A Eulália era uma moça gorda, de mamas grandes, maiores do que as minhas, um pouco mais velha do que eu, olhos verdes e cara bonita, que trabalhou algum tempo como sopeira, isto é como empregada de limpeza para quem não sabe, em casa da minha senhoria, no tempo em que estudei Direito em Coimbra. Um dia contudo a minha senhoria descobriu que a Eulália lhe fazia pequenos furtos e despediu-a. O pai, um homem de temperamento duro e com propensão para beber uns copos, quando soube a causa do despedimento da filha espancou-a com um cinto, e com tanta raiva o fez que a moça andou marcada uns bons pares de dias. Eu contudo sempre gostara dela pois ela certa vez descobrira que eu me dedicava à prostituição e, apesar de se gabar de ser virgem, nunca dera com a língua nos dentes à sua patroa nem a ninguém, nem nunca procurara fazer qualquer chantagem comigo para calar seu segredo.
Passara-se talvez perto de um ano desde que a Eulália fora despedida da casa onde eu morava, quando certa vez a encontrei ao cair da noite na Praça da República. De facto tinha sido a Eulália quem me encontrara, ela andava à minha procura e a Praça àquela hora, antes do jantar nas cantinas académicas era o melhor lugar para isso. Achei-a mais gorda mas a Eulalia não tardou a explicar-me o motivo do seu aumento de peso.
- Estou grávida, menina Sandra - anunciou-me com cara de aflita - E se o meu pai sabde mata-me à pancada, ou o que é pior expulsa-me para fora de casa e deixa-me morrer à fome na rua. Preciso urgentemente de fazer um aborto, mas não sei a quem recorrer nem tenho dinheiro que chegue para pagar um. A menina Sandra como anda na vida não me arranja maneira de me fazer ganhar dinheiro para o aborto? E tem de ser quanto antes, pois a barriga já me começa a crescer e não tarda nada o meu pai vai desconfiar.
Perguntei-lhe de quanto tempo estava, ao que a Eulália me respondeu estar com perto de três meses.
- Se era para abortares já devias ter tratado disso - censurei-a - E como isso te foi acontecer? Tu nem namorado tinhas.
A Eulália contou-me então que tudo tinha acontecido numa festa a que ela fora, sem conhecimento do pai. Três rapazes tinham-lhe oferecido umas bebidas e como a tarde era de festa a desgraçada acedera. Simplesmente como não estava habituada não tardou muito a ficar completamente embriagada, ocasião que os três aproveitaram para a meterem dentro de um carro, de onde a conduziram ao Choupal, onde se aproveitaram completamente dela.
- Eu era virgem, menina Sandrinha - choramingava ela - e não tomava nem usava nada. Fiquei grávida da primeira vez que o meu corpo conheceu um homem e nem sei dizer de qual dos três é filho, este cachopo que trago na barriga.
De facto era preciso azar! Mas uma vez que a Eulália pretendia resolver o problema daquela forma eu prontifiquei-me logo a ajudá-la.
- Se quiseres posso recomendar-te algumas abortadeiras cá de Coimbra. E também poso tratar de te arranjar alguns clientes de maneira a arranjares dinheiro para o aborto o mais depressa possível - disse-lhe, habituada como estava a pagar todas as despesas com a cona.
- Não, ir para a cama com homens não quero - retorquiu-me logo a Eulália - Fodi com aqueles três porque eles me embriagaram, não por querer. Não me importo de fazer outras coisas, como deixar que me vejam nua e fazê-los gozar à mão, mas ter o meu corpo usado por outros homens, é que está fora de questão.
Apeteceu-me mandá-la foder porque nunca tive paciência para pessoas de moral difícil, em especial sendo do meu sexo. A fazer limpezas é que a Eulália não conseguiria pagar o aborto antes da barriga lhe crescer mais um bom bocado e o pai descobrir sua desonra. Mas depois lembrei-me de um índividuo tarado, o Cunha, que não se importava de pagar uma boa nota por uns momentos íntimos mais pesados. A maioria das putas de Coimbra que como eu, também faziam domícilios, não gostavam de alinhar com ele por causa das suas taras violentas, em especial o seu gosto peculiar por agredir as mamas das suas parceiras sexuais. Era contudo o único homem que eu conhecia, capaz de pagar um aborto, por uns bons momentos com a Eulália. ainda para mais sabendo-a grávida.
- Eulália, sabes que nenhum homem te irá arranjar dinheiro para um aborto, só para te ver nua e ter o prazer de saborear uma punheta tocada por ti, ainda para mais de alguém que não é nenhuma miss - adverti-a -Mas se não te importares de levares uns bons açoites talvez te arranje um cliente que é bem capaz de te te pagar o aborto.
- Levar uns bons açoites?! - estranhou ela.
- Sim, Eulália - confirmei .- Há muitos homens que gostam de bater em mulheres e não se importam de lhes pagar por isso. Este que refiro gosta de aplicar uns açoites nas mamas das mulheres. Sei que vais sofrer um bocado, mas garanto-te que não irás parar ao hospital. E com três meses de gravidez aconselho-te a não perderes muito tempo a fazer o aborto. Quanto mais tarde, mais arriscado será para ti fazê-lo. Habituada a apanhares do teu pai estás tu, e nunca ganhaste dinheiro com isso. Ao menos desta vez vais apanhar mas ganhas dinheiro para o aborto. Que dizes?
- Pois sim! - volveu a Eulália - mas nas mamas vai-me doer muito.
- Por isso é que o trabalho é bem pago, Eulália - lembrei-a - E nas mamas ninguém tas vai ver.
- Não terei de ter relações com ele? - insistiu.
Palerma! Claro que ia ter relações com ele no final, bater em mulheres excitava muito o tarado do Cunha, e era por isso que ele gostava de nos bater, ainda para mais tratando-se de uma meia-virgem como a sopeirinha, mas não ia dizer isso à Eulália. Eu pretendia também ganhar a minha parte com o espancamento dela e não ia espantar a presa. Por isso tratei de a tranquilizar.
- De maneira alguma, fica descansada! Terás apenas de te despir toda para ele e deixares que ele te bata, que é isso que ele gosta de fazer com mulheres. E vais ver que não te vai bater com muita força.
E ria-me para dentro. Ai que não vai..!
No dia seguinte já tinha arranjado uma abortadeira para a Eulália. Uma velha parteira da Sé Velha, habituada a fazer desmanchos nas putas de Coimbra e que era quem fazia abortos pelo mais baixo custo na cidade e arredores. Mesmo assim 15 contos na moeda de então, mas eu não podia arranjar outra muito mais cara porque arrancar tal dinheiro da carteira do Cunha, mais a comissão que contava cobrar, não me dava margem para grandes manobras. E na verdade foi a muito custo que consegui convencer o Cunha a desembolsar 20 contos de reis (a despesa do aborto mais a minha comissão) para ter direito a uma sessão de tortura com a antiga sopeira. Mas tal como imaginava foi o facto de a Eulália estar de barriga que o convenceu a pagar tal quantia.
- Nunca bati, nem nunca fodi uma prenha - confessou - E vai-me dar um tesão danado fazê-lo. Ainda para mais numa prenha gorda que nem sabe quem é o pai da criança. Mas por esse dinheiro não vou apenas bater-lhe nas mamas. Vou também bater-lhe no cu, e desancar-lhe as mamas bem desancadas as vezes que me apetecer. E no final fodo-a toda.
- Depois de a teres amarradinha, Cunha - respondi-lhe - farás com ela o que muito bem quiseres, mas aconselho-te a não lhe dizeres nada quando ta trouxer. A Eulália apenas sabe que lhe vais bater nas mamas, sem sequer imaginar como o irás fazer, e é melhor que não saiba mais nada. Quando estiver à tua disposição não poderá fazer nada e fica descansado que não contará nada a ninguém se a deixares bem marcadinha como tanto gostas.
Ficou tudo combinado para a tarde do dia seguinte, pois a antiga sopeira apesar de maior de idade não tinha autorização do pai para sair à noite.
O encontro ocorreu num quarto desocupado de uma república estudantil na Alta, pois o Cunha não queria que a sopeira soubesse onde ele morava e levá-la para uma pensão de putas, como aquela para onde eu levava os clientes, era complicado para a Eulália que não se queria arriscar a ser vista em tal sítio.
- Sabes que te vou bater nas mamas, não sabes, minha menina? - perguntou-lhe o Cunha quando entrou e lhe apresentei a Eulália, pois nós as duas chegamos primeiro conforme combinado - Agrada-me a tua figurinha, tens os marmelos fartos como eu gosto, mas vai levar neles.
A Eulália começou a ficar assustada, percebi pela sua cara, e eu com medo que ela desistisse, atalhei:
- A Eulália já sabe disso, e tem mais medo da tareia que vai levar do pai se não conseguir arranjar dinheiro para resolver um problema quanto antes. Por isso trata de pagares para poderes passar à acção.
Tinha combinado com a Eulália esta exigir logo o dinheiro mas como percebi que ela já não se lembrava das minhas instruções resolvi fazê-lo eu. O Cunha pagou-nos e a Eulália nem pareceu notar que eu também recebera a minha parte.
- Despe-te menina , de que estás à espera? - perguntou-lhe ele assim que nos pagou - Não esperas que te açoite as mamas por cima do sutiã, pois não? E tira tudo fora, sempre quero ver se estás mesmo grávida.
Bastante embaraçada com a minha presença a Eulália tirou vagarosamente todas as peças que trazia vestidas, revelando um corpo gordo mas com uma pele bastante lisinha e sem pelos, excepto no monte de vénus. A barriga acusava já uma pequena protuberância bicuda, por cima do umbigo, que podia de facto ser causada pela gestação de um ser que se começava a formar dentro dela.
- Sim senhor! - assobiou o Cunha satisfeito e apalpando-lhe os bicos das mamas- És mesmo capaz de estares grávida. Já se te começa a notar a barriga empinada e as pontas dos marmelos afiladas e tesas. Exactamente no ponto para levarem umas belas chibatadas que vão fazer cantar a pele destas tuas mamocas. Hummm! És gorda mas boa como eu gosto! Huuuummm! Vou adorar chibatar-te as mamas. Vamos Sandra, esfrega-lhe uma boa dose de óleo de palma nas mamas, senão rebento-lhe a pele quando lhas estiver a chibatar.
À menção de ter as suas mamas esfregadas por minhas mãos a Eulália reagiu pela primeira vez. Muito pálida sempre disse que ela própria podia muito bem passar o óleo nas mamas.
- Aqui, ó menina - retorquiu-lhe o Cunha - sou eu quem paga e quem manda. E quero ver a Sandra a esfregar-te o óleo nas mamas. Devagarinho. E bem reluzentes de óleo. E enquanto a Sandra te banha as mamas vais-te sentar nesta cadeira, passares os braços atrás dela, e deixares que tos amarre. Assim mesmo, não se bate numa menina, ainda para mais grávida, sem a fazermos sentar confortávelmente, e sem lhe amarrarmos as mãos. Assim mesmo! Vou-te amarrar também os tornozelos para não correr o risco de levar um pontapé teu. E tu Sandra, continua a esfregar-lhe o óleo nas mamas, a tua amiga vai precisar de muito óleo nas mamas para aguentar os açoites que vou dar nelas. Vês como já tens os tornozelos tão bem amarradinhos como os pulsos, gravidazinha? Agora vou tratar de te enfiar na boca esta mordaça de bola. Que pena não poderes ver como ela te fica bem na boca. Pareces tal e qual uma cadela açaimada. Assim, sempre podes gemer quando estiveres a apanhar com o açoite nas mamas, e eu vou gostar imenso de ouvir os teus gritinhos abafados. Muito bem Sandra, parece que a sopeirinha está mesmo na posição ideal para eu começar a tratar das saúde às mamas dela. Não vale a pena chegar-lhes mais óleo, por isso Sandra sai, por favor e espera lá fora até que te volte a chamar.
Se no ínicio a minha presença constrangera a Eulália, a minha saída agora aumentava-lhe o medo. Ficar sózinha com um homem que lhe ia açoitar os marmelos assustava-a mais do que a constrangia a minha presença. E eu também queria muito assistir àquilo.
- A Eulália não é como as outras moças que estás habituado a açoitar - intercedi - A Eulália não anda na vida como as outras, e tem medo de ficar aqui contigo. Por favor deixa-me ficar que não intervirei em nada.
O Cunha consentiu depois de ter perguntado à Eulália se esta queria que eu ficasse e ela lhe ter dito que sim com a cabeça.
- Muito bem, senta-te para aí, mas nem um pio - impôs e eu sentando-me numa cadeira vi o Cunha colocar-se por trás da Eulália e lhe começar a apertar as mamas, torcendo-lhe os bicos de maneira a fazê-la gemer.
- Mamas de prenha, doem-te muito quando te aperto as mamas, prenha gorda?
A Eulália abanando a cabeça dizia que sim.
- Então, geme, gravidazinha, geme como deves ter gemido de prazer quando provaste o caralho que te encheu os ovários! Geme que cada gemido teu põe-me o caralho em pé! Sentes, como me pões o caralho em pé, gravidazinha de mamas cheias?
E esfregando as calças junto ao pescoço da Eulália demonstrava-lhe todo o seu tesão.
- Está na hora de sentires o peso das minhas mãos nestas tuas mamocas carnudinhas - e o Cunha colocando-se na frente dela levantou uma das mãos - Os apalpões nas tuas mamas vão-te parecer beijinhos, minha linda, depois que estas minhas mãos assentarem nelas. Estás preparada? Então lá vai! Um, dois, três.. - e a palma da mão aberta desferiu um violenta bofetada no bico da mama direita da Eulália, o que quase a fez tombar e arrancou-lhe um grito que a mordaça de bola quase não conseguiu abafar. Até eu estremeci, coitadas das minhas mamas com uma bofetada daquelas.
- Ora, tem calma, lindinha com os ovários cheios. Esta ainda foi a primeira e tens muuuiiiitas para levares ainda esta tarde. Afinal o dinheiro que me cobraste vale bem deixar-te as mamas bem amassadas e incapazes de darem de mamar a esse projecto de gente que trazes no útero - e a outra palma da mão aberta já descera e acertava, com idêntico resultado, no biquinho do seio esquerdo.
Com as duas palmadas a Eulália já se dobrara toda para a frente, prostrada pela dor mas o Cunha mal a deixou respirar. Obrigando-a a levantar a cabeça pelos cabelos cuspiu-lhe na cara.
- Isto ainda não é nada! Isto agora é que vai começar a ser. Vou-te deixar as mamas todas negras e cheias de papos quando acabar de te açoitar, minha plébia! Vou-te deixar as mamas tão amassadas que durante muito tempo se te voltares a deitar com qualquer homem é bom mesmo que nem lhas mostras, ou ele vai ficar sem tesão por muito tempo.
E agora as suas duas mãos, quase ao mesmo tempo, rodopiavam no ar com toda a velocidade e pás, pás, pás, ecoavam ao colidirem com a pele nua das mamas da Eulália, fazendo-a contorcer-se toda de dores de cada vez que recebia mais uma.
- Huuumm! Sim! Vemelhinhas! Olha só como tens as mamocas bem vermelhonas, como eu gostar de ver nestes momentos as mamocas de uma mulher! Huumm! Siiimmm! Lindas! Lindas! Até se notam as marcas dos meus dedos! - comentava o Cunha deliciado - Huuumm! Até o meu caralho quer rasgar o fecho das calças só por os meus olhos estarem a contemplar um bonito par de mamas, bem vermelhinhas!
E sempre sem parar, cada vez o Cunha esbofeteava com mais força os seios da sopeira, acertando-lhes quer nos bicos, quer em cima, em baixo, nos lados. As mamas da Eulália pareciam dois sacos de treino de boxe, e por vezes como eram grandes e inchadas, quando o Cunha as atingia de baixo para cima elas quase lhe acertavam no queixo. E não estavam só vermelhas. Em dois ou três pontos apresentavam já hematonas. Não iam ficar nada apresentáveis. Só uma mulher muito necessitada se sujeitaria a tal tratamento, ou então, uma meia-enganada como tinha sido a Eulália. Mas tal como prometera não intervi.
-Ah, sopeira grávida de merda! - gritou a certa altura esfregando-lhe as mãos na face - tens as mamas tão duras que me deixaste as mãos a doer de tanto bater nelas. E vais lamentá-lo porque agora vou arrancar lágrimas dos teus olhos.
Cumpriu a promessa.
- A chibata! Abre-me essa maleta que trouxe, Sandra, já que não estás aqui a fazer nada e tira-me a chibata. Sabes o que isso é, não sabes? - mandou ele, desapertando a braguilha e tirando a pila grossa e enorme para fora pela primeira vez e esfregando-a no rosto da Eulália - Vês agora como me deixaste o caralho todo húmido, prenha? Então deixa-me lavar-te a cara com a minha esporra, sopeira!
Sabia, sim o que era uma chibata. Na maleta, do género das maletas de médico, não havia só uma chibata, havia ainda um chicote de fitas, e eu entendi que ele não queria exibir logo o seu arsenal de uma vez para a Eulália não desconfiar do tormento seguinte que ainda teria de sofrer, por isso cuidei de tirar apenas o objecto pretendido, que lho entreguei. Quando o fiz o Cunha tratou de guardar o piçante dentro das calças e exibiu a chibata à sua vitima.
- Aposto que o teu pai nunca te bateu com uma chibata, pois não? Nem ninguém o fez ainda, estou certo. E muito menos nas tuas mamas. Pois vais ver o efeito que este belo objecto vai fazer no teu bonito par de marmelos de grávida. Olha só o som que ele faz ao descer do ar. Ouve bem, sopeirazinha! Já imaginaste o beijo que ele te vai deixar nas tuas mamocas enormes de cada vez que acertar nelas? E garanto-te, que faço intenção de te acertar muuuiiiiitas vezes em cada uma delas, na direita e na esquerda, até te ver pular na cadeira. Estás pronta? Ainda bem que eu também. Então aqui vai. Um, dois, três....
E, fzzzzzz, plás, fzzzzzzz, plás, fzzzzzzzzzz, plás, ui, e agora é que a Eulália se contorcia toda , gritava ahhhhhhhhh, dos olhos aterrorizados brotavam copiosas lágrimas, e entre os gritos abafados da mordaça, podíamos adivinhar muito bem os seus incessantes pedidos para parar. Mas de que é que isso adiantava? Fzzzzz, plás, os ruídos das chibatadas não diminuíam, a cada grito da Eulália, o braço que empunhava a chibata aumentava de intensidade, e esta cada vez com mais força cortava a pele leitosa da pele das mamas da Eulália, mordendoa-as violentamente. O sangue era agora vísivel em vários pontos e a Eulália estava cada vez mais aterrorizada com grande gáudio do seu algoz.
- Ohhhh, siiiiimm! - exclamava - Cada vez tens esse teu parzão de mamas mais lindinhas! Ahhhhh! Como adoro ver nascer cada um dos lanhos que a mordida da chibata te faz nas mamas, minha lindinha gorda! Ahhhhh! Siiiiiiiimmmmm! Pensavas que por estar aqui a tua amiga te iria poupar, sopeira grávida? Pois não te vou poupar! Apetecia-me rebentar-te as mamas à chibatada, vadia prenha! Ah, maldita, pega, pega, pega, desfaço-te a chibata nas mamas.
Apesar da minha promessa pensei em intervir então pois as coisas pareciam estar a ir longe de mais. Não queria nada que ninguém fosse parar ao Hospital uma vez que as coisas poderiam correr mal para o meu lado, mas felizmente não se chegou a tanto. O Cunha que apesar de todo o seu sadismo tinha a noção dos limites parou de a chibatar.
- Tás feita um cristo, megera! - proferiu voltando a apertar-lhe os bicos das mamas - Vou-te deixar respirar um pouco mas não te vou soltar ainda. Querias que acabasse já, não querias? Mas não vou acabar já porque aqui sou eu quem decide quando te devo mandar embora ou quando te devo continuar a açoitar os marmelos. E não te vou soltar sem te dar a provar um outro suplício. Sandra, o chicote de tiras!
E as mamas da antiga sopeira da minha senhoria de Coimbra levaram um último espancamento com o terrível chicote de tiras de couro.
- Ahhhhhh! Siiiiimmm! Siiiimmm! - voltava a gritar o Cunha sempre que as tiras do chicote abraçavam as mamas da Eulália, fazendo-as estalar num brasido feroz, e marcando-as todas- Huuuumm! Lindas tirinhas que te vou deixar as mamas. E como o sangue escorre delas! Nada como um chicote para deixar lindas marquinhas numas mamocas tão durinhas como tinhas as tuas, minha megera com um bebézinho na barriga! Pois toma mais, toma mais chicotadas que eu adoooooro umas mamocas enormes como as tuas todas rasgadas pelo chicote e cheíííííinhas de deliciosos vergões vermelhos. Huumm! Siim! Sei que querias que eu parasse, mas não me apetece parar, apetece-me chicotear-te as mamas até tas deixar todas esborrachadas.
Não a deixou mas pouco faltou. O Cunha só pousou o chicote, quando com uma grande saliência na zona genital das calças, o suor já lhe escorria em bica pela testa abaix, e as mamas da sopeira estavam feitas num oito pois que não havia um centímetro da pele que não estivesse rasgada, aberta ou a sangrar, além de um conjunto enorme de vários hematomas. Nem o meu tio/padrinho que me tirou os três em menina, me batera alguma vez assim. Só mesmo um tarado daquele calibre poderia encontrar algum prazer em comer uma mulher com as mamas naquele estado, como ele se preparava para o fazer. Mas ainda não era para já. Ainda faltava um último espancamento, este mais aceitável do que o primeiro.
- Sandra, vais-me ajudar a desamarrar esta megera pré-mamã, e a amarrá-la ao contrário, com o cu para cima - ordenou - A sessão não estaria completa sem lhe açoitar devidamente o cu, que é tão repleto de carninha tenra como as mamas
Apesar da dureza do espancamento a Eulália tentou reagir quando lhe desamarramos os pulsos mas os seus esforços de nada valeram. Como não queria por nada ficar sem a nota de 5 mil recebida, ajudei-o a dar mais uns sopapos nela para a acalmarem e a amarrá-la por cima da estreita cama do quarto desocupado, com a barriga para baixo. Os pés da sopeira foram amarrados aos pés e à cabeceira da cama, um tornozelo em cada ponta.
- Assim mesmo, com as pernas abertas, a cona bem à mostra, e uma posição totalmente acessível aos beijinhos da chibata - elogiou o Cunha apalpando-lhe a greta no intervalo das pernas, pela primeira vez - Nem por estares grávida trazes a cona húmida, mas não tarda muito e estou a dar-te um bom banho de esporra nela. O teu azar é que quanto menos húmida estiveres mais te vai custar apanhares com o meu caralho dentro dela.
Foi apenas nesta ocasião que a Eulália percebeu que o aborto não seria unicamente pago com o brutal espancamento sofrido, mas também com o seu corpo, e que no final dele ela seria usada. Ainda mais procurou esbracejar, soltar-se, grunhiu, mas o Cunha não queria perder mais tempo a marcar-lhe as nádegas.
- Cuzinho, rechonchudinho, parece o teu, Sandra - e as suas mãos largas apalpavam-lhe as bochechas começando a bater nelas - Vou adoooorar marcar-te o cuzinho todo como adorei marcar-te as mamas. A chibata para começar parece-me bem. Vou fazer as primeiras marcas no teu cu com a chibata, até te deixar o cuzinho todo vermelho e as marcas redondas da chibata na tua pele. Em seguida vou usar o chicote de tiras nele e desenhar uns deliciosos vergões vermelhos neste teu lindo cuzinho gorducho.
Não lhe acertou na pássara mas o trabalho, primeiro da chibata e depois do chicote, além das palmadas com as mãos deixaram-lhe o rabo quase tão mal tratado como os peitos.
- Pensavas que era fácil ganhares dinheiro para o aborto e enganares o paizinho, pensavas sopeira sem vergonha? - gritava-lhe ele entusiasmado com o som da pele da rapariga sob o chicote - Pois se quiseres nem precisarás de pagar dinheiro algum para abortares que eu dou-te tantos pontapés no cu e na cona que em pouco tempo cagas cá para fora o fedelho que fizeste com a primeira esporradela que provaste.
A humilhação da Eulália vendo asim exposta a razão da sua presença! Confesso que não desejei tal coisa mas o Cunha não se contivera e agora nada mais havia a fazer. Também, que importava isso? A sopeira precisava de dinheiro rápido para abortar e não queria ganhá-lo na rua, não era? Então, eu arranjara-lhe como.
- Vou-te foder por trás - disse o Cunha quando parou de lhe bater, baixando as calças por completo e esfregando-lhe o piçalho no reguinho e nas coxas - Vou-te aleitar tanto como os três mariolas que dizes que te comeram e te fizeram um filho. Sentes como tenho o caralho bem leitoso, sentes? Vais prová-lo por trás, com a cona bem aberta, como já o dei a provar tantas vezes à Sandra. Gostas de apanhar por trás, sopeira? Se calhar foi por trás que os três te comeram e por isso não sabes quem o pai, não terá sido? Estavas de costas não vistes a piça que te tirou os três.
O Cunha deu-lhe por trás por muito tempo, e apesar das palmadas com que lhe continuava a acertar nas nádegas, estou certo ter sido uma foda bem agradável, tal o empenho que ele punha quando metia e tirava o cacete, mas da qual infelizmente a Eulália não tirou nenhum proveito, tal o nojo que eu lhe via na cara, por estar sendo violada.
- Huuuumm! Cuzinho lindo assim todo marcadinho! - ia comentando - Sentes como a visão do teu rabinho todo esfolado me faz sentir tão macho? Huuuummmm! Estou a foder-te com tanto tesão que até aposto como o bastardozinho que trazes na barriga está-se a cagar todo de cada vez que a cabeça do meu caralho te entra pela cona acima, vadia!
Sabia já por experiência própria o que era foder grávida por isso também não me custava a crer que o projecto de gente que a Eulália transportava no útero devia estar aos pulos dentro dela.
- Bebe leitinho, sopeira prenha, bebe leitinho pela cona que todo o leite que beberes por ela enquanto estiveres prenha, não irá dar irmãos a esse bastardozinho que os três desconhecidos te fizeram - disse-lhe ele quando se veio - Bebe do meu leitinho, sopeira, que quando ele te escorrer pelas pernas abaixo bem podes dá-lo a beber ao produto do inchaço que tens na barriga.
E na verdade a quantidade de langonha que a sopeira regurgitou pelas partes baixas daria bem para encher uma mamadeira para um recém-nascido - se fosse leite de fêmea, está claro.
A sopeira e eu passamos o resto da tarde na república, mesmo após o Cunha ter-se ido embora, eu tratando de a ajudar a recompor-se para ela poder voltar a casa, sem que os pais se apercebessem do seu estado, o que não foi fácil já que a raparig estava muito mal. Fi-la tomar um duche, tratei-lhe das feridas e apliquei-lhe gelo nas partes para estancar o sangue e diminuir os hematonas. Mas a Eulália estava muito fodida comigo por eu ter sido conivente na sua violação, ainda para mais por dar agora conta que eu ganhara dinheiro com isso e não apenas por vontade de a ajudar.
- Não foi isto que combinámos, menina Sandrinha - disse-me com razão - Não lhe perdoo ter negociado o meu corpo sem me dizer nada.
Compreendi-a, mas como por ter já passado pelo mesmo sabia que o preço que qualquer mulher tem de pagar por um aborto - em especial naqueles tempos em que ele era proibido - é sempre muito elevado, apenas lhe respondi:
- Vai apanhar no cu, Eulália, que nem na esquina a alugares o cu e a rata ganharias só com um cliente o dinheiro que precisas para pagares o aborto que queres fazer. Fosses mais esperta e ao menos tirasses proveito do caralho dele enquanto o tiveste dentro de ti, como ao menos espero tenhas tirado proveito do caralho dos três que te tiraram o selo de menina.
Na verdade, espancada como tinha sido espantava-me que a Eulália estivesse mais melindrada por ter sido sexualmente usada do que pelas surras que levara. E dois dias depois, como a sopeira não tivesse mais ninguém em quem confiar, acompanhei-a a casa da D. Arminda, a parteira e abortadeira das putas pobres de Coimbra, e não só, onde com cerca de três meses a antiga sopeira da minha locatária fez finalmente o seu aborto, evitando o escândalo doméstico, mas com grande surpresa da velha parteira pois que nunca vira alguém tão severamente castigado.
- Mais um pouco e nem precisaria de mim para abortar - comentou - Nem quero saber quem fez uma coisa destas, nem porque motivo.
Poucas vezes mais vi a Eulália durante o tempo que permaneci em Coimbra. Mas aposto que marcada como ficou por aquela suas primeiras aventuras sexuais, deve-se ter ficado por elas, e evitado os homens para o resto da vida. E também as sugestões para ganhar mais dinheiro, feitas por putas como eu.
Bjs para todos. Desta vez um beijo particular para o Lynce que também passou por Coimbra uma década depois de mim. E nesta noite especial um especial ósculo para o aniversariante desta noite.
Agradeço igualmente a todos os leitores que pedem por relatos mais recentes. Quero publicá-los mas ainda não ganhei coragem para isso. Eles envolvem familiares meus e preciso de algum distanciamento para o fazer. Espero que me perdoem. Bjs
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
AJUDANDO A SOPEIRA A GANHAR PARA O ABORTO
Postado por
SANDRA SAFADA
às
12:40
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
UMA TAREIA DE CINTO E UMA VISITA NOCTURNA DO CARALHO TESO DO TIO
Após ter feito o meu primeiro aborto aos 16 anos, meu padrinho em casa de quem vivia em Lisboa, e que era o pai da criança que não chegou a nascer, passou a obrigar-me a tomar a pílula que ele mesmo comprava mensalmente numa farmácia sua conhecida, sem receita e sem me ter feito consultar qualquer médico. Lembro-me bem da marca, Anovlar, que meu tio/padrinho escolheu para mim talvez porque a maioria das putas com as quais se deitava, a tomassem.
Um dia porém a minha tia, sua esposa, encontrou a carteira das pílulas no meu quarto. Para dizer a verdade, não foi ela quem as encontrou, mas a empregada externa, a Srª Maria, que todos os dias vinha lá fazer a limpeza da casa e cozinhar, pois que minha tia e madrinha, pouco fazia em casa, mesmo foder com o marido não era actividade a que ela se dedicasse com muita regularidade, por isso meu tio passava a vida pulando a cerca e aproveitando-se de mim. A empregada podia, e devia ter ficado calada, mas como mulher conservadora que era, educada no príncipio que sexo antes do casamento era só para os rapazes, e mesmo assim só com mulheres de bordel, não com moças de família, tratou imediatamente de as mostrar à patroa.
- Ó minha senhora, veja o que encontrei no quarto da menina Sandrinha- disse-lhe, estendendo-lhe a embalagem de Anovlar nas mãos.
Eu estava no Liceu onde estudava, não assisti a isto, mas quando quase no final da tarde voltei a casa - meu padrinho ainda não chegara, e a empregara fora-se já embora - ao deparar com minha tia/madrinha percebi logo que ela não fizera outra coisa durante toda a tarde que não fosse esperar meu regresso. Não era bom sinal para mim, e portanto pecebi logo que vinha molho para o meu lado.
- Ó minha grande vadia, olha o que a Srª Maria encontrou ao arrumar o teu quarto! - proferiu ao ver-me entrar e mostrando-me a embalagem das pílulas contraceptivas - Para que queres tu isto, minha desavergonhada, que eu própria que sou casada com o teu padrinho nunca tomei?
Fiquei furiosa com a denúncia da empregada. As pílulas estavam dentro da mesinha de cabeceira, ela não as encontrara por acaso. Achei inadmíssivel aquela violação da minha privacidade, mais ainda do que as violações que desde os 14 anos meu corpo era sujeito às mãos de meu tio. Por isso respondi-lhe com azedume:
- Para que é que a tia acha que eu haveria de querer tomar isso? Para brincar aos médicos com os meninos, está claro! E que a tia nunca tenha tomado pastilhas dessas, não me admira. A tia é seca dos ovários, coisa que como sabe, eu não sou. Por isso em vez de me fazer perguntas parvas, devia-me rta agradecer por eu tomar isso e não correr o risco de lhe aparecer em casa com outro filho na barriga.
Respondi-lhe assim por saber que um dos maiores desgostos do meu tio era a esposa nunca lhe ter dado filhos, e minha tia saber que eu fizera um desmancho recentemente. Mas palavras que eu disse! Minha tia, tendo-lhe tocado no ponto fraco do seu relacionamento conjugal, pregou-me um violento estalo que quase me fez tombar.
- Ah, minha grande vadia! - gritou-me, puxando-me pelos cabelos e começando esbofetear-me com força - És tal e qual a desavergonhada da tua mãe que não tinha vergonha de se meter debaixo dos noivos das outras. Ahh, que eu nem sei como tomei conta de ti e não te ponho desta casa para fora, minha galdéria! O teu lugar era numa pensão do Intendente, que é o lugar onde devem estar as moças solteiras como tu que tomam destas merdas! Quem é que te arranja estas porcarias para tocares, Sandra?
Eu não lhe podia dizer como é lógico, por isso procurava apenas defender-me com os braços mas minha tia estava cega de raiva e não parava de me bater pelo corpo todo.
- Todas as raparigas lá do Liceu tomam isso - respondi-lhe - O tempo das moças esperarem pelo casamento para perderem a virgindade já lá vai.
- As putas do liceu como tu, Sandra, não as moças sérias, se é que ainda existe alguma nestes tempos. - volvia-me ela - Onde é que aranjas tu isto, minha galdéria?
Como eu não lhe dissesse nada porém, minha tia esbaforida com a tareia que me dava, agarrou-me nos braços e uniu-os pelos pulsos.
- Não passas de uma puta, Sandra - insultou cuspindo-me no rosto - e tenho muita pena de seres minha sobrinha e de te ter acolhido debaixo do meu tecto. É por isso que gostas de mostrar as pernas e de usar calcinhas que te deixem ver o rabo, não é? Uma desavergonhada como tu não merece apanhar de uma mulher fraca como eu, ou ainda dás cabo de mim. Isso é tarefa para um homem. Para o teu tio. Ele sim, tem o braço suficientemente forte para te castigar como deve ser.
E conduziu-me assim agarrada como estava, até junto de uma gaveta de um armário da cozinha, de onde tirou um baraço com o qual me atou os pulsos. Em seguida, sempre insultando-me fez-me caminhar até ao meu quarto, usando a outra extremidade do baraço como um cabresto, e quando entrámos amarrou esta nas grades dos pés da minha cama. Eu também não opûs nenhuma resistência. Habituada apanhar às mãos dos dois estava eu farta.
- Quando o teu tio chegar vai-te tratar da saúde, minha vadia - intimidou-me - E enquanto ele não chega, vais ficar aí de joelhos, que é uma posição muita adequada a uma moça que em vez de se dar ao respeito, prefere dar-se ao desfrute.
Não fiquei ali amarrada mais do que uma hora, tempo contudo mais do que suficiente para ficar com dores nos pulsos e com formigueiros nas mãos. Ouvi quando meu tio chegou e ficou a conversar com minha tia, antes de subirem os dois ao andar de cima.
A visão das minhas pernas gordinhas como ele tanta apreciava, das coxas para baixo inteiramente nuas sob a mini-saia azul de ganga , a visão da minha calcinha branca, muito sumida revelando boa parte das nádegas e do meu papo de cona, debaixo dela, os braços amarrados e estendidos na direcção da cabeça com os cabelos tombados para a frente e o meu rabinho voltado para a porta da entrada, deve tê-lo entesado bastante pois ficou parado alguns momentos junto a ela, olhando-me atentamente, antes de me dirigir a palavra:
- Então que é isso, Sandra? A tua tia disse que te apanhou uma carteira de pílulas no quarto - perguntou-me como se tal coisa fosse novidade para si - Pelos vistos, e apesar do aborto que fizeste há alguns meses, continuas a fazer coisas que não deves, não é mesmo?
Meu grande filho da puta, pensei. Se faço coisas que tu mesmo dizes que não devo é porque a isso me obrigas, meu cínico de merda! Se bem que essas tais coisas sempre me soubessem tão bem...! Mas como não adiantava nada revelar tais segredos pois se o fizesse tinha a certeza de levar uma tareia maior, apenas retorqui:
- E que tem isso? A maior parte das minhas colegas toma a pílula.
- Se dizes isso é só porque te dás com putas é o que é, Sandra - interveio minha madrinha - E nem eu nem o teu tio queremos putedo cá em casa. Se não tens vergonha para desonrares a casa que te criou mereces ser castigada como tal. Por isso, António, como homem da família que és, trata de lhe mostrares o que merecem as rameiras como ela.
- Tens razão, Adelaide .- concordou meu tio - Ainda que me pareça que a tua sobrinha nunca aprenderá a lição por mais correctivos que lhe aplique, e que apenas uma tareia não seja o suficiente para a desviar do caminho do bordel. Vai-me ao nosso quarto e traz-me o cinto de couro do guarda-fatos.
Hipócrita! Como se alguma vez, desde menina quisesse alguma vez afastar-me do caminho do bordel, antes pelo contrário.
Minha tia correu a buscar o cinto de couro, muito meu conhecido de espancamentos anteriores a que o meu tio me sujeitara com ele, e do qual eu temia sobretudo a fivela de aço que quando me acertava me abria feridas na pele. Quantas aulas de Educação Física não tive de faltar para não revelar às professoras e às colegas tais vergões!
O pedido de meu tio fora porém um pretexto, afinal ele mesmo poderia ter ido buscar o cinto ao sítio onde o arrumara da última vez que o usara. Ele queria ter uma pequena conversa comigo antes de me espancar, bem vistas as coisas eu ia ser castigada por sua culpa e não o denunciara. Meu tio sentia-se por isso algo grato, e queria aproveitar aquela breve ausência para justificar-se do acto violento que se via obrigado a praticar para não se trair. Eu no entanto não o deixei começar. Mal minha tia saíu, disse-lhe:
- Vê no que o padrinho me mete? O padrinho viola-me, engravida-me, faz-me abortar, obriga-me a tomar a pílula, e eu é quem pago as favas. Acha bem? Devia contar à madrinha quem é que me anda a comprar as pílulas, e porquê. De certeza que a madrinha ia entender que se mas paga não é por querer que eu ande a dar a grelo aos rapazes lá do Liceu.
Meu tio/padrinho aproximou-se de mim, levantou-me a saia de maneira a poder ver a minha cuequinha, e apalpou-me o rabo.
- Tenho lá culpa de não teres guardado devidamente as pílulas, minha vaquinha - comentou, encochando-me por trás e roçando a área genital das suas calças nas minhas nádegas quase totalmente destapadas - Não te adianta de nada contares à tua tia, a não ser criares uma discussão doméstica cá em casa no final da qual eu levarei a melhor como sempre, e tu outra surra de criar bicho, como deves saber. O melhor é estares caladinha, aguentares o castigo e começares de futuro a guardar mais convenientemente as pílulas que te compro. Se o fizeres prometo que logo à noite te darei uma coisa que eu sei, tu muito gostas apesar de não mo dizeres, minha vadiazinha. Sentes a cabeça do meu caralho começando a querer pôr-se de pé debaixo das calças, minha putazinha? - perguntava-me com a voz entaramelada de cio, roçando-se mais no meu traseiro - Pois só não o ponho de pé agora porque a tua tia não demora muito a entrar e eu não quero que me veja contigo de pau feito. Pois logo, minha afilhadazinha vaquinha, prometo-te pôr a tua tia a dormir, e fazer-te ganhar uma visitinha do meu caralho teso, que te fará esquecer a tareia que vais levar, querida sobrinha. E prometo oferecer-te um bonito par de calcinhas novinhas que ambos iremos adorar. Huuumm! Tens mesmo o papo de cona bem inchado a pedir cacete.Tão apetitosa ficas nesta posição que me apetecia foder-te já neste momento.
Tantas calcinhas sexys ganhei de meu tio que uns anos mais tarde, quando me comecei a prostituir, ainda usava muitas delas nos meus encontros com clientes.
Aqueles encochos e os seus toques manuais na minha pele começavam a despertar a minha voluptuosidade mas ouviam-se os passos da minha tia, caminhando pelo corredor. Meu tio afastou-se depois de me ter puxado a saia.
- Aqui o tens - disse ela, entrando e passando-lhe o temível cinto para as mãos, recomendando-lhe ainda - Meu pai nunca bateu de cinto em nenhuma das suas filhas, só os nossos irmãos apanhavam com ele, mas nunca nenhuma de nós lhe admitiu na cara ser uma vagabunda correndo o risco de voltar grávida da escola, pois não sei o que ele seria capaz de fazer. Por isso, António, não poupes a Sandra, chega-lhe com força que ela merece. E que ela sirva para tirar uma futura puta das ruas.
Como se houvese necessidade de lhe recomendar rigor máximo no castigo, já que meu padrinho adorava espancar-me e humilhar-me. Agarrando no cinto e fazendo-o zumbir no ar preparava-se para me começar a bater quando minha tia ainda lhe deu um bónus extra.
- Espera um pouco, António! Uma vagabunda como a Sandra que despreza a educação que lhe demos não merece apanhar com a roupa vestida. Vou-lhe tirar a saia e a blusa e só não lhe tiro o resto da roupa porque esta é uma casa de respeito, e não ficava bem deixá-la toda nua na tua frente.
Sem saber que era frequente meu padrinho ver-me nua muitas vezes, mais se calhar do que as que a via a ela, minha madrinha baixou-me a saia e levantou-me a blusa até aos ombros, já que amarrada como me deixara não ma podia retirar totalmente.
- Nem sutiã usa a porca: Deve gostar que lhe vejam e lhe apalpem as mamas, como a mãe dela gostava quando era rapariga. Deixa-me tapar-lhes que está aqui um homem. Era nelas que devias apanhar com o cinto, minha grande vaca. Está pronta! - anunciou no fim, depois de me ter posto já nem sei o quê em volta do peito - Podes começar, António. E com força!
Se havia coisa que entesava meu tio era bater-me desalmadamente. Tão teso ficava que sempe me violava nos dias em que empregava o cinto ou a régua em mim. Confesso ter sido com ele que aprendi a apreciar ser espancada por um Macho dominante que toma o que quer, só pelo prazer que me dava foder depois com ele sentindo o seu caralho ainda mais duro, desconforme e cheio do que o habitual. Por outro lado na presença da mulher, nunca ele me batera em trajes tão reduzidos, motivo porque aquele cenário o deixou mais excitado, isso estava eu que o conhecia melhor que a esposa, inteiramente certa.
- Vão-te custar caras as pílulas, Sandra, vais-te arrepender do momento em que as trouxeste cá para casa - comentou, procurando mostrar à minha tia estar tão escandalizado como ela.- Cerra os dentes, que vais sentir bem cada pancada, cada vez que o cinto te acertar na pele, minha desavergonhada!
E o meu espancamento começou. Descomunal e intensíssimo como sempre. Só de escutar o barulho que ele fazia, cortando e deslocando o ar, antes de se abater com toda a força na minha pele já me metia medo, mas o pior mesmo era a dor insuportável, e o brasido que a mordida de cada cintada me provocava. Nem cerrando os dentes eu podia evitar a dor, por isso gritei, gritei alto, pedi por favor que não me batessem mais, que me poupassem pois me iam matar de tanta pancada, mas ouvindo os meus gritos parecia-me era que meu tio ainda me batia com mais força, como se meus gritos desesperados não servissem para mais nada que não marcar o ritmo daquele espancamento brutal.
- Grita, grita, minha puta, mas que seja de arrependimento pela má vida que andas a levar sabe-se lá com quem - dizia-me minha tia, dir-se-ia que igualmente excitada com meus gritos de dor. - Não lhe poupes nem um centímetro de pele, António. Talves se a aqueceres com o cinto como deve ser, lhe passem os calores noutro sítio.
Meu tio começou por me acertar com o cinto por diversas vezes nas costas mas minha tia achava pouco:
- Não lhe batas apenas no lombo, quero ver essa galdéria que levei à pia batismal com o corpinho todo marcado, como já lhe deverias ter feito há muito. Acerta-lha também no rabo, por cima da cueca. Quero que ela se lembre das pílulas nos próximos dias, sempre que tiver de se sentar.
E o cinto nas mãos do meu tio, rodopiando, vinha-me chicotear o traseiro.
- Gostas de andar com as pernas à mostra para mostrares aos rapazes, não gostas minha sem-vergonha com a escola da descaradez toda? - perguntava-me minha tia, dando-me também algumas bofetadas na cara - E de lhes mostrares as calcinhas que quase te deixam ver a parreca, não é verdade? Pois garanto-te que quando o teu padrinho tiver acabado de te bater, tão cedo não voltarás a usar saias. Bate-lhe nas pernas, António, bate-lhe!
E como eu, já muito dorida das pancadas, começasse a tentar reagir desferindo pontapés para todos os lados, ela mesma me agarrou pelos tornozelos, imobilizando-me por completo. Meu tio não teve mais que fazer que bater-me quanto quis, enquanto eu já sem forças e totalmente desgastada e humilhada, não gritava, nem me debatia, chorava apenas, engasgada de dor e raiva. E excitada. Muito excitada.
Terminado o espancamento, minha tia desamarrou-me, levou-me à casa de banho e na presença do marido, deitou o que restava da carteira das pílulas pela sanita abaixo.
- Vês o que faço às tuas pílulas, minha puta que a minha irmã fez nascer? - disse-me ela - Agora eu que venha a saber que voltaste a ficar grávida como da outra vez, que te ponho na rua no mesmo instante. Não quero aqui putas, o lugar das putas já te disse onde era
Nessa noite, dizendo não ser eu digna de jantar com eles, fechou-me no quarto onde me levou de comer, embora eu depois daquilo tudo não estivesse com qualquer apetite. Tinha a pele das pernas e das coxas toda cortada e a empolar, e adivinhava que do mesmo modo deviam estar as minhas nádegas e as minhas costas, de tal, modo as sentia a escaldar da tareia sofrida, minha tia conseguira o que queria, nos próximos dias ou semanas não poderia usar as saínhas curtas que tanto gostava.
Do meu quarto ouvi meu tio colocar o carro em andamento depois do jantar e sair. Voltou antes das 11 horas e pouxo depois ele e a minha tia deitavam-se. Era frequente minha tia tomar um chá de tília antes de adormecer e eu tinha a certeza que nessa noite, sem ela se aperceber, meu tio colocaria nele um Somiun que a faria dormir toda a noite como uma pedra. Drogá-la era uma das tácticas de meu tio para se assegurar que a esposa não interromperia seus encontros nocturnos e furtivos comigo.
Já passaria bem da meia noite, quando meu tio se atreveu a vir ter comigo. Eu, tapada pelos cobertores, fingia dormir de rabo para cima, uma vez que não me conseguia deitar de barriga. Era sempre assim, mesmo que estivesse acordada eu fingia estar a dormir quando meu tio/padrinho me procurava no quarto depois de ter drogado a mulher. Ele aproximou-se de minha cama, destapou-me e pareceu ficar surpreendido por eu estar vestida com uma camisa de noite.
- Depois da tareia que te dei - afirmou - pensei que não fosses capaz de vestir nada, minha malandreca. E não finjas estar dormindo que sei bem não estares. E não são só as dores da tareia que não te deixam dormir, é também porque estás com muita fome da piça tesa do teu tio, não é minha putazinha assanhada?
E as suas mãos começaram a percorrer as minhas pernas até chegarem ao vale no meio delas.
- Espero que estejas bem lavadinha, como o padrinho gosta - e depositava-me beijos nas pernas e na barriga. Outra das suas exigências era encontrar-me sempre lavada quando me procurava.
- Oh, não não, padrinho por favor! Por favor, hoje não! O tio bate-me, deixa-me sem concerto e ainda se quer servir de mim !- reclamei. - Ao menos escusava de me ter marcado tanto como marcou com o cinto.
- Que querias que eu fizesse, sua parvinha?A tua tia estava lá a assistir, não podia bater-te de mansinho, sem te marcar, para ela não desconfiar. E depois a culpa foi tua que não guardaste as pílulas bem guardadas como o devias ter feito - contrapôs, também quando eu engravidara dele a culpa fora toda minha, nas suas palavras - Mas eu vou compensar-te agora do jeito que tu gostas tanto , bater-te com o cinto enquanto tu etavas ali amarrada só com as calcinhas, deixou-me cá com um pau...! E tu estás com muita fome dele, que eu sei, minha asssanhadazinha.
Era verdade. Mas mesmo assim... Estava excitada efectivamente, mas no estado em que me encontrava, em que até a fricção do tecido da camisa de noite nas minhas feridas incomodava, eu nem queria imaginar ver fosse lá quem fosse em cim de mim, fodendo-me.
- Não padrinho, hoje não! - porfiei - Tenho o corpo todo em ferida da tareia que me deu. Se me quisesse usar agora tivesse-me batido com mais moderação.
- Coitadinha da minha afilhadazinha com um padrinho que além de a andar a comer ainda lhe bate de cinto! - gracejou ele - Deixa-me ver melhor como te deixei esse teu corpinho tenrinho, minha fofa.
E acendendo a luz da mesa de cabeceira levantou-me a camisa de dormir até ma conseguir arrancar pela cabeça, apesar das minhas tentativas para o impedir.
- Não tio, por favor, olhe a madrinha! Não, hoje não!
- Está calada ou levas uns tabefes com a mão que ainda te deixo mais marcada - e à ameaça seguiram-se dois pequenos pares de estalos ma cara - sabes que levo sempre a melhor com uma vadiazinha como tu. A tua tia dorme como uma pedra e se começas com coisas, drogo-te a ti como a droguei a ela e fodo-te à vontade, coirona! Hiiiii! Como tens as pernas cheias de vergões, e as coxonas bem esfoladas do cinto! Hiiii!Vira-te, quero ver como te pûs as costas. A avaliar pelas tuas pernas e coxas deves ter as costas bonitas. Hiiiiiii! Como imaginava! Tão cedo não te vais esquecer desta tareia, Sandra! Mas ver-te assim todo esfolada dá-me ainda mais tesão, minha querida afilhadazinha, dá-me tanto tesão que por mim punha-te nua todos os dias e batia-te tanto com o cinto como te bati hoje antes de te foder, putiinha. Vou-te baixar a calcinha, quero ver-te as nádegas. Hiii! Tens o cu todo marcado do cinto, Sandra, hiiii! Abre as pernas, Sandra, quero ver como tens as coxas no meio delas. Hummm! Marcadinhas sim, mas não te acertei na cona claro, sabias bem que o teu tiozinho gosta por de mais da tua cona para te bater nela com o cinto, não sabias? - mas com a palma da sua mão aberta batia-me nela - Que tesão me dá ver-te assim toda marcada, Sandra, vou dar-te a melhor foda que já te dei, tão teso fiquei com o caralho só de te ver todo negra e esfolada!
Eu também me vira ao espelho antes de me deitar, sabia o estado em que estava, e imaginava que as minhas nódas estivessem começando a ficar roxas, mas até tinha medo de olhar e por isso, fechara os olhos durante todo o seu exame. Sentia que meu tio me beijava agora muito terna e apaixonadamente sobre as minhas feridas e eu lembrava-me de um conto infantil em que uma princesa encantada chorava sobre as feridas de um cavaleiro seu apaixonado e como elas saravam por causa disso, e senti-me como se fizesse parte desse conto. Apesar das dores no meu corpo, seus beijos, seus apalpões manuais e suas mordidas nas minhas mamas e vagina, ainda me fizeram desejar mais pelo momento da posse.
- Ahh, fica descansada que vou fazer-te um delicioso relaxe na tua cona, minha vaquinha redondinha. Huumm! Como a tua coninha sabe tão bem! Hummm! E que cheirinho ela manda! Huuummm! - E os movimentos circulares da sua língua começavam a percorrer meus lábios vaginais, meu clíctoris, a penetrar na minha fenda, despertando-me ainda mais o desejo. - Humm! O teu padrinho pode ser muito mauzinho quando é preciso, minha vaquinha, mas faz-te coisas que mais ninguém te faz.
Eu abrira os olhos. Meu padrinho com o pijama ainda vestido afastava meus joelhos com as mãos e no intervalo das pernas fazia-me um minete tão bem feito que me fez vir ao fim de pouco tempo.
- Lá por teres gozado tão depressa não penses que vais escapar de levar com o meu soardo na tua racha, puta! A minha piça ainda está levantada e os meus colhóes continuam cheios, sobrinhinha por de mais gostosa! - advertiu-me- Mas agora vais-me tu chupar a mim. Vamos fazer um 69, sobrinha, os teus suquinhos de puta excitada que me fizeste engolir, apenas me abriram o apetite parta te continuar a saborear a cona enquanto me mamas na piça!
O facto de eu ter apenas 16 anos, não impedia como vêm, meu tio de falar comigo nestes momentos como falava com uma rameira dos prostíbulos que ele frequentava, o que destoava até do seu modo cuidado de vestir, da sua figura charmosa de actor americano, mas também era isso que ainda alimentava mais meu tesão e meu gozo. Por isso, sem ocultar já a excitação que sentia, desapertei-lhe os botões do casaco de pijama, tirei-lho e baixei-lhe as calças. Todo espetado para a frente, duro, durissimo só de olhar, e com a cabeça bem reluzente de esperma seu caralho estava preparado para entrar em mim .
- Vês como tenho o caralho, Sandra? Toca-lhe e sente como está duro, vou-te dar umas boas lambuzadelas na língua com ele, minha glutona! Desde que terminei de te bater com o cinto que esperava estar assim sozinho contigo para que visses como o teu corpinho amarrado me deixou tão cheio de tesão!
E bateu-me com ele na cara e nas mamas vezes sem conta enquanto eu lhe apalpava as bolas e lhe afagava o pau.
- O tio devia brincar assim era com a tia, não a andar a desencaminhar uma jovem como eu - disse-lhe para o espevitar ainda mais.
- Prefiro uma vitelinha tenra e de mamas fartas como tu, minha querida sobrinha - respondeu-me - chibo velho quer cabra nova. Mas em vez de abrires a boca para falares tanto, vais é deitar-te por cima de mim e começares a tratar de fazer a tua parte no 69.
Com o corpo todo surrado como eu o tinha foi gentil da sua parte querer que eu ficasse por cima dele. Chupei e lambi-lhe o pau e os tomates enquanto ele executava novo minete nas minhas partes de baixo.
- Não quero que te venhas outra vez, minha puta, pelo menos enquanto não te tiver fodido como deve ser - comentou quando viu o entusiasmo com que as minhas coxas e o meu grelo se esfregavam todos na boca e na língua dele como se me estivesse preparando para gozar novo orgasmo - Depois de te aquecerem nunca mais páras! Está na hora de te espetar o soardo na racha das tuas coxas, peituda, antes que me faças ordenhar na tua boca! Com ele lá dentro é que vou querer ver-te a espojares-te toda quando te estiveres a vir! Anda, cavalga as minhas coxas, potrazinha, vou espetar-te o caralho como se fosses uma laranja num espremedor.
Abri as pernas sobre a barriga dele. Meu tio encostou a cabeça da sua piça grande e larga, na entrada da minha parreca, e ele mesmo começou a meter. Huuumm! A parte melhor de ser mulher, é este momento em que os homens nos dão a provar aquele naco de carne pulsante e húmido.
- Baixa mais as pernas, vaquinha! Vai deixando entrar tudo muito devagarinho! Assim, devagarinho! Ahhhhh! Como é bom sentir a minha piça entrando-te pela cona acima, minha adorada sobrinha! Mas está quieta com as mãos. Não abras a cona que aberta já a tens que chegue. Quero sentir a minha piça entrar na tua cona o mais apertada possível. Ahhh! Que bommmm!
Se era, melhor do que aquilo não havia, pensava eu sentindo-o entrar até o meu rabo ficar pousado em cima dos seus pentelhos.
- Cavalga, potrazinha, cavalga, quero a potrazinha da minha afilhada a cavalgar no meu caralho! - mandou - Querto vê-la a pular toda com o meu caralho no entra e sai, que quando estiveres a gozar com ele lá dentro já nem te lembras da tareia de cinto que apanhaste hoje.
Era verdade. Mas não foi ali, montada no caralho do meu tio, que me vim. Embora eu estivesse apreciando demasiado aquela deliciosa cavalgada, e ele por certo também uma vez que me incitava a não parar chamando-me todos os nomes feios que que a língua portuguesa tem para classificar as mulheres fáceis, o barulho das molas do colchão rangendo cada vez com mais força fiizeram-no temer poder despertar a esposa.
- A tua tia quando lhe dou aquela merda costuma dormir toda a noite, mas nunca se sabe. Às vezes o Diabo tece-as, e era o que faltava depois do que se passou, que ela nos apanhasse aos dois - comentou - É melhor mudarmos de posição. E como tens o corpo em ferida e eu estou com tanto tesão que seria capaz de te levantar até só com a força do meu caralho, vou acabar de te foder de pé. Anda! Levanta-te da cama!
Encostado à parede do quarto para amparar as costas, meu tio pegou em mim, tal como eu via os heróis do cinema pegarem nas actrizes dos filmes, mordeu-me o pescoço, e enlaçou minhas pernas em torno do seu baixo-ventre, segurando-me com os braços debaixo das minhas nádegas.
- Pega no meu caralho, puta, e enfia-o na cona! - exigiu. E eu, ansiosa por retomar a foda interrompida, agarrei nele com as duas mãos e muito lentamente fui-o enfiando na minha pássara.
- Estava-me quase a vir há bocado - queixei-me quando senti a pele áspera do saco roçando a entrada da minha cona.
- Não te atrapalhes! É de maneira que voltamos a começar do príncipio. - respondeu-me - Mexe bem esse cu e não tarda nuito estarás de novo a cavalgar e a espremeres o todo o sumo do meu caralho.
Naquela posição era até bem melhor. Gosto de sentir os colhões batendo-me de frente na entrada da rata quando estou a levar nela. Além disso, com as palmas das mãos por baixo de mim, meu tio ia-me não só apalpando generosamente o cu, como a própria rata, por vezes metendo mesmo um dedinho nela juntamente com o seu caralho, dizendo que numa moça puta como eu entravam tantas coisas duras quantas ela quisesse, mesmo que outras já estivessem lá dentro. E isto tudo enquanto não se cansava de me morder as orelhas e de me sugar as mamas.
- Ahhhh, tio, ahhhhhhhh! - gemia eu ouvindo o ribombar dos seus colhões frenéticos, já com as pernas todas levantadas, os pés pousados sobre os seus ombros, que ele agora ia igualmente lambendo e beijando
- És preciosa assim putinha, querida afilhada - reconhecia - Era capaz de te chupar tudinha por seres assim tão putazinha. Conto foder-te ainda por muitos anos, sobrinha querida da cona aberta.
Aquela pernada não podia estar melhor mas antes que ele se viesse lembrei-me que nessa noite não tomara a pílula depois do jantar, como era costume.
- Padrinho- gritei-lhe aflita - fiquei sem as pílulas , não se esqueça!
- Tens razão, vadia, não queria nada ter de pagar-te novo aborto. - Nem eu fazê-lo e muito menos nas condições em que ele me obrigara a fazê-lo. - Espero que guardes melhor a próxima carteira que te vou ter de comprar, ma enquanto isso é bom que te habitues a tomar do meu leite de outra forma, que eu não vou ficar com ele a azedar -me nos tomates.
Deixou contudo que eu tivesse meu segundo orgasmo antes de retirar o cacete de mim e pousar-me no chão.
- De frente para a minha piça, sobrinha putona! - meladísimo seu caralho - Já não gozo uma punheta desde que perdi os três mas esta noite vais-me ordenhar a piça à mão, já que por causa do teu descuido não o poderei fazer no teu buraquinho.
Aquela ordenha era para mim um castigo, ter-me-ia sabido bem sentir sua ejaculação dentro de mim. Mas toquei-lhe a punheta que meu tio queria com a piça bem em frente aos meus olhos como era seu desejo, até ele se esporrar.
- Quietinha, puta, vais levar um banho de esporra por ti abaixo que vais lamentar a perda das pílulas!
E foi. Meu tio esporrou-se abundantemente no meu rosto e peito, e no final ainda me exigiu que lhe limpasse a cabeça da piça no rego das minhas mamas.
- Acho que a foda que acabo de dar-te bem compensa a tareia que a tua tia me fez aplicar-te, Sandra - disse-me ele começando a vestir o pijama. Eu que me contorcera toda enquanto estivera a apanhar com o cinto quase estava tentada a concordar com ele, gozara dois orgasmos intensos, especialmente o segundo, e se não fossem os vergões e os ardores na pele, quase que podia dizer ter valido a pena o espancamento a que fora submetida. Não foi isso porém o que lhe respondi. Ainda sentada no chão, com a langonha escorrendo-me da face para cima das mamas, e destas pelo meu peito abaixo, disse-lhe:
- Da próxima vez o padrinho deixa-me amarrá-lo e bater-lhe com o cinto para ver se também fica com tanto tesão como hoje. Eu estou certa, ficaria tão excitada em deixar-lhe a pele como o padrinho deixou a minha. E náo se esqueça. Se quiser mais noitadas destas e não me quer ver de novo na abortadeira trate mas é de passar na farmácia amanhã a comprar outra carteira de pílulas.
- Ia-me lá esquecer diso, minha gostosura fofinha - e beijou-me antes de saír para o seu quarto - Gostei muito da punheta final que me tocaste, e da esporradela que expeli para cima de ti, mas prefiro mesmo assim despejar o leite dos meus colhões no lugar mais apropriado que uma mulher tem para o receber. E cona com a idade da tua não tenho outra, adorada sobrinha!
Mas não eram apenas as pílulas que me importava. A trepada até podia ter servido como moeda de troca para a tareia que me dera mas se eu pudesse ganhar ainda alguma coisa melhor, afinal se lá em casa eu era desde há muito apelidada de puta pelos dois, fosse o mais puta possível e procurasse tirar o maior proveito disso.
- E não se esqueça da calcinha nova que me prometeu.
Não se esqueceu. mas parece-me que nem seria preciso lembrar-lho. Meu tio/padrinho gostava tanto de me ver de calcinha nova bem provocante, como eu de as usar .
Bjs para todos. Para o Sérgio C, o Manhoso e o Nuno, dois. E ainda um outro para o Magister Dixit, que também passou pela Lusa Atenas.
Um dia porém a minha tia, sua esposa, encontrou a carteira das pílulas no meu quarto. Para dizer a verdade, não foi ela quem as encontrou, mas a empregada externa, a Srª Maria, que todos os dias vinha lá fazer a limpeza da casa e cozinhar, pois que minha tia e madrinha, pouco fazia em casa, mesmo foder com o marido não era actividade a que ela se dedicasse com muita regularidade, por isso meu tio passava a vida pulando a cerca e aproveitando-se de mim. A empregada podia, e devia ter ficado calada, mas como mulher conservadora que era, educada no príncipio que sexo antes do casamento era só para os rapazes, e mesmo assim só com mulheres de bordel, não com moças de família, tratou imediatamente de as mostrar à patroa.
- Ó minha senhora, veja o que encontrei no quarto da menina Sandrinha- disse-lhe, estendendo-lhe a embalagem de Anovlar nas mãos.
Eu estava no Liceu onde estudava, não assisti a isto, mas quando quase no final da tarde voltei a casa - meu padrinho ainda não chegara, e a empregara fora-se já embora - ao deparar com minha tia/madrinha percebi logo que ela não fizera outra coisa durante toda a tarde que não fosse esperar meu regresso. Não era bom sinal para mim, e portanto pecebi logo que vinha molho para o meu lado.
- Ó minha grande vadia, olha o que a Srª Maria encontrou ao arrumar o teu quarto! - proferiu ao ver-me entrar e mostrando-me a embalagem das pílulas contraceptivas - Para que queres tu isto, minha desavergonhada, que eu própria que sou casada com o teu padrinho nunca tomei?
Fiquei furiosa com a denúncia da empregada. As pílulas estavam dentro da mesinha de cabeceira, ela não as encontrara por acaso. Achei inadmíssivel aquela violação da minha privacidade, mais ainda do que as violações que desde os 14 anos meu corpo era sujeito às mãos de meu tio. Por isso respondi-lhe com azedume:
- Para que é que a tia acha que eu haveria de querer tomar isso? Para brincar aos médicos com os meninos, está claro! E que a tia nunca tenha tomado pastilhas dessas, não me admira. A tia é seca dos ovários, coisa que como sabe, eu não sou. Por isso em vez de me fazer perguntas parvas, devia-me rta agradecer por eu tomar isso e não correr o risco de lhe aparecer em casa com outro filho na barriga.
Respondi-lhe assim por saber que um dos maiores desgostos do meu tio era a esposa nunca lhe ter dado filhos, e minha tia saber que eu fizera um desmancho recentemente. Mas palavras que eu disse! Minha tia, tendo-lhe tocado no ponto fraco do seu relacionamento conjugal, pregou-me um violento estalo que quase me fez tombar.
- Ah, minha grande vadia! - gritou-me, puxando-me pelos cabelos e começando esbofetear-me com força - És tal e qual a desavergonhada da tua mãe que não tinha vergonha de se meter debaixo dos noivos das outras. Ahh, que eu nem sei como tomei conta de ti e não te ponho desta casa para fora, minha galdéria! O teu lugar era numa pensão do Intendente, que é o lugar onde devem estar as moças solteiras como tu que tomam destas merdas! Quem é que te arranja estas porcarias para tocares, Sandra?
Eu não lhe podia dizer como é lógico, por isso procurava apenas defender-me com os braços mas minha tia estava cega de raiva e não parava de me bater pelo corpo todo.
- Todas as raparigas lá do Liceu tomam isso - respondi-lhe - O tempo das moças esperarem pelo casamento para perderem a virgindade já lá vai.
- As putas do liceu como tu, Sandra, não as moças sérias, se é que ainda existe alguma nestes tempos. - volvia-me ela - Onde é que aranjas tu isto, minha galdéria?
Como eu não lhe dissesse nada porém, minha tia esbaforida com a tareia que me dava, agarrou-me nos braços e uniu-os pelos pulsos.
- Não passas de uma puta, Sandra - insultou cuspindo-me no rosto - e tenho muita pena de seres minha sobrinha e de te ter acolhido debaixo do meu tecto. É por isso que gostas de mostrar as pernas e de usar calcinhas que te deixem ver o rabo, não é? Uma desavergonhada como tu não merece apanhar de uma mulher fraca como eu, ou ainda dás cabo de mim. Isso é tarefa para um homem. Para o teu tio. Ele sim, tem o braço suficientemente forte para te castigar como deve ser.
E conduziu-me assim agarrada como estava, até junto de uma gaveta de um armário da cozinha, de onde tirou um baraço com o qual me atou os pulsos. Em seguida, sempre insultando-me fez-me caminhar até ao meu quarto, usando a outra extremidade do baraço como um cabresto, e quando entrámos amarrou esta nas grades dos pés da minha cama. Eu também não opûs nenhuma resistência. Habituada apanhar às mãos dos dois estava eu farta.
- Quando o teu tio chegar vai-te tratar da saúde, minha vadia - intimidou-me - E enquanto ele não chega, vais ficar aí de joelhos, que é uma posição muita adequada a uma moça que em vez de se dar ao respeito, prefere dar-se ao desfrute.
Não fiquei ali amarrada mais do que uma hora, tempo contudo mais do que suficiente para ficar com dores nos pulsos e com formigueiros nas mãos. Ouvi quando meu tio chegou e ficou a conversar com minha tia, antes de subirem os dois ao andar de cima.
A visão das minhas pernas gordinhas como ele tanta apreciava, das coxas para baixo inteiramente nuas sob a mini-saia azul de ganga , a visão da minha calcinha branca, muito sumida revelando boa parte das nádegas e do meu papo de cona, debaixo dela, os braços amarrados e estendidos na direcção da cabeça com os cabelos tombados para a frente e o meu rabinho voltado para a porta da entrada, deve tê-lo entesado bastante pois ficou parado alguns momentos junto a ela, olhando-me atentamente, antes de me dirigir a palavra:
- Então que é isso, Sandra? A tua tia disse que te apanhou uma carteira de pílulas no quarto - perguntou-me como se tal coisa fosse novidade para si - Pelos vistos, e apesar do aborto que fizeste há alguns meses, continuas a fazer coisas que não deves, não é mesmo?
Meu grande filho da puta, pensei. Se faço coisas que tu mesmo dizes que não devo é porque a isso me obrigas, meu cínico de merda! Se bem que essas tais coisas sempre me soubessem tão bem...! Mas como não adiantava nada revelar tais segredos pois se o fizesse tinha a certeza de levar uma tareia maior, apenas retorqui:
- E que tem isso? A maior parte das minhas colegas toma a pílula.
- Se dizes isso é só porque te dás com putas é o que é, Sandra - interveio minha madrinha - E nem eu nem o teu tio queremos putedo cá em casa. Se não tens vergonha para desonrares a casa que te criou mereces ser castigada como tal. Por isso, António, como homem da família que és, trata de lhe mostrares o que merecem as rameiras como ela.
- Tens razão, Adelaide .- concordou meu tio - Ainda que me pareça que a tua sobrinha nunca aprenderá a lição por mais correctivos que lhe aplique, e que apenas uma tareia não seja o suficiente para a desviar do caminho do bordel. Vai-me ao nosso quarto e traz-me o cinto de couro do guarda-fatos.
Hipócrita! Como se alguma vez, desde menina quisesse alguma vez afastar-me do caminho do bordel, antes pelo contrário.
Minha tia correu a buscar o cinto de couro, muito meu conhecido de espancamentos anteriores a que o meu tio me sujeitara com ele, e do qual eu temia sobretudo a fivela de aço que quando me acertava me abria feridas na pele. Quantas aulas de Educação Física não tive de faltar para não revelar às professoras e às colegas tais vergões!
O pedido de meu tio fora porém um pretexto, afinal ele mesmo poderia ter ido buscar o cinto ao sítio onde o arrumara da última vez que o usara. Ele queria ter uma pequena conversa comigo antes de me espancar, bem vistas as coisas eu ia ser castigada por sua culpa e não o denunciara. Meu tio sentia-se por isso algo grato, e queria aproveitar aquela breve ausência para justificar-se do acto violento que se via obrigado a praticar para não se trair. Eu no entanto não o deixei começar. Mal minha tia saíu, disse-lhe:
- Vê no que o padrinho me mete? O padrinho viola-me, engravida-me, faz-me abortar, obriga-me a tomar a pílula, e eu é quem pago as favas. Acha bem? Devia contar à madrinha quem é que me anda a comprar as pílulas, e porquê. De certeza que a madrinha ia entender que se mas paga não é por querer que eu ande a dar a grelo aos rapazes lá do Liceu.
Meu tio/padrinho aproximou-se de mim, levantou-me a saia de maneira a poder ver a minha cuequinha, e apalpou-me o rabo.
- Tenho lá culpa de não teres guardado devidamente as pílulas, minha vaquinha - comentou, encochando-me por trás e roçando a área genital das suas calças nas minhas nádegas quase totalmente destapadas - Não te adianta de nada contares à tua tia, a não ser criares uma discussão doméstica cá em casa no final da qual eu levarei a melhor como sempre, e tu outra surra de criar bicho, como deves saber. O melhor é estares caladinha, aguentares o castigo e começares de futuro a guardar mais convenientemente as pílulas que te compro. Se o fizeres prometo que logo à noite te darei uma coisa que eu sei, tu muito gostas apesar de não mo dizeres, minha vadiazinha. Sentes a cabeça do meu caralho começando a querer pôr-se de pé debaixo das calças, minha putazinha? - perguntava-me com a voz entaramelada de cio, roçando-se mais no meu traseiro - Pois só não o ponho de pé agora porque a tua tia não demora muito a entrar e eu não quero que me veja contigo de pau feito. Pois logo, minha afilhadazinha vaquinha, prometo-te pôr a tua tia a dormir, e fazer-te ganhar uma visitinha do meu caralho teso, que te fará esquecer a tareia que vais levar, querida sobrinha. E prometo oferecer-te um bonito par de calcinhas novinhas que ambos iremos adorar. Huuumm! Tens mesmo o papo de cona bem inchado a pedir cacete.Tão apetitosa ficas nesta posição que me apetecia foder-te já neste momento.
Tantas calcinhas sexys ganhei de meu tio que uns anos mais tarde, quando me comecei a prostituir, ainda usava muitas delas nos meus encontros com clientes.
Aqueles encochos e os seus toques manuais na minha pele começavam a despertar a minha voluptuosidade mas ouviam-se os passos da minha tia, caminhando pelo corredor. Meu tio afastou-se depois de me ter puxado a saia.
- Aqui o tens - disse ela, entrando e passando-lhe o temível cinto para as mãos, recomendando-lhe ainda - Meu pai nunca bateu de cinto em nenhuma das suas filhas, só os nossos irmãos apanhavam com ele, mas nunca nenhuma de nós lhe admitiu na cara ser uma vagabunda correndo o risco de voltar grávida da escola, pois não sei o que ele seria capaz de fazer. Por isso, António, não poupes a Sandra, chega-lhe com força que ela merece. E que ela sirva para tirar uma futura puta das ruas.
Como se houvese necessidade de lhe recomendar rigor máximo no castigo, já que meu padrinho adorava espancar-me e humilhar-me. Agarrando no cinto e fazendo-o zumbir no ar preparava-se para me começar a bater quando minha tia ainda lhe deu um bónus extra.
- Espera um pouco, António! Uma vagabunda como a Sandra que despreza a educação que lhe demos não merece apanhar com a roupa vestida. Vou-lhe tirar a saia e a blusa e só não lhe tiro o resto da roupa porque esta é uma casa de respeito, e não ficava bem deixá-la toda nua na tua frente.
Sem saber que era frequente meu padrinho ver-me nua muitas vezes, mais se calhar do que as que a via a ela, minha madrinha baixou-me a saia e levantou-me a blusa até aos ombros, já que amarrada como me deixara não ma podia retirar totalmente.
- Nem sutiã usa a porca: Deve gostar que lhe vejam e lhe apalpem as mamas, como a mãe dela gostava quando era rapariga. Deixa-me tapar-lhes que está aqui um homem. Era nelas que devias apanhar com o cinto, minha grande vaca. Está pronta! - anunciou no fim, depois de me ter posto já nem sei o quê em volta do peito - Podes começar, António. E com força!
Se havia coisa que entesava meu tio era bater-me desalmadamente. Tão teso ficava que sempe me violava nos dias em que empregava o cinto ou a régua em mim. Confesso ter sido com ele que aprendi a apreciar ser espancada por um Macho dominante que toma o que quer, só pelo prazer que me dava foder depois com ele sentindo o seu caralho ainda mais duro, desconforme e cheio do que o habitual. Por outro lado na presença da mulher, nunca ele me batera em trajes tão reduzidos, motivo porque aquele cenário o deixou mais excitado, isso estava eu que o conhecia melhor que a esposa, inteiramente certa.
- Vão-te custar caras as pílulas, Sandra, vais-te arrepender do momento em que as trouxeste cá para casa - comentou, procurando mostrar à minha tia estar tão escandalizado como ela.- Cerra os dentes, que vais sentir bem cada pancada, cada vez que o cinto te acertar na pele, minha desavergonhada!
E o meu espancamento começou. Descomunal e intensíssimo como sempre. Só de escutar o barulho que ele fazia, cortando e deslocando o ar, antes de se abater com toda a força na minha pele já me metia medo, mas o pior mesmo era a dor insuportável, e o brasido que a mordida de cada cintada me provocava. Nem cerrando os dentes eu podia evitar a dor, por isso gritei, gritei alto, pedi por favor que não me batessem mais, que me poupassem pois me iam matar de tanta pancada, mas ouvindo os meus gritos parecia-me era que meu tio ainda me batia com mais força, como se meus gritos desesperados não servissem para mais nada que não marcar o ritmo daquele espancamento brutal.
- Grita, grita, minha puta, mas que seja de arrependimento pela má vida que andas a levar sabe-se lá com quem - dizia-me minha tia, dir-se-ia que igualmente excitada com meus gritos de dor. - Não lhe poupes nem um centímetro de pele, António. Talves se a aqueceres com o cinto como deve ser, lhe passem os calores noutro sítio.
Meu tio começou por me acertar com o cinto por diversas vezes nas costas mas minha tia achava pouco:
- Não lhe batas apenas no lombo, quero ver essa galdéria que levei à pia batismal com o corpinho todo marcado, como já lhe deverias ter feito há muito. Acerta-lha também no rabo, por cima da cueca. Quero que ela se lembre das pílulas nos próximos dias, sempre que tiver de se sentar.
E o cinto nas mãos do meu tio, rodopiando, vinha-me chicotear o traseiro.
- Gostas de andar com as pernas à mostra para mostrares aos rapazes, não gostas minha sem-vergonha com a escola da descaradez toda? - perguntava-me minha tia, dando-me também algumas bofetadas na cara - E de lhes mostrares as calcinhas que quase te deixam ver a parreca, não é verdade? Pois garanto-te que quando o teu padrinho tiver acabado de te bater, tão cedo não voltarás a usar saias. Bate-lhe nas pernas, António, bate-lhe!
E como eu, já muito dorida das pancadas, começasse a tentar reagir desferindo pontapés para todos os lados, ela mesma me agarrou pelos tornozelos, imobilizando-me por completo. Meu tio não teve mais que fazer que bater-me quanto quis, enquanto eu já sem forças e totalmente desgastada e humilhada, não gritava, nem me debatia, chorava apenas, engasgada de dor e raiva. E excitada. Muito excitada.
Terminado o espancamento, minha tia desamarrou-me, levou-me à casa de banho e na presença do marido, deitou o que restava da carteira das pílulas pela sanita abaixo.
- Vês o que faço às tuas pílulas, minha puta que a minha irmã fez nascer? - disse-me ela - Agora eu que venha a saber que voltaste a ficar grávida como da outra vez, que te ponho na rua no mesmo instante. Não quero aqui putas, o lugar das putas já te disse onde era
Nessa noite, dizendo não ser eu digna de jantar com eles, fechou-me no quarto onde me levou de comer, embora eu depois daquilo tudo não estivesse com qualquer apetite. Tinha a pele das pernas e das coxas toda cortada e a empolar, e adivinhava que do mesmo modo deviam estar as minhas nádegas e as minhas costas, de tal, modo as sentia a escaldar da tareia sofrida, minha tia conseguira o que queria, nos próximos dias ou semanas não poderia usar as saínhas curtas que tanto gostava.
Do meu quarto ouvi meu tio colocar o carro em andamento depois do jantar e sair. Voltou antes das 11 horas e pouxo depois ele e a minha tia deitavam-se. Era frequente minha tia tomar um chá de tília antes de adormecer e eu tinha a certeza que nessa noite, sem ela se aperceber, meu tio colocaria nele um Somiun que a faria dormir toda a noite como uma pedra. Drogá-la era uma das tácticas de meu tio para se assegurar que a esposa não interromperia seus encontros nocturnos e furtivos comigo.
Já passaria bem da meia noite, quando meu tio se atreveu a vir ter comigo. Eu, tapada pelos cobertores, fingia dormir de rabo para cima, uma vez que não me conseguia deitar de barriga. Era sempre assim, mesmo que estivesse acordada eu fingia estar a dormir quando meu tio/padrinho me procurava no quarto depois de ter drogado a mulher. Ele aproximou-se de minha cama, destapou-me e pareceu ficar surpreendido por eu estar vestida com uma camisa de noite.
- Depois da tareia que te dei - afirmou - pensei que não fosses capaz de vestir nada, minha malandreca. E não finjas estar dormindo que sei bem não estares. E não são só as dores da tareia que não te deixam dormir, é também porque estás com muita fome da piça tesa do teu tio, não é minha putazinha assanhada?
E as suas mãos começaram a percorrer as minhas pernas até chegarem ao vale no meio delas.
- Espero que estejas bem lavadinha, como o padrinho gosta - e depositava-me beijos nas pernas e na barriga. Outra das suas exigências era encontrar-me sempre lavada quando me procurava.
- Oh, não não, padrinho por favor! Por favor, hoje não! O tio bate-me, deixa-me sem concerto e ainda se quer servir de mim !- reclamei. - Ao menos escusava de me ter marcado tanto como marcou com o cinto.
- Que querias que eu fizesse, sua parvinha?A tua tia estava lá a assistir, não podia bater-te de mansinho, sem te marcar, para ela não desconfiar. E depois a culpa foi tua que não guardaste as pílulas bem guardadas como o devias ter feito - contrapôs, também quando eu engravidara dele a culpa fora toda minha, nas suas palavras - Mas eu vou compensar-te agora do jeito que tu gostas tanto , bater-te com o cinto enquanto tu etavas ali amarrada só com as calcinhas, deixou-me cá com um pau...! E tu estás com muita fome dele, que eu sei, minha asssanhadazinha.
Era verdade. Mas mesmo assim... Estava excitada efectivamente, mas no estado em que me encontrava, em que até a fricção do tecido da camisa de noite nas minhas feridas incomodava, eu nem queria imaginar ver fosse lá quem fosse em cim de mim, fodendo-me.
- Não padrinho, hoje não! - porfiei - Tenho o corpo todo em ferida da tareia que me deu. Se me quisesse usar agora tivesse-me batido com mais moderação.
- Coitadinha da minha afilhadazinha com um padrinho que além de a andar a comer ainda lhe bate de cinto! - gracejou ele - Deixa-me ver melhor como te deixei esse teu corpinho tenrinho, minha fofa.
E acendendo a luz da mesa de cabeceira levantou-me a camisa de dormir até ma conseguir arrancar pela cabeça, apesar das minhas tentativas para o impedir.
- Não tio, por favor, olhe a madrinha! Não, hoje não!
- Está calada ou levas uns tabefes com a mão que ainda te deixo mais marcada - e à ameaça seguiram-se dois pequenos pares de estalos ma cara - sabes que levo sempre a melhor com uma vadiazinha como tu. A tua tia dorme como uma pedra e se começas com coisas, drogo-te a ti como a droguei a ela e fodo-te à vontade, coirona! Hiiiii! Como tens as pernas cheias de vergões, e as coxonas bem esfoladas do cinto! Hiiii!Vira-te, quero ver como te pûs as costas. A avaliar pelas tuas pernas e coxas deves ter as costas bonitas. Hiiiiiii! Como imaginava! Tão cedo não te vais esquecer desta tareia, Sandra! Mas ver-te assim todo esfolada dá-me ainda mais tesão, minha querida afilhadazinha, dá-me tanto tesão que por mim punha-te nua todos os dias e batia-te tanto com o cinto como te bati hoje antes de te foder, putiinha. Vou-te baixar a calcinha, quero ver-te as nádegas. Hiii! Tens o cu todo marcado do cinto, Sandra, hiiii! Abre as pernas, Sandra, quero ver como tens as coxas no meio delas. Hummm! Marcadinhas sim, mas não te acertei na cona claro, sabias bem que o teu tiozinho gosta por de mais da tua cona para te bater nela com o cinto, não sabias? - mas com a palma da sua mão aberta batia-me nela - Que tesão me dá ver-te assim toda marcada, Sandra, vou dar-te a melhor foda que já te dei, tão teso fiquei com o caralho só de te ver todo negra e esfolada!
Eu também me vira ao espelho antes de me deitar, sabia o estado em que estava, e imaginava que as minhas nódas estivessem começando a ficar roxas, mas até tinha medo de olhar e por isso, fechara os olhos durante todo o seu exame. Sentia que meu tio me beijava agora muito terna e apaixonadamente sobre as minhas feridas e eu lembrava-me de um conto infantil em que uma princesa encantada chorava sobre as feridas de um cavaleiro seu apaixonado e como elas saravam por causa disso, e senti-me como se fizesse parte desse conto. Apesar das dores no meu corpo, seus beijos, seus apalpões manuais e suas mordidas nas minhas mamas e vagina, ainda me fizeram desejar mais pelo momento da posse.
- Ahh, fica descansada que vou fazer-te um delicioso relaxe na tua cona, minha vaquinha redondinha. Huumm! Como a tua coninha sabe tão bem! Hummm! E que cheirinho ela manda! Huuummm! - E os movimentos circulares da sua língua começavam a percorrer meus lábios vaginais, meu clíctoris, a penetrar na minha fenda, despertando-me ainda mais o desejo. - Humm! O teu padrinho pode ser muito mauzinho quando é preciso, minha vaquinha, mas faz-te coisas que mais ninguém te faz.
Eu abrira os olhos. Meu padrinho com o pijama ainda vestido afastava meus joelhos com as mãos e no intervalo das pernas fazia-me um minete tão bem feito que me fez vir ao fim de pouco tempo.
- Lá por teres gozado tão depressa não penses que vais escapar de levar com o meu soardo na tua racha, puta! A minha piça ainda está levantada e os meus colhóes continuam cheios, sobrinhinha por de mais gostosa! - advertiu-me- Mas agora vais-me tu chupar a mim. Vamos fazer um 69, sobrinha, os teus suquinhos de puta excitada que me fizeste engolir, apenas me abriram o apetite parta te continuar a saborear a cona enquanto me mamas na piça!
O facto de eu ter apenas 16 anos, não impedia como vêm, meu tio de falar comigo nestes momentos como falava com uma rameira dos prostíbulos que ele frequentava, o que destoava até do seu modo cuidado de vestir, da sua figura charmosa de actor americano, mas também era isso que ainda alimentava mais meu tesão e meu gozo. Por isso, sem ocultar já a excitação que sentia, desapertei-lhe os botões do casaco de pijama, tirei-lho e baixei-lhe as calças. Todo espetado para a frente, duro, durissimo só de olhar, e com a cabeça bem reluzente de esperma seu caralho estava preparado para entrar em mim .
- Vês como tenho o caralho, Sandra? Toca-lhe e sente como está duro, vou-te dar umas boas lambuzadelas na língua com ele, minha glutona! Desde que terminei de te bater com o cinto que esperava estar assim sozinho contigo para que visses como o teu corpinho amarrado me deixou tão cheio de tesão!
E bateu-me com ele na cara e nas mamas vezes sem conta enquanto eu lhe apalpava as bolas e lhe afagava o pau.
- O tio devia brincar assim era com a tia, não a andar a desencaminhar uma jovem como eu - disse-lhe para o espevitar ainda mais.
- Prefiro uma vitelinha tenra e de mamas fartas como tu, minha querida sobrinha - respondeu-me - chibo velho quer cabra nova. Mas em vez de abrires a boca para falares tanto, vais é deitar-te por cima de mim e começares a tratar de fazer a tua parte no 69.
Com o corpo todo surrado como eu o tinha foi gentil da sua parte querer que eu ficasse por cima dele. Chupei e lambi-lhe o pau e os tomates enquanto ele executava novo minete nas minhas partes de baixo.
- Não quero que te venhas outra vez, minha puta, pelo menos enquanto não te tiver fodido como deve ser - comentou quando viu o entusiasmo com que as minhas coxas e o meu grelo se esfregavam todos na boca e na língua dele como se me estivesse preparando para gozar novo orgasmo - Depois de te aquecerem nunca mais páras! Está na hora de te espetar o soardo na racha das tuas coxas, peituda, antes que me faças ordenhar na tua boca! Com ele lá dentro é que vou querer ver-te a espojares-te toda quando te estiveres a vir! Anda, cavalga as minhas coxas, potrazinha, vou espetar-te o caralho como se fosses uma laranja num espremedor.
Abri as pernas sobre a barriga dele. Meu tio encostou a cabeça da sua piça grande e larga, na entrada da minha parreca, e ele mesmo começou a meter. Huuumm! A parte melhor de ser mulher, é este momento em que os homens nos dão a provar aquele naco de carne pulsante e húmido.
- Baixa mais as pernas, vaquinha! Vai deixando entrar tudo muito devagarinho! Assim, devagarinho! Ahhhhh! Como é bom sentir a minha piça entrando-te pela cona acima, minha adorada sobrinha! Mas está quieta com as mãos. Não abras a cona que aberta já a tens que chegue. Quero sentir a minha piça entrar na tua cona o mais apertada possível. Ahhh! Que bommmm!
Se era, melhor do que aquilo não havia, pensava eu sentindo-o entrar até o meu rabo ficar pousado em cima dos seus pentelhos.
- Cavalga, potrazinha, cavalga, quero a potrazinha da minha afilhada a cavalgar no meu caralho! - mandou - Querto vê-la a pular toda com o meu caralho no entra e sai, que quando estiveres a gozar com ele lá dentro já nem te lembras da tareia de cinto que apanhaste hoje.
Era verdade. Mas não foi ali, montada no caralho do meu tio, que me vim. Embora eu estivesse apreciando demasiado aquela deliciosa cavalgada, e ele por certo também uma vez que me incitava a não parar chamando-me todos os nomes feios que que a língua portuguesa tem para classificar as mulheres fáceis, o barulho das molas do colchão rangendo cada vez com mais força fiizeram-no temer poder despertar a esposa.
- A tua tia quando lhe dou aquela merda costuma dormir toda a noite, mas nunca se sabe. Às vezes o Diabo tece-as, e era o que faltava depois do que se passou, que ela nos apanhasse aos dois - comentou - É melhor mudarmos de posição. E como tens o corpo em ferida e eu estou com tanto tesão que seria capaz de te levantar até só com a força do meu caralho, vou acabar de te foder de pé. Anda! Levanta-te da cama!
Encostado à parede do quarto para amparar as costas, meu tio pegou em mim, tal como eu via os heróis do cinema pegarem nas actrizes dos filmes, mordeu-me o pescoço, e enlaçou minhas pernas em torno do seu baixo-ventre, segurando-me com os braços debaixo das minhas nádegas.
- Pega no meu caralho, puta, e enfia-o na cona! - exigiu. E eu, ansiosa por retomar a foda interrompida, agarrei nele com as duas mãos e muito lentamente fui-o enfiando na minha pássara.
- Estava-me quase a vir há bocado - queixei-me quando senti a pele áspera do saco roçando a entrada da minha cona.
- Não te atrapalhes! É de maneira que voltamos a começar do príncipio. - respondeu-me - Mexe bem esse cu e não tarda nuito estarás de novo a cavalgar e a espremeres o todo o sumo do meu caralho.
Naquela posição era até bem melhor. Gosto de sentir os colhões batendo-me de frente na entrada da rata quando estou a levar nela. Além disso, com as palmas das mãos por baixo de mim, meu tio ia-me não só apalpando generosamente o cu, como a própria rata, por vezes metendo mesmo um dedinho nela juntamente com o seu caralho, dizendo que numa moça puta como eu entravam tantas coisas duras quantas ela quisesse, mesmo que outras já estivessem lá dentro. E isto tudo enquanto não se cansava de me morder as orelhas e de me sugar as mamas.
- Ahhhh, tio, ahhhhhhhh! - gemia eu ouvindo o ribombar dos seus colhões frenéticos, já com as pernas todas levantadas, os pés pousados sobre os seus ombros, que ele agora ia igualmente lambendo e beijando
- És preciosa assim putinha, querida afilhada - reconhecia - Era capaz de te chupar tudinha por seres assim tão putazinha. Conto foder-te ainda por muitos anos, sobrinha querida da cona aberta.
Aquela pernada não podia estar melhor mas antes que ele se viesse lembrei-me que nessa noite não tomara a pílula depois do jantar, como era costume.
- Padrinho- gritei-lhe aflita - fiquei sem as pílulas , não se esqueça!
- Tens razão, vadia, não queria nada ter de pagar-te novo aborto. - Nem eu fazê-lo e muito menos nas condições em que ele me obrigara a fazê-lo. - Espero que guardes melhor a próxima carteira que te vou ter de comprar, ma enquanto isso é bom que te habitues a tomar do meu leite de outra forma, que eu não vou ficar com ele a azedar -me nos tomates.
Deixou contudo que eu tivesse meu segundo orgasmo antes de retirar o cacete de mim e pousar-me no chão.
- De frente para a minha piça, sobrinha putona! - meladísimo seu caralho - Já não gozo uma punheta desde que perdi os três mas esta noite vais-me ordenhar a piça à mão, já que por causa do teu descuido não o poderei fazer no teu buraquinho.
Aquela ordenha era para mim um castigo, ter-me-ia sabido bem sentir sua ejaculação dentro de mim. Mas toquei-lhe a punheta que meu tio queria com a piça bem em frente aos meus olhos como era seu desejo, até ele se esporrar.
- Quietinha, puta, vais levar um banho de esporra por ti abaixo que vais lamentar a perda das pílulas!
E foi. Meu tio esporrou-se abundantemente no meu rosto e peito, e no final ainda me exigiu que lhe limpasse a cabeça da piça no rego das minhas mamas.
- Acho que a foda que acabo de dar-te bem compensa a tareia que a tua tia me fez aplicar-te, Sandra - disse-me ele começando a vestir o pijama. Eu que me contorcera toda enquanto estivera a apanhar com o cinto quase estava tentada a concordar com ele, gozara dois orgasmos intensos, especialmente o segundo, e se não fossem os vergões e os ardores na pele, quase que podia dizer ter valido a pena o espancamento a que fora submetida. Não foi isso porém o que lhe respondi. Ainda sentada no chão, com a langonha escorrendo-me da face para cima das mamas, e destas pelo meu peito abaixo, disse-lhe:
- Da próxima vez o padrinho deixa-me amarrá-lo e bater-lhe com o cinto para ver se também fica com tanto tesão como hoje. Eu estou certa, ficaria tão excitada em deixar-lhe a pele como o padrinho deixou a minha. E náo se esqueça. Se quiser mais noitadas destas e não me quer ver de novo na abortadeira trate mas é de passar na farmácia amanhã a comprar outra carteira de pílulas.
- Ia-me lá esquecer diso, minha gostosura fofinha - e beijou-me antes de saír para o seu quarto - Gostei muito da punheta final que me tocaste, e da esporradela que expeli para cima de ti, mas prefiro mesmo assim despejar o leite dos meus colhões no lugar mais apropriado que uma mulher tem para o receber. E cona com a idade da tua não tenho outra, adorada sobrinha!
Mas não eram apenas as pílulas que me importava. A trepada até podia ter servido como moeda de troca para a tareia que me dera mas se eu pudesse ganhar ainda alguma coisa melhor, afinal se lá em casa eu era desde há muito apelidada de puta pelos dois, fosse o mais puta possível e procurasse tirar o maior proveito disso.
- E não se esqueça da calcinha nova que me prometeu.
Não se esqueceu. mas parece-me que nem seria preciso lembrar-lho. Meu tio/padrinho gostava tanto de me ver de calcinha nova bem provocante, como eu de as usar .
Bjs para todos. Para o Sérgio C, o Manhoso e o Nuno, dois. E ainda um outro para o Magister Dixit, que também passou pela Lusa Atenas.
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SANDRA SAFADA
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sábado, 13 de outubro de 2012
UMA ENRABADELA NA PENSÃO DAS PUTAS
- Apanhas no cu, ó magrinha? - perguntou o quarentão, imobilizando o Mercedes preto já antigo, junto à minha amiga Tita, que tal como eu nessa noite estava ali no Largo da Portagem no engate, procurando fazer pela vida.
- Claro que não, ó tarado! - respondeu-he esta muito indignada como ficava sempre que um potencial cliente lhe sugeria qualquer prática sexual menos ortodoxa - No cu apanham os paneleiros e eu sou puta, não paneleiro. Se quiseres meter-me na racha da frente é só pagares-me para isso, agora se queres cu vai procurar um paneleiro que te satisfaça que no meu cu nem o meu namorado mete.
Eu estava ali muito próxima da entrada da rua das putas há quase uma hora e ainda não entrara com nenhum no quarto, e embora apanhar no cu de clientes não fosse o meu prato forte também não era nada que eu já não tivesse feito. Por isso e uma vez que a Tita recusava o serviço aproximei-me da viatura.
- Não irás encontrar muitas mulheres aqui dispostas a deixar-te usar-lhes o cu, filho - dissse-lhe de maneira a que ele não tivesse dúvidas da raridade do que eu estava disposta a fazer - mas se estiveres disposto a pagares o preço devido deixo-te comeres-me o meu. E o meu preço são duas milenas, mais as duas notas do Bocage para a pensão, que cu não faço no carro.
Uma vez que o homem andava de Mercedes achei poder inflacionar um pouco o preço. O sujeito olhou-me de alto abaixo e pareceu gostar da minha figura, pois comentou:
- És gordinha, o que significa que hás-de ter um rabinho bem fofinho e cheínho de carne para apalpar, até melhor do que a da tua colega. Mas duas notas de mil parece-me muito. Mil e quinhentos parece-me um óptimo pagamento por uma enrabadela.
Discutimos um pouco o preço e consegui que ele aceitasse pagar os dois mil escudos que lhe pedia em troca de ser eu a suportar com a despesa da pensão.
- Combinado! Mas tens de arranjar um lubrificante para poderes meter a tua coisa dentro do meu cu - adverti-o, a seco é que eu não estava disposta a deixar-me enrabar. - E vou-te masturbar um bocado antes de te dar o cu, para ta descomprimir um pouco, primeiro.
- Tenho um tubo de vaselina comigo - comunicou-me ele. Era o lubrificante mais usado em Portugal para o sexo anal, lubrificantes especificos conhecera-os eu na Holanda, quando lá trabalhara, em Portugal era então impensável encontrá-los à venda. E lá fomos dos dois, eu um pouco mais à frente, e ele atrás, como sempre sucedia quando eu ou qualquer uma das minhas colegas, nos encaminhávamos em direcção à pensão.
Uma vez no quarto, e recebido o preço, fui buscar o bidé com água morna e passei o cuzinho por água. O sujeito sentara-se na beirada da cama, despira o casaco, e baixara as calças. Seu caralho com cerca de uns 18 cms. estava todo empinado deixando ver um par de bolas vermelhas e peludas, quase tão redondinhas como um par de bolas de bilhar. A vaselina de facto ia dar muito jeito de aquele troço resolver o negócio com o meu cu.
- Com um caralho desse tamanho - comentei sentando-me a seu lado na cama e começando a manusear-lhe o pau muito lentamente - é bom que me deixes espalhar-te também a vaselina nele, doutro modo vais arregaçar-me o olho todo.
O homem apreciou a minha alusão à sua masculinidade e disse-me para tirar o tubo de vaselina do bolso do seu casaco. Eu assim fiz enquanto o ia punheteando, a príncipio vagarosamente, e depois cada vez com mais ritmo enquanto lhe esfregava uma generosa camada de vaselina ao longo de todo o caralho.
- Vai com calma, menina, vai com calma! - recomendou-me vendo o gosto com que lhe tocava ao bicho - Que se me esporro nas tuas mãos vais-me devolver pelo menos a nota de 1000.
- Não me digas, filho, que com um caralho tão bem abonado, e um par de tomates tão redondinhos, não te aguentas com as carícias das minhas mãos - retorqui-lhe. A verdade é que quanto menos tempo aquilo estivesse enfiado no meu cu mais tempo eu tinha para voltar para a esquina a pôr a minha outra greta a render.
Mas ele não se deixou levar.
- Já me chegaste vaselina que chegasse na piça, e já ma descomprimistes tempo demasiado à mão, minha menina. Agora chegou a vez de preparar o teu lindo cuzinho para a receberes sem gemeres muito. Apoia o teu peito e a tua cabeça em cima da mesinha de cabeceira que sempre é mais alta do que a cama. Muito bem! Agora vou tratar de colocar um refrescozinho no teu cu rechonchudinho, antes de lhe dar a beber do leitinho do meu cacete.
Por trás tirou-me a saia e a calcinha branca, de algodão.
- Cuzinho bonito, sim senhor! - comentou agradado, passando o nariz nele e beijando-o. - Cuzinho bom para apanhares nele! Não perdi nada com o facto da tua amiga magricela não me ter querido alugar o dela. Huuummmm! E cheirando a sabão de puta, como deveriam cheirar todos os cuzinhos femininos!
Depois espalhou um pouco de vaselina no seu dedo indicador, esfregando-mo directamente no cu:
- Huuummm! Cuzinho aberto e sem pregas! - comentou, metendo e tirando seu dedo nele e espalhando mais vaselina - Já recebeste muitas vezes cacete no teu cu, já sabes o que é apanhares no cu.
- Não me digas que estavas à espera de encontrar uma puta virgem de cu para a enrabares, ó filho? - perguntei-lhe - Para isso devias ter posto um anúncio no jornal e não teres vindo à rua das meninas. E espalha mas é a vaselina com força que ainda quero ter o cu intacto quando tiveres acabado de te servires dele.
- Fica descansada, ó filha, que vou-te deixar o cu tão bem humedecido de vaselina, que a minha piça há-de escorregar tão bem dentro dele, como escorregaria dentro da tua garganta - prometia-me, mas eu não sabia se ele estava apenas a espalhar-me a vaselina, ou se também me estava a foder o cu com o dedo. Mas era bom que o fizesse, sempre me ia abrindo mais o olhinho.
- Desaperta a blusa e tira as mamas para fora, mas não vais sair desta posição - mandou-me passando as mãos nas minhas pernas - Vou-te mandar pau por trás e quero apalpar-te as mamas. Não te importas, pois não? Uma boa enrabadela numa moça como tu só me satisfaz plenamente se estiver a apalpar-lhe as mamas.
Não me importava nada, toques nas mamas ainda me fazem sentir mais o desejo de um bom caralho dentro de mim. Despi assim prontamente a blusa, desnudando meus marmelos sem sutiã, que de imediato o cliente começou a amassar com uma das mãos, enquanto com os dedos da outra me voltava a abrir o olho do cu à medida que encostava a cabeça do piçalho nele e o forçava a entrar. Gemi um pouco.
- Podes estender as tuas mãos para trás, e ajudares-me a enfiar o caralho no teu cu, menina - sugeriu - Até gosto muito de sentir as mãos de uma mulher mexendo-me no caralho e enfiando-o dentro delas.
Fiz-lhe novamente a vontade.
- Iiiiisso! Ajuda-me a enterrá-lo todo no teu cuzinho inchado! Iiiiisssso! Issssssoooo! Tuuuuuudddooo! Ahhh, que cuzinho fofinho tens, tu menina linda, poucas vezes tenho enrabado um cuzinho assim tão fofinho como o teu! Ahhhhhhh! Vês como o meu caralho escorrega bem dentro dele? Vês como ele já entrou e está inteirinho lá dentro? Sentes como ele entra e sai bem? E os meus colhões? Estás a sentir os meus colhões a lamber-te a entrada do cu, como se quisessem também entrar lá dentro, minha plebizinha de cu gostoso e mamas grandes?
Eu sentia tudo aquilo sim e muito mais, o caralho húmido e cheio de tesão fazendo-me gemer, o aro do olho do cu todo arregaçado para o deixar entrar e sair, o gosto do esperma húmido que ele ia ejaculando, o cheiro da vaselina, mas o que me dava prazer, muito prazer mesmo, eram os toques das suas mãos nas minhas mamas. Foram aliás eles que me fizeram gozar, algo que eu não pretendia quando aceitara ser enrabada por ele a troco das duas milenas e do preço do quarto da pensão.
- O teu cuzinho vai beber leitinho! - anunciou-me quando a cabeça do seu órgão masculino começou a dar sinais do orgasmo - Muuuuiiiito leitinho!
- Siiiimmm! Siiiimmmm! Vem-te, vem-te! - implorei, tacteando meu baixo ventre e acariciando minha cona, enquanto ele se desaleitava, numa masturbação vaginal destinada a fazer-me aproveitar melhor o prazer da sua ejaculação no meu traseiro.
Que descarga de leite levei!
- Gozaste muito por teres apanhado no cu, minha porca? - perguntou-me a Tita fodida por eu ter alinhado com um cliente num acto que ela reprovava, quando regressei para a rua, na esperança de que o tesão dos homens me tornasse aquela noite ainda mais rentável.
- Muito mesmo, minha esquisitinha - confirmei-lhe abanando a carteira onde guardara o dinheiro ganho com a minha enrabadela - Gozei o que qualquer puta goza quando um homem a contrata, antes mesmo do serviço estar feito: uma mão cheia de notas do Banco de Portugal que foi o que a tua esquisitice me rendeu.
Disse-lhe isto para lhe fazer inveja e lhe fazer ver que puta púdica não governa a vida. Afinal à mulher que vende prazer o que mais importa é a cor do dinheiro que recebe, não o buraco do corpo que o faz ganhar. Mas a Tita nunca entendeu isso.
Bjs para todos. Um beijo especial, onde mais lhe agradar, para o Sérgio C. por me considerar a maior puta do Mundo, e para o Manhoso, meu fã desde os tempos do Clube dos Contos. Dois bjs tb. muito especiais para o Filipe, a quem não pude responder por o seu mail não abrir, e a Donna Flor. Como mulher gosto bastante de ler os comentários de mulheres, por isso espero q continue a comentar. E outro para a Desiree, de quem não tenho tido notícias.
- Claro que não, ó tarado! - respondeu-he esta muito indignada como ficava sempre que um potencial cliente lhe sugeria qualquer prática sexual menos ortodoxa - No cu apanham os paneleiros e eu sou puta, não paneleiro. Se quiseres meter-me na racha da frente é só pagares-me para isso, agora se queres cu vai procurar um paneleiro que te satisfaça que no meu cu nem o meu namorado mete.
Eu estava ali muito próxima da entrada da rua das putas há quase uma hora e ainda não entrara com nenhum no quarto, e embora apanhar no cu de clientes não fosse o meu prato forte também não era nada que eu já não tivesse feito. Por isso e uma vez que a Tita recusava o serviço aproximei-me da viatura.
- Não irás encontrar muitas mulheres aqui dispostas a deixar-te usar-lhes o cu, filho - dissse-lhe de maneira a que ele não tivesse dúvidas da raridade do que eu estava disposta a fazer - mas se estiveres disposto a pagares o preço devido deixo-te comeres-me o meu. E o meu preço são duas milenas, mais as duas notas do Bocage para a pensão, que cu não faço no carro.
Uma vez que o homem andava de Mercedes achei poder inflacionar um pouco o preço. O sujeito olhou-me de alto abaixo e pareceu gostar da minha figura, pois comentou:
- És gordinha, o que significa que hás-de ter um rabinho bem fofinho e cheínho de carne para apalpar, até melhor do que a da tua colega. Mas duas notas de mil parece-me muito. Mil e quinhentos parece-me um óptimo pagamento por uma enrabadela.
Discutimos um pouco o preço e consegui que ele aceitasse pagar os dois mil escudos que lhe pedia em troca de ser eu a suportar com a despesa da pensão.
- Combinado! Mas tens de arranjar um lubrificante para poderes meter a tua coisa dentro do meu cu - adverti-o, a seco é que eu não estava disposta a deixar-me enrabar. - E vou-te masturbar um bocado antes de te dar o cu, para ta descomprimir um pouco, primeiro.
- Tenho um tubo de vaselina comigo - comunicou-me ele. Era o lubrificante mais usado em Portugal para o sexo anal, lubrificantes especificos conhecera-os eu na Holanda, quando lá trabalhara, em Portugal era então impensável encontrá-los à venda. E lá fomos dos dois, eu um pouco mais à frente, e ele atrás, como sempre sucedia quando eu ou qualquer uma das minhas colegas, nos encaminhávamos em direcção à pensão.
Uma vez no quarto, e recebido o preço, fui buscar o bidé com água morna e passei o cuzinho por água. O sujeito sentara-se na beirada da cama, despira o casaco, e baixara as calças. Seu caralho com cerca de uns 18 cms. estava todo empinado deixando ver um par de bolas vermelhas e peludas, quase tão redondinhas como um par de bolas de bilhar. A vaselina de facto ia dar muito jeito de aquele troço resolver o negócio com o meu cu.
- Com um caralho desse tamanho - comentei sentando-me a seu lado na cama e começando a manusear-lhe o pau muito lentamente - é bom que me deixes espalhar-te também a vaselina nele, doutro modo vais arregaçar-me o olho todo.
O homem apreciou a minha alusão à sua masculinidade e disse-me para tirar o tubo de vaselina do bolso do seu casaco. Eu assim fiz enquanto o ia punheteando, a príncipio vagarosamente, e depois cada vez com mais ritmo enquanto lhe esfregava uma generosa camada de vaselina ao longo de todo o caralho.
- Vai com calma, menina, vai com calma! - recomendou-me vendo o gosto com que lhe tocava ao bicho - Que se me esporro nas tuas mãos vais-me devolver pelo menos a nota de 1000.
- Não me digas, filho, que com um caralho tão bem abonado, e um par de tomates tão redondinhos, não te aguentas com as carícias das minhas mãos - retorqui-lhe. A verdade é que quanto menos tempo aquilo estivesse enfiado no meu cu mais tempo eu tinha para voltar para a esquina a pôr a minha outra greta a render.
Mas ele não se deixou levar.
- Já me chegaste vaselina que chegasse na piça, e já ma descomprimistes tempo demasiado à mão, minha menina. Agora chegou a vez de preparar o teu lindo cuzinho para a receberes sem gemeres muito. Apoia o teu peito e a tua cabeça em cima da mesinha de cabeceira que sempre é mais alta do que a cama. Muito bem! Agora vou tratar de colocar um refrescozinho no teu cu rechonchudinho, antes de lhe dar a beber do leitinho do meu cacete.
Por trás tirou-me a saia e a calcinha branca, de algodão.
- Cuzinho bonito, sim senhor! - comentou agradado, passando o nariz nele e beijando-o. - Cuzinho bom para apanhares nele! Não perdi nada com o facto da tua amiga magricela não me ter querido alugar o dela. Huuummmm! E cheirando a sabão de puta, como deveriam cheirar todos os cuzinhos femininos!
Depois espalhou um pouco de vaselina no seu dedo indicador, esfregando-mo directamente no cu:
- Huuummm! Cuzinho aberto e sem pregas! - comentou, metendo e tirando seu dedo nele e espalhando mais vaselina - Já recebeste muitas vezes cacete no teu cu, já sabes o que é apanhares no cu.
- Não me digas que estavas à espera de encontrar uma puta virgem de cu para a enrabares, ó filho? - perguntei-lhe - Para isso devias ter posto um anúncio no jornal e não teres vindo à rua das meninas. E espalha mas é a vaselina com força que ainda quero ter o cu intacto quando tiveres acabado de te servires dele.
- Fica descansada, ó filha, que vou-te deixar o cu tão bem humedecido de vaselina, que a minha piça há-de escorregar tão bem dentro dele, como escorregaria dentro da tua garganta - prometia-me, mas eu não sabia se ele estava apenas a espalhar-me a vaselina, ou se também me estava a foder o cu com o dedo. Mas era bom que o fizesse, sempre me ia abrindo mais o olhinho.
- Desaperta a blusa e tira as mamas para fora, mas não vais sair desta posição - mandou-me passando as mãos nas minhas pernas - Vou-te mandar pau por trás e quero apalpar-te as mamas. Não te importas, pois não? Uma boa enrabadela numa moça como tu só me satisfaz plenamente se estiver a apalpar-lhe as mamas.
Não me importava nada, toques nas mamas ainda me fazem sentir mais o desejo de um bom caralho dentro de mim. Despi assim prontamente a blusa, desnudando meus marmelos sem sutiã, que de imediato o cliente começou a amassar com uma das mãos, enquanto com os dedos da outra me voltava a abrir o olho do cu à medida que encostava a cabeça do piçalho nele e o forçava a entrar. Gemi um pouco.
- Podes estender as tuas mãos para trás, e ajudares-me a enfiar o caralho no teu cu, menina - sugeriu - Até gosto muito de sentir as mãos de uma mulher mexendo-me no caralho e enfiando-o dentro delas.
Fiz-lhe novamente a vontade.
- Iiiiisso! Ajuda-me a enterrá-lo todo no teu cuzinho inchado! Iiiiisssso! Issssssoooo! Tuuuuuudddooo! Ahhh, que cuzinho fofinho tens, tu menina linda, poucas vezes tenho enrabado um cuzinho assim tão fofinho como o teu! Ahhhhhhh! Vês como o meu caralho escorrega bem dentro dele? Vês como ele já entrou e está inteirinho lá dentro? Sentes como ele entra e sai bem? E os meus colhões? Estás a sentir os meus colhões a lamber-te a entrada do cu, como se quisessem também entrar lá dentro, minha plebizinha de cu gostoso e mamas grandes?
Eu sentia tudo aquilo sim e muito mais, o caralho húmido e cheio de tesão fazendo-me gemer, o aro do olho do cu todo arregaçado para o deixar entrar e sair, o gosto do esperma húmido que ele ia ejaculando, o cheiro da vaselina, mas o que me dava prazer, muito prazer mesmo, eram os toques das suas mãos nas minhas mamas. Foram aliás eles que me fizeram gozar, algo que eu não pretendia quando aceitara ser enrabada por ele a troco das duas milenas e do preço do quarto da pensão.
- O teu cuzinho vai beber leitinho! - anunciou-me quando a cabeça do seu órgão masculino começou a dar sinais do orgasmo - Muuuuiiiito leitinho!
- Siiiimmm! Siiiimmmm! Vem-te, vem-te! - implorei, tacteando meu baixo ventre e acariciando minha cona, enquanto ele se desaleitava, numa masturbação vaginal destinada a fazer-me aproveitar melhor o prazer da sua ejaculação no meu traseiro.
Que descarga de leite levei!
- Gozaste muito por teres apanhado no cu, minha porca? - perguntou-me a Tita fodida por eu ter alinhado com um cliente num acto que ela reprovava, quando regressei para a rua, na esperança de que o tesão dos homens me tornasse aquela noite ainda mais rentável.
- Muito mesmo, minha esquisitinha - confirmei-lhe abanando a carteira onde guardara o dinheiro ganho com a minha enrabadela - Gozei o que qualquer puta goza quando um homem a contrata, antes mesmo do serviço estar feito: uma mão cheia de notas do Banco de Portugal que foi o que a tua esquisitice me rendeu.
Disse-lhe isto para lhe fazer inveja e lhe fazer ver que puta púdica não governa a vida. Afinal à mulher que vende prazer o que mais importa é a cor do dinheiro que recebe, não o buraco do corpo que o faz ganhar. Mas a Tita nunca entendeu isso.
Bjs para todos. Um beijo especial, onde mais lhe agradar, para o Sérgio C. por me considerar a maior puta do Mundo, e para o Manhoso, meu fã desde os tempos do Clube dos Contos. Dois bjs tb. muito especiais para o Filipe, a quem não pude responder por o seu mail não abrir, e a Donna Flor. Como mulher gosto bastante de ler os comentários de mulheres, por isso espero q continue a comentar. E outro para a Desiree, de quem não tenho tido notícias.
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
UMA COBRANÇA DE DÍVIDA JUNTO AO CEMITÉRIO DA CONCHADA
Quando nos ínicios do meu segundo ano em Coimbra, meu namorado Rodrigo se formou e eu fui expulsa da república de estudantes onde vivia com ele, consegui que um dos repúblicos da casa, o Berto, me emprestasse 1000 escudos para acudir às minhas despesas imediatas. Eu bem lhe prometera devolvê-los logo que possível, mas a minha intenção não se me afiançava nada fácil.
Eu chegara a Coimbra no ano anterior com 18 anos para cursar Direito, abandonando a casa dos meus tios/ padrinhos onde fora criada desde os 12 anos, e não podia contar com a ajuda deles nem dos meus pais. Um quarto onde dormir, mais as refeições e os livros de estudo ficavam caros para quem não tinha nenhuma fonte de rendimento. Felizmente consegui abrigo em casa de um pobre coitado, quarentão, solteiro e que antes de mim nunca tivera mulher, pois só tinha um colhão e muito medo de ser comentado por esse facto: o Sr. Silva. Durante cerca de três meses o Sr. Silva deu-me abrigo e de comer apesar dos seus parcos recursos, e em troca para o recompensar tirei-lhe a virgindade e abri-lhe as pernas sempre que ele me pedia, muito embora o Sr. Silva não tivesse jeito nenhum para foder e de o seu caralho ser algo mole mesmo quando teso, talvez devido à falta de uma das suas fontes principais de testosterona.
Contudo nem que o Sr. Silva tivesse um par completo de testículos bem inchados eu aceitaria viver com ele em condições tão miseráveis durante tanto tempo, quanto mais só com uma bola e a perda da virgindade tão tardia. Comecei assim, sem ele saber, a dar esporádicamente umas baldas remuneradas com homens mais velhos, e de preferência casados, e confesso encontrava mais prazer nessas sessões de sexo em que o meu corpo era alugado do que quando estava debaixo do Sr. Silva. Além disso através de uma amiga, consegui o contacto de um bordel em Amesterdão e a certeza de poder desempenhar nele a mais velha profissão do Mundo. A possibilidade de me mudar para a Holanda implicava interromper os estudos, mas eu não podia andar na Universidade com as solas rotas e a barriga vazia. Puta por puta preferia sê-lo num lugar onde ninguém me conhecesse e onde sobretudo eu podesse tirar mais proveito com isso. Precisava apenas de arranjar dinheiro para as passagens e para o passaporte pois na época Portugal ainda não aderira à então CEE.
Por essas razões todas ainda não conseguira o dinheiro para pagar minha dívida para com o Berto. Apesar da irregularidade com que então eu me dedicava às biscatadas sexuais, desde que o começara a fazer ainda mais embirrava com o facto de ter de foder em casa, com um parceiro só com um colhão. Adoro durante o acto sexual passar as minhas mãos no saco rugoso e suado que os machos têm no meio das pernas, sentir-lhe a costura das nozes, sorvê-las uma a uma enquanto lhes faço uma mamada, pelo que considerava a ausência do outro colhão, uma deficiência grave. Por isso, à noite, retardava ao máximo o momento de voltar a casa, prescindindo muitas vezes do magro jantar que as posses do Sr. Silva permitiam pôr na mesa, com a desculpa de ficar a estudar na Biblioteca Geral, o que muitas vezes até era mesmo verdade, na esperança de o encontrar adormecido quando voltasse e não ter de o compensar com o meu corpo. Nessa noite usei do mesmo estratagema, não fui para o engate tanto mais que o tempo estava frio e chuvoso, mas fiquei na Biblioteca Geral até à hora do fecho, às 23 horas.
A essa hora, esfomeada, desci as Escadas Monumentais e dirigi-me ao Mandarim onde ao balcão pedi uma meia de leite e um pastel qualquer. Estava a empregada a colocar-me o pedido na frente, quando vejo a descer do andar de cima o Berto e mais dois sujeitos da mesma idade. Ultimamente sempre procurava evitar o meu credor mas ali não tinha jeito de o fazer. Ainda tentei manter as costas voltadas para a passagem a ver se passava despercebida mas não o consegui.
- Então, Sandra - disse batendo-me nas costas enquanto os outros dois rapazes permaneciam parados, um pouco mais ao fundo, mas ouvindo tudo perfeitamente - é hoje que me vais pagar o que me deves? Já passou mais de um mês e ainda não vi rasto da milena que me pedistes emprestada.
Desculpei-me por não ter podido ainda ter saldado tal dívida.
- Não consegui arranjar o dinheiro, Berto, sinto muito! - disse-lhe - Eu nem para mim tenho, e se não fosse o Sr. Silva teria de andar a pedir esmola. Por favor, Berto, tenta esperar mais algum tempo! Recebi uma proposta de trabalho para a Holanda, e nessa altura já te poderei pagar. Mas preciso de arranjar dinheiro para as deslocações e para pagar o passaporte, por isso não te pude pagar como queria.
- Tretas, Sandra, tretas! - respondeu-me ele por sua vez, agarrando-me pelo braço e sacudindo-o o que me levou a tirar-lhe a mão dele - Ou então pensas que eu sou algum otário. Achas que vou ter de esperar até que tu venhas da Holanda para me pagares o que me deves, é?
E nesta altura como eu lhe tivesse retirado o braço e o mantivesse seguro para não o deixar repetir a proeza, o Berto baixou-se sobre a minha orelha esquerda e disse-me baixinho, com um sorriso fino e mordaz bailando-lhe nos lábios:
- Sei muito bem não ser apenas o Sr. Silva a dar-te de comer e a evitar que andes a pedir esmola, Sandra. Toda a gente da alta que te conhece sabe muito bem onde é que ganhas dinheiro para as tuas despesas. Nos bancos de trás de carros e na mata do Choupal. E uma moça como tu, estou certo, não deve ter problemas em facturar os 1000 escudos numa noite. E se quiseres, arranjo-te já dois clientes - e com um pequeno movimento com a cabeça indicou-me os dois atrás de si - Estamos de carro e tudo, como me dizem estás habituada a ir.
A minha fama de puta estreante desvendada pelo Berto não me surpreendeu. Habituada a ser considerada uma puta, até pela minha tia e pelo seu marido, estava eu desde os 14 anos. Era mais uma. No entanto, nessa época ela não correspondia inteiramente à verdade. Eu fodera apenas por dinheiro, três ou quatro vezes, e nunca ainda na mata do Choupal, isso foi depois, no ano seguinte, quando regressei da Holanda, e me comecei a prostituir mais regularmente em Coimbra. No entanto não iria discutir ali no Café. Queria beber a minha meia de leite e ir-me embora para casa do Sr. Silva, fazendo figas para não ter de lhe abrir as pernas e deixá-lo desaleitar seu colhão solitário em mim.
- Vai-te foder, Berto! Percebo que queiras ser chulo, mas se pensas que vou dá-lo na esquina para pagar o que te devo, estás muito enganado - e virando-lhe as costas recomecei a tomar a minha chávena de leite e a comer o meu pastel, furiosa embora soubesse que ele tinha razão, porque a empregada captara o teor do diálogo, e ao perceber que eu era meia-puta pelo menos, olhava para mim com uma cara pouco agradável.
- Podes crer que isto não fica assim, cabra! - garantiu-me o Berto - Vais-me pagar o que me deves nem que tenha de te chular, sim! E mais cedo do que pensas.
E saiu com os outros. Vi que os três ainda ficaram conversando na porta antes de sairem, e durante a conversa se fartaram de olhar para mim. Falavam de mim, tinha a certeza. E à cautela deixei-me estar ali ao balcão até os ver sumir de vista.
Quando cheguei cá fora deixara de chover e dos três nem sinal. Não me apetecia nada encontrar o Berto nas ruas desertas de Coimbra, por isso aproveitei não estarem à vista para meter para casa. Eles contudo conheciam o percurso que eu fazia, pelo que ao dobrar a esquina da Associação Académica senti que alguém me agarrava pelo braço e me puxava de encontro a si enquanto a voz do Berto, nas minhas costas, me aconselhava calma.
- Pode voltar a chover, Sandra, e mal alimentada como andas podes ficar doentinha, é melhor vires connosco de carro que a gente leva-te a casa no bem-bom. E não faças barulho - ironizou. E de facto, estacionado no passeio, de um Ford já antigo que nesse momento começara a trabalhar, abrira-se uma das portas traseiras, e o sujeito que me agarrara pelo braço e que era um dos dois que me tinham encontrado no Mandarim, encaminhava-me para ele.
Ainda olhei para a porta da Associação mas não vi ninguém, o Bar também ainda não existia. Contudo e apesar de não ter dúvidas do que me iria acontecer não gritei, talvez pela ineficácia do meu argumento, e talvez pelo pudor de que a história da putazinha estreante a ser levada à força para dentro de um carro se divulgasse como se divulgava tudo na Alta.
Entrei por isso no carro apenas mandando que me largassem, coisa que o estranho só fez de pois de me ter visto sentada no meio do assento traseiro, e de ele próprio se ter sentado e fechado a porta. Berto fez o mesmo pelo outro lado.
- Arranca, Quim! - comandou o segundo desconhecido e este seguiu, subindo a Padre António Vieira.
- Bem, Sandra - comentou então o Berto, voltando-se para mim e começando a tentar pôr as mãos nas minhas mamas, por cima da camisola, tentativas que eu repelia, mas que motivou gargalhadas aos outros dois - disse-te que te levaríamos a casa e é verdade, só não te disse foi que antes disso nos acompanharás numa voltinha a fim de pagares uma dívida de 1000 escudos que tens para comigo há mais de um mês, como bem sabes. E já que não consegues pagares-ma sozinha tratei de te arranjar dois patrocínios que te permitirão reembolsares-me hoje mesmo da quantia em falta.
E depois voltando-se para eles acrescentou-lhes:
- Eh, malta, vocês viram a plébia no Mandarim e acharam-na boa para uma trancada, não foi? Não mudaram de ideias, pois não? Então tratem de me pagar o combinado e deiam-lhe duas boas fodas que da minha parte ficam as minhas contas liquidadas com ela.
Eu ainda protestei, que não era nenhuma puta e se o fosse não precisaria de nenhum chulo imberbe como ele, mas acho que apenas lhes acicatei mais o tesão com as minhas palavras.
- Ficas tal e qual uma gata assanhada assim furiosa, fofinha! - comentou Quim, o condutor, deitando uma olhada pelo retrovisor e invertendo o sentido da marcha, novamente rumo à Praça da República - Fica descansada que vou dar-te umas boas arranhadelas no pito. Espero que não te importes de ser junto ao cemitério da Conchada mas no Choupal corremos o risco de encontrar companhia, e junto aos mortos há mais sossego. Mas já sabes, ó Berto, só temos 700 "paus" para te pagarmos.
- Sei disso! Ficam a dever-me uma cerveja. Mais vale esse do que ter de esperar que a flausina venha lá da Holanda para me pagar, como ela me propôs - e houve mais um coro de gargalhadas no carro.
O Quim estacionou o veículo no largo de estacionamento deserto, sobre umas árvores. O local era ermo, sem casas à volta e embora sempre fosse procurado por alguns casais, a verdade é que a proximidade de tanta alma sepultada fazia com que a maioria deles procurasse outras paragens, como o Penedo da Saudade, o Choupal ou o Choupalinho. Nesa noite não de via ninguém nas imediações.
- Quem é que vai ser o primeiro? - perguntou o do banco de trás, que tinha ares de ser um pouco mais novo do que o dono do veículo.
- Alto lá! - interrompeu o Berto - isso resolvem vocês depois, por mim até podem deixar que seja a Sandra a escolher quem quer que lhe acerte primeiro, ou podem-na foder ao mesmo tempo, mas antes disso quero o ajustado. E o ajustado são os 700 "paus" que vocês trazem.
Os dois lá foram ao bolso das calças e tiraram todas as notas que lá tinham e que entregaram ao Berto. Mesmo assim a despesa não ficou logo repartida em partes iguais pois que Quim, o condutor, não se esqueceu de frisar ao índividuo que me agarrara o braço que este lhe ficava a dever 50 escudos. Eu começava a sentir-me como se estivesse sendo saldada ao desbarato, mas a mesma excitação que se me apoderava quando me prostítuia começava a tomar conta de mim, um calorzinho gostoso nascendo-me na rata e impelindo-me a dar para um Macho completo. Contudo, nem por sombras, o demonstrei.
- O primeiro a ir-lhe ao pito sou, está claro - decidiu o Quim - Se não fosse o meu carro vocês não a trariam nem para aqui, nem para lugar nenhum. Por isso fazem favor, os dois lá para fora, que eu e a Sandra vamos precisar do banco de trás.
Os dois rapazes sairam e colocaram-se junto a uma das portas traseiras, provavelmente para não me deixarem escapar e poderem ter uma visão priveligiada da foda que o outro me ia dar. Este por seu turno, desligando o motor, colocou-se de pé junto à outra porta aberta.
- Senta-te aqui na ponta do banco voltada para mim, e descasca esse par de mamas que trazes ao peito, fofinha - mandou-me ele, começando a revelar o inchaço na zona do fecho das calças - Deves ter um par de peitões maravilhosos e durinhos quer vou querer começar por foder, antes de te ir ao pito, mamudinha.
Eu também podia adivinhar que o caralho dele era duro e maravilhoso, nada que se parecesse decerto com o caralho meio flácido e tão mal acompanhado do Sr. Silva, e que o seu contacto com as minhas mamas ainda me deixaria mais húmida e receptiva para as duas pernadas que me esperavam. Apesar de tudo ripostei:
- Ouve lá, pensas que os 400 escudos que pagaste e dos quais não vou ver um tostão te dão o direito de me comeres o que queres, é? Vai às ruas da baixinha e logo vês quanto as putas te levam por uma espanhola!
- Pois sim, Sandra!- ouvi a voz do Berto por cima do capô do carro - Mas não te esqueças que estás a pagar com juros. Por isso trata de te sentares e prepara as mamas para uma boa foda.
- Está bem - disse eu - Mas não penses que tu e o teu amigo vão ficar aqui a foder-me toda a noite.
Sentando-me na extremidade do assento, e com as pernas de fora, voltei-me para o Quim e tirei o anorak, a camisola e a camisa interior, enquanto ele baixando as calças exibia-me o seu caralho corpulento e circuncidado. Como eu não usava sutiã, minhas gémeas ficaram logo à mostra.
- É bom mesmo que não uses sutiã - comentou ele, passando as mãos nelas - Assim um gajo não perde tempo a chegar onde quer. Vou-te juntar as maminhas, uma de encontro à outra, até só se ver uma rachinha no meio delas, e tu minha fofinha vais-me agarrar na piça e metê-la mesmo no meio das tuas mamocas.
Com as duas mamas bem juntinhas e apertadinhas, conduzi a piça do Quim para dentro daquele rego de carne feminina.
- Isso, mamas fartas, iiiiiisso! - dizia enquanto se consolava todo e me fazia consolar igualmente, com aquela espanholada - deixa-me roçar os colhões nos biquinhos das tuas mamas! Ahhhh, como aprecio demais sentir as pontas dos teus mamilos a tocarem-me nos colhôes, mamas tesas, ahhhhhh! Faz-me festinhas nos colhões enquanto te fodo as mamas, minha linda!
E eu, que como disse não gosto nada de mexer em tais partes e em casa não tinha nada daquilo, tratei de aproveitar a licença.
- Vou bater-te com a piça nas mamas, safadona gostosa! - exclamou empunhando o cacete com as mãos e batendo-me com ele nos peitos - Ouves o leitinho a chocalhar dentro dele, não ouves? Queres muito provar do meu leitinho, não queres, gostosona? Pois vais provar, sim. Baixa a saia e deita-te ao comprido no assento.
O outro sujeito que também me ia comer ainda lhe pediu que se despachasse.
- Fiquei com tanto tesão só de te ver a foderes-lhe as mamas - justificou-se - que se não te despachas quando chegar a minha vez vou-me esporrar todo só de lhe mirar a cona.
Deitei-me com as costas no assento do carro, e tirei a saia e a calcinha, de cor vermelha que o Quim exibiu aos outros, dizendo nunca ter visto uma calcinha tão sexy e tão apropriada a uma puta. Húmida como me achava, levantei as pernas sobre o meu peito, segurando os tornozelos com as mãos, por achar deliciosa aquela posição de frango assado.
- Ahh, cabritona, estou a ver que estás com pressa de apanhar no pito! - comentou, passando a mão pela vagina e acariciando-ma muito lentamente com movimentos circulares - Tenho-lo bem húmido na verdade, e o grelinho bastante inchado. Estou a ver que não te vai custar nadaa forma de pagamento da dívida que o Berto te arranjou.
Com a parte superior do seu corpo dentro do carro, a sua cara enterrada no meio dos meus peitos, a parte inferior toda fora e as calças caídas aos pés, o Quim deu-me a primeira boa foda da noite e a primeira rodada de leite de macho que me estava destinada, e que só não me fez gozar porque tendo eu ainda outro para aviar, me segurei para isso não acontecer. Mas quando o Quim, satisfeito, saiu de cima de mim, eu sentia-me bem relaxada e pronta para despachar o segundo. Este estava impaciente:
- Agora é a minha vez! Mas vais ser tu, cabritinha, quem me vais baixar as calças e tirar-me o caralho para fora.
- Calma - impûs-lhe, embora igualmente mortinha por dar para ele e gozar finalmente a minha parte - ou pensas que sou alguma máquina de abrir as pernas? Deixa-me limpar pelo menos a rata a não ser que queiras seja a tua pila a fazê-lo quando estiver cá dentro.
Os outros dois riram-se, e eu limpei-me com um lenço de papel que tirei da carteira. Não estava muito limpa mas era o que se conseguia arranjar, nem o meu parceiro queria perder mais tempo.
- Eh, pá ainda me vais sujar o assento do carro! - reclamou o Quim para o meu parceiro.
- Não deve ficar muito mais sujo do que vocês já o deixaram - retorquiu-lhe este, enquanto eu lhe desapertava o cinto e lhe baixava as calças e as cuecas. O caralho deste segundo era mais pequeno do que o do Quim, teria uns 15 ou 16 centímetros, mas era mais grosso e igualmente circuncidado. E estava muuuuito mais melado de esperma, ter assistido à minha trepada com o Quim excitara-o bastante.
- Espero que ainda tenhas cona para aguentares com o meu caralho - manifestou-se, sacudindo-o com as mãos - Mas prefiro que te deites de barriga para baixo. Vou-te ao pito por trás.
- E eu só espero que o teu caralho consiga acabar o trabalho que o do teu amigo começou - ripostei-lhe pois percebi que este devia ser menos rotinado a foder do que o dono do automóvel, mas deitando-me de barriga para baixo no assento, de maneira a permitir-lhe comer-me á cão. Huuummmm! Que delícia!
- Foda-se, Quim! - exlamou quando me começou a apalpar as mamas - Deixaste as mamas da gaja todas besuntadas de esporra.
- Deixa lá - respondeu-lhe este - também lhe deixei o pito besuntado, e nem por isso tu desdenhas de lá estares a ir.
Não desdenhava de lá ir, nem de continuar a apalpar-me as mamas, dando-me uns saborosos amassos nelas, que me fizeram vir mais depressa.
- Vem-te, vem-te que a minha cona já não pode mais - pedi-lhe gozando o meu orgasmo e sentindo-lhe o caralho todo humedecido roçando-me os lábios da minha gruta secreta de cada vez que entrava e saía dela, ansiosíssima para saborear o suminho que ele tinha para me dar - ahhhhh! aleita-me todinha, que quero sentir o teu leitinho, ahhhhhhhhhh!
- É bem verdade seres puta, Sandra - disse-me o Berto, aplaudindo - Mesmo depois de teres apanhado com um caralho na tua racha, ainda pedes para levares com uma segunda esporradela dentro dela! Bravo!
- Ainda tens dúvidas de que o meu caralho seja capaz de acabar o serviço, hein, gordinha? - perguntava-me o sujeito que me comia, puxando-me agora as pernas e começando a desaleitar-se - Esta noite não conseguirás juntar as pernas mas não dirás que eu não tenho piça para foder uma putazinha presumida como tu.
Huuuummm! Os homens, os homens, gostam sempre de nos achincalhar antes que o caralho lhes fique mole, e eles sejam de novo devolvidos ao estado de inocente impotência com que nascem e morrem. Mas, ahhhhh! como era bom sentir a sua esporradela escutando tais palavras. E se a primeira queca me deixara relaxada, esta segunda deixou-me satisfeitíssima.
Limpara-me novamente e preparava-me para me vestir quando o Berto interveio.
- Um momento, minha putazinha caloteira, a dívida ainda não está totalmente paga, que eu emprestei-te 1000 "paus", e só recebi 700 destes marmanjos com quem pelos vistos gostaste tanto de foder. E depois do que me fizeste assistir já sabes como me vais pagar os 300 "paus" que faltam.
Era o que faltava!
- Vai-te foder, Berto, ou então faz à mão que esta menina aqui, seja puta ou não, esta noite não abre mais as pernas a ninguém! - respondi-lhe.
- E quem é que te disse que quero que me abras as pernas, cabritona? Vou querer é que abras a boquinha e que recebas dentro dela o cacete quentinho e grosso que tenho aqui para lhe oferecer. O que tens no meio das pernas, Sandra, já foi muito usado e melado hoje para estar agora a meter nele a minha piça. Mas não te vistas já. Vai-me dar muito prazer ver-te nua em pelo enquanto me fazes um broche.
Nua em pelo como ele queria chupei-lhe na pila, na mesma posição em que o Quim me fodera as mamas. Tal como o caralho do segundo sujeito quando me começara a foder, também o do Berto estava reluzente de esperma.
- Tudo, tuuuudo, chupa e mete tudo bem fundo, tuuuudo! - arfava o Berto com os movimentos da minha língua e mãos que o iam igualmente masturbando para ver se desse modo o aviava mais depressa. - Ahhhh! Muitos broches como estes deves tu ter feito ao Rodrigo quando vívias com ele lá na república!
Nem queiras saber!
- O gajo está-se a vir, o gajo está-se a vir! - comentaram num momento em que tendo-lhe retirado o caralho da boca para o voltar a chupar, os dois viram-lhe sair da cabeça duas cuspidelas de esporra - esporra-te na cara dela, dá-lhe um banho de esporra na cara!
- É o que mereces, cabra, por não pagares a tempo o que deves - concordou o Berto, apontando com as mãos a piroca para a minha cara e acertando-me nela com o seu gozo - e aprenderes de que forma podes começar a pagá-las, minha puta devedora. Enquanto os homens tiverem colhões e muita esporra neles, moças como tu não precisam de lhes pedir nada, a não ser umas valentes esporradelas, entendes? E eu tenho esporra que chegue para te acertar onde quiser com ela.
E de facto não foi apenas a minha face a ser contemplada com o produto do seu orgasmo. Embora em menor quantidade, fui aleitada no pescoço, na barriga, e como imaginam nas mamas. Para uma puta iniciante como eu não estava nada mal. O pior mesmo era o pagamento dos meus actos ter revertido na íntegra para o meu credor, a positiva é que não só tinha um problema resolvido, como nunca me iria esquecer daquela noite.
- Agora sim, não me deves nada, Sandra - confirmou o Berto, tendo feito a ordenha e puxando as calças.
Os três regressaram comigo à Praça da República, e tive de fazer a pé o resto do caminho. Entrei em casa o mais de mansinho que pude e sem acender as luzes, na esperança de não acordar o Sr. Silva e escapar assim de lhe conceder os meus favores, pois como compreenderão não me apetecia mais nenhuma aventura sexual. Não tive sorte. O Sr. Silva estava acordado e como passava da 1 hora da manhã percebi que queria festa comigo.
- Estava a ver que a menina Sandrinha nunca mais vinha - queixou-se. Nunca nos tratavamos por tu, tudo naquele pobre homem era diferente de todos os homens com quem me deitei, mas percebi claramente o que ele queria dizer com tais palavras.
- Estive a estudar com uns colegas até tarde, mas já me vou deitar - desculpei-me e indo-me lavar, não queria que aquela amostra de eunuco se apercebesse que eu estivera a foder.
Podia ter-me recusado a satisfazer o Sr. Silva, mas tendo-me ele acolhido em sua casa, nunca o fiz. De olhos fechados, deixei que ele se deitasse sobre mim e me possuísse. Fingi que sentia prazer, gemi um pouco para lhe ser agradável, e mais uma vez tive a certeza que era muito mais puta fodendo com o Sr. Silva, do que tinha sido com os outros dois ou com qualquer um dos primeiros clientes que arranjei.
Como referi, eu era então e apenas, uma rameirazinha iniciante e amadora ainda que cheínha de vontade de dar o salto para o mundo da prostituição a sério, e poder fugir assim àquela vida de miséria que levava em Coimbra. Mas quando o Sr. Silva libertou o líquido do seu único colhão dentro de mim, não pude deixar de pensar que tendo eu sido capaz de aviar quatro homens em menos de duas horas, e tendo encontrado muita satisfação nas duas primeiras fodas recebidas, quantos não conseguiria eu aviar quando em Amesterdão fosse uma puta bem sucedida e com a rodagem toda feita.
Adormeci com tal pensamento. E sonhei ser a raínha que nunca fui, numa casa de putas algures...
Bjs para todos, em particular para os seguidores deste blog e para o Sérgio C. E onde está a Desiree, a única mulher que ia comentando minhas confissões?
Eu chegara a Coimbra no ano anterior com 18 anos para cursar Direito, abandonando a casa dos meus tios/ padrinhos onde fora criada desde os 12 anos, e não podia contar com a ajuda deles nem dos meus pais. Um quarto onde dormir, mais as refeições e os livros de estudo ficavam caros para quem não tinha nenhuma fonte de rendimento. Felizmente consegui abrigo em casa de um pobre coitado, quarentão, solteiro e que antes de mim nunca tivera mulher, pois só tinha um colhão e muito medo de ser comentado por esse facto: o Sr. Silva. Durante cerca de três meses o Sr. Silva deu-me abrigo e de comer apesar dos seus parcos recursos, e em troca para o recompensar tirei-lhe a virgindade e abri-lhe as pernas sempre que ele me pedia, muito embora o Sr. Silva não tivesse jeito nenhum para foder e de o seu caralho ser algo mole mesmo quando teso, talvez devido à falta de uma das suas fontes principais de testosterona.
Contudo nem que o Sr. Silva tivesse um par completo de testículos bem inchados eu aceitaria viver com ele em condições tão miseráveis durante tanto tempo, quanto mais só com uma bola e a perda da virgindade tão tardia. Comecei assim, sem ele saber, a dar esporádicamente umas baldas remuneradas com homens mais velhos, e de preferência casados, e confesso encontrava mais prazer nessas sessões de sexo em que o meu corpo era alugado do que quando estava debaixo do Sr. Silva. Além disso através de uma amiga, consegui o contacto de um bordel em Amesterdão e a certeza de poder desempenhar nele a mais velha profissão do Mundo. A possibilidade de me mudar para a Holanda implicava interromper os estudos, mas eu não podia andar na Universidade com as solas rotas e a barriga vazia. Puta por puta preferia sê-lo num lugar onde ninguém me conhecesse e onde sobretudo eu podesse tirar mais proveito com isso. Precisava apenas de arranjar dinheiro para as passagens e para o passaporte pois na época Portugal ainda não aderira à então CEE.
Por essas razões todas ainda não conseguira o dinheiro para pagar minha dívida para com o Berto. Apesar da irregularidade com que então eu me dedicava às biscatadas sexuais, desde que o começara a fazer ainda mais embirrava com o facto de ter de foder em casa, com um parceiro só com um colhão. Adoro durante o acto sexual passar as minhas mãos no saco rugoso e suado que os machos têm no meio das pernas, sentir-lhe a costura das nozes, sorvê-las uma a uma enquanto lhes faço uma mamada, pelo que considerava a ausência do outro colhão, uma deficiência grave. Por isso, à noite, retardava ao máximo o momento de voltar a casa, prescindindo muitas vezes do magro jantar que as posses do Sr. Silva permitiam pôr na mesa, com a desculpa de ficar a estudar na Biblioteca Geral, o que muitas vezes até era mesmo verdade, na esperança de o encontrar adormecido quando voltasse e não ter de o compensar com o meu corpo. Nessa noite usei do mesmo estratagema, não fui para o engate tanto mais que o tempo estava frio e chuvoso, mas fiquei na Biblioteca Geral até à hora do fecho, às 23 horas.
A essa hora, esfomeada, desci as Escadas Monumentais e dirigi-me ao Mandarim onde ao balcão pedi uma meia de leite e um pastel qualquer. Estava a empregada a colocar-me o pedido na frente, quando vejo a descer do andar de cima o Berto e mais dois sujeitos da mesma idade. Ultimamente sempre procurava evitar o meu credor mas ali não tinha jeito de o fazer. Ainda tentei manter as costas voltadas para a passagem a ver se passava despercebida mas não o consegui.
- Então, Sandra - disse batendo-me nas costas enquanto os outros dois rapazes permaneciam parados, um pouco mais ao fundo, mas ouvindo tudo perfeitamente - é hoje que me vais pagar o que me deves? Já passou mais de um mês e ainda não vi rasto da milena que me pedistes emprestada.
Desculpei-me por não ter podido ainda ter saldado tal dívida.
- Não consegui arranjar o dinheiro, Berto, sinto muito! - disse-lhe - Eu nem para mim tenho, e se não fosse o Sr. Silva teria de andar a pedir esmola. Por favor, Berto, tenta esperar mais algum tempo! Recebi uma proposta de trabalho para a Holanda, e nessa altura já te poderei pagar. Mas preciso de arranjar dinheiro para as deslocações e para pagar o passaporte, por isso não te pude pagar como queria.
- Tretas, Sandra, tretas! - respondeu-me ele por sua vez, agarrando-me pelo braço e sacudindo-o o que me levou a tirar-lhe a mão dele - Ou então pensas que eu sou algum otário. Achas que vou ter de esperar até que tu venhas da Holanda para me pagares o que me deves, é?
E nesta altura como eu lhe tivesse retirado o braço e o mantivesse seguro para não o deixar repetir a proeza, o Berto baixou-se sobre a minha orelha esquerda e disse-me baixinho, com um sorriso fino e mordaz bailando-lhe nos lábios:
- Sei muito bem não ser apenas o Sr. Silva a dar-te de comer e a evitar que andes a pedir esmola, Sandra. Toda a gente da alta que te conhece sabe muito bem onde é que ganhas dinheiro para as tuas despesas. Nos bancos de trás de carros e na mata do Choupal. E uma moça como tu, estou certo, não deve ter problemas em facturar os 1000 escudos numa noite. E se quiseres, arranjo-te já dois clientes - e com um pequeno movimento com a cabeça indicou-me os dois atrás de si - Estamos de carro e tudo, como me dizem estás habituada a ir.
A minha fama de puta estreante desvendada pelo Berto não me surpreendeu. Habituada a ser considerada uma puta, até pela minha tia e pelo seu marido, estava eu desde os 14 anos. Era mais uma. No entanto, nessa época ela não correspondia inteiramente à verdade. Eu fodera apenas por dinheiro, três ou quatro vezes, e nunca ainda na mata do Choupal, isso foi depois, no ano seguinte, quando regressei da Holanda, e me comecei a prostituir mais regularmente em Coimbra. No entanto não iria discutir ali no Café. Queria beber a minha meia de leite e ir-me embora para casa do Sr. Silva, fazendo figas para não ter de lhe abrir as pernas e deixá-lo desaleitar seu colhão solitário em mim.
- Vai-te foder, Berto! Percebo que queiras ser chulo, mas se pensas que vou dá-lo na esquina para pagar o que te devo, estás muito enganado - e virando-lhe as costas recomecei a tomar a minha chávena de leite e a comer o meu pastel, furiosa embora soubesse que ele tinha razão, porque a empregada captara o teor do diálogo, e ao perceber que eu era meia-puta pelo menos, olhava para mim com uma cara pouco agradável.
- Podes crer que isto não fica assim, cabra! - garantiu-me o Berto - Vais-me pagar o que me deves nem que tenha de te chular, sim! E mais cedo do que pensas.
E saiu com os outros. Vi que os três ainda ficaram conversando na porta antes de sairem, e durante a conversa se fartaram de olhar para mim. Falavam de mim, tinha a certeza. E à cautela deixei-me estar ali ao balcão até os ver sumir de vista.
Quando cheguei cá fora deixara de chover e dos três nem sinal. Não me apetecia nada encontrar o Berto nas ruas desertas de Coimbra, por isso aproveitei não estarem à vista para meter para casa. Eles contudo conheciam o percurso que eu fazia, pelo que ao dobrar a esquina da Associação Académica senti que alguém me agarrava pelo braço e me puxava de encontro a si enquanto a voz do Berto, nas minhas costas, me aconselhava calma.
- Pode voltar a chover, Sandra, e mal alimentada como andas podes ficar doentinha, é melhor vires connosco de carro que a gente leva-te a casa no bem-bom. E não faças barulho - ironizou. E de facto, estacionado no passeio, de um Ford já antigo que nesse momento começara a trabalhar, abrira-se uma das portas traseiras, e o sujeito que me agarrara pelo braço e que era um dos dois que me tinham encontrado no Mandarim, encaminhava-me para ele.
Ainda olhei para a porta da Associação mas não vi ninguém, o Bar também ainda não existia. Contudo e apesar de não ter dúvidas do que me iria acontecer não gritei, talvez pela ineficácia do meu argumento, e talvez pelo pudor de que a história da putazinha estreante a ser levada à força para dentro de um carro se divulgasse como se divulgava tudo na Alta.
Entrei por isso no carro apenas mandando que me largassem, coisa que o estranho só fez de pois de me ter visto sentada no meio do assento traseiro, e de ele próprio se ter sentado e fechado a porta. Berto fez o mesmo pelo outro lado.
- Arranca, Quim! - comandou o segundo desconhecido e este seguiu, subindo a Padre António Vieira.
- Bem, Sandra - comentou então o Berto, voltando-se para mim e começando a tentar pôr as mãos nas minhas mamas, por cima da camisola, tentativas que eu repelia, mas que motivou gargalhadas aos outros dois - disse-te que te levaríamos a casa e é verdade, só não te disse foi que antes disso nos acompanharás numa voltinha a fim de pagares uma dívida de 1000 escudos que tens para comigo há mais de um mês, como bem sabes. E já que não consegues pagares-ma sozinha tratei de te arranjar dois patrocínios que te permitirão reembolsares-me hoje mesmo da quantia em falta.
E depois voltando-se para eles acrescentou-lhes:
- Eh, malta, vocês viram a plébia no Mandarim e acharam-na boa para uma trancada, não foi? Não mudaram de ideias, pois não? Então tratem de me pagar o combinado e deiam-lhe duas boas fodas que da minha parte ficam as minhas contas liquidadas com ela.
Eu ainda protestei, que não era nenhuma puta e se o fosse não precisaria de nenhum chulo imberbe como ele, mas acho que apenas lhes acicatei mais o tesão com as minhas palavras.
- Ficas tal e qual uma gata assanhada assim furiosa, fofinha! - comentou Quim, o condutor, deitando uma olhada pelo retrovisor e invertendo o sentido da marcha, novamente rumo à Praça da República - Fica descansada que vou dar-te umas boas arranhadelas no pito. Espero que não te importes de ser junto ao cemitério da Conchada mas no Choupal corremos o risco de encontrar companhia, e junto aos mortos há mais sossego. Mas já sabes, ó Berto, só temos 700 "paus" para te pagarmos.
- Sei disso! Ficam a dever-me uma cerveja. Mais vale esse do que ter de esperar que a flausina venha lá da Holanda para me pagar, como ela me propôs - e houve mais um coro de gargalhadas no carro.
O Quim estacionou o veículo no largo de estacionamento deserto, sobre umas árvores. O local era ermo, sem casas à volta e embora sempre fosse procurado por alguns casais, a verdade é que a proximidade de tanta alma sepultada fazia com que a maioria deles procurasse outras paragens, como o Penedo da Saudade, o Choupal ou o Choupalinho. Nesa noite não de via ninguém nas imediações.
- Quem é que vai ser o primeiro? - perguntou o do banco de trás, que tinha ares de ser um pouco mais novo do que o dono do veículo.
- Alto lá! - interrompeu o Berto - isso resolvem vocês depois, por mim até podem deixar que seja a Sandra a escolher quem quer que lhe acerte primeiro, ou podem-na foder ao mesmo tempo, mas antes disso quero o ajustado. E o ajustado são os 700 "paus" que vocês trazem.
Os dois lá foram ao bolso das calças e tiraram todas as notas que lá tinham e que entregaram ao Berto. Mesmo assim a despesa não ficou logo repartida em partes iguais pois que Quim, o condutor, não se esqueceu de frisar ao índividuo que me agarrara o braço que este lhe ficava a dever 50 escudos. Eu começava a sentir-me como se estivesse sendo saldada ao desbarato, mas a mesma excitação que se me apoderava quando me prostítuia começava a tomar conta de mim, um calorzinho gostoso nascendo-me na rata e impelindo-me a dar para um Macho completo. Contudo, nem por sombras, o demonstrei.
- O primeiro a ir-lhe ao pito sou, está claro - decidiu o Quim - Se não fosse o meu carro vocês não a trariam nem para aqui, nem para lugar nenhum. Por isso fazem favor, os dois lá para fora, que eu e a Sandra vamos precisar do banco de trás.
Os dois rapazes sairam e colocaram-se junto a uma das portas traseiras, provavelmente para não me deixarem escapar e poderem ter uma visão priveligiada da foda que o outro me ia dar. Este por seu turno, desligando o motor, colocou-se de pé junto à outra porta aberta.
- Senta-te aqui na ponta do banco voltada para mim, e descasca esse par de mamas que trazes ao peito, fofinha - mandou-me ele, começando a revelar o inchaço na zona do fecho das calças - Deves ter um par de peitões maravilhosos e durinhos quer vou querer começar por foder, antes de te ir ao pito, mamudinha.
Eu também podia adivinhar que o caralho dele era duro e maravilhoso, nada que se parecesse decerto com o caralho meio flácido e tão mal acompanhado do Sr. Silva, e que o seu contacto com as minhas mamas ainda me deixaria mais húmida e receptiva para as duas pernadas que me esperavam. Apesar de tudo ripostei:
- Ouve lá, pensas que os 400 escudos que pagaste e dos quais não vou ver um tostão te dão o direito de me comeres o que queres, é? Vai às ruas da baixinha e logo vês quanto as putas te levam por uma espanhola!
- Pois sim, Sandra!- ouvi a voz do Berto por cima do capô do carro - Mas não te esqueças que estás a pagar com juros. Por isso trata de te sentares e prepara as mamas para uma boa foda.
- Está bem - disse eu - Mas não penses que tu e o teu amigo vão ficar aqui a foder-me toda a noite.
Sentando-me na extremidade do assento, e com as pernas de fora, voltei-me para o Quim e tirei o anorak, a camisola e a camisa interior, enquanto ele baixando as calças exibia-me o seu caralho corpulento e circuncidado. Como eu não usava sutiã, minhas gémeas ficaram logo à mostra.
- É bom mesmo que não uses sutiã - comentou ele, passando as mãos nelas - Assim um gajo não perde tempo a chegar onde quer. Vou-te juntar as maminhas, uma de encontro à outra, até só se ver uma rachinha no meio delas, e tu minha fofinha vais-me agarrar na piça e metê-la mesmo no meio das tuas mamocas.
Com as duas mamas bem juntinhas e apertadinhas, conduzi a piça do Quim para dentro daquele rego de carne feminina.
- Isso, mamas fartas, iiiiiisso! - dizia enquanto se consolava todo e me fazia consolar igualmente, com aquela espanholada - deixa-me roçar os colhões nos biquinhos das tuas mamas! Ahhhh, como aprecio demais sentir as pontas dos teus mamilos a tocarem-me nos colhôes, mamas tesas, ahhhhhh! Faz-me festinhas nos colhões enquanto te fodo as mamas, minha linda!
E eu, que como disse não gosto nada de mexer em tais partes e em casa não tinha nada daquilo, tratei de aproveitar a licença.
- Vou bater-te com a piça nas mamas, safadona gostosa! - exclamou empunhando o cacete com as mãos e batendo-me com ele nos peitos - Ouves o leitinho a chocalhar dentro dele, não ouves? Queres muito provar do meu leitinho, não queres, gostosona? Pois vais provar, sim. Baixa a saia e deita-te ao comprido no assento.
O outro sujeito que também me ia comer ainda lhe pediu que se despachasse.
- Fiquei com tanto tesão só de te ver a foderes-lhe as mamas - justificou-se - que se não te despachas quando chegar a minha vez vou-me esporrar todo só de lhe mirar a cona.
Deitei-me com as costas no assento do carro, e tirei a saia e a calcinha, de cor vermelha que o Quim exibiu aos outros, dizendo nunca ter visto uma calcinha tão sexy e tão apropriada a uma puta. Húmida como me achava, levantei as pernas sobre o meu peito, segurando os tornozelos com as mãos, por achar deliciosa aquela posição de frango assado.
- Ahh, cabritona, estou a ver que estás com pressa de apanhar no pito! - comentou, passando a mão pela vagina e acariciando-ma muito lentamente com movimentos circulares - Tenho-lo bem húmido na verdade, e o grelinho bastante inchado. Estou a ver que não te vai custar nadaa forma de pagamento da dívida que o Berto te arranjou.
Com a parte superior do seu corpo dentro do carro, a sua cara enterrada no meio dos meus peitos, a parte inferior toda fora e as calças caídas aos pés, o Quim deu-me a primeira boa foda da noite e a primeira rodada de leite de macho que me estava destinada, e que só não me fez gozar porque tendo eu ainda outro para aviar, me segurei para isso não acontecer. Mas quando o Quim, satisfeito, saiu de cima de mim, eu sentia-me bem relaxada e pronta para despachar o segundo. Este estava impaciente:
- Agora é a minha vez! Mas vais ser tu, cabritinha, quem me vais baixar as calças e tirar-me o caralho para fora.
- Calma - impûs-lhe, embora igualmente mortinha por dar para ele e gozar finalmente a minha parte - ou pensas que sou alguma máquina de abrir as pernas? Deixa-me limpar pelo menos a rata a não ser que queiras seja a tua pila a fazê-lo quando estiver cá dentro.
Os outros dois riram-se, e eu limpei-me com um lenço de papel que tirei da carteira. Não estava muito limpa mas era o que se conseguia arranjar, nem o meu parceiro queria perder mais tempo.
- Eh, pá ainda me vais sujar o assento do carro! - reclamou o Quim para o meu parceiro.
- Não deve ficar muito mais sujo do que vocês já o deixaram - retorquiu-lhe este, enquanto eu lhe desapertava o cinto e lhe baixava as calças e as cuecas. O caralho deste segundo era mais pequeno do que o do Quim, teria uns 15 ou 16 centímetros, mas era mais grosso e igualmente circuncidado. E estava muuuuito mais melado de esperma, ter assistido à minha trepada com o Quim excitara-o bastante.
- Espero que ainda tenhas cona para aguentares com o meu caralho - manifestou-se, sacudindo-o com as mãos - Mas prefiro que te deites de barriga para baixo. Vou-te ao pito por trás.
- E eu só espero que o teu caralho consiga acabar o trabalho que o do teu amigo começou - ripostei-lhe pois percebi que este devia ser menos rotinado a foder do que o dono do automóvel, mas deitando-me de barriga para baixo no assento, de maneira a permitir-lhe comer-me á cão. Huuummmm! Que delícia!
- Foda-se, Quim! - exlamou quando me começou a apalpar as mamas - Deixaste as mamas da gaja todas besuntadas de esporra.
- Deixa lá - respondeu-lhe este - também lhe deixei o pito besuntado, e nem por isso tu desdenhas de lá estares a ir.
Não desdenhava de lá ir, nem de continuar a apalpar-me as mamas, dando-me uns saborosos amassos nelas, que me fizeram vir mais depressa.
- Vem-te, vem-te que a minha cona já não pode mais - pedi-lhe gozando o meu orgasmo e sentindo-lhe o caralho todo humedecido roçando-me os lábios da minha gruta secreta de cada vez que entrava e saía dela, ansiosíssima para saborear o suminho que ele tinha para me dar - ahhhhh! aleita-me todinha, que quero sentir o teu leitinho, ahhhhhhhhhh!
- É bem verdade seres puta, Sandra - disse-me o Berto, aplaudindo - Mesmo depois de teres apanhado com um caralho na tua racha, ainda pedes para levares com uma segunda esporradela dentro dela! Bravo!
- Ainda tens dúvidas de que o meu caralho seja capaz de acabar o serviço, hein, gordinha? - perguntava-me o sujeito que me comia, puxando-me agora as pernas e começando a desaleitar-se - Esta noite não conseguirás juntar as pernas mas não dirás que eu não tenho piça para foder uma putazinha presumida como tu.
Huuuummm! Os homens, os homens, gostam sempre de nos achincalhar antes que o caralho lhes fique mole, e eles sejam de novo devolvidos ao estado de inocente impotência com que nascem e morrem. Mas, ahhhhh! como era bom sentir a sua esporradela escutando tais palavras. E se a primeira queca me deixara relaxada, esta segunda deixou-me satisfeitíssima.
Limpara-me novamente e preparava-me para me vestir quando o Berto interveio.
- Um momento, minha putazinha caloteira, a dívida ainda não está totalmente paga, que eu emprestei-te 1000 "paus", e só recebi 700 destes marmanjos com quem pelos vistos gostaste tanto de foder. E depois do que me fizeste assistir já sabes como me vais pagar os 300 "paus" que faltam.
Era o que faltava!
- Vai-te foder, Berto, ou então faz à mão que esta menina aqui, seja puta ou não, esta noite não abre mais as pernas a ninguém! - respondi-lhe.
- E quem é que te disse que quero que me abras as pernas, cabritona? Vou querer é que abras a boquinha e que recebas dentro dela o cacete quentinho e grosso que tenho aqui para lhe oferecer. O que tens no meio das pernas, Sandra, já foi muito usado e melado hoje para estar agora a meter nele a minha piça. Mas não te vistas já. Vai-me dar muito prazer ver-te nua em pelo enquanto me fazes um broche.
Nua em pelo como ele queria chupei-lhe na pila, na mesma posição em que o Quim me fodera as mamas. Tal como o caralho do segundo sujeito quando me começara a foder, também o do Berto estava reluzente de esperma.
- Tudo, tuuuudo, chupa e mete tudo bem fundo, tuuuudo! - arfava o Berto com os movimentos da minha língua e mãos que o iam igualmente masturbando para ver se desse modo o aviava mais depressa. - Ahhhh! Muitos broches como estes deves tu ter feito ao Rodrigo quando vívias com ele lá na república!
Nem queiras saber!
- O gajo está-se a vir, o gajo está-se a vir! - comentaram num momento em que tendo-lhe retirado o caralho da boca para o voltar a chupar, os dois viram-lhe sair da cabeça duas cuspidelas de esporra - esporra-te na cara dela, dá-lhe um banho de esporra na cara!
- É o que mereces, cabra, por não pagares a tempo o que deves - concordou o Berto, apontando com as mãos a piroca para a minha cara e acertando-me nela com o seu gozo - e aprenderes de que forma podes começar a pagá-las, minha puta devedora. Enquanto os homens tiverem colhões e muita esporra neles, moças como tu não precisam de lhes pedir nada, a não ser umas valentes esporradelas, entendes? E eu tenho esporra que chegue para te acertar onde quiser com ela.
E de facto não foi apenas a minha face a ser contemplada com o produto do seu orgasmo. Embora em menor quantidade, fui aleitada no pescoço, na barriga, e como imaginam nas mamas. Para uma puta iniciante como eu não estava nada mal. O pior mesmo era o pagamento dos meus actos ter revertido na íntegra para o meu credor, a positiva é que não só tinha um problema resolvido, como nunca me iria esquecer daquela noite.
- Agora sim, não me deves nada, Sandra - confirmou o Berto, tendo feito a ordenha e puxando as calças.
Os três regressaram comigo à Praça da República, e tive de fazer a pé o resto do caminho. Entrei em casa o mais de mansinho que pude e sem acender as luzes, na esperança de não acordar o Sr. Silva e escapar assim de lhe conceder os meus favores, pois como compreenderão não me apetecia mais nenhuma aventura sexual. Não tive sorte. O Sr. Silva estava acordado e como passava da 1 hora da manhã percebi que queria festa comigo.
- Estava a ver que a menina Sandrinha nunca mais vinha - queixou-se. Nunca nos tratavamos por tu, tudo naquele pobre homem era diferente de todos os homens com quem me deitei, mas percebi claramente o que ele queria dizer com tais palavras.
- Estive a estudar com uns colegas até tarde, mas já me vou deitar - desculpei-me e indo-me lavar, não queria que aquela amostra de eunuco se apercebesse que eu estivera a foder.
Podia ter-me recusado a satisfazer o Sr. Silva, mas tendo-me ele acolhido em sua casa, nunca o fiz. De olhos fechados, deixei que ele se deitasse sobre mim e me possuísse. Fingi que sentia prazer, gemi um pouco para lhe ser agradável, e mais uma vez tive a certeza que era muito mais puta fodendo com o Sr. Silva, do que tinha sido com os outros dois ou com qualquer um dos primeiros clientes que arranjei.
Como referi, eu era então e apenas, uma rameirazinha iniciante e amadora ainda que cheínha de vontade de dar o salto para o mundo da prostituição a sério, e poder fugir assim àquela vida de miséria que levava em Coimbra. Mas quando o Sr. Silva libertou o líquido do seu único colhão dentro de mim, não pude deixar de pensar que tendo eu sido capaz de aviar quatro homens em menos de duas horas, e tendo encontrado muita satisfação nas duas primeiras fodas recebidas, quantos não conseguiria eu aviar quando em Amesterdão fosse uma puta bem sucedida e com a rodagem toda feita.
Adormeci com tal pensamento. E sonhei ser a raínha que nunca fui, numa casa de putas algures...
Bjs para todos, em particular para os seguidores deste blog e para o Sérgio C. E onde está a Desiree, a única mulher que ia comentando minhas confissões?
Postado por
SANDRA SAFADA
às
12:00
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
MENSTRUADA, APANHEI NO CU E BEBI A ESPORRA DE MEU SENHOR
Ah, o período menstrual, a pior coisa que acontece todos os meses na vida de uma mulher! Não apenas pelas dores e incómodos que nos causa, mas também por obrigar uma mulher quente e muito liberal como eu a manter-se inactiva e de pernas fechadas durante os dias em que o mesmo dura, e sobretudo por ser ele o causador de muitos castigos e sevícias que tal castidade forçada inspira aos amantes dominadores que por via deles se vêm impedidos de nos usar, como se nós tivessemos culpa das nossas regras mensais. Meu Dono e Senhor Carlos era um desses tipos de homens que aproveitava sempre o facto de me ter vindo o período para me punir fosse de que modo fosse, e enquanto fui a sua escrava sexual e mulher para todo o serviço, apesar de casada com outro homem, nada temia mais do que estar menstruada e ele requisitar meu corpo. Isso aconteceu mais uma vez naquela noite.
Meu Senhor estivera fora quase toda a semana embora eu nada soubesse do assunto que motivara sua ausência. O período, viera-me na véspera da sua chegada e por isso quando recebi o habitual MSN convocando-me para uma dança de coxas nocturna, estarreci de terror . "Esta noite, às 10 h, em minha casa. Vou usar a minha puta". Nada romântica como se vê, e aliás nunca esperei que um homem como Carlos pudesse ter algo de romântico, coisa que a suceder nunca me consentiria ser a sua escrava.
De blusa vermelha, saia curta de couro preto, e os pés e grande parte das pernas cobertas por umas botas também pretas, e de cano alto, como as mulheres perdidas, tal como meu Amo gostava de me ver vestida nos nossos encontros, compareci pontualmente em sua casa.
Fiquei contente porque depois de ter entrado meu Senhor mirou-me de alto a baixo e comentou eu estar mesmo produzida como ele gostava.
- Uma puta deve sempre evidenciar perante todos a sua condição, nunca a de a tentar ocultar. Ainda para mim uma puta casada, e farta de pôr os cornos ao marido, como tu estás, e preparando-se para o fazer novamente com o seu macho - disse-me. - Vou gostar muito de te foder esta noite depois de quase uma semana de ausência da tua cona.
Eu também iria gostar muito mas trazia a dita ensopada de sangue que o pensinho íntimo em vão tentava absorver na sua totalidade apesar de o ter mudado pouco antes de chegar, e o meu Senhor não iria gostar de ma usar naquele estado.
- Sinto muito, meu Dono e Senhor - era esta a parte mais difícil, fazê-lo convencer que nessa noite e nas seguintes, seu desejo de macho não iria encontrar disponibilidade na minha passarona, por isso procurei um vocabulário bem submisso - mas apareceram-me ontem as regras, e estou com muita abundância de fluxo. É claro que podereis usar-me a vagina na mesma, se for essa a vossa vontade, mas receio não irdes gostar de ter vosso portentoso membro de macho conspurcado com as impurezas da minha racha. Evidentemente posso sempre fazer-vos uma mamada, ou podereis servir-vos do meu cu e dessa forma aliviar vosso desejo - acrescentei estas palavras para o recordar existirem outras formas de o satisfazer e dessa forma escapar a um castigo que adivinhava bem certo. Elas contudo não me adiantaram de nada porque a resposta a elas foi uma sonora bofetada que me atirou ao chão. Farto de conhecer todas as partes do meu corpo que serviam para o aliviar estava meu Dono e Senhor, não era preciso eu lembrar-lhas.
- Cala-te grande puta, e levanta-te! - gritou-me - Nem tu, nem puta alguma que eu ande a comer, me dirá alguma vez onde é que eu me devo aliviar! Eu é quem diz às putas como tu onde me quero aliviar nelas, ouviste bem?! Se pensas que iria ficar com os colhões cheios só porque uma puta como tu se me apresenta com a cona conspurcada de sangue íntimo, estás muito enganada. VOU FODER-TE O CU E A BOCA, SIM, MINHA PUTA COM DIPLOMA DE COIMBRA, MAS À MINHA MANEIRA! DESPE-TE TODA E COLOCA-TE DE JOELHOS COM O CUZINHO EMPINADO E PRONTO A APANHAR NELE! JÁ VAIS VER O QUE TE ESPERA!
Despi-me toda, incluindo a calcinha, deixando ficar apenas as botas, enquanto Carlos fazia o mesmo. Em seguida ajoelhei-me e meu Senhor tratou de puxar uma cadeira de tampo de madeira fina para a minha frente. Depois com uma corda amarrou minhas mãos atrás das costas.
- Baixa o queixo e pôe a língua de fora em cima do tampo da cadeira, potranca menstruada! - mandou. Na sua mão direita observei-lhe um comprido alfinete de aço, bem fininho mas com cerca de 30 cms de comprimento, bem maior que o caralho grosso dele.
- Não te apavores que não te adianta de nada, putona - troçou roçando-me o alfinete na face - Vais levar uma picadela que te irá deixar a tua linguazinha de brochista bem sossegada. VAMOS, PUTA, A LÌNGUA TODA DE FORA!
E ele mesmo com as suas mãos me esticou a língua e a pousou em cima do tampo da cadeira. Depois encostou a cabeça do alfinete na ponta dela de maneira a fazer-me sentir aquela primeira picadela.
- Um, dois, três, puta de brochista, vou -te prender a língua - e com força enterrou quase todo o alfinete pela minha língua dentro, até ele perfurar o fino tampo da cadeira e a sua cabeça ficar quase a tocar a minha língua. Um fiozinho de sangue começou a escorrer-me.
- Como imaginava sempre vou ter de conspurcar a minha piça no teu sangue, e tudo por culpa da minha puta estar com as regras - comentou - Mas pelo menos não a sujarei com o sangue que te sai da racha. Só que embora tenhas a língua bem presinha, é conveniente pôr-te a boca do jeito que a não possas fechar quando te esfregar a piça dentro dela.
E colocou-me um bocal metálico, de fixar nos cantos da boca, muito apropriado para fantasias de violação envolvendo sexo oral, de maneira a que eu não pudesse fechá-la.
- Em todo o caso só um alfinete é pouco para castigar uma inútil menstruada como tu - concluiu contemplando a sua obra, que lhe via dar bastante tesão pois o seu cacete estava insufladíssimo, o que não me admirava já que efectivamente naquela posição eu estava toda oferecida para uma boa mamada e uma boa enrabadela - E tens aí no teu peito dois biquinhos a pedirem mesmo um parzinho de alfinetes como se fossem dois brinquinhos.
A ideia de levar com mais duas alfinetadas não me agradava muito, apesar de eu não ter fobia a agulhas, que julgo atingir mais os homens do que nós mulheres, e de achar tal tormento preferível ao chicote, à chibata ou às canadas. O chato era aqueçe fiozinho de sangue escorrendo da ponta da língua e que embora se estivesse extinguindo, me deixava um estranho paladar na boca e me fazia engasgar toda sempre que engolia saliva.
Meu Dono, meu Senhor e meu Carrasco, saíu e voltou quase logo com dois alfinetes de dama.
- Adivinha onde tos vou colocar, puta? - perguntou-me com ar de gozo e sempre com o caralho esticado parecendo ainda maior - Vou-te dar uma pista: devia furar-te os lábios da cona com eles mas a tua cona é por demais importante para mim, e tem-me rendido tanto dinheiro, que a última coisa que quero é ver-ta estragada, putéfila. Mas as tuas saliências castanhinhas e bicudinhas estão mesmo a pedir um par de brincos, não te parece?
Claro que para me furar as orelhas com eles é que não haveria de ser, ainda para mais eu que desde menina as trago furadas. Pegando no meu mamilo esquerdo e segurando-o entre o polegar e o indicador, meu Senhor espetou muito lentamente para me fazer doer mais o alfinete, de baixo para cima, nada impressionado com o novo fio de sangue que me causou, nem com os gemidos e as contorções de dor que eu deixava escapar.
- Quietinha, puta! - avisava-me - Não te mexas muito senão vai-te doer mais!
Suspirei de alívio quando vi a ponta do alfinete surgir na ponta superior do meu mamilo, e meu crudelíssimo Amante, fechá-lo antes de me desinfectar a ferida e me ter estancado o sangue.
- Um já está, minha vadia! Vou agora dar idêntico tratamento à tua outra mamoca!
E o meu mamilo direito lá foi perfurado com o segundo alfinete de dama, do mesmo modo que o seu irmão.
- Vou preferir utilizar a tua boca no fim, quando tiver acabado de te ir ao cu e precisar de me desaleitar - esclareceu-me - Vai-me saber melhor enfiar-te a piça na boca depois de me ter servido do teu cu e tendo ainda os tomates cheios, putazona! Só espero que o tenhas bem sujinho de merda, já que querias que eu sujasse a piça no sangue do teu mênstruo, cabra!
Quanto a isso estava eu tranquila, nunca comparecia a nenhum encontro com meu Dono e Senhor sem ter o cuzinho e a pássara bem lavadinhos e cheirozinhos, como eram aliás suas ordens expressas. Enrabásse-me ele e mandasse que lhe mamasse no cacete pois eu sabia não encontrar merda nele.
E foi pelo cu que ele começou. Ignorando o sangue menstrual que me escorria pelas pernas e se ia derramando no chão que antes de sair Ele me obrigou a limpar como eu já esperava, empalou-.me o olhinho traseiro com dois dedos, fodeu-me com eles o tempo suficiente para eu sentir o aro mais dilatado e cuspiu nele antes de me penetrar.
- Ahhhhh, puta! Toma cacete no cagueiro! Ainda bem que vocês as putas quando estão com a cona imprestável têm mesmo assim outros buracos alternativos onde um homem cheio de tesão se pode desaleitar na perfeição! Toma cacete, puta! Toma com cacete no cu, puta menstruada!
Se tantas alternativas lhe eram postas à disposição apetecia-me perguntar porque motivo me castigava tanto sempre que eu estava naqueles dias do mês e Ele se queria servir de mim, mas nem que estivesse com a língua liberta me teria atrevido a fazê-lo. Carlos atacava-me o cu com força, seus movimentos por trás projectavam meu corpo para a frente, esticando-me a língua o que além de me magoar não tardou a fazer-me voltar a sangrar de novo por ela. Além disso meu Senhor tão depressa me batia com as palmas abertas das mãos nas nádegas e nas coxas, como me puxava os cabelos e esfregava-me o rosto no tampo da cadeira, como me apalpava as mamas e me apertava os mamilos mesmo por cima dos alfinetes de dama, obrigando-me a gemer ainda mais de dor. Mas como tudo aquilo me excitava, aquilo e o seu cacete enorme no entra e sai veloz no meu cuzinho.
- Não tarda muito estou-me a vir, puta! - anunciou meu Senhor - e avisei-te onde pretendia fazê-lo. Sabes bem que não sou homem para faltar ao prometido, por isso prepara-te, não tardará muito e estarás a engolir todo o produto do meu gozo pela garganta dentro.
Sua piroca saiu de dentro do meu anûs como se fosse um clister, tão rápido a tirou. Depois, sem perder tempo, sentou-se na minha frente, suas costas encostadas nas costas da cadeira, as pernas todas escachadas, o par de tomatões suados e cheirando a sémen pousados mesmo defronte à minha língua esticada e segura pelo alfinete, seu caralho reluzente de esporra na ponta batendo-me cara.
- Nem precisas de abrir a boca, puta! - comentou, lambuzando-me os lábios e os dentes com os fios de langonha que lhe escorriam pela glande - Ela está mesmo com a abertura certa para te enfiar o caralho todo dentro, como tanto gosto.
E tal como no meu cu, seu cacete entrou-me pela boca dentro e foi descendo pela minha língua abaixo, procurando o caminho da minha garganta funda.
- Engole tudo, puta, engole tudo! - mandava-me Ele enquanto seu caralho ia desaparecendo dentro da minha boca, e com os seus dedos me ia asfixiando tapando-me o nariz - Engole tudo, porca rameira, ou juro que te asfixio aqui neste momento. ENGOLE-ME O CARALHO, OU JURO-TE QUE TE FAÇO ENGOLIR IGUALMENTE AS BOLAS, ASSIM CHEIAS COMO ESTÃO!
As suas bolas batiam-me agora nos queixos, os seus pentelhos faziam-me cócegas no nariz e na face, mas o seu enorme caralho estava todo dentro da minha boca, bem enterradinho no fundo da minha garganta, apesar da falta de ar que aquilo me provocava já que o pouco que eu recebia era o que a a minha boca açaimada e tão ocupada com aquela vara tesa conseguia absorver.
- Estás com sorte, grande puta! - voltou a exclamar ao sentir, tal como eu, os frémitos da cabeça da piça anunciando a ejaculação - Estás com sorte que eu me vou esporrar todo enquanto ainda consegues respirar. Com as ganas que te tenho, porca menstruada, continuaria a apertar-te as narinas até te deixar morrer engasgada com o meu caralho na boca. E ENGOLE TODO O LEITINHO QUE SAIR DA MINHA PIÇA!
Na posição em que estava, e com a língua cravada pelo alfinete no tampo da cadeira, como poderia não engolir tudo o que saísse da pila Dele? Com vontade ou sem ela engoli o líquido branco do seu orgasmo e mais houvesse. E de facto engoli ainda mais qualquer coisa como era de prever.
- Porca de cona suja! Depois de esvaziar os tomates, não há nada como esvaziar a bexiga. Não te vou soltar o alfinete da língua enquanto não satisfizer a última necessidade fisiológica que a tua boca de latrina me pode ainda dispensar.
E em jeito de sobremesa, depois do leitinho branco dos colhões de meu Dono e Senhor, fui ainda contemplada com um chazinho quente e amarelo que a sua bexiga excretou na minha boca. Eu era de facto sem queixumes, a sua escrava para tudo, a comedora da sua esporra e a bebedora do seu mijo. A sua puta, a sua criada doméstica e a sua latrina. E sentia-me grata por ter um macho assim, e cornear meu marido com ele.
Bjs para todos.
Meu Senhor estivera fora quase toda a semana embora eu nada soubesse do assunto que motivara sua ausência. O período, viera-me na véspera da sua chegada e por isso quando recebi o habitual MSN convocando-me para uma dança de coxas nocturna, estarreci de terror . "Esta noite, às 10 h, em minha casa. Vou usar a minha puta". Nada romântica como se vê, e aliás nunca esperei que um homem como Carlos pudesse ter algo de romântico, coisa que a suceder nunca me consentiria ser a sua escrava.
De blusa vermelha, saia curta de couro preto, e os pés e grande parte das pernas cobertas por umas botas também pretas, e de cano alto, como as mulheres perdidas, tal como meu Amo gostava de me ver vestida nos nossos encontros, compareci pontualmente em sua casa.
Fiquei contente porque depois de ter entrado meu Senhor mirou-me de alto a baixo e comentou eu estar mesmo produzida como ele gostava.
- Uma puta deve sempre evidenciar perante todos a sua condição, nunca a de a tentar ocultar. Ainda para mim uma puta casada, e farta de pôr os cornos ao marido, como tu estás, e preparando-se para o fazer novamente com o seu macho - disse-me. - Vou gostar muito de te foder esta noite depois de quase uma semana de ausência da tua cona.
Eu também iria gostar muito mas trazia a dita ensopada de sangue que o pensinho íntimo em vão tentava absorver na sua totalidade apesar de o ter mudado pouco antes de chegar, e o meu Senhor não iria gostar de ma usar naquele estado.
- Sinto muito, meu Dono e Senhor - era esta a parte mais difícil, fazê-lo convencer que nessa noite e nas seguintes, seu desejo de macho não iria encontrar disponibilidade na minha passarona, por isso procurei um vocabulário bem submisso - mas apareceram-me ontem as regras, e estou com muita abundância de fluxo. É claro que podereis usar-me a vagina na mesma, se for essa a vossa vontade, mas receio não irdes gostar de ter vosso portentoso membro de macho conspurcado com as impurezas da minha racha. Evidentemente posso sempre fazer-vos uma mamada, ou podereis servir-vos do meu cu e dessa forma aliviar vosso desejo - acrescentei estas palavras para o recordar existirem outras formas de o satisfazer e dessa forma escapar a um castigo que adivinhava bem certo. Elas contudo não me adiantaram de nada porque a resposta a elas foi uma sonora bofetada que me atirou ao chão. Farto de conhecer todas as partes do meu corpo que serviam para o aliviar estava meu Dono e Senhor, não era preciso eu lembrar-lhas.
- Cala-te grande puta, e levanta-te! - gritou-me - Nem tu, nem puta alguma que eu ande a comer, me dirá alguma vez onde é que eu me devo aliviar! Eu é quem diz às putas como tu onde me quero aliviar nelas, ouviste bem?! Se pensas que iria ficar com os colhões cheios só porque uma puta como tu se me apresenta com a cona conspurcada de sangue íntimo, estás muito enganada. VOU FODER-TE O CU E A BOCA, SIM, MINHA PUTA COM DIPLOMA DE COIMBRA, MAS À MINHA MANEIRA! DESPE-TE TODA E COLOCA-TE DE JOELHOS COM O CUZINHO EMPINADO E PRONTO A APANHAR NELE! JÁ VAIS VER O QUE TE ESPERA!
Despi-me toda, incluindo a calcinha, deixando ficar apenas as botas, enquanto Carlos fazia o mesmo. Em seguida ajoelhei-me e meu Senhor tratou de puxar uma cadeira de tampo de madeira fina para a minha frente. Depois com uma corda amarrou minhas mãos atrás das costas.
- Baixa o queixo e pôe a língua de fora em cima do tampo da cadeira, potranca menstruada! - mandou. Na sua mão direita observei-lhe um comprido alfinete de aço, bem fininho mas com cerca de 30 cms de comprimento, bem maior que o caralho grosso dele.
- Não te apavores que não te adianta de nada, putona - troçou roçando-me o alfinete na face - Vais levar uma picadela que te irá deixar a tua linguazinha de brochista bem sossegada. VAMOS, PUTA, A LÌNGUA TODA DE FORA!
E ele mesmo com as suas mãos me esticou a língua e a pousou em cima do tampo da cadeira. Depois encostou a cabeça do alfinete na ponta dela de maneira a fazer-me sentir aquela primeira picadela.
- Um, dois, três, puta de brochista, vou -te prender a língua - e com força enterrou quase todo o alfinete pela minha língua dentro, até ele perfurar o fino tampo da cadeira e a sua cabeça ficar quase a tocar a minha língua. Um fiozinho de sangue começou a escorrer-me.
- Como imaginava sempre vou ter de conspurcar a minha piça no teu sangue, e tudo por culpa da minha puta estar com as regras - comentou - Mas pelo menos não a sujarei com o sangue que te sai da racha. Só que embora tenhas a língua bem presinha, é conveniente pôr-te a boca do jeito que a não possas fechar quando te esfregar a piça dentro dela.
E colocou-me um bocal metálico, de fixar nos cantos da boca, muito apropriado para fantasias de violação envolvendo sexo oral, de maneira a que eu não pudesse fechá-la.
- Em todo o caso só um alfinete é pouco para castigar uma inútil menstruada como tu - concluiu contemplando a sua obra, que lhe via dar bastante tesão pois o seu cacete estava insufladíssimo, o que não me admirava já que efectivamente naquela posição eu estava toda oferecida para uma boa mamada e uma boa enrabadela - E tens aí no teu peito dois biquinhos a pedirem mesmo um parzinho de alfinetes como se fossem dois brinquinhos.
A ideia de levar com mais duas alfinetadas não me agradava muito, apesar de eu não ter fobia a agulhas, que julgo atingir mais os homens do que nós mulheres, e de achar tal tormento preferível ao chicote, à chibata ou às canadas. O chato era aqueçe fiozinho de sangue escorrendo da ponta da língua e que embora se estivesse extinguindo, me deixava um estranho paladar na boca e me fazia engasgar toda sempre que engolia saliva.
Meu Dono, meu Senhor e meu Carrasco, saíu e voltou quase logo com dois alfinetes de dama.
- Adivinha onde tos vou colocar, puta? - perguntou-me com ar de gozo e sempre com o caralho esticado parecendo ainda maior - Vou-te dar uma pista: devia furar-te os lábios da cona com eles mas a tua cona é por demais importante para mim, e tem-me rendido tanto dinheiro, que a última coisa que quero é ver-ta estragada, putéfila. Mas as tuas saliências castanhinhas e bicudinhas estão mesmo a pedir um par de brincos, não te parece?
Claro que para me furar as orelhas com eles é que não haveria de ser, ainda para mais eu que desde menina as trago furadas. Pegando no meu mamilo esquerdo e segurando-o entre o polegar e o indicador, meu Senhor espetou muito lentamente para me fazer doer mais o alfinete, de baixo para cima, nada impressionado com o novo fio de sangue que me causou, nem com os gemidos e as contorções de dor que eu deixava escapar.
- Quietinha, puta! - avisava-me - Não te mexas muito senão vai-te doer mais!
Suspirei de alívio quando vi a ponta do alfinete surgir na ponta superior do meu mamilo, e meu crudelíssimo Amante, fechá-lo antes de me desinfectar a ferida e me ter estancado o sangue.
- Um já está, minha vadia! Vou agora dar idêntico tratamento à tua outra mamoca!
E o meu mamilo direito lá foi perfurado com o segundo alfinete de dama, do mesmo modo que o seu irmão.
- Vou preferir utilizar a tua boca no fim, quando tiver acabado de te ir ao cu e precisar de me desaleitar - esclareceu-me - Vai-me saber melhor enfiar-te a piça na boca depois de me ter servido do teu cu e tendo ainda os tomates cheios, putazona! Só espero que o tenhas bem sujinho de merda, já que querias que eu sujasse a piça no sangue do teu mênstruo, cabra!
Quanto a isso estava eu tranquila, nunca comparecia a nenhum encontro com meu Dono e Senhor sem ter o cuzinho e a pássara bem lavadinhos e cheirozinhos, como eram aliás suas ordens expressas. Enrabásse-me ele e mandasse que lhe mamasse no cacete pois eu sabia não encontrar merda nele.
E foi pelo cu que ele começou. Ignorando o sangue menstrual que me escorria pelas pernas e se ia derramando no chão que antes de sair Ele me obrigou a limpar como eu já esperava, empalou-.me o olhinho traseiro com dois dedos, fodeu-me com eles o tempo suficiente para eu sentir o aro mais dilatado e cuspiu nele antes de me penetrar.
- Ahhhhh, puta! Toma cacete no cagueiro! Ainda bem que vocês as putas quando estão com a cona imprestável têm mesmo assim outros buracos alternativos onde um homem cheio de tesão se pode desaleitar na perfeição! Toma cacete, puta! Toma com cacete no cu, puta menstruada!
Se tantas alternativas lhe eram postas à disposição apetecia-me perguntar porque motivo me castigava tanto sempre que eu estava naqueles dias do mês e Ele se queria servir de mim, mas nem que estivesse com a língua liberta me teria atrevido a fazê-lo. Carlos atacava-me o cu com força, seus movimentos por trás projectavam meu corpo para a frente, esticando-me a língua o que além de me magoar não tardou a fazer-me voltar a sangrar de novo por ela. Além disso meu Senhor tão depressa me batia com as palmas abertas das mãos nas nádegas e nas coxas, como me puxava os cabelos e esfregava-me o rosto no tampo da cadeira, como me apalpava as mamas e me apertava os mamilos mesmo por cima dos alfinetes de dama, obrigando-me a gemer ainda mais de dor. Mas como tudo aquilo me excitava, aquilo e o seu cacete enorme no entra e sai veloz no meu cuzinho.
- Não tarda muito estou-me a vir, puta! - anunciou meu Senhor - e avisei-te onde pretendia fazê-lo. Sabes bem que não sou homem para faltar ao prometido, por isso prepara-te, não tardará muito e estarás a engolir todo o produto do meu gozo pela garganta dentro.
Sua piroca saiu de dentro do meu anûs como se fosse um clister, tão rápido a tirou. Depois, sem perder tempo, sentou-se na minha frente, suas costas encostadas nas costas da cadeira, as pernas todas escachadas, o par de tomatões suados e cheirando a sémen pousados mesmo defronte à minha língua esticada e segura pelo alfinete, seu caralho reluzente de esporra na ponta batendo-me cara.
- Nem precisas de abrir a boca, puta! - comentou, lambuzando-me os lábios e os dentes com os fios de langonha que lhe escorriam pela glande - Ela está mesmo com a abertura certa para te enfiar o caralho todo dentro, como tanto gosto.
E tal como no meu cu, seu cacete entrou-me pela boca dentro e foi descendo pela minha língua abaixo, procurando o caminho da minha garganta funda.
- Engole tudo, puta, engole tudo! - mandava-me Ele enquanto seu caralho ia desaparecendo dentro da minha boca, e com os seus dedos me ia asfixiando tapando-me o nariz - Engole tudo, porca rameira, ou juro que te asfixio aqui neste momento. ENGOLE-ME O CARALHO, OU JURO-TE QUE TE FAÇO ENGOLIR IGUALMENTE AS BOLAS, ASSIM CHEIAS COMO ESTÃO!
As suas bolas batiam-me agora nos queixos, os seus pentelhos faziam-me cócegas no nariz e na face, mas o seu enorme caralho estava todo dentro da minha boca, bem enterradinho no fundo da minha garganta, apesar da falta de ar que aquilo me provocava já que o pouco que eu recebia era o que a a minha boca açaimada e tão ocupada com aquela vara tesa conseguia absorver.
- Estás com sorte, grande puta! - voltou a exclamar ao sentir, tal como eu, os frémitos da cabeça da piça anunciando a ejaculação - Estás com sorte que eu me vou esporrar todo enquanto ainda consegues respirar. Com as ganas que te tenho, porca menstruada, continuaria a apertar-te as narinas até te deixar morrer engasgada com o meu caralho na boca. E ENGOLE TODO O LEITINHO QUE SAIR DA MINHA PIÇA!
Na posição em que estava, e com a língua cravada pelo alfinete no tampo da cadeira, como poderia não engolir tudo o que saísse da pila Dele? Com vontade ou sem ela engoli o líquido branco do seu orgasmo e mais houvesse. E de facto engoli ainda mais qualquer coisa como era de prever.
- Porca de cona suja! Depois de esvaziar os tomates, não há nada como esvaziar a bexiga. Não te vou soltar o alfinete da língua enquanto não satisfizer a última necessidade fisiológica que a tua boca de latrina me pode ainda dispensar.
E em jeito de sobremesa, depois do leitinho branco dos colhões de meu Dono e Senhor, fui ainda contemplada com um chazinho quente e amarelo que a sua bexiga excretou na minha boca. Eu era de facto sem queixumes, a sua escrava para tudo, a comedora da sua esporra e a bebedora do seu mijo. A sua puta, a sua criada doméstica e a sua latrina. E sentia-me grata por ter um macho assim, e cornear meu marido com ele.
Bjs para todos.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
12:00
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