Carlos foi um amante que tive há uns anos atrás, a quem para demonstrar a minha total submissão aos seus caprichos e devaneios tinha de tratar por meu Dono e Senhor. Carlos adorava prostituir-me e o meu corpo rendeu-lhe uma boa fonte de rendimento, que ele nunca dividiu comigo, pelo que costumo dizer que ele foi o único chulo que tive até hoje na vida.
Nesse ano eu passava férias na Praia da Rocha com meu marido e os nossos três filhos, quando recebi uma mensagem no telemóvel. Era Dele, o meu Chulo querido, ainda que muito terrível. Mandava apresentar-me o mais depressa possível, bem lavadinha e cheirosa numa determinada morada em Vilamoura. Exigia ainda que fosse vestida com um top apenas cobrindo-me o peito, sem sutiã, saia curta bem acima do joelho, botas de cano alto, e uma calcinha fio dental. Meu Senhor dissera-me que ia estar na Alemanha em negócios pelo que o MSN surpreendeu-me, pois imaginei logo que o encontro fosse com ele. Meu marido Rui que já há muito se habituou a suportar o peso dos chifres que lhe implantei na cabeça, também imaginou o mesmo quando me viu levantar da praia e me ouviu comunicar-lhe que ia para casa, mas mesmo assim perguntou-me ordinariamente se era o Outro a requisitar que lhe fosse abrir as pernas. Diplomaticamente mandei-o para o caralho.
- É melhor não pensares nisso agora, meu querido corninho – respondi-lhe – se começas já a imaginar que eu estou a foder com outro homem vais ficar tão excitado que ou tocas uma punheta na praia, ou ainda vais molhar os calções.
Era verdade. Rui sempre ficou com mais tesão vendo-me a apanhar de outro do que pondo-se em cima de mim, ainda que também tenha fases neste seu comportamento.
Voltei assim ao nosso apartamento de férias e tomei um duche rápido. À cautela apliquei um clister anal pois meu Senhor adorava, como a maioria dos homens que tive, de me comer o cu e quando isso acontecia não gostava de tirar o caralho sujo, vesti a indumentária pretendida, perfumei-me e pus-me a caminho conduzindo o mais depressa que pude. Carlos não se inibia de me bater sempre que me atrasava pouco importado se eu chegava a casa com marcas e desta vez, embora não me tivesse imposto uma hora para o encontro na vivenda, nada indicava que seria diferente se a minha demora se prolongasse para além daquilo que achasse ser razoável. Mesmo assim demorei um pouco a dar com o local e quando o encontrei constatei tratar-se de uma vivenda com um portão verde e muros brancos a toda a volta. Como o portão tinha uma campainha toquei nela e ao fim de pouco tempo o visor do vídeo porteiro acendeu-se. Uma voz de homem, desconhecida para mim, mas já de alguma idade pelo timbre, perguntou-me quem eu era ao que respondi terem-me mandado apresentar-me naquele endereço, lavadinha e vestida daquela maneira.
- Ah, é a tal! – comentou – Já devia ter imaginado. Só um momentinho, por favor.
Esperei que o portão se abrisse automaticamente para eu entrar, mas o homem deixou-me pendurada do lado de fora alguns minutos até finalmente me vir abri-lo manualmente. Era um homem dos seus 60 anos, vestido de fato e gravata, mas todo o ar de mordomo britânico embora fosse bem português. Mirou-me de alto a baixo, detendo-se em particular no alto-relevo dos meus peitos carnudos, e comentou que o dono da casa ia gostar da minha figura.
- O senhor espera-a na piscina por detrás da casa – e com o braço apontava para um caminho de pedra passando pelo meio de um jardim bem tratado conduzindo à retaguarda da moradia. E como eu fizesse tenção de começar a caminhar, o empregado travou-me com a mão: - Um pequeno detalhe primeiro, menina. O senhor não quer encontrá-la sem que a menina esteja devidamente artilhada da forma que ele gosta.
Há quantos anos ninguém me tratava por menina, pensei com um sorriso. Mas nem tive tempo para pensar muito na forma de tratamento pois que do bolso do casaco o sujeito com ares de mordomo tirou uma cinta peniana, com um enorme caralho cor-de-rosa de silicone, a chapeleta da cabeça nua, sem glande, e um par de tomates igualmente bem abonados e tão realistas que até apresentavam a pele enrugada como se de um par de colhões autênticos se tratassem.
- Penso que sabe como isto se usa – observou o sujeito mostrando-me a cinta – mas se me permite agradecia que fizesse o favor de levantar a saia e eu mesmo lha colocarei.
Levantei a saia e ele dispus a cinta em volta das minhas ancas, mesmo por cima da calcinha. Naquele momento eu já percebera que não me iria encontrar com meu Senhor conforme pensara, pois não estava a imaginá-lo mandando-me envergar um caralho postiço para fazer de travesti para ele. Não, quem me esperava só podia ser mais um dos seus conhecidos tarados a quem Ele me mandava disponibilizar os meus favores. O criado apertou bem a cinta para não correr o risco de ela descair, cuidou que o caralho se apresentasse bem empinado para a frente de maneira a ficar bem visível como o de um homem com tesão, por baixo da saia, os colhões de silicone tapando a tira de fio dental da calcinha por cima da minha rata, mandando-me então seguir.
- Pode ir agora, menina. O seu Senhor já recebeu o pagamento combinado.
Não sei porque me disse ele aquilo, talvez para me fazer sentir uma puta tão baixa que nem o dinheiro dos homens que se serviam do meu corpo me passava pelas mãos. Mas como todas as humilhações que vinham de Carlos eu achei também aquela deliciosa, soberbamente deliciosa.
A piscina ficava a uns 100 metros do portão e eu caminhei sozinha pelo caminho de pedra. Quando cheguei até ela constatei que a água estava limpíssima, resplandecendo ao sol de Verão e deixando ver as paredes da mesma e a base do fundo, de um tom azul vivo. Nadava nela um indivíduo, um homem bronzeado que não devia ter ainda 40 anos, cabelo curto e musculoso. E mais do que isso: o gajo nadava nu de costas, pois lhe via claramente as nádegas musculosas e o rego que as apartava como a rachinha da minha rata.
Fiquei ali contemplando-o sem dizer nada uma vez que o empregado não se dera ao trabalho de me anunciar, e foi só quando ele deu a volta na outra extremidade e nadou na minha direcção que me viu e me falou:
- Olá – saudou, estendendo-me o braço por cima da água – és tu a puta de “chicote” armado que contratei não és? Chegaste mesmo na hora pois tenho estado aqui a fazer uns aquecimentozinhos e pelo que vejo do inchaço no fundo da tua barriga, tu também.
Por momentos cheguei a pensar que o sujeito pensava mesmo que eu era um travesti dotado de um “chicote“ verdadeiro, e que o trazia enchumaçado debaixo da saia, mas depressa me apercebi que aquilo era excentricidade dele quando o vi nadando com mais velocidade na direcção das escadas da piscina e apoiando-se nelas com as mãos fez emergir parte do corpo.
- Senta-te na escada, gostosona de pau duro! – ordenou – Adoro mulheres mamudas como tu com uma pixota bem gorda e safada.
Sentei-me no primeiro degrau da escada, ele com as mãos afastou meus joelhos para os lados abrindo-me as pernas, contemplando deliciado meu caralho de silicone por cima da minha calcinha. Pelos vistos não ficara nada desiludido com o facto de ele não ser verdadeiro.
- Toca-te, meu homenzinho com mamas – voltou a ordenar – Quero ver-te tocando ao bicho enquanto mamo no teu caralho.
E emergindo mais um pouco da água ficou com a cabeça ao nível da cabeça do meu simulacro de pénis, lambeu-me as bolas com o mesmo empenho com que eu sempre fiz broches aos meus amantes, passeou a língua em todo o caralho antes de começar a mamar nele. Eu entretanto ia tocando à punheta tal como ele queria. Não sabia quanto dinheiro meu Senhor recebera do homem da piscina mas não queria de modo algum que ele viesse a reclamar do meu desempenho.
- Descalça as botas e entra na água, bichona de pau teso – voltou a mandar. - E tira também o top e a saia que vou provar os teus peitões.
Minhas mamas são dos meus pratos fortes como cartão-de-visita. Tesas, empinadas, já levaram alguns retoques cirúrgicos claro, para conservarem a sua perfeição, mas deixam qualquer homem maluco. Aquele, apesar de gostar de ver uma mulher artilhada com acessórios de macho, não era excepção. Quando tirei as botas e o top e me enfiei na água já ele me lambia e chupava os bicos das mamas, deixando-me desvairada de tesão.
- Vacona – ia dizia ele – Tens as mamas tão tesas como a piça. Vira-te de costas que te vou lamber o cu.
Com a minha calcinha toda molhada da piscina foi a minha vez de me agarrar ao corrimão das escacada, içar-me um pouco, enquanto ele com o corpo todo dentro de água e apenas com a cabeça de fora me fazer um minete no olhinho do cu, depois de me ter afastado a tira da calcinha para o lado.
- Mulher de chicote armado – ia sussurrando mais uma vez – gostas que te lambam o cu para ver se te passa o tesão, não gostas? Huum! Que cuzinho cheiroso tens, minha vaquinha de piça comprida.
Lambeu-me o cuzinho com todo o gosto até que sem contar lhe senti as mãos cravarem-se na minha barriga e me puxarem para trás. Chuump, caímos na água. O sujeito então abraçou-se a mim, e fazendo-me nadar com ele quase só à força das pernas, pôs-se a mamar-me no peito.
-Adoro mulheres bem abonadas de caralho e de mamas – admitia no intervalo das suas mamadas – Adoro mamas que me encham a boca. Fico com o olho do cu a piscar quando mamo no caralho e nas mamas de mulheres bem dotadas como tu, minha gostosona de pau feito.
De facto a pila dele, já de si enorme, estava imponente, cuspindo de vez em quando esperma para a água da piscina.
- Vais-me tratar do tesão que trago no cu e na piça, não vais, vadia? – perguntou ele finalmente. Voltamos a nadar para a zona das escadas e foi ali que ele começou a despejar os balões em mim. Primeiro com os nossos corpos todos fora da água mandou que me agarrasse ao varão do corrimão e me dispusesse de costas voltadas para ele. Afastou então novamente a calcinha do rego do cu pois não me deixara tirá-la e naquela posição enrabou-me quase me esmagando os marmelos de encontro aos degraus da escada.
- É bom apanhar no cu, não é? – ia-me perguntando e apalpando-me o “cacete” com as mãos – Eu vou gostar muito quando me estiveres a ir ao cu, com este teu chicote avantajado.
Aquela enrabadela durou igualmente imenso tempo.
- Vamos, cu roto, é a tua vez de me chupares – exigiu, tirando-a fora sem ter gozado, e obrigando-me a sair para a área do relvado. Foi aí que em cima de uma toalha se deitou e foi aí que eu lhe mamei no pau. Parecia um malho de bater no centeio como aliás o meu olhinho bem sabia pois acabara de o receber poucos momentos antes.
Depois de bem mamado voltou a puxar-me para a piscina, o que sabia bem pois estava uma quente tarde de Agosto. Foi dentro de água que quis que lhe desse a primeira enrabadela. Enlaçada a ele, deixei que seu rabinho se ajeitasse em redor das minhas coxas, posicionei meu caralho de silicone com as mãos de maneira a que a sua cabeça destapada lhe mirasse mesmo no meio do olho e consegui penetrá-lo. Não foi fácil pois a pressão da água fazia-o deslizar para fora e estou certa que se não fosse o meu parceiro ter o olho bem aberto, tantas vezes já devia ter sido enrabado, a coisa não teria sido possível.
- Isso, isso! –gemia ele de prazer e brincando com a pila à mão como um garotinho começando a tocar punhetas – come-me o cu, panasquinha que eu gosto! Isso, come-mo o cu que tens um caralho delicioso, minha gostosura de pau inchado!
Quando começou a sentir-se desconfortável naquela posição, pediu-me que parasse e que acabasse de lhe comer o cu fora de água. Desta vez sentámo-nos na beirada da piscina, as pernas metidas na água quase até aos joelhos, o cu dele metido por cima das minhas coxas, o meu pau bem enterrado até aos balões, mesmo debaixo para cima, de maneira a ele sentir-lhe toda a pujança. A pila dele por seu turno, toda estendida para a frente, pairava sobre a água da piscina e ele não perdeu tempo, mal se sentiu enrabado em voltar a masturbar-se.
- Mostra-me que és um macho, panasquinha peitudo – exortou-me ele – Humilha-me por me estares a dar no cu como os machos costumam humilhar os panascas que gostam de apanhar no cu.
Ao longo da minha vida sexual já vi de tudo, pelo que o seu pedido não me surpreendeu. Comecei assim a chamar-lhe paneleiro, dono de um cu tão largo como a Avenida da Boavista, só capaz de se satisfazer com um caralho tão bem preenchido como o meu.
- Empina o cuzinho, rabeta! – mandava eu quando ele se pôs de gatas para eu lhe continuar a ir ao cu – De gatas e com o cuzinho bem empinado, como todos os bons paneleiros gostam de apanhar no cu! Aberto e esburacado como o trazes nem o cu se te aproveita para foder, meu mariquinhas de merda!
E à medida que eu o insultava mais o seu caralho lhe crescia até atingir um tamanhão descomunal, e com mais entusiasmo ele redobrava a energia da punheta fazendo com que a água da piscina apresentasse já uns bons flocos esbranquiçados de sémen, à superfície.
- Vem-te, panascoso, que eu vou esporrar-me todo – gritou ele. Eu não me podia vir, só estava fazendo de conta que era um macho sem o ser de facto, mas acho que ele gritou aquilo para dar mais realismo à cena. Mandei-lhe mais meia dúzia de estocadas fortes no cu e nessa altura a cabeça do caralho dele começou a vomitar flocos de esperma para dentro da piscina, num dilúvio de gozo condenado a morrer afogado em breve.
- Anda para a água – convidou-me assim que se veio, num tom mais calmo de homem acabado de ter um ordenha – Nada melhor do que um bom banho de piscina depois de ter dado umas boas fodas. Ou tens nojo de nadar ao lado dos meus espermatozóides?
Não lhe disse mas eu já tinha sido prostituta na adolescência. Tendo provado por isso leitinho de muito homem em todos os buracos do meu corpo, porque haveria de ter nojo de nadar em água com flocos de esporra dele a boiar? E além disso ele tinha razão, o meu serviço estava concluído, já que não ganhara um orgasmo e perdera uma tarde na praia com a família mais me valia aproveitar o resto da tarde e a piscina só para nós os dois. Fiquei.
Foi só ao fim da tarde quando me preparava para me vir embora, que ao subir as escadas da piscina o sujeito me desnudou por inteiro, puxando-me a calcinha pelas pernas abaixo. Fiquei apenas com a cinta peniana ao redor da minha barriga. Voltei-me para lha tirar das mãos mas ele já mergulhara de novo na piscina, levando-a na mão.
- Posso ter o cu bem roto, como dizes – gritou-me – Mas a tua cona não o está menos. E esta calcinha é minha para me lembrar sempre da vez que me foste ao cu, Sandra. Já estava incluída nos teus serviços. Paguei-a ao teu Senhor.
O bastardo sabia o meu nome, só podia ter sido Carlos quem lho revelara. Deixá-lo, ela também estava toda molhada, não iria poder conduzir com a calcinha naquele estado. Desapertei assim a cinta, tirei o caralho fora, vesti o top, a saia e as botas e regressei pelo mesmo caminho. Apesar das longas horas, o empregado ainda se achava no mesmo sítio. Quando me viu, veio ter comigo, sorrindo, recebeu o cinto com o caralho e os tomates de silicone, perguntando-me apenas:
- Está feito, menina?
- Está – respondi-lhe ao que ele me abriu o portão e me fez sinal para sair. Nem uma gratificação, nem um agradecimento, ainda bem que já não vivo do aluguer do meu corpo, pensei, ou muito mal me tinha corrido o dia para além das braçadas na piscina.
Quando cheguei cá fora e me dirigia para o carro, outra surpresa. Ao lado do meu, o Ford Focus de meu Dono e Senhor. Pelos vistos o patife não fora para a Alemanha e esperava-me. Mal me viu fez-me sinal para me dirigir a ele e sentar-me ao seu lado.
- Que tal a tua experiencia como macho? – perguntou-me depois de uma troca de beijos e dos cumprimentos de circunstância. Não era a primeira vez que como puta ia ao cu a um homem, mas encolhi os ombros.
- Assim, assim - retornei-lhe – Para nós mulheres não é fácil fazer de macho. Não tendo tomates nem caralho verdadeiro falta-nos sempre o principal para podermos atingir o gozo último. Mas ele ficou satisfeito com a minha prestação, que é isso que importa ao meu Senhor.
Carlos sorriu como sempre que lhe dava mais uma prova da minha total entrega a Ele.
- Já imaginava isso. Por isso é que fiquei esperando por ti.
- Só por isso? – questionei incrédula, as minhas necessidades e desejos nunca nada tinham contado para ele.
- E também porque tinha saudades da tua cona e não suportava a ideia de imaginar que na minha ausência era o teu corninho quem se andava divertindo com ela. Mas no teu carro, no meu não. Estás sem calcinha e não quero que me pingues no assento
Assim já eu acreditava. Além disso homem com saudades da minha cona, sempre me agradou mais do que a perspectiva de um outro que me prefere ver com um falo à cinta, indo-lhe ao cu. Foi por isso que mudamos para o banco de trás do meu carro, e sem querermos saber dos automóveis que passavam e das buzinadelas que íamos ouvindo, me deitei ao comprido, lhe desapertei as calças, o mamei como mamara o outro e deixei que meu Senhor me fodesse pela frente e por trás. Depois de ter fingido de mulher-macho para o dono da vivenda com vocação para apanhar no cu de caralhos postiços, nada melhor do cumprir o meu papel de fêmea bem putazinha para com o homem com quem andava corneando meu marido Rui, e que não só tinha todos os seus atributos de macho no sítio como os sabia usar condignamente em meu proveito.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
A PUTA DO CHICOTE ARMADO
Postado por
SANDRA SAFADA
às
10:32
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MEU DONO E SENHOR
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
ESCAPADINHA COM O BARBEIRO MASSAGISTA
Minha filha nasceu cerca de 15 dias antes data que os médicos previam, e quanto a mim isso aconteceu por causa de uma deliciosa trepada que estando eu grávida dela dei com um brasileiro massagista.
Andava eu no sétimo mês de gravidez e o peso da minha barriga bem volumosa pois engordara 16 quilos, cada vez me incomodava mais, deixando minhas pernas inchadas e com derrames e as mamas pesadas. Para além disso tinha frequentes cãibras que até quando estava deitada me incomodavam. A minha cabeleireira que também passara pelo mesmo recentemente recomendou-me então um massagista que frequentara no Porto e que segundo ela fazia milagres em casos como o meu.
Como não costumava nada tentar marquei consulta com ele e confesso que a sua figura me atraiu logo que o vi. Apesar de ser um pouco mais novo do que eu, 26 anos, era um autêntico gato, bronzeado de cabelo curto, ombros largos e musculoso de peito, com umas mãos grandes mas suaves e bem tratadas. Carioca. Gostei da primeira sessão. Roberto, assim se chamava o brasileiro, mandou-me tirar a saia e deitar numa mesa, examinou-me as pernas e fez-me uma massagem bem relaxante que me aliviou bastante.
Encorajada pelas melhoras sentidas não tardei a marcar outra. Nesse mês fiz umas sete ou oito sessões pagas com o cartão bancário de meu marido Rui, mas confesso que não era só o interesse terapêutico das massagens que me fazia lá ir. Roberto era divertido, sabia pôr uma mulher à vontade e gostava de grávidas, dizia que era uma pena a gravidez deixar uma mulher tão bonita e provocar-lhe tantos sofrimentos no corpo. Gostava de falar da sua juventude no Brasil contando-me que as primeiras massagens que fizera fora em rostos de homens como barbeiro, já que tinha sido esse o seu primeiro emprego. Solteiro mas vivendo com uma namorada portuguesa não se inibia, à medida que a nossa confiança se foi fortalecendo, de contar pormenores da sua vida mais íntima e de algumas conquistas que, sem a namorada saber, graças à sua profissão fizera. Eu que com grande mágoa do meu marido já andava sem foder há muito tempo, achei que o massagista encaixava perfeitamente na categoria de homem ideal com quem me desenfastiar por fora do casamento sem grandes compromissos, e comecei também deliberadamente a provocá-lo mais. Sempre que marcava sessão tinha o cuidado de vestir um par de calcinhas bem sumidas, por vezes só com uma rendinha semi-transparente sobre a vagina para que ele quase ma pudesse ver totalmente enquanto me massajava. Para além disso confessei-lhe que meu marido tinha um pénis e uns ovos bem pequeninos, que estava grávida pela segunda vez apenas por ser essa a vontade dele e da vingança que, agora que estava grávida, era para mim provocar-lhe tesão mas sem o deixar satisfazer, fosse de que maneira fosse.
- É justo – dizia-lhe – que o Rui também compartilhe um pouco das desvantagens de me ter engravidado. Com uma barriga destas, fazer amor com ele mesmo tendo Rui uma coisa curtinha, nem pensar. A mim também me custa a passar sem sexo mas não o vou deixar pôr-se em mim, ou satisfazê-lo da forma que ele quer, só para o aliviar sem qualquer proveito para mim, não achas Roberto?
O Roberto adorava ouvir estas coisas, em especial quando eu mexendo uma perna lhe tocava, como se fosse por acaso, com um dos pés na região abdominal e lhe sentia o caralho começando a inchar por baixo das calças. Um dia resolvi ir mais longe e solicitar os seus serviços de barbeiro. Disse-lhe que quando entrasse na maternidade se o já não tivesse feito, uma enfermeira se encarregaria de rapar meus pelinhos. Perguntei-lhe, uma vez que tinha sido barbeiro, se queria ser ele a fazê-lo pois nessa noite estava pensando fazer uma surpresa ao maridinho.
- É só para o deixar mais entusiasmado – confidenciei-lhe – e para ele ter bem noção do que está perdendo por me ter enchido a barriga.
A ideia de me raspar os pentelhos agradou a Roberto.
- Antes ou depois da massagem às pernas? – perguntou.
- Depois – respondi-lhe – Rapa-me só no fim da massagem.
Roberto mandou-me tirar a saia e deitar-me na mesa. Minha calcinha de cor vermelha era constituída apenas por uma estreita tira de pano tapando-me as duas rachas, mas tão transparente que eu podia ter a certeza de não estar escondendo nada ao massagista. De facto ele estava constantemente a deitar o olhar na direcção das minhas partes e a massagem que me fez, não só foi mais demorada do que o habitual, como muito mais cuidada ainda. Quando terminou fez-me notar que se eu queria ter minhas intimidades rapadas teria de forçosamente baixar a calcinha, o que eu tratei de fazer já algo húmida e a sentir um calorzinho por mim acima. Roberto olhou atentamente para os meus lábios inchados, a minha coninha escancarada e recém-lavada, cheirando ainda aos sais de banho, a minha barriga prenha emergindo como um vulcão, alisou os pelinhos com aquelas mãos divinais, e primeiro cortou-os com uma tesoura. Depois molhou-os com água quente, espalhou creme de barbear em quantidade e com uma gilete nova rapou a restante penugem castanha. Não o fez inocentemente pois os seus dedos iam-me bolinando constantemente a rata e o clítoris, embora também de vez em quando meus pés descalços lhe fossem tocando nas partes enchumaçadas dele e que Roberto nem procurava impedir.
- Acabou – disse-me no fim – ficou perfeito. Já há muitos anos que não barbeava outro que não eu. E então uma mulher!... É a primeira vez que uso meus talentos de barbeiro numa mulher, embora deva dizer que já vi muitos homens com menos barba do que você tinha de pelinhos. Seu marido vai ter uma agradável surpresa logo, Sandra. Só não lhe diga quem foi o barbeiro que a rapou pois de certeza ele não iria gostar de saber que outro homem andou mexendo aí. Eu também não vou dizer à minha namorada que fiz a barba aos pelinhos de uma grávida, embora também ela logo vá ficar a ganhar com isso.
Levantara-se. Ostensivamente fazia-me ver o chumaço por baixo do fecho das calças. Enorme, a silhueta gigantesca e dura de um cacete medindo mais de 20 centímetros, o tamanho que eu gosto e que o do meu marido nem para lá caminha. Resolvi ser tão atrevida como ele.
- Meu caro Roberto – disse-lhe – ao constatar o tamanho do teu entusiasmo por baixo das calças, pergunto-me como um homem com uma ferramenta tão curta como o Rui não só conseguiu fazer chegar os seus espermatozóides aos meus ovários pela segunda vez, como ainda por cima me consegue deixar sempre tão mal disposta quando me deixo engravidar que tenho de contratar um massagista para me pôr no sítio.
Não foi preciso dizer mais nada. Quase nem dei conta do gesto dele. Num instante Roberto colocara-se de joelhos, abrira-me as pernas, ouvi-o dizer entre dentes, coninha inchada e deliciosa, vou lamber-te toda já que não deixas o teu marido fazê-lo, e logo a seguir senti uma coisa húmida titilando-me a greta antes de a começar a lamber. Ohh, siiim, meu brasileirinho, lambe-me toda, que húmida e em fogo já eu trago a rata há muito, gemia eu baixinho para não se ouvir na sala de espera. Aquele minete fez-me gozar em poucos minutos.
- Eu ainda estou no primeiro prato e vou querer o segundo, Sandrinha – disse-me quando me sentiu vir – E não adianta queixar-se que tenho o caralho maior e mais grosso do que o do seu marido que ele hoje não vai ficar sem entrar na sua coninha de grávida.
- Não sei não, Roberto – respondi-lhe como se me estivesse fazendo difícil – se nem à amostra do meu marido eu deixo entrar…Um volume desses no meu estado de gravidez só muito bem lubrificado.
- Pois trate de o lubrificar com o único lubrificante que tem a jeito – e levantando-se, desapertou as calças, baixou os shorts e com a mão encaminhou seu cacete para a minha boca – Chupe, gostosa, chupe meu caralho como eu lhe lubrifiquei sua xana.
Seu cacete era bonito. Grande, robusto, quase tão moreno como ele, circuncidado, com um par de tomates enormes, reluzentes como a crista de um galo. Estava mesmo a implorar para ser trincado. Assim abri a boca e mamei-o. Depois comecei a punheteá-lo e a sorver-lhe com a língua as gotas de esperma que a minha punheta lhe libertava.
- Língua gostosa numa boca de cona – dizia ele – você faz chupetinhas como ninguém. Chupa, chupa, gostosona que a tua boca andava pedindo um caralho como o meu há séculos.
Tanto também não, mas de facto já há uns meses que me andava apetecendo pular a cerca com alguém como Roberto pelo que o chupei como se não provasse uma piça soberba há anos, pelo menos.
- Você gosta de porra, não gosta, gordinha? – perguntava-me vendo ingurgitando-lhe o leitinho pela garganta abaixo – Você não é apenas uma admirável putazinha chupadora, mas também uma porcazinha insaciável.
- É o que faz não ter um marido com um instrumento tão super dotado como o teu – disse-lhe esfregando-lhe o pau e os tomates na cara. Mas Roberto não me queria ouvir.
- Cala-te e chupa, uma boquinha gostosa como a sua deve chupar mais e falar menos – observou-me.
Chupei-o em várias posições. Com ele sentado sobre o meu pescoço, comigo por cima dele posição que Roberto aproveitou para me tirar o resto da roupa e me fazer um 69, e finalmente com ele sentado em cima da sua secretária e eu ajoelhada entre o intervalo das suas pernas. Deixei-o pingando mas eu já não aguentava mais de tesão.
- Vem, mete-me o cacete todo dentro da minha greta, e mostra-me se és tão bom a trabalhar com ele na minha rata como o és fazendo-me massagens nas pernas – desafiei-o.
- Você já vai ver o que é sentir um verdadeiro caralho de homem entrando-lhe na xoxota, minha vadiazinha – respondeu-me – Ainda que tenha a certeza de você já ter experimentado muitos.
Roberto mandando-me colocar de gatas deu-me a primeira foda por trás. A minha posição preferida. Muito devagarinho foi metendo, ajudando a abrir os lábios da vulva com as mãos.
- Putazinha depilada, o seu marido nem imagina a surpresa que você lhe está fazendo – comentou quando a tora entrou toda –E não está doendo muito, pois não?
De facto a penetração custou um bocado pois o membro dele, apesar de estar bem humedecido, parecia um ferro. Mas que bom que era sentir o tira e mete. No útero minha filha mexia-se de vez em quando o pau me dava com mais força, mas estava-se portando bem. E à medida que o ritmo dele ia aumentando, melhor era.
- O meu caralho é melhor do que o maridinho frouxo, não é mesmo gostosona? – perguntava prendendo-me as nádegas com as mãos – E chega mais fundo do que o dele, não chega?
Oh sim, chegava bem mais fundo do que a pila de uns escassos 11 centímetros do homem com quem dei o nó. E como ela pulava dentro da minha rata. Feliz da mulher que prova uma coisa daquelas.
- Vou-te furar toda com o meu caralho, gordinha – mais um pouco e ter-me-ia vindo novamente. Mas Roberto tinha outras ideias. Tirando a bata branca e a camisa que trazia por baixo daquela, e ficando tão nu como eu, deitou-se em cima da carpete do centro da sala, com seu caralho tão empinado como minha barriga de 8 meses. – Vou enfiar meu caralho em você como quem espeta um prego.
Sentei-me então sobre ele, sentindo-lhe o pau entrar por mim acima. Ohh! Fechei os olhos, gemendo baixinho, mas nesse momento comecei a sentir-lhe as mãos apalpando-me os peitos tesos e a sua boca mergulhar neles.
- Vais-me dar de mamar, peituda. Vou mamar nos seus peitões como um bebé.
Como todos os brasileiros, Roberto misturava o tu e o você e a sua maneira de falar ainda me entesava mais. Deixei que ele me fodesse durante mais de dez minutos até eu me vir novamente, e me mamasse até me deixar os bicos das mamas vermelhos.
- Vou desaleitar-me todo – avisou-me. Foi então que achei melhor ser mais prudente. Eu adoro sentir um homem esporrando-se dentro de mim, mas não queria correr riscos em especial com um homem que mal conhecia. Grávida era também a qualidade de vida de minha filha que ainda não viera ao mundo que eu colocava em risco se o deixasse ejacular sem o ter coberto previamente com uma camisa-de-vénus que não tinha comigo.
- Pára Roberto – exigi – não quero que gozes dentro de mim.
Ele percebeu. Antes de ejacular tirou seu caralho fora, mandando-me deitar agora eu na carpete.
- Você vai pelo menos provar o meu leitinho na sua face – afirmou-me segurando a pila com as mãos e aproximando-ma da cara – Você vai levar uma baita esporradela facial, Sandra. Na cara e na boquinha. Afinal você gosta muito do leitinho dos colhões, não gosta Sandra?
Sim, é o único leite que gosto. Assim quando ele se veio, abri a boca e deixei que ele me inundasse o rosto e a língua com o suco quente e salgado do seu gozo e deixando-mo tão branco como se me tivessem cuspido com um batido de leite-creme. Huum! Com a língua lambi a esporra que me tinha caído em volta dos lábios e espalhei-a ao redor. Huuum, leitinho gostoso de macho garanhão!
- Tão cedo você não vai precisar nem do caralho nem do leitinho de seu marido corninho, Sandrinha – observou-me, contemplando o prazer com que eu lhe saboreava a esporra.
Não admira que nessa tarde a minha sessão tenha demorado mais do dobro do que o habitual. Quando saímos as senhoras que se encontravam na sala comentaram a demora e a que ia a seguir a mim, uma grávida quase tão inchada como eu comentou:
- Que diabo Roberto, estava a ver que nunca mais acabava. Vou querer um tratamento igual ao que acabou de dar a essa senhora.
- Esta senhora necessitou de um tratamento especial – respondeu-lhe Roberto, num sentido dúbio. Não me perguntem se ela sabia do que estava a falar e se teve direito ao mesmo tratamento especial que eu tive. Mas depois das duas valentes fodas que deixei Roberto dar-me, duvido. Por maior que seja o caralho, tesão de homem tem limite. E se eu tão cedo não ia ter necessidade de suspirar pela pilinha de meu marido, também duvido que nesse dia Roberto tivesse conseguido arranjar tesão para comer mais outra mulher. Minha filha nasceu três semanas mais tarde e esta foi a última foda que dei, estando grávida dela. E como não tinha o tempo todo de gestação nunca duvidei que o delicioso caralho do barbeiro massagista tivesse tido a sua quota-parte de responsabilidade no caso.
Andava eu no sétimo mês de gravidez e o peso da minha barriga bem volumosa pois engordara 16 quilos, cada vez me incomodava mais, deixando minhas pernas inchadas e com derrames e as mamas pesadas. Para além disso tinha frequentes cãibras que até quando estava deitada me incomodavam. A minha cabeleireira que também passara pelo mesmo recentemente recomendou-me então um massagista que frequentara no Porto e que segundo ela fazia milagres em casos como o meu.
Como não costumava nada tentar marquei consulta com ele e confesso que a sua figura me atraiu logo que o vi. Apesar de ser um pouco mais novo do que eu, 26 anos, era um autêntico gato, bronzeado de cabelo curto, ombros largos e musculoso de peito, com umas mãos grandes mas suaves e bem tratadas. Carioca. Gostei da primeira sessão. Roberto, assim se chamava o brasileiro, mandou-me tirar a saia e deitar numa mesa, examinou-me as pernas e fez-me uma massagem bem relaxante que me aliviou bastante.
Encorajada pelas melhoras sentidas não tardei a marcar outra. Nesse mês fiz umas sete ou oito sessões pagas com o cartão bancário de meu marido Rui, mas confesso que não era só o interesse terapêutico das massagens que me fazia lá ir. Roberto era divertido, sabia pôr uma mulher à vontade e gostava de grávidas, dizia que era uma pena a gravidez deixar uma mulher tão bonita e provocar-lhe tantos sofrimentos no corpo. Gostava de falar da sua juventude no Brasil contando-me que as primeiras massagens que fizera fora em rostos de homens como barbeiro, já que tinha sido esse o seu primeiro emprego. Solteiro mas vivendo com uma namorada portuguesa não se inibia, à medida que a nossa confiança se foi fortalecendo, de contar pormenores da sua vida mais íntima e de algumas conquistas que, sem a namorada saber, graças à sua profissão fizera. Eu que com grande mágoa do meu marido já andava sem foder há muito tempo, achei que o massagista encaixava perfeitamente na categoria de homem ideal com quem me desenfastiar por fora do casamento sem grandes compromissos, e comecei também deliberadamente a provocá-lo mais. Sempre que marcava sessão tinha o cuidado de vestir um par de calcinhas bem sumidas, por vezes só com uma rendinha semi-transparente sobre a vagina para que ele quase ma pudesse ver totalmente enquanto me massajava. Para além disso confessei-lhe que meu marido tinha um pénis e uns ovos bem pequeninos, que estava grávida pela segunda vez apenas por ser essa a vontade dele e da vingança que, agora que estava grávida, era para mim provocar-lhe tesão mas sem o deixar satisfazer, fosse de que maneira fosse.
- É justo – dizia-lhe – que o Rui também compartilhe um pouco das desvantagens de me ter engravidado. Com uma barriga destas, fazer amor com ele mesmo tendo Rui uma coisa curtinha, nem pensar. A mim também me custa a passar sem sexo mas não o vou deixar pôr-se em mim, ou satisfazê-lo da forma que ele quer, só para o aliviar sem qualquer proveito para mim, não achas Roberto?
O Roberto adorava ouvir estas coisas, em especial quando eu mexendo uma perna lhe tocava, como se fosse por acaso, com um dos pés na região abdominal e lhe sentia o caralho começando a inchar por baixo das calças. Um dia resolvi ir mais longe e solicitar os seus serviços de barbeiro. Disse-lhe que quando entrasse na maternidade se o já não tivesse feito, uma enfermeira se encarregaria de rapar meus pelinhos. Perguntei-lhe, uma vez que tinha sido barbeiro, se queria ser ele a fazê-lo pois nessa noite estava pensando fazer uma surpresa ao maridinho.
- É só para o deixar mais entusiasmado – confidenciei-lhe – e para ele ter bem noção do que está perdendo por me ter enchido a barriga.
A ideia de me raspar os pentelhos agradou a Roberto.
- Antes ou depois da massagem às pernas? – perguntou.
- Depois – respondi-lhe – Rapa-me só no fim da massagem.
Roberto mandou-me tirar a saia e deitar-me na mesa. Minha calcinha de cor vermelha era constituída apenas por uma estreita tira de pano tapando-me as duas rachas, mas tão transparente que eu podia ter a certeza de não estar escondendo nada ao massagista. De facto ele estava constantemente a deitar o olhar na direcção das minhas partes e a massagem que me fez, não só foi mais demorada do que o habitual, como muito mais cuidada ainda. Quando terminou fez-me notar que se eu queria ter minhas intimidades rapadas teria de forçosamente baixar a calcinha, o que eu tratei de fazer já algo húmida e a sentir um calorzinho por mim acima. Roberto olhou atentamente para os meus lábios inchados, a minha coninha escancarada e recém-lavada, cheirando ainda aos sais de banho, a minha barriga prenha emergindo como um vulcão, alisou os pelinhos com aquelas mãos divinais, e primeiro cortou-os com uma tesoura. Depois molhou-os com água quente, espalhou creme de barbear em quantidade e com uma gilete nova rapou a restante penugem castanha. Não o fez inocentemente pois os seus dedos iam-me bolinando constantemente a rata e o clítoris, embora também de vez em quando meus pés descalços lhe fossem tocando nas partes enchumaçadas dele e que Roberto nem procurava impedir.
- Acabou – disse-me no fim – ficou perfeito. Já há muitos anos que não barbeava outro que não eu. E então uma mulher!... É a primeira vez que uso meus talentos de barbeiro numa mulher, embora deva dizer que já vi muitos homens com menos barba do que você tinha de pelinhos. Seu marido vai ter uma agradável surpresa logo, Sandra. Só não lhe diga quem foi o barbeiro que a rapou pois de certeza ele não iria gostar de saber que outro homem andou mexendo aí. Eu também não vou dizer à minha namorada que fiz a barba aos pelinhos de uma grávida, embora também ela logo vá ficar a ganhar com isso.
Levantara-se. Ostensivamente fazia-me ver o chumaço por baixo do fecho das calças. Enorme, a silhueta gigantesca e dura de um cacete medindo mais de 20 centímetros, o tamanho que eu gosto e que o do meu marido nem para lá caminha. Resolvi ser tão atrevida como ele.
- Meu caro Roberto – disse-lhe – ao constatar o tamanho do teu entusiasmo por baixo das calças, pergunto-me como um homem com uma ferramenta tão curta como o Rui não só conseguiu fazer chegar os seus espermatozóides aos meus ovários pela segunda vez, como ainda por cima me consegue deixar sempre tão mal disposta quando me deixo engravidar que tenho de contratar um massagista para me pôr no sítio.
Não foi preciso dizer mais nada. Quase nem dei conta do gesto dele. Num instante Roberto colocara-se de joelhos, abrira-me as pernas, ouvi-o dizer entre dentes, coninha inchada e deliciosa, vou lamber-te toda já que não deixas o teu marido fazê-lo, e logo a seguir senti uma coisa húmida titilando-me a greta antes de a começar a lamber. Ohh, siiim, meu brasileirinho, lambe-me toda, que húmida e em fogo já eu trago a rata há muito, gemia eu baixinho para não se ouvir na sala de espera. Aquele minete fez-me gozar em poucos minutos.
- Eu ainda estou no primeiro prato e vou querer o segundo, Sandrinha – disse-me quando me sentiu vir – E não adianta queixar-se que tenho o caralho maior e mais grosso do que o do seu marido que ele hoje não vai ficar sem entrar na sua coninha de grávida.
- Não sei não, Roberto – respondi-lhe como se me estivesse fazendo difícil – se nem à amostra do meu marido eu deixo entrar…Um volume desses no meu estado de gravidez só muito bem lubrificado.
- Pois trate de o lubrificar com o único lubrificante que tem a jeito – e levantando-se, desapertou as calças, baixou os shorts e com a mão encaminhou seu cacete para a minha boca – Chupe, gostosa, chupe meu caralho como eu lhe lubrifiquei sua xana.
Seu cacete era bonito. Grande, robusto, quase tão moreno como ele, circuncidado, com um par de tomates enormes, reluzentes como a crista de um galo. Estava mesmo a implorar para ser trincado. Assim abri a boca e mamei-o. Depois comecei a punheteá-lo e a sorver-lhe com a língua as gotas de esperma que a minha punheta lhe libertava.
- Língua gostosa numa boca de cona – dizia ele – você faz chupetinhas como ninguém. Chupa, chupa, gostosona que a tua boca andava pedindo um caralho como o meu há séculos.
Tanto também não, mas de facto já há uns meses que me andava apetecendo pular a cerca com alguém como Roberto pelo que o chupei como se não provasse uma piça soberba há anos, pelo menos.
- Você gosta de porra, não gosta, gordinha? – perguntava-me vendo ingurgitando-lhe o leitinho pela garganta abaixo – Você não é apenas uma admirável putazinha chupadora, mas também uma porcazinha insaciável.
- É o que faz não ter um marido com um instrumento tão super dotado como o teu – disse-lhe esfregando-lhe o pau e os tomates na cara. Mas Roberto não me queria ouvir.
- Cala-te e chupa, uma boquinha gostosa como a sua deve chupar mais e falar menos – observou-me.
Chupei-o em várias posições. Com ele sentado sobre o meu pescoço, comigo por cima dele posição que Roberto aproveitou para me tirar o resto da roupa e me fazer um 69, e finalmente com ele sentado em cima da sua secretária e eu ajoelhada entre o intervalo das suas pernas. Deixei-o pingando mas eu já não aguentava mais de tesão.
- Vem, mete-me o cacete todo dentro da minha greta, e mostra-me se és tão bom a trabalhar com ele na minha rata como o és fazendo-me massagens nas pernas – desafiei-o.
- Você já vai ver o que é sentir um verdadeiro caralho de homem entrando-lhe na xoxota, minha vadiazinha – respondeu-me – Ainda que tenha a certeza de você já ter experimentado muitos.
Roberto mandando-me colocar de gatas deu-me a primeira foda por trás. A minha posição preferida. Muito devagarinho foi metendo, ajudando a abrir os lábios da vulva com as mãos.
- Putazinha depilada, o seu marido nem imagina a surpresa que você lhe está fazendo – comentou quando a tora entrou toda –E não está doendo muito, pois não?
De facto a penetração custou um bocado pois o membro dele, apesar de estar bem humedecido, parecia um ferro. Mas que bom que era sentir o tira e mete. No útero minha filha mexia-se de vez em quando o pau me dava com mais força, mas estava-se portando bem. E à medida que o ritmo dele ia aumentando, melhor era.
- O meu caralho é melhor do que o maridinho frouxo, não é mesmo gostosona? – perguntava prendendo-me as nádegas com as mãos – E chega mais fundo do que o dele, não chega?
Oh sim, chegava bem mais fundo do que a pila de uns escassos 11 centímetros do homem com quem dei o nó. E como ela pulava dentro da minha rata. Feliz da mulher que prova uma coisa daquelas.
- Vou-te furar toda com o meu caralho, gordinha – mais um pouco e ter-me-ia vindo novamente. Mas Roberto tinha outras ideias. Tirando a bata branca e a camisa que trazia por baixo daquela, e ficando tão nu como eu, deitou-se em cima da carpete do centro da sala, com seu caralho tão empinado como minha barriga de 8 meses. – Vou enfiar meu caralho em você como quem espeta um prego.
Sentei-me então sobre ele, sentindo-lhe o pau entrar por mim acima. Ohh! Fechei os olhos, gemendo baixinho, mas nesse momento comecei a sentir-lhe as mãos apalpando-me os peitos tesos e a sua boca mergulhar neles.
- Vais-me dar de mamar, peituda. Vou mamar nos seus peitões como um bebé.
Como todos os brasileiros, Roberto misturava o tu e o você e a sua maneira de falar ainda me entesava mais. Deixei que ele me fodesse durante mais de dez minutos até eu me vir novamente, e me mamasse até me deixar os bicos das mamas vermelhos.
- Vou desaleitar-me todo – avisou-me. Foi então que achei melhor ser mais prudente. Eu adoro sentir um homem esporrando-se dentro de mim, mas não queria correr riscos em especial com um homem que mal conhecia. Grávida era também a qualidade de vida de minha filha que ainda não viera ao mundo que eu colocava em risco se o deixasse ejacular sem o ter coberto previamente com uma camisa-de-vénus que não tinha comigo.
- Pára Roberto – exigi – não quero que gozes dentro de mim.
Ele percebeu. Antes de ejacular tirou seu caralho fora, mandando-me deitar agora eu na carpete.
- Você vai pelo menos provar o meu leitinho na sua face – afirmou-me segurando a pila com as mãos e aproximando-ma da cara – Você vai levar uma baita esporradela facial, Sandra. Na cara e na boquinha. Afinal você gosta muito do leitinho dos colhões, não gosta Sandra?
Sim, é o único leite que gosto. Assim quando ele se veio, abri a boca e deixei que ele me inundasse o rosto e a língua com o suco quente e salgado do seu gozo e deixando-mo tão branco como se me tivessem cuspido com um batido de leite-creme. Huum! Com a língua lambi a esporra que me tinha caído em volta dos lábios e espalhei-a ao redor. Huuum, leitinho gostoso de macho garanhão!
- Tão cedo você não vai precisar nem do caralho nem do leitinho de seu marido corninho, Sandrinha – observou-me, contemplando o prazer com que eu lhe saboreava a esporra.
Não admira que nessa tarde a minha sessão tenha demorado mais do dobro do que o habitual. Quando saímos as senhoras que se encontravam na sala comentaram a demora e a que ia a seguir a mim, uma grávida quase tão inchada como eu comentou:
- Que diabo Roberto, estava a ver que nunca mais acabava. Vou querer um tratamento igual ao que acabou de dar a essa senhora.
- Esta senhora necessitou de um tratamento especial – respondeu-lhe Roberto, num sentido dúbio. Não me perguntem se ela sabia do que estava a falar e se teve direito ao mesmo tratamento especial que eu tive. Mas depois das duas valentes fodas que deixei Roberto dar-me, duvido. Por maior que seja o caralho, tesão de homem tem limite. E se eu tão cedo não ia ter necessidade de suspirar pela pilinha de meu marido, também duvido que nesse dia Roberto tivesse conseguido arranjar tesão para comer mais outra mulher. Minha filha nasceu três semanas mais tarde e esta foi a última foda que dei, estando grávida dela. E como não tinha o tempo todo de gestação nunca duvidei que o delicioso caralho do barbeiro massagista tivesse tido a sua quota-parte de responsabilidade no caso.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:06
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA