Já lhes contei a primeira festa particular em que participei como prostituta em casa dos Machado, em Coimbra, e das deliciosas trepadas que me aconteceram no decorrer dela. Rui meu namorado, que assistira a tudo, ficou fascinado pelos episódios de sexo ao vivo que presenciou, e vivia-me pressionando para arranjar novo convite. Três ou quatro semanas após voltei a encontrar o mesmo sujeito que me contratara da primeira vez, a quem chamarei de Afonso, e nem precisei de me insinuar para receber nova proposta para estar presente na farra do sábado seguinte, já que a presença de mulheres de costumes fáceis nunca era demais. Desta vez, disse-me o Afonso, a festa seria organizada em moldes diferentes, pois o pagamento pelos meus serviços sexuais e das minhas colegas seria acordado e efectuado pelos homens presentes que os solicitassem, como é normal, o que eu achei mais justo do que da primeira vez. Acrescentou também que já falara com a Tita, e que esta se comprometera a trazer mais algumas amigas que igualmente não desdenhavam de fazer umas biscatadas com homens. Apenas se exigia que nós não nos recusássemos a dar para eles do modo que eles quisessem, o que para mim não constituía problema, e que levássemos pouca roupa vestida. Eu na altura já não recorria à prostituição com a frequência de outros tempos, procurando custear apenas meus estudos com o pequeno ordenado de cozinheira da república de****, mas ainda fazia os meus part-times na arte, pelo que acolhi de bom grado a proposta, e nesse sábado acompanhada do meu habitual e querido pendura, lá me encontrava a bater à porta.
Tita e o namorado, já lá se encontravam com mais umas meninas, todas estudantes universitárias como nós, entre os quais uma açoriana, muito bonita de olhos negros, e muito bem feita de corpo, chamada Catarina, que tendo engravidado recentemente do namorado, começara a prostituir-se em ambientes seleccionados para pagar o aborto que tencionava fazer, às ocultas daquele. Desta vez seriam uns 30 ou 40 homens, entre os quais dois assistentes que conhecia de vista, e mulheres pouco menos de metade, pois os Machado e os que lhes eram próximos pelo que me apercebia gostavam que fodessemos com mais do que um. Ah, e desta vez já não havia Pau de Cabinda embora o angolano abonado que o trouxera na primeira festa, e que era muito da casa, se encontrasse lá. Mas também não foi preciso, pois os homens presentes tiveram tesão que chegasse.
Durante algum tempo não se passou nada. Quem queria dançava, embora alguns dos homens presentes se aproveitassem daqueles momentos para nos passarem as mãos em nossas partes íntimas, o que me começou a deixar a parreca húmida, em especial quando me apalpavam as mamas. Bebeu-se uns copos pois bebidas não faltavam, como não podia deixar de ser. Já passava da meia-noite quando o anfitrião mandou que nós mulheres nos alinhássemos no centro da sala, e despisse-mos as roupas ficando apenas em lingerie. Eu trazia a mesma roupa da primeira vez: top e saia de ganga pelo joelho, que despi e coloquei dobrada sobre um sofá castanho ficando apenas com a calcinha preta transparente oferecendo o espectáculo dos meus pentelhos morenos e do meu rabo. Mas como era a única que não usava sutiã, minhas mamas gordinhas e direitas ficaram à vista de todos, e ouviram-se aplausos e assobios de provocação, o que motivou a primeira erecção da noite ao meu namorado, e não sei se a mais alguns exemplares do sexo forte. Mas por enquanto ainda nenhum deles tirara a pila para fora, como na semana em que houvera Pau de Cabinda. Íamos ver por quanto tempo.
O dono da casa, que apesar das suas cãs grisalhas, era tão ou mais tarado que os outros mais novos, explicou então em voz alta o que pretendia com aquela exibição de meninas em seus trajes íntimos. Perguntou primeiro quem estava com vontade de foder, e todos os homens levantaram a mão, mostrando estar todos disponíveis para nos encabarem.
- Os meus amigos – disse ele então - sabem bem que estas lindas garotas estão dispostas, mediante uma generosa retribuição, a conceder a quem o pretenda, o seu corpo. Como nós somos mais do que elas, se todos quiserem lá ir, algumas vão ter de apanhar com mais de um de nós. Ora como não queremos estragar a nenhuma aquilo que a Natureza tão generosamente lhes deu e com que elas ganham a vida, e considerando que todas têm pelo menos dois buracos que a nós homens proporcionam muito prazer, decidi que hoje as regras seriam diferentes das habituais, até para que nenhuma saia daqui mais fodida que as outras, como tem acontecido. Cada uma só poderá foder com no máximo três de nós, e em cada foda não haverá troca de parceiros, sendo a primeira no cu. As meninas serão leiloadas, e os meus amigos farão os seus lances de acordo com as suas preferências. Quem oferecer mais dinheiro leva a que estiver a ser leiloada. Quem não conseguir arrematar nenhuma no final bate uma punheta perante todos. Vamos por começar por leiloar o cu da primeira, depois da segunda, e por aí fora até à última. Quem não gostar de comer cu mesmo feminino só tem de esperar pelo segundo sorteio, que será do pito. Quem tiver tesão e dinheiro que chegue pode participar dos dois leilões. Quem não quiser gastar nenhum e apenas comer e beber à minha custa, toca uma punheta. Nada mais democrático. Não se esqueçam que sendo o cu mais apertado, devem ser mais generosos nas ofertas deste primeiro leilão. E é claro, como todos sabem, não há quartos privados para ninguém. Quem quiser foder terá de o fazer em frente a todos e não ter vergonha de mostrar a piça. E o mesmo vale para os das punhetas.
Não sei se ele disse aquilo por causa de Rui, meu namorado, que por ter uma pila pequena dera nas vistas da outra vez que lá tínhamos estado, pois fora o único que não se pusera por vergonha de a mostrar, em cima de nenhuma. A Tita que não gostava de apanhar por trás não gostou muito da ideia de ir ser enrabada, ainda para mais estando presente o namorado, mas não disse nada pois tínhamos sido avisadas que não nos recusaríamos. E o leilão começou. Cada uma de nós, à medida que ia sendo nomeada dava um passo em frente, e cada um fazia a sua licitação. O preço mínimo a licitar era de mil escudos, e cada lance valia mais cem escudos. Catarina, que era a mais bonita de todas, foi a que conseguiu a melhor oferta pelo cu que era aliás a única parte virgem que ainda tinha: quase três mil escudos oferecidos depois de muita disputa pelo organizador da festa, que estava disposto a pagar o que fosse preciso para meter naquele cuzinho por inaugurar. Eu não consegui que dessem tanto pelo meu, mas motivei um dos presentes, na casa dos 40 anos e ligeiramente calvo ainda que bastante charmoso, a desembolsar 2.200 escudos para mo comer. Poucos foram os homens que não quiseram participar daquele leilão, ou porque não gostassem de comer cu de mulher, ou porque achassem os lances altos demais. Apesar de eu e as minhas colegas nos sentirmos como se estivéssemos sendo vendidas num leilão de escravas, estava achando aquilo muito excitante, pois nunca tinha sido comida daquela forma e o voyeurista do Rui então nem se fala, de tal modo estava excitado com aquilo. Apesar de tudo no entanto, as trepadas só principiaram quando já todas nós tínhamos sido leiloadas para que fossemos sodomizadas ao mesmo tempo. Tita foi penetrada na posição de frango assado por um dos assistentes, e fez uma cara de dor pois como não estava habituada àquilo tinha o olho muito apertado. Catarina, já completamente despida estava montada por cima do Machado, que lhe metia o pau por baixo depois de ela o ter chupado e rebolava-se nele com gosto, apesar de algumas caretas de dor que de vez em quando fazia. Apercebi-me que três ou quatro homens se vieram num instante e foram gozados por isso. Quanto a mim, o meu quarentão após ter baixado as calças e me exibido o seu caralho de mais 20 cms pediu-me que lhe fizesse uma mamada. Embora algumas meninas o estivessem fazendo nos seus companheiros, aquilo não fazia parte do trato mas eu que gosto de saborear o pau com a boca não me neguei a fazê-lo até porque queria provocar mais tesão ao corninho do meu namorado, ao mesmo tempo que me facilitava a penetração. Chupei-o todo como uma boa profissional, que embora em part-time me prezava de ser até ele ficar todo melado e começar a pingar seu leite na minha língua com mais insistência. Rui como sempre postara-se num ponto estratégico para não perder nada de meu desempenho.
- O que tu queres sei eu, minha puta – dizia-me o outro vendo meu entusiasmo na brochada – é que eu me esporre todo para não te comer o cu, agora que já recebeste o dinheiro. Mas não vou deixar que isso aconteça. Vira a peida, coirona, que vais levar uma trancada nela que não te vais esquecer.
Por acaso até nem é verdade. Já tive quem me comesse o cu com mais garra, mas sabia bem ouvir aquilo antes da coisa acontecer. Havia vaselina na sala, pois não estavam ainda vulgarizados os lubrificantes anais, mas eu cuspindo-lhe no pau, não a utilizei. Coloquei-me de quatro como ele mandou, deixei que me afastasse as pregas do olhinho e me metesse a tranca bojuda depois de ma ter esfregado longamente no rego. Seu cacete contudo não estava suficientemente teso pois quando começou a enfiar a chapeleta senti-o vergar um pouco. Tentei abrir mais o olho pois queria muito que Rui me visse ele metendo, e nesse momento levei uma palmada com força na nádega direita, seguida de mais duas ou três. De imediato o pau dele empinou-se todo, ficou duro feito uma rocha e começou a entrar ocupando toda a abertura do meu buraco. Por baixo do cacete, meu enrabador fazia entrar dois dedos deitados, e eles lembravam-me a pila pequenina de Rui, como se aqueles dois dedos fossem a coisa dele indo-me ao cu. Com tais pensamentos minhas partes baixas aqueceram ainda mais e como não consigo vir-me só sendo enrabada, pedi-lhe que me masturbasse com a outra mão, pedido que ele apesar de estar a pagar não negou fazer. Estive quase a vir-me, mas lembrei-me que ainda ia ser leiloada a entrada da frente e decidi poupar-me, tanto mais que não sabia se seria um ou dois a comer-ma. Meu fodilhão estava cada vez mais excitado, e eu achei por bem apressar-lhe o orgasmo, comprimindo meu anel em torno da sua base do pénis. Ele sentindo o aperto no pau ainda tirou os dedos procurando aliviar a pressão, mas eu que embora amadora era puta como ele me chamava, e sabedora de muitas manhas, rebolando-me toda nele e esmagando-lhe os tomates de encontro às minhas nádegas em breve o fiz despejar seu líquido seminal. Foi uma bruta esporradela que me deixou toda encharcada. Em redor alguns casais já tinham terminado igualmente, mas outros ainda fodiam. Rui ofereceu-se para me acompanhar à casa de banho, foi ele próprio quem me lavou, e no final fez-me um delicioso minete no cu e na parreca.
- Pára! Pára ! Não me quero vir já! – pedi-lhe ao fim de uns momentos deliciosos. Ele obedeceu e perguntei-lhe se queria que lhe tocasse uma punheta ou que o aliviasse de alguma maneira pois a protuberância da frente das calças não deixava dúvidas quanto ao seu tesão. Não, agradeceu-me. Rui também não se queria vir já. Assistir à segunda parte de pau feito dava-lhe mais gozo. Demos as mãos e voltámos à sala. Morto por me voltar a ver sendo comida estava ele, e eu que agora me queria vir, mortinha por ir ser comida na rachinha onde gosto mais. Afinal de contas não há nada que impeça uma puta principalmente amadora como eu era, de ter prazer naquilo que faz nem que seja de vez em quando como estava sendo aquele momento.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
O LEILÃO DAS PUTAS EM CASA DOS MACHADO
Postado por
SANDRA SAFADA
às
10:04
0
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
terça-feira, 29 de junho de 2010
ORGIA COM PAU DE CABINDA
Já namorava com Rui há perto de um ano, quando certa tarde encontro na rua um habitual cliente meu. Na casa dos 40, casado, como quase todos a quem prestava meus serviços sexuais. Perguntou-me se nesse sábado à noite tinha programa, e em caso negativo, se não queria emprestar minha presença numa festa particular que iria acontecer, em casa de uma família rica de Coimbra, a quem chamarei os Machado. Como conhecia a fama das festas particulares dos Machado, quis saber se ele estava apenas convidando-me, ou requisitando os serviços de uma garota de programa, e ele confirmou que era as duas coisas, com especial destaque para a segunda. E até, disse ele, seria bom eu arranjar mais umas três ou quatro colegas porque embora não fossem muitos os convidados da festa, ia haver pau para todas. Bom, se era uma puta que eles queriam, esta queria saber quanto iria ganhar com aquilo. 3 mil escudos. Como aquele era o preço de 3 clientes, eu que de tola não tenho nada, percebi que iria levar uma foda colectiva, o que não me atemorizou pois não seria a primeira vez que tal me acontecia, e imaginei que o voyeurista do Rui ia adorar presenciar. Aceitei, falei se podia levar meu namorado, sim, se ele não incomodar, foi a resposta. E disse-me então que na festa iríamos provar todos um chá, que alguém trouxera de Angola. Estranhei. Eles não eram pessoas de beber chá! Pensei inicialmente que fosse algum chá de cannabis, mas o meu cliente e os Machado não eram desses.
- Depois vês – disse-me – Vais ver que vais gostar.
Despedimo-nos. Falei à Tita, minha companheira de putedo, hoje completamente reformada destas aventuras, que arranjou mais três amigas, estudantes como nós, e que como nós abriam as pernas por dinheiro sempre que se proporcionava uma boa ocasião para tal, e no dia combinado lá comparecemos, eu, a Tita e a Susana acompanhadas dos nossos namorados. Estes sabiam que íamos muito provavelmente ser comidas na festa e pelo menos meu namorado, estava excitadíssimo com aquilo.
Foi a única vez na minha vida de menina da vida, que não cobrei antecipadamente, mas como entramos como convidados normais, achei que não seria bonito exigirmos logo o pagamento, ainda que se soubéssemos o que se ia passar não imagino se teríamos exigido um pagamento maior, ou se o teríamos dispensado de todo, tanto nos divertimos. Videoclips exibindo música da época, um bar ao fundo, uns dezoito ou vinte homens na sala, e umas quatro moças além de nós, com aspecto de prostitutas. Éramos pois 9 mulheres, que teríamos de dar para aquela malta toda. Todos os que entravamos tínhamos de começar por tomar um chá quente servido no bar, que só então soubemos de que se tratava. Pau de Cabinda. Na época não havia o Viagra mas todos nós já ouvíramos falar daquele afrodisíaco natural, que parecia cascas de árvore, que um estudante de Angola, com família na política, trouxera recentemente do seu país. Nós as moças argumentamos que aquilo servindo para levantar o pau seria desnecessário em nós que não o tínhamos, mas em vão. Tivemos de tomar igualmente o chá de Pau de Cabinda. Tinha um gosto forte mas não era ruim de tomar. E não tardou muito que se começassem a sentir os seus efeitos não tanto de imediato em nós mulheres, mas nos homens presentes. Tanto mais que a maioria não se ficou só no chá, mas tratou logo de seguida de se meter no uísque, e nos vodkas. Eu bebi um pouco de gin tónico, pois como desconhecia os efeitos do Pau de Cabinda não quis meter muito álcool, mas agora na pista de dança improvisada no meio da sala, onde estava dançando com Rui, os homens da casa começavam a empurrar-nos cada vez mais para o centro, como se estivessem se deliciando com a visão dos nossos corpos dançando (eu e a Tita estávamos apenas com um top e uma saia curta de ganga pois estava calor), enquanto faziam um círculo cada vez mais compacto e próximo de nós. No baixo-ventre de alguns por dentro das calças, era já visível a silhueta apetitosa do membro copulador. Eu comecei a ficar húmida, e para os provocar mais, encostei meu corpo ao do Rui, esfregando-me toda nele enquanto dançava, minha zona genital beijando a dele, deixando-o entesado. Dois ou três dos festantes tinham-se já colocado por trás de mim, açoitando-me o rabo com os seus cacetes tesos. Um mais afoito, levantou minha saia, sem se incomodar com o Rui, e desapertando o fecho da calças tirou o pau para fora, acariciando minha calcinha com ele. Apesar dela senti o melado da sua pixota no meu rego. Vi que a Tita estava tendo o mesmo tratamento, as outras com aqueles muros humanos a meia-luz enchendo a pista de dança, não dava para ver. Empinei meu rabinho e deixei-o saborear as delicias daquele tesão cutucando-me o olhinho por baixo da cueca preta, transparente. Tranquilamente, minhas mãos passeavam sobre o caralho do Rui, acariciando-lhe os tomates, deixando aquele impaciente para sair das calças, enquanto eu própria era apalpada por todos os lados. Foi nessa altura que o rapaz que me esfregava por trás, pegou em mim e me levou para uma mesa vazia. Ia ser o primeiro a comer-me. Meu clítoris estava em pé, e reparei que à volta algumas das minhas colegas já estavam sendo penetradas. Com alguma brutalidade, meu captor depositou-me com o peito para baixo numa mesa vazia da sala, levantou-me a saia, baixou-me a calcinha, e começou a masturbar-se no meu rego do cu. Apetecia-me perdidamente que ele metesse o pilau na minha ratinha, mas era tão bom sentir o reguinho pincelado pela esporra que ele soltava. Comecei a rebolar-me. Quando já tinha o rego bem coberto de esporra, começou a meter a cabeça no meu anûs, empurrando-a com as mãos. Não lhe tinha visto ainda o piçalho, mas dava para perceber que era grande, e com uma chapeleta bojuda que custava a entrar. Gemi quando ele forçou a entrada, Rui aproximou-se e taradão como é por assistir a transas de outros casais ficou ali a ver. Meu captor para facilitar a entrada do resto cuspiu no pau e no meu olhinho, e penetrou até ao fundo. Ia gemer mais uma vez, mas um segundo elemento me levantara a cabeça pelo cabelo, e de pé me exigiu que lhe desapertasse totalmente as calças e lhe fizesse um broche. Quando o indivíduo que me enrabava se veio, logo um outro lhe tomou o lugar enterrando seu pau no meu cu. Duas enrabadelas de seguida só por 3 mil escudos era pouco, mas então agora eu não estava nem aí. Estava achando aquilo delicioso, embora soubesse que iria ter de ficar de molho por uns tempos.
Quando estes dois se vieram, tive algum momento de intervalo. Vários homens voltaram a abastecer-se do chá. Eu ainda não tivera nenhum orgasmo embora tivesse a passarinha aos saltos. Fui ter de novo com Rui cujo chumaço era cada vez maior e percebi que ele não se masturbara porque queria que fosse eu a fazê-lo. Beijei-o com minha boca sabendo ainda à esporra do outro, o que o deixou mais teso, e começou a apalpar-me as mamas. Não o punheteei ali como Tita estava fazendo a um indivíduo num copo de cerveja vazio, pois meu actual marido tem a pila muito curta, e sentir-se-ia embaraçado em mostrá-la em frente a outros (hoje já perdeu um pouco tal complexo parvo). Por pouco tempo. Mal começamos a nos entregar um ao outro, já novo grupo de quatro indivíduos, entre o quais o angolano que trouxera o Pau de Cabinda, nos cercava ostentando seu tesão. Sem quase me dar conta, sou derrubada no chão enquanto Rui é afastado para trás sem qualquer cerimónia. Receei que fosse reagir, mas ele obviamente sabendo que ia apanhar com mais quatro pares de cornos, não se incomodou nada em ser expulso da cena principal. Como fizera da primeira vez, deixou-se ficar a ver, mas agora roçando o pau encoberto nas costas de uma cadeira, sem dono. E presenciou tudo. Primeiro o angolano com as calças e as cuecas completamente tombadas nos pés, montou em cima de mim. Um piçalho com mais de 20 cms, e largo quanto baste. Desta vez despojou-me da minha calcinha, que ficou caída no chão, tirou-me as mamas para fora do top, mordiscando-as e apalpando-as gostosamente meteu na ratinha. Ah, sim! Estava mesmo precisando de uma coisa daquelas ali. O quarentão que me convidara para a festa, aproximou-se de meu rosto, auto-acariciando seu pénis, e pingando esporra sobre ele. Eu sabia o que ele queria. Que com minha língua lambesse e engolisse toda a esporra em volta de minha boca e nariz. Foi o que fiz. Quando percebeu que se ia vir, mandou-me abrir a boca e esporrou-se todo dentro dela. Hmm! Gosto do sabor salgado e quente da esporra. Excitada como estava, não tardei a vir-me com o pau do angolano dentro de mim. Este percebendo-o, tirou-o fora ainda de pé, e mandou que o chupasse de gatas. Ele colocou-se então de costas no chão, e eu na posição de cão prestei-me a fazer-lhe o linguado. Meu cu estava de novo oferecido, e em menos de um minuto eu sentia as mãos enormes de alguém afastando-me outra vez as pregas para os lados, puxando-me a si pelos quadris, e a cabeça pontiaguda de novo cacete completamente molhado fazendo força para entrar. Principiei a chupar com mais ritmo, acompanhando a chupadela no pau com uma boa punheta nos colhões e consegui que o angolano esvaziasse seu tesão na minha boca. Pude assim rebolar-me toda naquele pau que me entrava pelo troço dentro e me invadia o reto, mas não fiquei entretida só com ele por muito tempo, antes pelo contrário. Quando meu parceiro me socava o cu com mais força em movimentos de vai-vém, que me voltavam a deixar a passarinha húmida, um novo parceiro, precisamente um dos donos da casa que já tinha mais de 50 anos, cabelos e pentelheira grisalhos, e era um dos poucos que se passeava completamente nu há já algum tempo, deitou-se com as pernas abertas entre as minhas e as do homem que me comia o rabo, o caralho completamente em riste como o mastro de uma bandeira, e espetou-mo toda na minha coninha. Apesar da idade, tinha um caralho grande e duro, talvez também por efeito do Pau de Cabinda. A entrada daquele segundo cacete depois das arrombadelas que já tinha sofrido custou um bocado. Mas eu gosto de DP e quando os tomates deste se encontraram a escassos centímetros dos tomates do outro eu esqueci a dor, e deixei-me ir no balanço sincronizado dos movimentos das pilas de ambos. Não conheço nada melhor que o pulsar da cabeça de duas pilas dentro de nós, socando-nos o útero e o reto em simultâneo, afastadas uma da outra por uma pequena barreira que as impede de se encontrarem. Tive dois orgasmos durante ela. Foi pena que eles não se tivessem vindo ao mesmo tempo, mas ainda assim foi muito bom sentir ser inundada por aquelas duas quentes e incontidas esporradelas à vez, uma a seguir à outra.
Eu não podia mais. Mas a noite ainda estava começando, e minha presença era reclamada pelo meu habitual cliente que dizia que ainda só se viera na minha boca e queria ir-me ao pito.
- Com o tesão com que estou – vangloriava-se – quando chegar a casa dou outra em minha mulher.
Prouvera! Pedi então uma segunda dose do chá. Aquilo pode ser pau, mas estou convencida hoje que também dá fogo a nós mulheres, ainda que o que se compra nos supermercados em Portugal não seja de todo igual àquele. O sujeito, que gostava de comer uma mulher de pé, levou-me pela mão até à comprida mesa do bar, e deitou-me em cima dela, de pernas abertas. Rui seguiu-nos, apesar de haver mais casais fodendo o meu corninho querido só se interessava pelas fodas em que eu estivesse presente. Eu continuava sem cuecas, só quando me vim embora as voltei a encontrar, algures no chão, e naquela posição não tardei a ficar sem saia. Tinha os meus buracos e as coxas lambusados de esperma, mas começava de novo a sentir calores na rata, acho que a presença de Rui seguindo-me me deixava mais entesada. Tirei eu própria minhas mamas e comecei a acariciá-las quando o meu parceiro meteu e me começou a socar gostoso. Meus mamilos estavam superduros e já outros dois galifões nus da cintura para baixo, acercavam seus caralhos tesos da minha boca. Eu já tinha bebido esporra que chegasse para uma noite. Agarrei neles com as mãos, e encostando-os ao meu rosto, toquei-lhes uma punheta, de vez em quando passando-lhes ao de leve com a língua. Rui não aguentou mais. Ele era o único que não comera ninguém, e não esteve para esperar pela minha punheta. Convencido que ninguém reparava nele, tirou a pilinha de fora e masturbou-se. Sorri-lhe mas ele não viu. Quando me senti vir pedi a meu parceiro que se viesse também, e os movimentos das punhetas que tocava aumentaram tanto de intensidade, que dir-se-ia eu querer arrancar aqueles dois órgãos. Viemo-nos os quatro quase ao mesmo tempo. A esporradela que levei na face foi soberba. Eu tinha langonha nos lábios, no nariz, nos olhos e nas orelhas. Mas as minhas colegas não estavam melhores. Encontramo-nos todas na casa de banho onde nos fomos lavar. Era a minha primeira festa em casa dos Machado, e dava para ver que elas faziam jus à fama que tinham. Voltei a lá ir, profissionalmente, mas aquela foi a melhor.
Nessa noite houve mais chá, e mais quecas, incluindo um show lésbico que duas das putas que já lá se encontravam, e que eram de Lisboa, executaram. Pessoalmente gosto mais de ver dois gays, mas os homens presentes adoraram. Quando viemos embora, seriam perto das 4 da manhã. Tita, Susana e os namorados que as tinham comido durante a festa vieram connosco, e o da primeira não estava muito satisfeito pois apercebera-se que a Tita gozara à brava nos braços de outros. Ele, não se importava que ela se prostituísse mas não a queria sabendo ter orgasmos com piroca de clientes, precisamente o contrário de Rui. A coitada desculpava-se, dizendo não ser culpa dela que também não gostava de se vir com clientes, mas do Pau de Cabinda que a tinham feito tomar. Eles começaram a ficar para trás, ela beijando-o e pedindo desculpas, percebemos que estavam dispensando nossa companhia, e que iria haver uma trepada de reconciliação antes de a Tita chegar a casa. Quando na Praça da República, Susana e o namorado tomaram o caminho da Sá da Bandeira onde moravam, Rui acompanhou-me até à Nicolau Chanterenne onde eu tinha um quarto numa casa que os arrendava a estudantes da Universidade. Quando chegamos pediu para entrar um bocado dizendo que não tinha despejado em mim e estar muito necessitado de o fazer. Na verdade seu pau, apesar da punheta que tocara horas antes já se revelava nas calças apesar das suas pequenas dimensões.
- Não pode ser, estou muito cansada, farta de apanhar com pau, e sabes bem que a senhoria não permite a entrada de rapazes - eu gostava de ser mazinha com ele, e ele também.
- É só um instante – garantiu-me – Não vou subir ao teu quarto.
Não se via ninguém na rua apenas o carro da ronda passando. Ele entrou comigo, fechamos a porta, e silenciosamente ficamos no corredor beijando-nos. A pixota de Rui não parava quieta nas calças. Como não ouvíssemos barulho, ele despiu-as para baixo. Pensei que queria uma mamada, mas o safado levantou-me o top, afagou-me as mamas, juntou uma na outra e cravou seu caralho no rego assim formado fazendo-me uma espanhola como ainda hoje gosta de fazer.
- Quero que sejas sempre uma puta, como foste hoje. Prometes Sandrinha, minha querida, meu amor? – dizia-me enquanto me socava as mamas como se me estivesse a comer o grelinho ou o cu. É claro que lhe prometi. Afinal era isso que o meu corninho querido queria ouvir. E dei-lhe um bónus. Quando o senti começar a vir-se, com a mão levei-lhe a pila à boca, e deixei que ejaculasse dentro dela. Mais valia engolir-lhe a esporra do que deixar vestígios dela no chão da entrada da casa da senhoria.
- Depois vês – disse-me – Vais ver que vais gostar.
Despedimo-nos. Falei à Tita, minha companheira de putedo, hoje completamente reformada destas aventuras, que arranjou mais três amigas, estudantes como nós, e que como nós abriam as pernas por dinheiro sempre que se proporcionava uma boa ocasião para tal, e no dia combinado lá comparecemos, eu, a Tita e a Susana acompanhadas dos nossos namorados. Estes sabiam que íamos muito provavelmente ser comidas na festa e pelo menos meu namorado, estava excitadíssimo com aquilo.
Foi a única vez na minha vida de menina da vida, que não cobrei antecipadamente, mas como entramos como convidados normais, achei que não seria bonito exigirmos logo o pagamento, ainda que se soubéssemos o que se ia passar não imagino se teríamos exigido um pagamento maior, ou se o teríamos dispensado de todo, tanto nos divertimos. Videoclips exibindo música da época, um bar ao fundo, uns dezoito ou vinte homens na sala, e umas quatro moças além de nós, com aspecto de prostitutas. Éramos pois 9 mulheres, que teríamos de dar para aquela malta toda. Todos os que entravamos tínhamos de começar por tomar um chá quente servido no bar, que só então soubemos de que se tratava. Pau de Cabinda. Na época não havia o Viagra mas todos nós já ouvíramos falar daquele afrodisíaco natural, que parecia cascas de árvore, que um estudante de Angola, com família na política, trouxera recentemente do seu país. Nós as moças argumentamos que aquilo servindo para levantar o pau seria desnecessário em nós que não o tínhamos, mas em vão. Tivemos de tomar igualmente o chá de Pau de Cabinda. Tinha um gosto forte mas não era ruim de tomar. E não tardou muito que se começassem a sentir os seus efeitos não tanto de imediato em nós mulheres, mas nos homens presentes. Tanto mais que a maioria não se ficou só no chá, mas tratou logo de seguida de se meter no uísque, e nos vodkas. Eu bebi um pouco de gin tónico, pois como desconhecia os efeitos do Pau de Cabinda não quis meter muito álcool, mas agora na pista de dança improvisada no meio da sala, onde estava dançando com Rui, os homens da casa começavam a empurrar-nos cada vez mais para o centro, como se estivessem se deliciando com a visão dos nossos corpos dançando (eu e a Tita estávamos apenas com um top e uma saia curta de ganga pois estava calor), enquanto faziam um círculo cada vez mais compacto e próximo de nós. No baixo-ventre de alguns por dentro das calças, era já visível a silhueta apetitosa do membro copulador. Eu comecei a ficar húmida, e para os provocar mais, encostei meu corpo ao do Rui, esfregando-me toda nele enquanto dançava, minha zona genital beijando a dele, deixando-o entesado. Dois ou três dos festantes tinham-se já colocado por trás de mim, açoitando-me o rabo com os seus cacetes tesos. Um mais afoito, levantou minha saia, sem se incomodar com o Rui, e desapertando o fecho da calças tirou o pau para fora, acariciando minha calcinha com ele. Apesar dela senti o melado da sua pixota no meu rego. Vi que a Tita estava tendo o mesmo tratamento, as outras com aqueles muros humanos a meia-luz enchendo a pista de dança, não dava para ver. Empinei meu rabinho e deixei-o saborear as delicias daquele tesão cutucando-me o olhinho por baixo da cueca preta, transparente. Tranquilamente, minhas mãos passeavam sobre o caralho do Rui, acariciando-lhe os tomates, deixando aquele impaciente para sair das calças, enquanto eu própria era apalpada por todos os lados. Foi nessa altura que o rapaz que me esfregava por trás, pegou em mim e me levou para uma mesa vazia. Ia ser o primeiro a comer-me. Meu clítoris estava em pé, e reparei que à volta algumas das minhas colegas já estavam sendo penetradas. Com alguma brutalidade, meu captor depositou-me com o peito para baixo numa mesa vazia da sala, levantou-me a saia, baixou-me a calcinha, e começou a masturbar-se no meu rego do cu. Apetecia-me perdidamente que ele metesse o pilau na minha ratinha, mas era tão bom sentir o reguinho pincelado pela esporra que ele soltava. Comecei a rebolar-me. Quando já tinha o rego bem coberto de esporra, começou a meter a cabeça no meu anûs, empurrando-a com as mãos. Não lhe tinha visto ainda o piçalho, mas dava para perceber que era grande, e com uma chapeleta bojuda que custava a entrar. Gemi quando ele forçou a entrada, Rui aproximou-se e taradão como é por assistir a transas de outros casais ficou ali a ver. Meu captor para facilitar a entrada do resto cuspiu no pau e no meu olhinho, e penetrou até ao fundo. Ia gemer mais uma vez, mas um segundo elemento me levantara a cabeça pelo cabelo, e de pé me exigiu que lhe desapertasse totalmente as calças e lhe fizesse um broche. Quando o indivíduo que me enrabava se veio, logo um outro lhe tomou o lugar enterrando seu pau no meu cu. Duas enrabadelas de seguida só por 3 mil escudos era pouco, mas então agora eu não estava nem aí. Estava achando aquilo delicioso, embora soubesse que iria ter de ficar de molho por uns tempos.
Quando estes dois se vieram, tive algum momento de intervalo. Vários homens voltaram a abastecer-se do chá. Eu ainda não tivera nenhum orgasmo embora tivesse a passarinha aos saltos. Fui ter de novo com Rui cujo chumaço era cada vez maior e percebi que ele não se masturbara porque queria que fosse eu a fazê-lo. Beijei-o com minha boca sabendo ainda à esporra do outro, o que o deixou mais teso, e começou a apalpar-me as mamas. Não o punheteei ali como Tita estava fazendo a um indivíduo num copo de cerveja vazio, pois meu actual marido tem a pila muito curta, e sentir-se-ia embaraçado em mostrá-la em frente a outros (hoje já perdeu um pouco tal complexo parvo). Por pouco tempo. Mal começamos a nos entregar um ao outro, já novo grupo de quatro indivíduos, entre o quais o angolano que trouxera o Pau de Cabinda, nos cercava ostentando seu tesão. Sem quase me dar conta, sou derrubada no chão enquanto Rui é afastado para trás sem qualquer cerimónia. Receei que fosse reagir, mas ele obviamente sabendo que ia apanhar com mais quatro pares de cornos, não se incomodou nada em ser expulso da cena principal. Como fizera da primeira vez, deixou-se ficar a ver, mas agora roçando o pau encoberto nas costas de uma cadeira, sem dono. E presenciou tudo. Primeiro o angolano com as calças e as cuecas completamente tombadas nos pés, montou em cima de mim. Um piçalho com mais de 20 cms, e largo quanto baste. Desta vez despojou-me da minha calcinha, que ficou caída no chão, tirou-me as mamas para fora do top, mordiscando-as e apalpando-as gostosamente meteu na ratinha. Ah, sim! Estava mesmo precisando de uma coisa daquelas ali. O quarentão que me convidara para a festa, aproximou-se de meu rosto, auto-acariciando seu pénis, e pingando esporra sobre ele. Eu sabia o que ele queria. Que com minha língua lambesse e engolisse toda a esporra em volta de minha boca e nariz. Foi o que fiz. Quando percebeu que se ia vir, mandou-me abrir a boca e esporrou-se todo dentro dela. Hmm! Gosto do sabor salgado e quente da esporra. Excitada como estava, não tardei a vir-me com o pau do angolano dentro de mim. Este percebendo-o, tirou-o fora ainda de pé, e mandou que o chupasse de gatas. Ele colocou-se então de costas no chão, e eu na posição de cão prestei-me a fazer-lhe o linguado. Meu cu estava de novo oferecido, e em menos de um minuto eu sentia as mãos enormes de alguém afastando-me outra vez as pregas para os lados, puxando-me a si pelos quadris, e a cabeça pontiaguda de novo cacete completamente molhado fazendo força para entrar. Principiei a chupar com mais ritmo, acompanhando a chupadela no pau com uma boa punheta nos colhões e consegui que o angolano esvaziasse seu tesão na minha boca. Pude assim rebolar-me toda naquele pau que me entrava pelo troço dentro e me invadia o reto, mas não fiquei entretida só com ele por muito tempo, antes pelo contrário. Quando meu parceiro me socava o cu com mais força em movimentos de vai-vém, que me voltavam a deixar a passarinha húmida, um novo parceiro, precisamente um dos donos da casa que já tinha mais de 50 anos, cabelos e pentelheira grisalhos, e era um dos poucos que se passeava completamente nu há já algum tempo, deitou-se com as pernas abertas entre as minhas e as do homem que me comia o rabo, o caralho completamente em riste como o mastro de uma bandeira, e espetou-mo toda na minha coninha. Apesar da idade, tinha um caralho grande e duro, talvez também por efeito do Pau de Cabinda. A entrada daquele segundo cacete depois das arrombadelas que já tinha sofrido custou um bocado. Mas eu gosto de DP e quando os tomates deste se encontraram a escassos centímetros dos tomates do outro eu esqueci a dor, e deixei-me ir no balanço sincronizado dos movimentos das pilas de ambos. Não conheço nada melhor que o pulsar da cabeça de duas pilas dentro de nós, socando-nos o útero e o reto em simultâneo, afastadas uma da outra por uma pequena barreira que as impede de se encontrarem. Tive dois orgasmos durante ela. Foi pena que eles não se tivessem vindo ao mesmo tempo, mas ainda assim foi muito bom sentir ser inundada por aquelas duas quentes e incontidas esporradelas à vez, uma a seguir à outra.
Eu não podia mais. Mas a noite ainda estava começando, e minha presença era reclamada pelo meu habitual cliente que dizia que ainda só se viera na minha boca e queria ir-me ao pito.
- Com o tesão com que estou – vangloriava-se – quando chegar a casa dou outra em minha mulher.
Prouvera! Pedi então uma segunda dose do chá. Aquilo pode ser pau, mas estou convencida hoje que também dá fogo a nós mulheres, ainda que o que se compra nos supermercados em Portugal não seja de todo igual àquele. O sujeito, que gostava de comer uma mulher de pé, levou-me pela mão até à comprida mesa do bar, e deitou-me em cima dela, de pernas abertas. Rui seguiu-nos, apesar de haver mais casais fodendo o meu corninho querido só se interessava pelas fodas em que eu estivesse presente. Eu continuava sem cuecas, só quando me vim embora as voltei a encontrar, algures no chão, e naquela posição não tardei a ficar sem saia. Tinha os meus buracos e as coxas lambusados de esperma, mas começava de novo a sentir calores na rata, acho que a presença de Rui seguindo-me me deixava mais entesada. Tirei eu própria minhas mamas e comecei a acariciá-las quando o meu parceiro meteu e me começou a socar gostoso. Meus mamilos estavam superduros e já outros dois galifões nus da cintura para baixo, acercavam seus caralhos tesos da minha boca. Eu já tinha bebido esporra que chegasse para uma noite. Agarrei neles com as mãos, e encostando-os ao meu rosto, toquei-lhes uma punheta, de vez em quando passando-lhes ao de leve com a língua. Rui não aguentou mais. Ele era o único que não comera ninguém, e não esteve para esperar pela minha punheta. Convencido que ninguém reparava nele, tirou a pilinha de fora e masturbou-se. Sorri-lhe mas ele não viu. Quando me senti vir pedi a meu parceiro que se viesse também, e os movimentos das punhetas que tocava aumentaram tanto de intensidade, que dir-se-ia eu querer arrancar aqueles dois órgãos. Viemo-nos os quatro quase ao mesmo tempo. A esporradela que levei na face foi soberba. Eu tinha langonha nos lábios, no nariz, nos olhos e nas orelhas. Mas as minhas colegas não estavam melhores. Encontramo-nos todas na casa de banho onde nos fomos lavar. Era a minha primeira festa em casa dos Machado, e dava para ver que elas faziam jus à fama que tinham. Voltei a lá ir, profissionalmente, mas aquela foi a melhor.
Nessa noite houve mais chá, e mais quecas, incluindo um show lésbico que duas das putas que já lá se encontravam, e que eram de Lisboa, executaram. Pessoalmente gosto mais de ver dois gays, mas os homens presentes adoraram. Quando viemos embora, seriam perto das 4 da manhã. Tita, Susana e os namorados que as tinham comido durante a festa vieram connosco, e o da primeira não estava muito satisfeito pois apercebera-se que a Tita gozara à brava nos braços de outros. Ele, não se importava que ela se prostituísse mas não a queria sabendo ter orgasmos com piroca de clientes, precisamente o contrário de Rui. A coitada desculpava-se, dizendo não ser culpa dela que também não gostava de se vir com clientes, mas do Pau de Cabinda que a tinham feito tomar. Eles começaram a ficar para trás, ela beijando-o e pedindo desculpas, percebemos que estavam dispensando nossa companhia, e que iria haver uma trepada de reconciliação antes de a Tita chegar a casa. Quando na Praça da República, Susana e o namorado tomaram o caminho da Sá da Bandeira onde moravam, Rui acompanhou-me até à Nicolau Chanterenne onde eu tinha um quarto numa casa que os arrendava a estudantes da Universidade. Quando chegamos pediu para entrar um bocado dizendo que não tinha despejado em mim e estar muito necessitado de o fazer. Na verdade seu pau, apesar da punheta que tocara horas antes já se revelava nas calças apesar das suas pequenas dimensões.
- Não pode ser, estou muito cansada, farta de apanhar com pau, e sabes bem que a senhoria não permite a entrada de rapazes - eu gostava de ser mazinha com ele, e ele também.
- É só um instante – garantiu-me – Não vou subir ao teu quarto.
Não se via ninguém na rua apenas o carro da ronda passando. Ele entrou comigo, fechamos a porta, e silenciosamente ficamos no corredor beijando-nos. A pixota de Rui não parava quieta nas calças. Como não ouvíssemos barulho, ele despiu-as para baixo. Pensei que queria uma mamada, mas o safado levantou-me o top, afagou-me as mamas, juntou uma na outra e cravou seu caralho no rego assim formado fazendo-me uma espanhola como ainda hoje gosta de fazer.
- Quero que sejas sempre uma puta, como foste hoje. Prometes Sandrinha, minha querida, meu amor? – dizia-me enquanto me socava as mamas como se me estivesse a comer o grelinho ou o cu. É claro que lhe prometi. Afinal era isso que o meu corninho querido queria ouvir. E dei-lhe um bónus. Quando o senti começar a vir-se, com a mão levei-lhe a pila à boca, e deixei que ejaculasse dentro dela. Mais valia engolir-lhe a esporra do que deixar vestígios dela no chão da entrada da casa da senhoria.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
10:45
0
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
domingo, 27 de junho de 2010
A PUTA E OS MANCEBOS DA INSPECÇÃO MILITAR
Conto-vos hoje como foi minha primeira transa com Rui. E como simultaneamente, foi um dos meus dias de puta em Coimbra, em que meu corpo me rendeu mais dinheiro. Até ele, nessa nossa primeira vez conjunta, pagou para me comer. Sexualmente falando, não gozei nada, nem tive nenhum orgasmo, apesar de ter levado com tanto pau até dizer basta, mas a história que a envolveu foi deliciosa.
Namorávamos á cerca de 4 meses, em meados de Fevereiro de 198…, e ainda não deixara Rui meter a sua colher na minha racha, embora já nos satisfizéssemos sexualmente um ao outro. Ele particularmente adorava as “espanholas” que lhe consentia nas minhas mamas, em especial depois de ter estado com clientes. Rui contara-me anteriormente que a sua primeira vez fora com uma prostituta, no dia da sua inspecção militar. A inspecção militar era uma obrigação a que todos os possuidores dos cromossomas XY estavam sujeitos. Durante dia e meio faziam testes psicológicos e compareciam perante uma junta médica, que depois de os analisar tal como quando vieram ao mundo, os consideravam aptos para o serviço militar, ou não. Isto contavam-me os rapazes, já que eu como moça não tive de passar por aquilo. Os da província como ele, tinham de pernoitar durante aquele dia e meio, muitos aproveitavam para o fazer com prostitutas, e seu pai dera-lhe propositadamente dinheiro para esse fim. Era a “desobriga”. Rui como era minhoto, fizera a inspecção no Porto, mas os mancebos da região Centro faziam-na em Coimbra, num velho quartel sobranceiro á cidade, na zona de Santa Clara. A maioria dos rapazes, após o jantar do primeiro dia, como só tinham de estar no quartel às dez da noite, davam um pulo à baixinha, onde muitos aproveitavam para despejar os tomates nas minhas colegas de rua, que lá se encontrassem. Rui contara-me que tivera de esperar algum tempo numa fila, tal a procura, até finalmente ter chegado a sua vez, e ele se ter aliviado na parreca de uma moreninha gostosa de cabelos curtos. Ainda hoje, além de mim, vive apaixonado por ela, embora nunca mais a tenha visto.
Meu namorado vivia pedindo muito para o deixar meter a pila, e eu só não o deixara porque adorava vê-lo com aquele tesão todo. A história da sua iniciação sexual, a tesão que lhe davam meus encontros com clientes, o facto de com outro homem, já me ter exibido para ele na “Clép”, inspiraram-me a entesá-lo ainda mais, antes de finalmente ceder aos seus pedidos carnais. E para ganhar algum dinheiro extra, embora este mais para conferir um maior realismo à cena, do que por qualquer outra coisa. Eu conhecia mais ou menos a zona, tinha a ideia de uns quintais abandonados ao longo da calçada empedrada, onde na escuridão do entardecer de Inverno, seria possível dar umas quecas sem dar muito nas vistas. Eu já começara a trabalhar como cozinheira na república de ***, para evitar tanto o recurso à prostituição, mas com isso meus rendimentos tinham baixado significativamente, pois ordenado de mulher da vida, aos 20 e poucos anos, é bem mais generoso, como calculam do que o de cozinheira de república de estudantes. Disse-lhe então estar precisando de facturar, e me lembrara de tentar a sorte com os candidatos a recrutas postando-me nas imediações do Quartel, à hora em que eles habitualmente vinham dar uma escapadela cá fora. Havia algum perigo naquilo, pois se os chulos da zona tradicional soubessem da minha concorrência desviando-lhes os clientes, poderiam aparecer e pôr termo, de uma forma abrupta, ao meu comércio improvisado. Por outro lado, alguns dos rapazes poderiam optar por uma atitude menos correcta comigo. Quereria ele, como meu namorado, ser o meu proxeneta?
Suas calças assinalaram de imediato o relevo do seu caralho pequeno. Ri-me. Ele ficava, e fica, sempre assim só com a ideia de saber que vou abrir as pernas a alguém. Bom, não preciso dizer qual foi a resposta dele. Passamos o resto da tarde, estudando o manual de Direito Internacional Público, e ainda deixei o jantar pronto para os repúblicos aquecer. O que uma rapariga não faz pelo namorado!
Como o jantar na tropa é servido às 7 horas, segundo me dizia o Rui, chegamos um pouco antes daquela hora, com a barriga a dar horas, já que não comêramos após o almoço, e postámo-nos na esquina da Calçada de Stª. Isabel, junto a uma casa abandonada, com o quintal coberto de silvas, e um portão enferrujado, aberto. Por volta das sete e meia, começamos a ver passar magotes de rapazes numa enorme algazarra. Eram os inspeccionandos a caminho da cidade. Eu, então de carteira a tiracolo, fumando um cigarro, numa pose toda puta, indiferente aos poucos moradores que passavam, expus-me aos seus olhares, e provocadoramente levantei a saia, deixando ver minha perna gordinha, completamente nua, até à cintura, e minha cuequinha preta que a cobria, enquanto com a mão a percorria toda até ao começo da nádega. Ouviram-se logo uns assobios, e umas bocas:
- És toda boa, jeitosa!
Rui então deu-se a mostrar. Mais experiente do que ele, industriara-o quanto ao modo como deveria desempenhar o seu papel, e ele que gosta de ser corno, mas de burro não tem nada, desempenhou-o na perfeição.
- Então rapazes – disse-lhes ele – aposto que trazem os tomates cheios, depois de um dia inteiro no quartel. Pois bem, esta bonita menina, e gordinha, o que comprova bem não ter nenhuma doença contagiosa, nem andar habitualmente na vida, está aqui para vos servir. Por 500$00, ela concede-vos o seu buraquinho dianteiro. Se fordes às meninas da cidade, desembolsareis mais 200$00 para o quarto, e ainda vos arriscais a apanhar com percevejos no colchão, e um esquentamento na gaita. E asseguro-vos que não encontrareis lá nenhuma com a cona tão boa como a dela – e com os dedos, dizendo isto, puxou um pouco o lóbulo da orelha, como que a dar mais ênfase à afirmação que eu tinha uma cona boa. Como não vinha ninguém, encostei-me ao portão ferrugento, e levantando de novo a saia, baixei um pouco a cueca, mostrando-lhes os meus pentelhos escuros, no cimo da testa. A festa que foi! Alguns ficaram logo de pau feito, e estou convencida que não fosse a presença das casas de onde poderia sair gente, e muitos ter-se-iam masturbado logo ali.
Era um grupo de seis, pois os rapazes sendo chamados de proveniências diversas, juntavam-se por norma com os de suas terras, com os quais tinham feito a viagem, aproveitando a companhia para aproveitarem a aventura daquele bocado de noite. Alguns nem estavam pensando ir às putas, já que também em matéria de “desobriga” havia quem já tivesse sido “desobrigado” antes daquele dia, e como a tradição já não é o que era, outros, não estavam sequer a pensar sê-lo ainda. Uns diziam, que apesar de mais caro, era preferível irem às da cidade, pois numa pensão sempre haveria água para se lavarem antes e depois, mas outros não estavam nem aí dizendo ter vindo prevenidos com camisas de Vénus. Entretanto iam aparecendo mais, e Rui vendia-lhes a mesma história. E se muitos nos voltavam as costas, argumentando logo, com toda a lógica, que eu não aguentaria com eles todos e mais valia assim procurar noutro local com mais quantidade de artigo à escolha, e lá iam à sua vida, outros começavam a interessar-se por aquele negócio. Afinal 200 escudos representavam muitas cervejas, que poderiam beber antes de entregarem o corpo na tarimba onde dormiriam nessa noite. Eu não sabia com quantos iria aguentar, no caso da procura ser excessiva, mas combinara com Rui que quando não pudesse mais, quem estava estava, quem não estivesse, fosse procurar noutro lado. Só esperava era se chegasse a essa situação, as coisas não dessem para o torto. Ele, por seu turno, com a sua tara, só esperava que eu pudesse dar para todos mesmo sabendo ser isso impossível.
- Não se preocupem com a água – sossegava-os – Ela é limpinha, não anda a dar o pito por aí. Limpar com papel ou com água tanto faz, não é a água que mata os micróbios. É o álcool. E as putas da baixinha, não lavam a cona com álcool, asseguro-lhes.
Sentia-me leiloada, e estava achando um piadão àquilo. Não sei se foi este argumento que convenceu o primeiro a avançar, um rapaz com sotaque de Viseu que tirando a nota de 500 escudos da carteira, expressou o desejo de me foder. Rui apanhou-lhe a nota, como combinado, e eu sorrindo conduzi o meu primeiro cliente da noite pelo quintal abandonado, até junto de uma decrépita tangerineira, rodeada de um enorme silvado. Despi minha saia e minha calcinha, ficando nua da cintura para baixo. O rapaz baixou igualmente suas calças, o caralho de tamanho médio já estava erecto, ainda bem que não era muito grande. Deitei-me por cima da saia para não me sujar, e abrindo as pernas deixei que se pusesse em cima de mim, e me possuísse como uma puta, sem deixar transparecer grandes emoções. Pelo menos uma casa vizinha apresentava uma janela de onde nos poderiam avistar, mas como estava escuro a visibilidade era pequena, e as cortinas estavam corridas. Talvez também nela não morasse ninguém. Rui colocara-se junto ao portão, e estava constantemente a lançar-nos olhares. Era o único que nos conseguia ver com mais nitidez. O restante magote tentou disputar-lhe o lugar, mas ele resolveu o assunto com eficiência.
- Não fiquem parados, que chamam a atenção da vizinhança! Se querem foder como o vosso colega dispersem-se, que ela não foge.
Como em tudo, basta que alguém dê o primeiro passo, para que logo outros lhe queiram seguir as pisadas. Quando o primeiro se veio, e saiu satisfeito, vários raparam das carteiras, e quiseram ser os segundos. Foi preciso Rui colocar alguma ordem, mas conseguiu-o com algum bom senso. Só após receber o dinheiro do novo cliente, Rui o deixava passar o portão. Mas cada vez mais entesado à medida que os clientes se revezavam em cima de mim, foi malandro. Um dos que esperavam a vez, perguntou-lhe se eu também fazia mamadas. Sim, respondeu-lhe, mas eram mais 200 escudos. Quando chegou a sua vez, e me colocou o piçalho na boca pedindo-me que o chupasse comecei por me recusar, até ele me dizer que pagara mais 200 escudos a contar com aquilo. Não estive para obrigar o Rui a reembolsar-lhe o excesso, e abocanhei-lhe o pilau. Como ele sabia a mijo! Em vez de ser eu devia ser ser o filho da puta do Rui, que se ria vendo-me no broche, a chupar aquela piça para provar o que era bom.
E um após outro, dei prazer, estou certa que a alguns pela primeira vez, a uma chusma de futuros defensores da Pátria. As Forças Armadas dever-me-iam ter dado uma medalha, ainda para mais sendo eu filha de militar que fez a guerra em Angola. Nem todos porém que desembolsaram a nota de 500 antes de transpor o portão do quintal, conseguiram comer-me. Dois deles, que provavelmente pensavam que isto de foder é só pegar na pila e meter, não foram capazes de a pôr vem pé, e saíram vexados e assobiados pelos outros que diziam em voz alto que tipos frouxos como aqueles só serviam para fazer perder tempo aos outros. Rui não lhes queria devolver o dinheiro, argumentando que a incapacidade deles não era culpa minha, mas eu mandei- o devolver-lhes, e ele obedeceu. Clientes a pagar, havia-os ali de sobra. À medida que um se sucedia ao outro praticamente sem interrupção, uns prevenindo-se com camisa, outros não, e à medida que ia provando caralhos dos mais diversos tamanhos, minha parreca ia ficando mais dorida, e eu estava certa que me iria custar imenso andar direita nos próximos dias. Mesmo assim aguentei com 8. Nunca fodera com tantos de seguida, nem mesmo no ano em que trabalhara em Amesterdão como prostituta em casa de Mrs B…. Ainda havia muitos na esperança de serem atendidos, mas eu não podia mais! Até me doía colocar-me em pé. Disse a Rui que os mandasse embora, eu resolvera fechar as pernas, exausta. Muitos expressaram o seu desagrado, comentando que para aquilo mais lhe valera terem ido direitos à baixinha, mas a maioria compreendeu, que tal como as pirocas, também o pito tem limites, e dispersaram aos poucos. Minha coninha devia estar mais aberta que o túnel da estação de S. Bento. Rui então veio ter comigo, e abraçou-me, beijou-me, apalpou-me as mamas que tirou para fora da minha blusa:
- Amo-te Sandrinha! Amo-te muito! Hei-de –te amar sempre!
Seu cacete estava tão teso que lhe doía por baixo das calças, e ele tirou-o para fora. Acho que nunca o vi tão grande como naquele dia:
- Olha como me pões a pixota, Sandrinha - não sei se se lamentava, ou se se vangloriava – Quero que dês para mim, o que deste a estes.
- Oh! Não, Rui – contrariava eu – Tenho o pito todo esfolado. Foi uma asneira ter feito isto. Tão cedo não o volto a pôr a render. Faço-te uma punheta, ou um broche.
- Não – contrapôs – gosto muito mas estou farto que me faças só isso. Hoje vais ter de dar o pito a mim. Mas não quero tratamento de excepção. Quero também ser teu cliente. E o último do dia!
E agora era ele quem me mostrava a meia milena, mas do dinheiro dele, não era nenhuma das notas que recebera pelo aluguer de meu corpo. Não era só eu quem quisera recriar sua primeira vez. Ele também o queria fazer. Acedi ao seu pedido, ele entregou-me o dinheiro, exultando de alegria por me ir finalmente comer, e eu ainda deitada sobre a saia, abri-lhe as pernas. Quando me enfiou o pau teso, fiz chacota:
- No estado em que estás não tarda muito estás-te a vir, como quando te fiz o broche na “Clép”!
Isso queria eu. Apesar de eu ter a pomba toda aberta, e de ele ter a pilinha demasiado elegante, eu bem a sentia roçar-me nas paredes interiores da cuja, toda lambuzada com a langonha dos outros, enquanto sua boca me fazia um minete nas mamas.
- Oh, minha putazinha deliciosa! – dizia-me ele, enquanto o pau ia e vinha na minha racha, socando-me sem parar durante muitos minutos, antes de enfim se esporrar todo – Quero que sejas sempre puta! Quero ser sempre teu corno! Não quero ser só eu o único homem a foder-te, minha putazinha querida! Podes até ficar grávida de outros, que eu não me importo. Os teus filhos serão sempre os meus, e nunca me importarei de saber se são meus ou não, desde que fodas sempre com muitos homens!
Como ele estava! E eu é claro, contentíssima ouvindo-o dizendo aquilo, pois sabia que estava sendo sincero, não era apenas tesão. Eu amava-o, não queria perdê-lo, mas não queria que ele me impusesse ser exclusivamente sua mulher. Não fosse o estado de minha parreca, e aquela teria sido uma queca monumental!
4700 escudos, foi o saldo que arrecadei daquela história maluca de prostituição. Rui como bom proxeneta, teve a sua parte deles. Não em dinheiro, mas quando me recompus e me consegui levantar, convidei-o para jantar no Alfredo, restaurante chique, não longe dali, onde habitualmente os estudantes jantavam pela primeira vez no dia da formatura. Graças ao dote com que nasci, eu e Rui jantamos lá muito antes disso. O nosso ar desalinhado, e o meu cheiro a sexo despertaram a atenção dos restantes comensais, mas ninguém nos disse nada, e comemos e bebemos como lordes. Ainda hoje por brincadeira, me costuma atirar à cara que sou muito puta, pois até da primeira vez que o deixei comer-me, ele teve de pagar para isso. Mas esta continua a ser uma fantasia que mantemos: eu finjo de prostituta, ele contrata-me, por vezes por telefone, por vezes pessoalmente, paga-me e come-me. Mas com muita mágoa dele nunca mais o fiz com 8.
Namorávamos á cerca de 4 meses, em meados de Fevereiro de 198…, e ainda não deixara Rui meter a sua colher na minha racha, embora já nos satisfizéssemos sexualmente um ao outro. Ele particularmente adorava as “espanholas” que lhe consentia nas minhas mamas, em especial depois de ter estado com clientes. Rui contara-me anteriormente que a sua primeira vez fora com uma prostituta, no dia da sua inspecção militar. A inspecção militar era uma obrigação a que todos os possuidores dos cromossomas XY estavam sujeitos. Durante dia e meio faziam testes psicológicos e compareciam perante uma junta médica, que depois de os analisar tal como quando vieram ao mundo, os consideravam aptos para o serviço militar, ou não. Isto contavam-me os rapazes, já que eu como moça não tive de passar por aquilo. Os da província como ele, tinham de pernoitar durante aquele dia e meio, muitos aproveitavam para o fazer com prostitutas, e seu pai dera-lhe propositadamente dinheiro para esse fim. Era a “desobriga”. Rui como era minhoto, fizera a inspecção no Porto, mas os mancebos da região Centro faziam-na em Coimbra, num velho quartel sobranceiro á cidade, na zona de Santa Clara. A maioria dos rapazes, após o jantar do primeiro dia, como só tinham de estar no quartel às dez da noite, davam um pulo à baixinha, onde muitos aproveitavam para despejar os tomates nas minhas colegas de rua, que lá se encontrassem. Rui contara-me que tivera de esperar algum tempo numa fila, tal a procura, até finalmente ter chegado a sua vez, e ele se ter aliviado na parreca de uma moreninha gostosa de cabelos curtos. Ainda hoje, além de mim, vive apaixonado por ela, embora nunca mais a tenha visto.
Meu namorado vivia pedindo muito para o deixar meter a pila, e eu só não o deixara porque adorava vê-lo com aquele tesão todo. A história da sua iniciação sexual, a tesão que lhe davam meus encontros com clientes, o facto de com outro homem, já me ter exibido para ele na “Clép”, inspiraram-me a entesá-lo ainda mais, antes de finalmente ceder aos seus pedidos carnais. E para ganhar algum dinheiro extra, embora este mais para conferir um maior realismo à cena, do que por qualquer outra coisa. Eu conhecia mais ou menos a zona, tinha a ideia de uns quintais abandonados ao longo da calçada empedrada, onde na escuridão do entardecer de Inverno, seria possível dar umas quecas sem dar muito nas vistas. Eu já começara a trabalhar como cozinheira na república de ***, para evitar tanto o recurso à prostituição, mas com isso meus rendimentos tinham baixado significativamente, pois ordenado de mulher da vida, aos 20 e poucos anos, é bem mais generoso, como calculam do que o de cozinheira de república de estudantes. Disse-lhe então estar precisando de facturar, e me lembrara de tentar a sorte com os candidatos a recrutas postando-me nas imediações do Quartel, à hora em que eles habitualmente vinham dar uma escapadela cá fora. Havia algum perigo naquilo, pois se os chulos da zona tradicional soubessem da minha concorrência desviando-lhes os clientes, poderiam aparecer e pôr termo, de uma forma abrupta, ao meu comércio improvisado. Por outro lado, alguns dos rapazes poderiam optar por uma atitude menos correcta comigo. Quereria ele, como meu namorado, ser o meu proxeneta?
Suas calças assinalaram de imediato o relevo do seu caralho pequeno. Ri-me. Ele ficava, e fica, sempre assim só com a ideia de saber que vou abrir as pernas a alguém. Bom, não preciso dizer qual foi a resposta dele. Passamos o resto da tarde, estudando o manual de Direito Internacional Público, e ainda deixei o jantar pronto para os repúblicos aquecer. O que uma rapariga não faz pelo namorado!
Como o jantar na tropa é servido às 7 horas, segundo me dizia o Rui, chegamos um pouco antes daquela hora, com a barriga a dar horas, já que não comêramos após o almoço, e postámo-nos na esquina da Calçada de Stª. Isabel, junto a uma casa abandonada, com o quintal coberto de silvas, e um portão enferrujado, aberto. Por volta das sete e meia, começamos a ver passar magotes de rapazes numa enorme algazarra. Eram os inspeccionandos a caminho da cidade. Eu, então de carteira a tiracolo, fumando um cigarro, numa pose toda puta, indiferente aos poucos moradores que passavam, expus-me aos seus olhares, e provocadoramente levantei a saia, deixando ver minha perna gordinha, completamente nua, até à cintura, e minha cuequinha preta que a cobria, enquanto com a mão a percorria toda até ao começo da nádega. Ouviram-se logo uns assobios, e umas bocas:
- És toda boa, jeitosa!
Rui então deu-se a mostrar. Mais experiente do que ele, industriara-o quanto ao modo como deveria desempenhar o seu papel, e ele que gosta de ser corno, mas de burro não tem nada, desempenhou-o na perfeição.
- Então rapazes – disse-lhes ele – aposto que trazem os tomates cheios, depois de um dia inteiro no quartel. Pois bem, esta bonita menina, e gordinha, o que comprova bem não ter nenhuma doença contagiosa, nem andar habitualmente na vida, está aqui para vos servir. Por 500$00, ela concede-vos o seu buraquinho dianteiro. Se fordes às meninas da cidade, desembolsareis mais 200$00 para o quarto, e ainda vos arriscais a apanhar com percevejos no colchão, e um esquentamento na gaita. E asseguro-vos que não encontrareis lá nenhuma com a cona tão boa como a dela – e com os dedos, dizendo isto, puxou um pouco o lóbulo da orelha, como que a dar mais ênfase à afirmação que eu tinha uma cona boa. Como não vinha ninguém, encostei-me ao portão ferrugento, e levantando de novo a saia, baixei um pouco a cueca, mostrando-lhes os meus pentelhos escuros, no cimo da testa. A festa que foi! Alguns ficaram logo de pau feito, e estou convencida que não fosse a presença das casas de onde poderia sair gente, e muitos ter-se-iam masturbado logo ali.
Era um grupo de seis, pois os rapazes sendo chamados de proveniências diversas, juntavam-se por norma com os de suas terras, com os quais tinham feito a viagem, aproveitando a companhia para aproveitarem a aventura daquele bocado de noite. Alguns nem estavam pensando ir às putas, já que também em matéria de “desobriga” havia quem já tivesse sido “desobrigado” antes daquele dia, e como a tradição já não é o que era, outros, não estavam sequer a pensar sê-lo ainda. Uns diziam, que apesar de mais caro, era preferível irem às da cidade, pois numa pensão sempre haveria água para se lavarem antes e depois, mas outros não estavam nem aí dizendo ter vindo prevenidos com camisas de Vénus. Entretanto iam aparecendo mais, e Rui vendia-lhes a mesma história. E se muitos nos voltavam as costas, argumentando logo, com toda a lógica, que eu não aguentaria com eles todos e mais valia assim procurar noutro local com mais quantidade de artigo à escolha, e lá iam à sua vida, outros começavam a interessar-se por aquele negócio. Afinal 200 escudos representavam muitas cervejas, que poderiam beber antes de entregarem o corpo na tarimba onde dormiriam nessa noite. Eu não sabia com quantos iria aguentar, no caso da procura ser excessiva, mas combinara com Rui que quando não pudesse mais, quem estava estava, quem não estivesse, fosse procurar noutro lado. Só esperava era se chegasse a essa situação, as coisas não dessem para o torto. Ele, por seu turno, com a sua tara, só esperava que eu pudesse dar para todos mesmo sabendo ser isso impossível.
- Não se preocupem com a água – sossegava-os – Ela é limpinha, não anda a dar o pito por aí. Limpar com papel ou com água tanto faz, não é a água que mata os micróbios. É o álcool. E as putas da baixinha, não lavam a cona com álcool, asseguro-lhes.
Sentia-me leiloada, e estava achando um piadão àquilo. Não sei se foi este argumento que convenceu o primeiro a avançar, um rapaz com sotaque de Viseu que tirando a nota de 500 escudos da carteira, expressou o desejo de me foder. Rui apanhou-lhe a nota, como combinado, e eu sorrindo conduzi o meu primeiro cliente da noite pelo quintal abandonado, até junto de uma decrépita tangerineira, rodeada de um enorme silvado. Despi minha saia e minha calcinha, ficando nua da cintura para baixo. O rapaz baixou igualmente suas calças, o caralho de tamanho médio já estava erecto, ainda bem que não era muito grande. Deitei-me por cima da saia para não me sujar, e abrindo as pernas deixei que se pusesse em cima de mim, e me possuísse como uma puta, sem deixar transparecer grandes emoções. Pelo menos uma casa vizinha apresentava uma janela de onde nos poderiam avistar, mas como estava escuro a visibilidade era pequena, e as cortinas estavam corridas. Talvez também nela não morasse ninguém. Rui colocara-se junto ao portão, e estava constantemente a lançar-nos olhares. Era o único que nos conseguia ver com mais nitidez. O restante magote tentou disputar-lhe o lugar, mas ele resolveu o assunto com eficiência.
- Não fiquem parados, que chamam a atenção da vizinhança! Se querem foder como o vosso colega dispersem-se, que ela não foge.
Como em tudo, basta que alguém dê o primeiro passo, para que logo outros lhe queiram seguir as pisadas. Quando o primeiro se veio, e saiu satisfeito, vários raparam das carteiras, e quiseram ser os segundos. Foi preciso Rui colocar alguma ordem, mas conseguiu-o com algum bom senso. Só após receber o dinheiro do novo cliente, Rui o deixava passar o portão. Mas cada vez mais entesado à medida que os clientes se revezavam em cima de mim, foi malandro. Um dos que esperavam a vez, perguntou-lhe se eu também fazia mamadas. Sim, respondeu-lhe, mas eram mais 200 escudos. Quando chegou a sua vez, e me colocou o piçalho na boca pedindo-me que o chupasse comecei por me recusar, até ele me dizer que pagara mais 200 escudos a contar com aquilo. Não estive para obrigar o Rui a reembolsar-lhe o excesso, e abocanhei-lhe o pilau. Como ele sabia a mijo! Em vez de ser eu devia ser ser o filho da puta do Rui, que se ria vendo-me no broche, a chupar aquela piça para provar o que era bom.
E um após outro, dei prazer, estou certa que a alguns pela primeira vez, a uma chusma de futuros defensores da Pátria. As Forças Armadas dever-me-iam ter dado uma medalha, ainda para mais sendo eu filha de militar que fez a guerra em Angola. Nem todos porém que desembolsaram a nota de 500 antes de transpor o portão do quintal, conseguiram comer-me. Dois deles, que provavelmente pensavam que isto de foder é só pegar na pila e meter, não foram capazes de a pôr vem pé, e saíram vexados e assobiados pelos outros que diziam em voz alto que tipos frouxos como aqueles só serviam para fazer perder tempo aos outros. Rui não lhes queria devolver o dinheiro, argumentando que a incapacidade deles não era culpa minha, mas eu mandei- o devolver-lhes, e ele obedeceu. Clientes a pagar, havia-os ali de sobra. À medida que um se sucedia ao outro praticamente sem interrupção, uns prevenindo-se com camisa, outros não, e à medida que ia provando caralhos dos mais diversos tamanhos, minha parreca ia ficando mais dorida, e eu estava certa que me iria custar imenso andar direita nos próximos dias. Mesmo assim aguentei com 8. Nunca fodera com tantos de seguida, nem mesmo no ano em que trabalhara em Amesterdão como prostituta em casa de Mrs B…. Ainda havia muitos na esperança de serem atendidos, mas eu não podia mais! Até me doía colocar-me em pé. Disse a Rui que os mandasse embora, eu resolvera fechar as pernas, exausta. Muitos expressaram o seu desagrado, comentando que para aquilo mais lhe valera terem ido direitos à baixinha, mas a maioria compreendeu, que tal como as pirocas, também o pito tem limites, e dispersaram aos poucos. Minha coninha devia estar mais aberta que o túnel da estação de S. Bento. Rui então veio ter comigo, e abraçou-me, beijou-me, apalpou-me as mamas que tirou para fora da minha blusa:
- Amo-te Sandrinha! Amo-te muito! Hei-de –te amar sempre!
Seu cacete estava tão teso que lhe doía por baixo das calças, e ele tirou-o para fora. Acho que nunca o vi tão grande como naquele dia:
- Olha como me pões a pixota, Sandrinha - não sei se se lamentava, ou se se vangloriava – Quero que dês para mim, o que deste a estes.
- Oh! Não, Rui – contrariava eu – Tenho o pito todo esfolado. Foi uma asneira ter feito isto. Tão cedo não o volto a pôr a render. Faço-te uma punheta, ou um broche.
- Não – contrapôs – gosto muito mas estou farto que me faças só isso. Hoje vais ter de dar o pito a mim. Mas não quero tratamento de excepção. Quero também ser teu cliente. E o último do dia!
E agora era ele quem me mostrava a meia milena, mas do dinheiro dele, não era nenhuma das notas que recebera pelo aluguer de meu corpo. Não era só eu quem quisera recriar sua primeira vez. Ele também o queria fazer. Acedi ao seu pedido, ele entregou-me o dinheiro, exultando de alegria por me ir finalmente comer, e eu ainda deitada sobre a saia, abri-lhe as pernas. Quando me enfiou o pau teso, fiz chacota:
- No estado em que estás não tarda muito estás-te a vir, como quando te fiz o broche na “Clép”!
Isso queria eu. Apesar de eu ter a pomba toda aberta, e de ele ter a pilinha demasiado elegante, eu bem a sentia roçar-me nas paredes interiores da cuja, toda lambuzada com a langonha dos outros, enquanto sua boca me fazia um minete nas mamas.
- Oh, minha putazinha deliciosa! – dizia-me ele, enquanto o pau ia e vinha na minha racha, socando-me sem parar durante muitos minutos, antes de enfim se esporrar todo – Quero que sejas sempre puta! Quero ser sempre teu corno! Não quero ser só eu o único homem a foder-te, minha putazinha querida! Podes até ficar grávida de outros, que eu não me importo. Os teus filhos serão sempre os meus, e nunca me importarei de saber se são meus ou não, desde que fodas sempre com muitos homens!
Como ele estava! E eu é claro, contentíssima ouvindo-o dizendo aquilo, pois sabia que estava sendo sincero, não era apenas tesão. Eu amava-o, não queria perdê-lo, mas não queria que ele me impusesse ser exclusivamente sua mulher. Não fosse o estado de minha parreca, e aquela teria sido uma queca monumental!
4700 escudos, foi o saldo que arrecadei daquela história maluca de prostituição. Rui como bom proxeneta, teve a sua parte deles. Não em dinheiro, mas quando me recompus e me consegui levantar, convidei-o para jantar no Alfredo, restaurante chique, não longe dali, onde habitualmente os estudantes jantavam pela primeira vez no dia da formatura. Graças ao dote com que nasci, eu e Rui jantamos lá muito antes disso. O nosso ar desalinhado, e o meu cheiro a sexo despertaram a atenção dos restantes comensais, mas ninguém nos disse nada, e comemos e bebemos como lordes. Ainda hoje por brincadeira, me costuma atirar à cara que sou muito puta, pois até da primeira vez que o deixei comer-me, ele teve de pagar para isso. Mas esta continua a ser uma fantasia que mantemos: eu finjo de prostituta, ele contrata-me, por vezes por telefone, por vezes pessoalmente, paga-me e come-me. Mas com muita mágoa dele nunca mais o fiz com 8.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:37
2
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
SATISFAZENDO NAMORADO MIRONE NA CLÉP
Eu e Rui tínhamos começado a namorar há pouco tempo, e ele sabia bem a actividade a que me dedicava nos tempos livres, para me poder manter. Como na época ainda não existiam telemóveis, os clientes que pretendiam meus serviços procuravam-me, à noite, nos poisos habituais – o Académico, o Moçambique, o Mandarim, o Pigalle, até o Stª Cruz, na baixa coimbrã, muito frequentado então pelo único travesti que a velha cidade possuía, e por um casal de lésbicas da minha idade, muito queridas. Muitas vezes estávamos juntos, num desses bares, e chegava alguém que me fazia arredar de sua companhia com um pedido de desculpas, e sair com ele. Rui sempre esperava que eu voltasse. Ao fim de pouco tempo já conhecia os “habitués”, quase sempre homens casados, e por vezes era ele próprio quem me dizia quando via entrar um deles:
- Vem aí um teu cliente!
Ele ainda não me tinha comido, muito embora andasse cheio de vontade de o fazer, mas adorava (adora!) saber-me dar a outros, e muitas “paciências” tocou à custa disso! Aquilo divertia-me como ainda me diverte hoje. Nunca fui uma moça auto-suficiente no que respeita a sexo, mas acho piada aos homens que se conseguem bastar a si próprios, nem que para isso tenham de ter ajuda de alguns condimentos picantes, como era o caso do meu novo namorado, e actual marido. E um dia, para o compensar talvez da abstinência do meu corpo, perguntei-lhe se ele não gostaria de me ver fodendo com um homem. Foi como perguntar ao cego se quer ver. Sua pila empinou-se de imediato sobre o fecho das calças de ganga, seus olhos brilharam:
- Adoraria! – foi a resposta pronta. Os clientes que me solicitavam vinham de carro, e ou me levavam para uma pensão das que alugavam quartos à hora, ou serviam-se do veículo para me foder lá dentro, depois de me conduzirem a um local discreto das redondezas. Não dava pois para o Rui me espiar quando estivesse com um deles. O melhor seria com um engate de acaso. E lembrando-me que o namorado da Tita não se importava que ela se prostituísse, mas não admitia saber que ela fodesse por fora, extra-profissionalmente, com outro que não ele, resolvi ser mazinha:
- Pois bem, vou-te conceder tal desejo. Mas encara isto como outra lição de submissão minha. Mesmo andando contigo, sou livre de foder com quem quiser, cliente ou não, certo? - não queria que ele pensasse que eu me ia exibir só para lhe agradar. O coração feminino tem destas coisas, ainda para mais se está apaixonado.
- E quando me vais dar esse gosto, Sandrinha?
- Agora! Mas para isso, é melhor que não estejas aqui sentado comigo. Espantas a caça!
Eram umas cinco da tarde, de finais de Novembro. Não estava frio, mas caía a noite. Estávamos no andar de cima do Clepsidra (ou Clép, para abreviar), e o movimento era quase nulo, apenas meia dúzia de clientes no andar de baixo. O Clép, frequentado sobretudo por estudantes da Universidade, era pouco iluminado, e devido ao fraco movimento as luzes do andar onde estávamos encontravam-se quase todas apagadas. Como não possuía serviço às mesas, quem quisesse tomar alguma coisa, deslocava-se ao balcão, e encomendava pagando no acto. Além disso o mobiliário do Clép era composto por compridos bancos e mesas de madeira, como os das antigas tabernas portuguesas. Aconselhei-o a meter-se debaixo de uma, junto à parede, pois ali ninguém o veria, e ele me poderia ver, pois tudo se passaria naquele espaço, e o Rui assim fez completamente entesado. Lancei então os olhos para o andar de baixo. O empregado fumava um cigarro no balcão, duas moças numa mesa conversavam, três africanos encontravam-se numa outra mesa ao canto, numa posição pouco acessível ao meu ângulo visual. De onde estava apenas via um único cliente sozinho, e este felizmente do sexo masculino. E para dizer a verdade, nada de deitar fora. Cerca de 1,75 metros, ombros largos, cabelo sobre o comprido, preto, uma carinha bonita, mas máscula. Simplesmente estava debruçado sobre um nutrido calhamaço, e não deitava os olhos para mim. Foi quando pegou num cigarro e o acendeu, que me proporcionou um pretexto para o abordar. Disse ao Rui para se deixar estar, desci e pedi-lhe um cigarro. Tinha um ar algo malandro, o que era bom para o que pretendia. Quando o estava tirando do maço para mo dar, eu postada à sua frente, deixei que minha mão acariciasse suavemente minha rata por cima da saia. Ele arregalou os olhos, incrédulo, e deu-me o cigarro. Agarrei nele, o rapaz pegou no isqueiro, eu antes de o levar à boca para aceitar o lume, sempre com os olhos fitos nele com um ar de riso, passei-o agora onde tinha passado a mão, simulando os movimentos do coito, agradeci-lhe e virei-lhe as costas. O isco estava lançado, restava ver se o peixe mordia, embora minha experiência me diga que tratando-se de peixe macho, morde sempre.
E mordeu. Subi as escadas e desta vez sentei-me numa mesa mais à frente, junto à grade, para ele me ver melhor, e pude constatar que o rapaz já não prolongava a atenção muito tempo no livro, mas antes passara a olhar constantemente para mim, ainda que procurando que os restantes presentes não notassem. Ainda bem que sabia ser discreto! Eu então, toda malandra e oferecida, puxei a saia para cima, exibindo-lhe uma cuequinha branca que afastei para o lado, sem a tirar, e pus-me descaradamente a afagar meu grelinho, e a introduzir nele os dedos, masturbando-me, enquanto passava a língua nos meus lábios. Depois encostei-me mais para trás no assento, e comecei a rebolar-me neles, como se estivesse procurando atingir o orgasmo. O empregado estava agora na mesa dos africanos, e só se lhe viam as costas. Na verdade eu sentia minha coninha humedecer, e imaginava o estado que deveria estar o Rui. Só esperava que o aluno de Engenharia - era um livro de resistência dos materiais que ele estava lendo – não fosse como meu namorado, e se limitasse a ficar ali vendo-me tocando, se não eu acabaria vindo-me mesmo. Mas não foi isso que aconteceu. Vendo-me assim tão carente, o desconhecido cuidando que lhe estava saindo a sorte grande, achou que deveria oferecer-me os seus préstimos de macho latino, e acalmar meus calores. Fechou o livro que devia estar a achar agora muito maçudo, e subiu. Notei que o Rui se encolheu mais, mas o rapaz cujo pau volumoso já começava a revelar-se no relevo das calças, nem para os lados olhou. Não o deixei dizer nada. Fui ao seu encontro, e acariciei-lhe a silhueta do caralho, abrindo a mão para lhe sentir a textura dos colhões sob as calças, mas não o beijei. Deu para perceber que ele tinha tudo grande. Melhor!
- És sempre assim? – perguntou-me.
- Só quando estou cheia de tesão, como agora – respondi-lhe - Mas não gosto de fazer com os dedos. Prefiro uma coisa destas, autêntica. Tem é de estar lavada.
O WC era mesmo ali ao lado. Com a porta aberta ele fez xixi, e abrindo a torneira do lavatório eu mesma lhe lavei a pila para que Rui visse. Era uma pila com uns 17 centímetros de comprimento, e uns 5 ou 6 de grossura, não circuncidada, mas cujo prepúcio se retraía facilmente expondo a cabeçona vermelha, e bem mais grossa que o restante tronco. Em seguida lavei minha parreca conforme pude, muito embora ali não desse muito jeito, e a boca. Já que Rui ia ficar assistindo era bom que visse tudo. Oral era algo que ele nunca provara, nem vira provar.
- Se ninguém nos interromper, não haverá problema – garantiu-me – Tiro-te o tesão todo por hoje.
Isso íamos nós ver!
Encostados na porta de entrada da casa de banho, aperceber-nos-ìamos se alguém viesse subindo, e só teríamos de nos enfiar num lavabo, permitindo igualmente que Rui nos visse na perfeição. Jorge, era esse seu nome, apoiou as costas na parede, e eu deixando-me escorregar no seu corpo, ajoelhei-me e com a cabeça chegada ao seu baixo ventre, puxei-lhe os tomates para fora, e enquanto o ia punheteando, lambi-os. Seu caralho estava agora cada vez mais duro com os meus movimentos, libertando filamentos viscosos de esporra,e por pura descaradez comecei a esfregá-lo na minha cara. Jorge começava a ter dificuldades em se manter ali de pé.
- Chupa-me a pila! – pediu-me então ele. E o seu rosto vermelho denotava o estado de tesão que minha boca lhe deixara.
-Quero um 69!– exigi, por meu turno. É certo que naquele ambiente não dispúnhamos de todo o tempo do mundo para darmos a nossa cambalhota à vontade, mas não queria por nada dispensar-lhe de me fazer um linguado. Além disso ocorrera-me que se Ri estava camuflado, nós deitados num dos bancos laterais seriamos igualmente invisíveis na penumbra a alguém que subisse para ir à casinha. O problema era se alguém se lembrava de abancar numa mesa, mas isso logo se veria. Ele não pareceu gostar muito da ideia, mesmo tendo-me visto a lavar a pita, mas não disse que não. Também se o tivesse dito, a foda acabava ali para grande desgosto do meu namorado, que comparado comigo pouco mais era do que virgem.
Deitados então num dos bancos, ele por cima de mim, meio ocultos pela mesa respectiva, na parede oposta àquela onde se dissimulava Rui, baixei então completamente as calças ao Jorge, depois de ter levantado a camisa, e tirado os seios para fora. Pedi-lhe para me lamber e trincar docemente as mamas,e principiei a fazer-lhe o broche, enquanto minhas mãos brincavam nos tomates dele. Senti-os cheios, iam proporcionar-me uma boa esporradela, como aliás o prometia a quantidade de langonha com que seu caralho, mesmo sem se ter vindo ainda, já me atapetara a língua, só com a brochada que lhe estava fazendo. De vez em quando, sua piroca dava um estremeção mais violento, e Jorge retinha por momentos a respiração procurando reter a vontade de se vir. Mas estava-se a aguentar, e tudo indicava que iria cumprir a promessa de me tirar o calor. Nessas ocasiões passava-lhe a língua na abertura da cabeça, completamente descoberta, lambia-lhe a esporra até ela ficar limpa, lamentando que a luminosidade não permitisse a Rui ver claramente tudo aquilo, e apertava-a levemente com os dentes, procurando conter-lhe a pressão. Mas também eu estava tão tesa como ele, apesar de tudo aquilo ter começado com uma brincadeira. A língua do Jorge nas minhas mamas, operava em mim as mesmas maravilhas que minha boca na sua pila e colhões. Além disso, como desde que lavara a pomba não voltara a vestir a cueca, ele enfiara suas mãos dentro de minha saia, e com os dedos, bolinando-a, dava-lhe o mesmo tratamento que me vira dar-lhe momentos atrás, quando decidira seduzi-lo. Tinha pena que Rui não fosse capaz de me ver o grelinho, mas esperava que ele se estivesse divertindo tanto como eu, e estivesse tocando uma segóvia. A língua de Jorge começara a atacar-me o grelo.
- Está toda húmida! – observou meu parceiro. Eu sabia. Não duvidava nada que sua boca estivesse igualmente coberta de meu suco.
- Não te disse, que estava cheia de tesão?
Ouvimos passos. Era um dos africanos que precisava de aliviar a bexiga. Entrou no WC sem nos ver, ouvimo-lo mijar, deixando escapar um sonoro peido de quem se julga sozinho, mas que se devia ter ouvido no andar de baixo, e saiu descendo as escadas, igualmente sem nos ver. Compreendemos que nos deveríamos despachar, ou podíamos correr o risco de ter de terminar antes de chegado o momento do clímax.
- Mete-me a pila agora cá dentro! – pedi-lhe.
- É para já fofinha!- Sentei-me encostada à parede, Jorge levantou-se e ficou em pé, com as calças ainda completamente em baixo, seu cu encostado à mesa. Puxei então minha saia ao chão, e fiquei tal como ele nua da cintura para baixo, de pernas abertas, na beirada do banco. Jorge esfregou ainda meu clítoris, arreganhou meus lábios para que meu buraquinho ficasse mais acessível, levantei minhas pernas o mais que podia tentando alcançar-lhe os ombros, e eu própria introduzi seu caralho na minha cona. Ahh! Que bom!
- Anda! Dá-me com força!
Jorge levantou mais minhas pernas, e começou-me a socar com todo o denodo enquanto me apalpava as coxas. Minhas mãos voltavam de novo a acariciar-lhe os tomates, e não queriam largá-los.
- Oh, sim! É assim mesmo que gosto! – dizia ele, ainda que tentando silenciar ao máximo suas palavras – Não há nada que me dê mais tesão do que mexerem-me nos colhões!
- E eu nas mamas! – confessei-lhe. Ele percebeu o que quis dizer, e suas mãos largaram-me as coxas, começando a afagar-me os seios. Oh, sim! Agora sim! Aquilo era o Paraíso. Comecei a gemer de prazer, enquanto a pila dele entrava e saía mais fortemente de dentro de mim. Minhas pernas estavam já totalmente apoiadas nos seus ombros fazendo-me sentir todo o seu tesão, meu cu amparado nos seus joelhos sustinha-o impedindo-o de tombar sobre mim. Se alguém chegasse seríamos agarrados na certa. A cabeça de Rui espreitava agora de debaixo da mesa, completamente de fora para não perder pitada, bastaria Jorge voltar-se para o ver, mas ele tão entretido a comer-me não tinha motivo algum para o fazer.
- Vou-me vir ! – avisou-me ao fim de vários minutos deliciosos.
- Vem-te !- concedi-lhe. E o seu caralho saltitando todo dentro de meu grelinho, uma, duas, três, não sei quantas vezes, começou a soltar seu liquido, cada estremeção uma esporradela quente atingindo-me bem fundo. Mesmo após se ter vindo completamente – seus tomates estavam agora bem mais moles sobre minhas mãos – ainda me socou durante mais algum tempo com a pila, até também eu me ter vindo. Só então o beijei na face, ao que ele correspondeu. A cabeça de Rui desaparecera de novo debaixo da mesa.
Bom, esta foi a primeira satisfação que dei a Rui naquele fim de tarde, outonal. E esta foi exclusivamente visual. A segunda, carnal, aconteceu logo a seguir. Acabados de foder, limpei a esporra que me escorria da vagina com um lenço de papel, fiz o mesmo ao caralho do Jorge, e pedi-lhe para descer primeiro, com a desculpa de que não queria que nos vissem saindo juntos, e ele assim fez. Rui veio ter comigo e beijámo-nos intensamente. Seu caralho latejava debaixo das calças de encontro à minha racha.
- Vais-me deixar fazer-te o mesmo aqui – disse-me então, apalpando-me toda, as suas mãos debaixo da minha saia, tocando-me as partes íntimas. Eu ainda não colocara a cuequinha. – Quero-te comer assim coberta com a esporra dele.
- Tás maluco? – respondi-lhe, num tom de menina bem comportada que adoro exibir nestas alturas – É melhor não brincar demais com a sorte.
- Então, vais-me tocar uma punheta! – impôs-me.
- Ainda não a tocaste, enquanto nos espiavas?
-Estava à tua espera – respondeu-me. Via-se! Mas eu fiz-lhe mais do que isso. Abri-lhe o fecho das calças, tirei-lhe a coisa para fora, e com a boca aberta trombei no seu cacete, infelizmente bem mais pequeno e magro do que o do Jorge. Pela primeira vez, fiz uma trombada ao Rui. Este, excitado como estava com as imagens do espectáculo que executara para ele momentos antes, e com a “fome” com que andava, não tardou muito a vir-se na minha boca. Quando ele acabou de gozar, corri à sanita a cuspir a esporra, e lavar a boca. Quando regressei Rui atirou-me com cara de gozo:
- Ó minha brochista, isso são maneiras de tratar a minha descendência ?!
Rimo-nos, abraçámo-nos e beijámo-nos como dois namorados muito apaixonados, e ficamos ali no maior amasso. Jorge admirado de eu não descer, resolveu subir de novo, talvez com a cavalheiresca ideia de, uma vez que o deixara comer-me, me convidar agora ele para jantar. Imaginem o seu espanto quando me viu naquela esfreganço com Rui. Como não o vira subir, deve ter pensado de onde é que ele poderia ter saído. Olhei para ele, rindo-me, pisquei-lhe um olho, Rui fez-lhe o mesmo, julgo que ele então deve ter percebido tudo. Abanou a cabeça, e desceu. Vi-o muitas vezes depois disso. Sorria-lhe, e ele também, em especial se estivesse com o Rui. Mas nunca mais nos falámos, nem fodemos um com o outro.
- Vem aí um teu cliente!
Ele ainda não me tinha comido, muito embora andasse cheio de vontade de o fazer, mas adorava (adora!) saber-me dar a outros, e muitas “paciências” tocou à custa disso! Aquilo divertia-me como ainda me diverte hoje. Nunca fui uma moça auto-suficiente no que respeita a sexo, mas acho piada aos homens que se conseguem bastar a si próprios, nem que para isso tenham de ter ajuda de alguns condimentos picantes, como era o caso do meu novo namorado, e actual marido. E um dia, para o compensar talvez da abstinência do meu corpo, perguntei-lhe se ele não gostaria de me ver fodendo com um homem. Foi como perguntar ao cego se quer ver. Sua pila empinou-se de imediato sobre o fecho das calças de ganga, seus olhos brilharam:
- Adoraria! – foi a resposta pronta. Os clientes que me solicitavam vinham de carro, e ou me levavam para uma pensão das que alugavam quartos à hora, ou serviam-se do veículo para me foder lá dentro, depois de me conduzirem a um local discreto das redondezas. Não dava pois para o Rui me espiar quando estivesse com um deles. O melhor seria com um engate de acaso. E lembrando-me que o namorado da Tita não se importava que ela se prostituísse, mas não admitia saber que ela fodesse por fora, extra-profissionalmente, com outro que não ele, resolvi ser mazinha:
- Pois bem, vou-te conceder tal desejo. Mas encara isto como outra lição de submissão minha. Mesmo andando contigo, sou livre de foder com quem quiser, cliente ou não, certo? - não queria que ele pensasse que eu me ia exibir só para lhe agradar. O coração feminino tem destas coisas, ainda para mais se está apaixonado.
- E quando me vais dar esse gosto, Sandrinha?
- Agora! Mas para isso, é melhor que não estejas aqui sentado comigo. Espantas a caça!
Eram umas cinco da tarde, de finais de Novembro. Não estava frio, mas caía a noite. Estávamos no andar de cima do Clepsidra (ou Clép, para abreviar), e o movimento era quase nulo, apenas meia dúzia de clientes no andar de baixo. O Clép, frequentado sobretudo por estudantes da Universidade, era pouco iluminado, e devido ao fraco movimento as luzes do andar onde estávamos encontravam-se quase todas apagadas. Como não possuía serviço às mesas, quem quisesse tomar alguma coisa, deslocava-se ao balcão, e encomendava pagando no acto. Além disso o mobiliário do Clép era composto por compridos bancos e mesas de madeira, como os das antigas tabernas portuguesas. Aconselhei-o a meter-se debaixo de uma, junto à parede, pois ali ninguém o veria, e ele me poderia ver, pois tudo se passaria naquele espaço, e o Rui assim fez completamente entesado. Lancei então os olhos para o andar de baixo. O empregado fumava um cigarro no balcão, duas moças numa mesa conversavam, três africanos encontravam-se numa outra mesa ao canto, numa posição pouco acessível ao meu ângulo visual. De onde estava apenas via um único cliente sozinho, e este felizmente do sexo masculino. E para dizer a verdade, nada de deitar fora. Cerca de 1,75 metros, ombros largos, cabelo sobre o comprido, preto, uma carinha bonita, mas máscula. Simplesmente estava debruçado sobre um nutrido calhamaço, e não deitava os olhos para mim. Foi quando pegou num cigarro e o acendeu, que me proporcionou um pretexto para o abordar. Disse ao Rui para se deixar estar, desci e pedi-lhe um cigarro. Tinha um ar algo malandro, o que era bom para o que pretendia. Quando o estava tirando do maço para mo dar, eu postada à sua frente, deixei que minha mão acariciasse suavemente minha rata por cima da saia. Ele arregalou os olhos, incrédulo, e deu-me o cigarro. Agarrei nele, o rapaz pegou no isqueiro, eu antes de o levar à boca para aceitar o lume, sempre com os olhos fitos nele com um ar de riso, passei-o agora onde tinha passado a mão, simulando os movimentos do coito, agradeci-lhe e virei-lhe as costas. O isco estava lançado, restava ver se o peixe mordia, embora minha experiência me diga que tratando-se de peixe macho, morde sempre.
E mordeu. Subi as escadas e desta vez sentei-me numa mesa mais à frente, junto à grade, para ele me ver melhor, e pude constatar que o rapaz já não prolongava a atenção muito tempo no livro, mas antes passara a olhar constantemente para mim, ainda que procurando que os restantes presentes não notassem. Ainda bem que sabia ser discreto! Eu então, toda malandra e oferecida, puxei a saia para cima, exibindo-lhe uma cuequinha branca que afastei para o lado, sem a tirar, e pus-me descaradamente a afagar meu grelinho, e a introduzir nele os dedos, masturbando-me, enquanto passava a língua nos meus lábios. Depois encostei-me mais para trás no assento, e comecei a rebolar-me neles, como se estivesse procurando atingir o orgasmo. O empregado estava agora na mesa dos africanos, e só se lhe viam as costas. Na verdade eu sentia minha coninha humedecer, e imaginava o estado que deveria estar o Rui. Só esperava que o aluno de Engenharia - era um livro de resistência dos materiais que ele estava lendo – não fosse como meu namorado, e se limitasse a ficar ali vendo-me tocando, se não eu acabaria vindo-me mesmo. Mas não foi isso que aconteceu. Vendo-me assim tão carente, o desconhecido cuidando que lhe estava saindo a sorte grande, achou que deveria oferecer-me os seus préstimos de macho latino, e acalmar meus calores. Fechou o livro que devia estar a achar agora muito maçudo, e subiu. Notei que o Rui se encolheu mais, mas o rapaz cujo pau volumoso já começava a revelar-se no relevo das calças, nem para os lados olhou. Não o deixei dizer nada. Fui ao seu encontro, e acariciei-lhe a silhueta do caralho, abrindo a mão para lhe sentir a textura dos colhões sob as calças, mas não o beijei. Deu para perceber que ele tinha tudo grande. Melhor!
- És sempre assim? – perguntou-me.
- Só quando estou cheia de tesão, como agora – respondi-lhe - Mas não gosto de fazer com os dedos. Prefiro uma coisa destas, autêntica. Tem é de estar lavada.
O WC era mesmo ali ao lado. Com a porta aberta ele fez xixi, e abrindo a torneira do lavatório eu mesma lhe lavei a pila para que Rui visse. Era uma pila com uns 17 centímetros de comprimento, e uns 5 ou 6 de grossura, não circuncidada, mas cujo prepúcio se retraía facilmente expondo a cabeçona vermelha, e bem mais grossa que o restante tronco. Em seguida lavei minha parreca conforme pude, muito embora ali não desse muito jeito, e a boca. Já que Rui ia ficar assistindo era bom que visse tudo. Oral era algo que ele nunca provara, nem vira provar.
- Se ninguém nos interromper, não haverá problema – garantiu-me – Tiro-te o tesão todo por hoje.
Isso íamos nós ver!
Encostados na porta de entrada da casa de banho, aperceber-nos-ìamos se alguém viesse subindo, e só teríamos de nos enfiar num lavabo, permitindo igualmente que Rui nos visse na perfeição. Jorge, era esse seu nome, apoiou as costas na parede, e eu deixando-me escorregar no seu corpo, ajoelhei-me e com a cabeça chegada ao seu baixo ventre, puxei-lhe os tomates para fora, e enquanto o ia punheteando, lambi-os. Seu caralho estava agora cada vez mais duro com os meus movimentos, libertando filamentos viscosos de esporra,e por pura descaradez comecei a esfregá-lo na minha cara. Jorge começava a ter dificuldades em se manter ali de pé.
- Chupa-me a pila! – pediu-me então ele. E o seu rosto vermelho denotava o estado de tesão que minha boca lhe deixara.
-Quero um 69!– exigi, por meu turno. É certo que naquele ambiente não dispúnhamos de todo o tempo do mundo para darmos a nossa cambalhota à vontade, mas não queria por nada dispensar-lhe de me fazer um linguado. Além disso ocorrera-me que se Ri estava camuflado, nós deitados num dos bancos laterais seriamos igualmente invisíveis na penumbra a alguém que subisse para ir à casinha. O problema era se alguém se lembrava de abancar numa mesa, mas isso logo se veria. Ele não pareceu gostar muito da ideia, mesmo tendo-me visto a lavar a pita, mas não disse que não. Também se o tivesse dito, a foda acabava ali para grande desgosto do meu namorado, que comparado comigo pouco mais era do que virgem.
Deitados então num dos bancos, ele por cima de mim, meio ocultos pela mesa respectiva, na parede oposta àquela onde se dissimulava Rui, baixei então completamente as calças ao Jorge, depois de ter levantado a camisa, e tirado os seios para fora. Pedi-lhe para me lamber e trincar docemente as mamas,e principiei a fazer-lhe o broche, enquanto minhas mãos brincavam nos tomates dele. Senti-os cheios, iam proporcionar-me uma boa esporradela, como aliás o prometia a quantidade de langonha com que seu caralho, mesmo sem se ter vindo ainda, já me atapetara a língua, só com a brochada que lhe estava fazendo. De vez em quando, sua piroca dava um estremeção mais violento, e Jorge retinha por momentos a respiração procurando reter a vontade de se vir. Mas estava-se a aguentar, e tudo indicava que iria cumprir a promessa de me tirar o calor. Nessas ocasiões passava-lhe a língua na abertura da cabeça, completamente descoberta, lambia-lhe a esporra até ela ficar limpa, lamentando que a luminosidade não permitisse a Rui ver claramente tudo aquilo, e apertava-a levemente com os dentes, procurando conter-lhe a pressão. Mas também eu estava tão tesa como ele, apesar de tudo aquilo ter começado com uma brincadeira. A língua do Jorge nas minhas mamas, operava em mim as mesmas maravilhas que minha boca na sua pila e colhões. Além disso, como desde que lavara a pomba não voltara a vestir a cueca, ele enfiara suas mãos dentro de minha saia, e com os dedos, bolinando-a, dava-lhe o mesmo tratamento que me vira dar-lhe momentos atrás, quando decidira seduzi-lo. Tinha pena que Rui não fosse capaz de me ver o grelinho, mas esperava que ele se estivesse divertindo tanto como eu, e estivesse tocando uma segóvia. A língua de Jorge começara a atacar-me o grelo.
- Está toda húmida! – observou meu parceiro. Eu sabia. Não duvidava nada que sua boca estivesse igualmente coberta de meu suco.
- Não te disse, que estava cheia de tesão?
Ouvimos passos. Era um dos africanos que precisava de aliviar a bexiga. Entrou no WC sem nos ver, ouvimo-lo mijar, deixando escapar um sonoro peido de quem se julga sozinho, mas que se devia ter ouvido no andar de baixo, e saiu descendo as escadas, igualmente sem nos ver. Compreendemos que nos deveríamos despachar, ou podíamos correr o risco de ter de terminar antes de chegado o momento do clímax.
- Mete-me a pila agora cá dentro! – pedi-lhe.
- É para já fofinha!- Sentei-me encostada à parede, Jorge levantou-se e ficou em pé, com as calças ainda completamente em baixo, seu cu encostado à mesa. Puxei então minha saia ao chão, e fiquei tal como ele nua da cintura para baixo, de pernas abertas, na beirada do banco. Jorge esfregou ainda meu clítoris, arreganhou meus lábios para que meu buraquinho ficasse mais acessível, levantei minhas pernas o mais que podia tentando alcançar-lhe os ombros, e eu própria introduzi seu caralho na minha cona. Ahh! Que bom!
- Anda! Dá-me com força!
Jorge levantou mais minhas pernas, e começou-me a socar com todo o denodo enquanto me apalpava as coxas. Minhas mãos voltavam de novo a acariciar-lhe os tomates, e não queriam largá-los.
- Oh, sim! É assim mesmo que gosto! – dizia ele, ainda que tentando silenciar ao máximo suas palavras – Não há nada que me dê mais tesão do que mexerem-me nos colhões!
- E eu nas mamas! – confessei-lhe. Ele percebeu o que quis dizer, e suas mãos largaram-me as coxas, começando a afagar-me os seios. Oh, sim! Agora sim! Aquilo era o Paraíso. Comecei a gemer de prazer, enquanto a pila dele entrava e saía mais fortemente de dentro de mim. Minhas pernas estavam já totalmente apoiadas nos seus ombros fazendo-me sentir todo o seu tesão, meu cu amparado nos seus joelhos sustinha-o impedindo-o de tombar sobre mim. Se alguém chegasse seríamos agarrados na certa. A cabeça de Rui espreitava agora de debaixo da mesa, completamente de fora para não perder pitada, bastaria Jorge voltar-se para o ver, mas ele tão entretido a comer-me não tinha motivo algum para o fazer.
- Vou-me vir ! – avisou-me ao fim de vários minutos deliciosos.
- Vem-te !- concedi-lhe. E o seu caralho saltitando todo dentro de meu grelinho, uma, duas, três, não sei quantas vezes, começou a soltar seu liquido, cada estremeção uma esporradela quente atingindo-me bem fundo. Mesmo após se ter vindo completamente – seus tomates estavam agora bem mais moles sobre minhas mãos – ainda me socou durante mais algum tempo com a pila, até também eu me ter vindo. Só então o beijei na face, ao que ele correspondeu. A cabeça de Rui desaparecera de novo debaixo da mesa.
Bom, esta foi a primeira satisfação que dei a Rui naquele fim de tarde, outonal. E esta foi exclusivamente visual. A segunda, carnal, aconteceu logo a seguir. Acabados de foder, limpei a esporra que me escorria da vagina com um lenço de papel, fiz o mesmo ao caralho do Jorge, e pedi-lhe para descer primeiro, com a desculpa de que não queria que nos vissem saindo juntos, e ele assim fez. Rui veio ter comigo e beijámo-nos intensamente. Seu caralho latejava debaixo das calças de encontro à minha racha.
- Vais-me deixar fazer-te o mesmo aqui – disse-me então, apalpando-me toda, as suas mãos debaixo da minha saia, tocando-me as partes íntimas. Eu ainda não colocara a cuequinha. – Quero-te comer assim coberta com a esporra dele.
- Tás maluco? – respondi-lhe, num tom de menina bem comportada que adoro exibir nestas alturas – É melhor não brincar demais com a sorte.
- Então, vais-me tocar uma punheta! – impôs-me.
- Ainda não a tocaste, enquanto nos espiavas?
-Estava à tua espera – respondeu-me. Via-se! Mas eu fiz-lhe mais do que isso. Abri-lhe o fecho das calças, tirei-lhe a coisa para fora, e com a boca aberta trombei no seu cacete, infelizmente bem mais pequeno e magro do que o do Jorge. Pela primeira vez, fiz uma trombada ao Rui. Este, excitado como estava com as imagens do espectáculo que executara para ele momentos antes, e com a “fome” com que andava, não tardou muito a vir-se na minha boca. Quando ele acabou de gozar, corri à sanita a cuspir a esporra, e lavar a boca. Quando regressei Rui atirou-me com cara de gozo:
- Ó minha brochista, isso são maneiras de tratar a minha descendência ?!
Rimo-nos, abraçámo-nos e beijámo-nos como dois namorados muito apaixonados, e ficamos ali no maior amasso. Jorge admirado de eu não descer, resolveu subir de novo, talvez com a cavalheiresca ideia de, uma vez que o deixara comer-me, me convidar agora ele para jantar. Imaginem o seu espanto quando me viu naquela esfreganço com Rui. Como não o vira subir, deve ter pensado de onde é que ele poderia ter saído. Olhei para ele, rindo-me, pisquei-lhe um olho, Rui fez-lhe o mesmo, julgo que ele então deve ter percebido tudo. Abanou a cabeça, e desceu. Vi-o muitas vezes depois disso. Sorria-lhe, e ele também, em especial se estivesse com o Rui. Mas nunca mais nos falámos, nem fodemos um com o outro.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:31
0
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
SAFADEZAS DE UMA MENINA ADOLESCENTE
sábado, 26 de junho de 2010
VIOLAÇÃO COLECTIVA NO CHOUPAL
Ainda não namorava com o Rui, pois este por timidez não se tinha declarado. Mas eu que lhe percebia muito bem as intenções, e como meu coração batesse igualmente mais forte na sua presença, saía muitas vezes com ele à noite ainda que com manifesto prejuízo das minhas finanças, uma vez que nessas saídas com ele (sem sexo) não angariava clientes. Naquela noite, estivéramos ambos na Clepsidra, um bar com ambiente rústico junto às Escadas Monumentais, muito frequentado por estudantes como nós, bebendo uns copos com amigos. Quando saímos era meia-noite, e começara a chover. Não muito, mas uma chuva miudinha, e persistente. Rui ofereceu-se para me acompanhar a casa, mas como ele não morava para os meus lados, e eu afinal era uma menina da vida (embora ele não o soubesse totalmente, então), habituada a cirandar na noite (Coimbra era aliás uma pacata cidade de província), disse-lhe que era escusado, e despedimo-nos com um beijo de bons amigos.
Não havia muita gente na rua, e ao passar em frente à cantina da Associação Académica, passou por mim um carro, com três indivíduos dentro. Não reparei direito na marca, mas parecera-me que o condutor olhara na minha direcção e comentara qualquer coisa com os outros ocupantes do veículo. Ocupada porém em proteger-me daquela “chuva molha tolos,” não liguei. Atravessei a rua em direcção ao amplo passeio central da Pç. da República, e quando estou chegando à outra extremidade, um FIAT 127 branco, de 3 portas, que eu nem associei fosse o mesmo que se cruzara momentos antes por mim, pára ao meu lado, e o condutor, um rapaz pouco mais velho que eu, bonitão, abrindo o vidro perguntou-me para onde ia. Embora não soubesse a identidade dele, conhecia-o de vista, da cantina, do Bar da Associação, de frequentar o Café Moçambique… Coimbra é um meio pequeno. Sabia que era um estudante como eu. Disse-lhe que ia para a Nicolau Chanterenne, onde morei muitos anos, que era ainda um pouco longe da Praça indo a pé. Ainda para mais com aquela chuva teimosa e fria.
- Eu vou passar lá – disse-me ele, então – Se quiseres fugir da chuva, entra.
Havia gente à porta do Café Mandarim, o rapaz estava sozinho, eu tinha a roupa molhada, não desconfiando de nada entrei. Ele arrancou, dizendo-me que uma rapariga não deveria andar àquelas horas sozinha na rua, pois poderia ser confundida com alguma leviana. O seu hálito indicava que estivera bebendo um pouco mais da conta. Percebi perfeitamente a mensagem. Ao seu comentário paternalista, ir-se-ia seguir uma mãozinha na minha perna, uma insinuação maliciosa, um convite para uma queca. Estava contudo longe de imaginar o que realmente ia acontecer.
Preparava-me para lhe responder educadamente que aceitara e agradecia a boleia, mas não as suas preocupações, quando na esquina da Antero de Quental, junto a uma casa sob cuja varanda se encontravam abrigados dois outros jovens, o motor foi abaixo.
- Puta que pariu o carro! – praguejou ele – Está-se sempre a ir abaixo!
O veículo não era novo, a noite estava fria, não me surpreendi que o automóvel tivesse gripado. Mas nesse momento, enquanto ele dava de novo à chave tentando pô-lo a trabalhar, ou pelo menos eu assim o pensava, vejo que os dois desconhecidos, saíam a correr do abrigo da varanda, em direcção ao FIAT, e antes que tivesse percebido claramente o que se estava a passar, ou tivesse tido discernimento para esboçar qualquer defesa, um eles abriu de rompante a porta do meu lado, e me apontou uma arma branca ao pescoço. Parecia um filme americano! Foi tudo tão de repente, que nem tive tempo de ter medo.
- Caladinha, minha puta! – intimou-me, com um odor igualmente intenso a álcool - Se não faço-te a barba, nesse pescocinho lindo, o que seria uma pena. Para o banco de trás, rápido! E tu, arranca!
Não se via ninguém! Sempre com o frio do aço encostado às carótidas, lá passei para o assento traseiro, enquanto o que me dera boleia punha agora o carro a trabalhar, e arrancava na perfeição. Acho que estupefacta, demorei algum tempo a perceber o que estava acontecendo. O rapaz da navalha sentou-se ao meu lado, enquanto o seu companheiro se acomodou no lugar onde eu estivera, mas com a cabeça voltada para mim. Inicialmente ainda pensei que o dono do FIAT estivesse tal como eu, alheio a tudo, mas agora percebia que a boleia fora uma cilada, e que a “pane” do veículo fora inventada para os deixar entrar. Como não tinha grande dinheiro, nem família rica a quem pedir resgate, e como também não sou nem parva, nem inocente, percebi facilmente o que pretendiam de mim.
- As mãos no regaço, gordinha! – mandou-me. Coloquei as mãos entrelaçadas no meu colo, e o rapaz da frente, agarrando-as amarrou-as fortemente com o cinto que tirou das calças. O motorista então falou:
- Ó Daniel, ainda te vão cair as calças quando sairmos!
- Ai vão, vão! E não vão ser só as minhas! - e riram-se. Minhas suposições estavam certas. Os três mânfios estavam mesmo pensando em me violar. E na situação em que estava não via modo de o evitar. Eu já fora violada muitas vezes por meu padrinho, mas a esse eu conhecia-o, e ele embora me tivesse batido, nunca me apontara uma naifa. Senti então medo. Violar-me-iam apenas? O motorista voltou a falar, desta vez para mim:
- Nós sabemos bem quem tu és. És a Sandra, aluna de Direito, não és? Sabemos bem que já fodeste com os alunos de uma república inteira. Até te chamavam a puta da república de***. E também sabemos bem como ganhas a vida. Abrindo as pernas a quem te paga, não é? Pois bem, nós não temos dinheiro para te pagar, mas andamos todos já há alguns dias com os colhões cheios, e precisamos de esvaziá-los. O teu pito não vai estranhar de apanhar com três pirocas, pois não? Naquela vez na república apanhaste com mais uma, e não te queixaste, segundo consta.
E voltaram a rir-se.
Eu conservava-me calada. Aquela história tinha quase três anos, mas os cabrões ainda se lembravam dela. O carro mudou de direcção, rumou pelas ruas desertas da cidade, onde agora a chuva caía com mais intensidade, e tomou o caminho do Choupal, tão cantado no fado de Coimbra como lugar de eleição dos amores clandestinos dos estudantes, mas nunca de nenhuma violação como a que nessa noite ali ocorreu. Naquele cenário bucólico parou bem no meio da mata, precisamente num local onde poucos dias antes eu estivera noutro carro, a foder com um cliente por uma nota de mil escudos, ou uma “milena” como se dizia na altura (5 euros, no câmbio actual). Não se via vivalma, apenas ao fundo o reflexo prateado das águas do Mondego.
- Vamos minha puta! – disse-me um deles – Vais levar uma pilada que não vais esquecer tão cedo. Se bem que histórias de piladas deve ser o que tens mais - os meus leitores que digam se é, ou não, verdade. Eu falei então.
- Não têm vergonha do que me vão fazer? Que raio de homens são vocês que não arranjam mulheres que vos deixem lá ir? Não têm irmãs?
Os três riram-se, e um respondeu-me.
- Aqui o único que tem irmãs, é o Zé. (o condutor). Mas ele não se importa muito com isso, pois não?
Este confirmou.
- E bem boa! E se ela fosse uma puta como tu, que já fodeu com os gajos todos de uma república, fazia-lhe o mesmo que vamos fazer a ti.
- Toca uma punheta! - atirei-lhe eu.
- A gente gosta mais de ir ao pito!- mais gargalhadas.
– Então, vai ao da tua irmã, e deixa-me em paz!
- É o teu que está aqui, não é o dela!
O indivíduo que me amarrara as mãos, o Daniel, baixou-me então a saia e a calcinha, puxou-me a camisola pela cabeça, desapertou-me a camisa, e tirou-me as mamas para fora, que esfregou deliciado. As mamas são o meu ponto erógeno por excelência, e apesar do drama que estava vivendo, não consegui evitar que os marmelos ficassem duros, e a minha ratinha começasse a humedecer.
- É mesmo puta! – comentou – Olhem como ela gosta! Nem usa sutiã! Mas tem umas mamocas grandinhas, bem bonitas, não haja dúvidas! E quantos pentelhos ela tem! Parece um matagal!
Todos quiseram ver minha pentelheira e minhas mamas. Afastaram-me as pernas, acenderam a luz do carro para verem melhor minha parreca, rindo-se muito nem sei de quê, levando-me a perguntar-lhes chistosamente, se matulões daquele tamanho nunca tinham visto nenhuma anteriormente. Eles passeando as mãos e os dedos no meu entre-pernas aberto, por vezes metendo lá os dedos, gozavam-me dizendo que eu tinha cona de puta. Os vidros fechados, estavam completamente embaciados. Meus pulsos doíam de estarem amarrados. Eu, quando vejo que as coisas não têm remédio procuro sempre tirar algum proveito da situação de modo a não sofrer tanto, principalmente se o assunto é sexo, e confesso que aqueles seus toques estavam-me a deixar receptiva para a bordoada que iria levar a seguir. Mas humilhada por saber que me achavam presa fácil devido ao meu part-time, não me apetecia ser comida por nenhum dos três, quanto mais de todos em conjunto. E procurei enternecê-los, atitude que uma mulher em vias de ser violada, nunca deve fazer.
- Por favor, rapazes, não me façam isso! - pedi-lhes numa voz o mais suplicante possível, capaz de enternecer as pedras da calçada, embora soubesse que homens com os colhões cheios não são muito de se deixar enternecer - Eu faço-vos um broche e vocês vão dormir aliviados.
Risada geral.
- Vais-nos fazer um broche, sim, pois parece que os fazes bem feitos! – Até isso eles sabiam! Coimbra era mesmo um meio pequeno!- Mas queremos tratamento completo. Boca e pito! Se nos fizesses apenas uma mamada aos três, não ias gozar nada, e não queremos que isso aconteça, pois não meninos?
Pelos vistos, eles queriam que eu gozasse! Só lhes faltava exigir que lhes agradecesse por me violarem!
Os três baixaram as calças, e ficaram nus da cintura para baixo, mostrando-me os seus piçalhos tesos. Ainda bem que estava com as mãos atadas, assim não teria de ser eu a fazê-lo. Zé e o que me amarrara eram bem abonados, só o da faca, de quem na altura não cheguei a saber o nome, mas que vim a saber depois ser o Toni, é que tinha uma grila bem mais pequena, muito parecida com a do R. Até a chapeleta era estreita. Também era o único que ainda não o tinha de pé, e o único que não era circuncidado (reparo sempre nestas coisas). Aprecio órgãos compridos e avantajados, mas naquele cenário, sabendo que ia ser penetrada por eles, e imaginando o estado que me iriam deixar no final, eu teria apreciado mais se eles fossem todos bem minguados.
- Mostra quanto vales de boca! – exigiram.
O que me tinha amarrado, mais o que me dera a boleia, e que também já saltara para o assento traseiro, colocaram os seus cacetes em minha boca, ao mesmo tempo. Por precaução, um deles pegou na arma branca e encostara-ma novamente na minha garganta.
- Se trincares, mando-te para o Inferno hoje mesmo – ameaçou. E não duvido que ma tivesse espetado mesmo, impossibilitando-me de estar hoje aqui a contar como foi. Daniel corroborou a intenção de atentar contra a minha integridade física, no caso de eu me armar em difícil.
- Se nos mordes a piça, ó rameira, juro que te enfio o macaco de mudar as rodas do carro, pela cona acima, até ele te sair pelo cu. E então é que tu não voltas a foder com ninguém!
Era preferível fazer umas chupadelas, mesmo contrariada e forçada, do que ficar sem pescoço, ou com a rata arrombada para sempre. Abri a boca, e engoli aquelas duas pirocas. Comecei a chupá-las, sabiam a mijo. Interrompi as mamadas:
- Podiam ao menos ter lavado a pila!
- Cala-te e continua a chupar!
E eu continuei, embora aqueles dois caralhos me atravancassem a boca toda. Os dois exultavam.
-Sempre sonhei ter uma gaja a chupar-me a minha piça, e a dos meus amigos – dizia o Zé – E tu, vais ficar aí a tocar ao bicho a ver se te cresce a piça?
Na verdade Toni, o da pila pequena, limitava-se a manuseá-la com as mãos em vez de meter, mas não se podia dizer que estivesse mesmo tocando ao bicho. Estava certamente “tentando fazer crescer a piça”.
- Eu não sou paneleiro como vocês! Não gosto de ver minha piça misturada com outras!
A verdade porém era que ali no assento traseiro, eu não teria grande espaço para abocanhar outra piroca. Em todo o caso, mesmo com as mãos amarradas à frente, suguei-as até à garganta, enquanto as acariciava com a língua, procurando fazer com que eles se esporrassem, chupando-as como se o estivesse fazendo a dois amantes. Eu estava excitada, acreditava que se os satisfizesse eles não me fariam mal, mas achava que seria suficiente ser comida pelo pila pequena, que não parecia interessado em meter enquanto eles ali estivessem. Acho que o teria conseguido não fosse eles estar bêbados. Os dois deliraram e encheram-me a boca de esperma, embora não devessem ter muita experiência em serem chupados, pois nem me exigiram que lhes lambesse os tomates. Mas a navalha esteve sempre no meu pescoço, mesmo quando o broche estava a ser mais intenso. Quando sentiram o cacete bem melado, retiraram-no fora.
-O que esta puta quer, é que a gente se venha, para não nos dar a cona. Mas não tens sorte, porque mesmo que isso acontecesse tínhamos tesão para te dar outra!
Eu duvidava! Como parara praticamente de chover, e eles tivessem receio que fosse difícil possuir-me naquele espaço apertado, em especial se eu me rebelasse, abriram a porta do lado do motorista, e mandaram-me sair totalmente nua. Argumentei que estava frio, e me iria constipar, mas eles galhofaram:
- A gente já te vai aquecer!
E aqueceram, não haja dúvidas! Mandaram-me ajoelhar, meus joelhos ficaram sujos de lama, os braços esticados para a frente foram desamarrados, e amarrados em redor do assento do carro. Iam-me comer por trás, á cão, estava-se mesmo a ver. Só esperava que não me fossem ao cu!
Zé como proprietário do carro, reclamou o direito de ser o primeiro a foder-me, o que lhe foi concedido.
- Vocês vão ver como um homem fode uma puta – vangloriou-se. Alguém alertou que poderia chegar alguém, e eu aproveitar para berrar, mas o Zé disse não haver esse perigo.
- Amordaçámos-lhe a boca, e ela não solta um pio!
Já fizera sexo com clientes amarrada, quando trabalhava na vida em Amesterdão, mas nunca me tinham amordaçado. Minha calcinha foi usada para me tapar a boca. Foi o Daniel, o homem dos nós, quem ma colocou metendo-a bem dentro da boca, pressionando-me a língua. Eu não podia emitir qualquer som, e aquela mordaça sufocando-me e obrigando-me a respirar quase exclusivamente pelo nariz, era mais incómoda que a posição em que me tinham colocado. Eu só esperava que tudo aquilo terminasse o mais rápido possível, e me deixassem ir embora em paz, mas não sabia se isso ia acontecer.
Zé esfregou o cacete na entrada do meu grelinho Estava duro como um tronco, apesar dele não estar muito sóbrio, e deixou-me a entrada bem melada antes de mo enfiar completamente. Felizmente teve a boa ideia de colocar as suas mãos no meu peito, como gosto quando estou a ser penetrada, e enquanto me estocava acariciava-me os biquinhos dos mamilos, deixando-me com mais tesão ainda. Comecei a rebolar-me naquele pau deixando-me ir e vir nele, como se estivesse fodendo normalmente. Já que não ia ter jeito mesmo, mais valia que eu tentasse igualmente aproveitar aquela foda inesperada, procurando gozar o melhor possível. Eles notaram.
- Eu não lhes dizia? Olhem como ela gosta de apanhar com piroca.! Esta gaja é mesmo uma “tirolira”!
Não era só isso. Facilitando a penetração, doía-me menos. Os outros começaram a reclamar:
- Despacha-te, ó Zé! Não temos a noite toda, e também queremos lá ir. Ou estás a procurar fazer com que a gaja se venha?
Mas o Zé não tinha pressa, e ainda ficou ali no entra e sai bastante tempo. E eu que quando tudo começou não queria que tivesse acontecido, com aquelas mãos acariciando-me as partes erógenas, acabei por me vir antes dele. Umas lambidelas na gruta, uma boa esfregadela nas mamas, e um caralho na minha parreca e eu venho-me sempre. Quando ele finalmente se esporrou abundantemente, Daniel que foi o segundo, pegou em minha saia, e limpou com ela a esporra que me começara a escorrer, e em seguida agarrando-me pelos quadris, penetrou-me com prazer. Seu caralho era grande e grosso. Mas lambuzada como estava entrou facilmente em mim, até ao saco. O piça pequena não aguentava mais, só pedia para o outro se despachar, mas este também não tinha pressa. Dizia ele, e com razão, que estas coisas devem ser feitas com todo o vagar. Mas aquele precisava de se entreter enquanto aguardava a vez.
- Vais-me fazer um broche enquanto apanhas no pito! - disse-me, exibindo a faca que meu segundo violador tinha pousado. - E ai de ti que me trinques a gaita, ou comeces a gritar!
Abriu a porta do lado do passageiro, tirou-me a mordaça (que alívio!), e sentando-se no banco com as pernas abertas entre minha cabeça, mandou que o chupasse. Mas este percebia mais de sexo oral do que os companheiros, apesar das pequenas dimensões do seu instrumento de prazer, pois exigiu que minha língua começasse por passear-lhe nos balões antes de subir e abocanhar o pilau. Daniel apertou-me o pescoço enquanto eu fazia a mamada ao amigo, dando-me a entender o que me aconteceria se porventura cerrasse os dentes. Quando este soltou o esguicho quente, o que tinha o caralho na minha boca, tirou-o, saltou para trás de mim, limpou-me igualmente com a saia, e enfiou-o assim ensalivado e “langonhado” na minha racha íntima. Ninguém se preocupou com a SIDA, pois no inicio dos anos 80, as notícias da doença eram as que nos chegavam da América. Em Portugal poucos tinham noção que ela também acabaria por chegar cá. Eu estava toda dorida, com os joelhos esfolados, de tanto rasparem na terra enquanto me socavam a pita. Felizmente eu fizera uma boa chupadela no meu último abusador, e este ao fim de pouco tempo, menos do que qualquer um dos outros, vinha-se. Também pude perceber que a quantidade de esperma foi bem menor do que a dos outros, o que não me surpreendeu pois os seus tomates eram mais pequenos. O Zé, que tirara uma lata de cerveja da mala, e estivera bebendo-a, meteu-se com ele:
- Já?! Se fores sempre assim, não dará prazer nenhum quando estiveres a foder uma mulher a sério!
Se eu lá por ser puta em part-time, não era uma mulher a sério, então o que era? Doeu-me a observação, mais do que levar com os três. Apesar de tudo eu satisfizera-os! Mas tive a minha vingança. Zé para lhe demonstrar que era um autêntico macho, pretendeu dar-me outra pilada. Estremeci. Para aquela noite já chegava! Seu piçalho esfregava-se no meu cu e na minha coninha, mas estava murcho, e não parecia querer entrar. Com as mãos, ele masturbava-se furiosamente dizendo já ter dado duas seguidas, mas a coisa estava irremediavelmente em ponto morto. Foi a vez dos outros o gozarem:
- Estás bêbado, Zé, já não consegues ter mais tesão hoje!
Ele pareceu convencer-se, ainda que despeitado. Suspirei de alívio, mas voltei a sentir medo. Um homem assim humilhado na sua masculinidade pode tornar-se perigoso. Felizmente voltara a chover forte, e os três correram para o veículo puxando as calças para cima, deixando-me ali nua pois as minhas vestes estavam no assento traseiro do FIAT. Era só o que me faltava, acabar a noite abandonada no Choupal, longe de casa, tendo de voltar sem roupa! Ainda me arriscava a ser de novo violada.
-Por favor, rapazes! – voltei a suplicar-lhes – não me deixem aqui, pelo menos sem roupa! Se me deixam neste estado, vou ter de contar o que se passou quando alguém me encontrar.
Foi este argumento que os convenceu. Deixaram-me na Guerra Junqueiro, a poucos metros de casa.
No dia seguinte, ao almoço na cantina, contei a Rui as peripécias da noite anterior. Ele indignado aconselhou-me ir à polícia apresentar queixa, mas recusei-me. Hoje, como advogada, aconselho as vítimas de estupro a fazê-lo antes de qualquer coisa, mas com 22 anos, e sendo uma moça de moral duvidosa, queria lá passar por um inquérito da Justiça! Mas reparei que o piçalho dele ficou saliente no fecho das calças. Constatei com agrado que o Rui tinha vocação para cornudo, já que o facto de saber que eu apanhara doutros, mesmo forçada, o deixava com tesão. Sexualmente Rui era muito menos experiente do que eu, e pelo tamanho dos dedos não devia ser muito abonado de pendentes. Mas nesse dia decidi que quando ele me pedisse namoro, eu o aceitaria devido a essa propensão. Nunca poderia aceitar um homem que me quisesse em exclusivo apenas para ele, por mais que nossos corações batessem um pelo outro.
Não havia muita gente na rua, e ao passar em frente à cantina da Associação Académica, passou por mim um carro, com três indivíduos dentro. Não reparei direito na marca, mas parecera-me que o condutor olhara na minha direcção e comentara qualquer coisa com os outros ocupantes do veículo. Ocupada porém em proteger-me daquela “chuva molha tolos,” não liguei. Atravessei a rua em direcção ao amplo passeio central da Pç. da República, e quando estou chegando à outra extremidade, um FIAT 127 branco, de 3 portas, que eu nem associei fosse o mesmo que se cruzara momentos antes por mim, pára ao meu lado, e o condutor, um rapaz pouco mais velho que eu, bonitão, abrindo o vidro perguntou-me para onde ia. Embora não soubesse a identidade dele, conhecia-o de vista, da cantina, do Bar da Associação, de frequentar o Café Moçambique… Coimbra é um meio pequeno. Sabia que era um estudante como eu. Disse-lhe que ia para a Nicolau Chanterenne, onde morei muitos anos, que era ainda um pouco longe da Praça indo a pé. Ainda para mais com aquela chuva teimosa e fria.
- Eu vou passar lá – disse-me ele, então – Se quiseres fugir da chuva, entra.
Havia gente à porta do Café Mandarim, o rapaz estava sozinho, eu tinha a roupa molhada, não desconfiando de nada entrei. Ele arrancou, dizendo-me que uma rapariga não deveria andar àquelas horas sozinha na rua, pois poderia ser confundida com alguma leviana. O seu hálito indicava que estivera bebendo um pouco mais da conta. Percebi perfeitamente a mensagem. Ao seu comentário paternalista, ir-se-ia seguir uma mãozinha na minha perna, uma insinuação maliciosa, um convite para uma queca. Estava contudo longe de imaginar o que realmente ia acontecer.
Preparava-me para lhe responder educadamente que aceitara e agradecia a boleia, mas não as suas preocupações, quando na esquina da Antero de Quental, junto a uma casa sob cuja varanda se encontravam abrigados dois outros jovens, o motor foi abaixo.
- Puta que pariu o carro! – praguejou ele – Está-se sempre a ir abaixo!
O veículo não era novo, a noite estava fria, não me surpreendi que o automóvel tivesse gripado. Mas nesse momento, enquanto ele dava de novo à chave tentando pô-lo a trabalhar, ou pelo menos eu assim o pensava, vejo que os dois desconhecidos, saíam a correr do abrigo da varanda, em direcção ao FIAT, e antes que tivesse percebido claramente o que se estava a passar, ou tivesse tido discernimento para esboçar qualquer defesa, um eles abriu de rompante a porta do meu lado, e me apontou uma arma branca ao pescoço. Parecia um filme americano! Foi tudo tão de repente, que nem tive tempo de ter medo.
- Caladinha, minha puta! – intimou-me, com um odor igualmente intenso a álcool - Se não faço-te a barba, nesse pescocinho lindo, o que seria uma pena. Para o banco de trás, rápido! E tu, arranca!
Não se via ninguém! Sempre com o frio do aço encostado às carótidas, lá passei para o assento traseiro, enquanto o que me dera boleia punha agora o carro a trabalhar, e arrancava na perfeição. Acho que estupefacta, demorei algum tempo a perceber o que estava acontecendo. O rapaz da navalha sentou-se ao meu lado, enquanto o seu companheiro se acomodou no lugar onde eu estivera, mas com a cabeça voltada para mim. Inicialmente ainda pensei que o dono do FIAT estivesse tal como eu, alheio a tudo, mas agora percebia que a boleia fora uma cilada, e que a “pane” do veículo fora inventada para os deixar entrar. Como não tinha grande dinheiro, nem família rica a quem pedir resgate, e como também não sou nem parva, nem inocente, percebi facilmente o que pretendiam de mim.
- As mãos no regaço, gordinha! – mandou-me. Coloquei as mãos entrelaçadas no meu colo, e o rapaz da frente, agarrando-as amarrou-as fortemente com o cinto que tirou das calças. O motorista então falou:
- Ó Daniel, ainda te vão cair as calças quando sairmos!
- Ai vão, vão! E não vão ser só as minhas! - e riram-se. Minhas suposições estavam certas. Os três mânfios estavam mesmo pensando em me violar. E na situação em que estava não via modo de o evitar. Eu já fora violada muitas vezes por meu padrinho, mas a esse eu conhecia-o, e ele embora me tivesse batido, nunca me apontara uma naifa. Senti então medo. Violar-me-iam apenas? O motorista voltou a falar, desta vez para mim:
- Nós sabemos bem quem tu és. És a Sandra, aluna de Direito, não és? Sabemos bem que já fodeste com os alunos de uma república inteira. Até te chamavam a puta da república de***. E também sabemos bem como ganhas a vida. Abrindo as pernas a quem te paga, não é? Pois bem, nós não temos dinheiro para te pagar, mas andamos todos já há alguns dias com os colhões cheios, e precisamos de esvaziá-los. O teu pito não vai estranhar de apanhar com três pirocas, pois não? Naquela vez na república apanhaste com mais uma, e não te queixaste, segundo consta.
E voltaram a rir-se.
Eu conservava-me calada. Aquela história tinha quase três anos, mas os cabrões ainda se lembravam dela. O carro mudou de direcção, rumou pelas ruas desertas da cidade, onde agora a chuva caía com mais intensidade, e tomou o caminho do Choupal, tão cantado no fado de Coimbra como lugar de eleição dos amores clandestinos dos estudantes, mas nunca de nenhuma violação como a que nessa noite ali ocorreu. Naquele cenário bucólico parou bem no meio da mata, precisamente num local onde poucos dias antes eu estivera noutro carro, a foder com um cliente por uma nota de mil escudos, ou uma “milena” como se dizia na altura (5 euros, no câmbio actual). Não se via vivalma, apenas ao fundo o reflexo prateado das águas do Mondego.
- Vamos minha puta! – disse-me um deles – Vais levar uma pilada que não vais esquecer tão cedo. Se bem que histórias de piladas deve ser o que tens mais - os meus leitores que digam se é, ou não, verdade. Eu falei então.
- Não têm vergonha do que me vão fazer? Que raio de homens são vocês que não arranjam mulheres que vos deixem lá ir? Não têm irmãs?
Os três riram-se, e um respondeu-me.
- Aqui o único que tem irmãs, é o Zé. (o condutor). Mas ele não se importa muito com isso, pois não?
Este confirmou.
- E bem boa! E se ela fosse uma puta como tu, que já fodeu com os gajos todos de uma república, fazia-lhe o mesmo que vamos fazer a ti.
- Toca uma punheta! - atirei-lhe eu.
- A gente gosta mais de ir ao pito!- mais gargalhadas.
– Então, vai ao da tua irmã, e deixa-me em paz!
- É o teu que está aqui, não é o dela!
O indivíduo que me amarrara as mãos, o Daniel, baixou-me então a saia e a calcinha, puxou-me a camisola pela cabeça, desapertou-me a camisa, e tirou-me as mamas para fora, que esfregou deliciado. As mamas são o meu ponto erógeno por excelência, e apesar do drama que estava vivendo, não consegui evitar que os marmelos ficassem duros, e a minha ratinha começasse a humedecer.
- É mesmo puta! – comentou – Olhem como ela gosta! Nem usa sutiã! Mas tem umas mamocas grandinhas, bem bonitas, não haja dúvidas! E quantos pentelhos ela tem! Parece um matagal!
Todos quiseram ver minha pentelheira e minhas mamas. Afastaram-me as pernas, acenderam a luz do carro para verem melhor minha parreca, rindo-se muito nem sei de quê, levando-me a perguntar-lhes chistosamente, se matulões daquele tamanho nunca tinham visto nenhuma anteriormente. Eles passeando as mãos e os dedos no meu entre-pernas aberto, por vezes metendo lá os dedos, gozavam-me dizendo que eu tinha cona de puta. Os vidros fechados, estavam completamente embaciados. Meus pulsos doíam de estarem amarrados. Eu, quando vejo que as coisas não têm remédio procuro sempre tirar algum proveito da situação de modo a não sofrer tanto, principalmente se o assunto é sexo, e confesso que aqueles seus toques estavam-me a deixar receptiva para a bordoada que iria levar a seguir. Mas humilhada por saber que me achavam presa fácil devido ao meu part-time, não me apetecia ser comida por nenhum dos três, quanto mais de todos em conjunto. E procurei enternecê-los, atitude que uma mulher em vias de ser violada, nunca deve fazer.
- Por favor, rapazes, não me façam isso! - pedi-lhes numa voz o mais suplicante possível, capaz de enternecer as pedras da calçada, embora soubesse que homens com os colhões cheios não são muito de se deixar enternecer - Eu faço-vos um broche e vocês vão dormir aliviados.
Risada geral.
- Vais-nos fazer um broche, sim, pois parece que os fazes bem feitos! – Até isso eles sabiam! Coimbra era mesmo um meio pequeno!- Mas queremos tratamento completo. Boca e pito! Se nos fizesses apenas uma mamada aos três, não ias gozar nada, e não queremos que isso aconteça, pois não meninos?
Pelos vistos, eles queriam que eu gozasse! Só lhes faltava exigir que lhes agradecesse por me violarem!
Os três baixaram as calças, e ficaram nus da cintura para baixo, mostrando-me os seus piçalhos tesos. Ainda bem que estava com as mãos atadas, assim não teria de ser eu a fazê-lo. Zé e o que me amarrara eram bem abonados, só o da faca, de quem na altura não cheguei a saber o nome, mas que vim a saber depois ser o Toni, é que tinha uma grila bem mais pequena, muito parecida com a do R. Até a chapeleta era estreita. Também era o único que ainda não o tinha de pé, e o único que não era circuncidado (reparo sempre nestas coisas). Aprecio órgãos compridos e avantajados, mas naquele cenário, sabendo que ia ser penetrada por eles, e imaginando o estado que me iriam deixar no final, eu teria apreciado mais se eles fossem todos bem minguados.
- Mostra quanto vales de boca! – exigiram.
O que me tinha amarrado, mais o que me dera a boleia, e que também já saltara para o assento traseiro, colocaram os seus cacetes em minha boca, ao mesmo tempo. Por precaução, um deles pegou na arma branca e encostara-ma novamente na minha garganta.
- Se trincares, mando-te para o Inferno hoje mesmo – ameaçou. E não duvido que ma tivesse espetado mesmo, impossibilitando-me de estar hoje aqui a contar como foi. Daniel corroborou a intenção de atentar contra a minha integridade física, no caso de eu me armar em difícil.
- Se nos mordes a piça, ó rameira, juro que te enfio o macaco de mudar as rodas do carro, pela cona acima, até ele te sair pelo cu. E então é que tu não voltas a foder com ninguém!
Era preferível fazer umas chupadelas, mesmo contrariada e forçada, do que ficar sem pescoço, ou com a rata arrombada para sempre. Abri a boca, e engoli aquelas duas pirocas. Comecei a chupá-las, sabiam a mijo. Interrompi as mamadas:
- Podiam ao menos ter lavado a pila!
- Cala-te e continua a chupar!
E eu continuei, embora aqueles dois caralhos me atravancassem a boca toda. Os dois exultavam.
-Sempre sonhei ter uma gaja a chupar-me a minha piça, e a dos meus amigos – dizia o Zé – E tu, vais ficar aí a tocar ao bicho a ver se te cresce a piça?
Na verdade Toni, o da pila pequena, limitava-se a manuseá-la com as mãos em vez de meter, mas não se podia dizer que estivesse mesmo tocando ao bicho. Estava certamente “tentando fazer crescer a piça”.
- Eu não sou paneleiro como vocês! Não gosto de ver minha piça misturada com outras!
A verdade porém era que ali no assento traseiro, eu não teria grande espaço para abocanhar outra piroca. Em todo o caso, mesmo com as mãos amarradas à frente, suguei-as até à garganta, enquanto as acariciava com a língua, procurando fazer com que eles se esporrassem, chupando-as como se o estivesse fazendo a dois amantes. Eu estava excitada, acreditava que se os satisfizesse eles não me fariam mal, mas achava que seria suficiente ser comida pelo pila pequena, que não parecia interessado em meter enquanto eles ali estivessem. Acho que o teria conseguido não fosse eles estar bêbados. Os dois deliraram e encheram-me a boca de esperma, embora não devessem ter muita experiência em serem chupados, pois nem me exigiram que lhes lambesse os tomates. Mas a navalha esteve sempre no meu pescoço, mesmo quando o broche estava a ser mais intenso. Quando sentiram o cacete bem melado, retiraram-no fora.
-O que esta puta quer, é que a gente se venha, para não nos dar a cona. Mas não tens sorte, porque mesmo que isso acontecesse tínhamos tesão para te dar outra!
Eu duvidava! Como parara praticamente de chover, e eles tivessem receio que fosse difícil possuir-me naquele espaço apertado, em especial se eu me rebelasse, abriram a porta do lado do motorista, e mandaram-me sair totalmente nua. Argumentei que estava frio, e me iria constipar, mas eles galhofaram:
- A gente já te vai aquecer!
E aqueceram, não haja dúvidas! Mandaram-me ajoelhar, meus joelhos ficaram sujos de lama, os braços esticados para a frente foram desamarrados, e amarrados em redor do assento do carro. Iam-me comer por trás, á cão, estava-se mesmo a ver. Só esperava que não me fossem ao cu!
Zé como proprietário do carro, reclamou o direito de ser o primeiro a foder-me, o que lhe foi concedido.
- Vocês vão ver como um homem fode uma puta – vangloriou-se. Alguém alertou que poderia chegar alguém, e eu aproveitar para berrar, mas o Zé disse não haver esse perigo.
- Amordaçámos-lhe a boca, e ela não solta um pio!
Já fizera sexo com clientes amarrada, quando trabalhava na vida em Amesterdão, mas nunca me tinham amordaçado. Minha calcinha foi usada para me tapar a boca. Foi o Daniel, o homem dos nós, quem ma colocou metendo-a bem dentro da boca, pressionando-me a língua. Eu não podia emitir qualquer som, e aquela mordaça sufocando-me e obrigando-me a respirar quase exclusivamente pelo nariz, era mais incómoda que a posição em que me tinham colocado. Eu só esperava que tudo aquilo terminasse o mais rápido possível, e me deixassem ir embora em paz, mas não sabia se isso ia acontecer.
Zé esfregou o cacete na entrada do meu grelinho Estava duro como um tronco, apesar dele não estar muito sóbrio, e deixou-me a entrada bem melada antes de mo enfiar completamente. Felizmente teve a boa ideia de colocar as suas mãos no meu peito, como gosto quando estou a ser penetrada, e enquanto me estocava acariciava-me os biquinhos dos mamilos, deixando-me com mais tesão ainda. Comecei a rebolar-me naquele pau deixando-me ir e vir nele, como se estivesse fodendo normalmente. Já que não ia ter jeito mesmo, mais valia que eu tentasse igualmente aproveitar aquela foda inesperada, procurando gozar o melhor possível. Eles notaram.
- Eu não lhes dizia? Olhem como ela gosta de apanhar com piroca.! Esta gaja é mesmo uma “tirolira”!
Não era só isso. Facilitando a penetração, doía-me menos. Os outros começaram a reclamar:
- Despacha-te, ó Zé! Não temos a noite toda, e também queremos lá ir. Ou estás a procurar fazer com que a gaja se venha?
Mas o Zé não tinha pressa, e ainda ficou ali no entra e sai bastante tempo. E eu que quando tudo começou não queria que tivesse acontecido, com aquelas mãos acariciando-me as partes erógenas, acabei por me vir antes dele. Umas lambidelas na gruta, uma boa esfregadela nas mamas, e um caralho na minha parreca e eu venho-me sempre. Quando ele finalmente se esporrou abundantemente, Daniel que foi o segundo, pegou em minha saia, e limpou com ela a esporra que me começara a escorrer, e em seguida agarrando-me pelos quadris, penetrou-me com prazer. Seu caralho era grande e grosso. Mas lambuzada como estava entrou facilmente em mim, até ao saco. O piça pequena não aguentava mais, só pedia para o outro se despachar, mas este também não tinha pressa. Dizia ele, e com razão, que estas coisas devem ser feitas com todo o vagar. Mas aquele precisava de se entreter enquanto aguardava a vez.
- Vais-me fazer um broche enquanto apanhas no pito! - disse-me, exibindo a faca que meu segundo violador tinha pousado. - E ai de ti que me trinques a gaita, ou comeces a gritar!
Abriu a porta do lado do passageiro, tirou-me a mordaça (que alívio!), e sentando-se no banco com as pernas abertas entre minha cabeça, mandou que o chupasse. Mas este percebia mais de sexo oral do que os companheiros, apesar das pequenas dimensões do seu instrumento de prazer, pois exigiu que minha língua começasse por passear-lhe nos balões antes de subir e abocanhar o pilau. Daniel apertou-me o pescoço enquanto eu fazia a mamada ao amigo, dando-me a entender o que me aconteceria se porventura cerrasse os dentes. Quando este soltou o esguicho quente, o que tinha o caralho na minha boca, tirou-o, saltou para trás de mim, limpou-me igualmente com a saia, e enfiou-o assim ensalivado e “langonhado” na minha racha íntima. Ninguém se preocupou com a SIDA, pois no inicio dos anos 80, as notícias da doença eram as que nos chegavam da América. Em Portugal poucos tinham noção que ela também acabaria por chegar cá. Eu estava toda dorida, com os joelhos esfolados, de tanto rasparem na terra enquanto me socavam a pita. Felizmente eu fizera uma boa chupadela no meu último abusador, e este ao fim de pouco tempo, menos do que qualquer um dos outros, vinha-se. Também pude perceber que a quantidade de esperma foi bem menor do que a dos outros, o que não me surpreendeu pois os seus tomates eram mais pequenos. O Zé, que tirara uma lata de cerveja da mala, e estivera bebendo-a, meteu-se com ele:
- Já?! Se fores sempre assim, não dará prazer nenhum quando estiveres a foder uma mulher a sério!
Se eu lá por ser puta em part-time, não era uma mulher a sério, então o que era? Doeu-me a observação, mais do que levar com os três. Apesar de tudo eu satisfizera-os! Mas tive a minha vingança. Zé para lhe demonstrar que era um autêntico macho, pretendeu dar-me outra pilada. Estremeci. Para aquela noite já chegava! Seu piçalho esfregava-se no meu cu e na minha coninha, mas estava murcho, e não parecia querer entrar. Com as mãos, ele masturbava-se furiosamente dizendo já ter dado duas seguidas, mas a coisa estava irremediavelmente em ponto morto. Foi a vez dos outros o gozarem:
- Estás bêbado, Zé, já não consegues ter mais tesão hoje!
Ele pareceu convencer-se, ainda que despeitado. Suspirei de alívio, mas voltei a sentir medo. Um homem assim humilhado na sua masculinidade pode tornar-se perigoso. Felizmente voltara a chover forte, e os três correram para o veículo puxando as calças para cima, deixando-me ali nua pois as minhas vestes estavam no assento traseiro do FIAT. Era só o que me faltava, acabar a noite abandonada no Choupal, longe de casa, tendo de voltar sem roupa! Ainda me arriscava a ser de novo violada.
-Por favor, rapazes! – voltei a suplicar-lhes – não me deixem aqui, pelo menos sem roupa! Se me deixam neste estado, vou ter de contar o que se passou quando alguém me encontrar.
Foi este argumento que os convenceu. Deixaram-me na Guerra Junqueiro, a poucos metros de casa.
No dia seguinte, ao almoço na cantina, contei a Rui as peripécias da noite anterior. Ele indignado aconselhou-me ir à polícia apresentar queixa, mas recusei-me. Hoje, como advogada, aconselho as vítimas de estupro a fazê-lo antes de qualquer coisa, mas com 22 anos, e sendo uma moça de moral duvidosa, queria lá passar por um inquérito da Justiça! Mas reparei que o piçalho dele ficou saliente no fecho das calças. Constatei com agrado que o Rui tinha vocação para cornudo, já que o facto de saber que eu apanhara doutros, mesmo forçada, o deixava com tesão. Sexualmente Rui era muito menos experiente do que eu, e pelo tamanho dos dedos não devia ser muito abonado de pendentes. Mas nesse dia decidi que quando ele me pedisse namoro, eu o aceitaria devido a essa propensão. Nunca poderia aceitar um homem que me quisesse em exclusivo apenas para ele, por mais que nossos corações batessem um pelo outro.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
07:59
0
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
SEXO FORÇADO
CONFISSÔES POÉTICAS DE UMA PUTA
Os ovos de meu marido
Muito pequeninos são.
Como não é bem servido
Não basta ao meu tesão.
Meu marido tem palito
Meu amante tem pauzão.
Ao segundo dou o pito
Ao primeiro dei a mão.
Gosto muito de foder
Com homem bem abonado
Meu marido só de ver
Fica de pau levantado.
Só cornudos eu desejo
Só cornudos eu venero
Porque o que mais ensejo
É foder com quem bem quero.
Um par de cornos na testa
Não fica mal a ninguém.
Sendo a pila modesta
Pôr-lhe galhos sabe bem.
Mesmo as mulheres discretas
Devem ter um amante.
Tendo elas duas frestas
Porque não outro piçante?
Meu tio me violou
Era eu adolescente.
Seu pau q’os três me tirou
Ainda trago na mente.
Era bem grande e grosso
Minha rata consolou.
Belo pau delicioso
Que em nova me tomou.
Belo pau delicioso
Que em nova me tomou!
Pau de homem vicioso
Fez a puta que eu sou.
Puta sim assumo ser
Isso não me incomoda.
Já fui paga pra foder
Não gozei menos a foda.
Quem pagou pra me comer
Ao meu pito se rendeu.
Não deixa de ser mulher
Quem no bordel se vendeu.
A cona que me comeram
Deu-me de comer a mim.
Muitos homens me foderam
Minha vida foi assim.
A Coimbra fui ter
Com a conta descoberta.
Como podia viver
Sem ser de perna aberta?
Uma amiga me provou
Nascer rica a mulher.
A racha que lhe calhou
É tesouro a render.
No corpo duma mulher
Toda fenda é usada.
As de baixo pra foder
A de cima prá mamada.
Em casa de estudantes
As pregas do cu perdi
Quando um de meus amantes
Também me meteu aí.
Esse amante traí
E paguei como rameira.
Na cozinha me despi
E dei prá malta inteira.
Caralhos mil provei
E de toda a condição.
Uns com coroa de rei
Outro só com um colhão.
No duche d’um estádio
Big caralho meti
Vinte seis o seu tamanho
Com que prazer o lambi!
Minha cona muito dada
Já levou tantas piladas
Que a piça mal formada
Nem me bate nas beiradas.
Nesse Choupal dos poetas
Cantado p’la tradição
Apanhei nas duas gretas
Sem poder dizer que não.
Na Europa me vendi
Num bordel de eleição.
Numa montra m’ exibi
Co’as putas d’Amesterdão.
Minhas leitosas mamocas
Também foram aleitadas
Com o sémen das pirocas
Fazendo espanholadas.
Dois abortos provoquei
Três crianças eu pari.
C’um piça curta casei
Mas com seu leite m’enchi.
A pila de meu corninho
Vive n’adversidade.
Vê-me foder c’ o vizinho
Num cinto de castidade.
O meu filho é tarado
Por filmes porno na NET.
Tem o pilau esfolado
Das punhetas pois não mete.
Minha filha é safada
Já levou com o tição.
Aos quinze desvirginada
Sabe mais que o irmão.
E fodida pela vida
Enrabada pela sorte
C’a língua estendida
Faço minetes à morte.
Venha lá o que vier
Levo tudo a sorrir.
Sou puta até morrer
E puta me quero ir.
Muito pequeninos são.
Como não é bem servido
Não basta ao meu tesão.
Meu marido tem palito
Meu amante tem pauzão.
Ao segundo dou o pito
Ao primeiro dei a mão.
Gosto muito de foder
Com homem bem abonado
Meu marido só de ver
Fica de pau levantado.
Só cornudos eu desejo
Só cornudos eu venero
Porque o que mais ensejo
É foder com quem bem quero.
Um par de cornos na testa
Não fica mal a ninguém.
Sendo a pila modesta
Pôr-lhe galhos sabe bem.
Mesmo as mulheres discretas
Devem ter um amante.
Tendo elas duas frestas
Porque não outro piçante?
Meu tio me violou
Era eu adolescente.
Seu pau q’os três me tirou
Ainda trago na mente.
Era bem grande e grosso
Minha rata consolou.
Belo pau delicioso
Que em nova me tomou.
Belo pau delicioso
Que em nova me tomou!
Pau de homem vicioso
Fez a puta que eu sou.
Puta sim assumo ser
Isso não me incomoda.
Já fui paga pra foder
Não gozei menos a foda.
Quem pagou pra me comer
Ao meu pito se rendeu.
Não deixa de ser mulher
Quem no bordel se vendeu.
A cona que me comeram
Deu-me de comer a mim.
Muitos homens me foderam
Minha vida foi assim.
A Coimbra fui ter
Com a conta descoberta.
Como podia viver
Sem ser de perna aberta?
Uma amiga me provou
Nascer rica a mulher.
A racha que lhe calhou
É tesouro a render.
No corpo duma mulher
Toda fenda é usada.
As de baixo pra foder
A de cima prá mamada.
Em casa de estudantes
As pregas do cu perdi
Quando um de meus amantes
Também me meteu aí.
Esse amante traí
E paguei como rameira.
Na cozinha me despi
E dei prá malta inteira.
Caralhos mil provei
E de toda a condição.
Uns com coroa de rei
Outro só com um colhão.
No duche d’um estádio
Big caralho meti
Vinte seis o seu tamanho
Com que prazer o lambi!
Minha cona muito dada
Já levou tantas piladas
Que a piça mal formada
Nem me bate nas beiradas.
Nesse Choupal dos poetas
Cantado p’la tradição
Apanhei nas duas gretas
Sem poder dizer que não.
Na Europa me vendi
Num bordel de eleição.
Numa montra m’ exibi
Co’as putas d’Amesterdão.
Minhas leitosas mamocas
Também foram aleitadas
Com o sémen das pirocas
Fazendo espanholadas.
Dois abortos provoquei
Três crianças eu pari.
C’um piça curta casei
Mas com seu leite m’enchi.
A pila de meu corninho
Vive n’adversidade.
Vê-me foder c’ o vizinho
Num cinto de castidade.
O meu filho é tarado
Por filmes porno na NET.
Tem o pilau esfolado
Das punhetas pois não mete.
Minha filha é safada
Já levou com o tição.
Aos quinze desvirginada
Sabe mais que o irmão.
E fodida pela vida
Enrabada pela sorte
C’a língua estendida
Faço minetes à morte.
Venha lá o que vier
Levo tudo a sorrir.
Sou puta até morrer
E puta me quero ir.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
07:18
3
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
QUADRAS POPULARES
domingo, 20 de junho de 2010
O PROFESSOR QUE NÃO TINHA TESÃO
Nos meus tempos de estudante prostituta em Coimbra tive um cliente, assistente universitário, que só se entesava depois de umas boas chicotadas após o que fodia que nem um galifão. Certo dia no Bar da Faculdade de Direito apresentou-me um seu colega de pouco mais de 40 anos e bem vestido, professor convidado de uma outra faculdade. Disse-me andar ele interessado em requisitar os serviços de uma moça de costumes largos, tipo topa tudo, e pelo que conhecia de mim achava ser eu a moça indicada pelo que me queria apresentar a ele. O professor convidado, de quem já ouvira falar como uma autoridade na sua matéria, contudo não achou ser aquele o sítio indicado para me explicar o que pretendia de mim e por isso nessa noite encontrámo-nos num café da Rua da Sofia.
Nessa época ainda nem se falava em Viagra e o professor explicou-me então ser impotente sempre que tentava pôr-se numa mulher, embora conseguisse ejacular vendo e humilhando verbal e fisicamente um casal transando. Disse-me ser bem dotado de genitais e que por isso tinha preferência por um homem com eles curtos, apresentando tendências masoquistas que não se importasse de apanhar. Tal descrição assentava que nem uma luva no meu namorado corninho, Rui, e por isso lhe disse ter o parceiro ideal para executar tal fantasia, manso e com um pirilau tão curtinho que mais parecia o de um eunuco, desde que me pagasse os mesmos três contos de reis que o seu colega do chicote me pagava por tal sessão, já que ia ser uma fantasia algo pesada. O novo cliente aceitou o preço e Rui que já participara comigo em algumas transas com clientes discretos, deixando-me o pagamento integralmente para mim pois que nunca aceitou receber nada pelo seu desempenho, sabendo que ainda por cima ele é quem me iria montar às custas do outro, aceitou igualmente após o cliente nos ter dado a sua palavra de honra de não revelar a ninguém o tamanho dos genitais do meu namorado, coisa que então Rui não gostava de ver divulgada publicamente, tanta vergonha sentia de ser tão diminuído de pau e bagos.
O encontro deu-se na vivenda arrendada onde morava só, numa artéria tranquila muito procurada pelos professores universitários, o que me tranquilizou. Tomei logo o dinheiro como qualquer puta sabe se deve começar por fazer e o professor levou-nos para a cave onde estava montada ao centro uma mesa com correntes, e um chicote de cabedal com tiras. Também não faltavam cordas pelo chão e como ele me prevenira que também eu gemeria de dor não tive dúvidas que ele iria usar aqueles instrumentos de domínio em ambos, perspectiva que confesso não me agradou muito.
- É bom que tenhas mesmo uma piça muito curta – disse voltando-se para Rui – doutro modo vou-te pôr para correr todo nu. E agora rápido, dispam-se os dois.
Bom, o perigo de Rui ser posto para fora, peladão, não existia pois que meu corninho tem a pila mais curta da Terra, digo-o eu que já perdi a conta às que vi. Despimo-nos e de facto quando o professor viu o bastãozito de meu acompanhante, ainda murcho e bastante apontado para o chão já que não se sentira estimulado o suficiente, não deixou de expressar seu regozijo por o ver tão mal servido.
- A tua amiga que é puta é que pode dizer se alguma vez viu caralho tão curto como esse. Quando lhe pedi para arranjar uma piça pequena nunca pensei que conseguisse arranjar uma assim tão desprovida de tamanho. Fantástico! Ora levanta lá esse bocadinho de piça para te vermos os colhões. Pois, bem me parecia. Esses não são colhões de homem que fode. Mirrados como os apresentas só podes ser impotente. Diz lá, piça curta, tu tens tesão?
Rui dizia-lhe que sim mas o professor respondia-lhe que anatomicamente não só era impossível como se o tivesse não seria capaz de satisfazer mulher alguma. Podia-lhe ter respondido mas conservei-me calada pois o cliente sem nada me perguntar mandara-me que o despisse a si integralmente e eu obedeci-lhe até o deixar nu. Seu cacete não era circuncidado mas era enorme e moreno como o resto do corpo, o que me pareceu indício do doutor praticar nudismo regularmente, e muito embora estivesse murcho era bem mais grosso que o do meu meia pila que vendo-me despindo o sujeito se começara a entesar.
- Faz-lhe umas festas, rapariga, e vê se as tuas mãos e a tua boca me conseguem pôr a verga em pé, que te pago a dobrar se o conseguires – disse-me ele e eu comecei a acariciar-lhe o saco avantajado enquanto lhe mamava na piroca. Podia perfeitamente sentir que de facto apesar de o professor ter uns instrumentais bastante generosos seu caralho era mole como o de um menino e parecia incapaz de uma erecção por mais que me esforçasse por ganhar os 100% de gorjeta que me prometera. Rui pelo contrário, que o melhor sexo que lhe posso fornecer é oferecer favores sexuais a outro na sua presença, estava agora com o palito totalmente insuflado e a cabecinha a ficar melada. O professor vendo-o parece ter decidido dar-nos uma lição sobre a evolução das espécies pois lhe disse:
- Como é que tu consegues ter tesão com o bocadito com que nasceste e eu não apesar de possuir instrumentos bem maiores que os teus e ter uma boazona a chupar-mos, se já desde os tempos de Darwin se sabe que o tamanho de um órgão varia consoante a finalidade para a qual ele foi concebido e o tamanho do teu não pode ser concebido para foder?
Nenhum de nós tinha resposta para aquilo nem estava interessado nela mas ele empunhando uma corda amarrou os pulsos de Rui de maneira a cobrir-lhe os genitais e pela primeira vez nas minhas aventuras com ele senti-lhe medo pois o seu pauzinho voltara a murchar. O professor ficou contente vendo-o brochando e passou a ponta da corda por um aro que só então reparei existir no tecto e que voltaria a encontrar muitas mais vezes pela vida fora com pessoal que curte sadô. Mostrando ser um homem forte, o professor de currículo científico invejável esticou Rui ao máximo por cima da mesa com correntes antes de fixar a corda no pé de um móvel. Rui não estava numa posição nada cómoda mas vê-lo naquela situação de completa submissão excitou-me grandemente o que me fez ficar com os bicos das mamas duros.
- Na mesa, gordinha – mandou-me. Com ambos amarrados a coisa podia dar para o torno se o sujeito fosse mesmo tarado mas ele fora-me apresentado por um cliente de confiança e além disso lia-lhe nos olhos um gozo incontrolável de ver até onde eu estava disposta a ir, pelo que subi para a mesa onde me colocou uma corrente em volta do pescoço impedindo-me de o erguer, outra nos braços abertos como numa cruz e ao redor do ventre e dos tornozelos obrigando-me a ficar de pernas abertas.
- Já vais ver o que eu faço aos órgãos de prazer de uma puta que inspira tesão a um piça curta como esse aí mas não o consegue fazer a um homem de material portentoso como eu. E já que a minha tora não te serve, vou-te mostrar de que maneira a reduzida piroca do teu cornudo te há-de servir a ti.
O professor impotente pegou então em vários clips de escritório mas grandes e muito mais grossos do que os normais e entreteve-se durante largos minutos a colocarmos dolorosamente nos mamilos e ao longo do corpo das mamas, perfeitamente indiferente aos gemidos que ia soltando. A pele das mamas estava toda esticada e a pressão dos clips não era nada agradável.
- Cala-te, puta, se gritas muito alto amordaço os dois e então as coisas vão ficar piores – mas não era fácil silenciar os gemidos tanto mais que naquela altura eu apresentava algumas dúvidas sobre se teria feito a coisa certa aceitando aquele engate, afinal homem impotente não precisa de ir às putas, não é mesmo? Ele entretanto não tendo mais espaço onde colocar clips nas minhas mamas passara agora a ocupar-se do meu grelo.
- Oh, grelinho aberto de puta – comentava contemplando-o e acariciando-me os lábios que suavemente ia abrindo para os lados – oh, grelinho de mulher que nunca fui capaz de provar apesar do meu bastão de macho, e onde esse meia piça deve estar cheio de meter. Cona malvada que vou castigar, como castigarei a ridícula pilinha que te anda a comer.
Não adiantava argumentar que nós não tínhamos culpa disso, nem que Rui não me comia assim tantas vezes como ele pensava porque o professor piça mole tendo já pegado num grampo metálico recurvado com um aro ajustável na ponta que tratou de me fixar na coxa para não sair do sítio, enfiou-mo na abertura da parreca arreganhando- me o lábio superior direito pois foi por esse lado que começou. Gemi mais intensamente pois aquilo era algo doloroso mas também por ter percebido que era isso que ele queria. Rui que nunca gostou de me maltratar expressou sua indignação por aquilo e estou certa que se não estivesse amarrado teria reagido mais energicamente. Mas o professor mandando-o calar procedia a idêntica operação na parte inferior do lábio.
- Vou-te deixar a cona toda aberta como deve estar a cona de uma verdadeira puta que até para um piça curta é capaz de dar – dizia-nos ele, voltando-se agora para o meu lábio esquerdo e cravando nele mais dois daqueles grampos, em cima e em baixo – e tu vais ver como te vai saber bem comer-lhe a cona assim aberta.
No entanto, nem com tudo aquilo o caralho dele subia e eu duvidava que fosse alguma vez capaz de pô-lo em pé. Quando me colocou os quatro grampos deixando-me os lábios todos abertos como a corola de uma rosa com o olho do meu grelinho sobressaindo no meio deles, sempre insultando-me, divertiu-se a apertá-los, rindo-se muito de meus gemidos de dor e das expressões enfurecidas de Rui.
- Também te vou fazer gemer, fica descansado, corninho – prometeu-lhe passando agora a apertar-me os clips das mamas, o que me doía ainda mais embora de facto estivesse sendo muito excitante. Fez aquilo longos minutos até se resolver a passar um fio norte na parte de trás de dois clips e sem pudor de espécie alguma atou a extremidade do mesmo na glande de Rui, apertando-a com tal força que a pilinha não circuncidada do meu namorado, com a pele ao penduro parecia mesmo um chouriço ao qual tivessem acabado de enfiar a tripa. Chegara o momento do professor dar uso ao chicote. Felizmente não o ia usar em mim.
- Porta-te como um homem, meio pau de macho – avisou-o – se berrares muito também a tua amiga gordinha o irá sentir bem no meio da pachacha.
Mesmo assim deu-mo a sentir por todo o corpo pois antes de açoitar meu corninho passeou suas tiras e o seu cabo pela minha pele fazendo-me sentir electrificada por ele. Só então é que o começou a descarregar espaçadamente nas costas nuas de Rui ainda que com alguma força. Este gritando e contorcendo-se a cada chicotada ia-me apertando os clips com o fio que trazia amarrado na pila e que também lhe magoava o prepúcio, efeito que deixava o professor felicíssimo. Por vezes Rui mexendo-se com mais força fazia o clip libertar-se do meu mamilo ou da cabeça da pila mas o professor não perdoava e voltava a colocá-lo no sítio. Doeu-me um pouco aquela sessão mas o prazer que me provocou era incomensuravelmente maior do que qualquer dor, em especial quando me apercebi que a pele do corno estava bem vermelha.
- Vês, piça curta – vociferava-lhe o professor chicoteando-o – como eu posso não ter tesão mas te mostro o peso que o meu braço tem?
A piça de Rui nunca deixou de ser curta mas este entusiasmado com as vergastadas estava de novo com ela toda empinada e uma vez que era ele ali o único demonstrando ter tesão eu só queria que me comesse.
Não demorou muito isso a acontecer embora nunca esperasse ser possuída da maneira que fui. Quando o professor achou que bastava de chicotadas baixou a roldana que sustinha Rui de maneira a deixá-lo cair sobre mim.
- Já que estás com a piça tesa aproveita a cona da tua puta e come-a – convidou-o sem me tirar os grampos dos lábios vaginais – Enfia-lhe a pixota no buraquinho que deixei aberto para a tua picinha pequenina porque se lha metesses no buraco inteiro da rata, fininha como é, perdê-la-ias no meio dela.
Não foi fácil metê-la sem a ajuda das mãos pois apesar de Rui ter a pila curta estava bastante excitado e o buraco disponível para meter não era muito. Mas conseguiu enfiá-la com jeito e com a ajuda dos meus movimentos pélvicos procurando facilitar-lhe a entrada. E também a pila do professor começava mostrando finalmente algum entusiasmo. Quando Rui me começou a dar com cuidado para não arranhar o dardo nos grampos o cliente resolveu então utilizar meus serviços para uma das funções que habitualmente os homens buscam nas putas como eu. Embora seu piçalho ainda permanecesse murcho enfiou-mo na boca e nesta segunda chupada que lhe fiz senti-o tomando volume e a ficar leve, sinal que estava armado, até me encher a boca. Mamei-o com gosto mas o professor demonstrou-me não ser bom amante pois se esporrou rapidamente, ainda Rui sanicava meus quadris com gosto, encantado com aquele buraquinho tão apertadinho e inesperado que o estranho professor arranjara para ele meter a sua coisinha.
- Nunca meti a piça numa com assim – disse-me no final, ao que logo lhe respondi algo chateada porque embora tivesse ganho três notas de conto fora a única dos três que não me viera:
- Uma coisa admito, meu querido Rui, nunca vi uma pila que me seduzisse tão pouco para foder como a tua, mas em contrapartida nunca vou conhecer outra que me dê tanto prazer humilhar. E aposto um broche contra um jantar no Zé dos Ossos em como o professor é da mesma opinião.
Ganhei a aposta. Uns dias mais tarde por curiosidade fui assistir a uma aula sua embora ele não leccionasse em Direito. O ar circunspecto e o cuidado vocabulário que empregava faziam duvidar tratar-se do mesmo tarado que só se entesava daquela forma. Mas á saída dela combinámos nova sessão. De facto ninguém melhor que Rui para desempenhar o papel do meia pila.
Nessa época ainda nem se falava em Viagra e o professor explicou-me então ser impotente sempre que tentava pôr-se numa mulher, embora conseguisse ejacular vendo e humilhando verbal e fisicamente um casal transando. Disse-me ser bem dotado de genitais e que por isso tinha preferência por um homem com eles curtos, apresentando tendências masoquistas que não se importasse de apanhar. Tal descrição assentava que nem uma luva no meu namorado corninho, Rui, e por isso lhe disse ter o parceiro ideal para executar tal fantasia, manso e com um pirilau tão curtinho que mais parecia o de um eunuco, desde que me pagasse os mesmos três contos de reis que o seu colega do chicote me pagava por tal sessão, já que ia ser uma fantasia algo pesada. O novo cliente aceitou o preço e Rui que já participara comigo em algumas transas com clientes discretos, deixando-me o pagamento integralmente para mim pois que nunca aceitou receber nada pelo seu desempenho, sabendo que ainda por cima ele é quem me iria montar às custas do outro, aceitou igualmente após o cliente nos ter dado a sua palavra de honra de não revelar a ninguém o tamanho dos genitais do meu namorado, coisa que então Rui não gostava de ver divulgada publicamente, tanta vergonha sentia de ser tão diminuído de pau e bagos.
O encontro deu-se na vivenda arrendada onde morava só, numa artéria tranquila muito procurada pelos professores universitários, o que me tranquilizou. Tomei logo o dinheiro como qualquer puta sabe se deve começar por fazer e o professor levou-nos para a cave onde estava montada ao centro uma mesa com correntes, e um chicote de cabedal com tiras. Também não faltavam cordas pelo chão e como ele me prevenira que também eu gemeria de dor não tive dúvidas que ele iria usar aqueles instrumentos de domínio em ambos, perspectiva que confesso não me agradou muito.
- É bom que tenhas mesmo uma piça muito curta – disse voltando-se para Rui – doutro modo vou-te pôr para correr todo nu. E agora rápido, dispam-se os dois.
Bom, o perigo de Rui ser posto para fora, peladão, não existia pois que meu corninho tem a pila mais curta da Terra, digo-o eu que já perdi a conta às que vi. Despimo-nos e de facto quando o professor viu o bastãozito de meu acompanhante, ainda murcho e bastante apontado para o chão já que não se sentira estimulado o suficiente, não deixou de expressar seu regozijo por o ver tão mal servido.
- A tua amiga que é puta é que pode dizer se alguma vez viu caralho tão curto como esse. Quando lhe pedi para arranjar uma piça pequena nunca pensei que conseguisse arranjar uma assim tão desprovida de tamanho. Fantástico! Ora levanta lá esse bocadinho de piça para te vermos os colhões. Pois, bem me parecia. Esses não são colhões de homem que fode. Mirrados como os apresentas só podes ser impotente. Diz lá, piça curta, tu tens tesão?
Rui dizia-lhe que sim mas o professor respondia-lhe que anatomicamente não só era impossível como se o tivesse não seria capaz de satisfazer mulher alguma. Podia-lhe ter respondido mas conservei-me calada pois o cliente sem nada me perguntar mandara-me que o despisse a si integralmente e eu obedeci-lhe até o deixar nu. Seu cacete não era circuncidado mas era enorme e moreno como o resto do corpo, o que me pareceu indício do doutor praticar nudismo regularmente, e muito embora estivesse murcho era bem mais grosso que o do meu meia pila que vendo-me despindo o sujeito se começara a entesar.
- Faz-lhe umas festas, rapariga, e vê se as tuas mãos e a tua boca me conseguem pôr a verga em pé, que te pago a dobrar se o conseguires – disse-me ele e eu comecei a acariciar-lhe o saco avantajado enquanto lhe mamava na piroca. Podia perfeitamente sentir que de facto apesar de o professor ter uns instrumentais bastante generosos seu caralho era mole como o de um menino e parecia incapaz de uma erecção por mais que me esforçasse por ganhar os 100% de gorjeta que me prometera. Rui pelo contrário, que o melhor sexo que lhe posso fornecer é oferecer favores sexuais a outro na sua presença, estava agora com o palito totalmente insuflado e a cabecinha a ficar melada. O professor vendo-o parece ter decidido dar-nos uma lição sobre a evolução das espécies pois lhe disse:
- Como é que tu consegues ter tesão com o bocadito com que nasceste e eu não apesar de possuir instrumentos bem maiores que os teus e ter uma boazona a chupar-mos, se já desde os tempos de Darwin se sabe que o tamanho de um órgão varia consoante a finalidade para a qual ele foi concebido e o tamanho do teu não pode ser concebido para foder?
Nenhum de nós tinha resposta para aquilo nem estava interessado nela mas ele empunhando uma corda amarrou os pulsos de Rui de maneira a cobrir-lhe os genitais e pela primeira vez nas minhas aventuras com ele senti-lhe medo pois o seu pauzinho voltara a murchar. O professor ficou contente vendo-o brochando e passou a ponta da corda por um aro que só então reparei existir no tecto e que voltaria a encontrar muitas mais vezes pela vida fora com pessoal que curte sadô. Mostrando ser um homem forte, o professor de currículo científico invejável esticou Rui ao máximo por cima da mesa com correntes antes de fixar a corda no pé de um móvel. Rui não estava numa posição nada cómoda mas vê-lo naquela situação de completa submissão excitou-me grandemente o que me fez ficar com os bicos das mamas duros.
- Na mesa, gordinha – mandou-me. Com ambos amarrados a coisa podia dar para o torno se o sujeito fosse mesmo tarado mas ele fora-me apresentado por um cliente de confiança e além disso lia-lhe nos olhos um gozo incontrolável de ver até onde eu estava disposta a ir, pelo que subi para a mesa onde me colocou uma corrente em volta do pescoço impedindo-me de o erguer, outra nos braços abertos como numa cruz e ao redor do ventre e dos tornozelos obrigando-me a ficar de pernas abertas.
- Já vais ver o que eu faço aos órgãos de prazer de uma puta que inspira tesão a um piça curta como esse aí mas não o consegue fazer a um homem de material portentoso como eu. E já que a minha tora não te serve, vou-te mostrar de que maneira a reduzida piroca do teu cornudo te há-de servir a ti.
O professor impotente pegou então em vários clips de escritório mas grandes e muito mais grossos do que os normais e entreteve-se durante largos minutos a colocarmos dolorosamente nos mamilos e ao longo do corpo das mamas, perfeitamente indiferente aos gemidos que ia soltando. A pele das mamas estava toda esticada e a pressão dos clips não era nada agradável.
- Cala-te, puta, se gritas muito alto amordaço os dois e então as coisas vão ficar piores – mas não era fácil silenciar os gemidos tanto mais que naquela altura eu apresentava algumas dúvidas sobre se teria feito a coisa certa aceitando aquele engate, afinal homem impotente não precisa de ir às putas, não é mesmo? Ele entretanto não tendo mais espaço onde colocar clips nas minhas mamas passara agora a ocupar-se do meu grelo.
- Oh, grelinho aberto de puta – comentava contemplando-o e acariciando-me os lábios que suavemente ia abrindo para os lados – oh, grelinho de mulher que nunca fui capaz de provar apesar do meu bastão de macho, e onde esse meia piça deve estar cheio de meter. Cona malvada que vou castigar, como castigarei a ridícula pilinha que te anda a comer.
Não adiantava argumentar que nós não tínhamos culpa disso, nem que Rui não me comia assim tantas vezes como ele pensava porque o professor piça mole tendo já pegado num grampo metálico recurvado com um aro ajustável na ponta que tratou de me fixar na coxa para não sair do sítio, enfiou-mo na abertura da parreca arreganhando- me o lábio superior direito pois foi por esse lado que começou. Gemi mais intensamente pois aquilo era algo doloroso mas também por ter percebido que era isso que ele queria. Rui que nunca gostou de me maltratar expressou sua indignação por aquilo e estou certa que se não estivesse amarrado teria reagido mais energicamente. Mas o professor mandando-o calar procedia a idêntica operação na parte inferior do lábio.
- Vou-te deixar a cona toda aberta como deve estar a cona de uma verdadeira puta que até para um piça curta é capaz de dar – dizia-nos ele, voltando-se agora para o meu lábio esquerdo e cravando nele mais dois daqueles grampos, em cima e em baixo – e tu vais ver como te vai saber bem comer-lhe a cona assim aberta.
No entanto, nem com tudo aquilo o caralho dele subia e eu duvidava que fosse alguma vez capaz de pô-lo em pé. Quando me colocou os quatro grampos deixando-me os lábios todos abertos como a corola de uma rosa com o olho do meu grelinho sobressaindo no meio deles, sempre insultando-me, divertiu-se a apertá-los, rindo-se muito de meus gemidos de dor e das expressões enfurecidas de Rui.
- Também te vou fazer gemer, fica descansado, corninho – prometeu-lhe passando agora a apertar-me os clips das mamas, o que me doía ainda mais embora de facto estivesse sendo muito excitante. Fez aquilo longos minutos até se resolver a passar um fio norte na parte de trás de dois clips e sem pudor de espécie alguma atou a extremidade do mesmo na glande de Rui, apertando-a com tal força que a pilinha não circuncidada do meu namorado, com a pele ao penduro parecia mesmo um chouriço ao qual tivessem acabado de enfiar a tripa. Chegara o momento do professor dar uso ao chicote. Felizmente não o ia usar em mim.
- Porta-te como um homem, meio pau de macho – avisou-o – se berrares muito também a tua amiga gordinha o irá sentir bem no meio da pachacha.
Mesmo assim deu-mo a sentir por todo o corpo pois antes de açoitar meu corninho passeou suas tiras e o seu cabo pela minha pele fazendo-me sentir electrificada por ele. Só então é que o começou a descarregar espaçadamente nas costas nuas de Rui ainda que com alguma força. Este gritando e contorcendo-se a cada chicotada ia-me apertando os clips com o fio que trazia amarrado na pila e que também lhe magoava o prepúcio, efeito que deixava o professor felicíssimo. Por vezes Rui mexendo-se com mais força fazia o clip libertar-se do meu mamilo ou da cabeça da pila mas o professor não perdoava e voltava a colocá-lo no sítio. Doeu-me um pouco aquela sessão mas o prazer que me provocou era incomensuravelmente maior do que qualquer dor, em especial quando me apercebi que a pele do corno estava bem vermelha.
- Vês, piça curta – vociferava-lhe o professor chicoteando-o – como eu posso não ter tesão mas te mostro o peso que o meu braço tem?
A piça de Rui nunca deixou de ser curta mas este entusiasmado com as vergastadas estava de novo com ela toda empinada e uma vez que era ele ali o único demonstrando ter tesão eu só queria que me comesse.
Não demorou muito isso a acontecer embora nunca esperasse ser possuída da maneira que fui. Quando o professor achou que bastava de chicotadas baixou a roldana que sustinha Rui de maneira a deixá-lo cair sobre mim.
- Já que estás com a piça tesa aproveita a cona da tua puta e come-a – convidou-o sem me tirar os grampos dos lábios vaginais – Enfia-lhe a pixota no buraquinho que deixei aberto para a tua picinha pequenina porque se lha metesses no buraco inteiro da rata, fininha como é, perdê-la-ias no meio dela.
Não foi fácil metê-la sem a ajuda das mãos pois apesar de Rui ter a pila curta estava bastante excitado e o buraco disponível para meter não era muito. Mas conseguiu enfiá-la com jeito e com a ajuda dos meus movimentos pélvicos procurando facilitar-lhe a entrada. E também a pila do professor começava mostrando finalmente algum entusiasmo. Quando Rui me começou a dar com cuidado para não arranhar o dardo nos grampos o cliente resolveu então utilizar meus serviços para uma das funções que habitualmente os homens buscam nas putas como eu. Embora seu piçalho ainda permanecesse murcho enfiou-mo na boca e nesta segunda chupada que lhe fiz senti-o tomando volume e a ficar leve, sinal que estava armado, até me encher a boca. Mamei-o com gosto mas o professor demonstrou-me não ser bom amante pois se esporrou rapidamente, ainda Rui sanicava meus quadris com gosto, encantado com aquele buraquinho tão apertadinho e inesperado que o estranho professor arranjara para ele meter a sua coisinha.
- Nunca meti a piça numa com assim – disse-me no final, ao que logo lhe respondi algo chateada porque embora tivesse ganho três notas de conto fora a única dos três que não me viera:
- Uma coisa admito, meu querido Rui, nunca vi uma pila que me seduzisse tão pouco para foder como a tua, mas em contrapartida nunca vou conhecer outra que me dê tanto prazer humilhar. E aposto um broche contra um jantar no Zé dos Ossos em como o professor é da mesma opinião.
Ganhei a aposta. Uns dias mais tarde por curiosidade fui assistir a uma aula sua embora ele não leccionasse em Direito. O ar circunspecto e o cuidado vocabulário que empregava faziam duvidar tratar-se do mesmo tarado que só se entesava daquela forma. Mas á saída dela combinámos nova sessão. De facto ninguém melhor que Rui para desempenhar o papel do meia pila.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
03:32
0
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
SADOMASOQUISMO
UMA NOITE DE PUTA EM COIMBRA
Eu tinha nessa noite aprazado para a uma da manhã um encontro com um dos meus habituais clientes. Rui o meu namoradinho de pilinha curta e hoje meu marido com vocação de corno manso, ficava sempre muito excitado quando me sabia ou me via fodendo com clientes ao ponto de molhar as cuecas, até porque os favores que eu disponibilizava aos outros poucas vezes lhos dava a ele, e nessa noite não foi excepção. Apesar das curtas dimensões o seu pendente teimava em permanecer incontrolado por sobre o fecho das calças, obrigando-o a puxar o mais possível o casaco a fim de procurar cobrir a zona pélvica, e estava farto de me pedir que fossemos ao menos até ao Jardim da Sereia e lhe tocasse uma punheta ou o deixasse aliviar-se nas minhas mamas pois os seus tomates dizia, iam rebentar só de imaginar-me dando para outro dali a poucas horas a troco de duas boas notas de mil. Rui já não despejava há mais de 15 dias mas mesmo assim neguei sua pretensão. Como sempre adorei humilhá-lo, e porque fazê-lo sempre foi para mim o melhor afrodisíaco antes de me entregar a outros homens, em especial na época em que o fazia por dinheiro, como ainda não eram dez e meia da noite e tinha de matar tempo pois não me apetecia tentar outro engate tratei de o conduzir ao Café A.., mesmo no centro de Coimbra. O café estava pouco frequentado, três ou quatro mesas apenas ocupadas mas numa delas achava-se a Tita, aluna universitária como eu e igualmente como eu deitando mão do mesmo recurso de alugar o corpo como meio de ganhar a vida. Ela estava com o namorado Pedro que tal como o Rui aceitava bem a profissão da namorada.
Beijámo-nos e sentámo-nos na mesma mesa. A Tita acabara de transar com um cliente e viera encontrar-se ali com o Pedro. Sem papas na língua dizia ter ainda a calcinha ensopada com a langonha da última foda pois estávamos nos anos 80 e em Portugal mesmo no mundo da prostituição a camisinha ainda não entrara muito. Eu comentei que tinha uma queca marcada para a uma da manhã com F... A nossa conversa excitou mais meu meia pila levando-o a esfregar sua perna na minha perna nua, por baixo da mesa. Seu caralhinho estava agora enchumadíssimo como eu dando-lhe uma olhadela logo vi. Não me admirava nada que dali a instantes o fecho das calças rebentasse e uma chuva de esporra quentinha jorrasse daquela cabecinha pequenina, não circuncidada. Pedro aceitava que a Tita fosse puta para custear os estudos mas não se excitava com isso, mas como a tara do meu machinho fosse de todos eles conhecida, bem como o pouco tamanho do seu pilau, e como me queria igualmente excitar ao máximo antes de me entregar ao cliente dessa noite, não me contive que não chamasse a atenção dos dois para o estado que a nossa conversa estava provocando nele:
- Caramba Rui, basta-te saber que estou esperando cliente para me montar e já não consegues conter o caralho dentro das calças. Por isso é que andas sempre com as cuecas molhadas de leitinho.
A Tita e o Pedro riram-se fazendo o Rui corar e a cruzar as pernas, dizendo que andava com o caralho pingando constantemente por eu ser uma puta mais interessada em satisfazer os outros por dinheiro do que a ele por amor. Respondi-lhe que não podendo desperdiçar as energias com todos, tinha de estabelecer prioridades e estas tinham de ser para quem me dava a vida a ganhar.
- E além disso, Ruizinho meu amor – concluí-lhe – se não fosse eu uma puta quem te iria manter vivos esse lindo par de cornos que trazes na testa, graças ao qual tantas punhetas gostosas tens esgalhado?
Pedro tinha um certo desprezo por Rui por este gostar de ser corno e de satisfazer seu apetite sexual quase exclusivamente à base das esfoladelas manuais. Por isso juntou-se a nós rindo com gosto e ajudando a escarnecer dele. Não falávamos alto mas duas ou três mesas ao nosso lado achava-se um sujeito com aspecto de ainda não ter chegado aos 50 anos mas lá perto, entroncado e de mãos largas e grossas. Coimbra não é uma grande cidade e nós já o víramos antes, inclusivamente naquele café embora fosse muito raro. Eu estava vestida algo provocante, com a minha perna grossinha descoberta até à coxa sempre que a cruzava, pois a mini – saia de ganga que vestia era bem curtinha o que já me valera escutar uns piropos na rua e os olhares dos poucos clientes e dos empregados da casa, que aliás também já conheciam minha má fama de gingeira. Ao cruzar a perna era claramente visível a calcinha branca, muito justa cobrindo-me os contornos das duas entradas, e nos pés calçava umas botas até aos joelhos, pretas. Sabia que o cliente com o qual me iria encontrar à uma gostava de me ver assim e por isso produzira-me mas apercebera-me que a minha imagem e o teor das nossas palavras também estavam despertando o tesão do cliente solitário.
Como disse, não entrei ali com o Rui pensando em engates mas ao ver o interesse daquele sujeito na minha figura confesso que nasceu em mim, como tantas vezes aconteceu, o imediato interesse em foder com ele, nem que fosse de graça. Não porque o achasse super excitante mas porque a ideia de proporcionar ao Rui um par de cornos extra para além daquele que ele já sabia ir apanhar, me pareceu o supra-sumo em termos de humilhação. Tratei assim de continuar a fazer reparos mas já propositadamente para o 5º elemento ouvir, sobre a tara de Rui e sobre a facilidade como o leitinho lhe saía das bolinhas sempre que me sabia estar eu de pernas abertas na pensão de putas da baixinha, ou no banco de trás de um carro no Choupal, e que lhe dava até mais tesão ver-me fodendo com outros homens do que quando se punha em mim.
- Também com uma pilinha assim tão pequenina não admira – reconhecia eu em jeitos de compreensiva – quem não é muito abonado para o acto gosta mais de se consolar à mão, como os rapazinhos, e satisfaz-se mais com as trepadas dos outros do que com as que dá. O Rui gosta tanto de me saber fodendo com outros homens que ultimamente está sempre disposto a fazer-me minetes quando acabo de foder e ainda trago a brecha bem untada com esporra alheia. E nunca nenhuns minetes me sabem tão bem como os que me faz nessas alturas, confesso-vos. Mas é por isso que o amo tanto, apesar de ter a pila e os tomatinhos mais pequenos que já vi.
Os dois não lhe conheciam esta tara de lambedor das ejaculações que os outros me deixavam e pela expressão percebi que ambos a acharam repugnante, embora a Tita tivesse comentado que se o Pedro tivesse a mesma mania ela não teria a pachacha tão pegajosa como trazia naquele momento, o que levou o namorado logo a afirmar que nunca lhe lamberia a parreca com o gosto da esporra de outros.
- Isso é coisa de paneleiros, ou de quem tem a piça frouxa – exclamou com nojo como eu pretendia. Apesar de ir humilhando Rui com tais reparos ia-o beijando na boca e passando-lhe a mão discretamente sobre o volume do fecho das calças pelo que devido ao meu comportamento o caralhinho de Rui não baixava e eu sabia-o controlando-se para não se esporrar todo ali como já acontecera pouco depois de começarmos a namorar, com umas carícias mais ousadas que então lhe fiz. O facto de estarmos sendo escutados e espiados pelo indivíduo da mesa próxima fez Rui ficar mais excitado pois sem procurar disfarçar a sua tara assumiu o que esperava de mim daquela noite: nem mais nem menos que o deixasse esperar na porta da pensão de putas da baixinha que o cliente me aviasse para me conduzir a casa e lhe tocasse então a punheta que nessa noite me recusara sempre fazer. Afinal sendo ele um punhetas como eu dizia, e sendo eu a sua namorada puta que o amava não lhe devia negar a sua fonte de diversão.
- A rua é pública, meu querido meia pila – respondi-lhe – por isso podes esperar onde quiseres enquanto eu estiver a foder. E se quiseres ganhar tempo, se achares que estou demorando muito sempre a podes ir tocando à mão.
Rui disse-me não achar piada nenhuma desde que andava comigo punhetear-se sem a minha presença e levantou-se para ir à casa de banho. Sabia que na esperança de eu lhe tocar uma punheta nunca o pilinhas se masturbaria na casa de banho mas mesmo assim não duvidava que Rui não resistiria enquanto mijava de dar uma esfregadela na pilinha com a mão para a aquecer como ele dizia até à hora de lha tocar eu, pelo que não resisti a dizer-lhe que não se esquecesse que mais de duas sacudidelas é considerado pecado de adolescente, e o que fizesse agora na casa de banho não lhe faria eu depois, o que fez os clientes de outras mesas rirem-se pois o meu comentário fez com que todos se voltassem para nós e lhe vissem o chumaço da bilharda.
Aquilo era mesmo conversa de putas como todos no café se aperceberam e quando Rui entrou na casa de banho logo o sujeito lhe seguiu no encalço. Contou-me pouco depois que estava a mijar no urinol de parede preparando-se de facto para dar umas alisadelas com a mão no pilau teso embora sem intenção de lhe extrair o sumo dos tomates, quando o sujeito chegou. Tirou a piça antes mesmo de chegar ao urinol, e tal como a do Rui esta também estava tesa, só que muito maior e mais grossa do que a dele, a aba totalmente puxada para trás de onde emergia uma cabeçorra vermelha e húmida. O sujeito deu uma espreitadela para o urinol onde Rui mijava o que o fez sentir-se constrangido.
- Era só para confirmar se tens de facto a piça tão curta como a tua namorada dizia – disse-lhe como se fosse natural os homens compararem-se as piças entre si. - Vejo que é verdade. Assim como deve ser verdade seres um punheteiro embora a tua namorada não pareça nada difícil de montar, pois não? Pelo menos parece-me que te estavas preparando para tocar ao bicho, não estavas, enquanto a puta está com a cona aos saltos porque daqui a bocado vai foder com outro, não é assim?
Rui respondeu-lhe não estar pensando tocar ao bicho pois estava contando que eu lho fizesse mais logo como ele devia ter percebido se ouvira bem a conversa.
- Depois dela foder com outro não é? Muito bem a questão é esta: a tua amiga gordinha com aquela coxinha deliciosa e rechonchuda estaria disposta a fazer um biscate extra enquanto espera pelo próximo cliente? Estou de carro, não me importaria de a levar à tal pensão e voltar a trazê-la antes da hora do próximo encontro. Agora quero saber o que ela está disposta a fazer. A tua namorada só dá o pito ou também faz umas chupadelas no caralho de um homem.
Rui nunca ganhou dinheiro com as fodas remuneradas que eu dava com outros embora me tenha muitas vezes servido de chulo. E nessa noite, fosse para se vingar da humilhação que lhe fizera passar e chamara a atenção do sujeito, ou fosse para demonstrar ao outro que apesar de tudo ainda tinha algum ascendente sobre mim, volveu-lhe que isso dependia do dinheiro que estivesse disposto a pagar mas que por mil escudos mais o preço do quarto conseguia convencer-me a fazer-lhe um bochecho – e a puta mama como ninguém, garantiu-lhe Rui- e a abrir-lhe as pernas. Foi um mau negócio pois o cliente seguinte ia pagar o dobro pelos mesmos serviços mas como lhes disse eu ficara a fim de deixar meu namoradinho super entesado pelo que não pus qualquer objecção ao preço. Saí com o novo cliente ao mesmo tempo que a Tita e o Pedro também saíram, a primeira pretextando necessidade de lavar o leitinho que ainda lhe impregnava as partes e a calcinha. O sujeito negou-se a levar o Rui connosco no carro embora este ainda mais excitado com aquela foda extra que eu ia levar e com a bilharda sempre pulando de tesão, se tivesse insinuado para ir connosco e esperar por nós na rua, pelo que depois de lhe ter pedido que anotasse a matrícula do carro por uma questão de precaução lhe mandei aguardar no café a nossa vinda, no máximo dentro de uma hora.
A pensão para onde o levei era uma pensão minha conhecida vivendo do comércio das putas e dos quartos à hora alugados a casais irregulares como era o nosso caso e o quase cinquentão optou por alugar um dos mais baratos, sem casa de banho, apenas com um bidé amovível onde nos lavámos. Tirei a calcinha e baixei a mini – saia depois de ter recebido o pagamento combinado e lavei a parreca. Em seguida nua da cintura para baixo ouvi-o dizer-me:
- Baixa-me as calças e lava-me a piça e os colhôes, apetitosa gordinha.
Aquilo não fazia parte do acordo mas como não me custava nada fazer-lho obedeci-lhe. Seu caralho era gigantesco embora não circuncidado como sucede com o de muitos homens do meu País pois no passado próximo a circuncisão não era uma operação a que fossem submetidos muitos meninos, embora só se tivesse começado a insuflar quando lhe comecei a passar a mão e a esfregá-lo com água e sabão. Mas então que grossura apresentou e como as veias eivadas de tesão se lhe desenharam ao longo de todo o cavername. Que visão sublime de piça. Nunca o meu namoradinho submisso e masoquista seria capaz de me exibir assim a sua naquela demonstração de força masculina. Apertei-a pois gosto de sentir um caralho de macho em todo o seu vigor nas palmas da mão antes dele me ser enfiado na racha, tentei torcê-lo um pouco para o magoar ligeiramente pois sabia que mesmo numa cona aberta de puta como a minha ele me faria gemer bastante e por isso apetecia-me fazê-lo sentir alguma dor, mas a força do seu tesão era tanto que ele nem vergou. Parecia um ferro. Tal como eu gosto.
- De que estás esperando para me fazeres um gargarejo, puta gostosa? – perguntou-me – Nos 1000 escudos que te paguei já inclui o preço do broche que me vais fazer.
Eu sabia disso. Acariciando-lhe os colhões trinquei-os docemente, sorvi-os, punheteei-o, puxei-lhe o prepúcio para trás como faço sempre se o parceiro não é circuncidado, beijei-lhe com a língua a gretazinha da cabeça do caralho, provei-lhe as primeiras gotas salgadas e mornas de langonha que dela saíram, antes de o abocanhar e o começar a chupar, umas vezes vorazmente outras mais calmamente. Ao contrário da Tita e de outras colegas que se prostituíram comigo foi sempre a coisa que menos me costumou a fazer como puta, chupar caralhos e isso notava-se no meu desempenho pois o sujeito gemia de prazer com a minha mamada.
- Ahh, boquinha gostosa - reconhecia – razão tinha o cornudo do teu amiguinho dizendo que chupas como ninguém. Aposto que estás habituada a fazeres os clientes virem-se na tua boca para não terem tesão para o segundo prato mas comigo estás enganada, que não é na tua boca que vou despejar a esporra que trago nos colhões.
Com efeito fiz muitos clientes esporrarem-se durante os meus broches, em especial clientes jovens sem experiencia sexual que dessa forma pagavam dois serviços e por inépcia acabavam usufruindo só de um. Não foi o caso deste. Seu caralho apresentava a ponta bem melada de líquido seminal mas não parecia disposto a vir-se. Quando diminuía o ritmo da minha mamada ele passava a foder-me a boca introduzindo-me o cacete bem fundo na minha garganta. Como estivesse ajoelhada e ele de pé não tardou que suas mãos me abrissem a blusa expondo minhas mamocas empinadas, apalpando-mas e apertando-me os bicos como eu tanto gosto. Minha vagina começou então pingando sumo algo que não me acontecia com frequência quando estava com clientes.
- Ah – dizia ele – que mamonas boas e duras tens aqui. Empinadas como estão deves estar cheia de tesão. Vê- se logo porque és puta. Uma picinha como a do teu namorado por mais tesa que esteja não consegue satisfazer o desejo de uma puta gostosa como tu e por isso dás a outros, não é? Vamos põe-te de quatro em cima da cama que quero esfregar a piça na tua cona que tanto faz suspirar o teu machinho punheteiro.
Como aquelas palavras me deixavam doida de tesão. Sempre gostei de ser xingada e abusada por um macho potente, de piça enorme e ele quando se posicionou por trás de mim e me mandou apertar bem as coxas enquanto o seu membro viril era introduzido todo peganhoso mesmo junto à entrada da minha racha feminina, notou como eu estava lubrificada.
- Estás tão húmida que até me pingas para a piça – comentou dando-me duas tapas na bunda – Nunca vi uma puta com a cona tão quente mas nem penses que te vou meter o sarrafo nela. Vais-me desaleitar os colhões mas da forma que eu quiser que para isso te pago, ouviste bem?
Apesar da atracção que aquele bacamarte exercia sobre mim não sei se fiquei desiludida se contente por saber que ele não me ia meter aquilo depois de ter desembolsado 1000 escudos para estar comigo no quarto. Afinal de contas, mesmo sendo puta e estando habituada a foder com mais de um homem por vezes com poucos momentos de intervalo, dentro de pouco mais de uma hora teria de abrir as pernas a outro macho quase tão abonado como aquele, e já cliente habitual que de certeza não ficaria tão bem servido com o meu corpo se aquele me desse o tratamento completo. O fulano ficou então esfregando o piçalho na entrada da minha rata e dos meus lábios vaginais misturando o seu suco com o meu enquanto eu comprimia as coxas o mais que podia como ele mandava, apertando-lhe o cacete no meio delas.
- Isso, aperta-me bem o caralho que eu nunca vou ao pito a nenhuma puta – suas mãos sobre o meu peito voltavam a apertar-me as mamas despertando-me um conjunto de sensações deliciosas – não é seguro enfiar a piça numa cona de puta usada por muitos. Vais-me ordenhar os colhões mas não vai ser com o pito. Até porque de certeza me consegues dar um buraquinho mais apertado juntando as coxas do que abrindo-me as pernas – e o seu caralho roçava-se todo na minha coninha, entrando e saindo pelas minhas coxas como se me estivesse comendo por trás - Gostas do sabor do leitinho que sai dos colhões de um homem com tesão, não gostas putazinha gorda? Pois gostas, todas as putas gostam. Pois então vais-me chupar o caralho novamente que o trago cheio dele.
Nem pensei em exigir um pagamento extra pois o combinado fora um broche, não dois. Como uma puta boa samaritana deixei que ele se pusesse em cima de mim, já minha roupa estava toda no chão, e sentado sobre a minha cara voltei a lamber-lhe os bagos e o chourição teso, vermelho e húmido. O tempo estava-se acabando mas o sacana antes de desaguar seu tesão ainda me esfregou o caralho mas mamas, batendo-me com ele ora na face ora nos mamilos, o que me levou a protestar pois não queria aparecer com as mãos impregnadas de esporra quando me apresentasse ao cliente seguinte, e naquele quarto por sovinice sua não tinha onde tomar banho. Mas ele não me ligou nenhuma antes me mandou lavar as mamas no mesmo bidé onde lavava a cona e o cu. Pensei estar a referir-se ao bidé amovível onde nos laváramos mas no final compreendi que sua intenção era outra.
O meu inesperado cliente não quis gozar nos meus peitões. Embora não gostasse de meter em pito de puta gostava e muito, pelos vistos, de esfregar o caralho em tal buraco pois depois de bem chupado mandou-me deitar e costas e levantar as pernas em direcção da cabeça, juntou-as e prendeu-as pelos tornozelos com uma das mãos fortes, após o que deitando-se com suas coxas sobre as minhas nádegas, pousou-o sobre aquele.
- Coxinhas apertadas, vagabunda – voltou a exigir – bem apertadinhas como se estivesse metendo no buraquinho de uma donzela virgem.
Pelos vistos a sua fantasia era aquela: simular estar comendo uma coninha de donzela nas coxas de uma puta como eu. Apertei-as novamente, seus tomates enormes ficaram mesmo pousados sobre minhas nádegas roliças, enquanto o seu caralho gigantesco e suado assentava por inteiro sobre a entrada vertical da minha vagina, coçando-a toda como se quisesse entrar.
- Mexe essas coxas, linda megera como se estivesse fodendo a sério e sentindo a minha piça comendo-te o pito.
Bom, puta não é muito de se mexer na hora do sexo, esse trabalho fica por conta do cliente, mas aquilo nada tinha já a ver com uma relação profissional embora eu já tivesse arrecadado o respectivo pagamento. Imprimi portanto às minhas coxas e ancas os movimentos do coito e ao fazê-lo a cabeça da piça dele subia pelos meus pentelhos acima, esfregando-se-me na barriga e deixando-lhe um rasto de esperma, batia-me no umbigo até baixar novamente e se posicionar de novo na greta parideira. Uma, duas. Muitas vezes. Parecia mesmo estarmos transando. E embora não estivéssemos o prazer que aquilo me dava era quase o mesmo. Afinal não há melhor combinação do que um caralho teso e uma vagina húmida e quente independentemente do que se fizer com ambos.
- Ah grande puta que me espremes todo o leitinho que trago nos colhões – urrou. Ele a acabar de dizer aquilo e eu a sentir o primeiro jacto quente de esperma cuspindo-me na barriga, mesmo por baixo do umbigo. O sujeito ainda se tentou segurar mas a pressão da esporra querendo sair era demais. Meia dúzia ou mais de jactos vigorosos seguiram-se a esse primeiro molhando-me os pentelhos e a vagina enquanto eu abrindo agora as coxas com a ajuda da mão tentava-lhe extrair o resto da langonha. A última esguichadela foi-me cuspida para a boca pois o dono daquele pau mandando-me abrir as coxas acercou-se da minha boca, mandou-ma abrir e enquanto eu o punheteava soltou dentro dela os últimos jactos do seu gozo, até ficar com a piroca murcha e flácida. Mas que suspiro de satisfação ele soltou quando o acabei de punhetear
- Lava-me agora a piça – pediu – dou-te mais 100 escudos se me lavares a piça.
Lavar a piça aos clientes não fazia habitualmente parte das minhas funções de menina da má vida mas já lho fizera quando chegáramos e por mais aquele dinheiro acedi. Quando acabei de lha lavar e me preparava para fazer o mesmo o sujeito fez-me outra proposta comercial.
- Ouvi-te dizer há bocado no café que o teu namoradinho gosta muito de te lamber a cona quando a trazes bem melada com a esporra de outros machos. Dou-te mais 500 paus se me deixares assistir a tal minete. 200 escudos agora e o resto no final do minete. Ou não o consegues convencer a lamber-te na minha frente?
Claro que conseguia. Rui era o meu brinquedinho, o escravo que sempre fez tudo o que lhe mandei, ainda para mais tratando-se de putedo. Assim sem remover a langonha que me cobria as mamas e as demais partes íntimas vesti-me e saí com ele novamente em direcção ao A.. Rui estava fechado na casa de banho coçando certamente o pilau com as mãos pois a nossa demora devia-o estar fazendo subir pelas paredes de tanto tesão reprimido. Mas não se masturbara pois o volume nas suas calças não diminuíra.
- O que estavas fazendo na casa de banho, meu meia piça? – perguntei-lhe - A brincar com a mão como os rapazinhos virgens como sempre, não é? Estás com sorte hoje pois vou dar-te uma coisa de que gostas muito.
Tal como imaginava o meu corninho imaginou logo que lhe ia conceder outro tipo de favores.
- Vais-me já tocar uma segóvia, Sandrinha querida?
- Só pensas nisso. Claro que não. Disse-te que isso só depois de estar com F…Tenho as mamas e a rata todas cobertas de esporra e quero que me passes a língua nelas pois não posso aparecer assim a F….E como machinho submisso que és vai fazê-lo na frente de uma testemunha que nunca viu um homem fazendo tal coisa a uma mulher.
Rui não ficou nada atrapalhado com a minha ordem. Afinal o outro já lhe vira a piça no urinol e uma vez sabendo-o tão diminuído de material genital tudo o mais não lhe causava qualquer incómodo. O meu cliente conduziu-nos então a meu pedido para o Jardim dos Arcos pois já era quase meia noite e meia e a hora do encontro seguinte aproximava-se. Estacionámos junto a uma das colunas e tratei logo de exigir o resto do pagamento. Queria muito que Rui soubesse que o seu minete, além do prazer que me iria causar pois meu actual marido é um bom focinheiro, ainda me iria fazer ganhar mais um pagamento extra.
Quero que baixes as calças enquanto lhe fazes o minete, ouviste bem ò meia piça? – fez-lhe notar o individuo passando-me o dinheiro para as mãos. – E tu putazinha, baixas a calcinha e tiras as mamas. Quero que o teu corno lamba bem a esporra que te deixei nelas.
Ele saiu então, eu estendi-me no assento de trás, com a mini saia e a calcinha para baixo, as pernas abertas e a blusa para cima com os marmelos de fora, o carro encostado ao muro para não sermos vistos por quem passasse da rua. Rui ajoelhou-se do lado de fora, baixou as calças, pingos de esporra escorriam-lhe do caralho miudinho e teso e começou a lamber-me começando pelos bicos das mamas.
- Quero tudo bem lambido, machinho – avisou o dono do carro sentado no muro e preparando-se para assistir a tudo, atentamente – já passei o dinheiro à tua amiga mas ainda estou a tempo de recuperá-lo se não tiveres um bom desempenho.
Mas não havia perigo de tal coisa acontecer. Rui gostava de me fazer um bom minete ainda para mais trazendo as bolinhas cheias, e na presença de mirones, por isso fez-me um notável minete como há muito não me fazia. Eu é claro não parava de lhe estimular o desempenho.
- Isso, muito bem meu pilinha anã; lambe-me bem as mamas e a crica que as trago cobertas daquele leitinho que tu gostas tanto de provar. Lambe-me bem que esse leitinho que devia ser todo despejado na minha rata ficou guardado para ti, meu querido focinheiro. Lambe tudo muito bem que ainda está quentinho como o meu leitãozinho gosta.
Oh, e como eu ainda hoje gosto de lhe sentir a língua áspera lambendo-me os biquinhos, seus dentes mordendo-me docemente nos mamilos, seus lábios escarafunchando cada um dos rebordos interiores dos meus lábios e da minha vulva. Puxava-lhe os cabelos, conduzia sua cabeça de encontro às minhas partes, obrigava-o a chafurdar com o nariz e a boca no meio das minhas mamas e da minha coninha debochada até Rui me remover todos os vestígios de esporra já meio seca que o outro me deixara. Enquanto o fazia deixei que meus pés lhe subissem pelas bolinhas e pela pilinha tesa, apertei-lhe o saco com os calcanhares o que levou Rui a intensificar os movimentos do seu minete e me fez vir copiosamente ao fim de pouco tempo. Rui apreciou tal facto pois junto com os sucos do outro engoliu gostosamente os meus embora quase se engasgasse.
- És mesmo uma boa puta, gordinha – reconheceu o sujeito satisfeito com tal demonstração de submissão – e tu ó pilinhas, se não és um paneleiro que é o que são todos os homens que lambem esporra dos outros, és pelo menos um grande porco, não hajam dúvidas. Querem que os leve de volta ao café onde vos peguei?
Disse-lhe que não pois era ali que me ficara de encontrar com o cliente agendado para essa noite pelo que com os tomates bem aliviados o estranho abalou.
- Sandrinha minha querida – pediu-me o Rui insistentemente com voz de súplica e um olhar de cão abandonado – não é justo. Fartaste—te de gozar também graças à minha língua e eu ainda estou a seco. Podias-me ao menos tocar-me uma punheta enquanto F.. não chega.
- Não insistas – respondi-lhe -. Não vou agora pôr-me aqui a tocar-te ao badalo quando não tarda tenho de estar a postos para despejar outro par de tomatões. E que por sinal paga-me muito bem para isso.
De facto não ficamos ali muito tempo na espera pois nem 5 minutos após o cliente de quem estávamos falando chegara e o máximo que Rui conseguiu de mim foi que intercedesse no sentido deste lhe dar boleia até à pensão onde acabara de sair pouco antes e onde ia agora foder com este e onde Rui de pau feito e esperançado na punheta que lhe ia permitir dormir durante a noite com os tomates muito mais aliviados me esperaria na rua que nós terminássemos, embora soubesse que iríamos demorar F.. como nos conhecia a ambos aceitou levá-lo connosco no carro até à pensão embora dissesse logo que não o deixaria subir para o nosso quarto o que defraudou um pouco as expectativas do Rui pois depois de tudo o que se passara e do minete que me fizera, e enquanto aguardava pela punheta que esperava eu lhe fizesse, ver-me com outro seria para ele uma óptima maneira de preencher o tempo. Assim teve de se contentar em ficar pacientemente ao frio na rua, andando para trás e para a frente, de caralho insuflado imaginando-nos na cama, enquanto nós fodíamos muito mais entesados só por o sabermos naquele estado. F.. era um cliente especial, quando contratava os meus favores pagando o que pagava era sem pressas que gostava de me comer pelo que Rui aguardou por mim mais de duas horas sem arredar pé da rua. Não resistimos no intervalo das nossas trepadas e dos broches que lhe fiz de espreitarmos à janela do quarto só para apreciarmos a sua figura de namorado corno, obediente e submisso.
- O que faz o amor – comentou F sentado no parapeito da janela enquanto eu lhe dava mais uma mamadela.
- Ou as taras de cada um – comentei tirando-lhe a piça da boca.
Que segundo banho de esperma levei só que desta vez no canal tradicional. Vim-me como me vinha sempre que fodia com F.. Apetecia-me tudo menos aliviar o namoradinho, mesmo com uma simples punheta.
- Queres que te leve e ao teu namorado para cima ? perguntou-me F…quando se veio e nos lavámos, pois sabia bem onde eu morava.
- Não – respondi-lhe – Dá-me boleia a mim para casa. O Rui pode muito bem ir a pé.
- Então não lhe vais tocar a tal punheta que lhe prometeste quando eu te tivesse aviado? – quis saber, rindo-se, pois durante as duas horas no quarto contara-lhe o que se passara.
- De maneira alguma. Há bocado ele negociou-me sem meu consentimento e por isso não me parece merecer que lhe toque uma punheta nos próximos dias.
E foi isso que lhe disse quando saímos da pensão e na frente de F..
- Rui, não tivesses tanta pressa em ver-me ir foder com outro e pelo menos vinhas falar comigo antes de negociares o preço do meu corpo sem meu consentimento. Nas próximas duas semanas não te concedo nenhum favor sexual nem te autorizo nenhum tipo de alívio. Se me aperceber que neste espaço de tempo verteste uma gota que seja dos tomates nunca mais te falo, nem me voltas a lamber a pássara com o produto da ordenha dos outros
Não, isso é que não. Estou certa que Rui preferia perder a força na verga ou os bagos do que deixar de acompanhar esta puta nas suas incursões, de a ver subindo com clientes para as pensões baratas da baixinha coimbrã, e de como supremo prémio ter, se não o gozo mais raro de uma espanhola ou de uma punheta, pelo menos o deleite de lhe fazer um minete na cona conspurcada. Por isso nessa noite foi a pé e apesar do tesão que o devorava tenho a certeza que nunca se aliviou durante todo o tempo que lhe impus. Pelo menos sua pila andou sempre insuflada nessas duas semanas como eu passando-lhe a mão, várias vezes ao dia, pude assegurar.
Beijámo-nos e sentámo-nos na mesma mesa. A Tita acabara de transar com um cliente e viera encontrar-se ali com o Pedro. Sem papas na língua dizia ter ainda a calcinha ensopada com a langonha da última foda pois estávamos nos anos 80 e em Portugal mesmo no mundo da prostituição a camisinha ainda não entrara muito. Eu comentei que tinha uma queca marcada para a uma da manhã com F... A nossa conversa excitou mais meu meia pila levando-o a esfregar sua perna na minha perna nua, por baixo da mesa. Seu caralhinho estava agora enchumadíssimo como eu dando-lhe uma olhadela logo vi. Não me admirava nada que dali a instantes o fecho das calças rebentasse e uma chuva de esporra quentinha jorrasse daquela cabecinha pequenina, não circuncidada. Pedro aceitava que a Tita fosse puta para custear os estudos mas não se excitava com isso, mas como a tara do meu machinho fosse de todos eles conhecida, bem como o pouco tamanho do seu pilau, e como me queria igualmente excitar ao máximo antes de me entregar ao cliente dessa noite, não me contive que não chamasse a atenção dos dois para o estado que a nossa conversa estava provocando nele:
- Caramba Rui, basta-te saber que estou esperando cliente para me montar e já não consegues conter o caralho dentro das calças. Por isso é que andas sempre com as cuecas molhadas de leitinho.
A Tita e o Pedro riram-se fazendo o Rui corar e a cruzar as pernas, dizendo que andava com o caralho pingando constantemente por eu ser uma puta mais interessada em satisfazer os outros por dinheiro do que a ele por amor. Respondi-lhe que não podendo desperdiçar as energias com todos, tinha de estabelecer prioridades e estas tinham de ser para quem me dava a vida a ganhar.
- E além disso, Ruizinho meu amor – concluí-lhe – se não fosse eu uma puta quem te iria manter vivos esse lindo par de cornos que trazes na testa, graças ao qual tantas punhetas gostosas tens esgalhado?
Pedro tinha um certo desprezo por Rui por este gostar de ser corno e de satisfazer seu apetite sexual quase exclusivamente à base das esfoladelas manuais. Por isso juntou-se a nós rindo com gosto e ajudando a escarnecer dele. Não falávamos alto mas duas ou três mesas ao nosso lado achava-se um sujeito com aspecto de ainda não ter chegado aos 50 anos mas lá perto, entroncado e de mãos largas e grossas. Coimbra não é uma grande cidade e nós já o víramos antes, inclusivamente naquele café embora fosse muito raro. Eu estava vestida algo provocante, com a minha perna grossinha descoberta até à coxa sempre que a cruzava, pois a mini – saia de ganga que vestia era bem curtinha o que já me valera escutar uns piropos na rua e os olhares dos poucos clientes e dos empregados da casa, que aliás também já conheciam minha má fama de gingeira. Ao cruzar a perna era claramente visível a calcinha branca, muito justa cobrindo-me os contornos das duas entradas, e nos pés calçava umas botas até aos joelhos, pretas. Sabia que o cliente com o qual me iria encontrar à uma gostava de me ver assim e por isso produzira-me mas apercebera-me que a minha imagem e o teor das nossas palavras também estavam despertando o tesão do cliente solitário.
Como disse, não entrei ali com o Rui pensando em engates mas ao ver o interesse daquele sujeito na minha figura confesso que nasceu em mim, como tantas vezes aconteceu, o imediato interesse em foder com ele, nem que fosse de graça. Não porque o achasse super excitante mas porque a ideia de proporcionar ao Rui um par de cornos extra para além daquele que ele já sabia ir apanhar, me pareceu o supra-sumo em termos de humilhação. Tratei assim de continuar a fazer reparos mas já propositadamente para o 5º elemento ouvir, sobre a tara de Rui e sobre a facilidade como o leitinho lhe saía das bolinhas sempre que me sabia estar eu de pernas abertas na pensão de putas da baixinha, ou no banco de trás de um carro no Choupal, e que lhe dava até mais tesão ver-me fodendo com outros homens do que quando se punha em mim.
- Também com uma pilinha assim tão pequenina não admira – reconhecia eu em jeitos de compreensiva – quem não é muito abonado para o acto gosta mais de se consolar à mão, como os rapazinhos, e satisfaz-se mais com as trepadas dos outros do que com as que dá. O Rui gosta tanto de me saber fodendo com outros homens que ultimamente está sempre disposto a fazer-me minetes quando acabo de foder e ainda trago a brecha bem untada com esporra alheia. E nunca nenhuns minetes me sabem tão bem como os que me faz nessas alturas, confesso-vos. Mas é por isso que o amo tanto, apesar de ter a pila e os tomatinhos mais pequenos que já vi.
Os dois não lhe conheciam esta tara de lambedor das ejaculações que os outros me deixavam e pela expressão percebi que ambos a acharam repugnante, embora a Tita tivesse comentado que se o Pedro tivesse a mesma mania ela não teria a pachacha tão pegajosa como trazia naquele momento, o que levou o namorado logo a afirmar que nunca lhe lamberia a parreca com o gosto da esporra de outros.
- Isso é coisa de paneleiros, ou de quem tem a piça frouxa – exclamou com nojo como eu pretendia. Apesar de ir humilhando Rui com tais reparos ia-o beijando na boca e passando-lhe a mão discretamente sobre o volume do fecho das calças pelo que devido ao meu comportamento o caralhinho de Rui não baixava e eu sabia-o controlando-se para não se esporrar todo ali como já acontecera pouco depois de começarmos a namorar, com umas carícias mais ousadas que então lhe fiz. O facto de estarmos sendo escutados e espiados pelo indivíduo da mesa próxima fez Rui ficar mais excitado pois sem procurar disfarçar a sua tara assumiu o que esperava de mim daquela noite: nem mais nem menos que o deixasse esperar na porta da pensão de putas da baixinha que o cliente me aviasse para me conduzir a casa e lhe tocasse então a punheta que nessa noite me recusara sempre fazer. Afinal sendo ele um punhetas como eu dizia, e sendo eu a sua namorada puta que o amava não lhe devia negar a sua fonte de diversão.
- A rua é pública, meu querido meia pila – respondi-lhe – por isso podes esperar onde quiseres enquanto eu estiver a foder. E se quiseres ganhar tempo, se achares que estou demorando muito sempre a podes ir tocando à mão.
Rui disse-me não achar piada nenhuma desde que andava comigo punhetear-se sem a minha presença e levantou-se para ir à casa de banho. Sabia que na esperança de eu lhe tocar uma punheta nunca o pilinhas se masturbaria na casa de banho mas mesmo assim não duvidava que Rui não resistiria enquanto mijava de dar uma esfregadela na pilinha com a mão para a aquecer como ele dizia até à hora de lha tocar eu, pelo que não resisti a dizer-lhe que não se esquecesse que mais de duas sacudidelas é considerado pecado de adolescente, e o que fizesse agora na casa de banho não lhe faria eu depois, o que fez os clientes de outras mesas rirem-se pois o meu comentário fez com que todos se voltassem para nós e lhe vissem o chumaço da bilharda.
Aquilo era mesmo conversa de putas como todos no café se aperceberam e quando Rui entrou na casa de banho logo o sujeito lhe seguiu no encalço. Contou-me pouco depois que estava a mijar no urinol de parede preparando-se de facto para dar umas alisadelas com a mão no pilau teso embora sem intenção de lhe extrair o sumo dos tomates, quando o sujeito chegou. Tirou a piça antes mesmo de chegar ao urinol, e tal como a do Rui esta também estava tesa, só que muito maior e mais grossa do que a dele, a aba totalmente puxada para trás de onde emergia uma cabeçorra vermelha e húmida. O sujeito deu uma espreitadela para o urinol onde Rui mijava o que o fez sentir-se constrangido.
- Era só para confirmar se tens de facto a piça tão curta como a tua namorada dizia – disse-lhe como se fosse natural os homens compararem-se as piças entre si. - Vejo que é verdade. Assim como deve ser verdade seres um punheteiro embora a tua namorada não pareça nada difícil de montar, pois não? Pelo menos parece-me que te estavas preparando para tocar ao bicho, não estavas, enquanto a puta está com a cona aos saltos porque daqui a bocado vai foder com outro, não é assim?
Rui respondeu-lhe não estar pensando tocar ao bicho pois estava contando que eu lho fizesse mais logo como ele devia ter percebido se ouvira bem a conversa.
- Depois dela foder com outro não é? Muito bem a questão é esta: a tua amiga gordinha com aquela coxinha deliciosa e rechonchuda estaria disposta a fazer um biscate extra enquanto espera pelo próximo cliente? Estou de carro, não me importaria de a levar à tal pensão e voltar a trazê-la antes da hora do próximo encontro. Agora quero saber o que ela está disposta a fazer. A tua namorada só dá o pito ou também faz umas chupadelas no caralho de um homem.
Rui nunca ganhou dinheiro com as fodas remuneradas que eu dava com outros embora me tenha muitas vezes servido de chulo. E nessa noite, fosse para se vingar da humilhação que lhe fizera passar e chamara a atenção do sujeito, ou fosse para demonstrar ao outro que apesar de tudo ainda tinha algum ascendente sobre mim, volveu-lhe que isso dependia do dinheiro que estivesse disposto a pagar mas que por mil escudos mais o preço do quarto conseguia convencer-me a fazer-lhe um bochecho – e a puta mama como ninguém, garantiu-lhe Rui- e a abrir-lhe as pernas. Foi um mau negócio pois o cliente seguinte ia pagar o dobro pelos mesmos serviços mas como lhes disse eu ficara a fim de deixar meu namoradinho super entesado pelo que não pus qualquer objecção ao preço. Saí com o novo cliente ao mesmo tempo que a Tita e o Pedro também saíram, a primeira pretextando necessidade de lavar o leitinho que ainda lhe impregnava as partes e a calcinha. O sujeito negou-se a levar o Rui connosco no carro embora este ainda mais excitado com aquela foda extra que eu ia levar e com a bilharda sempre pulando de tesão, se tivesse insinuado para ir connosco e esperar por nós na rua, pelo que depois de lhe ter pedido que anotasse a matrícula do carro por uma questão de precaução lhe mandei aguardar no café a nossa vinda, no máximo dentro de uma hora.
A pensão para onde o levei era uma pensão minha conhecida vivendo do comércio das putas e dos quartos à hora alugados a casais irregulares como era o nosso caso e o quase cinquentão optou por alugar um dos mais baratos, sem casa de banho, apenas com um bidé amovível onde nos lavámos. Tirei a calcinha e baixei a mini – saia depois de ter recebido o pagamento combinado e lavei a parreca. Em seguida nua da cintura para baixo ouvi-o dizer-me:
- Baixa-me as calças e lava-me a piça e os colhôes, apetitosa gordinha.
Aquilo não fazia parte do acordo mas como não me custava nada fazer-lho obedeci-lhe. Seu caralho era gigantesco embora não circuncidado como sucede com o de muitos homens do meu País pois no passado próximo a circuncisão não era uma operação a que fossem submetidos muitos meninos, embora só se tivesse começado a insuflar quando lhe comecei a passar a mão e a esfregá-lo com água e sabão. Mas então que grossura apresentou e como as veias eivadas de tesão se lhe desenharam ao longo de todo o cavername. Que visão sublime de piça. Nunca o meu namoradinho submisso e masoquista seria capaz de me exibir assim a sua naquela demonstração de força masculina. Apertei-a pois gosto de sentir um caralho de macho em todo o seu vigor nas palmas da mão antes dele me ser enfiado na racha, tentei torcê-lo um pouco para o magoar ligeiramente pois sabia que mesmo numa cona aberta de puta como a minha ele me faria gemer bastante e por isso apetecia-me fazê-lo sentir alguma dor, mas a força do seu tesão era tanto que ele nem vergou. Parecia um ferro. Tal como eu gosto.
- De que estás esperando para me fazeres um gargarejo, puta gostosa? – perguntou-me – Nos 1000 escudos que te paguei já inclui o preço do broche que me vais fazer.
Eu sabia disso. Acariciando-lhe os colhões trinquei-os docemente, sorvi-os, punheteei-o, puxei-lhe o prepúcio para trás como faço sempre se o parceiro não é circuncidado, beijei-lhe com a língua a gretazinha da cabeça do caralho, provei-lhe as primeiras gotas salgadas e mornas de langonha que dela saíram, antes de o abocanhar e o começar a chupar, umas vezes vorazmente outras mais calmamente. Ao contrário da Tita e de outras colegas que se prostituíram comigo foi sempre a coisa que menos me costumou a fazer como puta, chupar caralhos e isso notava-se no meu desempenho pois o sujeito gemia de prazer com a minha mamada.
- Ahh, boquinha gostosa - reconhecia – razão tinha o cornudo do teu amiguinho dizendo que chupas como ninguém. Aposto que estás habituada a fazeres os clientes virem-se na tua boca para não terem tesão para o segundo prato mas comigo estás enganada, que não é na tua boca que vou despejar a esporra que trago nos colhões.
Com efeito fiz muitos clientes esporrarem-se durante os meus broches, em especial clientes jovens sem experiencia sexual que dessa forma pagavam dois serviços e por inépcia acabavam usufruindo só de um. Não foi o caso deste. Seu caralho apresentava a ponta bem melada de líquido seminal mas não parecia disposto a vir-se. Quando diminuía o ritmo da minha mamada ele passava a foder-me a boca introduzindo-me o cacete bem fundo na minha garganta. Como estivesse ajoelhada e ele de pé não tardou que suas mãos me abrissem a blusa expondo minhas mamocas empinadas, apalpando-mas e apertando-me os bicos como eu tanto gosto. Minha vagina começou então pingando sumo algo que não me acontecia com frequência quando estava com clientes.
- Ah – dizia ele – que mamonas boas e duras tens aqui. Empinadas como estão deves estar cheia de tesão. Vê- se logo porque és puta. Uma picinha como a do teu namorado por mais tesa que esteja não consegue satisfazer o desejo de uma puta gostosa como tu e por isso dás a outros, não é? Vamos põe-te de quatro em cima da cama que quero esfregar a piça na tua cona que tanto faz suspirar o teu machinho punheteiro.
Como aquelas palavras me deixavam doida de tesão. Sempre gostei de ser xingada e abusada por um macho potente, de piça enorme e ele quando se posicionou por trás de mim e me mandou apertar bem as coxas enquanto o seu membro viril era introduzido todo peganhoso mesmo junto à entrada da minha racha feminina, notou como eu estava lubrificada.
- Estás tão húmida que até me pingas para a piça – comentou dando-me duas tapas na bunda – Nunca vi uma puta com a cona tão quente mas nem penses que te vou meter o sarrafo nela. Vais-me desaleitar os colhões mas da forma que eu quiser que para isso te pago, ouviste bem?
Apesar da atracção que aquele bacamarte exercia sobre mim não sei se fiquei desiludida se contente por saber que ele não me ia meter aquilo depois de ter desembolsado 1000 escudos para estar comigo no quarto. Afinal de contas, mesmo sendo puta e estando habituada a foder com mais de um homem por vezes com poucos momentos de intervalo, dentro de pouco mais de uma hora teria de abrir as pernas a outro macho quase tão abonado como aquele, e já cliente habitual que de certeza não ficaria tão bem servido com o meu corpo se aquele me desse o tratamento completo. O fulano ficou então esfregando o piçalho na entrada da minha rata e dos meus lábios vaginais misturando o seu suco com o meu enquanto eu comprimia as coxas o mais que podia como ele mandava, apertando-lhe o cacete no meio delas.
- Isso, aperta-me bem o caralho que eu nunca vou ao pito a nenhuma puta – suas mãos sobre o meu peito voltavam a apertar-me as mamas despertando-me um conjunto de sensações deliciosas – não é seguro enfiar a piça numa cona de puta usada por muitos. Vais-me ordenhar os colhões mas não vai ser com o pito. Até porque de certeza me consegues dar um buraquinho mais apertado juntando as coxas do que abrindo-me as pernas – e o seu caralho roçava-se todo na minha coninha, entrando e saindo pelas minhas coxas como se me estivesse comendo por trás - Gostas do sabor do leitinho que sai dos colhões de um homem com tesão, não gostas putazinha gorda? Pois gostas, todas as putas gostam. Pois então vais-me chupar o caralho novamente que o trago cheio dele.
Nem pensei em exigir um pagamento extra pois o combinado fora um broche, não dois. Como uma puta boa samaritana deixei que ele se pusesse em cima de mim, já minha roupa estava toda no chão, e sentado sobre a minha cara voltei a lamber-lhe os bagos e o chourição teso, vermelho e húmido. O tempo estava-se acabando mas o sacana antes de desaguar seu tesão ainda me esfregou o caralho mas mamas, batendo-me com ele ora na face ora nos mamilos, o que me levou a protestar pois não queria aparecer com as mãos impregnadas de esporra quando me apresentasse ao cliente seguinte, e naquele quarto por sovinice sua não tinha onde tomar banho. Mas ele não me ligou nenhuma antes me mandou lavar as mamas no mesmo bidé onde lavava a cona e o cu. Pensei estar a referir-se ao bidé amovível onde nos laváramos mas no final compreendi que sua intenção era outra.
O meu inesperado cliente não quis gozar nos meus peitões. Embora não gostasse de meter em pito de puta gostava e muito, pelos vistos, de esfregar o caralho em tal buraco pois depois de bem chupado mandou-me deitar e costas e levantar as pernas em direcção da cabeça, juntou-as e prendeu-as pelos tornozelos com uma das mãos fortes, após o que deitando-se com suas coxas sobre as minhas nádegas, pousou-o sobre aquele.
- Coxinhas apertadas, vagabunda – voltou a exigir – bem apertadinhas como se estivesse metendo no buraquinho de uma donzela virgem.
Pelos vistos a sua fantasia era aquela: simular estar comendo uma coninha de donzela nas coxas de uma puta como eu. Apertei-as novamente, seus tomates enormes ficaram mesmo pousados sobre minhas nádegas roliças, enquanto o seu caralho gigantesco e suado assentava por inteiro sobre a entrada vertical da minha vagina, coçando-a toda como se quisesse entrar.
- Mexe essas coxas, linda megera como se estivesse fodendo a sério e sentindo a minha piça comendo-te o pito.
Bom, puta não é muito de se mexer na hora do sexo, esse trabalho fica por conta do cliente, mas aquilo nada tinha já a ver com uma relação profissional embora eu já tivesse arrecadado o respectivo pagamento. Imprimi portanto às minhas coxas e ancas os movimentos do coito e ao fazê-lo a cabeça da piça dele subia pelos meus pentelhos acima, esfregando-se-me na barriga e deixando-lhe um rasto de esperma, batia-me no umbigo até baixar novamente e se posicionar de novo na greta parideira. Uma, duas. Muitas vezes. Parecia mesmo estarmos transando. E embora não estivéssemos o prazer que aquilo me dava era quase o mesmo. Afinal não há melhor combinação do que um caralho teso e uma vagina húmida e quente independentemente do que se fizer com ambos.
- Ah grande puta que me espremes todo o leitinho que trago nos colhões – urrou. Ele a acabar de dizer aquilo e eu a sentir o primeiro jacto quente de esperma cuspindo-me na barriga, mesmo por baixo do umbigo. O sujeito ainda se tentou segurar mas a pressão da esporra querendo sair era demais. Meia dúzia ou mais de jactos vigorosos seguiram-se a esse primeiro molhando-me os pentelhos e a vagina enquanto eu abrindo agora as coxas com a ajuda da mão tentava-lhe extrair o resto da langonha. A última esguichadela foi-me cuspida para a boca pois o dono daquele pau mandando-me abrir as coxas acercou-se da minha boca, mandou-ma abrir e enquanto eu o punheteava soltou dentro dela os últimos jactos do seu gozo, até ficar com a piroca murcha e flácida. Mas que suspiro de satisfação ele soltou quando o acabei de punhetear
- Lava-me agora a piça – pediu – dou-te mais 100 escudos se me lavares a piça.
Lavar a piça aos clientes não fazia habitualmente parte das minhas funções de menina da má vida mas já lho fizera quando chegáramos e por mais aquele dinheiro acedi. Quando acabei de lha lavar e me preparava para fazer o mesmo o sujeito fez-me outra proposta comercial.
- Ouvi-te dizer há bocado no café que o teu namoradinho gosta muito de te lamber a cona quando a trazes bem melada com a esporra de outros machos. Dou-te mais 500 paus se me deixares assistir a tal minete. 200 escudos agora e o resto no final do minete. Ou não o consegues convencer a lamber-te na minha frente?
Claro que conseguia. Rui era o meu brinquedinho, o escravo que sempre fez tudo o que lhe mandei, ainda para mais tratando-se de putedo. Assim sem remover a langonha que me cobria as mamas e as demais partes íntimas vesti-me e saí com ele novamente em direcção ao A.. Rui estava fechado na casa de banho coçando certamente o pilau com as mãos pois a nossa demora devia-o estar fazendo subir pelas paredes de tanto tesão reprimido. Mas não se masturbara pois o volume nas suas calças não diminuíra.
- O que estavas fazendo na casa de banho, meu meia piça? – perguntei-lhe - A brincar com a mão como os rapazinhos virgens como sempre, não é? Estás com sorte hoje pois vou dar-te uma coisa de que gostas muito.
Tal como imaginava o meu corninho imaginou logo que lhe ia conceder outro tipo de favores.
- Vais-me já tocar uma segóvia, Sandrinha querida?
- Só pensas nisso. Claro que não. Disse-te que isso só depois de estar com F…Tenho as mamas e a rata todas cobertas de esporra e quero que me passes a língua nelas pois não posso aparecer assim a F….E como machinho submisso que és vai fazê-lo na frente de uma testemunha que nunca viu um homem fazendo tal coisa a uma mulher.
Rui não ficou nada atrapalhado com a minha ordem. Afinal o outro já lhe vira a piça no urinol e uma vez sabendo-o tão diminuído de material genital tudo o mais não lhe causava qualquer incómodo. O meu cliente conduziu-nos então a meu pedido para o Jardim dos Arcos pois já era quase meia noite e meia e a hora do encontro seguinte aproximava-se. Estacionámos junto a uma das colunas e tratei logo de exigir o resto do pagamento. Queria muito que Rui soubesse que o seu minete, além do prazer que me iria causar pois meu actual marido é um bom focinheiro, ainda me iria fazer ganhar mais um pagamento extra.
Quero que baixes as calças enquanto lhe fazes o minete, ouviste bem ò meia piça? – fez-lhe notar o individuo passando-me o dinheiro para as mãos. – E tu putazinha, baixas a calcinha e tiras as mamas. Quero que o teu corno lamba bem a esporra que te deixei nelas.
Ele saiu então, eu estendi-me no assento de trás, com a mini saia e a calcinha para baixo, as pernas abertas e a blusa para cima com os marmelos de fora, o carro encostado ao muro para não sermos vistos por quem passasse da rua. Rui ajoelhou-se do lado de fora, baixou as calças, pingos de esporra escorriam-lhe do caralho miudinho e teso e começou a lamber-me começando pelos bicos das mamas.
- Quero tudo bem lambido, machinho – avisou o dono do carro sentado no muro e preparando-se para assistir a tudo, atentamente – já passei o dinheiro à tua amiga mas ainda estou a tempo de recuperá-lo se não tiveres um bom desempenho.
Mas não havia perigo de tal coisa acontecer. Rui gostava de me fazer um bom minete ainda para mais trazendo as bolinhas cheias, e na presença de mirones, por isso fez-me um notável minete como há muito não me fazia. Eu é claro não parava de lhe estimular o desempenho.
- Isso, muito bem meu pilinha anã; lambe-me bem as mamas e a crica que as trago cobertas daquele leitinho que tu gostas tanto de provar. Lambe-me bem que esse leitinho que devia ser todo despejado na minha rata ficou guardado para ti, meu querido focinheiro. Lambe tudo muito bem que ainda está quentinho como o meu leitãozinho gosta.
Oh, e como eu ainda hoje gosto de lhe sentir a língua áspera lambendo-me os biquinhos, seus dentes mordendo-me docemente nos mamilos, seus lábios escarafunchando cada um dos rebordos interiores dos meus lábios e da minha vulva. Puxava-lhe os cabelos, conduzia sua cabeça de encontro às minhas partes, obrigava-o a chafurdar com o nariz e a boca no meio das minhas mamas e da minha coninha debochada até Rui me remover todos os vestígios de esporra já meio seca que o outro me deixara. Enquanto o fazia deixei que meus pés lhe subissem pelas bolinhas e pela pilinha tesa, apertei-lhe o saco com os calcanhares o que levou Rui a intensificar os movimentos do seu minete e me fez vir copiosamente ao fim de pouco tempo. Rui apreciou tal facto pois junto com os sucos do outro engoliu gostosamente os meus embora quase se engasgasse.
- És mesmo uma boa puta, gordinha – reconheceu o sujeito satisfeito com tal demonstração de submissão – e tu ó pilinhas, se não és um paneleiro que é o que são todos os homens que lambem esporra dos outros, és pelo menos um grande porco, não hajam dúvidas. Querem que os leve de volta ao café onde vos peguei?
Disse-lhe que não pois era ali que me ficara de encontrar com o cliente agendado para essa noite pelo que com os tomates bem aliviados o estranho abalou.
- Sandrinha minha querida – pediu-me o Rui insistentemente com voz de súplica e um olhar de cão abandonado – não é justo. Fartaste—te de gozar também graças à minha língua e eu ainda estou a seco. Podias-me ao menos tocar-me uma punheta enquanto F.. não chega.
- Não insistas – respondi-lhe -. Não vou agora pôr-me aqui a tocar-te ao badalo quando não tarda tenho de estar a postos para despejar outro par de tomatões. E que por sinal paga-me muito bem para isso.
De facto não ficamos ali muito tempo na espera pois nem 5 minutos após o cliente de quem estávamos falando chegara e o máximo que Rui conseguiu de mim foi que intercedesse no sentido deste lhe dar boleia até à pensão onde acabara de sair pouco antes e onde ia agora foder com este e onde Rui de pau feito e esperançado na punheta que lhe ia permitir dormir durante a noite com os tomates muito mais aliviados me esperaria na rua que nós terminássemos, embora soubesse que iríamos demorar F.. como nos conhecia a ambos aceitou levá-lo connosco no carro até à pensão embora dissesse logo que não o deixaria subir para o nosso quarto o que defraudou um pouco as expectativas do Rui pois depois de tudo o que se passara e do minete que me fizera, e enquanto aguardava pela punheta que esperava eu lhe fizesse, ver-me com outro seria para ele uma óptima maneira de preencher o tempo. Assim teve de se contentar em ficar pacientemente ao frio na rua, andando para trás e para a frente, de caralho insuflado imaginando-nos na cama, enquanto nós fodíamos muito mais entesados só por o sabermos naquele estado. F.. era um cliente especial, quando contratava os meus favores pagando o que pagava era sem pressas que gostava de me comer pelo que Rui aguardou por mim mais de duas horas sem arredar pé da rua. Não resistimos no intervalo das nossas trepadas e dos broches que lhe fiz de espreitarmos à janela do quarto só para apreciarmos a sua figura de namorado corno, obediente e submisso.
- O que faz o amor – comentou F sentado no parapeito da janela enquanto eu lhe dava mais uma mamadela.
- Ou as taras de cada um – comentei tirando-lhe a piça da boca.
Que segundo banho de esperma levei só que desta vez no canal tradicional. Vim-me como me vinha sempre que fodia com F.. Apetecia-me tudo menos aliviar o namoradinho, mesmo com uma simples punheta.
- Queres que te leve e ao teu namorado para cima ? perguntou-me F…quando se veio e nos lavámos, pois sabia bem onde eu morava.
- Não – respondi-lhe – Dá-me boleia a mim para casa. O Rui pode muito bem ir a pé.
- Então não lhe vais tocar a tal punheta que lhe prometeste quando eu te tivesse aviado? – quis saber, rindo-se, pois durante as duas horas no quarto contara-lhe o que se passara.
- De maneira alguma. Há bocado ele negociou-me sem meu consentimento e por isso não me parece merecer que lhe toque uma punheta nos próximos dias.
E foi isso que lhe disse quando saímos da pensão e na frente de F..
- Rui, não tivesses tanta pressa em ver-me ir foder com outro e pelo menos vinhas falar comigo antes de negociares o preço do meu corpo sem meu consentimento. Nas próximas duas semanas não te concedo nenhum favor sexual nem te autorizo nenhum tipo de alívio. Se me aperceber que neste espaço de tempo verteste uma gota que seja dos tomates nunca mais te falo, nem me voltas a lamber a pássara com o produto da ordenha dos outros
Não, isso é que não. Estou certa que Rui preferia perder a força na verga ou os bagos do que deixar de acompanhar esta puta nas suas incursões, de a ver subindo com clientes para as pensões baratas da baixinha coimbrã, e de como supremo prémio ter, se não o gozo mais raro de uma espanhola ou de uma punheta, pelo menos o deleite de lhe fazer um minete na cona conspurcada. Por isso nessa noite foi a pé e apesar do tesão que o devorava tenho a certeza que nunca se aliviou durante todo o tempo que lhe impus. Pelo menos sua pila andou sempre insuflada nessas duas semanas como eu passando-lhe a mão, várias vezes ao dia, pude assegurar.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
03:18
2
comentários
Enviar por e-mail
Postar no blog!
Compartilhar no X
Compartilhar no Facebook

Marcadores:
CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA