de me dares o que pretendia – e às palavras juntou mais 500 florins que era o que eu pretendia mais do que àquelas. O cliente certificando-se que estávamos sós, pegou nas roupas e nuzinho saiu com elas debaixo do braço para a casa de banho dos homens a fim de se lavar. Eu fiz o mesmo na das mulheres e saí. Quando cheguei ao cimo das escadas, um dos empregados viu-me, sorriu e pelo sorriso percebi que estava por dentro de tudo, pegou num balde com água e num esfregão de cabo, e encaminhou-se para o WC.
Wilfried viu-me chegar e não me questionou nada, apenas me perguntou se já podíamos sair agora que o serviço estava feito. Mrs. B.. dissera-nos que bastaria Wilfried identificar-se no coffe-shop para que as despesas estivessem pagas, e aquele cachimbo de haxixe tinha sido uma experiência tão agradável para mim, que me apetecia repeti-la após uma sessão tão bizarra de sexo. Pedi-lhe para encomendar mais um cachimbo e ele acedeu. Para alguma coisa valia a pena ter uma patroa que além de dona de uma casa de putas também tinha um coffe-shop.
Mrs. B.. a dona do bordel onde eu trabalhava, não vivia apenas do negócio do corpo das meninas. Entre os seus vários interesses encontrava-se igualmente o de ser sócia de um coffe shop, como todas nós sabíamos e ela não o escondia. Nessa tarde mandou-me chamar dizendo que um cliente encomendara os meus serviços, e que eu me deveria encontrar com ele no coffe shop do qual era co-proprietária. Como qualquer serviço no exterior, o trabalho seria muito mais bem pago, e Mrs. B.. prometeu que ele me rendaria 5 mil florins.
- Apenas terás de te submeter às suas exigências, Sandra, que aliás não te custarão nada a não ser um bom pagamento - disse-me ela – Entras no café, podes fumar um cachimbo para te relaxares, e no final irás à casa de banho. Será aí que ele quer que tudo aconteça e será aí que o tu o satisfarás, que é para isso que homens como ele pagam a moças como tu, percebido?
A cafetã mandou lavar-me e cuidou pessoalmente que me apresentasse o mais puta possível. Lábios bem carregados de vermelho, sombra azul nos olhos igualmente bastante pronunciada, camisola branca de gola alta pois era Inverno e estava frio mas curta na cintura, com um casaco castanho de couro, carteira preta a tiracolo, minissaia azul de ganga tão curta que me deixava ver a calcinha de cetim preta, só com uma tirinha de pano cobrindo-me as duas gretas., umas meias de Lycra pretas tapando-me as pernas quase até ao local onde começava a calcinha, e umas botas negras de couro e salto alto.
- Óptimo – comentou Mrs. B.. depois de me ter toda produzida – Julgo estares ao seu gosto. E não te esqueças de tirar o casaco quando entrares no coffe-shop e de exibires a calcinha a todos os homens presentes. Aviso-te ser muito importante que o faças.
Eu iria ganhar 5 mil florins, mas quanto não iria ganhar ela, pensei, para estar assim com todos aqueles cuidados e recomendações, mas procurando não me esquecer de nenhum deles lá saí, apesar de tudo entusiasmada com o ganho que a minha vida de puta me proporcionava. Longe iam os tempos em que passara fome em Coimbra.
Um dos seguranças acompanhou-me como sempre que uma de nós saía para alinhar com um tarado, pois era assim que chamávamos aos clientes que não nos queriam foder nos quartos do bordel, e dessa vez o escolhido pela Madame foi Wilfried. Fomos de táxi e em menos de meia hora estávamos no local combinado. Wilfried entrou comigo e foi ele quem pediu um cachimbo para nós os dois. Mais de metade das mesas estavam ocupadas ainda que a maioria dos clientes fosse homens até aos 40 anos, a quem minha entrada chamou a atenção e havia um cheiro peculiar mas agradável a cânhamo. E então quando tirei o casaco e me sentei exibindo a minha calcinha sumida, percebi que todos os presentes perceberam estar na presença de uma puta vindo ali com o seu chulo. Wilfried sorriu-me:
- Muito bem Sandra! Isso mesmo é o que se espera de ti, que demonstres bem a tua condição de mulher que tem no corpo a sua principal fonte de rendimento – para uma puta iniciante ainda que bastante desinibida, aquelas palavras encheram-me de orgulho. E ataquei o cachimbo comprido que Wilfried me passava para as mãos.
Eu nunca fumara haxixe, e aquele que o segurança encomendara era afegão. Não tardou muito a sentir-me agradavelmente inebriada, como se me estivesse a transportar às nuvens. A própria música ambiente, o som de uma banda rock holandesa, parecia vir de dentro de mim, mas a minha garganta estava começando a ficar seca. Wilfried já bebia uma cerveja e eu mandei vir outra para mim. Bebi-a de um trago e foi Wilfried quem me lembrou que o meu encontro com o cliente desconhecido era na casa de banho do café, e estavam-se fazendo horas.
- Fazes tudo o que ele mandar, entendido? Mesmo que tenhas vontade não mijes já – recomendou-me o segurança – O cliente ficaria muito defraudado se te encontrasse logo com a bexiga esvaziada, e ir-se-ia queixar do teu desempenho o que não iria agradar nada a Mrs. B…
Acedia-se aos lavabos por umas escadas pois estes ficavam na cave. A porta que dava acesso ao dos homens à direita, a das mulheres à esquerda, e foi nesta que entrei, encostando-a sem a fechar, como tinha sido instruída. De facto a cerveja fizera-me ter alguma vontade de urinar mas como Wilfried me mandara não o fazer fiquei ali de pé, olhando-me no espelho por cima do lavatório, à espera de ver no que aquilo ia dar. Não esperei muito. Um ou dois minutos depois, escutei uns pés pesados de homem descendo as escadas e a porta da casa de banho ser aberta de supetão. Um homem de 40 anos, e cabelo escuro entrou e fechou a porta.
- Não te preocupes que o Wilfried já recebeu o dinheiro – era a senha que eu devia receber. Além disso eu lembrava-me de o ver numa das mesas do coffe-shop, sentado sozinho e chamara-me a atenção pois era o único cliente que não tinha nenhum cachimbo em cima dela – Ainda não mijaste, pois não? Se já mijaste vou-te fazer mijar de novo, pois vou querer uma boa mijadela tal como a tua patroa me assegurou tu serres capaz de me dar.
Assegurei-lhe já não mijar há mais de uma hora e ter a bexiga cheia, o que lhe pareceu agradar muito.
- Tira-me a roupa, vamos – mandou-me então – Daqui a pouco já poderás mijar.
Apressei-me a despi-lo até o deixar nu. Seu caralho e tomates não eram muito grandes, e pareciam até tão flácidos como o dono, pois o corpo deste era bem revestido de tecido adiposo e a sua barriga apresentava uma protuberância bem avantajada, rivalizando com a relativa escassez do caralho dele.
- Não sou nada bonito nu, pois não fofinha? – reconheceu ele _ Aposto que o teu corpinho é muito mais bonito do que o meu. Tira a camisola e mostra-me as mamas, peituda.
Em Portugal uma puta era mais do tipo de abrir a pernas e deixar entrar apenas, mas Mrs. B.. sempre nos ensinara que as suas putas trabalhavam em função dos desejos e necessidades dos clientes, pelo que tirei a camisola, abri os botões da camisa que trazia por debaixo dela, bastante lentamente pois sempre gostei de entesar os homens com elas, e mostrei-lhe minhas mamocas peitudas e esticadas para a frente. O seu caralho começou então erguendo-se. Com a mão direita, e de pé perante mim, ele começou a masturbar-se.
- Siim, siim, na verdade tens umas maminhas bonitas. Tira a saia, peituda, mas não a calcinha, só a saia por enquanto.
Quando tirei a saia por cima das meias e das botas, seu caralho estava em completo ponto de rebuçado e muito mais inchado e pulsante do que quando eu o despira. O cliente deitara-se entretanto no chão, e mandara deitar-me sobre a sua cara, a calcinha bem pousada em sua boca. Falávamos em inglês, e tal idioma era ainda algo rudimentar para mim mas quando me sentei sobre a sua cara percebi que ele me disse que se quisesse aliviar o meu intestino com uns flatos na sua boca que estivesse à vontade. Apesar da necessidade de urinar começar a apertar eu sentir-me-ia muito constrangida se isso acontecesse, já que nunca me habituei a fazê-lo em público, mesmo puta tem limites, por isso não o fiz.
- Masturba-me mas não me deixes vir já, mesmo que para isso tenhas de me dar umas boas palmadas no caralho – ordenou-me – Ficaria muito aborrecido se gozasse agora enquanto te estou a lamber a cona, peituda.
Agarrei-lhe então o caralho e comecei com as minhas mãos brincando com ele. O cliente farejou primeiro com o nariz toda a zona em volta do meu grelo como para se certificar que eu estava bem cheirosinha e como deve ter gostado do que cheirara, sem me tirar a calcinha, começou a fazer-me um minete por cima das minhas duas entradas íntimas, enquanto suas mãos que já me tinham subido pelo peito, me apalpavam deliciosamente as mamas, deixando-me os biquinhos mais afiados de tesão do que eu estava deixando a cabeça da pila dele. Huum, se soubesse que o sujeito pertencia à classe de clientes que gosta de lamber o cu e a rata de uma puta como eu, ter-me-ia apresentada com uma mais fininha ainda, pois adoro ser lambida em tais partes, mas mesmo assim aquele minete estava-me sabendo divinamente. O meu braço imprimia agora cada vez mais entusiasmo à punheta que lhe tocava e a sua pila ameaçava o gozo final.
- Cuidado, malandra, não me quero esporrar já – alertou, talvez desconfiado que o entusiasmo da minha punheta se destinava a fazê-lo vir-se mais depressa. Plaf, plaf, duas palmadas tão enérgicas como a minha punheta que lhe dei, acalmaram-lhe o tesão.
- Isso mesmo, vadiazinha, isso mesmo! Oh, que bom! – suspirou encantado com as palmadas como todos os masoquistas. – Continua a masturbar-me. Ohhh, que bela coninha e que bom cuzinho tens, peituda! Como me apetece lambê-los aos dois!
Quase me apetecia perguntar-lhe como ele sabia que a minha coninha e o meu cuzinho tinham um bom paladar se os estava provando por cima da calcinha, ou não estivesse necessitando de sentir aquela língua molhadinha nos meus lábios de baixo e no meu cu, mas como profissional que era concentrei-me na punheta que lhe estava tocando até o voltar sentindo com vontade de se esporrar. Plaf, plaf, mais duas valentes palmadas no caralho.
- Ohh, que bom, peituda, ohh, que bom quando me bates no caralho! Ohh, continua com a tua punheta, fofinha! – suspirava ele. Nesse momento, sem precisar de lhe dizer nada, o cliente fez-me a vontade e afastou a tira negra da calcinha que me tapava as rachas da vulva e do cu, e começou lambendo-mas muito lentamente, em círculos, metendo a língua dentro delas sempre que parava de me lamber, antes de recomeçar de novo. Huum, que delícia!
- Põe o meu caralho nas tuas mamocas, peituda! E chupa-mo!– e eu, toda deitada sobre ele, juntando minhas mamas com as mãos, cravando o caralho dele dentro delas deixei que o cliente mas estocasse longamente, com breves interrupções que eu fazia para o chupar, enquanto sua língua, toda estendida, não parava de me lamber o cu e o grelo. Vim-me gostosamente, sempre foi para mim mais fácil gozar com um cliente tarado do que com um baunilha, por isso me sabiam tão bem aqueles encontros fora do bordel. Sentindo-me vir o cliente abriu ainda mais a boca, percebi que não queria perder pitada do meu gozo e essa certeza excitou-me novamente, tanto mais que não é qualquer homem, ainda para mais tão pouco atraente como aquele, que consegue levar uma prostituta ao orgasmo estando ela a foder por dever de oficio.
- Mija-me na cara, peituda – pediu então – Dá-me uma boa mijadela!
O pedido veio de facto em boa altura pois embora me tivesse segurado bem, agora que me viera sentia com mais ansiedade a vontade de verter águas, tanto mais que todos sabem que mulher controla menos a vontade de urinar do que o homem. Foi por isso que sem o mesmo pudor que tivera quando ele me permitiu soltar uns traques na sua boca, me prestei a despejar a bexiga cheia. Chichichi, da minha vagina saía uma torrente impetuosa de urina, molhando-lhe o cabelo, a cara, o pescoço, escorrendo por ele abaixo e pingando no chão, e da qual ele não se tentava furtar, antes pelo contrário, ia virando o rosto para um lado e para o outro de modo a que ela lhe acertasse por igual em ambas as metades. Por vezes mesmo abria a boca procurando engolir o máximo que podia como se o meu jorro fosse um precioso néctar, só a fechando quando se sentia engasgar. Como visse que aquilo lhe dava prazer procurei mijar o mais que podia, e quando senti a bexiga vazia esfreguei-lhe a rata na cara para que ele pudesse aproveitar bem as ultimas gotas que ela ainda continha, e que o cliente de facto não desperdiçou. Mas seu caralho permanecia de pé e agora ele não me pedia para lhe bater, mandou-me que sem me lavar me sentasse em cima das suas coxas.
- Vais-me dar aquilo que um homem espera que uma puta lhe dê. E em troca ofereço-te mais uma gratificação que a tua patroa nunca chegará a saber teres recebido.
Entusiasmada com mais aquela promessa de pagamento, cavalguei-lhe as coxas e deixei que o seu mastro agora bem duro e empinado me penetrasse toda. Naquela posição fodeu-me quanto tempo quis, embora por vezes o sentisse ficar sem tesão e tivesse de apertar bem as pernas para que a pila dele não me fugisse pela rata fora.
- As tuas mamas, na minha cara, saborosa, QUERO AS TUAS MAMAS NA MINHA CARA! – pediu-me, fazendo-me debruçar sobre ele e deixar que o seu rosto se enterrasse no meio delas, lambendo-as com o mesmo cuidado com que momentos antes me fizera os dois minetes. Vim-me novamente. Poucos segundos depois vinha-se ele, satisfeitíssimo, nada preocupado com o odor a mijo que do seu corpo emanava.
- Foste fantástica, portuguesinha – reconheceu – Mrs. B.. não se enganou quando me garantiu seres capaz de me dares o que pretendia – e às palavras juntou mais 500 florins que era o que eu pretendia mais do que àquelas. O cliente certificando-se que estávamos sós, pegou nas roupas e nuzinho saiu com elas debaixo do braço para a casa de banho dos homens a fim de se lavar. Eu fiz o mesmo na das mulheres e saí. Quando cheguei ao cimo das escadas, um dos empregados viu-me, sorriu e pelo sorriso percebi que estava por dentro de tudo, pegou num balde com água e num esfregão de cabo, e encaminhou-se para o WC.
Wilfried viu-me chegar e não me questionou nada, apenas me perguntou se já podíamos sair agora que o serviço estava feito. Mrs. B.. dissera-nos que bastaria Wilfried identificar-se no coffe-shop para que as despesas estivessem pagas, e aquele cachimbo de haxixe tinha sido uma experiência tão agradável para mim, que me apetecia repeti-la após uma sessão tão bizarra de sexo. Pedi-lhe para encomendar mais um cachimbo e ele acedeu. Para alguma coisa valia a pena ter uma patroa que além de dona de uma casa de putas também tinha um coffe-shop.
Postado por
SANDRA SAFADA
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10:39
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM AMESTERDÃO
sábado, 13 de novembro de 2010
RACHA SUPLENTE PARA UM MARIDO CARENTE
Para não fugir á regra, nessa noite eu de carteira a tiracolo e saia azul bem acima do joelho, andava para trás e para diante, em frente á estação de Coimbra tentando aliciar homens para umas fodas pagas ainda que quando vi o Ford Escort metalizado transportando um casal jovem vir na minha direcção, estivesse longe de imaginar que isso significasse uma proposta de trabalho. No entanto o condutor, um jovem moreno e entroncado de cabelo curto, parou junto a mim e perguntou-me se por três notas de mil estaria disposta a alinhar por uma horita com um casal. A jovem estava grávida, talvez perto do sétimo mês pelo tamanho volumoso da barriga, era loira, de olhos azuis, com os cabelos em cachos caindo-lhe sobre os ombros, muito bonita, acho que a gravidez ainda a fazia ficar mais bonita. Tinham um ar moderno e eu apesar de nunca ter alinhado com casais não achei sua proposta estranha, tanto mais que três contos de reis eram uma boa maquia. Apenas perguntei assim onde seria pois não os estava imaginando entrarem comigo numa das pensões de putas da baixinha, ou debaixo das árvores do Choupal, dois dos locais onde habitualmente eu abria as pernas aos homens que me pagavam.
- Conhecemos um motel na zona da Mealhada a cerca de um quarto de hora daqui. Nós levámos-te e trazemos-te de volta – respondeu-me de novo ele. Percebi que aquilo ia durar mais de uma hora, por isso exigi:
- Se demorar mais de 60 minutos vou querer um extra de 500 escudos - como novamente o homem tivesse concordado entrei no carro e segui com eles. Na viagem a moça falou pela primeira vez para me explicar, embora não precisasse de o fazer, a razão da minha contratação.
- O meu marido é muito querido, e a nossa vida amorosa sempre foi fantástica, ou não seja ele um homem muito quente e bem dotado. Desde os nossos tempos de namoro que sempre procurei fazer com que o Henrique não tivesse necessidade de andar por fora para se satisfazer, pois sempre como namorada e como esposa achei que essa era uma das minhas obrigações. Nunca aluguei o meu corpo mas não me envergonho de dizer que na cama com ele sou muito mais puta que a menina ou uma das suas colegas. Simplesmente no meu actual estado de gravidez não sou já capaz de o satisfazer o que nos entristece muito a ambos. Nas últimas semanas tenho-o chupado e masturbado bastante mas o Henrique no final gosta sempre de meter e isso já se torna bastante doloroso para mim por causa da minha barriga. A ideia de contratar uma menina da vida para o aliviar da forma que ele mais gosta foi minha, não dele, e estou-lhe a dizer isto para não ficar com ideias quanto às nossas intenções.
E dizendo isto beijou o marido muito ternamente. Como sempre foi meu lema que puta, como qualquer outro prestador de serviços, não tem de questionar as razões dos seus clientes mas tão só satisfazê-los, limitei-me a ouvi-la e a abençoar-lhe mentalmente a sugestão que me iria fazer embolsar três milenas ou talvez mais se a coisa se arrastasse para lá da primeira hora como tudo levava a crer, e não lhe respondi nada. Foi assim que calada cheguei ao motel onde antes mesmo de entrar eles fizeram questão de me pagarem. O tal Henrique pagou o aluguer do quarto, encomendou uma água para a esposa e uma garrafa de vinho branco do Dão do qual eu bebi uma taça, antes de me mandarem despir e ir tomar banho. Quando voltei com a toalha enrolada em volta do corpo, Henrique já se despira, e encontrava-se sentado na borda da cama apenas com um slip negro vestido e uma silhueta bem volumosa sobre a zona genital. A esposa já despira igualmente toda a sua roupa, e estava sentada a seu lado esfregando-lhe a pila por cima do slip enquanto ele, muito amorosamente lhe mordiscava as pontas dos seios e lhe apalpava com as mãos o rabo, a vagina e a barriga empinada como uma bola. A mulher tinha as mamas inchadas da gravidez mas perfeitamente direitinhas e empinadas como as minhas e uma pentelheira loira cuidadosamente aparada o que me agradou pois que também eu desde novinha, e antes de os começar rapando totalmente, gostei de aparar meus pelinhos púbicos. Com aqueles toques seus mamilos apresentavam-se totalmente erectos e o clítoris bem exposto.
- Ando mortinha de tesão, meu garanhão. E tu também andas com muita fome da minha ratinha, não andas? – ouvi-a dizendo – Só por não poder receber o teu caralho inchado que tão bem me sabe, lamento estar grávida.
- Hei-de foder-te ainda muitas vezes se Deus quiser, meu amor – garantia-lhe ele - Deixa só a tua barrigona voltar ao normal e ainda vais apanhar muitas piladas minhas nessa tua rachinha deliciosa. Tanto mais que ainda conto voltar a encher-te a barriga mais uma ou duas vezes, pois não quero ficar só pelo primeiro filho.
Coitada, pensei. Se já na primeira gravidez lhe custa tanto ficar sem foder, imagino as seguintes. Nesse aspecto macho teve mais sorte, pode muito bem encher-nos a barriga e continuar fodendo com outras, como aliás era para isso que eu me achava ali, ainda que eu não trocasse a minha condição de fêmea pela de macho. Como os dois tão entretidos estavam que nem pareciam ter dado pela minha entrada, e puta trabalha olhando para o relógio, pigarreei a fim de lhes chamar a atenção. Os dois olharam para mim e a mulher mandou-me desembrulhar a toalha e toda nua aproximar-me deles. Ali no quarto parecia ser ela a tomar conta da situação.
- Aproxime-se e sente-se em cima das minhas pernas – ordenou-me – O meu marido vai fodê-la consigo no meu colo como se me estivesse fodendo a mim.
A mulher fechou as pernas e eu pousei meu rabo em cima delas. Henrique levantou-se então, colocando-se em frente a nós e foi a esposa quem lhe puxou o slip para baixo, deixando-me ver um enorme caralho circuncidado de chapeleta grande, como eu tanto gosto de ver no caralho de um homem, bem rosadinho, da grossura de um chouriço grossinho e cujo tamanho devia andar muito próximo do quarto de metro. Pelo tamanho parecia muito mais o caralho de um negro do que de um homem branco. De facto aquilo na cona de uma mulher grávida de sete meses, devia causar cá um estrago!.. E em baixo um par de tomates, igualmente bem dotados e vermelhões fazendo inteira justiça a um caralho daquele calibre. Pelos vistos, e tal como me tinha dito anteriormente, a loira não era nada acanhada em questões de sexo, pois pegou no cacete do marido, masturbou-o um pouco até o deixar mais erecto, e exibiu-mo orgulhosa:
- Vê como o Henrique tem a pila? Já era muito apaixonada pelo Henrique antes de lhe ver a pila, mas quando vi o tamanho dela pela primeira vez, e embora me tenha assustado um pouco pois nunca experimentara antes uma coisa assim tão grande, ainda o fiquei a desejar mais. E ainda hoje, sempre que passo por uma antiga namorada do Henrique, imagino a inveja que lhes causo, também muito por conta desta enorme e experiente pila.
- Chupa-ma querida, quero que ma chupes – pediu-lhe ele – Apesar do teu estado de gravidez podes muito bem chupar-me a pila como tão bem a tens chupado nos últimos tempos.
- Chupo sim, meu querido – disse-lhe ela – adoro fazer-te feliz e a ela também.
Com as duas mãos envolvendo-lhe o caralho, e colocando a língua de fora, levou-o á boca. Primeiro depositou-o na língua, lambeu-lhe a chapeleta várias vezes, antes de a mordiscar e de a deglutir, procurando enfiá-lo o mais fundo que podia o que com aquele tamanho não era nada fácil. Eu podia comprovar que de facto a loira grávida era para com o seu marido uma perfeita puta na cama.
- Ohh, sim, minha querida – suspirava ele á medida que o broche se desenvolvia e as chupadelas eram cada vez mais intensas – tu fazes-me de facto muito feliz e á minha pila também.
Mas o broche também estava entesando a loira safada. Apesar do incómodo que a gravidez lhe devia causar eu bem lhe sentia os biquinhos das mamas encostados nas minhas costas cada vez mais duros e erectos e a sua vagina pingando sumo esfregava-se com mais intensidade nas minhas nádegas á medida que o mamava, como se se estivesse masturbando nelas.
- Bate-me com a pila nas mamas, meu garanhão querido – pediu-lhe desencostando as costas das minhas, e a sua voz deixava transparecer todo o tesão que sentia. Como uma mulher sofre para dar filhos aos homens que ama, pensei, e acho que foi esse pensamento que me fez sentir nada incomodada com o facto de ter uma mulher esfregando a rata no meu cu procurando obter prazer que aquele bacamarte super dotado não lhe podia fornecer. Com o peito completamente exposto e as mãos pousadas em cima da cama para se equilibrar, as mamas da loira ficaram apontando para o tecto e o marido colocando-se de lado agarrou a pila com as mãos, bateu-lhe com ela nas mamas duras e no rosto fazendo salpicar esperma em redor pois estava com ela bem meladinha.
- Gostas de cacete, não gostas minha putazinha grávida a quem amo tanto? – dizia-lhe ele – Pois prova o peso do meu cacete teso que te fez inchar a barriga, vê como o tenho tão duro como as tuas mamas, minha loirinha querida.
- Ohh, sim, adoooro o teu cacete, em especial quando ele está assim teso e enorme como hoje! – respondia-lhe a esposa toda consolada com aqueles toques - Ohh, que pena o estado da minha barriga não permitir recebê-lo dentro da minha rachinha! Oooh que pena no meu estado só poder provar a tua pila na boca e não na minha rachinha onde ela me sabe melhor e onde me faz tão bem!
- Siiim querida, imagino como te sentes. Infelizmente não poso sofrer por ti os incómodos da gravidez mas vou dar-te um pequeno consolo e chupar-te também a ti, antes de a meter nela. E de joelhos como tanto gostas.
A loira pediu então para eu me levantar do seu colo e sentar-me ao seu lado. Henrique ajoelhou-se entre os joelhos abertos dela e com a língua estendida depois de lhe ter beijado muito ternamente a vagina chupou-a e lambeu-a durante bastante tempo, sempre apalpando-lhe as mamas com os braços estendidos, como eu também gosto que um homem me apalpe quando me está a fazer um minete até a esposa se vir, satisfeita e o deixar a ele com a cara bem molhada do suco dela. Eu apesar de puta e muito habituada a foder e a ver de tudo em matéria de sexo, reconheço estar igualmente excitada com aquilo e embora eles não me tivessem dito nem pedido ainda nada ia-me entretendo a esfregar a pássara com as mãos, como fazia quando ainda menina virgem me sentia tentada pelo tesão e não arranjara homem para me consolar.
- Satisfeita, meu amor gordinha? – perguntou-lhe no final.
- Ohh, sim, muito – reconheceu a jovem – Mas ainda vou ficar muito mais no dia em que poder voltar a provar da tua pila bem no meio das minhas pernas.
A loira ganhara o seu orgasmo mas o marido, coitadinho, que tão bem trabalhara com a língua é que ainda estava a seco pois não desaleitara os ovos, e queria fazê-lo.
- A mim também me saberia muito bem poder metê-la na tua rachinha deliciosa por onde o nosso filho há-de sair e dar-te uma boa aleitadela – expressou-se.
- Pois mas como isso por enquanto não pode ser, a tua esposa arranjou-te uma rachinha suplente e parecida com a minha – retorquiu-lhe ela apontando para mim com a cabeça. – Vais comer a puta sentada no meu colo como se me estivesses a comer a mim, meu amor.
Foi a única vez que um deles me chamou puta mas eu nem tive tempo para protestar pois a mulher já me mandara sentar de novo em cima das pernas nuas dela.
- Queremos que o meu marido a foda em cima de mim, como se o estivesse a fazer comigo – explicou-me.
Segundo a Bíblia parece que foi do mesmo jeito que Abraão emprenhou Agar, sua escrava, por causa da esposa não lhe poder dar filhos, o que ali não era de todo o caso pois que a esposa estava grávida e a última coisa que eu queria era que ele me fizesse o mesmo que fizera na barriga da loira. Mas sentei-me novamente em cima das suas pernas, sentindo-lhe os pentelhos coçando-me no fundo das costas e foi em simultâneo que as duas abrimos as pernas ainda que apenas eu fosse provar agora aquele caralho.
- Não te esqueças de colocar um preservativo – lembrou a mulher. Henrique, novamente em pé, enfiou um preservativo. Naquela posição eu ainda não percebera como é que ele me ia montar mas não tardei a sabê-lo.
- Apoia as palmas das mãos em cima da cama para não fazeres muita força na minha mulher – pediu-me ele – E tu, querida, levanta-lhe as pernas.
Eu fiz o que ele me pedira e a bela loira, agarrando-me por trás dos joelhos ergueu-me as pernas ao alto.
- Está toda desimpedida, amor – disse-lhe – Come-a e faz de conta que me estás comendo a mim, que eu também vou imaginar estar a receber o teu lindo e bem dotado caralho dentro de mim.
Com as pernas ao alto minha cona estava na verdade totalmente desimpedida e eu sentia que os bicos das mamas dela estavam ainda erectos. Como quando fizera o minete á esposa, Henrique voltara a ajoelhar-se e foi ajoelhado que me penetrou com muito cuidado até a ter introduzido toda até á carqueja. Foi deliciosa a sua entrada. Quando a sentiu bem entaladinha dentro de mim começou bombando-me com força e eu não pude evitar de gemer, sentindo-a entrando e saindo com muito ritmo.
- Isso, meu querido! – incentivava-o a esposa – Fá-la gemer como me fazes gemer a mim, quando fazemos amor, e como tanto gostas de me ouvir. Ahh, é tão bom gemer debaixo da força do teu tesão, querido! Ahh, que saudades tenho do tempo em que a tua pila tanto me fazia gemer em momentos como este!
- E eu que saudades tenho da tua cona quentinha, querida, onde tanto gosto de meter o meu caralho! – respondia-lhe ele embora com o entusiasmo como me dava não parecesse estar assim com tantas saudades da cona dela – Que pena não te poder beijar as mamas neste momento!
De facto meu peito ocultava as mamas da loira mas esta tinha como contornar o problema.
- Beija as mamocas dela, meu amor que eu vou sentir como se o estivesses fazendo em mim.
Sem me pedir licença Henrique abocanhou-me os mamilos, um de cada vez, mordiscando-os, lambendo-os, beijando-os e fazendo-me ficar mais excitada. A loira agora abraçara-nos a ambos e novamente eu me apercebia como a foda dele em mim a deixava em ponto de rebuçado. Com aquele seu abraço apertando-nos contra ela como se pretendesse sentir a foda através do meu corpo e as estocadas daquele caralho penetrando-me bem fundo, a loira aproveitava para se voltar a esfregar toda em mim até se vir mais uma vez nessa noite.
- O nosso filho mexeu-se – gritou ela quando se veio. – Vem-te querido, que eu também me estou a vir.
Eu também sentira o movimento do bebé no útero, talvez o miúdo estivesse igualmente sentindo prazer naquela foda dos pais com uma puta da rua pensei, mas nesse momento Henrique começava desaguando seu gozo em mim e eu que estivera contendo meu orgasmo não resisti mais e vim-me igualmente. A esporradela que Henrique libertou foi tão intensa que o próprio preservativo escorregou-lhe um pouco da pila e quando a tirou fora com o depósito cheio e pesado, teve de o fazer com cuidado e agarrando-o com as mãos para que ele não se soltasse e não ficasse dentro da minha vagina.
Embora o limite de uma hora que tinha sido fixado tivesse sido ultrapassado, tanto prazer eu sentira naquele encontro, e tão abertos de mente os achara, que estava disposta a praticar a minha boa acção do dia e não lhes cobrar a taxa extra de 500 escudos, mas ambos insistiram em pagar-ma dizendo que eu me portara muito bem e as coisas tinham-se desenrolado como eles queriam pelo que tinham muito gosto em que a aceitasse. Bom, já que eles tanto insistiam e a mim, aluna pobre de Direito, o dinheiro tanta falta me fazia, que haveria de fazer senão aceitá-lo? E quando me trouxeram de volta á estação deixaram-me ficar igualmente a garrafa de vinho do Dão, que se achava quase intacta.
- Ela ficou só a ver-te foder, ou também alinhou contigo? – quis saber a Tita, minha habitual colega de putedo na rua e que me vira embarcando com eles
- Também alinhou – respondi, mais para a espicaçar – E até se veio toda com o grelo encostado ao meu cu e a apalpar-me as mamas.
A Tita, muito mais esquisita do que eu em aceitar as fantasias mais bizarras dos clientes,
fez um esgar desdenhoso.
- Não passas mesmo de uma puta badalhoca, Sandra que até a uma mulher és capaz de lhe abrir as pernas se ela te pagar para isso.
Vai falando despeitada, apeteceu-me dizer-lhe, por te armares em putazinha pudica é que no fim da noite eu levo sempre a minha carteira mais gorda do que a tua, mas satisfeita como estava e nada preocupada com os pruridos da Tita apenas lhe estendi a garrafa para as mãos.
- Cala-te, magricela e dá aí um trago que não é todos os dias que os clientes nos oferecem Dão – disse-lhe. A Tita não se fez rogada e levou a garrafa à boca.
Não tardou muito a ser de novo contratada, desta vez para uma mamada e uma foda rápida no Choupal. Quando voltei já a Tita, com grande mágoa minha, despachara a garrafa toda. A noite estava fria e um outro trago ter-me-ia sabido bem, mas mais uma vez me calei. As crises existenciais de Tita faziam-na por vezes beber mais do que a conta e mais valia deixá-la para lá com elas. Era para mim mais agradável e rentável ser puta badalhoca do que afogar as mágoas da vida numa garrafa de vinho como faziam as putas bêbadas como ela.
- Conhecemos um motel na zona da Mealhada a cerca de um quarto de hora daqui. Nós levámos-te e trazemos-te de volta – respondeu-me de novo ele. Percebi que aquilo ia durar mais de uma hora, por isso exigi:
- Se demorar mais de 60 minutos vou querer um extra de 500 escudos - como novamente o homem tivesse concordado entrei no carro e segui com eles. Na viagem a moça falou pela primeira vez para me explicar, embora não precisasse de o fazer, a razão da minha contratação.
- O meu marido é muito querido, e a nossa vida amorosa sempre foi fantástica, ou não seja ele um homem muito quente e bem dotado. Desde os nossos tempos de namoro que sempre procurei fazer com que o Henrique não tivesse necessidade de andar por fora para se satisfazer, pois sempre como namorada e como esposa achei que essa era uma das minhas obrigações. Nunca aluguei o meu corpo mas não me envergonho de dizer que na cama com ele sou muito mais puta que a menina ou uma das suas colegas. Simplesmente no meu actual estado de gravidez não sou já capaz de o satisfazer o que nos entristece muito a ambos. Nas últimas semanas tenho-o chupado e masturbado bastante mas o Henrique no final gosta sempre de meter e isso já se torna bastante doloroso para mim por causa da minha barriga. A ideia de contratar uma menina da vida para o aliviar da forma que ele mais gosta foi minha, não dele, e estou-lhe a dizer isto para não ficar com ideias quanto às nossas intenções.
E dizendo isto beijou o marido muito ternamente. Como sempre foi meu lema que puta, como qualquer outro prestador de serviços, não tem de questionar as razões dos seus clientes mas tão só satisfazê-los, limitei-me a ouvi-la e a abençoar-lhe mentalmente a sugestão que me iria fazer embolsar três milenas ou talvez mais se a coisa se arrastasse para lá da primeira hora como tudo levava a crer, e não lhe respondi nada. Foi assim que calada cheguei ao motel onde antes mesmo de entrar eles fizeram questão de me pagarem. O tal Henrique pagou o aluguer do quarto, encomendou uma água para a esposa e uma garrafa de vinho branco do Dão do qual eu bebi uma taça, antes de me mandarem despir e ir tomar banho. Quando voltei com a toalha enrolada em volta do corpo, Henrique já se despira, e encontrava-se sentado na borda da cama apenas com um slip negro vestido e uma silhueta bem volumosa sobre a zona genital. A esposa já despira igualmente toda a sua roupa, e estava sentada a seu lado esfregando-lhe a pila por cima do slip enquanto ele, muito amorosamente lhe mordiscava as pontas dos seios e lhe apalpava com as mãos o rabo, a vagina e a barriga empinada como uma bola. A mulher tinha as mamas inchadas da gravidez mas perfeitamente direitinhas e empinadas como as minhas e uma pentelheira loira cuidadosamente aparada o que me agradou pois que também eu desde novinha, e antes de os começar rapando totalmente, gostei de aparar meus pelinhos púbicos. Com aqueles toques seus mamilos apresentavam-se totalmente erectos e o clítoris bem exposto.
- Ando mortinha de tesão, meu garanhão. E tu também andas com muita fome da minha ratinha, não andas? – ouvi-a dizendo – Só por não poder receber o teu caralho inchado que tão bem me sabe, lamento estar grávida.
- Hei-de foder-te ainda muitas vezes se Deus quiser, meu amor – garantia-lhe ele - Deixa só a tua barrigona voltar ao normal e ainda vais apanhar muitas piladas minhas nessa tua rachinha deliciosa. Tanto mais que ainda conto voltar a encher-te a barriga mais uma ou duas vezes, pois não quero ficar só pelo primeiro filho.
Coitada, pensei. Se já na primeira gravidez lhe custa tanto ficar sem foder, imagino as seguintes. Nesse aspecto macho teve mais sorte, pode muito bem encher-nos a barriga e continuar fodendo com outras, como aliás era para isso que eu me achava ali, ainda que eu não trocasse a minha condição de fêmea pela de macho. Como os dois tão entretidos estavam que nem pareciam ter dado pela minha entrada, e puta trabalha olhando para o relógio, pigarreei a fim de lhes chamar a atenção. Os dois olharam para mim e a mulher mandou-me desembrulhar a toalha e toda nua aproximar-me deles. Ali no quarto parecia ser ela a tomar conta da situação.
- Aproxime-se e sente-se em cima das minhas pernas – ordenou-me – O meu marido vai fodê-la consigo no meu colo como se me estivesse fodendo a mim.
A mulher fechou as pernas e eu pousei meu rabo em cima delas. Henrique levantou-se então, colocando-se em frente a nós e foi a esposa quem lhe puxou o slip para baixo, deixando-me ver um enorme caralho circuncidado de chapeleta grande, como eu tanto gosto de ver no caralho de um homem, bem rosadinho, da grossura de um chouriço grossinho e cujo tamanho devia andar muito próximo do quarto de metro. Pelo tamanho parecia muito mais o caralho de um negro do que de um homem branco. De facto aquilo na cona de uma mulher grávida de sete meses, devia causar cá um estrago!.. E em baixo um par de tomates, igualmente bem dotados e vermelhões fazendo inteira justiça a um caralho daquele calibre. Pelos vistos, e tal como me tinha dito anteriormente, a loira não era nada acanhada em questões de sexo, pois pegou no cacete do marido, masturbou-o um pouco até o deixar mais erecto, e exibiu-mo orgulhosa:
- Vê como o Henrique tem a pila? Já era muito apaixonada pelo Henrique antes de lhe ver a pila, mas quando vi o tamanho dela pela primeira vez, e embora me tenha assustado um pouco pois nunca experimentara antes uma coisa assim tão grande, ainda o fiquei a desejar mais. E ainda hoje, sempre que passo por uma antiga namorada do Henrique, imagino a inveja que lhes causo, também muito por conta desta enorme e experiente pila.
- Chupa-ma querida, quero que ma chupes – pediu-lhe ele – Apesar do teu estado de gravidez podes muito bem chupar-me a pila como tão bem a tens chupado nos últimos tempos.
- Chupo sim, meu querido – disse-lhe ela – adoro fazer-te feliz e a ela também.
Com as duas mãos envolvendo-lhe o caralho, e colocando a língua de fora, levou-o á boca. Primeiro depositou-o na língua, lambeu-lhe a chapeleta várias vezes, antes de a mordiscar e de a deglutir, procurando enfiá-lo o mais fundo que podia o que com aquele tamanho não era nada fácil. Eu podia comprovar que de facto a loira grávida era para com o seu marido uma perfeita puta na cama.
- Ohh, sim, minha querida – suspirava ele á medida que o broche se desenvolvia e as chupadelas eram cada vez mais intensas – tu fazes-me de facto muito feliz e á minha pila também.
Mas o broche também estava entesando a loira safada. Apesar do incómodo que a gravidez lhe devia causar eu bem lhe sentia os biquinhos das mamas encostados nas minhas costas cada vez mais duros e erectos e a sua vagina pingando sumo esfregava-se com mais intensidade nas minhas nádegas á medida que o mamava, como se se estivesse masturbando nelas.
- Bate-me com a pila nas mamas, meu garanhão querido – pediu-lhe desencostando as costas das minhas, e a sua voz deixava transparecer todo o tesão que sentia. Como uma mulher sofre para dar filhos aos homens que ama, pensei, e acho que foi esse pensamento que me fez sentir nada incomodada com o facto de ter uma mulher esfregando a rata no meu cu procurando obter prazer que aquele bacamarte super dotado não lhe podia fornecer. Com o peito completamente exposto e as mãos pousadas em cima da cama para se equilibrar, as mamas da loira ficaram apontando para o tecto e o marido colocando-se de lado agarrou a pila com as mãos, bateu-lhe com ela nas mamas duras e no rosto fazendo salpicar esperma em redor pois estava com ela bem meladinha.
- Gostas de cacete, não gostas minha putazinha grávida a quem amo tanto? – dizia-lhe ele – Pois prova o peso do meu cacete teso que te fez inchar a barriga, vê como o tenho tão duro como as tuas mamas, minha loirinha querida.
- Ohh, sim, adoooro o teu cacete, em especial quando ele está assim teso e enorme como hoje! – respondia-lhe a esposa toda consolada com aqueles toques - Ohh, que pena o estado da minha barriga não permitir recebê-lo dentro da minha rachinha! Oooh que pena no meu estado só poder provar a tua pila na boca e não na minha rachinha onde ela me sabe melhor e onde me faz tão bem!
- Siiim querida, imagino como te sentes. Infelizmente não poso sofrer por ti os incómodos da gravidez mas vou dar-te um pequeno consolo e chupar-te também a ti, antes de a meter nela. E de joelhos como tanto gostas.
A loira pediu então para eu me levantar do seu colo e sentar-me ao seu lado. Henrique ajoelhou-se entre os joelhos abertos dela e com a língua estendida depois de lhe ter beijado muito ternamente a vagina chupou-a e lambeu-a durante bastante tempo, sempre apalpando-lhe as mamas com os braços estendidos, como eu também gosto que um homem me apalpe quando me está a fazer um minete até a esposa se vir, satisfeita e o deixar a ele com a cara bem molhada do suco dela. Eu apesar de puta e muito habituada a foder e a ver de tudo em matéria de sexo, reconheço estar igualmente excitada com aquilo e embora eles não me tivessem dito nem pedido ainda nada ia-me entretendo a esfregar a pássara com as mãos, como fazia quando ainda menina virgem me sentia tentada pelo tesão e não arranjara homem para me consolar.
- Satisfeita, meu amor gordinha? – perguntou-lhe no final.
- Ohh, sim, muito – reconheceu a jovem – Mas ainda vou ficar muito mais no dia em que poder voltar a provar da tua pila bem no meio das minhas pernas.
A loira ganhara o seu orgasmo mas o marido, coitadinho, que tão bem trabalhara com a língua é que ainda estava a seco pois não desaleitara os ovos, e queria fazê-lo.
- A mim também me saberia muito bem poder metê-la na tua rachinha deliciosa por onde o nosso filho há-de sair e dar-te uma boa aleitadela – expressou-se.
- Pois mas como isso por enquanto não pode ser, a tua esposa arranjou-te uma rachinha suplente e parecida com a minha – retorquiu-lhe ela apontando para mim com a cabeça. – Vais comer a puta sentada no meu colo como se me estivesses a comer a mim, meu amor.
Foi a única vez que um deles me chamou puta mas eu nem tive tempo para protestar pois a mulher já me mandara sentar de novo em cima das pernas nuas dela.
- Queremos que o meu marido a foda em cima de mim, como se o estivesse a fazer comigo – explicou-me.
Segundo a Bíblia parece que foi do mesmo jeito que Abraão emprenhou Agar, sua escrava, por causa da esposa não lhe poder dar filhos, o que ali não era de todo o caso pois que a esposa estava grávida e a última coisa que eu queria era que ele me fizesse o mesmo que fizera na barriga da loira. Mas sentei-me novamente em cima das suas pernas, sentindo-lhe os pentelhos coçando-me no fundo das costas e foi em simultâneo que as duas abrimos as pernas ainda que apenas eu fosse provar agora aquele caralho.
- Não te esqueças de colocar um preservativo – lembrou a mulher. Henrique, novamente em pé, enfiou um preservativo. Naquela posição eu ainda não percebera como é que ele me ia montar mas não tardei a sabê-lo.
- Apoia as palmas das mãos em cima da cama para não fazeres muita força na minha mulher – pediu-me ele – E tu, querida, levanta-lhe as pernas.
Eu fiz o que ele me pedira e a bela loira, agarrando-me por trás dos joelhos ergueu-me as pernas ao alto.
- Está toda desimpedida, amor – disse-lhe – Come-a e faz de conta que me estás comendo a mim, que eu também vou imaginar estar a receber o teu lindo e bem dotado caralho dentro de mim.
Com as pernas ao alto minha cona estava na verdade totalmente desimpedida e eu sentia que os bicos das mamas dela estavam ainda erectos. Como quando fizera o minete á esposa, Henrique voltara a ajoelhar-se e foi ajoelhado que me penetrou com muito cuidado até a ter introduzido toda até á carqueja. Foi deliciosa a sua entrada. Quando a sentiu bem entaladinha dentro de mim começou bombando-me com força e eu não pude evitar de gemer, sentindo-a entrando e saindo com muito ritmo.
- Isso, meu querido! – incentivava-o a esposa – Fá-la gemer como me fazes gemer a mim, quando fazemos amor, e como tanto gostas de me ouvir. Ahh, é tão bom gemer debaixo da força do teu tesão, querido! Ahh, que saudades tenho do tempo em que a tua pila tanto me fazia gemer em momentos como este!
- E eu que saudades tenho da tua cona quentinha, querida, onde tanto gosto de meter o meu caralho! – respondia-lhe ele embora com o entusiasmo como me dava não parecesse estar assim com tantas saudades da cona dela – Que pena não te poder beijar as mamas neste momento!
De facto meu peito ocultava as mamas da loira mas esta tinha como contornar o problema.
- Beija as mamocas dela, meu amor que eu vou sentir como se o estivesses fazendo em mim.
Sem me pedir licença Henrique abocanhou-me os mamilos, um de cada vez, mordiscando-os, lambendo-os, beijando-os e fazendo-me ficar mais excitada. A loira agora abraçara-nos a ambos e novamente eu me apercebia como a foda dele em mim a deixava em ponto de rebuçado. Com aquele seu abraço apertando-nos contra ela como se pretendesse sentir a foda através do meu corpo e as estocadas daquele caralho penetrando-me bem fundo, a loira aproveitava para se voltar a esfregar toda em mim até se vir mais uma vez nessa noite.
- O nosso filho mexeu-se – gritou ela quando se veio. – Vem-te querido, que eu também me estou a vir.
Eu também sentira o movimento do bebé no útero, talvez o miúdo estivesse igualmente sentindo prazer naquela foda dos pais com uma puta da rua pensei, mas nesse momento Henrique começava desaguando seu gozo em mim e eu que estivera contendo meu orgasmo não resisti mais e vim-me igualmente. A esporradela que Henrique libertou foi tão intensa que o próprio preservativo escorregou-lhe um pouco da pila e quando a tirou fora com o depósito cheio e pesado, teve de o fazer com cuidado e agarrando-o com as mãos para que ele não se soltasse e não ficasse dentro da minha vagina.
Embora o limite de uma hora que tinha sido fixado tivesse sido ultrapassado, tanto prazer eu sentira naquele encontro, e tão abertos de mente os achara, que estava disposta a praticar a minha boa acção do dia e não lhes cobrar a taxa extra de 500 escudos, mas ambos insistiram em pagar-ma dizendo que eu me portara muito bem e as coisas tinham-se desenrolado como eles queriam pelo que tinham muito gosto em que a aceitasse. Bom, já que eles tanto insistiam e a mim, aluna pobre de Direito, o dinheiro tanta falta me fazia, que haveria de fazer senão aceitá-lo? E quando me trouxeram de volta á estação deixaram-me ficar igualmente a garrafa de vinho do Dão, que se achava quase intacta.
- Ela ficou só a ver-te foder, ou também alinhou contigo? – quis saber a Tita, minha habitual colega de putedo na rua e que me vira embarcando com eles
- Também alinhou – respondi, mais para a espicaçar – E até se veio toda com o grelo encostado ao meu cu e a apalpar-me as mamas.
A Tita, muito mais esquisita do que eu em aceitar as fantasias mais bizarras dos clientes,
fez um esgar desdenhoso.
- Não passas mesmo de uma puta badalhoca, Sandra que até a uma mulher és capaz de lhe abrir as pernas se ela te pagar para isso.
Vai falando despeitada, apeteceu-me dizer-lhe, por te armares em putazinha pudica é que no fim da noite eu levo sempre a minha carteira mais gorda do que a tua, mas satisfeita como estava e nada preocupada com os pruridos da Tita apenas lhe estendi a garrafa para as mãos.
- Cala-te, magricela e dá aí um trago que não é todos os dias que os clientes nos oferecem Dão – disse-lhe. A Tita não se fez rogada e levou a garrafa à boca.
Não tardou muito a ser de novo contratada, desta vez para uma mamada e uma foda rápida no Choupal. Quando voltei já a Tita, com grande mágoa minha, despachara a garrafa toda. A noite estava fria e um outro trago ter-me-ia sabido bem, mas mais uma vez me calei. As crises existenciais de Tita faziam-na por vezes beber mais do que a conta e mais valia deixá-la para lá com elas. Era para mim mais agradável e rentável ser puta badalhoca do que afogar as mágoas da vida numa garrafa de vinho como faziam as putas bêbadas como ela.
Postado por
SANDRA SAFADA
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O CLIENTE DA PILA TORTA
Durante o tempo em que fui prostituta, e mesmo depois disso, tive oportunidade de conhecer homens com o mais diverso tipo de fantasias e taras. De um modo geral este tipo de clientes despertava um forte desprezo e antipatia nas minhas colegas de profissão, mais habituadas a abrir as pernas e a deixarem meter do que em satisfazerem outro tipo de prazeres proibidos. Não era esse contudo o meu caso. Mrs B.. a cafetã em cujo bordel trabalhei durante um ano fez-me encarar sempre o trabalho de puta como a prestação comercial de um serviço de prazer, pelo que nunca me detive em grandes considerações quanto ao modo como o cliente pretendia obter esse prazer, desde que pagasse para isso e a minha integridade física não fosse posta em causa.
Nessa noite eu e a Tita encontrávamo-nos -me no engate junto à estação ferroviária de Coimbra quando parou um carro junto a ela, e o condutor, um homem ainda na casa dos 30 anos, abordou-a. Não ouvi o que ele lhe disse apenas ouvi a resposta irada da Tita, em voz muito alta para que todos os que passavam ouvissem:
- Se queres punheta não precisas de cá vir, toca-a tu que tens mãozinhas como eu, ou pede à tua irmã que ta toque.
Nem eu nem ela nos estreáramos ainda mas a Tita era uma prostituta muito convencional, sexo com clientes só na posição de missionário, de preferência sem direito a mamada, enquanto eu com estágio feito numa casa de putas de Amesterdão onde todo o tipo de clientes era bem-vindo, já era mais do género topa-tudo. Aproximei-me assim dos dois e perguntei-lhe o que se passava.
- Este paneleiro quer que lhe toque uma à mão – disse-me ela - Aconselhei-o a tocá-la ele mesmo, sempre poupa dinheiro e o resultado é o mesmo.
Puta é puta segundo o meu conceito, afinal o cliente podia para tal serviço gostar mais das mãos de uma puta como nós do que das suas. Desde que pagasse, para mim tanto me fazia que o cliente quisesse aliviar-se no meu entre pernas, na minha boca ou na minha mão. Até me custava menos tocar-lhe uma pívia do que chupá-lo ou dar para ele, e por isso perguntei-lhe:
- Queres que ta toque eu? Levo-te é o mesmo preço de uma foda normal que eu não sou nenhuma Maria Madalena a cumprir penitência para fazer descontos nos meus serviços.
O cliente olhou para mim, percebi que preferiria uma puta magrinha como a Tita, e não uma tipo gordinha como eu, mas na impossibilidade daquela concordou com o meu preço, dizendo-me que isso nunca estivera em causa quando a abordara. Como não quis pagar quarto levou-me até o Choupal, local onde eu já fodera muito com clientes e onde mais tarde vim a ser violada uma vez por um grupo de matulões. Quando chegámos o sujeito estacionou debaixo de um renque de árvores de maneira a não sermos vistos caso aparecesse alguém e eu exigi-lhe aquilo que todas as putas, chegadas ao local da consumação do acto, exigem dos homens que as alugam antes de lhes prestarem o serviço, seja ele qual for.
- O dinheiro – e ele estendeu-me os 500$00 que era na altura o preço usual por uma foda com uma rameira da rua. Uma vez que não estava ninguém por perto, perguntei-lhe se não preferia que lhe tocasse à punheta lá fora mas ele disse-me que não, que dentro do carro estaríamos mais à vontade.
- Vais sujar o veiculo - fiz-lhe ver mas ele retorquiu-me que isso não era problema, pelo que fiquei com a ideia que ele devia fazer muitas gaiolas com putas dentro do carro.
- Preciso tirar a calcinha? – eu estava de saia curta, mais prática e apelativa para uma mulher que necessita de exibir na rua os atributos do seu corpo para poder tirar rendimento dele. Para lhe tocar a punheta não precisaria de estar nua da cintura para baixo, mas o homem podia querer ver-me a vagina e os pentelhos, por isso eu lhe fizera tal pergunta. Mas ele também considerava tal coisa desnecessária.
- Não – respondeu-me – Tira só as maminhas para fora se não te importas. Tem-las grandes e devem ser maravilhosas de ver. E puxa a saia para cima para eu te ver bem a calcinha.
Nesse dia trazia uma calcinha branca, com rendados na frente e depois de ter tirado as mamas para fora da camisa, pois estava sem sutiã como sempre me encontrava quando batia a rua, levantei a saia para cima, expondo-lhe a calcinha. O homem gostou da minha figura pois o seu caralho empinou-se sobre as calças, embora tivesse logo voltado a baixar. Pelo volume do desenho vi que não era muito grande.
- És como imaginava – reconheceu – tens uma mamas divinais e umas coxinhas grossas. Vou gostar muito de uma punheta feita pelas tuas mãos. Pena é a minha pila não merecer uma coisa como a tua. Desaperta-me o cinto e puxa-me as calças, está bem?
Pedia com meiguice num tom educado. Confesso que apesar da minha disposição em alinhar com quase todo o tipo de homens, nunca gostei de dar muita confiança para clientes tarados que eu não conhecia de lado nenhum como era o caso, ainda para mais num local recôndito como aquele. Mas e embora não tivesse entendido o que ele queria dizer com ter uma pila que não merecia uma coisa como a minha, percebi pelo seu timbre que era importante para ele ser eu a desabotoá-lo e por isso desatei-lhe o cinto e baixei-lhe as calças. Na altura eu ainda não conhecia meu actual marido Rui, e por isso posso dizer que nunca vira uma pila tão pequena como aquela, embora hoje esteja certa que meu marido ainda a tem mais pequena. Mas não era só no tamanho que aquela pila era diferente de todas as outras que vira até então. Ela era muito mais fina do que o comum das pilas, teria no máximo a espessura de dois lápis e começava a dobrar a partir do meio como se tivesse sido quebrada, inclinando-se para o lado esquerdo, de maneira que a cabeça fazia um pequeno arco em relação à base. Lembrei-me de algumas pilas engraçadas que conhecera, a do Francisco que levava o jornal e o pão matinal a casa dos meus tios e que parecia ter um bico de papagaio na conta, ou a do Sr. Silva que só nascera acompanhada de um colhão, mas não me lembrava de uma coisa assim. Não admirava que ele tivesse dito o que disse quando lhe mostrei as calcinhas e as coxas, com uma grila daquelas uma mulher só conseguiria ser penetrada de lado, teria de ter a cona bem apertadinha para a poder sentir lá dentro, e mesmo assim ela deveria entrar toda torta. Por outro lado aquele estranho caralho permanecia murcho e eu duvidava que se conseguisse pôr de pé quando o estivesse punheteando. O cliente contudo não parecia incomodado com aquilo. Agarrou-o com a mão, abanou-o com prazer e disse-me.
- Tenho o caralho muito pequenino e fininho, não tenho? Os colhões ainda vá que não vá, não deixam ficar muito mal um homem – e com a outra mão agarrava nos colhões e mostrava-nos orgulhoso. De facto não eram muito pequeno seus colhões - mas o caralho não serve para foder uma mulher, pois não?
E como eu, um pouco assustada e já algo arrependida de não o ter obrigado a levar-me para o quarto da pensão onde estaria mais segura não lhe tivesse respondido, o indivíduo gritou-me, e foi a única vez que o vi perder o seu ar educado – RESPONDE-ME, PORRA, quero que me digas que a minha piça é muito fininha e não serve para foder uma mulher antes de me tocares à punheta.
Como era isso que ele queria, entrei no jogo dele, e pela primeira vez na vida humilhei um homem por causa da sua mal provida ferramenta genital, coisa que adoooro fazer a meu marido.
- De facto – volvi-lhe – tens a piça mais curta e fina que já vi na vida e estou farta de ver picas desde bem novinha. Mais parece o caule de uma flor do que a piroca de um macho preparando-se para ser desaleitada. Com um caralho desses só podes ser virgem.
Com tais palavras seu bichinho inchou um pouco e começou a crescer de novo embora conservando-se sempre bem fininho. Vi que o rapaz gostava daquilo pelo que continuei.
- Para poderes foder uma mulher com uma piça essas, tens de te colocar na diagonal em relação a ela e ainda assim ela teria de atar a rata com ligaduras de maneira a manter-lhe os lábios bem apertadinhos para não a deixar fugir. Aconselho-te a nem sequer tentares metê-la numa puta de cona bem aberta como a minha, de outra maneira quando te estivesses a vir eu ainda nem teria percebido que já ma tinhas enfiado.
Aquela coisa estava agora toda em pé e a cabeça já estava pulsando. Compreendi que se o continuasse humilhando ele acabar-se-ia por esporrar sem que eu tivesse necessidade de o masturbar, por isso continuei.
- A falar verdade, com a tua falta de experiência, e a pouca grossura da tua bilharda, até uma virgem teria de apertar bem as coxas para te fazer esporrar dentro dela.
- Ohh, sim – concordava ele – a minha piça não merece entrar dentro de mulher nenhuma. Nem imaginas a vergonha que eu passei na Inspecção Militar quando os médicos da tropa nos mandaram despir em frente uns dos outros, e da primeira vez que fui para a cama com uma mulher nem a consegui pôr em pé por causa da vergonha que ela me fez passar.
Histórias de humilhações de rapazes pouco dotados ocorridas na Inspecção Militar conhecia eu algumas, o meu próprio marido tem uma delas para contar, mas esse problema parecia ele já não ter mais pois não só seu pouco espesso e torto pau estava todo em ponto de rebuçado, como ele dizia aquilo com orgulho como se estivesse contente por ter uma pica diferente da de todas os outros machos, e pouco desenhada para as funções da cópula.
- Não fiques só falando, gordinha, vai-me tocando na piça – exigiu pois provavelmente percebeu que se viria rapidamente com a minha conversa e queria ter algum proveito antes disso. Seu caralho não era circuncidado e estava todo melado quando peguei nele. Puxei-lhe a pele do prepúcio para trás e vi que a cabeça não apresentava nenhuma chapeleta, aquela aba bojuda e carnuda de cogumelo que apetece trincar antes de uma mamada ou de uma punheta, e que tanto aprecio ver na cabeça do caralho de um homem. Qualquer outro cliente ter-me-ia mandado chupá-lo mas não foi o caso daquele.
- Que pila mais mal formada tens – voltei a dizer – Uns colhões tão queridos e tão mal acompanhados andam – expressei-me mexendo-lhe com um das mãos nos tomates, apalpando-os e apertando-os mas sem o magoar, enquanto com a outra o ia punheteando muito lentamente pois também estava achando muita graça e a ficar húmida pelo facto de o humilhar - não admira que tenhas tido uma nega na primeira vez que ias comer uma mulher, e que tenhas sido gozado na Inspecção Militar. Todos os rapazes, de pila pequena como a tua são gozados no dia da Inspecção Militar, não são mesmo? Ainda bem que nós as raparigas, não temos e nos preocupar com o tamanho dos nossos órgãos, nem temos de ir à Inspecção militar mostrar-nos nuas, umas perante as outras.
Na verdade conheço mais raparigas complexadas por causa do tamanho dos seus seios, do que homens por causa do seu pénis, mas aquelas minhas palavras ainda o encheram mais de tesão. Da cabeça do seu caralhinho elegante começaram a cair as primeiras gotas de esperma que ele procurou conter. Compreendi que ele era um esporra-fácil tal como o meu antigo namorado Tomás e aumentei o ritmo da minha mão.
- Não é apenas por teres uma piça pequenina, fina e torta que não serves para foder – comentei - és também um esporrador barato que não aguenta muito tempo o leitinho nos colhões, pois és? Olha como já estás pingando, meu piça fina que vais morrer virgem!
Ele segurava-se quanto podia para não se vir logo tão saborosa lhe estava sabendo minha punheta.
- Ohhh, sim, vou morrer virgem, sem o meu caralhinho saber ao que sabe a cona de uma mulher – reconheceu – mas pelo menos vou morrer consolado com as punhetas que me tocam as mãozinhas deliciosas de putazinhas gostosas como tu, minha gordinha. Ahhh, que boa punheta! Ahhhhh, quem me dera que a tua punheta nunca mais chegasse ao fim nem que eu tivesse de ficar com a piça bem esfoladinha de tanto esfregares a mão nela! Ahh, que bom! Isso, mexe-me igualmente nos colhões! Espreme-os bem! Ahh, isso! Que bom! Quero ficar com os colhões bem desaleitados esta noite. Ahhh!
Quando da sua cabeça o leite começou a esguichar eu direccionei-a em direcção ao vidro da porta e a primeira esporradela acertou-lhe em cheio.
- Prá frente – pediu-me – Aponta-me a piça para a frente que eu vou esporrar o pára-brisas!
Puxando-lhe a pila na direcção do meu assento a sua cabeça ficou apontando para o pára-brisas de maneira que as esporradelas seguintes acertaram em cheio no vidro da frente do carro, em quatro ou cinco locais diferentes, e ficaram escorrendo por ele abaixo.
- Ahh, piça! – gritou satisfeito no final, puxando a calças para cima e ajeitando a roupa. Eu fiz o mesmo – podes ser demasiado torta para foder mas fazes-me gozar as melhores punhetas que um homem é capaz de gozar. E tu gordinha, sabes tocar punhetas como ninguém. Nem eu que sou homem seria capaz de tocar uma em mim tão saborosa como a que me fizeste gozar.
Quando voltamos para a Estação, Tita ainda lá se encontrava, tentando com a sua presença aliciar homens.
- Demoraste? – comentou.
- E tu, ainda nada? – perguntei-lhe.
- Nada, isto hoje está fraco – redarguiu-me.
Que pena. Apesar de também ainda não ter aberto as pernas já facturara alguma coisa pelo que a noite não seria de todo perdida se não aparecesse mais nenhum cliente. Mas depois de ter visto e brincado com aquela pilinha torta eu ficara com a rata aos saltos e queria agora para a consolar um cliente mais normalinho, com ela direita e bem abonada que quisesse fazer comigo o que os homens plenos gostam de fazer com as mulheres. Consegui-o. Mas de facto a Tita tinha razão, aquela noite estava fraca para nós putas do passeio. Só perto da meia- noite ele apareceu. Mas ainda veio a tempo.
Nessa noite eu e a Tita encontrávamo-nos -me no engate junto à estação ferroviária de Coimbra quando parou um carro junto a ela, e o condutor, um homem ainda na casa dos 30 anos, abordou-a. Não ouvi o que ele lhe disse apenas ouvi a resposta irada da Tita, em voz muito alta para que todos os que passavam ouvissem:
- Se queres punheta não precisas de cá vir, toca-a tu que tens mãozinhas como eu, ou pede à tua irmã que ta toque.
Nem eu nem ela nos estreáramos ainda mas a Tita era uma prostituta muito convencional, sexo com clientes só na posição de missionário, de preferência sem direito a mamada, enquanto eu com estágio feito numa casa de putas de Amesterdão onde todo o tipo de clientes era bem-vindo, já era mais do género topa-tudo. Aproximei-me assim dos dois e perguntei-lhe o que se passava.
- Este paneleiro quer que lhe toque uma à mão – disse-me ela - Aconselhei-o a tocá-la ele mesmo, sempre poupa dinheiro e o resultado é o mesmo.
Puta é puta segundo o meu conceito, afinal o cliente podia para tal serviço gostar mais das mãos de uma puta como nós do que das suas. Desde que pagasse, para mim tanto me fazia que o cliente quisesse aliviar-se no meu entre pernas, na minha boca ou na minha mão. Até me custava menos tocar-lhe uma pívia do que chupá-lo ou dar para ele, e por isso perguntei-lhe:
- Queres que ta toque eu? Levo-te é o mesmo preço de uma foda normal que eu não sou nenhuma Maria Madalena a cumprir penitência para fazer descontos nos meus serviços.
O cliente olhou para mim, percebi que preferiria uma puta magrinha como a Tita, e não uma tipo gordinha como eu, mas na impossibilidade daquela concordou com o meu preço, dizendo-me que isso nunca estivera em causa quando a abordara. Como não quis pagar quarto levou-me até o Choupal, local onde eu já fodera muito com clientes e onde mais tarde vim a ser violada uma vez por um grupo de matulões. Quando chegámos o sujeito estacionou debaixo de um renque de árvores de maneira a não sermos vistos caso aparecesse alguém e eu exigi-lhe aquilo que todas as putas, chegadas ao local da consumação do acto, exigem dos homens que as alugam antes de lhes prestarem o serviço, seja ele qual for.
- O dinheiro – e ele estendeu-me os 500$00 que era na altura o preço usual por uma foda com uma rameira da rua. Uma vez que não estava ninguém por perto, perguntei-lhe se não preferia que lhe tocasse à punheta lá fora mas ele disse-me que não, que dentro do carro estaríamos mais à vontade.
- Vais sujar o veiculo - fiz-lhe ver mas ele retorquiu-me que isso não era problema, pelo que fiquei com a ideia que ele devia fazer muitas gaiolas com putas dentro do carro.
- Preciso tirar a calcinha? – eu estava de saia curta, mais prática e apelativa para uma mulher que necessita de exibir na rua os atributos do seu corpo para poder tirar rendimento dele. Para lhe tocar a punheta não precisaria de estar nua da cintura para baixo, mas o homem podia querer ver-me a vagina e os pentelhos, por isso eu lhe fizera tal pergunta. Mas ele também considerava tal coisa desnecessária.
- Não – respondeu-me – Tira só as maminhas para fora se não te importas. Tem-las grandes e devem ser maravilhosas de ver. E puxa a saia para cima para eu te ver bem a calcinha.
Nesse dia trazia uma calcinha branca, com rendados na frente e depois de ter tirado as mamas para fora da camisa, pois estava sem sutiã como sempre me encontrava quando batia a rua, levantei a saia para cima, expondo-lhe a calcinha. O homem gostou da minha figura pois o seu caralho empinou-se sobre as calças, embora tivesse logo voltado a baixar. Pelo volume do desenho vi que não era muito grande.
- És como imaginava – reconheceu – tens uma mamas divinais e umas coxinhas grossas. Vou gostar muito de uma punheta feita pelas tuas mãos. Pena é a minha pila não merecer uma coisa como a tua. Desaperta-me o cinto e puxa-me as calças, está bem?
Pedia com meiguice num tom educado. Confesso que apesar da minha disposição em alinhar com quase todo o tipo de homens, nunca gostei de dar muita confiança para clientes tarados que eu não conhecia de lado nenhum como era o caso, ainda para mais num local recôndito como aquele. Mas e embora não tivesse entendido o que ele queria dizer com ter uma pila que não merecia uma coisa como a minha, percebi pelo seu timbre que era importante para ele ser eu a desabotoá-lo e por isso desatei-lhe o cinto e baixei-lhe as calças. Na altura eu ainda não conhecia meu actual marido Rui, e por isso posso dizer que nunca vira uma pila tão pequena como aquela, embora hoje esteja certa que meu marido ainda a tem mais pequena. Mas não era só no tamanho que aquela pila era diferente de todas as outras que vira até então. Ela era muito mais fina do que o comum das pilas, teria no máximo a espessura de dois lápis e começava a dobrar a partir do meio como se tivesse sido quebrada, inclinando-se para o lado esquerdo, de maneira que a cabeça fazia um pequeno arco em relação à base. Lembrei-me de algumas pilas engraçadas que conhecera, a do Francisco que levava o jornal e o pão matinal a casa dos meus tios e que parecia ter um bico de papagaio na conta, ou a do Sr. Silva que só nascera acompanhada de um colhão, mas não me lembrava de uma coisa assim. Não admirava que ele tivesse dito o que disse quando lhe mostrei as calcinhas e as coxas, com uma grila daquelas uma mulher só conseguiria ser penetrada de lado, teria de ter a cona bem apertadinha para a poder sentir lá dentro, e mesmo assim ela deveria entrar toda torta. Por outro lado aquele estranho caralho permanecia murcho e eu duvidava que se conseguisse pôr de pé quando o estivesse punheteando. O cliente contudo não parecia incomodado com aquilo. Agarrou-o com a mão, abanou-o com prazer e disse-me.
- Tenho o caralho muito pequenino e fininho, não tenho? Os colhões ainda vá que não vá, não deixam ficar muito mal um homem – e com a outra mão agarrava nos colhões e mostrava-nos orgulhoso. De facto não eram muito pequeno seus colhões - mas o caralho não serve para foder uma mulher, pois não?
E como eu, um pouco assustada e já algo arrependida de não o ter obrigado a levar-me para o quarto da pensão onde estaria mais segura não lhe tivesse respondido, o indivíduo gritou-me, e foi a única vez que o vi perder o seu ar educado – RESPONDE-ME, PORRA, quero que me digas que a minha piça é muito fininha e não serve para foder uma mulher antes de me tocares à punheta.
Como era isso que ele queria, entrei no jogo dele, e pela primeira vez na vida humilhei um homem por causa da sua mal provida ferramenta genital, coisa que adoooro fazer a meu marido.
- De facto – volvi-lhe – tens a piça mais curta e fina que já vi na vida e estou farta de ver picas desde bem novinha. Mais parece o caule de uma flor do que a piroca de um macho preparando-se para ser desaleitada. Com um caralho desses só podes ser virgem.
Com tais palavras seu bichinho inchou um pouco e começou a crescer de novo embora conservando-se sempre bem fininho. Vi que o rapaz gostava daquilo pelo que continuei.
- Para poderes foder uma mulher com uma piça essas, tens de te colocar na diagonal em relação a ela e ainda assim ela teria de atar a rata com ligaduras de maneira a manter-lhe os lábios bem apertadinhos para não a deixar fugir. Aconselho-te a nem sequer tentares metê-la numa puta de cona bem aberta como a minha, de outra maneira quando te estivesses a vir eu ainda nem teria percebido que já ma tinhas enfiado.
Aquela coisa estava agora toda em pé e a cabeça já estava pulsando. Compreendi que se o continuasse humilhando ele acabar-se-ia por esporrar sem que eu tivesse necessidade de o masturbar, por isso continuei.
- A falar verdade, com a tua falta de experiência, e a pouca grossura da tua bilharda, até uma virgem teria de apertar bem as coxas para te fazer esporrar dentro dela.
- Ohh, sim – concordava ele – a minha piça não merece entrar dentro de mulher nenhuma. Nem imaginas a vergonha que eu passei na Inspecção Militar quando os médicos da tropa nos mandaram despir em frente uns dos outros, e da primeira vez que fui para a cama com uma mulher nem a consegui pôr em pé por causa da vergonha que ela me fez passar.
Histórias de humilhações de rapazes pouco dotados ocorridas na Inspecção Militar conhecia eu algumas, o meu próprio marido tem uma delas para contar, mas esse problema parecia ele já não ter mais pois não só seu pouco espesso e torto pau estava todo em ponto de rebuçado, como ele dizia aquilo com orgulho como se estivesse contente por ter uma pica diferente da de todas os outros machos, e pouco desenhada para as funções da cópula.
- Não fiques só falando, gordinha, vai-me tocando na piça – exigiu pois provavelmente percebeu que se viria rapidamente com a minha conversa e queria ter algum proveito antes disso. Seu caralho não era circuncidado e estava todo melado quando peguei nele. Puxei-lhe a pele do prepúcio para trás e vi que a cabeça não apresentava nenhuma chapeleta, aquela aba bojuda e carnuda de cogumelo que apetece trincar antes de uma mamada ou de uma punheta, e que tanto aprecio ver na cabeça do caralho de um homem. Qualquer outro cliente ter-me-ia mandado chupá-lo mas não foi o caso daquele.
- Que pila mais mal formada tens – voltei a dizer – Uns colhões tão queridos e tão mal acompanhados andam – expressei-me mexendo-lhe com um das mãos nos tomates, apalpando-os e apertando-os mas sem o magoar, enquanto com a outra o ia punheteando muito lentamente pois também estava achando muita graça e a ficar húmida pelo facto de o humilhar - não admira que tenhas tido uma nega na primeira vez que ias comer uma mulher, e que tenhas sido gozado na Inspecção Militar. Todos os rapazes, de pila pequena como a tua são gozados no dia da Inspecção Militar, não são mesmo? Ainda bem que nós as raparigas, não temos e nos preocupar com o tamanho dos nossos órgãos, nem temos de ir à Inspecção militar mostrar-nos nuas, umas perante as outras.
Na verdade conheço mais raparigas complexadas por causa do tamanho dos seus seios, do que homens por causa do seu pénis, mas aquelas minhas palavras ainda o encheram mais de tesão. Da cabeça do seu caralhinho elegante começaram a cair as primeiras gotas de esperma que ele procurou conter. Compreendi que ele era um esporra-fácil tal como o meu antigo namorado Tomás e aumentei o ritmo da minha mão.
- Não é apenas por teres uma piça pequenina, fina e torta que não serves para foder – comentei - és também um esporrador barato que não aguenta muito tempo o leitinho nos colhões, pois és? Olha como já estás pingando, meu piça fina que vais morrer virgem!
Ele segurava-se quanto podia para não se vir logo tão saborosa lhe estava sabendo minha punheta.
- Ohhh, sim, vou morrer virgem, sem o meu caralhinho saber ao que sabe a cona de uma mulher – reconheceu – mas pelo menos vou morrer consolado com as punhetas que me tocam as mãozinhas deliciosas de putazinhas gostosas como tu, minha gordinha. Ahhh, que boa punheta! Ahhhhh, quem me dera que a tua punheta nunca mais chegasse ao fim nem que eu tivesse de ficar com a piça bem esfoladinha de tanto esfregares a mão nela! Ahh, que bom! Isso, mexe-me igualmente nos colhões! Espreme-os bem! Ahh, isso! Que bom! Quero ficar com os colhões bem desaleitados esta noite. Ahhh!
Quando da sua cabeça o leite começou a esguichar eu direccionei-a em direcção ao vidro da porta e a primeira esporradela acertou-lhe em cheio.
- Prá frente – pediu-me – Aponta-me a piça para a frente que eu vou esporrar o pára-brisas!
Puxando-lhe a pila na direcção do meu assento a sua cabeça ficou apontando para o pára-brisas de maneira que as esporradelas seguintes acertaram em cheio no vidro da frente do carro, em quatro ou cinco locais diferentes, e ficaram escorrendo por ele abaixo.
- Ahh, piça! – gritou satisfeito no final, puxando a calças para cima e ajeitando a roupa. Eu fiz o mesmo – podes ser demasiado torta para foder mas fazes-me gozar as melhores punhetas que um homem é capaz de gozar. E tu gordinha, sabes tocar punhetas como ninguém. Nem eu que sou homem seria capaz de tocar uma em mim tão saborosa como a que me fizeste gozar.
Quando voltamos para a Estação, Tita ainda lá se encontrava, tentando com a sua presença aliciar homens.
- Demoraste? – comentou.
- E tu, ainda nada? – perguntei-lhe.
- Nada, isto hoje está fraco – redarguiu-me.
Que pena. Apesar de também ainda não ter aberto as pernas já facturara alguma coisa pelo que a noite não seria de todo perdida se não aparecesse mais nenhum cliente. Mas depois de ter visto e brincado com aquela pilinha torta eu ficara com a rata aos saltos e queria agora para a consolar um cliente mais normalinho, com ela direita e bem abonada que quisesse fazer comigo o que os homens plenos gostam de fazer com as mulheres. Consegui-o. Mas de facto a Tita tinha razão, aquela noite estava fraca para nós putas do passeio. Só perto da meia- noite ele apareceu. Mas ainda veio a tempo.
Postado por
SANDRA SAFADA
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
DISCIPLINANDO O NAMORADO TESUDO
Com excepção dos meus primeiros quatro anos de casada sempre fui mulher de dar mais aos outros do que ao meu marido Rui. Sexo, é claro. E isto desde os tempos de namoro. Em Coimbra, enquanto estudante de Direito, alugava meu corpo para poder viver, mas meu namorado era quem menos se aproveitava da minha disponibilidade em abrir as pernas aos homens que queriam usar a greta no meio delas. O que também não admirava. Dias havia em que a trazia inchada de tanto foder, e não era a pilinha pequenina e mal-formada de Rui que a deixaria naquele estado.
No entanto ele, como todos os rapazes ainda pouco batidos em matéria de sexo, nos inícios do nosso relacionamento vivia-me pressionando, para eu ser mais assídua nos meus deveres de namorada, ainda para mais tratando-se de uma namorada tão rodada em dividir a cama com desconhecidos nas pensões de putas da baixinha, ou os assentos dos carros nos locais mais recônditos do Choupal, como não se cansava de mo lembrar. E tal tipo de pressões magoava-me bastante, tanto mais que quando ele me tinha pedido namoro eu fizera-o prometer não reclamar da minha condição de menina da má nota.
Nesse dia contudo, uma sexta-feira, farta das suas lamúrias e dos seus constantes e maçadores pedidos de colaboração para o ajudar a despejar os colhõezinhos de codorniz pois que Rui, e os meus dois filhos rapazes, os têm tão pequeninos e mirrados como o caralho, lá lhe prometi que nessa noite quando encerrasse a actividade de prostituta o deixaria pôr-se em mim, promessa que o deixou todo o dia com a pila a pular por dentro das calças.
As coisas no entanto acabaram por não ser assim. Quando às oito da noite, de carteira a tiracolo, saia bastante curta, umas botas de cano alto nos pés e um anorak azul, me comecei a pavonear no Parque João Braga, procurando aliciar os homens que passavam, não precisei de dar duas voltas no passeio, para logo ser abordada por um sujeito já perto dos 60 anos, com o qual tendo acertado o preço de uns momentos íntimos de prazer entrei no carro e o deixei levar-me para o Choupal onde lhe prestei serviço completo, que é o mesmo que dizer, oral e vaginal. Rui ficou esperando por mim no Parque como sempre, nessa noite particularmente desejando que os clientes não me arrombassem muito a rata para lhe dar mais proveito a ele, e quando cheguei perguntou-me se eu ainda estaria na disposição de dar muitas pernadas nessa noite com os homens que andavam por ali, procurando putas.
- Mais umas duas ou três, se aparecerem clientes para isso, meu querido – respondi-lhe – Uma garota que como eu vive da vida, tem de aproveitar as oportunidades.
Uns dez ou quinze minutos eram decorridos, e fui novamente contratada por um grupo de três jogadores da equipa de basquetebol da Académica. Um outro atleta despedira-se e os restantes tinham decidido oferecer-lhe um strip, e talvez mais qualquer coisa no final dele. O pagamento valia bem uma ou duas horas de engate na rua e os três, conhecendo a vadia que eu era, e também que nessa altura aquele era o meu habitual local de comércio, tinham vindo procurar-me e pelos cinco contos que me ofereceram fizemos negócio. Rui acompanhou-nos embora tenha ficado do lado de fora da casa onde ia decorrer a festa e onde eu muito apalpada por todos os membros da equipa fiz um strip integral em cima da mesa da sala e onde no final dele, minha vagina e minhas mamas foram largamente banhadas com champanhe. Já participara em algumas grandes farras com eles, aliás todos altos e espadaúdos, e tal como vinha a contar não se ficaram apenas pelo strip. Fizeram-me chupar-lhes o pau e a permitir-lhes o gozo de umas espanholas nos meus peitos, e com mais outras cinco notas de mil levaram-me a consentir-lhes que à vez me comessem a vagina, nas mais diversas posições. Aquilo demorou algumas horas e quando eles já não tinham tesão para mais eram quase duas da manhã. O caso era que não eram só eles quem estavam sem tesão, eu também e o pilinhas do meu namoradinho não se esquecera da promessa que lhe fizera nessa tarde, como me lembrou mal me viu descer, sozinha e com um ar de muita satisfação, coisa que nem sempre uma puta pode dizer, mesmo tendo fodido com muitos. Tentei dissuadi-lo de ma fazer cumprir, não lhe confessei o gozo que tinha alcançado nas horas em que estivera dando para aqueles rapazes divinais e bem-feitos, mas que simplesmente depois de os ter recebido a todos minha cona estava feito uma papa, e que nenhum caralho por mais experiente que fosse na arte do coito, o que não era de modo algum o caso do seu, lhe poderia provocar outra sensação que não fosse dor, mas Rui não quis ouvir. Verdade se diga que eu também já há mais de quatro meses não o aliviava fosse de que maneira fosse.
- Não Sandrinha querida, tem paciência, desta vez não aceito passar a noite sem despejar em ti, como me prometeste. Promessas são promessas - contrapunha mostrando-me o volume da bilharda sobre o fecho das calças – Olha como tenho a piça, tão desejosa ela está de te meter! E já estás com sorte de eu te consentir deixares-me só os restos. Outro namorado fosse eu e obrigar-te-ia a abrires-me as pernas antes de ires bater a rua, como fazem todos os que namoram com putas. Se trazes a cona tão inchada e dorida ao menos faz-me um broche ou toca-me uma punheta até eu me desaleitar todo, que não acho piada nenhuma tocar punhetas sozinho na casa de banho.
- Pois sim - retorqui-lhe - sorte tens tu em ir aproveitando de vez em quando os meus restos porque os outros que namoram putas têm bacamartes bem preenchidos com que fascinam as mulheres e não amostras como a tua, penduradas no meio das pernas.
Mas aborrecida com aquele seu tesão que ele queria mostrar incontrolável decidi dar-lhe uma lição.
- Pareces um menino que nunca esteve com uma mulher e está morrendo de vontade de se esporrar com uma! – Comentei – Está bem meu chatinho com pila de gato, eu acedo a tocar-te uma segóvia e a fazer-te uma mamada, mas à minha maneira, concordas? E como não me apetece ir fazer-to num banco do Jardim pagas o quarto no Simões e prometo-te que quando acordares de manhã já terás os tomates esvaziados.
Muitas punheta toquei ao Rui nos bancos do Jardim da Sereia mas nessa noite com o que tinha em mente fazer-lhe tal cenário não dava. Com um grande beijo o meu namorado sem fazer ideia do que o esperava, nem o que eu queria dizer com tocar-lhe uma punheta e chupá-lo à minha maneira, concordou.
O Simões ficava num rua sossegada perto da baixa coimbrã e nada tinha a ver com o negócio da prostituição. Poderia ter-lhe sugerido uma das pensões de putas muito mais baratas e onde os quartos eram alugados à hora, mas farta de pensões de putas onde passava a vida a descer e a subir a calcinha andava eu, por isso pensei que se o cornudo queria ser despejado por mim então que me pagasse uma cama decente. Quando subimos ao quarto depois de Rui ter pago a pernoita despimo-nos e tomamos um banho juntos, no decorrer do qual me fartei de lhe brincar com a pilinha enquanto a ensaboava, fazendo-a ficar ainda mais em pé.
-És um rapaz muito querido, Rui – dizia-lhe pois sempre gostei muito de gozar com o reduzidíssimo tamanho da sua pila – pena é teres um piçalho tão curtinho que quando não estás com tesão nem se te o vê. Sabes ser também por isso que nunca tenho vontade que mo metas. É que tendo eu a rata tão usada e larga, e tu o teu palitinho tão pequenino e fininho, quando mo metes nem o sinto a entrar como senti as entaladelas das pirocas dos jogadores de basquete com quem acabei de foder.
Rui ainda mais entesado com os meus sarcasmos beijava-me as mamas e esfregava seu caralhito melado nas minhas pernas voltando a queixar-se:
- Ainda toco mais punheta agora que ando contigo, minha putazinha gostosa, do que quando não tinha namorada. Ao menos nessa altura não pensava tanto em sexo, mas agora vendo-te todos os dias a sair com homens e sabendo que os vais chupar e abrir-lhes as pernas, meus colhões estouram de tanto tesão. Tanto que desde que ando contigo até me apetece ser capado só para não ter de sofrer tanto com tanto tesão reprimido.
No final do banho mandei-o permanecer nu, vesti minha calcinha vermelha deixando minhas mamas à mostra e calcei as botas por achar que me davam um ar ainda mais dominador.
- De gatas meu pilinhas, que não consegue conter o tesão – ordenei-lhe com o braço estendido indicando-lhe o lugar junto aos pés da cama. Rui colocou-se de gatas e ficou muito surpreendido ao ver-me tirar os lençóis da cama e dar uns nós neles como se fossem cordas.
- Que vais fazer, Sandrinha? – perguntou – Vamos dormir em cima do colchão?
- Eu vou dormir em cima do colchão, tu dormirás no chão quando te tiver tirado todo o leitinho como tanto querias – respondi-lhe – Ou talvez te deixe dormindo de gatas. Mas para já, e como não tenho comigo nenhuma corda ou dois pares de algemas, preciso dos lençóis para obter o mesmo efeito.
Amarrei-lhe então os pulsos aos pés da cama e os tornozelos a uma cadeira e a uma pequena mesa tendo o cuidado de apertar bem os nós para deixar meu namorado o mais imóvel possível. Rui que além de ter vocação para corno o tem igualmente para masoquista ainda mais excitado ficou por ter sido amarrado naquela posição. Em pé e por detrás dele detive-me por uns momentos contemplando a sua figura. Depois agachei-me e sempre por trás apertei-lhe os tomates obrigando-o a soltar uns gemidos de dor.
- Sim senhor, Ruizinho – comentei, depreciativamente – uns tomatinhos tão pequeninos tens, que só com muita boa vontade se podem chamar colhões, e não consegues aguentar o tesão dentro deles. E sabes porquê? Porque ou não têm capacidade para armazenar a esporra que armazenas quando sabes eu estar a foder com outro, ou porque sempre te habituaste a fazer à mão como os meninos virgens, quando os sentias começando a encher, não é mesmo? É mais fácil tocar punheta do que procurar mulher disponível, pois não é Ruizinho?
Com a outra mão já lhe agarrara o palito que lhe faz as vezes de pila e lhe começava puxando o prepúcio para trás, com alguma força obrigando-o a gemer mais um pouco.
- Não me digas que pretendes que eu pare, meu meia pila que aceitei para namorado. – observei – Não eras tu quem ainda há pouco me pedia que te tocasse uma punheta e te fizesse um broche? Pois não adianta gemeres que vais ter a tua punheta e o teu broche feitos por mim como te prometi e me obrigaste a cumprir. Afinal de contas, como dizes e com razão, Ruizinho, promessas são promessas e tratando-se de despejar este teus ridículos baguinhos não te esqueces de cuidar que elas sejam cumpridas, pois não?
Apertando-lhe o saco com força, puxei-lhe os tomates para baixo como se o fosse capar, e sem parar de lhe manusear a pila, torci-os com violência. Outro gemido mais forte de dor se ouviu.
- É melhor não gritares muito alto, queridinho – avisei-o – Alguém pode ouvir-nos e interromper-nos e quer-me parecer que se isso acontecer não vais gostar que te vejam assim nesta figura, e com umas coisinhas de macho tão pequeninas à mostra. E ainda para mais sendo humilhada por uma moça cujo aspecto diz bem o que ela é.
A minha advertência levou-o a sufocar os gemidos de dor como eu pretendia pois não queria usar nenhuma mordaça nele. E as dores de Rui ainda estavam começando. Depois de lhe ter torcido os tomates durante um bom bocado, e sempre mantendo-os apertados na mão, puxei-lhe o saquinho para trás como se o pretendesse arrancar.
- Uiiii! – lá deixou escapar ele, mas cerrando os lábios para não ser ouvido nos quartos ao lado. – Sandrinha, se me continuas apertando assim o meu saquinho, não tarda nada e estarei esporrando-me todo no chão antes de me fazeres a mamada combinada. Eu queria ser chupado com a piça tesa e não com ela murcha.
De facto a promessa que lhe fizera de lhe mamar na pilinha era omissa quanto ao pormenor de ele a ter de pé ou não, mas depois de o ter feito pagar o quarto no Simões não ia ser mazinha a esse ponto. Com a mão com que o masturbava puxei-lhe a pica toda para trás como lhe fizera com o saco dos ovinhos, fazendo com que ela descrevesse um arco por entre as suas coxas.
- Cuidado Sandrinha – voltou a gritar – Sei que a ti como boa puta que és para os outros, não faltam piças dispostas a carregar-te, mas eu só tenho essa e mesmo pequenina não me vai nascer outra pelo que a quero conservar, não que ma quebres hoje.
Ri-me.
- Então querido, não te disse que te iria satisfazer à minha maneira? Promessas são promessas, não é por causa delas que estamos aqui? E não me disseste há bocadinho que com tanto tesão indomável que tens nem te importarias de ser capado?
A cabeça da pixota não circuncidada do Rui, bem esticada, estava mesmo pertinho do olho do cu, logo a seguir ao saquinho comprimido dos tomatinhos. Cheguei minha cara mais perto e não resisti a cuspir nela.
- E ainda queres que te faça um broche?! – observei desdenhosa -Vou-me ver fodida para conseguir meter essa coisinha na boca, tão minorca ela é que quase nem consegue dar a volta por baixo das tuas coxas, meu meia piça com mais vontade de foder do que material para o fazer. Vou ter de te segurar o caralho com força para não o deixar fugir.
Na verdade o coiso de Rui quase não chegava às coxas e só com a minha cara bem enfiada no meio delas eu lhe podia fazer o broche. Mesmo assim abocanhei-o, dando-lhe uma ligeira trincadela na coroa e comecei mamando-o como se fosse um biberão, deglutindo-lhe os fios de esperma que já estavam saindo dele. Apesar do incómodo da posição e de alguns gemidos de dor que ia soltando, o meia pila devia estar gostando do meu broche pois também lhe escutava uns suspiros de prazer à medida que a mamada se ia intensificando. Quando parei de a mamar estiquei-a ao máximo de maneira a que a cabeça da pila se lhe encostasse ao olho do cu, mas devido ao seu reduzido tamanho esta não chegava lá.
- Puta de piça pequenina tens, Rui! – proferi em tom desdenhoso – que nem para te ir ao cu serve. Com uma coisa destas e ainda te queixas de eu abrir mais as pernas aos outros do que a ti. Mas nem que tenha de te ta esticar toda não te livras hoje de levar um boa esporradela no cu com o leitinho que vou espremer dela.
Rui gemia cada vez mais à medida que eu a esticava, e pedia-me para parar, até conseguir deixar a cabecinha o mais próxima possível do olhinho traseiro. Os seus tomates estavam agora bem comprimidos pela pila tesa e pareciam sair-lhe pelos lados como dois chumacinhos. Voltei a lambê-la mais um bocado.
- Era assim sempre que devias trazer os tomates, bem apertadinhos por baixo da pica para ver se te passava o tesão de me veres ir foder com outros, meu corninho tesudo – disse-lhe embora naquela posição o tesão se lhe tivesse quebrado um pouco, e a sua pila estivesse algo mole.
- Vais-me quebrar a piça toda, puta – já não me tratava por Sandrinha.
- Não me digas que tão ansioso andavas por um broche dos meus e agora que to faço estás preocupado com o que vai acontecer ao teu caralhinho – observei-lhe entre dois gargarejos. E o caralho do meu masoquista ficou de novo duro embora preso entre os meus dedos fechados para não poder levantar-se. Eu parara entretanto de o chupar e masturbava-o agora, dobrando-lhe a cabeça da pila para cima, a fazer alvo na mira do olho do cu, o escroto igualmente apertado na palma de minha mão.
- Se o teu saco não fosse tão pequenino, Rui, eu não o poderia apertar só com uma mão – com os dedos destapava-lhe a pele da glande toda para trás, expondo-lhe a carne vermelha fazendo-o gemer de prazer.
- Não pares, Sandrinha querida, minha puta fabulosa! Ahh, que punheta deliciosa! Ahh, não pares que depois de uma punheta destas nem me importo que me quebres a piça – dizia ele, louco de prazer - Ahh, não vou aguentar-me mais, VOU ESPORRAR-ME TODO!
Ouvindo aquilo, e sentindo-lhe a pila pulando de tesão, apertei-lhe ainda mais os tomatinhos para que o jorro saísse o mais intenso possível em direcção do cu, gritando-lhe:
- Prova do teu leitinho no olho, meia pila !Ahh, que se a tua pilinha não fosse tão pequenina enfiava-ta no olho do cu para ficares com uma pequena ideia do que passo durante uma noite de trabalho, meu tesudo com tão pouca ferramenta.
O esguicho de esperma que soltou foi de facto intenso acertando-lhe no rego e nas nádegas. Quando se veio libertei-lhe os genitais, e estes bem marcados pelos meus dedos tombaram inertes já sem qualquer tesão, que eu esperava não lhe voltasse tão cedo. Mas eu estava agora novamente excitada. Humilhar e torturar meu corninho sempre foi um dos meus maiores prazeres e uma fonte de tesão para ambos. Ajoelhei-me por trás do seu cuzinho e antes que o esperma pingasse no chão lambi-o com a língua, sem o engolir. Em seguida dirigi-me a ele, levantei-o pelos cabelos, abri as pernas sobre a sua cabeça, com um gesto mandei-o abrir a língua e cuspi-lhe a esporra na língua dele. Depois removi a calcinha.
- Não é para a engolires, cabrão - disse-lhe -É a minha vez de ganhar um bónus, Ruizinho, e vai ser a tua língua ensebada com o leitinho do teu cu quem ma vai dar. Faz-me um minete, sempre me ajuda a desinchar a rata! Isso, lambe-me toda, quero sentir a tua linguazinha cheia de esporra lambendo cada lugarzinho da minha racha! Huum, siiim, que bom! No meu cuzinho também, lambe-me o cuzinho, espalha bem todo o leitinho que tens na língua que ainda há-de sobrar algum para engolires, meu meia piça focinheiro!
Vim-me mais uma vez naquela noite com o soberbo minete que Rui me fez. Satisfeita, dei novamente a volta ao seu corpo amarrado colocando-me por detrás dele. Por entre as pernas abertas do meu namoradinho aquelas engraçadinhas mas tão mesquinhas bolinhas suadas, e a cabeça da pilinha flácida espreitando na frente delas. Totalmente desguarnecidas. Rui estava mesmo a pedi-las. Lembrando-me da sua fantasia de ser capado, sem que ele o contasse, levantei a perna direita onde tenho mais força e acertei-lhe com a biqueira da bota mesmo em cheio na costura das nozes. Aiii, e este grito ouviu-se nos quartos do corredor.
- Schiu, meu meio colhãozinho - ordenei – ou queres que todos os hóspedes saibam que levaste um pontapé nos colhões de uma puta da rua? Desta vez foi só um pontapé, mas da próxima vez que me vieres com a conversa de que eu lá por andar a andar a outros também tenho que dar a ti, rebento-tos a pontapés bem como à tua amostrazinha de caralho e então é que te resolvo de vez todos os teus problemas de tesão. Estamos entendidos?
Rui jurou-me que sim e depois de o ter desamarrado e obrigado a fazer a cama, deixei-o dormir comigo. Em todo o caso aquela sessão nocturna na pensão do Simões tornou o Rui mais prudente nos argumentos que passou a utilizar comigo quando o tesão o apertava e eu não estava com muita disposição para o aliviar. É que por mais masoquista que se o seja, e por mais pequenos que se os tenha, um bom pontapé aplicado com todo o rigor nos tomates, dói para caramba a qualquer homem, coisa que até eu que sou mulher sei.
No entanto ele, como todos os rapazes ainda pouco batidos em matéria de sexo, nos inícios do nosso relacionamento vivia-me pressionando, para eu ser mais assídua nos meus deveres de namorada, ainda para mais tratando-se de uma namorada tão rodada em dividir a cama com desconhecidos nas pensões de putas da baixinha, ou os assentos dos carros nos locais mais recônditos do Choupal, como não se cansava de mo lembrar. E tal tipo de pressões magoava-me bastante, tanto mais que quando ele me tinha pedido namoro eu fizera-o prometer não reclamar da minha condição de menina da má nota.
Nesse dia contudo, uma sexta-feira, farta das suas lamúrias e dos seus constantes e maçadores pedidos de colaboração para o ajudar a despejar os colhõezinhos de codorniz pois que Rui, e os meus dois filhos rapazes, os têm tão pequeninos e mirrados como o caralho, lá lhe prometi que nessa noite quando encerrasse a actividade de prostituta o deixaria pôr-se em mim, promessa que o deixou todo o dia com a pila a pular por dentro das calças.
As coisas no entanto acabaram por não ser assim. Quando às oito da noite, de carteira a tiracolo, saia bastante curta, umas botas de cano alto nos pés e um anorak azul, me comecei a pavonear no Parque João Braga, procurando aliciar os homens que passavam, não precisei de dar duas voltas no passeio, para logo ser abordada por um sujeito já perto dos 60 anos, com o qual tendo acertado o preço de uns momentos íntimos de prazer entrei no carro e o deixei levar-me para o Choupal onde lhe prestei serviço completo, que é o mesmo que dizer, oral e vaginal. Rui ficou esperando por mim no Parque como sempre, nessa noite particularmente desejando que os clientes não me arrombassem muito a rata para lhe dar mais proveito a ele, e quando cheguei perguntou-me se eu ainda estaria na disposição de dar muitas pernadas nessa noite com os homens que andavam por ali, procurando putas.
- Mais umas duas ou três, se aparecerem clientes para isso, meu querido – respondi-lhe – Uma garota que como eu vive da vida, tem de aproveitar as oportunidades.
Uns dez ou quinze minutos eram decorridos, e fui novamente contratada por um grupo de três jogadores da equipa de basquetebol da Académica. Um outro atleta despedira-se e os restantes tinham decidido oferecer-lhe um strip, e talvez mais qualquer coisa no final dele. O pagamento valia bem uma ou duas horas de engate na rua e os três, conhecendo a vadia que eu era, e também que nessa altura aquele era o meu habitual local de comércio, tinham vindo procurar-me e pelos cinco contos que me ofereceram fizemos negócio. Rui acompanhou-nos embora tenha ficado do lado de fora da casa onde ia decorrer a festa e onde eu muito apalpada por todos os membros da equipa fiz um strip integral em cima da mesa da sala e onde no final dele, minha vagina e minhas mamas foram largamente banhadas com champanhe. Já participara em algumas grandes farras com eles, aliás todos altos e espadaúdos, e tal como vinha a contar não se ficaram apenas pelo strip. Fizeram-me chupar-lhes o pau e a permitir-lhes o gozo de umas espanholas nos meus peitos, e com mais outras cinco notas de mil levaram-me a consentir-lhes que à vez me comessem a vagina, nas mais diversas posições. Aquilo demorou algumas horas e quando eles já não tinham tesão para mais eram quase duas da manhã. O caso era que não eram só eles quem estavam sem tesão, eu também e o pilinhas do meu namoradinho não se esquecera da promessa que lhe fizera nessa tarde, como me lembrou mal me viu descer, sozinha e com um ar de muita satisfação, coisa que nem sempre uma puta pode dizer, mesmo tendo fodido com muitos. Tentei dissuadi-lo de ma fazer cumprir, não lhe confessei o gozo que tinha alcançado nas horas em que estivera dando para aqueles rapazes divinais e bem-feitos, mas que simplesmente depois de os ter recebido a todos minha cona estava feito uma papa, e que nenhum caralho por mais experiente que fosse na arte do coito, o que não era de modo algum o caso do seu, lhe poderia provocar outra sensação que não fosse dor, mas Rui não quis ouvir. Verdade se diga que eu também já há mais de quatro meses não o aliviava fosse de que maneira fosse.
- Não Sandrinha querida, tem paciência, desta vez não aceito passar a noite sem despejar em ti, como me prometeste. Promessas são promessas - contrapunha mostrando-me o volume da bilharda sobre o fecho das calças – Olha como tenho a piça, tão desejosa ela está de te meter! E já estás com sorte de eu te consentir deixares-me só os restos. Outro namorado fosse eu e obrigar-te-ia a abrires-me as pernas antes de ires bater a rua, como fazem todos os que namoram com putas. Se trazes a cona tão inchada e dorida ao menos faz-me um broche ou toca-me uma punheta até eu me desaleitar todo, que não acho piada nenhuma tocar punhetas sozinho na casa de banho.
- Pois sim - retorqui-lhe - sorte tens tu em ir aproveitando de vez em quando os meus restos porque os outros que namoram putas têm bacamartes bem preenchidos com que fascinam as mulheres e não amostras como a tua, penduradas no meio das pernas.
Mas aborrecida com aquele seu tesão que ele queria mostrar incontrolável decidi dar-lhe uma lição.
- Pareces um menino que nunca esteve com uma mulher e está morrendo de vontade de se esporrar com uma! – Comentei – Está bem meu chatinho com pila de gato, eu acedo a tocar-te uma segóvia e a fazer-te uma mamada, mas à minha maneira, concordas? E como não me apetece ir fazer-to num banco do Jardim pagas o quarto no Simões e prometo-te que quando acordares de manhã já terás os tomates esvaziados.
Muitas punheta toquei ao Rui nos bancos do Jardim da Sereia mas nessa noite com o que tinha em mente fazer-lhe tal cenário não dava. Com um grande beijo o meu namorado sem fazer ideia do que o esperava, nem o que eu queria dizer com tocar-lhe uma punheta e chupá-lo à minha maneira, concordou.
O Simões ficava num rua sossegada perto da baixa coimbrã e nada tinha a ver com o negócio da prostituição. Poderia ter-lhe sugerido uma das pensões de putas muito mais baratas e onde os quartos eram alugados à hora, mas farta de pensões de putas onde passava a vida a descer e a subir a calcinha andava eu, por isso pensei que se o cornudo queria ser despejado por mim então que me pagasse uma cama decente. Quando subimos ao quarto depois de Rui ter pago a pernoita despimo-nos e tomamos um banho juntos, no decorrer do qual me fartei de lhe brincar com a pilinha enquanto a ensaboava, fazendo-a ficar ainda mais em pé.
-És um rapaz muito querido, Rui – dizia-lhe pois sempre gostei muito de gozar com o reduzidíssimo tamanho da sua pila – pena é teres um piçalho tão curtinho que quando não estás com tesão nem se te o vê. Sabes ser também por isso que nunca tenho vontade que mo metas. É que tendo eu a rata tão usada e larga, e tu o teu palitinho tão pequenino e fininho, quando mo metes nem o sinto a entrar como senti as entaladelas das pirocas dos jogadores de basquete com quem acabei de foder.
Rui ainda mais entesado com os meus sarcasmos beijava-me as mamas e esfregava seu caralhito melado nas minhas pernas voltando a queixar-se:
- Ainda toco mais punheta agora que ando contigo, minha putazinha gostosa, do que quando não tinha namorada. Ao menos nessa altura não pensava tanto em sexo, mas agora vendo-te todos os dias a sair com homens e sabendo que os vais chupar e abrir-lhes as pernas, meus colhões estouram de tanto tesão. Tanto que desde que ando contigo até me apetece ser capado só para não ter de sofrer tanto com tanto tesão reprimido.
No final do banho mandei-o permanecer nu, vesti minha calcinha vermelha deixando minhas mamas à mostra e calcei as botas por achar que me davam um ar ainda mais dominador.
- De gatas meu pilinhas, que não consegue conter o tesão – ordenei-lhe com o braço estendido indicando-lhe o lugar junto aos pés da cama. Rui colocou-se de gatas e ficou muito surpreendido ao ver-me tirar os lençóis da cama e dar uns nós neles como se fossem cordas.
- Que vais fazer, Sandrinha? – perguntou – Vamos dormir em cima do colchão?
- Eu vou dormir em cima do colchão, tu dormirás no chão quando te tiver tirado todo o leitinho como tanto querias – respondi-lhe – Ou talvez te deixe dormindo de gatas. Mas para já, e como não tenho comigo nenhuma corda ou dois pares de algemas, preciso dos lençóis para obter o mesmo efeito.
Amarrei-lhe então os pulsos aos pés da cama e os tornozelos a uma cadeira e a uma pequena mesa tendo o cuidado de apertar bem os nós para deixar meu namorado o mais imóvel possível. Rui que além de ter vocação para corno o tem igualmente para masoquista ainda mais excitado ficou por ter sido amarrado naquela posição. Em pé e por detrás dele detive-me por uns momentos contemplando a sua figura. Depois agachei-me e sempre por trás apertei-lhe os tomates obrigando-o a soltar uns gemidos de dor.
- Sim senhor, Ruizinho – comentei, depreciativamente – uns tomatinhos tão pequeninos tens, que só com muita boa vontade se podem chamar colhões, e não consegues aguentar o tesão dentro deles. E sabes porquê? Porque ou não têm capacidade para armazenar a esporra que armazenas quando sabes eu estar a foder com outro, ou porque sempre te habituaste a fazer à mão como os meninos virgens, quando os sentias começando a encher, não é mesmo? É mais fácil tocar punheta do que procurar mulher disponível, pois não é Ruizinho?
Com a outra mão já lhe agarrara o palito que lhe faz as vezes de pila e lhe começava puxando o prepúcio para trás, com alguma força obrigando-o a gemer mais um pouco.
- Não me digas que pretendes que eu pare, meu meia pila que aceitei para namorado. – observei – Não eras tu quem ainda há pouco me pedia que te tocasse uma punheta e te fizesse um broche? Pois não adianta gemeres que vais ter a tua punheta e o teu broche feitos por mim como te prometi e me obrigaste a cumprir. Afinal de contas, como dizes e com razão, Ruizinho, promessas são promessas e tratando-se de despejar este teus ridículos baguinhos não te esqueces de cuidar que elas sejam cumpridas, pois não?
Apertando-lhe o saco com força, puxei-lhe os tomates para baixo como se o fosse capar, e sem parar de lhe manusear a pila, torci-os com violência. Outro gemido mais forte de dor se ouviu.
- É melhor não gritares muito alto, queridinho – avisei-o – Alguém pode ouvir-nos e interromper-nos e quer-me parecer que se isso acontecer não vais gostar que te vejam assim nesta figura, e com umas coisinhas de macho tão pequeninas à mostra. E ainda para mais sendo humilhada por uma moça cujo aspecto diz bem o que ela é.
A minha advertência levou-o a sufocar os gemidos de dor como eu pretendia pois não queria usar nenhuma mordaça nele. E as dores de Rui ainda estavam começando. Depois de lhe ter torcido os tomates durante um bom bocado, e sempre mantendo-os apertados na mão, puxei-lhe o saquinho para trás como se o pretendesse arrancar.
- Uiiii! – lá deixou escapar ele, mas cerrando os lábios para não ser ouvido nos quartos ao lado. – Sandrinha, se me continuas apertando assim o meu saquinho, não tarda nada e estarei esporrando-me todo no chão antes de me fazeres a mamada combinada. Eu queria ser chupado com a piça tesa e não com ela murcha.
De facto a promessa que lhe fizera de lhe mamar na pilinha era omissa quanto ao pormenor de ele a ter de pé ou não, mas depois de o ter feito pagar o quarto no Simões não ia ser mazinha a esse ponto. Com a mão com que o masturbava puxei-lhe a pica toda para trás como lhe fizera com o saco dos ovinhos, fazendo com que ela descrevesse um arco por entre as suas coxas.
- Cuidado Sandrinha – voltou a gritar – Sei que a ti como boa puta que és para os outros, não faltam piças dispostas a carregar-te, mas eu só tenho essa e mesmo pequenina não me vai nascer outra pelo que a quero conservar, não que ma quebres hoje.
Ri-me.
- Então querido, não te disse que te iria satisfazer à minha maneira? Promessas são promessas, não é por causa delas que estamos aqui? E não me disseste há bocadinho que com tanto tesão indomável que tens nem te importarias de ser capado?
A cabeça da pixota não circuncidada do Rui, bem esticada, estava mesmo pertinho do olho do cu, logo a seguir ao saquinho comprimido dos tomatinhos. Cheguei minha cara mais perto e não resisti a cuspir nela.
- E ainda queres que te faça um broche?! – observei desdenhosa -Vou-me ver fodida para conseguir meter essa coisinha na boca, tão minorca ela é que quase nem consegue dar a volta por baixo das tuas coxas, meu meia piça com mais vontade de foder do que material para o fazer. Vou ter de te segurar o caralho com força para não o deixar fugir.
Na verdade o coiso de Rui quase não chegava às coxas e só com a minha cara bem enfiada no meio delas eu lhe podia fazer o broche. Mesmo assim abocanhei-o, dando-lhe uma ligeira trincadela na coroa e comecei mamando-o como se fosse um biberão, deglutindo-lhe os fios de esperma que já estavam saindo dele. Apesar do incómodo da posição e de alguns gemidos de dor que ia soltando, o meia pila devia estar gostando do meu broche pois também lhe escutava uns suspiros de prazer à medida que a mamada se ia intensificando. Quando parei de a mamar estiquei-a ao máximo de maneira a que a cabeça da pila se lhe encostasse ao olho do cu, mas devido ao seu reduzido tamanho esta não chegava lá.
- Puta de piça pequenina tens, Rui! – proferi em tom desdenhoso – que nem para te ir ao cu serve. Com uma coisa destas e ainda te queixas de eu abrir mais as pernas aos outros do que a ti. Mas nem que tenha de te ta esticar toda não te livras hoje de levar um boa esporradela no cu com o leitinho que vou espremer dela.
Rui gemia cada vez mais à medida que eu a esticava, e pedia-me para parar, até conseguir deixar a cabecinha o mais próxima possível do olhinho traseiro. Os seus tomates estavam agora bem comprimidos pela pila tesa e pareciam sair-lhe pelos lados como dois chumacinhos. Voltei a lambê-la mais um bocado.
- Era assim sempre que devias trazer os tomates, bem apertadinhos por baixo da pica para ver se te passava o tesão de me veres ir foder com outros, meu corninho tesudo – disse-lhe embora naquela posição o tesão se lhe tivesse quebrado um pouco, e a sua pila estivesse algo mole.
- Vais-me quebrar a piça toda, puta – já não me tratava por Sandrinha.
- Não me digas que tão ansioso andavas por um broche dos meus e agora que to faço estás preocupado com o que vai acontecer ao teu caralhinho – observei-lhe entre dois gargarejos. E o caralho do meu masoquista ficou de novo duro embora preso entre os meus dedos fechados para não poder levantar-se. Eu parara entretanto de o chupar e masturbava-o agora, dobrando-lhe a cabeça da pila para cima, a fazer alvo na mira do olho do cu, o escroto igualmente apertado na palma de minha mão.
- Se o teu saco não fosse tão pequenino, Rui, eu não o poderia apertar só com uma mão – com os dedos destapava-lhe a pele da glande toda para trás, expondo-lhe a carne vermelha fazendo-o gemer de prazer.
- Não pares, Sandrinha querida, minha puta fabulosa! Ahh, que punheta deliciosa! Ahh, não pares que depois de uma punheta destas nem me importo que me quebres a piça – dizia ele, louco de prazer - Ahh, não vou aguentar-me mais, VOU ESPORRAR-ME TODO!
Ouvindo aquilo, e sentindo-lhe a pila pulando de tesão, apertei-lhe ainda mais os tomatinhos para que o jorro saísse o mais intenso possível em direcção do cu, gritando-lhe:
- Prova do teu leitinho no olho, meia pila !Ahh, que se a tua pilinha não fosse tão pequenina enfiava-ta no olho do cu para ficares com uma pequena ideia do que passo durante uma noite de trabalho, meu tesudo com tão pouca ferramenta.
O esguicho de esperma que soltou foi de facto intenso acertando-lhe no rego e nas nádegas. Quando se veio libertei-lhe os genitais, e estes bem marcados pelos meus dedos tombaram inertes já sem qualquer tesão, que eu esperava não lhe voltasse tão cedo. Mas eu estava agora novamente excitada. Humilhar e torturar meu corninho sempre foi um dos meus maiores prazeres e uma fonte de tesão para ambos. Ajoelhei-me por trás do seu cuzinho e antes que o esperma pingasse no chão lambi-o com a língua, sem o engolir. Em seguida dirigi-me a ele, levantei-o pelos cabelos, abri as pernas sobre a sua cabeça, com um gesto mandei-o abrir a língua e cuspi-lhe a esporra na língua dele. Depois removi a calcinha.
- Não é para a engolires, cabrão - disse-lhe -É a minha vez de ganhar um bónus, Ruizinho, e vai ser a tua língua ensebada com o leitinho do teu cu quem ma vai dar. Faz-me um minete, sempre me ajuda a desinchar a rata! Isso, lambe-me toda, quero sentir a tua linguazinha cheia de esporra lambendo cada lugarzinho da minha racha! Huum, siiim, que bom! No meu cuzinho também, lambe-me o cuzinho, espalha bem todo o leitinho que tens na língua que ainda há-de sobrar algum para engolires, meu meia piça focinheiro!
Vim-me mais uma vez naquela noite com o soberbo minete que Rui me fez. Satisfeita, dei novamente a volta ao seu corpo amarrado colocando-me por detrás dele. Por entre as pernas abertas do meu namoradinho aquelas engraçadinhas mas tão mesquinhas bolinhas suadas, e a cabeça da pilinha flácida espreitando na frente delas. Totalmente desguarnecidas. Rui estava mesmo a pedi-las. Lembrando-me da sua fantasia de ser capado, sem que ele o contasse, levantei a perna direita onde tenho mais força e acertei-lhe com a biqueira da bota mesmo em cheio na costura das nozes. Aiii, e este grito ouviu-se nos quartos do corredor.
- Schiu, meu meio colhãozinho - ordenei – ou queres que todos os hóspedes saibam que levaste um pontapé nos colhões de uma puta da rua? Desta vez foi só um pontapé, mas da próxima vez que me vieres com a conversa de que eu lá por andar a andar a outros também tenho que dar a ti, rebento-tos a pontapés bem como à tua amostrazinha de caralho e então é que te resolvo de vez todos os teus problemas de tesão. Estamos entendidos?
Rui jurou-me que sim e depois de o ter desamarrado e obrigado a fazer a cama, deixei-o dormir comigo. Em todo o caso aquela sessão nocturna na pensão do Simões tornou o Rui mais prudente nos argumentos que passou a utilizar comigo quando o tesão o apertava e eu não estava com muita disposição para o aliviar. É que por mais masoquista que se o seja, e por mais pequenos que se os tenha, um bom pontapé aplicado com todo o rigor nos tomates, dói para caramba a qualquer homem, coisa que até eu que sou mulher sei.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
12:07
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA