Quando eu e Rui começámos a namorar, este embora soubesse da minha predilecção por assistir a cenas de sexo entre dois ou mais homens, fruto da educação que recebera nem sequer queria ouvir falar em ser ele um dos participantes em tais cenas, fosse adoptando um papel activo ou passivo. Entretanto, como nestes anos de vida em comum, já o fiz mais de uma vez ser enrabado por um grupo de amigos gays com propensão para práticas BDSM, ele foi perdendo tal repugnância, e hoje posso dizer que até encontra bastante prazer nas mesmas. São aliás as únicas escapadelas a que ele se consente, ainda que assumindo sempre o papel de fêmea em tais relações e muito embora eu esteja sempre presente, e seja aliás quem o arrasta para elas. Na verdade contudo quem lhe desvirginou seu cu e o sodomizou pela primeira vez, não foi um homem, mas uma mulher, e como não podia deixar de ser tal mulher só poderia ter sido eu. A primeira vez que o enrabei e lhe tirei os três ao buraquinho do cu foi há uns três ou quatro anos. Eu estava consultando um catálogo de um sex shop mais por curiosidade do que com intenção de comprar realmente alguma coisa, quando vejo uma fotografia de um vibrador com cinta ajustável e cujo falo media 20 cms. Eu nunca vira tal acessório e minha parreca humedeceu de tesão só com aquela imagem. Já que gosto tanto de ver um homem indo ao cu a outro achei que gostaria de ser eu a acoplar aquele instrumento de prazer à minha cintura, fazendo de conta que tal cacete era meu de nascença proporcionando assim com ele um tratamento de eleição ao meu corninho bem amado, que lhe iria deixar o olho de trás a arder. Ri-me muito com aquela ideia, e efectuei de imediato a encomenda que em dois ou três dias recebi no escritório por envio directo. Nesse dia à noite, quando nos deitamos, depois de lhe ter dado banho e lhe ter pela primeira vez na vida aplicado um clister, mandei-o despir-se e colocar-se de gatas, posição em que adoro enrabá-lo ainda hoje ou vê-lo sendo enrabado por outro e despindo-me então coloquei a cinta com aquele caralho teso a que não faltava sequer o par de tomates que em qualquer homem o costuma acompanhar. Ele viu-me com o vibrador montado e esboçou uma tentativa de protesto: - Sandrinha, não digas que me vais fazer apanhar no cu? – perguntas tontas, respostas loucas, então não se estava mesmo a ver, meu corno manso e por isso tão querido? Mas o seu pequeno cacete pôs-se de pé imediatamente vendo-me assim apetrechada (não é por nada, mas na verdade fico muito apetitosa com as mamas à mostra e uma pila mesmo postiça inflamada sobressaindo do meu baixo ventre), e percebi como já imaginava, que apesar dos pruridos da sua educação tradicionalista Rui iria gostar muito de ter o cuzinho comido por mim. E decidi ir mais longe. Não iria ser só o seu cu a provar o meu cacete acoplado. Sua boquinha rosada e em forma de coração também iria saborear aquele petisco de silicone. - Faz-me um broche meu taradinho de piça curta – disse-lhe eu para o fazer sentir-se mais humilhado e entesado pois Rui adora que faça chacota com o tamanho dos seus pendentes. Sua pila inchou mais um bocado. Toquei-lhe com a mão. Ainda não estava começando a pingar, mas estava duríssima. - És mesmo um paneleiro por isso é que não te pões em cima de mulher nenhuma além desta tua puta - provoquei-o - Basta veres uma pila mesma de silicone para ficares logo cheio de tesão. Oh, palavras que eu disse! Seu caralho levantava todo, parecia querer entrar-lhe pela barriga dentro. - Vamos, chupa-me! – Rui abriu a boca, agarrou-me o falo com as mãos, apalpou-me as bolas postiças como quando sou eu a fazer-lhe as mamadas e começou a chupar-me e a lamber-me o pau que lhe tocava bem no fundo da garganta, e lhe atravancava a boca toda. Gosto quando ele me faz um minete, ele é o homem que melhores minetes me faz, e apesar de não poder sentir nada estava convencida que se eu tivesse um cacete a sério aquele broche ter-me-ia feito gozar em pouco tempo. Com as mãos espalmadas no rabo fui-lhe penetrando o cu com o dedo e mandei-o rebolar-se nele enquanto o tratava por meu paneleiro gostoso. Rui já nem se sentia inibido como quando começara, e entregava-se todo àquela tarefa. Tive meu primeiro orgasmo da noite quando ele me lambia o pau só com o gozo de o ver chupando meu pau artificial, e procurei esfregar bem minha rata na sua face enquanto me vinha, para o deixar bem molhado do meu sumo. Depois eu própria espalhei minhas mãos no seu rosto e acariciei longamente meu pau postiço com elas que Rui por sua vez lambia com deleite. Ele ia ficando cada vez mais excitado com os meus toques e de vez em quando, quando o penetrava mais fundo ele deixava escapar um gemido abafado como uma mulherzinha no acto. Eu além de estar cada vez mais húmida sentia agora um calorzinho gostoso na minha gruta do amor, sinal que ela estava querendo muito apanhar com um cacete dentro dela, ainda que tivesse de esperar um bocado por tal momento. Quando me cansei de o ver chupando meu vibrador, mandei-o parar, e posicionei-me por trás dele. Coloquei uma camisa, lubrifiquei-a com um gel anal, empinei-lhe a bunda de maneira a não ter de me vergar muito para o foder e lembrando-me da primeira vez que o Rodrigo me comera aquela entrada, em Coimbra, afastei-lhe as pregas do olho para os lados abrindo-lhe ao máximo aquele buraco, e encostando a cabeça do falo comecei a meter. Propositadamente não lhe lubrifiquei o cu e Rui gemeu de dor. Ele era mesmo virgem, a única coisa que já metera ali até então tinham sido supositórios, nada que se comparasse com a espessura e tamanho de meu caralho novo. - Por favor Sandrinha – suplicava ainda que não muito alto para que nossos filhos não ouvissem – não metas tudo de uma vez que isso dói para carago. - É para veres o que me fazes quando és tu quem me vai ao cu - retorquia-lhe rindo-me. Mas lá ia parando de vez em quando para lhe dar uma folga, voltando a meter de seguida, porque afinal não o queria magoar mais do que o necessário. Aqueles seus gemidos porém punham-me excitadíssima, e eu podia compreender agora o tesão que um homem sente ao foder uma mulher apertada, provocando-lhe dor ou até mesmo violando-a como já me acontecera. À medida que ia metendo ia lançando constantes miradas naquele cuzinho branquinho e liso como a pele de um bebé, e pude assim constatar que meu vibrador estava fazendo um bom trabalho nele tal o tamanho do buraco que lhe estava abrindo. Quando finalmente o meu pau entrou todo no rabo dele, eu só queria era que em vez de estar a meter nele, fosse ele quem estivesse metendo em mim, de tal modo minha coninha pingava sumo e estava ardendo de desejo. Comecei a socá-lo, e a dar-lhe palmadas nas nádegas frias, deixando-as vermelhas, e os seus gemidos aumentaram de intensidade ao ritmo do meu tira e mete. Aquilo era mesmo bom! Para lhe suavizar a dor e o consolar da enrabadela que estava levando, ao mesmo tempo que também me consolava a mim, agarrei-lhe o caralho com as mãos, punheteei-o embora lhe recomendasse que não se esporrasse pois o queria fazer vir-se ainda dentro da minha coninha. Por não ter piça nunca poderia imaginar que fosse tão bom a uma mulher ir ao cu a um homem de pau feito. E a ele também pois Rui rebolando-se todo à medida que sentia a cabeça da minha cinta peniana estimular-lhe a próstata gemia cada vez mais mas de puro e intenso prazer. Perguntei-lhe se doía, disse-me que não. Estava muito gostoso. Bem me queria parecer. -Imagina como vais gozar no dia em que estiveres apanhando com um autêntico, cheio de esporra como estás agora, meu paneleirozinho - porque à medida que o enrabava ia nascendo cada vez mais forte em mim o desejo de o ver apanhando no cu de um homem, como vira em Amesterdam num bar gay. Rui ficou um pouco surpreendido, era a primeira vez que me ouvia expressando minha vontade de o fazer provar leite de macho, mas não o contestou. Eu continuava a socar-lhe o anûs, escorrendo mais tesão, e já nem precisava de o palmatoar tal a fúria com que os colhões da minha cinta lhe açoitavam as nádegas. Minhas mãos corriam-lhe o pau e sentiam-no todo melado até à base. Que pena eu tinha de não o poder estar enrabando e simultaneamente sentir a língua dele fazendo-me um linguado, ou enrabá-lo enquanto Rui me penetrava o grelinho com a sua pila pequenina mas gostosa. Minha punheta aumentava de ritmo sempre que o socava com mais força, e diminuía quando fazia o inverso. - Sandrinha, meu amor, tenho de esvaziar os tomates. Preciso de me vir – suplicava-me. - Se te vens agora corto-te a pila fora – ameaça que deixa o meu masoquista bem amado muito à beira de um orgasmo, e que eu é claro, nunca seria capaz de cumprir. Sabia que ele estava aflito e eu estava quase a vir-me de novo mas desta vez queria levar com toda aquela corrente acumulada de esperma que meu marido criara nos colhões. Tirei o falo do cu dele de uma vez só para ter o prazer de ver o anel ir-se fechando à medida que a entrada desimpedida começava a voltar às suas antigas formas, e introduzi nele minha língua lambendo-o como Rui desde sempre gostou de fazer a mim. Sua próstata aliviada da pressão de meu vibrador permitiu a Rui conter a esporradela que se avizinhava. Fi-lo montar-se em mim sobre a cama, fiz-lhe um pequeno broche só para provar naquela noite o sabor do seu esperma, e deixei que ele penetrasse em mim na posição tradicional de missionário. Confesso que nenhum de nós estava nem aí para mais nenhuma inovação por aquela noite. Apenas quando ele ejaculou seu dilúvio de macho reprodutor em mim, ainda o fiz passar por mais uma prova. Já que estava determinada a fazer-lhe provar leite de outro homem no seu cuzinho recém-inaugurado, porque não haveria de o fazer começar por tomar contacto com o gosto do seu próprio leite, e na sua boca? Voltei-me sobre ele, apresentei-lhe minha pachacha sobre seus olhos, e quando senti a esporra que acabara de me depositar começar a escorrer, mandei-lhe fazer-me um minete e engolir a escorra que pingava da minha racha oculta. Aquela noite era minha, ele faria o que eu mandasse. E fez. Não atingi o terceiro orgasmo, porque não estava interessada. Mas a sensação daquele minete, mesmo sem isso, foi irrepetível. E ter provado o gosto de enrabar meu marido e de o fazer provar seu esperma o ponto de partida para novas aventuras.
domingo, 27 de março de 2011
ENRABANDO MEU MARIDO
Postado por
SANDRA SAFADA
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03:28
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA
sábado, 26 de março de 2011
PUTICE NO COMBOIO
Estava-se na época do javali, e nesse ano, meu marido, eu e nossos dois filhos mais velhos, pois Paulinho ainda não era nascido, decidíramos ir novamente de comboio ao Tua, ao restaurante que mencionei no episódio anterior. Combinamos um dia da semana, para evitar as aglomerações dos sábados e domingos, embarcamos na estação de Campanhã, no Porto, e lá fomos pela Linha do Douro que já conhecíamos bem.
Até à Régua, em plena região duriense, o comboio que apenas tinha duas carruagens, costumava ir razoavelmente preenchido, mas desta vez começara a despovoar-se de passageiros logo em Mosteirô, estação a partir da qual na nossa carruagem, além de nós os quatro, apenas se achavam mais dois cavalheiros, ambos com mais de 40 anos, aspecto simples, com todo o ar de forasteiros, espalhados ao acaso pelos bancos vazios do compartimento. Meus filhos, tinham-se mudado para um outro assento desocupado, Ruizinho tentando explicar à irmã de 3 anos como se jogava um vídeo-game que saíra recentemente. Já há muitos anos se falava em encerrar a linha, devido à pouca rentabilidade da mesma, o que infelizmente veio a acontecer uns anos mais tarde.
Meu marido e eu, comentávamos deliciados, e em voz baixa, a sessão de sexo ao vivo, que eu ali praticara pouco mais de um ano antes, e como nessa noite nos entregáramos intensamente um ao outro. E relembrando-a nos seus detalhes meu marido ia ficando cada vez mais excitado, e para ser franca eu também, já começava a sentir os usuais calores que me sobem pela minha ratinha acima, e para cujo refrigério, não conheço nada melhor que um cacete duro de homem. E como o cenário fosse idêntico ao do ano anterior, sem dizermos nada um ou outro, começou a nascer em nós a vontade de recriar de novo uma sessão de sexo naquele comboio, proporcionando assim a um, a satisfação dos seus devaneios “voyeuristas”, e ao outro dos seus dotes exibicionistas. Descalcei então meu sapato, e como estivesse sentada de frente para o Rui, estiquei minha perna, e comecei a acariciar-lhe a pila por cima das calças. Sua verga, começou a movimentar-se, comprimida nas cuecas, e a inflamar-se. Eu então pressionei toda a palma do meu pé em cima do seu volume genital enquanto o esfregava, apoiando fortemente o calcanhar no relevo dos seus colhões, massajando-os. O Rui pai, que gosta também que lhe toque punheta com os pés, abrira completamente as pernas de modo a que seu aparelho pudesse sentir completamente as carícias que lhe fazia, e compreendendo o que eu pretendia, estendera as mãos fazendo-as tocarem-me os seios por cima da blusa apalpando-os, enquanto o seu pé direito, calçado apenas com uma fina meia de algodão, já se introduzira por baixo de minha saia, e me coçava o pano da calcinha rendada, mesmo por cima da entrada do meu grelinho, cutucando-o e fazendo-me então humedecer.
É claro que um dos passageiros, sentado dois lugares à frente, na fila contrária, visualizou tudo desde o inicio, tal como pretendíamos, e começou a seguir interessado tudo aquilo, sem procurar disfarçar, encorajado talvez com o facto de meu marido estar de costas para ele. Quando se apercebeu que não me mostrava incomodada com o seu interesse descarado, ele então mais atrevido, começou com a mão por cima das calças, e em movimentos lentos, a esfregar a pixota, e a lamber os lábios com a língua. Com a outra mão roçava o polegar no indicador, perguntando-me quanto é que eu queria para lhe fazer o mesmo. Chamava-me puta! Achei divertido. Ele ia ver a puta! A verga do meu marido já ocupava um grande espaço nas calças, e ele então disse-me:
- Vais ter de dar para mim aqui, como deste no ano passado ao outro, Sandrinha.
Eu também já atingira o ponto de rebuçado, e estava pronta a apanhar com o cacete. Meus filhos continuavam no banco de trás entretidos no vídeo game portátil, mesmo se vissem alguma coisa não estranhariam, já me tinham visto a fazer amor sentada no colo dele, de saia posta. Mas como ainda faltasse muito para o final da viagem, decidi acrescentar uns condimentos novos, que nos iriam dar ainda mais tesão aos dois.
- Aguenta-te mais um pouco! – calcei meu pé, retirei sua perna de minha saia, peguei num jornal que meu marido comprara em Campanhã, e dirigi-me ao desconhecido, que parou prontamente de esfregar a pila, temeroso com a minha atitude. Ainda procurou cruzar as pernas, mas mesmo assim notei que o seu tesão não era inferior ao do Rui.
- Dá-me licença? – sentei-me ao seu lado, e olhei-lhe ostensivamente para a braguilha. Afinal ele era descarado, não se atemorizaria com a minha abordagem. – Pelo que vejo, ficou excitado com os actos que eu e aquele senhor vínhamos praticando.
- Ah, não são casados?! Como vi as crianças…
- Não, não somos. Aliás quando o vi fazer com os dedos o gesto de dinheiro (e mimei o gesto), pensei que tivesse compreendido que sou efectivamente uma puta, e que mediante uma pequena retribuição lhe poderei fazer o mesmo. Como há-de compreender, atendendo ao local onde nos achámos, não lhe poderei disponibilizar toda a gama de serviços sexuais que habitualmente presto aos meus clientes, mas que me diz a uma punheta, bem gostosa, tocada aqui mesmo, num sítio que o senhor por certo nunca imaginou que alguém um dia lhe fosse tocar uma? – e com a mão, estendido o jornal por cima do seu colo, tacteava-lhe o volume do caralho. Ele ainda mais se entesou, muito embora a perspectiva de ser punheteado ali por mim, o tivesse logo deixado entusiasmado, como pude perceber no seu olhar guloso.
- E quanto isso é que me iria custar? – não havia dúvidas, estava mesmo interessado.
- Mil escudos – são 5 euros na actual moeda. Na época, qualquer puta de rua lhe teria aberto as pernas por esse preço – Se quiser apalpar as mamas como aquele senhor estava a fazer são mais 500.
Ele regateou um pouco, fiz-lhe ver que não tinha muito tempo, ele aceitou só satisfação manual sem direito a tocar-me os úberes. Exigi que me passasse o dinheiro, ele assim fez, meu marido ficou muito surpreso vendo que me ia prostituir numa carruagem de comboio em que toda a família seguia dentro. Guardei a nota de 1000 nos seios, tirei uma camisinha da carteira para não sujar o chão de langonha, o revisor passou, deve ter achado estranho ver-me ao lado de um desconhecido quando momentos antes me vira com meu marido e filhos, enfiou-se no cubículo do maquinista, e eu desapertando o fecho das calças ao estranho, por baixo do jornal, ria-me comigo mesmo, só de me lembrar que já há uns bons anos não recebia de ninguém dinheiro para prestar serviços sexuais. O estranho deixou que lhe vestisse o pau com a camisa, ajeitei-lhe os colhões mais para cima de maneira a que a minha outra mão os pudesse manusear como uma boa profissional deve fazer, corri minha mão ao longo de toda a sua haste, percebi que não era muito grande, seria pouco maior que a de meu marido, mas estava dura e completamente levantada, e comecei a masturbá-lo, mais devagar a princípio, depois imprimindo mais ritmo ao movimento do braço. O Rui da fila contrária estava encantado, e não perdia pitada já que teve sempre muito gosto em ser espectador dos pares de cornos que lhe meto. E não era só ele quem seguia com interesse a punheta que eu tocava. Atraído por uns suspiros mais profundos que o meu punheteado deixou escapar, o sexto passageiro, no mesmo correr de filas de meu marido e filhos, olhara e seguia agora com atenção o dinamismo do meu braço, e os esgares de satisfação que o meu cliente, completamente encostado nas costas do assento, exprimia no rosto, e ia-se rindo para mim.
- Ahhhh! – fez o meu cliente no fim quando se veio, deixando um espesso líquido esbranquiçado no depósito da camisinha. Como o outro passageiro se apercebera de tudo, achei que não havia razões para mais disfarces. Afastei o jornal para trás, tirei o preservativo, o caralho do homem estava agora murcho e era efectivamente curto, dei um nó na ponta, embrulhei-o num lenço de papel, guardei-lhe o caralho nas calças, perguntei-lhe se estava satisfeito. Completamente, foi a resposta!
- Óptimo! E como não considero que faça parte do meu ofício desfazer-me do corpo de prova, deixo-lhe aqui as marcas do seu gozo, para que faça com elas o que muito bem entender. Deite-as fora, ou conserve-as como recordação desta punheta única. Adeus!
Não iria ser eu a transportar comigo a esporra dele no preservativo até ao balde do lixo, ele poderia pensar que eu a queria para fazer uma inseminação artificial!
O homem olhou para mim muito aborrecido por ter de se desfazer daquilo, nem me pediu contacto para experimentar a restante gama de serviços sexuais que lhe poderia prestar, e encaminhei-me para o sexto passageiro. Meu marido ficou boquiaberto quando me viu sentar ao lado do outro, de jornal na mão, deitando um breve sorriso a meus filhos ao passar por eles.
- Vejo que seguiu com atenção a massagem que fiz com as mãos àquele senhor – disse-lhe, sentando-me a seu lado, só lamentando que por causa de meus filhos eu não pudesse falar mais alto, de maneira a que meu marido ouvisse e se entesasse ainda mais. - Sou puta, como deve ter percebido, o comboio está praticamente vazio, e como viu, não se passou nada enquanto transportei aquele passageiro às nuvens. Por uma módica quantia, eu poderei exercer meu trabalho aqui, consigo, e proporcionar-lhe a mesma experiência que acabo de proporcionar a ele. Que me diz?
O indivíduo perguntou-me então quanto eu cobrava. Respondi-lhe que acabara de tocar uma por 1000 escudos, mas por ser o segundo lhe fazia metade, preço da camisa-de-vénus incluído. Este não regateou, pareceu até ficar muito encantado com o saldo que lhe fazia, passou-me os 500 escudos, guardei-os no mesmo sitio dos outros, voltada para a frente para que os outros dois vissem bem quanto era – o ex-cliente roeu-se de inveja ao verificar que era metade – pousei-lhe o jornal no regaço, tirei-lhe a piça para fora, esta mais dura e maior que a anterior, e dei inicio ao mesmo conjunto de movimentos que iam conduzindo o meu novo cliente ao orgasmo. O comboio parara entretanto num apeadeiro, entrara um casal mas não na mesma carruagem, o revisor passara, olhou surpreendido por me ver agora com outro estranho, minha mão de novo tapada por um jornal sobre as calças dele, vi-o cobrando os bilhetes aos novos passageiros, voltou a passar, sorri-lhe, encolheu os ombros não querendo acreditar, voltou para a carruagem do maquinista. Cheirava-me a esporra que tresandava, e até meus filhos, uns bancos à frente, fungavam de vez em quando o nariz. Meu marido fazia um esforço danado para não se vir, e o outro passageiro de certeza que não sabia o que pensar.
Quando também este se esporrou satisfeito, na borracha que minha mão esfregava, fiz o mesmo que fizera ao primeiro, e despedi-me deixando-o com o “carapuço”cheio da esporra dele, na mão, a olhar para aquilo. Confesso que não sei, o que quer um, quer outro, fizeram ao saquinho contendo os genes de sua descendência, provavelmente deitaram janela fora, mas eu voltei para junto do meu marido, adivinhando encontrá-lo com a pila completamente empolgada, como efectivamente encontrei, disse a meus filhos que se deixassem estar ali sentados pois queria ter uma conversa particular com o pai, e com as mãos cheirando a camisa-de-vénus, sentei-me agora a seu lado. Antes que me dissesse alguma coisa, comecei a falar:
- Podes chamar-me puta à vontade. Quando estivermos a comer o javali, lembrar-te-ás que os meus talentos em tão nobre arte contribuíram para o ajudar a pagar – e exibia-lhe, debaixo do nariz, as duas notas perfazendo a quantia de 1500$00. Seu caralho estava completamente entesado, parecia querer rebentar-lhe o fecho, tornando-o muito maior e mais grosso do que ele realmente é.
- Nossos filhos? – perguntou-me.
- Estão avisados para não interromperem – respondi-lhe. Tirei minha calcinha ostensivamente, para que pelo menos o primeiro cliente visse, encaixei-me no colo do Rui, meus joelhos assentes no estofo do banco, e assim ajoelhada por cima de meu marido, levantei a saia, tapei-lhe com ela a cintura das calças, desapertei-as, saqueei-lhe a pixota e os tomates, masturbei-os um pouco, desta vez sem camisinha, enquanto lhe esfregava a cabecinha rachada e húmida na minha entrada, o revisor voltara a passar para ir à casa de banho, e não cabia em si de espanto por me ver de novo com o homem inicial, e ainda para mais ajoelhada em cima do seu colo, minha cara colada na dele. Quando se refugiou de novo na sala de comando do maquinista, eu enfiei-lhe um preservativo para não sujar o assento e sem aviso, enfiei a pila inteira de meu marido dentro de mim, e me deixei cavalgar por ela, trincando os lábios no pescoço do Rui para não gritar de prazer, até nos virmos os dois, num jacto de esporra que saía dele, mas desaguava todo em mim, e me transportava a outra dimensão.
A cara de caso dos outros dois!
Concluo dizendo, que mesmo sabendo que minhas aventuras sexuais, não pesam nas decisões da companhia ferroviária, eu só pelas duas boas trancadas que naqueles trens apanhei em dois anos consecutivos, hei-de sempre recordar com muita saudade aqueles quilómetros de linha férrea, que já deixaram de existir.
Agora é que concluo mesmo. A camisinha com a esporra de meu marido, acabou no cesto do WC, embrulhada em papel higiénico. Fui eu mesma quem a lá deitou!
Até à Régua, em plena região duriense, o comboio que apenas tinha duas carruagens, costumava ir razoavelmente preenchido, mas desta vez começara a despovoar-se de passageiros logo em Mosteirô, estação a partir da qual na nossa carruagem, além de nós os quatro, apenas se achavam mais dois cavalheiros, ambos com mais de 40 anos, aspecto simples, com todo o ar de forasteiros, espalhados ao acaso pelos bancos vazios do compartimento. Meus filhos, tinham-se mudado para um outro assento desocupado, Ruizinho tentando explicar à irmã de 3 anos como se jogava um vídeo-game que saíra recentemente. Já há muitos anos se falava em encerrar a linha, devido à pouca rentabilidade da mesma, o que infelizmente veio a acontecer uns anos mais tarde.
Meu marido e eu, comentávamos deliciados, e em voz baixa, a sessão de sexo ao vivo, que eu ali praticara pouco mais de um ano antes, e como nessa noite nos entregáramos intensamente um ao outro. E relembrando-a nos seus detalhes meu marido ia ficando cada vez mais excitado, e para ser franca eu também, já começava a sentir os usuais calores que me sobem pela minha ratinha acima, e para cujo refrigério, não conheço nada melhor que um cacete duro de homem. E como o cenário fosse idêntico ao do ano anterior, sem dizermos nada um ou outro, começou a nascer em nós a vontade de recriar de novo uma sessão de sexo naquele comboio, proporcionando assim a um, a satisfação dos seus devaneios “voyeuristas”, e ao outro dos seus dotes exibicionistas. Descalcei então meu sapato, e como estivesse sentada de frente para o Rui, estiquei minha perna, e comecei a acariciar-lhe a pila por cima das calças. Sua verga, começou a movimentar-se, comprimida nas cuecas, e a inflamar-se. Eu então pressionei toda a palma do meu pé em cima do seu volume genital enquanto o esfregava, apoiando fortemente o calcanhar no relevo dos seus colhões, massajando-os. O Rui pai, que gosta também que lhe toque punheta com os pés, abrira completamente as pernas de modo a que seu aparelho pudesse sentir completamente as carícias que lhe fazia, e compreendendo o que eu pretendia, estendera as mãos fazendo-as tocarem-me os seios por cima da blusa apalpando-os, enquanto o seu pé direito, calçado apenas com uma fina meia de algodão, já se introduzira por baixo de minha saia, e me coçava o pano da calcinha rendada, mesmo por cima da entrada do meu grelinho, cutucando-o e fazendo-me então humedecer.
É claro que um dos passageiros, sentado dois lugares à frente, na fila contrária, visualizou tudo desde o inicio, tal como pretendíamos, e começou a seguir interessado tudo aquilo, sem procurar disfarçar, encorajado talvez com o facto de meu marido estar de costas para ele. Quando se apercebeu que não me mostrava incomodada com o seu interesse descarado, ele então mais atrevido, começou com a mão por cima das calças, e em movimentos lentos, a esfregar a pixota, e a lamber os lábios com a língua. Com a outra mão roçava o polegar no indicador, perguntando-me quanto é que eu queria para lhe fazer o mesmo. Chamava-me puta! Achei divertido. Ele ia ver a puta! A verga do meu marido já ocupava um grande espaço nas calças, e ele então disse-me:
- Vais ter de dar para mim aqui, como deste no ano passado ao outro, Sandrinha.
Eu também já atingira o ponto de rebuçado, e estava pronta a apanhar com o cacete. Meus filhos continuavam no banco de trás entretidos no vídeo game portátil, mesmo se vissem alguma coisa não estranhariam, já me tinham visto a fazer amor sentada no colo dele, de saia posta. Mas como ainda faltasse muito para o final da viagem, decidi acrescentar uns condimentos novos, que nos iriam dar ainda mais tesão aos dois.
- Aguenta-te mais um pouco! – calcei meu pé, retirei sua perna de minha saia, peguei num jornal que meu marido comprara em Campanhã, e dirigi-me ao desconhecido, que parou prontamente de esfregar a pila, temeroso com a minha atitude. Ainda procurou cruzar as pernas, mas mesmo assim notei que o seu tesão não era inferior ao do Rui.
- Dá-me licença? – sentei-me ao seu lado, e olhei-lhe ostensivamente para a braguilha. Afinal ele era descarado, não se atemorizaria com a minha abordagem. – Pelo que vejo, ficou excitado com os actos que eu e aquele senhor vínhamos praticando.
- Ah, não são casados?! Como vi as crianças…
- Não, não somos. Aliás quando o vi fazer com os dedos o gesto de dinheiro (e mimei o gesto), pensei que tivesse compreendido que sou efectivamente uma puta, e que mediante uma pequena retribuição lhe poderei fazer o mesmo. Como há-de compreender, atendendo ao local onde nos achámos, não lhe poderei disponibilizar toda a gama de serviços sexuais que habitualmente presto aos meus clientes, mas que me diz a uma punheta, bem gostosa, tocada aqui mesmo, num sítio que o senhor por certo nunca imaginou que alguém um dia lhe fosse tocar uma? – e com a mão, estendido o jornal por cima do seu colo, tacteava-lhe o volume do caralho. Ele ainda mais se entesou, muito embora a perspectiva de ser punheteado ali por mim, o tivesse logo deixado entusiasmado, como pude perceber no seu olhar guloso.
- E quanto isso é que me iria custar? – não havia dúvidas, estava mesmo interessado.
- Mil escudos – são 5 euros na actual moeda. Na época, qualquer puta de rua lhe teria aberto as pernas por esse preço – Se quiser apalpar as mamas como aquele senhor estava a fazer são mais 500.
Ele regateou um pouco, fiz-lhe ver que não tinha muito tempo, ele aceitou só satisfação manual sem direito a tocar-me os úberes. Exigi que me passasse o dinheiro, ele assim fez, meu marido ficou muito surpreso vendo que me ia prostituir numa carruagem de comboio em que toda a família seguia dentro. Guardei a nota de 1000 nos seios, tirei uma camisinha da carteira para não sujar o chão de langonha, o revisor passou, deve ter achado estranho ver-me ao lado de um desconhecido quando momentos antes me vira com meu marido e filhos, enfiou-se no cubículo do maquinista, e eu desapertando o fecho das calças ao estranho, por baixo do jornal, ria-me comigo mesmo, só de me lembrar que já há uns bons anos não recebia de ninguém dinheiro para prestar serviços sexuais. O estranho deixou que lhe vestisse o pau com a camisa, ajeitei-lhe os colhões mais para cima de maneira a que a minha outra mão os pudesse manusear como uma boa profissional deve fazer, corri minha mão ao longo de toda a sua haste, percebi que não era muito grande, seria pouco maior que a de meu marido, mas estava dura e completamente levantada, e comecei a masturbá-lo, mais devagar a princípio, depois imprimindo mais ritmo ao movimento do braço. O Rui da fila contrária estava encantado, e não perdia pitada já que teve sempre muito gosto em ser espectador dos pares de cornos que lhe meto. E não era só ele quem seguia com interesse a punheta que eu tocava. Atraído por uns suspiros mais profundos que o meu punheteado deixou escapar, o sexto passageiro, no mesmo correr de filas de meu marido e filhos, olhara e seguia agora com atenção o dinamismo do meu braço, e os esgares de satisfação que o meu cliente, completamente encostado nas costas do assento, exprimia no rosto, e ia-se rindo para mim.
- Ahhhh! – fez o meu cliente no fim quando se veio, deixando um espesso líquido esbranquiçado no depósito da camisinha. Como o outro passageiro se apercebera de tudo, achei que não havia razões para mais disfarces. Afastei o jornal para trás, tirei o preservativo, o caralho do homem estava agora murcho e era efectivamente curto, dei um nó na ponta, embrulhei-o num lenço de papel, guardei-lhe o caralho nas calças, perguntei-lhe se estava satisfeito. Completamente, foi a resposta!
- Óptimo! E como não considero que faça parte do meu ofício desfazer-me do corpo de prova, deixo-lhe aqui as marcas do seu gozo, para que faça com elas o que muito bem entender. Deite-as fora, ou conserve-as como recordação desta punheta única. Adeus!
Não iria ser eu a transportar comigo a esporra dele no preservativo até ao balde do lixo, ele poderia pensar que eu a queria para fazer uma inseminação artificial!
O homem olhou para mim muito aborrecido por ter de se desfazer daquilo, nem me pediu contacto para experimentar a restante gama de serviços sexuais que lhe poderia prestar, e encaminhei-me para o sexto passageiro. Meu marido ficou boquiaberto quando me viu sentar ao lado do outro, de jornal na mão, deitando um breve sorriso a meus filhos ao passar por eles.
- Vejo que seguiu com atenção a massagem que fiz com as mãos àquele senhor – disse-lhe, sentando-me a seu lado, só lamentando que por causa de meus filhos eu não pudesse falar mais alto, de maneira a que meu marido ouvisse e se entesasse ainda mais. - Sou puta, como deve ter percebido, o comboio está praticamente vazio, e como viu, não se passou nada enquanto transportei aquele passageiro às nuvens. Por uma módica quantia, eu poderei exercer meu trabalho aqui, consigo, e proporcionar-lhe a mesma experiência que acabo de proporcionar a ele. Que me diz?
O indivíduo perguntou-me então quanto eu cobrava. Respondi-lhe que acabara de tocar uma por 1000 escudos, mas por ser o segundo lhe fazia metade, preço da camisa-de-vénus incluído. Este não regateou, pareceu até ficar muito encantado com o saldo que lhe fazia, passou-me os 500 escudos, guardei-os no mesmo sitio dos outros, voltada para a frente para que os outros dois vissem bem quanto era – o ex-cliente roeu-se de inveja ao verificar que era metade – pousei-lhe o jornal no regaço, tirei-lhe a piça para fora, esta mais dura e maior que a anterior, e dei inicio ao mesmo conjunto de movimentos que iam conduzindo o meu novo cliente ao orgasmo. O comboio parara entretanto num apeadeiro, entrara um casal mas não na mesma carruagem, o revisor passara, olhou surpreendido por me ver agora com outro estranho, minha mão de novo tapada por um jornal sobre as calças dele, vi-o cobrando os bilhetes aos novos passageiros, voltou a passar, sorri-lhe, encolheu os ombros não querendo acreditar, voltou para a carruagem do maquinista. Cheirava-me a esporra que tresandava, e até meus filhos, uns bancos à frente, fungavam de vez em quando o nariz. Meu marido fazia um esforço danado para não se vir, e o outro passageiro de certeza que não sabia o que pensar.
Quando também este se esporrou satisfeito, na borracha que minha mão esfregava, fiz o mesmo que fizera ao primeiro, e despedi-me deixando-o com o “carapuço”cheio da esporra dele, na mão, a olhar para aquilo. Confesso que não sei, o que quer um, quer outro, fizeram ao saquinho contendo os genes de sua descendência, provavelmente deitaram janela fora, mas eu voltei para junto do meu marido, adivinhando encontrá-lo com a pila completamente empolgada, como efectivamente encontrei, disse a meus filhos que se deixassem estar ali sentados pois queria ter uma conversa particular com o pai, e com as mãos cheirando a camisa-de-vénus, sentei-me agora a seu lado. Antes que me dissesse alguma coisa, comecei a falar:
- Podes chamar-me puta à vontade. Quando estivermos a comer o javali, lembrar-te-ás que os meus talentos em tão nobre arte contribuíram para o ajudar a pagar – e exibia-lhe, debaixo do nariz, as duas notas perfazendo a quantia de 1500$00. Seu caralho estava completamente entesado, parecia querer rebentar-lhe o fecho, tornando-o muito maior e mais grosso do que ele realmente é.
- Nossos filhos? – perguntou-me.
- Estão avisados para não interromperem – respondi-lhe. Tirei minha calcinha ostensivamente, para que pelo menos o primeiro cliente visse, encaixei-me no colo do Rui, meus joelhos assentes no estofo do banco, e assim ajoelhada por cima de meu marido, levantei a saia, tapei-lhe com ela a cintura das calças, desapertei-as, saqueei-lhe a pixota e os tomates, masturbei-os um pouco, desta vez sem camisinha, enquanto lhe esfregava a cabecinha rachada e húmida na minha entrada, o revisor voltara a passar para ir à casa de banho, e não cabia em si de espanto por me ver de novo com o homem inicial, e ainda para mais ajoelhada em cima do seu colo, minha cara colada na dele. Quando se refugiou de novo na sala de comando do maquinista, eu enfiei-lhe um preservativo para não sujar o assento e sem aviso, enfiei a pila inteira de meu marido dentro de mim, e me deixei cavalgar por ela, trincando os lábios no pescoço do Rui para não gritar de prazer, até nos virmos os dois, num jacto de esporra que saía dele, mas desaguava todo em mim, e me transportava a outra dimensão.
A cara de caso dos outros dois!
Concluo dizendo, que mesmo sabendo que minhas aventuras sexuais, não pesam nas decisões da companhia ferroviária, eu só pelas duas boas trancadas que naqueles trens apanhei em dois anos consecutivos, hei-de sempre recordar com muita saudade aqueles quilómetros de linha férrea, que já deixaram de existir.
Agora é que concluo mesmo. A camisinha com a esporra de meu marido, acabou no cesto do WC, embrulhada em papel higiénico. Fui eu mesma quem a lá deitou!
Postado por
SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA
segunda-feira, 21 de março de 2011
SEXO AO VIVO NO COMBOIO DO TUA
Todos os anos, eu, o meu marido e os nossos filhos, fazímos um almoço num restaurante no Tua, no extremo norte de Portugal, famoso pela sua cozinha regional. E para apreciarmos a beleza do Rio Douro, cujas curvas sinuosas acompanham a ferrovia a partir da cidade da Régua, fazíamos o percurso no histórico comboio que serve aquela bela mas inóspita região, uma velha linha férrea com pouco movimento, cujos trens, antigos e ronceiros faziam com que ainda nos anos 80, ela fosse conhecida em Portugal, como a linha do faroeste. Em dois anos seguidos, aquela linha foi cenário de dois pares de cornos que preguei ao meu marido, quase debaixo dos olhares de nossos rebentos.
Naquele ano, ainda só éramos quatro – o Ruizinho tinha 5 anos, a Sandrinha 2, e o Paulo ainda nem era projecto de gente. Estava-se uma manhã de Primavera, acabáramos de passar a Régua, cidade onde saíra muita gente, e o comboio seguia o seu destino praticamente vazio, eram mais 40 minutos de viagem. Na nossa carruagem, além dos quatro, seguia do lado esquerdo defronte a mim, um senhor dos seus trinta e poucos anos, moreno, alto, mais de 1,80 m, compleição robusta, e mais atrás, um casal idoso trocando impressões. Na carruagem da retaguarda, mais dois ou três homens. Minha filha Sandra, quando começava a ficar com sono gostava de meter a boca na minha mama muito embora eu já não tivesse leite, e naquela manhã levou a sua cabeça às minhas mamas, por cima do vestido, numa atitude que eu conhecia muito bem o que queria dizer. Prontamente ajeitei o vestido, facilitando-lhe o caminho para o meu mamilo, e ela começou a sugá-lo, como se estivesse mamando de verdade. O Ruizinho, com ciúmes, acercou-se da minha outra mama, como fazia muitas vezes, e eu ajeitei-a também para ele. Sempre gostei muito de sentir meus filhos mamando, e até meu marido se aproveitou muitas vezes deste meu gosto em dar de mamar. Foi então que reparei que o desconhecido não tirava os olhos das minhas mamas, ainda que elas se encontrassem semi-cobertas. As minhas mamas são direitinhas e tesas, cheínhas como minha face, e ao ver que o estranho gostava de mamas, decidi provocá-lo mais, e tirei-as para fora. Meu marido arregalou os olhos de espanto, mas eu com um pequeno gesto de olhos, fi-lo entender porque o fizera e o seu pau deu um solavanco nas calças. O desconhecido também demonstrou tesão, pois o volume das suas calças crescera, e ele embaraçado, cruzara as mãos sobre o regaço, tentando ocultá-lo. Com prazer verifiquei que os dedos das mãos dele eram grandes e grossos, indício de homem com muita testosterona e genitais avantajados. Se estivesse sozinha não teria feito o que fiz, mas a presença de toda a família, e a satisfação que produz no meu marido Rui os actos de adultério que vou praticando, inspiraram-me a oferecer-lhe um espectáculo que ainda não tivera oportunidade de o fazer presenciar.
Sandrinha adormecera embalada também pelas curvas do trajecto e meu filho, vendo a irmã adormecida, desinteressara-se da minha mama, e olhava pela janela. Voltei a cobrir os seios, mas com a minha mão levantei a saia, expondo ao estranho minha coxa grossinha e carnuda que afaguei vagarosamente, e minha cueca branca e transparente onde sobressaía o moreno de minha pele. O desconhecido, mais afoito com o meu gesto, descruzou as mãos e abriu as pernas, ostentando a silhueta do seu caralho obeso por baixo das calças. Dirigi-lhe um sorriso tácito que o deixou sem jeito, meu marido pressentindo o par de cornos despontar-lhe na testa, ainda mais se entesou. Passei-lhe a Sandrinha para o colo, disse-lhe para tomar conta dela, que ia à casa de banho. Peguei na carteira, olhei o estranho, sorri-lhe encorajadora, com um breve aceno de cabeça fiz-lhe sinal para a plataforma, atravessei o compartimento, e depois de passar a porta de correr achei-me na plataforma que dividia das duas carruagens, e onde se situava o WC. Entrei neste, fiz xixi, com as mãos em concha lavei o melhor que pude minha parreca com a água do lavatório, e saí. O desconhecido já se achava na plataforma, e olhava o Douro pelo vidro da porta. Não sabia se ele iria sair no Tua ou nalgum dos apeadeiros perdidos na serra, e por isso resolvi ir direita ao assunto.
Abri a porta da carruagem onde saíra para que meu marido pudesse ver melhor, a porta que dava acesso à outra carruagem permanecia fechada, o casal idoso estava de costas para mim, na carruagem de traz os três passageiros achavam-se cobertos pelos bancos, só se lhes divisavam os cabelos. Peguei num cigarro, que uso mais como técnica de abordagem do que pelo prazer da nicotina, e perguntei-lhe se tinha lume. Não fumava.
Eu então, atrevida, puta, ou o que me quiserem chamar, insinuei-me toda:
- E outro tipo de lume, capaz de me pôr a mim toda em brasa, não seria capaz de me arranjar? – e minha mão apalpava-lhe com todo o sem - cerimónia a área das calças onde se lhe acobertava a marca da sua condição masculina, e esta cresceu de novo sob o meu contacto. Pela cara de espanto, compreendi que era a primeira mulher que se lhe oferecia assim descaradamente, e ainda para mais num transporte público. Receoso, apesar do seu aspecto robusto, lançou um olhar desconfiado para o interior da carruagem, onde meu marido com os dois filhos, fazia de conta não estar vendo nada.
- Nada receie – disse-lhe, e como gosto sempre de inventar nestas ocasiões, acrescentei - Meu marido vive absorvido pelo trabalho, dá-me pouca assistência na cama. Mas não se importa que eu me entregue por fora. Creio até, que sente mais prazer em saber que me entrego por fora, do que em fazer sexo comigo. E você, neste momento, é precisamente o tipo de homem com quem me apetece fazer sexo.
A minha história aguçou-lhe o apetite, todos os homens gostam de cumprir o seu dever de machos latinos com mulheres cujos maridos não executam devidamente a função, e aquele não fugia à regra. Sua pila empinada parecia querer irromper pelas calças fora, e constatei deliciada que o chumaço que fazia era bastante avantajado, calculei-a entre os 17 e os 20 centímetros. Ia ser divertido!
- O comboio está muito sossegado, se não dermos nas vistas ninguém se aperceberá.
- Vamos para dentro da casa de banho – sugeriu-me ele.
- Não! – contrapus – É muito apertada, e era aborrecido se nos vissem sair os dois. Vire-se para mim. Se aparecer alguém, procuraremos disfarçar.
Eu tinha mais experiência do que ele neste tipo de situações comprometedoras, embora como advogada soubesse bem o que me poderia custar, em termos legais, praticá-las. Ele embora com algum receio, voltou-se para mim e procurou enlaçar-me. Não o consenti, virei-me antes de costas para ele, esfreguei voluptuosamente meu cu por cima da saia do vestido no pau dele ainda guardado, e conduzi-lhe as mãos quentes pelas minhas pernas acima, até à minha calcinha, enquanto o comprimia de costas contra a parede da plataforma, em linha mais ou menos recta com o lugar do meu marido, a quem pisquei um olho cúmplice.
Rapidamente, as mãos do passageiro desconhecido afastaram o pano da calcinha que me cobria a vagina, e afagaram-na, massajaram os lábios e depois afastaram-nos para trás, seus dedos rondavam agora a entrada da gruta, deixando-a humedecida com os movimentos que faziam, penetravam um pouco, alargavam-lhe o acesso, e deixavam-me cheia de tesão. Meu cu esfregava-se doidamente nas calças dele, e meu parceiro, mais audaz agora, apertava-me contra ele, enquanto seus lábios osculavam meu pescoço, minha face, minhas orelhas, intervalando com leves mordidas nas mesmas. Se não fossem nossos filhos, estou certa que do seu lugar, o Rui estaria tocando uma punheta! Assim, devia estar com um pau! E ainda me dava mais gozo pensar aquilo.
- Tira-me a cuequinha!
As mãos dele tiraram-me a cueca, levantei uma perna, depois outra, para que meu marido pudesse ver bem o que se estava a passar, a cueca saiu-me pelos pés, e guardei-a na carteira. Minha ratinha já estava destapada, pronta para o assalto, faltava fazer o mesmo ao cacete dele. Colocando minha mão por trás, tacteei-lhe o fecho das calças, abri-o com precisão mesmo sem olhar, ou não estivesse habituada a desapertar braguilhas de homens, introduzi-a na abertura do fecho, toquei-lhe no piçalho melado e tirei-o para fora. Nessa altura percebi que o Ruizinho exprimia necessidade de ir à casa de banho, e que o pai para poupar embaraços lhe indicava o lavabo da outra extremidade. Agradeci-lhe com um gesto da cabeça, e comecei a punhetear aquele membro que me enchia a mão. Não o chegara a ver ainda, mas podia senti-lo totalmente e comprovar que era efectivamente grande, largo, cavernoso e pulsante. Pedi-lhe então que me levantasse um pouco mais a saia, e enquanto o continuava a punhetear mansamente para ele não ejacular, esfregava agora meu cu e minha coninha directamente naquele corpo teso.
- Vai ser só punheta? – perguntou. Não! Eu queria tanto sentir aquilo dentro de mim, como ele queria meter. Tirei uma camisinha da carteira que trago sempre comigo para ocasiões como esta em que rola sexo com desconhecidos, exibi-a na mão pelo rectângulo da porta aberta, meu marido viu a camisinha na minha mão, esfregou a cabeça no sítio onde supostamente nascem os cornos aos maridos traídos, e enfiei-a naquele bacamarte que se esfregava em minhas coxas, por baixo da saia.
- Aguentas-te com ela lá dentro, ou és dos que se esporram rápido? – perguntei-lhe – Diz-me a verdade!
O desconhecido garantiu-me que praticara muitas vezes coito interrompido, e nunca ficara mal.
- Então primeiro, quero que ma metes no cu. Só depois é que ma enfias no buraco da frente. Mas enquanto me comes o cu, vais-me esfregando a vagina com os dedos.
Ele delirou quando lhe disse que queria que me comesse o cu, poucas deveriam ter sido as vezes em que lhe deram a provar tal pitéu. Inclinando então todo o dorso, agarrei-me ao puxador da porta aberta que dava acesso ao compartimento onde se encontrava o Rui e as crianças, deixei que a saia de meu vestido fosse levantada, que suas mãos afastassem as pregas do olho para os lados, e naquela posição recebi a primeira estocada no meu cu aberto. O casal de idosos continuava conversando, meu marido não tirava os olhos de nós embora procurasse disfarçar, meu filho permanecia na casa de banho, Sandrinha dormia, e da carruagem traseira, não se poderia ver meu dorso curvado, tapado pela porta fechada. Meu cu não oferece grande resistência a uma piroca tesa que o queira utilizar, tantas foram as vezes que foi usado, e por isso em breve, sem grande esforço, lhe senti a cabeça batendo-me no troço, e a ganga das calças dele roçando na pele nua de meu rabo. Tive pena de não lhe poder tirar as calças e sentir directamente os tomates dele na minha pele, como tanto gosto.
À primeira estocada seguiu-se outra, e outra e outra. A pixota tesa dele entrava e saía do meu cu velozmente como se me estivesse a bater sem dó. Meu corpo assim estocado, parecia uma mola distendendo-se, minha cabeça aparecia e desaparecia rapidamente entre o rectângulo aberto da porta da carruagem de meu marido, o Rui podia perceber claramente que eu estava sendo enrabada, como ele tanto gosta de me fazer. E é claro, os dedos do meu parceiro fortuito, não paravam de me bolinar na parreca, e de me masturbar o clítoris, cada vez me deixando mais excitada e com mais vontade de fazer loucuras.
- Agora quero no buraco da frente! – disse-lhe – Quero apanhar no buraco da frente, antes de chegarmos ao Tua, ou antes que te venhas.
Ele deixava-se conduzir por mim. Tirou o piçalho do cu, virei-me de frente para ele, tirei-lhe a camisa-de-vénus que embrulhei num lenço de papel e substituí-a por uma nova aproveitando para o punhetear mais um pouco. Ele ficou encantado por ser novamente eu a cobrir-lhe o membro.
- Vamos para um assento vazio - propôs-me. Eu não queria porque dos assentos o Rui não poderia assistir.
- Não! Tu és forte. Podes-me foder em pé.
Abracei-lhe então o pescoço, ele colocou as mãos directamente no meu cu, por dentro da saia, ergueu-me com seus braços fortes e másculos improvisando uma cadeirinha, abri minhas pernas, encavalitei-me nos seus quadris, desenlacei-lhe o pescoço, agarrei-lhe no caralho, e antes que minhas mãos conduzissem aquele membro túrgido ao interior de minha ratinha, ouvi meu filho Rui, que já voltara da casinha, perguntar ao pai, o que é que a mãe estava a fazer.
- A fumar um cigarro, filho – respondeu-lhe o Rui pai, e eu sorri, porque aquilo que tinha ali envolvido pela minha mão não era um cigarro, mas um senhor charuto, e bem “aceso” por sinal. Sofregamente introduzi-o todo em mim quase de uma vez só, e quando já o tinha totalmente dentro, o desconhecido como se adivinhasse o prazer que aquilo me provoca, pediu-me que lhe deixasse mamar nas minhas mamas. Acedi ao seu desejo. Meu vestido era decotado, com facilidade ele me puxou o soutien, me expôs os marmelos por cima do decote, como eu fizera momentos antes com meus filhos, e me começou a sugar os mamilos como um bebé com sua mãe. Estimulada eu enfiara outra vez minhas mãos pela abertura de suas calças, afastava-lhe as cuecas e lhe apalpava deliciada os colhões. E até eles me pareciam duros e rijos, como eu nunca sentira em homem algum. O casal idoso só se apercebeu de alguma coisa estranha, quando nos viemos em simultâneo, e não conseguimos conter dois gritinhos abafados de prazer sinalizando nosso orgasmo. Estava dada mais uma foda, talvez a primeira que aquelas carruagens assistiam, desde que a linha fora inaugurada, quase cem anos antes.
O desconhecido entrou então na casa de banho para se limpar e não regressarmos juntos, eu vesti minha calcinha, e voltei para junto de minha família. Os velhotes olhavam para mim, com cara de desconfiados. Meu marido Rui que só tinha gozado com o olhar estava eufórico, de perna cruzada para não ostentar seu tesão,
- És mesmo uma puta! – foi a primeira coisa que me disse, ao ouvido, baixinho para que meu filho não ouvisse – Se o Ordem sabe que andas a atentar contra a moralidade e os bons costumes em locais públicos como este, ainda te tira a licença de exerceres advocacia.
Meu marido é bem capaz de ter razão no que diz. Por isso mesmo, como não pretendo pôr fim às minhas aventuras enquanto tiver vida e um corpo que provoca desejo aos homens, o melhor mesmo é não lhe contar nada, não acham?
Um beijo especial para a Jéssykinha. Que pena não me ter dado o endereço!
Naquele ano, ainda só éramos quatro – o Ruizinho tinha 5 anos, a Sandrinha 2, e o Paulo ainda nem era projecto de gente. Estava-se uma manhã de Primavera, acabáramos de passar a Régua, cidade onde saíra muita gente, e o comboio seguia o seu destino praticamente vazio, eram mais 40 minutos de viagem. Na nossa carruagem, além dos quatro, seguia do lado esquerdo defronte a mim, um senhor dos seus trinta e poucos anos, moreno, alto, mais de 1,80 m, compleição robusta, e mais atrás, um casal idoso trocando impressões. Na carruagem da retaguarda, mais dois ou três homens. Minha filha Sandra, quando começava a ficar com sono gostava de meter a boca na minha mama muito embora eu já não tivesse leite, e naquela manhã levou a sua cabeça às minhas mamas, por cima do vestido, numa atitude que eu conhecia muito bem o que queria dizer. Prontamente ajeitei o vestido, facilitando-lhe o caminho para o meu mamilo, e ela começou a sugá-lo, como se estivesse mamando de verdade. O Ruizinho, com ciúmes, acercou-se da minha outra mama, como fazia muitas vezes, e eu ajeitei-a também para ele. Sempre gostei muito de sentir meus filhos mamando, e até meu marido se aproveitou muitas vezes deste meu gosto em dar de mamar. Foi então que reparei que o desconhecido não tirava os olhos das minhas mamas, ainda que elas se encontrassem semi-cobertas. As minhas mamas são direitinhas e tesas, cheínhas como minha face, e ao ver que o estranho gostava de mamas, decidi provocá-lo mais, e tirei-as para fora. Meu marido arregalou os olhos de espanto, mas eu com um pequeno gesto de olhos, fi-lo entender porque o fizera e o seu pau deu um solavanco nas calças. O desconhecido também demonstrou tesão, pois o volume das suas calças crescera, e ele embaraçado, cruzara as mãos sobre o regaço, tentando ocultá-lo. Com prazer verifiquei que os dedos das mãos dele eram grandes e grossos, indício de homem com muita testosterona e genitais avantajados. Se estivesse sozinha não teria feito o que fiz, mas a presença de toda a família, e a satisfação que produz no meu marido Rui os actos de adultério que vou praticando, inspiraram-me a oferecer-lhe um espectáculo que ainda não tivera oportunidade de o fazer presenciar.
Sandrinha adormecera embalada também pelas curvas do trajecto e meu filho, vendo a irmã adormecida, desinteressara-se da minha mama, e olhava pela janela. Voltei a cobrir os seios, mas com a minha mão levantei a saia, expondo ao estranho minha coxa grossinha e carnuda que afaguei vagarosamente, e minha cueca branca e transparente onde sobressaía o moreno de minha pele. O desconhecido, mais afoito com o meu gesto, descruzou as mãos e abriu as pernas, ostentando a silhueta do seu caralho obeso por baixo das calças. Dirigi-lhe um sorriso tácito que o deixou sem jeito, meu marido pressentindo o par de cornos despontar-lhe na testa, ainda mais se entesou. Passei-lhe a Sandrinha para o colo, disse-lhe para tomar conta dela, que ia à casa de banho. Peguei na carteira, olhei o estranho, sorri-lhe encorajadora, com um breve aceno de cabeça fiz-lhe sinal para a plataforma, atravessei o compartimento, e depois de passar a porta de correr achei-me na plataforma que dividia das duas carruagens, e onde se situava o WC. Entrei neste, fiz xixi, com as mãos em concha lavei o melhor que pude minha parreca com a água do lavatório, e saí. O desconhecido já se achava na plataforma, e olhava o Douro pelo vidro da porta. Não sabia se ele iria sair no Tua ou nalgum dos apeadeiros perdidos na serra, e por isso resolvi ir direita ao assunto.
Abri a porta da carruagem onde saíra para que meu marido pudesse ver melhor, a porta que dava acesso à outra carruagem permanecia fechada, o casal idoso estava de costas para mim, na carruagem de traz os três passageiros achavam-se cobertos pelos bancos, só se lhes divisavam os cabelos. Peguei num cigarro, que uso mais como técnica de abordagem do que pelo prazer da nicotina, e perguntei-lhe se tinha lume. Não fumava.
Eu então, atrevida, puta, ou o que me quiserem chamar, insinuei-me toda:
- E outro tipo de lume, capaz de me pôr a mim toda em brasa, não seria capaz de me arranjar? – e minha mão apalpava-lhe com todo o sem - cerimónia a área das calças onde se lhe acobertava a marca da sua condição masculina, e esta cresceu de novo sob o meu contacto. Pela cara de espanto, compreendi que era a primeira mulher que se lhe oferecia assim descaradamente, e ainda para mais num transporte público. Receoso, apesar do seu aspecto robusto, lançou um olhar desconfiado para o interior da carruagem, onde meu marido com os dois filhos, fazia de conta não estar vendo nada.
- Nada receie – disse-lhe, e como gosto sempre de inventar nestas ocasiões, acrescentei - Meu marido vive absorvido pelo trabalho, dá-me pouca assistência na cama. Mas não se importa que eu me entregue por fora. Creio até, que sente mais prazer em saber que me entrego por fora, do que em fazer sexo comigo. E você, neste momento, é precisamente o tipo de homem com quem me apetece fazer sexo.
A minha história aguçou-lhe o apetite, todos os homens gostam de cumprir o seu dever de machos latinos com mulheres cujos maridos não executam devidamente a função, e aquele não fugia à regra. Sua pila empinada parecia querer irromper pelas calças fora, e constatei deliciada que o chumaço que fazia era bastante avantajado, calculei-a entre os 17 e os 20 centímetros. Ia ser divertido!
- O comboio está muito sossegado, se não dermos nas vistas ninguém se aperceberá.
- Vamos para dentro da casa de banho – sugeriu-me ele.
- Não! – contrapus – É muito apertada, e era aborrecido se nos vissem sair os dois. Vire-se para mim. Se aparecer alguém, procuraremos disfarçar.
Eu tinha mais experiência do que ele neste tipo de situações comprometedoras, embora como advogada soubesse bem o que me poderia custar, em termos legais, praticá-las. Ele embora com algum receio, voltou-se para mim e procurou enlaçar-me. Não o consenti, virei-me antes de costas para ele, esfreguei voluptuosamente meu cu por cima da saia do vestido no pau dele ainda guardado, e conduzi-lhe as mãos quentes pelas minhas pernas acima, até à minha calcinha, enquanto o comprimia de costas contra a parede da plataforma, em linha mais ou menos recta com o lugar do meu marido, a quem pisquei um olho cúmplice.
Rapidamente, as mãos do passageiro desconhecido afastaram o pano da calcinha que me cobria a vagina, e afagaram-na, massajaram os lábios e depois afastaram-nos para trás, seus dedos rondavam agora a entrada da gruta, deixando-a humedecida com os movimentos que faziam, penetravam um pouco, alargavam-lhe o acesso, e deixavam-me cheia de tesão. Meu cu esfregava-se doidamente nas calças dele, e meu parceiro, mais audaz agora, apertava-me contra ele, enquanto seus lábios osculavam meu pescoço, minha face, minhas orelhas, intervalando com leves mordidas nas mesmas. Se não fossem nossos filhos, estou certa que do seu lugar, o Rui estaria tocando uma punheta! Assim, devia estar com um pau! E ainda me dava mais gozo pensar aquilo.
- Tira-me a cuequinha!
As mãos dele tiraram-me a cueca, levantei uma perna, depois outra, para que meu marido pudesse ver bem o que se estava a passar, a cueca saiu-me pelos pés, e guardei-a na carteira. Minha ratinha já estava destapada, pronta para o assalto, faltava fazer o mesmo ao cacete dele. Colocando minha mão por trás, tacteei-lhe o fecho das calças, abri-o com precisão mesmo sem olhar, ou não estivesse habituada a desapertar braguilhas de homens, introduzi-a na abertura do fecho, toquei-lhe no piçalho melado e tirei-o para fora. Nessa altura percebi que o Ruizinho exprimia necessidade de ir à casa de banho, e que o pai para poupar embaraços lhe indicava o lavabo da outra extremidade. Agradeci-lhe com um gesto da cabeça, e comecei a punhetear aquele membro que me enchia a mão. Não o chegara a ver ainda, mas podia senti-lo totalmente e comprovar que era efectivamente grande, largo, cavernoso e pulsante. Pedi-lhe então que me levantasse um pouco mais a saia, e enquanto o continuava a punhetear mansamente para ele não ejacular, esfregava agora meu cu e minha coninha directamente naquele corpo teso.
- Vai ser só punheta? – perguntou. Não! Eu queria tanto sentir aquilo dentro de mim, como ele queria meter. Tirei uma camisinha da carteira que trago sempre comigo para ocasiões como esta em que rola sexo com desconhecidos, exibi-a na mão pelo rectângulo da porta aberta, meu marido viu a camisinha na minha mão, esfregou a cabeça no sítio onde supostamente nascem os cornos aos maridos traídos, e enfiei-a naquele bacamarte que se esfregava em minhas coxas, por baixo da saia.
- Aguentas-te com ela lá dentro, ou és dos que se esporram rápido? – perguntei-lhe – Diz-me a verdade!
O desconhecido garantiu-me que praticara muitas vezes coito interrompido, e nunca ficara mal.
- Então primeiro, quero que ma metes no cu. Só depois é que ma enfias no buraco da frente. Mas enquanto me comes o cu, vais-me esfregando a vagina com os dedos.
Ele delirou quando lhe disse que queria que me comesse o cu, poucas deveriam ter sido as vezes em que lhe deram a provar tal pitéu. Inclinando então todo o dorso, agarrei-me ao puxador da porta aberta que dava acesso ao compartimento onde se encontrava o Rui e as crianças, deixei que a saia de meu vestido fosse levantada, que suas mãos afastassem as pregas do olho para os lados, e naquela posição recebi a primeira estocada no meu cu aberto. O casal de idosos continuava conversando, meu marido não tirava os olhos de nós embora procurasse disfarçar, meu filho permanecia na casa de banho, Sandrinha dormia, e da carruagem traseira, não se poderia ver meu dorso curvado, tapado pela porta fechada. Meu cu não oferece grande resistência a uma piroca tesa que o queira utilizar, tantas foram as vezes que foi usado, e por isso em breve, sem grande esforço, lhe senti a cabeça batendo-me no troço, e a ganga das calças dele roçando na pele nua de meu rabo. Tive pena de não lhe poder tirar as calças e sentir directamente os tomates dele na minha pele, como tanto gosto.
À primeira estocada seguiu-se outra, e outra e outra. A pixota tesa dele entrava e saía do meu cu velozmente como se me estivesse a bater sem dó. Meu corpo assim estocado, parecia uma mola distendendo-se, minha cabeça aparecia e desaparecia rapidamente entre o rectângulo aberto da porta da carruagem de meu marido, o Rui podia perceber claramente que eu estava sendo enrabada, como ele tanto gosta de me fazer. E é claro, os dedos do meu parceiro fortuito, não paravam de me bolinar na parreca, e de me masturbar o clítoris, cada vez me deixando mais excitada e com mais vontade de fazer loucuras.
- Agora quero no buraco da frente! – disse-lhe – Quero apanhar no buraco da frente, antes de chegarmos ao Tua, ou antes que te venhas.
Ele deixava-se conduzir por mim. Tirou o piçalho do cu, virei-me de frente para ele, tirei-lhe a camisa-de-vénus que embrulhei num lenço de papel e substituí-a por uma nova aproveitando para o punhetear mais um pouco. Ele ficou encantado por ser novamente eu a cobrir-lhe o membro.
- Vamos para um assento vazio - propôs-me. Eu não queria porque dos assentos o Rui não poderia assistir.
- Não! Tu és forte. Podes-me foder em pé.
Abracei-lhe então o pescoço, ele colocou as mãos directamente no meu cu, por dentro da saia, ergueu-me com seus braços fortes e másculos improvisando uma cadeirinha, abri minhas pernas, encavalitei-me nos seus quadris, desenlacei-lhe o pescoço, agarrei-lhe no caralho, e antes que minhas mãos conduzissem aquele membro túrgido ao interior de minha ratinha, ouvi meu filho Rui, que já voltara da casinha, perguntar ao pai, o que é que a mãe estava a fazer.
- A fumar um cigarro, filho – respondeu-lhe o Rui pai, e eu sorri, porque aquilo que tinha ali envolvido pela minha mão não era um cigarro, mas um senhor charuto, e bem “aceso” por sinal. Sofregamente introduzi-o todo em mim quase de uma vez só, e quando já o tinha totalmente dentro, o desconhecido como se adivinhasse o prazer que aquilo me provoca, pediu-me que lhe deixasse mamar nas minhas mamas. Acedi ao seu desejo. Meu vestido era decotado, com facilidade ele me puxou o soutien, me expôs os marmelos por cima do decote, como eu fizera momentos antes com meus filhos, e me começou a sugar os mamilos como um bebé com sua mãe. Estimulada eu enfiara outra vez minhas mãos pela abertura de suas calças, afastava-lhe as cuecas e lhe apalpava deliciada os colhões. E até eles me pareciam duros e rijos, como eu nunca sentira em homem algum. O casal idoso só se apercebeu de alguma coisa estranha, quando nos viemos em simultâneo, e não conseguimos conter dois gritinhos abafados de prazer sinalizando nosso orgasmo. Estava dada mais uma foda, talvez a primeira que aquelas carruagens assistiam, desde que a linha fora inaugurada, quase cem anos antes.
O desconhecido entrou então na casa de banho para se limpar e não regressarmos juntos, eu vesti minha calcinha, e voltei para junto de minha família. Os velhotes olhavam para mim, com cara de desconfiados. Meu marido Rui que só tinha gozado com o olhar estava eufórico, de perna cruzada para não ostentar seu tesão,
- És mesmo uma puta! – foi a primeira coisa que me disse, ao ouvido, baixinho para que meu filho não ouvisse – Se o Ordem sabe que andas a atentar contra a moralidade e os bons costumes em locais públicos como este, ainda te tira a licença de exerceres advocacia.
Meu marido é bem capaz de ter razão no que diz. Por isso mesmo, como não pretendo pôr fim às minhas aventuras enquanto tiver vida e um corpo que provoca desejo aos homens, o melhor mesmo é não lhe contar nada, não acham?
Um beijo especial para a Jéssykinha. Que pena não me ter dado o endereço!
Postado por
SANDRA SAFADA
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12:07
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA
domingo, 20 de março de 2011
DP ENQUANTO O MARIDO SE MASTURBAVA NO TELHADO
Tudo começou inocentemente. Nesse Verão, eu e a restante família encontrávamo-nos passando férias na pacata vila de S. Pedro de Muel, e tanto o quarto onde eu e meu marido dormíamos, como a casa de banho, tinham uma janela ao mesmo nível do telhado da casa que lhe ficava defronte, no outro lado da rua, a poucos metros de distância. Essa casa encontrava-se temporariamente desabitada, pois o telhado se achava em obras, e era frequente de manhã, quando nos levantávamos por volta das 9 horas, vermos um jovem dos seus 20 e poucos anos, muito moreno e musculoso, ombros em V, tronco nu, trabalhando em cima do telhado, para o qual subia através de uma gigantesca escada de mão, que mesmo durante a noite ficava deitada no jardim. À tarde, quando regressávamos, já era costume vê-lo acompanhado por outro colega, muito parecido com ele, como se fossem dois irmãos. Confesso que a figura dos dois me dava muito tesão, em especial quando tive oportunidade de os ver mais de perto, e constatei que ambos tinham as mãos e os dedos compridos e grossos, o que para mim é sempre sinal de homem com pila que enche a vista, e colhões avantajados, e me faz sempre humedecer. Com prazer constatei que a minha figura também não lhes era indiferente. Apesar de acompanhada por meu marido e filhos, os dois miraram-me de alto a baixo, e um deles deteve demoradamente o olhar no meu rabo gordinho, e mamocas. Atirei-lhes um sorriso cóquette. Rui que adora que eu o traia, entesou-se logo. Mas aquilo ficou por ali.
Certa manhã ao acordarmos, após uma noite em que devido ao calor dormíramos de janela aberta, Rui acordou de pau feito e quis fazer amor comigo para se aliviar. Confesso que nenhum de nós se lembrou da presença dos trolhas no telhado fronteiro, e estou convencida que se nos tivéssemos lembrado, teríamos na mesma feito o que fizemos, ou eu não gostasse tanto de me exibir, e Rui que eu me exiba. Como boa esposa que me prezo ser quando me apetece, prontamente baixei minha calcinha, e deixei que ele se pusesse por cima, e me penetrasse. Foi a meio da queca que me lembrei do solitário operário da parte da manhã. Voltei a cabeça, e vi-o especado, espionando-nos, e como tenho uma visão apurada, quase podia jurar que o “macaco” dele, sob as calças, já se encontrava espetado. Decidi então consolá-lo ainda mais. Rebolei-me na cama, Rui ficou sob mim, e deixei que ele me possuísse por baixo, de modo a que minhas mamas balouçassem todas, enquanto a pixota dele me comia a rata. O rapaz vendo-nos naquele ritmo começou a esfregar a zona do caralho por cima das calças. Devia estar entesadíssimo! Quando fomos tomar o duche matinal ele desaparecera. Por certo fora tocar uma!
Não contei nada a meu marido, pois lhe queria dar um gostinho como ele tanto aprecia. E como a figura máscula daquele trabalhador não me saía da cabeça, quando estávamos na praia, engendrei um esquema para foder com ele e o seu colega na frente de meu marido. No final do almoço, num restaurante em frente ao mar, na companhia de um casal com seus dois filhos, com os quais traváramos relações, pedi-lhes se não se importavam de tomar conta das nossas crianças, já que eu e Rui nos teríamos de ausentar. Este olhou para mim surpreendido, e viu logo que ali vinha coisa. O casal, com filhos pequenos, deve ter imaginado que nós estávamos com vontade de transar, e que não deveríamos ter tido a oportunidade de o ter feito nessa noite, pois riram-se para nós com ar malandro, prestando-se logo a olhar pelos nossos rebentos enquanto estivéssemos ausentes, e até nos atiraram um jovial, divirtam-se. Malandra como sou, não me contive que não lhes respondesse:
- Vamos tentar fazer por isso!
No caminho Rui quis saber o que eu tramava, mas não teve sorte. No entanto, bastou dizer-lhe que se postasse na esquina da nossa rua, sem ser visto, e quando visse os dois trabalhadores entrar em nossa casa, subisse ao telhado de onde eles tinham saído, e se deixasse lá ficar olhando para as nossas janelas, para entender tudo. Não disse nada, mas deu-me um amoroso beijo na boca. Quantas vezes fiquei com a ideia de que ele gosta mais de me ver dando a outros do que a si. E antes de chegarmos, para que ele não ficasse a seco, e se pudesse entreter melhor sozinho enquanto eu me divertia com os outros, paramos num café, onde comprei uma garrafa de água das pequenas, plástica, que bebi ao balcão, tendo pedido ao empregado, para cortar o gargalo da mesma. O homem ficou surpreendido, sem perceber a razão do meu estranho pedido, mas eu explico-vos porque o fiz. Rui é muito fetichista, e como gosta de se masturbar quando me vê apanhando de outros, aquele foi um presente meu, para que a sua pilinha pudesse assim ter um buraquinho apertado onde se meter.
Quando chegamos na esquina da rua, notei com prazer que o nosso “voyeurista” da manhã já não se encontrava sozinho. Óptimo! Rui estava com sorte. Ia-me ver apanhando de dois. E eu também estava. Deixei-o ficar com a garrafa sem gargalo, e entrei em casa. Os dois viram-me abrir a porta, antes de a ter encostado olhei para eles ostensivamente, e percebi que falavam de mim. Calculei que o da manhã contara ao outro o que se passara (teria igualmente contado a punheta que batera no final?), e depois de ter passado no quarto para pegar em duas camisinhas, encaminhei-me para a casa de banho. Lá chegada, abri o chuveiro, e de janela totalmente aberta para que os dois me vissem bem, mas como se os não estivesse a ver, despi-me, e meti-me debaixo dele. Os dois trabalhadores, pararam o que estavam fazendo, e puseram-se a mirar-me, deliciados. Eu ensaboei-me, esfregando voluptuosamente os seios, e tacteando demoradamente os mamilos até os sentir ficar duros, o que não demorou a acontecer, pois além daqueles meus toques, só o facto de saber estar sendo espiada nua por dois homens musculosos, contribuía para me entesar.
Eles deviam estar na dúvida se eu estaria fazendo de propósito ou não, mas também não se procuraram ocultar, e para os acicatar mais, enquanto ensaboava a vagina, comecei a acariciar-me como se me estivesse masturbando. Primeiro passei a palma da mão aberta pelos lábios da rata, demoradamente, e em seguida enfiei um dedo no meu grelinho, começando a rebolar-me toda nele. Mas não fiquei por aí. De vez em quando, tirava o dedo e levava-o à boca, chupando-o como se estivesse fazendo um broche no cacete de alguém. Num dado momento, resolvi ser ainda mais atrevida e explícita. Sentei-me na borda da banheira, de costas apoiadas na parede, levantei um pouco acrobaticamente minhas pernas até aos ombros para que minha pássara ficasse bem visível aos olhos dele (sou gordinha, mas muito flexível) e comecei a socá-la com o dedo, como se já não fodesse há muito tempo. O espectáculo que lhes proporcionava devia estar sendo tão bom, ou eles poucas vezes o teriam visto, que o que só vinha de tarde, não aguentando mais, tirou seu cacete para fora do fecho, e começou a dar à bomba com a mão. Óptimo, estavam no ponto em que eu os queria! Necessitava agora de intervir antes que aqueles seus movimentos manuais o fizessem gozar, e o deixassem sem préstimo para mim. Olhei então pela primeira vez, directamente na sua direcção, rindo-me para eles, e os dois vendo-se assim topados não demonstraram qualquer embaraço, antes pelo contrário, pois o que brincava com o bacamarte atrevidamente começou a balançá-lo com as mãos para cima e para baixo, exibindo-o lascivamente, como se o estivesse a oferecer-mo, e o seu colega para não lhe ficar atrás e demonstrar que era tão macho como o outro, baixou completamente as calças, expondo todo o seu aparelho genital. Rui de onde estava não podia vislumbrar aquilo, mas eu tinha uma visão perfeita, e podia comprovar que no que respeitava a tamanhos a Natureza não tinha sido sovina com nenhum eles. Ainda bem! Para apanhar com pirocas pequenas já me basta a de meu marido. Agarrei então nas duas camisinhas que colocara sobre o lavatório, e num convite declarado para uma trepada, brandi-as na mão várias vezes, antes de as esfregar na minha rachinha, enquanto com a outra mão os incitava a vir ter comigo, indicando-lhes o caminho da porta de casa, que como disse, deixara propositadamente encostada. Os dois, estupefactos, pois decerto pensariam que me iria limitar a exibir-me, trocaram impressões um com o outro, antes de se decidirem finalmente a abandonar o serviço. Estou certa que qualquer um deles, se estivesse sozinho não se teria atrevido a vir ter comigo com receio de ser surpreendido pelo meu marido, mas como eram dois, e ainda para mais trabalhadores da construção civil, entroncados, devem ter concluído que mesmo que isso acontecesse ele sozinho nada poderia fazer contra os dois, e lá se decidiram a descer pela escada de mão, e a atravessar a rua. Em dois minutos ou nem tanto, tinham transposto a porta de entrada, e subido ao andar de cima, onde ficavam os quartos e o banheiro. Da janela via agora meu marido subindo ao telhado de onde tinham saído, indiferente a ser visto da rua, onde se ocultou por trás da chaminé. Ri-me. Se alguém o visse…
Recebi-os na porta da casa de banho, completamente nua. Eles quase caíram de costas, vendo-me assim no estado em que vim ao Mundo, as mamas, e os pentelhos à mostra, pois que na altura ainda não costumava depilar a parreca. Eram uns bonitos homens, ainda que de feições simples, com o peito torrado pelo sol, transpirado, coberto de pelos como aprecio num individuo do sexo posto, com todo o aspecto de serem ainda solteiros, e portanto num meio pequeno como aquele, pouco habituados de certeza a serem solicitados por mulheres fogosas como eu. Apesar da queca que dera com Rui de manhã, para os espicaçar mais fiz-me de carente. Numa voz gemente, e sem procurar cobrir minhas partes íntimas, desafiei-os:
- Venham, rapazes! Venham, que eu preciso muito de foder! O meu marido não me basta! Preciso muito de dois paus assim grandes e fortes como os vossos. Por favor, mostrem que são homens a sério, e tirem-me o tesão, que eu preciso muito que me metam!
O caralho de ambos deve ter dado um valente solavanco nas calças, pois assinalou de imediato sua presença, só com as minhas palavras. Eles devem ter pensado que eu era uma puta, o que já foi verdade, e meu marido um frouxo, e trataram logo de me acalmar:
- A sra. fique descansada que nós os dois temos tudo o que é preciso para a servir, e tirar-lhe o calor todo - e riram-se com gosto. – Mas o seu marido..?
- Não se preocupem! – tranquilizei-os, é este o defeito de ser casada, temos sempre de tranquilizar os amantes quanto à eventualidade de aparecer o marido – ele ficou na praia com as crianças.
Eles acreditaram, e eu levei-os para dentro da casa de banho, onde os despi totalmente e lhes lavei os órgãos, com grande contentamento deles. Eram grandes e duros, um deles devia mesmo ter mais de 20 centímetros, embora nenhum dos caralhos fosse circuncidado. Tive o cuidado, quando os ensaboava, de lhes puxar a glande bem para trás, destapando-lhes a cabeça, confirmando assim que ela se retraía com facilidade. Tudo se conjugava para me garantir que eu tinha ali um par de pilas capazes de me assegurarem duas soberbas fodas. Quando se achavam bem lavadas levei-os para o quarto, onde na cama sempre poderíamos trepar mais confortavelmente, e me deitei sobre a coberta com um deles de cada lado, mas do exterior da cama, de pé sob o tapete. Seus bacamartes estavam erectos só com a imagem de meu corpo destapado. Comecei a punheteá-los em simultâneo. Como era delicioso sentir aqueles dois troncos em minhas mãos, vendo sair deles em pequenas gotas, o milagroso leitinho que nos fecundou a todos. Decidi conceder-lhes, e a Rui, um bónus extra a que eles igualmente não deveriam estar muito habituados.
- Quero chupar-vos as piças aos dois! Adoro chupar piças assim tão grandes como as vossas, que me encham a boca!
E dizendo isto minha boca já lhes abocanhava os paus e lhes proporcionava uma inolvidável demonstração de sexo oral a dois. Enquanto os chupava ia mandando pelo canto do olho uma mirada na direcção da chaminé do telhado fronteiro, onde Rui se dissimulava, distinguindo-lhe a t-shirt azul e o cabelo preto. Só não podia confirmar, era se ele já teria enfiado a piroca na garrafa que lhe dera, mas provavelmente não, ainda era cedo demais para isso. Os meu dois homens eram bons amantes, não se limitavam passivamente a ser chupados. Enquanto lhes atacava com a boca e língua os paus, um deles penetrava-me o pito com os dedos, ao passo que o outro consolava-me manualmente as mamas. Meu suco vaginal começara a humedecer-me, tornando-me receptiva para os receber. Suspendi as punhetas para libertar as mãos, e desembrulhei um preservativo no pau de cada um.
- Quero que me metam as vossas pirocas dentro de mim – disse-lhes, e como estava numa de proporcionar um bom espectáculo a Rui, acrescentei mesmo sabendo que iria ficar toda dorida – ao mesmo tempo. Quero sentir as vossas pirocas ao mesmo tempo dentro de mim. Uma na parrecca, e outra no cu. A piroca mais pequena atrás, e a maior na entrada da frente.
Comprovadamente eles cada vez tinham mais de mim a ideia de uma puta ninfomaníaca, das mais depravadas. De certeza que nenhuma mulher de S. Pedro de Muel e arredores lhes expressara alguma vez um desejo daqueles. Mas não disseram que não. Um deles deitou-se por baixo de mim, com o piçalho totalmente apontado para cima. Ajoelhei-me sobre as coxas dele, e introduzi-a na minha racha do entre pernas, inclinando minhas costas sobre o peito dele para que a bunda ficasse bem arrebitada. O segundo veio por trás igualmente ajoelhado, pedi-lhe que o metesse com cuidado e ele depois de ter esfregado seu piçalho um bom bocado na entrada do olho, para que o lubrificante da camisa facilitasse a penetração começou a meter. Doeu mas foi só no começo. Depois de passado o olho, começou o bem bom, e eu como num passo-doble só tive de me deixar levar por aqueles caralhos socando-me e arrombando-me as duas entradas. Gemi como uma perdida. Há tanto tempo que eu não sabia o que era uma DP. Meu marido querendo mostrar-me como lhe agradava aquilo, saíra de detrás da chaminé, e como não podia ser avistado da rua, tirara a t-shirt e o calção de praia, e todo pelado como nós os três, enfiara a sua pila pequena na abertura cortada do gargalo da garrafa que segurava com as mãos, e socava-a com os quadris como se ela fosse a minha coninha, onde ele tanto gosta de meter. Sempre era um melhor consolo do que fazer à mão. O que me enrabava, que era o que me vira de manhã, lobrigou-o, mas eu rindo-me, sosseguei-o:
- Se você nos viu de manhã e gozou dali, porque não há-de deixá-lo gozar agora a ele, no mesmo sítio?
Parece-me que esta minha sugestão, ainda o entesou mais a ele e ao colega, porque os movimentos de ambos redobraram de intensidade, os tomates de ambos batiam uns nos outros, enquanto me socavam, socavam, socavam...
O que me enrabava veio-se primeiro, e tirou-a fora. O outro ainda a quis meter no buraco que o outro deixara livre, mas não o consenti, e ele acabou por se esporrar no meu grelinho como me dá prazer, pouco após eu ter alcançado o orgasmo. Rui, no telhado, já se viera provavelmente, pois tirara a pila e pousara a garrafa ao lado da chaminé, onde a deixou ficar quando desceu.
Ainda tomei um duche rápido com os dois, antes de nos despedirmos com um beijo na face. Naquele dia o conserto do telhado não deve ter ficado muito adiantado. Rui esperava por mim, no local onde o deixara, e rindo-nos muito enquanto rememorávamos o episódio, voltamos à praia. Estava tudo bem com os miúdos, e o casal amigo ao ver-nos tão animados, e eu um pouco vergada, quis saber se nos tínhamos divertido. Muito, respondemos. E o Rui acrescentou, apontando para mim, deixando-os desconcertados:
- Foi pena esta pateta só se ter lembrado disto hoje, quando faltam dois dias para terminar as férias. Se o tivesse feito assim que chegamos, o que nós não nos teríamos divertido!
Certa manhã ao acordarmos, após uma noite em que devido ao calor dormíramos de janela aberta, Rui acordou de pau feito e quis fazer amor comigo para se aliviar. Confesso que nenhum de nós se lembrou da presença dos trolhas no telhado fronteiro, e estou convencida que se nos tivéssemos lembrado, teríamos na mesma feito o que fizemos, ou eu não gostasse tanto de me exibir, e Rui que eu me exiba. Como boa esposa que me prezo ser quando me apetece, prontamente baixei minha calcinha, e deixei que ele se pusesse por cima, e me penetrasse. Foi a meio da queca que me lembrei do solitário operário da parte da manhã. Voltei a cabeça, e vi-o especado, espionando-nos, e como tenho uma visão apurada, quase podia jurar que o “macaco” dele, sob as calças, já se encontrava espetado. Decidi então consolá-lo ainda mais. Rebolei-me na cama, Rui ficou sob mim, e deixei que ele me possuísse por baixo, de modo a que minhas mamas balouçassem todas, enquanto a pixota dele me comia a rata. O rapaz vendo-nos naquele ritmo começou a esfregar a zona do caralho por cima das calças. Devia estar entesadíssimo! Quando fomos tomar o duche matinal ele desaparecera. Por certo fora tocar uma!
Não contei nada a meu marido, pois lhe queria dar um gostinho como ele tanto aprecia. E como a figura máscula daquele trabalhador não me saía da cabeça, quando estávamos na praia, engendrei um esquema para foder com ele e o seu colega na frente de meu marido. No final do almoço, num restaurante em frente ao mar, na companhia de um casal com seus dois filhos, com os quais traváramos relações, pedi-lhes se não se importavam de tomar conta das nossas crianças, já que eu e Rui nos teríamos de ausentar. Este olhou para mim surpreendido, e viu logo que ali vinha coisa. O casal, com filhos pequenos, deve ter imaginado que nós estávamos com vontade de transar, e que não deveríamos ter tido a oportunidade de o ter feito nessa noite, pois riram-se para nós com ar malandro, prestando-se logo a olhar pelos nossos rebentos enquanto estivéssemos ausentes, e até nos atiraram um jovial, divirtam-se. Malandra como sou, não me contive que não lhes respondesse:
- Vamos tentar fazer por isso!
No caminho Rui quis saber o que eu tramava, mas não teve sorte. No entanto, bastou dizer-lhe que se postasse na esquina da nossa rua, sem ser visto, e quando visse os dois trabalhadores entrar em nossa casa, subisse ao telhado de onde eles tinham saído, e se deixasse lá ficar olhando para as nossas janelas, para entender tudo. Não disse nada, mas deu-me um amoroso beijo na boca. Quantas vezes fiquei com a ideia de que ele gosta mais de me ver dando a outros do que a si. E antes de chegarmos, para que ele não ficasse a seco, e se pudesse entreter melhor sozinho enquanto eu me divertia com os outros, paramos num café, onde comprei uma garrafa de água das pequenas, plástica, que bebi ao balcão, tendo pedido ao empregado, para cortar o gargalo da mesma. O homem ficou surpreendido, sem perceber a razão do meu estranho pedido, mas eu explico-vos porque o fiz. Rui é muito fetichista, e como gosta de se masturbar quando me vê apanhando de outros, aquele foi um presente meu, para que a sua pilinha pudesse assim ter um buraquinho apertado onde se meter.
Quando chegamos na esquina da rua, notei com prazer que o nosso “voyeurista” da manhã já não se encontrava sozinho. Óptimo! Rui estava com sorte. Ia-me ver apanhando de dois. E eu também estava. Deixei-o ficar com a garrafa sem gargalo, e entrei em casa. Os dois viram-me abrir a porta, antes de a ter encostado olhei para eles ostensivamente, e percebi que falavam de mim. Calculei que o da manhã contara ao outro o que se passara (teria igualmente contado a punheta que batera no final?), e depois de ter passado no quarto para pegar em duas camisinhas, encaminhei-me para a casa de banho. Lá chegada, abri o chuveiro, e de janela totalmente aberta para que os dois me vissem bem, mas como se os não estivesse a ver, despi-me, e meti-me debaixo dele. Os dois trabalhadores, pararam o que estavam fazendo, e puseram-se a mirar-me, deliciados. Eu ensaboei-me, esfregando voluptuosamente os seios, e tacteando demoradamente os mamilos até os sentir ficar duros, o que não demorou a acontecer, pois além daqueles meus toques, só o facto de saber estar sendo espiada nua por dois homens musculosos, contribuía para me entesar.
Eles deviam estar na dúvida se eu estaria fazendo de propósito ou não, mas também não se procuraram ocultar, e para os acicatar mais, enquanto ensaboava a vagina, comecei a acariciar-me como se me estivesse masturbando. Primeiro passei a palma da mão aberta pelos lábios da rata, demoradamente, e em seguida enfiei um dedo no meu grelinho, começando a rebolar-me toda nele. Mas não fiquei por aí. De vez em quando, tirava o dedo e levava-o à boca, chupando-o como se estivesse fazendo um broche no cacete de alguém. Num dado momento, resolvi ser ainda mais atrevida e explícita. Sentei-me na borda da banheira, de costas apoiadas na parede, levantei um pouco acrobaticamente minhas pernas até aos ombros para que minha pássara ficasse bem visível aos olhos dele (sou gordinha, mas muito flexível) e comecei a socá-la com o dedo, como se já não fodesse há muito tempo. O espectáculo que lhes proporcionava devia estar sendo tão bom, ou eles poucas vezes o teriam visto, que o que só vinha de tarde, não aguentando mais, tirou seu cacete para fora do fecho, e começou a dar à bomba com a mão. Óptimo, estavam no ponto em que eu os queria! Necessitava agora de intervir antes que aqueles seus movimentos manuais o fizessem gozar, e o deixassem sem préstimo para mim. Olhei então pela primeira vez, directamente na sua direcção, rindo-me para eles, e os dois vendo-se assim topados não demonstraram qualquer embaraço, antes pelo contrário, pois o que brincava com o bacamarte atrevidamente começou a balançá-lo com as mãos para cima e para baixo, exibindo-o lascivamente, como se o estivesse a oferecer-mo, e o seu colega para não lhe ficar atrás e demonstrar que era tão macho como o outro, baixou completamente as calças, expondo todo o seu aparelho genital. Rui de onde estava não podia vislumbrar aquilo, mas eu tinha uma visão perfeita, e podia comprovar que no que respeitava a tamanhos a Natureza não tinha sido sovina com nenhum eles. Ainda bem! Para apanhar com pirocas pequenas já me basta a de meu marido. Agarrei então nas duas camisinhas que colocara sobre o lavatório, e num convite declarado para uma trepada, brandi-as na mão várias vezes, antes de as esfregar na minha rachinha, enquanto com a outra mão os incitava a vir ter comigo, indicando-lhes o caminho da porta de casa, que como disse, deixara propositadamente encostada. Os dois, estupefactos, pois decerto pensariam que me iria limitar a exibir-me, trocaram impressões um com o outro, antes de se decidirem finalmente a abandonar o serviço. Estou certa que qualquer um deles, se estivesse sozinho não se teria atrevido a vir ter comigo com receio de ser surpreendido pelo meu marido, mas como eram dois, e ainda para mais trabalhadores da construção civil, entroncados, devem ter concluído que mesmo que isso acontecesse ele sozinho nada poderia fazer contra os dois, e lá se decidiram a descer pela escada de mão, e a atravessar a rua. Em dois minutos ou nem tanto, tinham transposto a porta de entrada, e subido ao andar de cima, onde ficavam os quartos e o banheiro. Da janela via agora meu marido subindo ao telhado de onde tinham saído, indiferente a ser visto da rua, onde se ocultou por trás da chaminé. Ri-me. Se alguém o visse…
Recebi-os na porta da casa de banho, completamente nua. Eles quase caíram de costas, vendo-me assim no estado em que vim ao Mundo, as mamas, e os pentelhos à mostra, pois que na altura ainda não costumava depilar a parreca. Eram uns bonitos homens, ainda que de feições simples, com o peito torrado pelo sol, transpirado, coberto de pelos como aprecio num individuo do sexo posto, com todo o aspecto de serem ainda solteiros, e portanto num meio pequeno como aquele, pouco habituados de certeza a serem solicitados por mulheres fogosas como eu. Apesar da queca que dera com Rui de manhã, para os espicaçar mais fiz-me de carente. Numa voz gemente, e sem procurar cobrir minhas partes íntimas, desafiei-os:
- Venham, rapazes! Venham, que eu preciso muito de foder! O meu marido não me basta! Preciso muito de dois paus assim grandes e fortes como os vossos. Por favor, mostrem que são homens a sério, e tirem-me o tesão, que eu preciso muito que me metam!
O caralho de ambos deve ter dado um valente solavanco nas calças, pois assinalou de imediato sua presença, só com as minhas palavras. Eles devem ter pensado que eu era uma puta, o que já foi verdade, e meu marido um frouxo, e trataram logo de me acalmar:
- A sra. fique descansada que nós os dois temos tudo o que é preciso para a servir, e tirar-lhe o calor todo - e riram-se com gosto. – Mas o seu marido..?
- Não se preocupem! – tranquilizei-os, é este o defeito de ser casada, temos sempre de tranquilizar os amantes quanto à eventualidade de aparecer o marido – ele ficou na praia com as crianças.
Eles acreditaram, e eu levei-os para dentro da casa de banho, onde os despi totalmente e lhes lavei os órgãos, com grande contentamento deles. Eram grandes e duros, um deles devia mesmo ter mais de 20 centímetros, embora nenhum dos caralhos fosse circuncidado. Tive o cuidado, quando os ensaboava, de lhes puxar a glande bem para trás, destapando-lhes a cabeça, confirmando assim que ela se retraía com facilidade. Tudo se conjugava para me garantir que eu tinha ali um par de pilas capazes de me assegurarem duas soberbas fodas. Quando se achavam bem lavadas levei-os para o quarto, onde na cama sempre poderíamos trepar mais confortavelmente, e me deitei sobre a coberta com um deles de cada lado, mas do exterior da cama, de pé sob o tapete. Seus bacamartes estavam erectos só com a imagem de meu corpo destapado. Comecei a punheteá-los em simultâneo. Como era delicioso sentir aqueles dois troncos em minhas mãos, vendo sair deles em pequenas gotas, o milagroso leitinho que nos fecundou a todos. Decidi conceder-lhes, e a Rui, um bónus extra a que eles igualmente não deveriam estar muito habituados.
- Quero chupar-vos as piças aos dois! Adoro chupar piças assim tão grandes como as vossas, que me encham a boca!
E dizendo isto minha boca já lhes abocanhava os paus e lhes proporcionava uma inolvidável demonstração de sexo oral a dois. Enquanto os chupava ia mandando pelo canto do olho uma mirada na direcção da chaminé do telhado fronteiro, onde Rui se dissimulava, distinguindo-lhe a t-shirt azul e o cabelo preto. Só não podia confirmar, era se ele já teria enfiado a piroca na garrafa que lhe dera, mas provavelmente não, ainda era cedo demais para isso. Os meu dois homens eram bons amantes, não se limitavam passivamente a ser chupados. Enquanto lhes atacava com a boca e língua os paus, um deles penetrava-me o pito com os dedos, ao passo que o outro consolava-me manualmente as mamas. Meu suco vaginal começara a humedecer-me, tornando-me receptiva para os receber. Suspendi as punhetas para libertar as mãos, e desembrulhei um preservativo no pau de cada um.
- Quero que me metam as vossas pirocas dentro de mim – disse-lhes, e como estava numa de proporcionar um bom espectáculo a Rui, acrescentei mesmo sabendo que iria ficar toda dorida – ao mesmo tempo. Quero sentir as vossas pirocas ao mesmo tempo dentro de mim. Uma na parrecca, e outra no cu. A piroca mais pequena atrás, e a maior na entrada da frente.
Comprovadamente eles cada vez tinham mais de mim a ideia de uma puta ninfomaníaca, das mais depravadas. De certeza que nenhuma mulher de S. Pedro de Muel e arredores lhes expressara alguma vez um desejo daqueles. Mas não disseram que não. Um deles deitou-se por baixo de mim, com o piçalho totalmente apontado para cima. Ajoelhei-me sobre as coxas dele, e introduzi-a na minha racha do entre pernas, inclinando minhas costas sobre o peito dele para que a bunda ficasse bem arrebitada. O segundo veio por trás igualmente ajoelhado, pedi-lhe que o metesse com cuidado e ele depois de ter esfregado seu piçalho um bom bocado na entrada do olho, para que o lubrificante da camisa facilitasse a penetração começou a meter. Doeu mas foi só no começo. Depois de passado o olho, começou o bem bom, e eu como num passo-doble só tive de me deixar levar por aqueles caralhos socando-me e arrombando-me as duas entradas. Gemi como uma perdida. Há tanto tempo que eu não sabia o que era uma DP. Meu marido querendo mostrar-me como lhe agradava aquilo, saíra de detrás da chaminé, e como não podia ser avistado da rua, tirara a t-shirt e o calção de praia, e todo pelado como nós os três, enfiara a sua pila pequena na abertura cortada do gargalo da garrafa que segurava com as mãos, e socava-a com os quadris como se ela fosse a minha coninha, onde ele tanto gosta de meter. Sempre era um melhor consolo do que fazer à mão. O que me enrabava, que era o que me vira de manhã, lobrigou-o, mas eu rindo-me, sosseguei-o:
- Se você nos viu de manhã e gozou dali, porque não há-de deixá-lo gozar agora a ele, no mesmo sítio?
Parece-me que esta minha sugestão, ainda o entesou mais a ele e ao colega, porque os movimentos de ambos redobraram de intensidade, os tomates de ambos batiam uns nos outros, enquanto me socavam, socavam, socavam...
O que me enrabava veio-se primeiro, e tirou-a fora. O outro ainda a quis meter no buraco que o outro deixara livre, mas não o consenti, e ele acabou por se esporrar no meu grelinho como me dá prazer, pouco após eu ter alcançado o orgasmo. Rui, no telhado, já se viera provavelmente, pois tirara a pila e pousara a garrafa ao lado da chaminé, onde a deixou ficar quando desceu.
Ainda tomei um duche rápido com os dois, antes de nos despedirmos com um beijo na face. Naquele dia o conserto do telhado não deve ter ficado muito adiantado. Rui esperava por mim, no local onde o deixara, e rindo-nos muito enquanto rememorávamos o episódio, voltamos à praia. Estava tudo bem com os miúdos, e o casal amigo ao ver-nos tão animados, e eu um pouco vergada, quis saber se nos tínhamos divertido. Muito, respondemos. E o Rui acrescentou, apontando para mim, deixando-os desconcertados:
- Foi pena esta pateta só se ter lembrado disto hoje, quando faltam dois dias para terminar as férias. Se o tivesse feito assim que chegamos, o que nós não nos teríamos divertido!
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SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA
domingo, 13 de março de 2011
DANDO PARA QUATRO COMPANHEIROS DE ARMAS DO MARIDO
Como já contei, o primeiro par de cornos que meti a meu marido, foi com um seu colega de tropa, o Rogério, num convívio militar que eles tinham organizado. Rui, meu marido, ficou excitadíssimo com a minha aventura extra-conjugal, tanto mais que a história, que se repetiu mais vezes, acabou por ser conhecida de todo o ex-pelotão.
Dois ou três anos após, quatro antigos colegas do batalhão, o Nuno, o António, o Nelo e o Berto, que são da região Centro e apreciam a caça, vieram participar numa batida ao javali na nossa região, tendo pernoitado em nossa casa, ainda que em sacos-cama que estenderam no chão da sala, pois não tínhamos quartos para os acomodar. Os quatro são os melhores companheiros de armas que Rui conserva do seu tempo na caserna e como eles, tal como os outros, já sabiam que ele era ou tinha sido corneado por mim, confidenciou-me na véspera da sua chegada, que gostaria muito de lhes proporcionar uma noite inesquecível, à semelhança de muitos povos que consideram como dever de hospitalidade emprestar sua própria esposa aos convidados da casa. Eles eram casados, não traziam as mulheres, a coisa bem orquestrada podia fazer-se sem perigo. Senti logo um calorzinho gostoso por mim acima, sinal que a ideia me estava entesando tanto como a ele. Além disso, acrescentava Rui, sua honra ficaria limpa, pois ele estaria demonstrando não ser um corno manso, mas pelo contrário, um sujeito acima das convenções capaz de dispensar de bom grado a mulher aos amigos.
Eu porém observei-lhe que naquela história quem iria ficar mal era eu. Afinal aos olhos deles, eu passaria sendo a puta que abria as pernas a quem o marido mandasse. Disse aquilo não porque me importasse grandemente com o que eles pensariam, mas porque queria dar outra pica àquilo. Eu topava a ideia, desde que ele os convencesse que eu estava sedada, de modo a ficar bem claro que aquela tara era apenas dele e minha participação fora feita sem meu conhecimento.
- Como se te estivéssemos violando?
- Exactamente! – Sua piroca entesou-se logo sobre as calças, tal como eu já imaginava quando se fala em violar-me. Ele anuiu, e combinamos como procederíamos.
Quando chegaram, correu tudo bem. Já nos conhecíamos dos encontros anuais da tropa, jantámos, nossos filhos foram para a cama, bebemos mais uns uísques, e eu comecei simulando que não me tinha em pé de sono, atribuindo tal estado ao uísque. Rui fazia sinais aos amigos, quando me despedi, desculpando-me, dizendo que me ia deitar. Cheguei ao quarto, lavei-me rapidamente, despi-me por inteiro, e assim, sem nada, estendi-me por cima da cama, esperando o que se iria seguir. Conforme o combinado, Rui estava-lhes dizendo que me drogara com um narcótico, que eu teria sono para muitas horas, e fizera-o porque gostaria que amigos como eles passando a noite afastados de suas mulheres, se consolassem com a sua, que era uma delícia de gordinha roliça, e que mesmo desacordada punha os seus três buraquinhos à disposição deles. Soube depois que eles começaram por pensar que se tratava de uma brincadeira. Quando perceberam que era a sério, relutaram, supondo-o provavelmente bêbado para saber o que dizia. Mas Rui insistiu, afirmou que levava a mal sua recusa pois isso era o mesmo que dizer-lhe que não tinha uma esposa deliciosa, e acabou por lançar-lhes esta:
- Se já o grunho do Rogério a comeu, e eu não me importei, acham que me importaria de a ver fodendo com vocês? Vamos lá rapazes, ninguém vai saber, é só um segredo nosso. E considerem isto como uma espécie de vingança minha do par de cornos que ela me pôs.
Este último argumento convenceu-os pois já animados, e sem fazerem barulho, subiram ao nosso quarto de casal. Quando entraram e meu marido acendeu a luz, os quatro estacaram vendo-me nua, respiração pausada, barriga para cima, mamas e pentelheira à mostra, pernas abertas em frente à porta, a pachacha escancarada e rosada sob os seus olhos. Ouvi Berto comentar, falando baixinho:
- Tens razão Rui, tua mulher tem um grelinho bem apetitoso, carnudo como eu gosto. E umas coxas grossas que dá gosto ver cruzar com as nossas numa foda. Vou gostar de a comer, sim senhor.
- E não é só o grelinho que é apetitoso – falava Rui, como se estivesse apregoando uma mercadoria, humedecendo-me com as suas palavras – as mamas são cheiinhas, óptimas para meter a piça. E o cu? Gostosíssimo! A boca também, mas como está drogada não vos poderá fazer umas chupadelas, se não íeis ver o que era bom. Usem-na contudo meus amigos da forma que vos apetecer.
O grupo tratou então de se despir, abri um pouco as pálpebras para lhes ver os piçalhos já que ia ser comida por eles. Como desconfiava o de Rui era nitidamente o mais pequeno, todos os outros chegavam aos 20 cms, e deixei que se acercassem de mim. Quase em simultâneo senti dois dedos entrando nas minhas duas entradas de baixo, esfregando-me um lubrificante para facilitar tanta penetração. Ao esfregar-me o creme na pombinha, Nuno comentou que eu estava húmida e com o clítoris inchado, ao que meu marido comentou ser normal já que eu gostava muito de apanhar nela.
Foi então que começou o assalto. Um de cada vez, começaram por me enfiar o pau na boca, que abriram, socando-me até ao fundo da garganta. Como sempre não precisava de abrir os olhos para saber quando era Rui quem me estava metendo, de tal maneira seu caralho era mais curto do que os outros. Minha língua começou a ficar melada com a esporra deles e para mais os excitar de vez em quando, mesmo fingindo continuar dormindo, ia-lhes chupando a banana com a língua. Eles supondo que eu sonhava estar fazendo uma brochada, estremeciam de gozo. Nelo dava a sua opinião:
- A tua mulher até a dormir, sonha que está a foder. De uma mulher assim precisava eu, mesmo que ela me metesse um par de galhos na testa todas as semanas.
Meu marido é exactamente da mesma opinião, e por isso continua casado comigo. Percebi então que apesar de bem lubrificados pela minha boca, meus violadores esfregavam agora o mesmo creme nos seus paus. Teria adorado se se tivessem esfregado uns aos outros mas os horizontes sexuais dos colegas de armas de meu marido, não chegaram tão longe. Começaram então a determinar quem ma meteria primeiro, mas meu marido seguindo o plano delineado fez-lhes ver que tendo eu dois canais no meu entre pernas, não havia necessidade de me atacarem todos o mesmo. Para mais, como ele apostava que os caros amigos nunca tinham comido o cu de uma mulher, nem feito dupla penetração, porque não haveriam de aproveitar aquela oportunidade para o fazerem? Tirar-se-ia à sorte, dois comer-me-iam o pito, outros dois o cu, um par de cada vez ao mesmo tempo, ele como o homem da casa, reservava-se o direito de ficar para o fim, comendo de meu corpo o que lhe apetecesse. Garantia-lhes Rui que o buraco do cu sendo mais apertado era bem melhor que o da pachacha, em especial para quem tinha o pau grosso como eles. A ideia pareceu agradar-lhes, e pelas pálpebras entreabertas vi como Rui ficava satisfeito por lhes estar oferecendo tais novidades, que eles apesar dos seus cacetes mais grandiosos só tinham apreciado vendo em filmes porno.
O acaso ditou que os primeiros a serem servidos fossem António e Berto, o primeiro metendo-me na racha da frente, e o outro na do fundo das costas. Rui recomendou-lhe cuidado, Berto virou-me de barriga para baixo, empinou meu rabo que segurou pelos quadris e começou a esfregar seu caralho húmido de esporra no meu rego. Percebi que as mãos de meu marido afastavam-me as pregas do olho, enquanto a cabeça pontiaguda do membro de Berto começava a entrar, lentamente. Gemi um pouco mas ele não se deteve deixando o pau deslizar todo até ao fundo, cutucando-me o reto. Só então as mãos de Rui se afastaram, as pregas fecharam-se e aprisionaram aquela tora nervosa no meu rabo, que ele começava a socar, gemendo de prazer. António vendo que o companheiro já se enfiara todo no buraco que lhe coubera, meteu-se entre minhas pernas, afastou-me os grandes lábios com os dedos, e encostando a cabeça da piroca na entrada do meu canal aberto, começou a meter. A pila de meu marido e a de mais outro, estavam sendo punheteadas sobre minhas mamas. Que vontade de as chupar! Apesar de me dever fingir de bela adormecida, não resisti a rebolar-me nos dois caralhos que tinha enfiados dentro de mim.
- Altamente! – exclamou um deles – A tua mulher até drunfada consegue ter um orgasmo!
Era meia verdade. Eu estava tendo um fantástico orgasmo mas não estava drunfada. Quando António se esporrou à larga e acabou por se retirar, Berto entusiasmado com o seu primeiro cu, ainda me enrabava suando copiosamente. Nelo que era o segundo a comer-me a pássara não esperou que Berto se viesse também, e tratou logo de ocupar o lugar vago, que agora era dele. Sua tora, duríssima, arreganhou-me toda pois ele foi o que meteu com menos cuidado. Entretanto Berto vinha-se finalmente, e Nuno que era o único dos quatro que dizia já ter comido o cu à esposa, virou-me de lado dispensando a ajuda das mãos de meu marido, levantando-me uma perna, e começou a meter até ao fundo, o que não foi difícil graças à esporradela que Berto me lá deixara. Nelo que tivera de tirar o caralho fora, quando Nuno me voltara, aproveitava agora a perna erguida desguarnecendo-me a fendazinha da rata, e voltara a enfiá-lo nesta. As duas piças, que são a coisa mais maravilhosa que um homem possui, separadas por um fio de pele das minhas duas grutas pareciam tocar-se uma na outra, fazendo-me contorcer toda e a soltar gemidos de satisfação, que a custo, procurava reprimir. Os caçadores admiravam-se que eu não acordasse.
- Se a Sandra estivesse acordada iria gostar tanto como nós. E mesmo a dormir, podem crer, que deve estar tendo um sonho maravilhoso – meu marido alimentando o clima. Mas os colegas da milícia não o queriam ali parado, só feito pau de cabeleira. Exortaram-no então:
- Não fiques aí só a ver, Rui, mostra-nos do que és capaz. Afinal a puta é tua, pá.
Meu marido rindo-se-lhes, comentou que uma vez que tendo eu as duas cavernas ocupadas, o seu cacete ir-se-ia consolar para o sótão. Fingindo que me abria a boca, enfiou nela o pirilau, fazendo tira e mete nela. Eu assim já não podia gemer tanto, mas como com ele não tinha necessidade de me fingir de inconsciente, fiz-lhe um trabalho de língua como ele tanto gosta, até lhe fazer desaguar todo o seu sumo na minha garganta. Quando os outros dois também se vieram, aquela apesar de não ser a minha primeira dupla foda, fez-me delirar de gozo, de tal modo senti aqueles dois jactos vigorosos e quentes, inundar-me o reto, o útero e os ovários, depositando neles todo o seu esperma, que começava agora, em sentido inverso, a sair de novo de mim, manchando-me a cama, as coxas, as nádegas. Berto comentou:
- A tua mulher vai ficar toda esporrada.
- Não faz mal – disse-lhe Rui – Digo-lhe que tive muito tesão de noite e que tive de dar nela.
Eles devem ter ficado muito admirados, que uma mulher como eu que já lhe pusera os palitos, aceitasse tão passivamente ser usada por ele, mas um apenas disse:
- Ó Rui, ainda bem que fizemos a tropa juntos. Podes ser um piça curta, mas és um gajo fixe. E por mim volto a comê-la quando quiseres.
Os outros três também expressaram o mesmo, mas nunca mais meu marido me fez foder com nenhum deles, ainda que nessa noite me tenha dado mais uma queca. Mas em todos os convívios militares não é só o Sargento Rogério, que todos os anos aparece com uma mulher diferente, quem troca olhares cúmplices comigo. António, Nelo, Berto e Nuno, também. Tenho a certeza que ainda hoje pensam que me comeram inanimada e que essa é a aventura sexual mais fantástica da vida deles.
Dois ou três anos após, quatro antigos colegas do batalhão, o Nuno, o António, o Nelo e o Berto, que são da região Centro e apreciam a caça, vieram participar numa batida ao javali na nossa região, tendo pernoitado em nossa casa, ainda que em sacos-cama que estenderam no chão da sala, pois não tínhamos quartos para os acomodar. Os quatro são os melhores companheiros de armas que Rui conserva do seu tempo na caserna e como eles, tal como os outros, já sabiam que ele era ou tinha sido corneado por mim, confidenciou-me na véspera da sua chegada, que gostaria muito de lhes proporcionar uma noite inesquecível, à semelhança de muitos povos que consideram como dever de hospitalidade emprestar sua própria esposa aos convidados da casa. Eles eram casados, não traziam as mulheres, a coisa bem orquestrada podia fazer-se sem perigo. Senti logo um calorzinho gostoso por mim acima, sinal que a ideia me estava entesando tanto como a ele. Além disso, acrescentava Rui, sua honra ficaria limpa, pois ele estaria demonstrando não ser um corno manso, mas pelo contrário, um sujeito acima das convenções capaz de dispensar de bom grado a mulher aos amigos.
Eu porém observei-lhe que naquela história quem iria ficar mal era eu. Afinal aos olhos deles, eu passaria sendo a puta que abria as pernas a quem o marido mandasse. Disse aquilo não porque me importasse grandemente com o que eles pensariam, mas porque queria dar outra pica àquilo. Eu topava a ideia, desde que ele os convencesse que eu estava sedada, de modo a ficar bem claro que aquela tara era apenas dele e minha participação fora feita sem meu conhecimento.
- Como se te estivéssemos violando?
- Exactamente! – Sua piroca entesou-se logo sobre as calças, tal como eu já imaginava quando se fala em violar-me. Ele anuiu, e combinamos como procederíamos.
Quando chegaram, correu tudo bem. Já nos conhecíamos dos encontros anuais da tropa, jantámos, nossos filhos foram para a cama, bebemos mais uns uísques, e eu comecei simulando que não me tinha em pé de sono, atribuindo tal estado ao uísque. Rui fazia sinais aos amigos, quando me despedi, desculpando-me, dizendo que me ia deitar. Cheguei ao quarto, lavei-me rapidamente, despi-me por inteiro, e assim, sem nada, estendi-me por cima da cama, esperando o que se iria seguir. Conforme o combinado, Rui estava-lhes dizendo que me drogara com um narcótico, que eu teria sono para muitas horas, e fizera-o porque gostaria que amigos como eles passando a noite afastados de suas mulheres, se consolassem com a sua, que era uma delícia de gordinha roliça, e que mesmo desacordada punha os seus três buraquinhos à disposição deles. Soube depois que eles começaram por pensar que se tratava de uma brincadeira. Quando perceberam que era a sério, relutaram, supondo-o provavelmente bêbado para saber o que dizia. Mas Rui insistiu, afirmou que levava a mal sua recusa pois isso era o mesmo que dizer-lhe que não tinha uma esposa deliciosa, e acabou por lançar-lhes esta:
- Se já o grunho do Rogério a comeu, e eu não me importei, acham que me importaria de a ver fodendo com vocês? Vamos lá rapazes, ninguém vai saber, é só um segredo nosso. E considerem isto como uma espécie de vingança minha do par de cornos que ela me pôs.
Este último argumento convenceu-os pois já animados, e sem fazerem barulho, subiram ao nosso quarto de casal. Quando entraram e meu marido acendeu a luz, os quatro estacaram vendo-me nua, respiração pausada, barriga para cima, mamas e pentelheira à mostra, pernas abertas em frente à porta, a pachacha escancarada e rosada sob os seus olhos. Ouvi Berto comentar, falando baixinho:
- Tens razão Rui, tua mulher tem um grelinho bem apetitoso, carnudo como eu gosto. E umas coxas grossas que dá gosto ver cruzar com as nossas numa foda. Vou gostar de a comer, sim senhor.
- E não é só o grelinho que é apetitoso – falava Rui, como se estivesse apregoando uma mercadoria, humedecendo-me com as suas palavras – as mamas são cheiinhas, óptimas para meter a piça. E o cu? Gostosíssimo! A boca também, mas como está drogada não vos poderá fazer umas chupadelas, se não íeis ver o que era bom. Usem-na contudo meus amigos da forma que vos apetecer.
O grupo tratou então de se despir, abri um pouco as pálpebras para lhes ver os piçalhos já que ia ser comida por eles. Como desconfiava o de Rui era nitidamente o mais pequeno, todos os outros chegavam aos 20 cms, e deixei que se acercassem de mim. Quase em simultâneo senti dois dedos entrando nas minhas duas entradas de baixo, esfregando-me um lubrificante para facilitar tanta penetração. Ao esfregar-me o creme na pombinha, Nuno comentou que eu estava húmida e com o clítoris inchado, ao que meu marido comentou ser normal já que eu gostava muito de apanhar nela.
Foi então que começou o assalto. Um de cada vez, começaram por me enfiar o pau na boca, que abriram, socando-me até ao fundo da garganta. Como sempre não precisava de abrir os olhos para saber quando era Rui quem me estava metendo, de tal maneira seu caralho era mais curto do que os outros. Minha língua começou a ficar melada com a esporra deles e para mais os excitar de vez em quando, mesmo fingindo continuar dormindo, ia-lhes chupando a banana com a língua. Eles supondo que eu sonhava estar fazendo uma brochada, estremeciam de gozo. Nelo dava a sua opinião:
- A tua mulher até a dormir, sonha que está a foder. De uma mulher assim precisava eu, mesmo que ela me metesse um par de galhos na testa todas as semanas.
Meu marido é exactamente da mesma opinião, e por isso continua casado comigo. Percebi então que apesar de bem lubrificados pela minha boca, meus violadores esfregavam agora o mesmo creme nos seus paus. Teria adorado se se tivessem esfregado uns aos outros mas os horizontes sexuais dos colegas de armas de meu marido, não chegaram tão longe. Começaram então a determinar quem ma meteria primeiro, mas meu marido seguindo o plano delineado fez-lhes ver que tendo eu dois canais no meu entre pernas, não havia necessidade de me atacarem todos o mesmo. Para mais, como ele apostava que os caros amigos nunca tinham comido o cu de uma mulher, nem feito dupla penetração, porque não haveriam de aproveitar aquela oportunidade para o fazerem? Tirar-se-ia à sorte, dois comer-me-iam o pito, outros dois o cu, um par de cada vez ao mesmo tempo, ele como o homem da casa, reservava-se o direito de ficar para o fim, comendo de meu corpo o que lhe apetecesse. Garantia-lhes Rui que o buraco do cu sendo mais apertado era bem melhor que o da pachacha, em especial para quem tinha o pau grosso como eles. A ideia pareceu agradar-lhes, e pelas pálpebras entreabertas vi como Rui ficava satisfeito por lhes estar oferecendo tais novidades, que eles apesar dos seus cacetes mais grandiosos só tinham apreciado vendo em filmes porno.
O acaso ditou que os primeiros a serem servidos fossem António e Berto, o primeiro metendo-me na racha da frente, e o outro na do fundo das costas. Rui recomendou-lhe cuidado, Berto virou-me de barriga para baixo, empinou meu rabo que segurou pelos quadris e começou a esfregar seu caralho húmido de esporra no meu rego. Percebi que as mãos de meu marido afastavam-me as pregas do olho, enquanto a cabeça pontiaguda do membro de Berto começava a entrar, lentamente. Gemi um pouco mas ele não se deteve deixando o pau deslizar todo até ao fundo, cutucando-me o reto. Só então as mãos de Rui se afastaram, as pregas fecharam-se e aprisionaram aquela tora nervosa no meu rabo, que ele começava a socar, gemendo de prazer. António vendo que o companheiro já se enfiara todo no buraco que lhe coubera, meteu-se entre minhas pernas, afastou-me os grandes lábios com os dedos, e encostando a cabeça da piroca na entrada do meu canal aberto, começou a meter. A pila de meu marido e a de mais outro, estavam sendo punheteadas sobre minhas mamas. Que vontade de as chupar! Apesar de me dever fingir de bela adormecida, não resisti a rebolar-me nos dois caralhos que tinha enfiados dentro de mim.
- Altamente! – exclamou um deles – A tua mulher até drunfada consegue ter um orgasmo!
Era meia verdade. Eu estava tendo um fantástico orgasmo mas não estava drunfada. Quando António se esporrou à larga e acabou por se retirar, Berto entusiasmado com o seu primeiro cu, ainda me enrabava suando copiosamente. Nelo que era o segundo a comer-me a pássara não esperou que Berto se viesse também, e tratou logo de ocupar o lugar vago, que agora era dele. Sua tora, duríssima, arreganhou-me toda pois ele foi o que meteu com menos cuidado. Entretanto Berto vinha-se finalmente, e Nuno que era o único dos quatro que dizia já ter comido o cu à esposa, virou-me de lado dispensando a ajuda das mãos de meu marido, levantando-me uma perna, e começou a meter até ao fundo, o que não foi difícil graças à esporradela que Berto me lá deixara. Nelo que tivera de tirar o caralho fora, quando Nuno me voltara, aproveitava agora a perna erguida desguarnecendo-me a fendazinha da rata, e voltara a enfiá-lo nesta. As duas piças, que são a coisa mais maravilhosa que um homem possui, separadas por um fio de pele das minhas duas grutas pareciam tocar-se uma na outra, fazendo-me contorcer toda e a soltar gemidos de satisfação, que a custo, procurava reprimir. Os caçadores admiravam-se que eu não acordasse.
- Se a Sandra estivesse acordada iria gostar tanto como nós. E mesmo a dormir, podem crer, que deve estar tendo um sonho maravilhoso – meu marido alimentando o clima. Mas os colegas da milícia não o queriam ali parado, só feito pau de cabeleira. Exortaram-no então:
- Não fiques aí só a ver, Rui, mostra-nos do que és capaz. Afinal a puta é tua, pá.
Meu marido rindo-se-lhes, comentou que uma vez que tendo eu as duas cavernas ocupadas, o seu cacete ir-se-ia consolar para o sótão. Fingindo que me abria a boca, enfiou nela o pirilau, fazendo tira e mete nela. Eu assim já não podia gemer tanto, mas como com ele não tinha necessidade de me fingir de inconsciente, fiz-lhe um trabalho de língua como ele tanto gosta, até lhe fazer desaguar todo o seu sumo na minha garganta. Quando os outros dois também se vieram, aquela apesar de não ser a minha primeira dupla foda, fez-me delirar de gozo, de tal modo senti aqueles dois jactos vigorosos e quentes, inundar-me o reto, o útero e os ovários, depositando neles todo o seu esperma, que começava agora, em sentido inverso, a sair de novo de mim, manchando-me a cama, as coxas, as nádegas. Berto comentou:
- A tua mulher vai ficar toda esporrada.
- Não faz mal – disse-lhe Rui – Digo-lhe que tive muito tesão de noite e que tive de dar nela.
Eles devem ter ficado muito admirados, que uma mulher como eu que já lhe pusera os palitos, aceitasse tão passivamente ser usada por ele, mas um apenas disse:
- Ó Rui, ainda bem que fizemos a tropa juntos. Podes ser um piça curta, mas és um gajo fixe. E por mim volto a comê-la quando quiseres.
Os outros três também expressaram o mesmo, mas nunca mais meu marido me fez foder com nenhum deles, ainda que nessa noite me tenha dado mais uma queca. Mas em todos os convívios militares não é só o Sargento Rogério, que todos os anos aparece com uma mulher diferente, quem troca olhares cúmplices comigo. António, Nelo, Berto e Nuno, também. Tenho a certeza que ainda hoje pensam que me comeram inanimada e que essa é a aventura sexual mais fantástica da vida deles.
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA
sábado, 12 de março de 2011
UMA PUTA PARA DOIS
Nessa noite eu andava batendo a rua junto à estação ferroviária de Coimbra, como fazia então regularmente pois vivia do aluguer do meu corpo, quando parou junto a mim um Mercedes com dois sujeitos lá dentro, dois homens quarentões de fato e gravata e aspecto de executivos economicamente bem sucedidos. Apesar do seu aspecto educado e fino e de na época eu não passar de uma vulgar rameira de rua, senti-me ofendida quando o pendura abriu o vidro e depois de me ter perguntado se também fazia mamadas e sexo anal e de lhe ter respondido que sim se o preço fosse conveniente, me perguntou se eu tinha a cona bem aberta.
- Tenho a cona tão aberta cono a teria a tua irmã se andasse na vida como eu – respondi-lhe virando-lhe as costas indignada. Farta de homens que gostavam de vir à zona de putas para se meterem connosco sem nos pagarem, estava eu. Os sujeitos riram-se.
- Queres ganhar 5 mil escudos? – voltou o mesmo a perguntar-me – Mas vais ter de alinhar com os dois.
Aquilo já era outra conversa, por isso voltei a aproximar-me do carro.
- E que tenho de fazer para os ganhar? – quis saber.
- Nada que não estejas habituada a fazer com outros. Chupar-nos o pau e foder. Só que com os dois. E pelo menos eu quero ir-te ao cu.
Pensei que aquilo significasse fazer sexo à vez com um deles enquanto o outro assistia antes de se pôr em mim, e como o pagamento fosse generoso aceitei ainda que os avisasse que o aluguer do quarto corria por conta deles pois por norma eu, como todas as minhas colegas procurava sempre endossar a despesa do quarto ao cliente, o que eles aceitaram depois de terem confirmado que os chuparia e que além da racha da frente também deixaria o pendura servir-se do meu cu.
A pensão das putas para onde os pretendia encaminhar ficava ali perto na Rua Adelino Veiga e como eles eram dois e não os conhecia de lado nenhum, achei mais prudente não entrar no carro com eles. Ao invés, pedi-lhes que estacionassem o veículo nas imediações e acompanhei-os a pé até à pensão onde o senhor Augusto da recepção ficou muito admirado por me ver chegar com dois clientes.
- Então hoje vai ser dose dupla, Sandra? – pasmou – Tens cá um arcaboiço. Nem sei como engordas! Mas se vais aviar os dois vais demorar o dobro do tempo a despachá-los e por isso vou ter de te cobrar o dobro pelo quarto.
Apesar do ar endinheirado os dois não gostaram muito pois tentaram regatear o preço, ainda que sem sucesso, após o que subimos ao andar de cima, onde ficavam os quartos, e onde me pagaram o combinado assim que entramos. O condutor do automóvel foi o primeiro a baixar as calças e a mostrar-me o pau – um caralho que ele segurava com a mão, de tamanho médio o que é sempre bom para uma prostituta, mas grosso quanto bastava e vermelhão, com a glande a cobrir-lhe a cabeça.
- Agrada-te o meu caralho? – perguntou-me – Então ajoelha-te e chupa-mo.
Puta não tem que ficar agradada com o caralho dos clientes a quem vende prazer, mas como aquele parecia gostar de o ouvir disse-lhe que sim, que me agradava bastante o seu caralho e o queria chupar todo, antes de me ajoelhar e sem me despir ainda, começar a mamar nele.
- Huuum! Bom broche! – comentava ele à medida que com minha língua húmida eu lhe ia fazendo festas na cabeça da piroca.
O segundo individuo abrira entretanto o fecho das calças e tirando a pila ainda murcha para fora começara a masturbar-se. Esta era maior do que a do outro e apresentava o prepúcio cortado, o que a mim pessoalmente me agrada mais de ver num homem, mas não pretendia ficar apenas na punheta pois mal a viu ficando em pé aproximou-se de mim.
- Também vou querer que me chupes a piça antes de te enrabar, gordinha! – manifestou-se. Agarrei nela com uma das mãos e metendo-a na boca comecei a mamar nela igualmente. Estava agora com dois caralhos na boca e à medida que os ia chupando estes iam ficando cada vez mais melados e a deixar-me com um gostinho salgado na língua.
- Vou despir-te a blusa e destapar-te os marmelos – disse-me o da pila mediana passando das palavras aos actos. Não foi difícil deixar-me as mamas ao léu pois como habitualmente não uso sutiã, mal ele me tirou a blusa pela cabeça aquelas ficaram de imediato acessíveis aos seus toques.
- Huuum! Lindas mamonas – elogiou apalpando-mas – Carnudas como a tua carinha redonda, tal como eu gosto.
Ficamos ali um bom bocado, eu mamando no caralho de ambos e os dois apalpando-me os seios e brincando com os meus biquinhos até os deixarem bem durinhos e empinados como fico sempre que estou excitada.
- Huuum! Huuum! Chupas que é uma beleza, minha coxinha grossa – voltou a elogiar o mesmo – Qualquer um de nós não se importaria de ficar aqui toda a noite sendo chupado por essa tua boquinha esquentada, mas como infelizmente não temos todo o tempo do Mundo é melhor passarmos à fase seguinte. Levanta-te agora e despe-te.
Como já estava com o peito exposto tirei apenas a mini-saia de ganga que trazia vestida e a calcinha preta por debaixo dela, mas mantive as minhas botas de cano alto e o corpete negro por achar mais sexy tal indumentária. Os dois pareceram gostar daquela figura. Apalparam-me a rata e o cu, introduzindo neles os dedos e um deles lambeu-me mesmo os mamilos, arrancando-me uns suspiros de prazer.
- Também estás a gostar, não estás, minha carinha de lua cheia? – constatou o condutor do veículo – Como vês não é só na quantia que te pagamos que te tratamos bem. Mas agora chegou a tua vez de nos tratares igualmente bem a nós. E vai ser a mim que vais começar por me servir em primeiro lugar.
O sujeito sentando-se então na beira da cama com os pés pousados no chão ordenou que me encavalitasse nas suas coxas.
- Vem que o meu caralhinho está prontinho para te comer, gostosa – convidou – Mas quero que sejas tu a enfiá-lo pela cona acima.
Na verdade a pila dele embora não fosse avantajada estava inflamadíssima e dura como um mastro, com a cabeça bem branquinha de esperma.
- Enfia-a toda de uma só vez! – exigiu – Mostra-nos como tens a cona bem aberta e que consegues enfiar um caralho todo de uma única vez.
Até parecia que a dele era uma pila por aí além. Já enfiara pilas bem maiores ou não estivesse habituada a foder desde os 14 anos. Assim agarrei nela e com os pentelhos encostados na sua barriga e as pernas bem abertas introduzi-a toda na minha racha, gemendo abafado como os homens gostam de nos ouvir durante o coito, apenas para lhe provocar maior tesão, não porque a penetração tivesse sido particularmente dolorosa.
- Huum! Que bom! – exclamou – Mesmo tendo-a tu bem abertinha, não deixa de ser uma coninha deliciosa onde um homem se consola de meter o pau.
Abstive-me de lhe dizer que também a mim a coisa dele me estava igualmente sabendo bem. O outro sujeito tirara entretanto as calças e as cuecas abaixo e tocando ao bicho depois de ter cuspido na pica, aproximou-se de mim.
- Está na hora de me dares o cuzinho, coxinha grossa – anunciou – O meu caralho é um bocado maior do que esse que estás provando e vou-to enterrar todo até aos colhões.
Enquanto o outro me continuava fodendo, este passou as mãos em volta do meu peito, voltando a apalpar-me as mamas.
- Empina o cuzinho, prostituta! – mandou – Empina o cuzinho que vais apanhar nele com o meu sarrafo.
- Empina, empina! – corroborou o outro – Mas com jeitinho que não quero ficar com a piça de fora quando lhe deres o cu.
Com cuidado para não interromper a saborosa foda que o do caralho mediano me estava dando, lá empinei o cuzinho o melhor que pude de maneira a tornar a sua entrada acessível ao meu cliente da retaguarda. Este esfregou a pica no meu rego, humedecendo-o um pouco antes de ma meter.
- Aiii! – gemi, desta vez sem qualquer teatralidade pois que a penetração me doeu um pouco.
- Então, então, querida! – comentou – Pelos vistos precisas de apanhar mais vezes no cu para não gemeres tanto. Vamos cavalga, meretriz, que quero ver o teu cu movendo-se para cima e para baixo enquanto o enrabo.
Prensada entre os dois levei ali uma bruta foda nos dois canais, ainda que nenhum de nós se tivesse vindo totalmente. Apenas o homem que me comia a rata esguichou um pouco de leite dentro dela.
- Ah, puta! – urrou, procurando segurar-se – Vou ter de tirar o caralho senão ainda me desaleito todo antes do segundo prato.
Imaginei que também este me quisesse comer o cu mas pelos vistos tal buraco não o atraía. Quando tirou a coisa fora esta estava murcha e um pouco húmida o que o fez voltar a masturbar-se, mas o outro ainda me continuou sodomizando durante mais algum tempo.
- Pára de lhe ires ao cu – pediu o homem do Mercedes – Preciso que ela me volte a mamar na piça para ficar outra vez com ela em pé, que só com a punheta não vou lá.
O outro, que pelo contrário, devia gostar muito de cu, tirou-a fora. O seu parceiro voltara entretanto a apresentar-me o caralho na boca.
- Chupa, gordinha bonita! – abri a boca e deixei que ele ma metesse pela segunda vez dentro dela, até a voltar a deixar tesa. O sujeito que me enrabara, depois de ter limpo a pila com um lenço de papel, vendo aquilo não perdeu a oportunidade de também ser de novo mamado.
- Huuum! És toda boa, prostituta! – reconheceu – Qualquer um dos teus buracos faz um homem feliz!
Bem chupados e com os instrumentos inflamadíssimos de desejo, ambos exigiram-me uma segunda rodada dizendo que as cinco milenas com que me tinham pago o serviço conferia-lhes bem tal exigência.
- Pois sim! – retorqui-lhe um pouco agastada pois já estava algo dorida da DP sofrida e sentindo olho do cu latejando – Mas é melhor despacharem-se pois o vosso tempo está acabando.
O homem da pila mais pequena voltando a colocar-se na berma da cama mandou-me sentar de novo sobre as suas coxas.
- Desta vez, para fecharmos o nosso encontro, quero-te com as costas voltadas para o meu peito – especificou. Assim fiz. O outro macho, o do caralho maior, não parava de se punhetear, pelos vistos ele queria-o bem teso, o que para uma puta que está ali apenas pelo dinheiro, é sempre assustador.
Mais uma vez foi o da pila mais curta o primeiro a dar-me a provar o pau. Ainda bem. Com ele bem apontado para cima, mandou que me sentasse entre as suas coxas, minhas costas apoiadas no seu peito peludo.
- Vamos, enfia-a na tua racha, coxa grossa! – com as mãos eu própria lhe enfiei a pila onde ele a queria – Cavalga, potrazinha, cavalga enquanto te monto. AHHHH! SIIIM, SIIIM!
Ele agora já se deitara sobre a cama, puxando-me para cima dele, as suas mãos no meu peito deixando-me as mamas duras. O segundo avançou então sobre mim, levantou minhas pernas, comentou que agora é que eles iam ver mesmo se eu tinha a cona bem aberta, enfiou um dedo dentro dela mesmo por cima do caralho do amigo, o que me fez gemer um pouco, masturbou-me durante alguns minutos tirando-o fora quando viu que eu estava quase gozando.
- Cospe-me na piça, meretriz! – ordenou aproximando-me o membro da boca – Mas cospe bem para te escorregar melhor.
Atirei-lhe umas boas cuspidelas que ele mesmo espalhou por todo o pau e então, empurrando com a mão, meteu o seu próprio caralho, no mesmo buraco onde já estava o outro.
- Aii ! – gemi, ainda que procurando conter-me pois sabia que se ouviria na pensão, e eu não queria dar parte de fraca depois de o senhor Augusto me te visto entrar no quarto com dois clientes ao mesmo tempo - Pára com isso! Ninguém me falou que me iam comer a cona os dois ao mesmo tempo!
- Então, querida, que é isso? – gozou – É a primeira vez que apanhas com duas piças na cona? Pelos vistos ainda tens muito para aprender no teu ofício, gordinha linda. E estás com sorte. Imagina que o meu amigo tinha uma piça do tamanho da minha.
Riram-se ambos. Foderam-me que nem leões. De vez em quando a pila de um deles saía fora e eles aproveitavam a ocasião para me mudarem de posição e voltarem a meter, ora me sentando no colo de um, ora no do outro, ora de frente para um deles, ora para o outro. Era sempre o do Mercedes o primeiro a meter, abrindo caminho para o cacete do colega que metia a seguir na minha vagina. Rebentaram-me toda nessa noite, deixaram-me a rata tão ensopada de esperma que ela pingava para as botas, as mamas todas apalpadas, e uns valentes chupões no pescoço, mas por isso mesmo confesso ter gozado tanto como eles. E com o saldo extra de mil escudos que eles me deixaram de gorjeta, tanto mais que em Coimbra poucos eram os clientes que o faziam por mais satisfeitos que os deixássemos.
Quem não estava satisfeito era o senhor Augusto, por causa do tempo que demoráramos.
- Só agora?! Se não fosse pelo barulho que faziam eu teria pensado que já se tinham ido embora e que não dera pela vossa saída. Não quis interromper pois bem se percebia estarem muito animados, mas nesta pensão não se dão baldas. Como a menina Sandra sabe cobrei-lhes dois períodos de meia hora e os senhores estiveram perto de hora e meia. Exijo portanto que me paguem o que falta.
Com medo do escândalo os dois pagaram o remanescente. 200 escudos, o preço da época por cada período de meia hora numa pensão de putas, na baixinha de Coimbra.
- Tenho a cona tão aberta cono a teria a tua irmã se andasse na vida como eu – respondi-lhe virando-lhe as costas indignada. Farta de homens que gostavam de vir à zona de putas para se meterem connosco sem nos pagarem, estava eu. Os sujeitos riram-se.
- Queres ganhar 5 mil escudos? – voltou o mesmo a perguntar-me – Mas vais ter de alinhar com os dois.
Aquilo já era outra conversa, por isso voltei a aproximar-me do carro.
- E que tenho de fazer para os ganhar? – quis saber.
- Nada que não estejas habituada a fazer com outros. Chupar-nos o pau e foder. Só que com os dois. E pelo menos eu quero ir-te ao cu.
Pensei que aquilo significasse fazer sexo à vez com um deles enquanto o outro assistia antes de se pôr em mim, e como o pagamento fosse generoso aceitei ainda que os avisasse que o aluguer do quarto corria por conta deles pois por norma eu, como todas as minhas colegas procurava sempre endossar a despesa do quarto ao cliente, o que eles aceitaram depois de terem confirmado que os chuparia e que além da racha da frente também deixaria o pendura servir-se do meu cu.
A pensão das putas para onde os pretendia encaminhar ficava ali perto na Rua Adelino Veiga e como eles eram dois e não os conhecia de lado nenhum, achei mais prudente não entrar no carro com eles. Ao invés, pedi-lhes que estacionassem o veículo nas imediações e acompanhei-os a pé até à pensão onde o senhor Augusto da recepção ficou muito admirado por me ver chegar com dois clientes.
- Então hoje vai ser dose dupla, Sandra? – pasmou – Tens cá um arcaboiço. Nem sei como engordas! Mas se vais aviar os dois vais demorar o dobro do tempo a despachá-los e por isso vou ter de te cobrar o dobro pelo quarto.
Apesar do ar endinheirado os dois não gostaram muito pois tentaram regatear o preço, ainda que sem sucesso, após o que subimos ao andar de cima, onde ficavam os quartos, e onde me pagaram o combinado assim que entramos. O condutor do automóvel foi o primeiro a baixar as calças e a mostrar-me o pau – um caralho que ele segurava com a mão, de tamanho médio o que é sempre bom para uma prostituta, mas grosso quanto bastava e vermelhão, com a glande a cobrir-lhe a cabeça.
- Agrada-te o meu caralho? – perguntou-me – Então ajoelha-te e chupa-mo.
Puta não tem que ficar agradada com o caralho dos clientes a quem vende prazer, mas como aquele parecia gostar de o ouvir disse-lhe que sim, que me agradava bastante o seu caralho e o queria chupar todo, antes de me ajoelhar e sem me despir ainda, começar a mamar nele.
- Huuum! Bom broche! – comentava ele à medida que com minha língua húmida eu lhe ia fazendo festas na cabeça da piroca.
O segundo individuo abrira entretanto o fecho das calças e tirando a pila ainda murcha para fora começara a masturbar-se. Esta era maior do que a do outro e apresentava o prepúcio cortado, o que a mim pessoalmente me agrada mais de ver num homem, mas não pretendia ficar apenas na punheta pois mal a viu ficando em pé aproximou-se de mim.
- Também vou querer que me chupes a piça antes de te enrabar, gordinha! – manifestou-se. Agarrei nela com uma das mãos e metendo-a na boca comecei a mamar nela igualmente. Estava agora com dois caralhos na boca e à medida que os ia chupando estes iam ficando cada vez mais melados e a deixar-me com um gostinho salgado na língua.
- Vou despir-te a blusa e destapar-te os marmelos – disse-me o da pila mediana passando das palavras aos actos. Não foi difícil deixar-me as mamas ao léu pois como habitualmente não uso sutiã, mal ele me tirou a blusa pela cabeça aquelas ficaram de imediato acessíveis aos seus toques.
- Huuum! Lindas mamonas – elogiou apalpando-mas – Carnudas como a tua carinha redonda, tal como eu gosto.
Ficamos ali um bom bocado, eu mamando no caralho de ambos e os dois apalpando-me os seios e brincando com os meus biquinhos até os deixarem bem durinhos e empinados como fico sempre que estou excitada.
- Huuum! Huuum! Chupas que é uma beleza, minha coxinha grossa – voltou a elogiar o mesmo – Qualquer um de nós não se importaria de ficar aqui toda a noite sendo chupado por essa tua boquinha esquentada, mas como infelizmente não temos todo o tempo do Mundo é melhor passarmos à fase seguinte. Levanta-te agora e despe-te.
Como já estava com o peito exposto tirei apenas a mini-saia de ganga que trazia vestida e a calcinha preta por debaixo dela, mas mantive as minhas botas de cano alto e o corpete negro por achar mais sexy tal indumentária. Os dois pareceram gostar daquela figura. Apalparam-me a rata e o cu, introduzindo neles os dedos e um deles lambeu-me mesmo os mamilos, arrancando-me uns suspiros de prazer.
- Também estás a gostar, não estás, minha carinha de lua cheia? – constatou o condutor do veículo – Como vês não é só na quantia que te pagamos que te tratamos bem. Mas agora chegou a tua vez de nos tratares igualmente bem a nós. E vai ser a mim que vais começar por me servir em primeiro lugar.
O sujeito sentando-se então na beira da cama com os pés pousados no chão ordenou que me encavalitasse nas suas coxas.
- Vem que o meu caralhinho está prontinho para te comer, gostosa – convidou – Mas quero que sejas tu a enfiá-lo pela cona acima.
Na verdade a pila dele embora não fosse avantajada estava inflamadíssima e dura como um mastro, com a cabeça bem branquinha de esperma.
- Enfia-a toda de uma só vez! – exigiu – Mostra-nos como tens a cona bem aberta e que consegues enfiar um caralho todo de uma única vez.
Até parecia que a dele era uma pila por aí além. Já enfiara pilas bem maiores ou não estivesse habituada a foder desde os 14 anos. Assim agarrei nela e com os pentelhos encostados na sua barriga e as pernas bem abertas introduzi-a toda na minha racha, gemendo abafado como os homens gostam de nos ouvir durante o coito, apenas para lhe provocar maior tesão, não porque a penetração tivesse sido particularmente dolorosa.
- Huum! Que bom! – exclamou – Mesmo tendo-a tu bem abertinha, não deixa de ser uma coninha deliciosa onde um homem se consola de meter o pau.
Abstive-me de lhe dizer que também a mim a coisa dele me estava igualmente sabendo bem. O outro sujeito tirara entretanto as calças e as cuecas abaixo e tocando ao bicho depois de ter cuspido na pica, aproximou-se de mim.
- Está na hora de me dares o cuzinho, coxinha grossa – anunciou – O meu caralho é um bocado maior do que esse que estás provando e vou-to enterrar todo até aos colhões.
Enquanto o outro me continuava fodendo, este passou as mãos em volta do meu peito, voltando a apalpar-me as mamas.
- Empina o cuzinho, prostituta! – mandou – Empina o cuzinho que vais apanhar nele com o meu sarrafo.
- Empina, empina! – corroborou o outro – Mas com jeitinho que não quero ficar com a piça de fora quando lhe deres o cu.
Com cuidado para não interromper a saborosa foda que o do caralho mediano me estava dando, lá empinei o cuzinho o melhor que pude de maneira a tornar a sua entrada acessível ao meu cliente da retaguarda. Este esfregou a pica no meu rego, humedecendo-o um pouco antes de ma meter.
- Aiii! – gemi, desta vez sem qualquer teatralidade pois que a penetração me doeu um pouco.
- Então, então, querida! – comentou – Pelos vistos precisas de apanhar mais vezes no cu para não gemeres tanto. Vamos cavalga, meretriz, que quero ver o teu cu movendo-se para cima e para baixo enquanto o enrabo.
Prensada entre os dois levei ali uma bruta foda nos dois canais, ainda que nenhum de nós se tivesse vindo totalmente. Apenas o homem que me comia a rata esguichou um pouco de leite dentro dela.
- Ah, puta! – urrou, procurando segurar-se – Vou ter de tirar o caralho senão ainda me desaleito todo antes do segundo prato.
Imaginei que também este me quisesse comer o cu mas pelos vistos tal buraco não o atraía. Quando tirou a coisa fora esta estava murcha e um pouco húmida o que o fez voltar a masturbar-se, mas o outro ainda me continuou sodomizando durante mais algum tempo.
- Pára de lhe ires ao cu – pediu o homem do Mercedes – Preciso que ela me volte a mamar na piça para ficar outra vez com ela em pé, que só com a punheta não vou lá.
O outro, que pelo contrário, devia gostar muito de cu, tirou-a fora. O seu parceiro voltara entretanto a apresentar-me o caralho na boca.
- Chupa, gordinha bonita! – abri a boca e deixei que ele ma metesse pela segunda vez dentro dela, até a voltar a deixar tesa. O sujeito que me enrabara, depois de ter limpo a pila com um lenço de papel, vendo aquilo não perdeu a oportunidade de também ser de novo mamado.
- Huuum! És toda boa, prostituta! – reconheceu – Qualquer um dos teus buracos faz um homem feliz!
Bem chupados e com os instrumentos inflamadíssimos de desejo, ambos exigiram-me uma segunda rodada dizendo que as cinco milenas com que me tinham pago o serviço conferia-lhes bem tal exigência.
- Pois sim! – retorqui-lhe um pouco agastada pois já estava algo dorida da DP sofrida e sentindo olho do cu latejando – Mas é melhor despacharem-se pois o vosso tempo está acabando.
O homem da pila mais pequena voltando a colocar-se na berma da cama mandou-me sentar de novo sobre as suas coxas.
- Desta vez, para fecharmos o nosso encontro, quero-te com as costas voltadas para o meu peito – especificou. Assim fiz. O outro macho, o do caralho maior, não parava de se punhetear, pelos vistos ele queria-o bem teso, o que para uma puta que está ali apenas pelo dinheiro, é sempre assustador.
Mais uma vez foi o da pila mais curta o primeiro a dar-me a provar o pau. Ainda bem. Com ele bem apontado para cima, mandou que me sentasse entre as suas coxas, minhas costas apoiadas no seu peito peludo.
- Vamos, enfia-a na tua racha, coxa grossa! – com as mãos eu própria lhe enfiei a pila onde ele a queria – Cavalga, potrazinha, cavalga enquanto te monto. AHHHH! SIIIM, SIIIM!
Ele agora já se deitara sobre a cama, puxando-me para cima dele, as suas mãos no meu peito deixando-me as mamas duras. O segundo avançou então sobre mim, levantou minhas pernas, comentou que agora é que eles iam ver mesmo se eu tinha a cona bem aberta, enfiou um dedo dentro dela mesmo por cima do caralho do amigo, o que me fez gemer um pouco, masturbou-me durante alguns minutos tirando-o fora quando viu que eu estava quase gozando.
- Cospe-me na piça, meretriz! – ordenou aproximando-me o membro da boca – Mas cospe bem para te escorregar melhor.
Atirei-lhe umas boas cuspidelas que ele mesmo espalhou por todo o pau e então, empurrando com a mão, meteu o seu próprio caralho, no mesmo buraco onde já estava o outro.
- Aii ! – gemi, ainda que procurando conter-me pois sabia que se ouviria na pensão, e eu não queria dar parte de fraca depois de o senhor Augusto me te visto entrar no quarto com dois clientes ao mesmo tempo - Pára com isso! Ninguém me falou que me iam comer a cona os dois ao mesmo tempo!
- Então, querida, que é isso? – gozou – É a primeira vez que apanhas com duas piças na cona? Pelos vistos ainda tens muito para aprender no teu ofício, gordinha linda. E estás com sorte. Imagina que o meu amigo tinha uma piça do tamanho da minha.
Riram-se ambos. Foderam-me que nem leões. De vez em quando a pila de um deles saía fora e eles aproveitavam a ocasião para me mudarem de posição e voltarem a meter, ora me sentando no colo de um, ora no do outro, ora de frente para um deles, ora para o outro. Era sempre o do Mercedes o primeiro a meter, abrindo caminho para o cacete do colega que metia a seguir na minha vagina. Rebentaram-me toda nessa noite, deixaram-me a rata tão ensopada de esperma que ela pingava para as botas, as mamas todas apalpadas, e uns valentes chupões no pescoço, mas por isso mesmo confesso ter gozado tanto como eles. E com o saldo extra de mil escudos que eles me deixaram de gorjeta, tanto mais que em Coimbra poucos eram os clientes que o faziam por mais satisfeitos que os deixássemos.
Quem não estava satisfeito era o senhor Augusto, por causa do tempo que demoráramos.
- Só agora?! Se não fosse pelo barulho que faziam eu teria pensado que já se tinham ido embora e que não dera pela vossa saída. Não quis interromper pois bem se percebia estarem muito animados, mas nesta pensão não se dão baldas. Como a menina Sandra sabe cobrei-lhes dois períodos de meia hora e os senhores estiveram perto de hora e meia. Exijo portanto que me paguem o que falta.
Com medo do escândalo os dois pagaram o remanescente. 200 escudos, o preço da época por cada período de meia hora numa pensão de putas, na baixinha de Coimbra.
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:22
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
DANDO UMA RAPIDINHA COM O MARIDO NA FRENTE DE NOSSOS FILHOS
Tudo se passou num sábado de manhã. Paulinho, o nosso caçula, teria pouco mais de meio ano, e na véspera devido a uma otite a que era muito atreito, dera-nos uma noite horrível, não nos deixando pregar olho. Para piorar as coisas, a crise ocorrera precisamente quando eu e o Rui nos preparávamos para fazer amor, o que devido ao berreiro que fazia, e à necessidade que tivemos de andar com ele ao colo, de trás para a frente, tentando acalmar-lhe as dores, teve de ficar sem efeito. Só já de madrugada, quando o Sol começava a romper, o miúdo se acalmou e adormeceu, e nós aproveitamos para descansar. Por pouco tempo, infelizmente. Como a rua onde morávamos andava em obras precisamente debaixo da janela de nosso quarto, e os trabalhadores pegavam cedo ao serviço, ainda não seriam 8 h da manhã quando fomos despertados pelo barulho tonitruante de um compressor perfurando o pavimento, pelo chinfrim de pesados martelos partindo pedra, e pela algazarra dos homens trabalhando. Nem pensar em ficar na cama! Ruizinho (com 10 anos) e Sandrinha, que ia fazer 8, cujo sono era pesado como sei lá o quê, não se tinham apercebido da crise nocturna do irmão, e já estavam tomando apressadamente o pequeno- almoço, com o entusiasmo de quem se preparava para passar a manhã em frente à programação infantil da TV, como acontecia sempre aos fins de semana. Naqueles dois dias não era preciso tirá-los da cama!
O nosso mais novo, dormia agora, sereno, e nós deitáramo-lo na sala, para o podermos vigiar melhor, ao lado dos irmãos que seguiam atentamente uns cartoons japoneses, de ficção científica, famosos na época. Meu marido que saíra para comprar o jornal, e já voltara, achava-se sentado numa das cadeiras de mesa de jantar, com o semanário pousado em cima dela, completamente ensonado. Eu também estava com sono depois da noite mal dormida, e de uma semana intensa de trabalho, mas ainda me achava com mais tesão. Detesto que não me consintam ter sexo quando quero (mas não apenas quando os outros querem, ainda que muitas vezes tenha sido forçada a fazê-lo!), e na noite anterior quando me preparava, cheia de vontade, para receber o pau do Rui nos meus interiores, soubera-me bastante mal a interrupção do rebento, estragando-nos por completo o programa. Pois bem! Se não se pudera cumprir de noite, nada obstava a que não se fizesse agora, de dia, pensei. Não me apetecia fazer nada enquanto não fodesse, nem que fosse uma rapidinha que nestes momentos, sempre sabe tão bem. E por outro lado, estava na hora de despertar meu marido, já que o café que tomara na rua quando saíra para comprar o jornal não fora suficiente pelos vistos.
Postei-me, de pé, perante meu marido, no outro extremo da mesa, ligeiramente em diagonal ao sofá onde nossa prole se encontrava, e passei minha mão pelas coxas e vagina, por cima da saia. O Rui arregalou os olhos, pela primeira vez desde que se levantara. Ri-me para ele, e levei um dedo aos lábios, recomendando-lhe silêncio. Compreendeu que iria ter de acabar o que ia começar quando o terceiro fruto dos nossos talentos de reprodutores nos interrompeu, e afastou o jornal para trás. Fui ao seu encontro, enlacei-lhe o pescoço, e beijámo-nos na boca.
- Vamos para o quarto! – sugeriu-me.
-Não – contrapus – No quarto está muito barulho. Vamos fazer aqui!
- Tás tola?! – interrogou-se – E os miúdos?
- Os miúdos se tivermos cuidado, não se aperceberão de nada – sosseguei-o – E depois é preferível que vejam os pais a fazer amor do que a agredirem-se, como muitos estão mais habituados a ver.
Com tal argumento, meu marido não disse mais nada. Introduziu suas mãos por baixo da minha saia, tirou minha calcinha que ficou caída aos pés da mesa. Sentei-me no seu colo, colando minha boca na dele. Enquanto nossas línguas se beijavam sofregamente, as mãos do Rui já se tinham acercado da entrada de minhas pernas, esfregando-me o clictoris. Não tardou muito a ficar com as palmas húmidas, e quando isso aconteceu introduziu o dedo médio no meu grelinho. Sua língua cutucando a minha estava uma delícia, e eu comecei a rebolar-me no seu dedo, perdida de tesão. E quando isso acontece, gosto de o estimular ainda mais.
- Só um dedo não! Mete mais! Sabes que tenho a rata larga! Gosto de um cacete bem grosso dentro dela! Até a tua pilinha é bem mais grossa que esse teu dedinho! – dizia-lhe baixinho ao ouvido. Nosso filho mais velho voltou-se nessa altura para nós, mas deve ter entendido que eu cochichava algo ao pai, e não ligou. Meu marido então enfiou o indicador, mas eu pedi mais, recordei-lhe que já fora puta, que minha racha engolira metros de pila, e ele acabou por meter igualmente o anelar, simulando com eles os movimentos pélvicos. Agora sim! Os três dedos são mais grossos que a pila dele, e eu adorei ser masturbada por aquela tora que me preenchia toda a minha ratinha. Desapertei os botões da camisa, não trazia soutien como quase nunca trago, felizmente meus peitos ainda se aguentam firmes, apesar das três gravidezes que levei a termo, e a boca do Rui, como sabe bem do que eu gosto, foi de encontro a eles mostrar-lhes como os sabia fazer felizes e manter tesos.
Mas não era só eu quem estava a ser consolada. Logo desde o inicio, o pau do Rui sobre as suas calças, dava sobejos sinais de vida. Eu não o podia ignorar, tanto mais que vontade não me faltava para o ver e ter nas mãos. Tirei-o para fora, ele já estava melado. Não é muito grande nem grosso, mas porta-se bem durante todo o acto, e eu estava precisando muito dele. Gostaria de o ter chupado, mas considerei que dados os condicionalismos existentes era melhor não ir tão longe. Uma coisa era meus filhos aperceberem-se que eu estava dando para o pai (afinal foi assim que eles vieram ao Mundo!), outra era assistir a uma aula prática de sua mãe mamando no margalho dele. Mas punhetei-o, puxando-lhe o prepúcio o mais possível para trás (meu marido é o único homem cá de casa que não foi circuncidado, embora então a pilinha do Paulinho não o tivesse sido igualmente). Fios maiores de esporra começaram cada vez mais a correr-lhe pelo caralho abaixo, molhando-lhe as calças e o tampo da cadeira, que já se achavam igualmente húmidas do meu suco vaginal.
- Mãe, estás a esfregar a pila ao pai? – Sandrinha, que ainda hoje é a mais malandra dos três (foi quando estava grávida dela que encornei o Rui pela primeira vez, como já contei), voltara-se por qualquer motivo e viu-me masturbando-o. O irmão, curioso, voltou-se igualmente. Meus filhos estavam, e estão, habituados a ver-nos nus, e depois do que se passara de noite, eu não ia admitir que me voltassem a estragar a queca.
- Estou, porque vosso pai bateu com a pilinha na esquina da mesa, e está a doer-lhe - respondi-lhe – Mas isto já vai passar.
-Ó mãe – voltou a perguntar a petiza – não são as tuas cuecas que estão ali no chão?
- São cuecas que vou deitar para lavar. E agora vejam a televisão, e deixem-me tratar do pai.
Meus filhos são obedientes embora não sejamos pais severos, acho que foi o clima de abertura, mesmo no que respeita às coisas íntimas, que os fez assim. Já nos tinham visto acariciarmo-nos muitas vezes, e voltaram-se para o écran, embora a Sandra não parecesse ter ficado muito convencida com a explicação. Em todo o caso, tanto eu como o Rui compreendemos que se não queríamos correr o risco de explicações mais embaraçosas, não poderíamos prologar por muito mais tempo aquela situação. Também se continuasse ali com aqueles três dedos introduzidos dentro de mim, não tardaria muito a atingir o orgasmo mesmo sem provar o cacete. O que eu não queria nada! Gosto de uma boa esporradela, e o estado da pixota do Rui augurava-me um bom jacto. Ele também não queria outra coisa:
- Vou-te comer o pito, minha putazinha! – sussurrava-me agora ele – Lá por teres apanhado de piças maiores que esta, vais ficar a saber que a minha chega bem para a tua cona!
Eu estava farta de saber! Mas adoro ouvi-lo dizendo aquilo durante o acto sexual! Ri-me, igualmente baixinho, e entrei na dele:
- Não sei se chega, meu corno manso! Fina como é, a tua piça é boa é para palitar os dentes!
Que teso ele ficou! E que húmida eu estava! Novamente nossas línguas se entregaram uma à outra, minhas mãos encostaram a cabeça do seu caralho na minha entrada secreta, onde muitos pagaram para o meter, lambuzaram-na fortemente com a langonha que ele emanava, e introduzi-o dentro de mim. Aberta como estava pelos dedos, a pila entrou facilmente dentro de mim, e agora só me restava cavalgar nela. Paulinho dormia ainda, mas os irmãos mais velhos iam de vez em quando deitando os olhos para a nossa ginástica, dividindo-os com os cartoons. Mas naquele momento nada disso nos interessava. Se Paulinho tivesse de novo desatado a chorar, iria ter de esperar que terminássemos. Afinal também temos os nossos direitos, embora não conheça nenhum artigo do Direito de Família que se refira a eles.
-Diz lá se apesar de pequena, não tenho uma pila boa? – perguntava-me ele, certinho no seu tira e mete. E eu, em vez de lhe dizer sim ou não, respondia-lhe, rindo-me, satisfeitíssima, tacteando-lhe a zona genital, por cima da roupa:
- Meia pila! Colhões de rato!
-Cona larga! – invectivava-me o Rui por seu turno, excitando-se e excitando-me mais. Ao ouvido, para que nossos filhos não ouvissem, apesar das constantes miradas que agora nos mandavam, ordenava-lhe para me meter sem parar, me continuar a chamar puta, e todos os palavrões que lhe viessem à cabeça pois aquilo estava sendo bom de mais, tão bom que valera a pena a foda da noite ter sido adiada para aquela manhã. Insultámo-nos do piorio enquanto estivemos no mete e tira. Passado um bom momento, ele disse-me que se queria esporrar, pedi-lhe mais um minuto, e foi fantástico. O Rui reteve a ejaculação até eu lhe pedir que se viesse, e quando o fiz levei com meia dúzia de jorros quentes e intensos, como já há muito não sentia. Fora uma rapidinha dada, apesar da presença das crianças, com todo o vagar, e saborosa! Quando o seu caralho por fim amoleceu e começou a sair de mim, fazendo escorrer grande parte da esporra que depositara nas suas calças, que ele procurou aparar com um lenço que rapou da algibeira, não resisti a brincar, enquanto o mais dissimuladamente possível o metia para dentro da braguilha:
- Ainda bem que tomo a pílula! Se não acho que hoje poderíamos ter feito um par de gémeos. Pelo menos!
Bom, isso nunca o saberemos, não é verdade?
Minha filha quando me viu sair de cima do pai, agora totalmente desperto, perguntou:
-Ó pai, já não te dói a pila?
Este respondeu que não, obrigado pela atenção. Ela voltou à carga, desta vez para mim:
- Ó mãe porque é que o pai tinha a cabeça metida nas tuas mamas?
- Porque lhe doía a pila, e ele não podia com dores, filha!
Sandrinha olhou para o irmão mais velho, interrogativamente, e foi este quem me perguntou:
- Ó mãe, diz-nos a verdade: tu e o pai estavam a fazer sexo, não estavam?
Que é que nós podíamos responder?
Satisfeita a curiosidade deles, e recomendando-lhes discrição, fui tomar banho, e quando voltei à sala, meu marido dormia com a cabeça tombada na mesa. Porque é que será que os homens sempre adormecem depois de foder, e a nós mulheres, só nos dá para falar?
O nosso mais novo, dormia agora, sereno, e nós deitáramo-lo na sala, para o podermos vigiar melhor, ao lado dos irmãos que seguiam atentamente uns cartoons japoneses, de ficção científica, famosos na época. Meu marido que saíra para comprar o jornal, e já voltara, achava-se sentado numa das cadeiras de mesa de jantar, com o semanário pousado em cima dela, completamente ensonado. Eu também estava com sono depois da noite mal dormida, e de uma semana intensa de trabalho, mas ainda me achava com mais tesão. Detesto que não me consintam ter sexo quando quero (mas não apenas quando os outros querem, ainda que muitas vezes tenha sido forçada a fazê-lo!), e na noite anterior quando me preparava, cheia de vontade, para receber o pau do Rui nos meus interiores, soubera-me bastante mal a interrupção do rebento, estragando-nos por completo o programa. Pois bem! Se não se pudera cumprir de noite, nada obstava a que não se fizesse agora, de dia, pensei. Não me apetecia fazer nada enquanto não fodesse, nem que fosse uma rapidinha que nestes momentos, sempre sabe tão bem. E por outro lado, estava na hora de despertar meu marido, já que o café que tomara na rua quando saíra para comprar o jornal não fora suficiente pelos vistos.
Postei-me, de pé, perante meu marido, no outro extremo da mesa, ligeiramente em diagonal ao sofá onde nossa prole se encontrava, e passei minha mão pelas coxas e vagina, por cima da saia. O Rui arregalou os olhos, pela primeira vez desde que se levantara. Ri-me para ele, e levei um dedo aos lábios, recomendando-lhe silêncio. Compreendeu que iria ter de acabar o que ia começar quando o terceiro fruto dos nossos talentos de reprodutores nos interrompeu, e afastou o jornal para trás. Fui ao seu encontro, enlacei-lhe o pescoço, e beijámo-nos na boca.
- Vamos para o quarto! – sugeriu-me.
-Não – contrapus – No quarto está muito barulho. Vamos fazer aqui!
- Tás tola?! – interrogou-se – E os miúdos?
- Os miúdos se tivermos cuidado, não se aperceberão de nada – sosseguei-o – E depois é preferível que vejam os pais a fazer amor do que a agredirem-se, como muitos estão mais habituados a ver.
Com tal argumento, meu marido não disse mais nada. Introduziu suas mãos por baixo da minha saia, tirou minha calcinha que ficou caída aos pés da mesa. Sentei-me no seu colo, colando minha boca na dele. Enquanto nossas línguas se beijavam sofregamente, as mãos do Rui já se tinham acercado da entrada de minhas pernas, esfregando-me o clictoris. Não tardou muito a ficar com as palmas húmidas, e quando isso aconteceu introduziu o dedo médio no meu grelinho. Sua língua cutucando a minha estava uma delícia, e eu comecei a rebolar-me no seu dedo, perdida de tesão. E quando isso acontece, gosto de o estimular ainda mais.
- Só um dedo não! Mete mais! Sabes que tenho a rata larga! Gosto de um cacete bem grosso dentro dela! Até a tua pilinha é bem mais grossa que esse teu dedinho! – dizia-lhe baixinho ao ouvido. Nosso filho mais velho voltou-se nessa altura para nós, mas deve ter entendido que eu cochichava algo ao pai, e não ligou. Meu marido então enfiou o indicador, mas eu pedi mais, recordei-lhe que já fora puta, que minha racha engolira metros de pila, e ele acabou por meter igualmente o anelar, simulando com eles os movimentos pélvicos. Agora sim! Os três dedos são mais grossos que a pila dele, e eu adorei ser masturbada por aquela tora que me preenchia toda a minha ratinha. Desapertei os botões da camisa, não trazia soutien como quase nunca trago, felizmente meus peitos ainda se aguentam firmes, apesar das três gravidezes que levei a termo, e a boca do Rui, como sabe bem do que eu gosto, foi de encontro a eles mostrar-lhes como os sabia fazer felizes e manter tesos.
Mas não era só eu quem estava a ser consolada. Logo desde o inicio, o pau do Rui sobre as suas calças, dava sobejos sinais de vida. Eu não o podia ignorar, tanto mais que vontade não me faltava para o ver e ter nas mãos. Tirei-o para fora, ele já estava melado. Não é muito grande nem grosso, mas porta-se bem durante todo o acto, e eu estava precisando muito dele. Gostaria de o ter chupado, mas considerei que dados os condicionalismos existentes era melhor não ir tão longe. Uma coisa era meus filhos aperceberem-se que eu estava dando para o pai (afinal foi assim que eles vieram ao Mundo!), outra era assistir a uma aula prática de sua mãe mamando no margalho dele. Mas punhetei-o, puxando-lhe o prepúcio o mais possível para trás (meu marido é o único homem cá de casa que não foi circuncidado, embora então a pilinha do Paulinho não o tivesse sido igualmente). Fios maiores de esporra começaram cada vez mais a correr-lhe pelo caralho abaixo, molhando-lhe as calças e o tampo da cadeira, que já se achavam igualmente húmidas do meu suco vaginal.
- Mãe, estás a esfregar a pila ao pai? – Sandrinha, que ainda hoje é a mais malandra dos três (foi quando estava grávida dela que encornei o Rui pela primeira vez, como já contei), voltara-se por qualquer motivo e viu-me masturbando-o. O irmão, curioso, voltou-se igualmente. Meus filhos estavam, e estão, habituados a ver-nos nus, e depois do que se passara de noite, eu não ia admitir que me voltassem a estragar a queca.
- Estou, porque vosso pai bateu com a pilinha na esquina da mesa, e está a doer-lhe - respondi-lhe – Mas isto já vai passar.
-Ó mãe – voltou a perguntar a petiza – não são as tuas cuecas que estão ali no chão?
- São cuecas que vou deitar para lavar. E agora vejam a televisão, e deixem-me tratar do pai.
Meus filhos são obedientes embora não sejamos pais severos, acho que foi o clima de abertura, mesmo no que respeita às coisas íntimas, que os fez assim. Já nos tinham visto acariciarmo-nos muitas vezes, e voltaram-se para o écran, embora a Sandra não parecesse ter ficado muito convencida com a explicação. Em todo o caso, tanto eu como o Rui compreendemos que se não queríamos correr o risco de explicações mais embaraçosas, não poderíamos prologar por muito mais tempo aquela situação. Também se continuasse ali com aqueles três dedos introduzidos dentro de mim, não tardaria muito a atingir o orgasmo mesmo sem provar o cacete. O que eu não queria nada! Gosto de uma boa esporradela, e o estado da pixota do Rui augurava-me um bom jacto. Ele também não queria outra coisa:
- Vou-te comer o pito, minha putazinha! – sussurrava-me agora ele – Lá por teres apanhado de piças maiores que esta, vais ficar a saber que a minha chega bem para a tua cona!
Eu estava farta de saber! Mas adoro ouvi-lo dizendo aquilo durante o acto sexual! Ri-me, igualmente baixinho, e entrei na dele:
- Não sei se chega, meu corno manso! Fina como é, a tua piça é boa é para palitar os dentes!
Que teso ele ficou! E que húmida eu estava! Novamente nossas línguas se entregaram uma à outra, minhas mãos encostaram a cabeça do seu caralho na minha entrada secreta, onde muitos pagaram para o meter, lambuzaram-na fortemente com a langonha que ele emanava, e introduzi-o dentro de mim. Aberta como estava pelos dedos, a pila entrou facilmente dentro de mim, e agora só me restava cavalgar nela. Paulinho dormia ainda, mas os irmãos mais velhos iam de vez em quando deitando os olhos para a nossa ginástica, dividindo-os com os cartoons. Mas naquele momento nada disso nos interessava. Se Paulinho tivesse de novo desatado a chorar, iria ter de esperar que terminássemos. Afinal também temos os nossos direitos, embora não conheça nenhum artigo do Direito de Família que se refira a eles.
-Diz lá se apesar de pequena, não tenho uma pila boa? – perguntava-me ele, certinho no seu tira e mete. E eu, em vez de lhe dizer sim ou não, respondia-lhe, rindo-me, satisfeitíssima, tacteando-lhe a zona genital, por cima da roupa:
- Meia pila! Colhões de rato!
-Cona larga! – invectivava-me o Rui por seu turno, excitando-se e excitando-me mais. Ao ouvido, para que nossos filhos não ouvissem, apesar das constantes miradas que agora nos mandavam, ordenava-lhe para me meter sem parar, me continuar a chamar puta, e todos os palavrões que lhe viessem à cabeça pois aquilo estava sendo bom de mais, tão bom que valera a pena a foda da noite ter sido adiada para aquela manhã. Insultámo-nos do piorio enquanto estivemos no mete e tira. Passado um bom momento, ele disse-me que se queria esporrar, pedi-lhe mais um minuto, e foi fantástico. O Rui reteve a ejaculação até eu lhe pedir que se viesse, e quando o fiz levei com meia dúzia de jorros quentes e intensos, como já há muito não sentia. Fora uma rapidinha dada, apesar da presença das crianças, com todo o vagar, e saborosa! Quando o seu caralho por fim amoleceu e começou a sair de mim, fazendo escorrer grande parte da esporra que depositara nas suas calças, que ele procurou aparar com um lenço que rapou da algibeira, não resisti a brincar, enquanto o mais dissimuladamente possível o metia para dentro da braguilha:
- Ainda bem que tomo a pílula! Se não acho que hoje poderíamos ter feito um par de gémeos. Pelo menos!
Bom, isso nunca o saberemos, não é verdade?
Minha filha quando me viu sair de cima do pai, agora totalmente desperto, perguntou:
-Ó pai, já não te dói a pila?
Este respondeu que não, obrigado pela atenção. Ela voltou à carga, desta vez para mim:
- Ó mãe porque é que o pai tinha a cabeça metida nas tuas mamas?
- Porque lhe doía a pila, e ele não podia com dores, filha!
Sandrinha olhou para o irmão mais velho, interrogativamente, e foi este quem me perguntou:
- Ó mãe, diz-nos a verdade: tu e o pai estavam a fazer sexo, não estavam?
Que é que nós podíamos responder?
Satisfeita a curiosidade deles, e recomendando-lhes discrição, fui tomar banho, e quando voltei à sala, meu marido dormia com a cabeça tombada na mesa. Porque é que será que os homens sempre adormecem depois de foder, e a nós mulheres, só nos dá para falar?
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SANDRA SAFADA
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SAFADEZAS DE UMA MULHER CASADA
terça-feira, 8 de março de 2011
VIOLADA COMO PRENDA DE ANIVERSÁRIO
Meu marido Rui, entesa-se muito de me ouvir contar-lhe pormenores das vezes que na adolescência fui violada por meu padrinho, e mais tarde da violação colectiva de que fui vitima no Choupal, em Coimbra. Sempre que lhas conto, ele gosta de me ouvir punheteando-se, ou pedindo-me que o punheteie eu mesma, gozando no final com muita satisfação sobre mim. E aqueles episódios, apesar do dramatismo com que os vivi na altura, dão-me igualmente muito tesão a mim. Acho que foi também assim que exorcizei os seus fantasmas.
Pois ontem foi o dia do meu aniversário (47 anos), e Rui proporcionou-me uma bela surpresa. Uma das nossas fantasias é eu prostituir-me para ele, e ontem à noite voltei a fazê-lo. Ele ligou-me, depois do jantar, fazendo-se passar por cliente, acordamos o preço (75 euros, pois ele me disse que queria uma experiência nova, ainda que se soubesse o que se iria passar tivesse exigido mais, já Rui quando me aluga o corpo quer que me comporte o mais parecido com uma verdadeira puta), mandou-me ir ter com ele a um motel na A4 que não é necessário requisitar a noite inteira, dizendo que me pagava a gasolina e as portagens, e em meia hora estava lá. Não tive problemas na recepção, mas estranhei que meu marido tivesse arrendado um T4, uma vez que éramos só dois, mas por ser final de semana pensei que talvez as residências mais pequenas estivessem ocupadas. Recebido o pagamento combinado e as despesas da deslocação, Rui mandou-me despir toda. Em 2 minutos, meu corpo gordinho e depilado integralmente, surgiu nu aos seus olhos. Rui então abriu o armário da parede, tirou dele uma calcinha vermelha, cor que sobre todas adoro, e ofereceu-ma.
- Veste-a – mandou-me. Vesti-a. A calcinha era diferente de todas as outras que eu já tinha usado. À frente e atrás tinha uma abertura precisamente na frente da racha da coninha e do cu, deixando aqueles dois buracos destapados. Eu já vira daquelas cuecas em sex-shopps, a primeira vez fora em Amesterdão há muitos anos, mas nunca me dera para comprar uma cueca daquelas, porque gosto mesmo é de foder nua. Quando as coloquei, Rui mandou-me continuar de pé, abrir as pernas, e entre os meus pés instalou um espelho em cuja face minha cona ficou reflectida. Rui quis que eu a apreciasse, e acho que foi a primeira vez que eu pude reparar bem como ela era, embora já a tivesse tacteado tantas vezes. Sim, é uma cona bonita, com os seus lábios salientes e rosados como uma pétala abrindo-se no vermelho da calcinha, não admira que Rui goste tanto dela, e encontre tanto prazer na sua companhia. Mas meu marido não queria que eu ficasse apenas olhando. Exigiu que metesse um dedo dentro dela, no buraco da cueca, e me começasse a masturbar, sem me vir. Ao fim de uns momentos naquelas carícias, senti-me humedecer, e fui fechando os olhos enquanto meu abdómen se ia curvando sobre o meu dedo, cutucando-me. Rui mandou-me parar, e sem me tirar a calcinha, deitou-me na cama. Do armário tirou um saco de viagem, e do interior deste um comprido rolo de ligaduras que eu nunca vira lá em casa, uma corda com que me amarrou as mãos atrás das costas, e um ring-bag que me prendou na boca de modo a que eu não pudesse fechá-la nem falar. Meu marido faz-me isto muitas vezes, quando fantasiamos que ele me está violando, e quer que lhe faça uma chupadela, por isso não contestei seu pedido. A parte de ir ser mumificada é que não me agradava tanto, e se minha boca não estivesse silenciada ter-lhe-ia dito que ele não mencionara tal pormenor no nosso contrato, mas agora não podia fazer nada. Mesmo assim ainda me debati um pouco, para dar mais tesão à coisa quando ele me começou a desenrolar a ligadura sobre a minha testa, apertando-a bastante, mas ele pressionando seus joelhos sobre minhas costelas e magoando-me, obrigou-me a parar. À medida que a ligadura se ia desenrolando, ia-me tapando os olhos e a face, deixando-me apenas destapada a abertura das narinas e da boca, o pescoço, o peito e as costas manietando-me ainda mais as mãos e os braços de encontro a elas, e as pernas. Eu estava toda ligada e coberta de ligaduras, sem me poder mexer. Era uma situação nova até para mim, e comecei a achar aquilo delicioso. Apesar de não poder ver, sentia perfeitamente que do pescoço para baixo, apenas minhas mamas não tinham sido cobertas pelas ligaduras, e que na cintura as minhas duas entradas de baixo estavam acessíveis na abertura da calcinha que ele não enfaixara, deixando-as à vista. Compreendi logo que não tardaria muito a levar nelas com a piroca do Rui. Comecei a sentir-me mais húmida e excitada.
Depois de estar bem enfaixada, percebi que ele se despia, saíra, e entrara noutro quarto. Não imaginava o que se ia passar. Ouvi passos que me pareceram de dois homens voltando, alguém se aproximara e enfiava a pila na minha boca aberta, mesmo na abertura do ring-bag onde cabia à justa, enquanto suas mãos me agarravam a cabeça, junto às orelhas enfaixadas. Não era preciso que me dissessem nada, sabia o que queriam de mim. Apesar de a pila com a mordaça quase me sufocar, obrigando-me a respirar mais forte pelo nariz, comecei a chupá-la e a tentar lamber-lhe a ponta da cabeça com a língua, ainda que com o ring-bag não desse muito jeito. Não sabia a quem pertencia aquele caralho, mas uma coisa era certa: não estava a chupar o pilau de meu marido. Primeiro porque o pau que tinha na boca estava encamisado, e Rui que gosta de me ver engolir-lhe a esporra quando lhe faço um broche, nunca usaria preservativo. Depois porque este caralho era bem maior que o dele, praí uns 20 cms, chegava-me mesmo ao fundo da garganta, fodendo-me mesmo a boca. Chupei-o por isso com mais gosto, só era pena ter as mãos presas e não lhe poder acariciar os colhões como tanto gosto quando faço uma mamada. Quando o desconhecido se veio, esporrando-se todo com a ponta do caralho enfiada bem fundo na minha garganta, gemi forte como se o estivesse sentindo no meu grelinho e me estivesse vindo igualmente, tão apetitosos me pareceram aqueles jactos fortes ameaçando romper o preservativo. Ouvi um suspiro mais fundo, e percebi que no seu canto meu marido assistira a tudo e gozara bravo. Eu estava pingando de tesão.
Mal este se retirou, e já as mãos de outro me esfregavam as mamas, e me apertavam gostosamente os mamilos, mas também não era o meu marido. Estas mãos eram bem maiores que as do Rui, os dedos mais compridos. Minhas pernas não paravam quietas, e o sujeito após me ter punheteado as mamas até as deixar duras, fez nelas um maravilhoso trabalho com a boca. Seu cacete nu estava duríssimo, e esfregava-se na minha barriga, por cima das ligas, deixando-as todas molhadas com o seu leite. Quando percebeu que eu estava gemendo de gozo, encaixou o caralho, mais pequeno que o anterior, no rego das minhas mamas, e tocou uma espanhola nelas, deixando-as cobertas de esporra que limpou com um lenço antes de se retirar. Era audível a respiração entesada de Rui ao meu lado. O meu taradão bem amado não devia estar perdendo uma.
Mais passos circulando no quarto. Agora eram umas mãos puxando minhas pernas até ao fundo da cama, virando-me de costas, apenas minha cabeça e tronco ficaram sobre o colchão, tudo da cintura para baixo ficou pendente no chão, e comecei a sentir uma língua húmida lamber-me a entrada do olho do cu, ainda que sem entrar lá dentro. Não podia igualmente ser o Rui, este gosta mesmo de meter a língua. Meu desconhecido parceiro lambeu durante uns momentos, fazendo-me rebolar toda, até me começar a meter o dedo no cu, masturbando-o e procurando abrir-lhe mais o anel. Então é que eu me rebolei, em especial quando meteu outro dedo, e se pôs a socar-me com ambos. Se pudesse falar, ter-lhe-ia pedido para meter o pau, mas não foi preciso. Quando me comecei a rebolar mais intensamente, ele tirou os dedos, deve ter passado um creme neles, pois quando os voltou a enfiar senti que estavam embebidos num creme fresco e suave que ele espalhou abundantemente no meu cu, embora não fosse preciso tanto creme, tantas foram as vezes que já apanhei nele sem nada, e com pirilaus bem dotados. Depois de me ter preparado, o estranho encostou a piça revestida por um preservativo, no buraquinho do meu olho, com dois dedos abriu-o mais, e com a outra mão conduziu-a para dentro do meu traseiro. Quando senti a sua cabeça por trás de mim procurando entrar, e tendo de forçar para isso, gemi de dor. Ui! Que cabeça aquela! Tinha por certo o dobro do tamanho da entrada do meu anel, pela amostra da cabeça o indivíduo deveria ter um caralho monstruoso, o que é que meu marido me tinha arranjado para o dia de aniversário? A minha primeira reacção foi procurar fechar ao máximo aquela entrada de maneira a não o deixar entrar, mas ele aplicou-me meia dúzia de palmadas ferozes nas nádegas que me fizeram mudar de intenção. Meu marido que não gosta de me bater, nem de ver ninguém fazê-lo, não interveio contudo. O rapaz agarrando-me agora pelas ancas, começou a penetrar-me o cu, á cão. Eu depois de ter a cabeça da piça dele já enfiada no olho, começara a abrir-me novamente de modo a poder recebê-la toda da maneira menos dolorosa, e passados aqueles momentos iniciais de dor já sentia os tomates dele beijando minha calcinha vermelha, de duas entradas. Era enorme o pau dele. Era o maior dos três. Mentalmente agradeci ao Rui ter-me proporcionado o gozo daquele pau gigantesco como aprecio que seja o pau de um homem, e entreguei-me toda ao meu amante desconhecido que me sodomizava com prazer. Chapp, chapp, chapp. Mas não eram só os colhões do desconhecido batendo-me no cu que faziam aquele barulho. Junto ao meu ouvido, ouvia um outro chapp, chapp, que só podia ser provocado pelos colhões do Rui masturbando-se ao ver-me sendo enrabada, ainda que conhecendo-o bem, sem se querer vir totalmente.
Quando o meu terceiro par se veio por fim, eu não aguentava mais. Estava poupando o orgasmo para meu marido, mas agora estava precisando mesmo muito que me consolassem a vagina, apesar do desconsolo que é para mim apanhar com uma pila pequena, depois de ter provado de outras três mais imponentes. Afinal Rui além de ser o homem que amo, era o cliente, merecendo por isso uma graça especial. Mas este que me conhece há mais de 20 anos, também sabia bem isso. Quando o terceiro se retirou, Rui virou-me de barriga para o ar, e deitando-se por cima de mim, possuiu-me à moda do missionário, beijando-me a boca, e esfregando suas mãos nos meus seios, ainda viscosos da esporra do segundo. No estado em que estava não tardei muito a vir-me. E ele vendo-o, com duas estocadelas mais ferozes na minha racha, libertou o líquido dos seus tomates dentro dela. Que soberba violação aquela!
Só depois de ter sido desenfaixada, pude ver os três homens que Rui me arranjara. Três rapazes que não tinham ainda 30 anos, musculosos, morenos, bem parecidos. Profissionais do sexo. Como, além das deslocações, eram pagos à hora, aquela brincadeira saiu cara a Rui. Mas não se faz anos todos os dias, não é mesmo? E depois digam-me lá: quantos maridos seriam capazes de oferecer uma prenda de aniversário destas à sua esposa? Compreendem agora porque é que eu amo tanto o meu, apesar da sua pila pequena?
Pois ontem foi o dia do meu aniversário (47 anos), e Rui proporcionou-me uma bela surpresa. Uma das nossas fantasias é eu prostituir-me para ele, e ontem à noite voltei a fazê-lo. Ele ligou-me, depois do jantar, fazendo-se passar por cliente, acordamos o preço (75 euros, pois ele me disse que queria uma experiência nova, ainda que se soubesse o que se iria passar tivesse exigido mais, já Rui quando me aluga o corpo quer que me comporte o mais parecido com uma verdadeira puta), mandou-me ir ter com ele a um motel na A4 que não é necessário requisitar a noite inteira, dizendo que me pagava a gasolina e as portagens, e em meia hora estava lá. Não tive problemas na recepção, mas estranhei que meu marido tivesse arrendado um T4, uma vez que éramos só dois, mas por ser final de semana pensei que talvez as residências mais pequenas estivessem ocupadas. Recebido o pagamento combinado e as despesas da deslocação, Rui mandou-me despir toda. Em 2 minutos, meu corpo gordinho e depilado integralmente, surgiu nu aos seus olhos. Rui então abriu o armário da parede, tirou dele uma calcinha vermelha, cor que sobre todas adoro, e ofereceu-ma.
- Veste-a – mandou-me. Vesti-a. A calcinha era diferente de todas as outras que eu já tinha usado. À frente e atrás tinha uma abertura precisamente na frente da racha da coninha e do cu, deixando aqueles dois buracos destapados. Eu já vira daquelas cuecas em sex-shopps, a primeira vez fora em Amesterdão há muitos anos, mas nunca me dera para comprar uma cueca daquelas, porque gosto mesmo é de foder nua. Quando as coloquei, Rui mandou-me continuar de pé, abrir as pernas, e entre os meus pés instalou um espelho em cuja face minha cona ficou reflectida. Rui quis que eu a apreciasse, e acho que foi a primeira vez que eu pude reparar bem como ela era, embora já a tivesse tacteado tantas vezes. Sim, é uma cona bonita, com os seus lábios salientes e rosados como uma pétala abrindo-se no vermelho da calcinha, não admira que Rui goste tanto dela, e encontre tanto prazer na sua companhia. Mas meu marido não queria que eu ficasse apenas olhando. Exigiu que metesse um dedo dentro dela, no buraco da cueca, e me começasse a masturbar, sem me vir. Ao fim de uns momentos naquelas carícias, senti-me humedecer, e fui fechando os olhos enquanto meu abdómen se ia curvando sobre o meu dedo, cutucando-me. Rui mandou-me parar, e sem me tirar a calcinha, deitou-me na cama. Do armário tirou um saco de viagem, e do interior deste um comprido rolo de ligaduras que eu nunca vira lá em casa, uma corda com que me amarrou as mãos atrás das costas, e um ring-bag que me prendou na boca de modo a que eu não pudesse fechá-la nem falar. Meu marido faz-me isto muitas vezes, quando fantasiamos que ele me está violando, e quer que lhe faça uma chupadela, por isso não contestei seu pedido. A parte de ir ser mumificada é que não me agradava tanto, e se minha boca não estivesse silenciada ter-lhe-ia dito que ele não mencionara tal pormenor no nosso contrato, mas agora não podia fazer nada. Mesmo assim ainda me debati um pouco, para dar mais tesão à coisa quando ele me começou a desenrolar a ligadura sobre a minha testa, apertando-a bastante, mas ele pressionando seus joelhos sobre minhas costelas e magoando-me, obrigou-me a parar. À medida que a ligadura se ia desenrolando, ia-me tapando os olhos e a face, deixando-me apenas destapada a abertura das narinas e da boca, o pescoço, o peito e as costas manietando-me ainda mais as mãos e os braços de encontro a elas, e as pernas. Eu estava toda ligada e coberta de ligaduras, sem me poder mexer. Era uma situação nova até para mim, e comecei a achar aquilo delicioso. Apesar de não poder ver, sentia perfeitamente que do pescoço para baixo, apenas minhas mamas não tinham sido cobertas pelas ligaduras, e que na cintura as minhas duas entradas de baixo estavam acessíveis na abertura da calcinha que ele não enfaixara, deixando-as à vista. Compreendi logo que não tardaria muito a levar nelas com a piroca do Rui. Comecei a sentir-me mais húmida e excitada.
Depois de estar bem enfaixada, percebi que ele se despia, saíra, e entrara noutro quarto. Não imaginava o que se ia passar. Ouvi passos que me pareceram de dois homens voltando, alguém se aproximara e enfiava a pila na minha boca aberta, mesmo na abertura do ring-bag onde cabia à justa, enquanto suas mãos me agarravam a cabeça, junto às orelhas enfaixadas. Não era preciso que me dissessem nada, sabia o que queriam de mim. Apesar de a pila com a mordaça quase me sufocar, obrigando-me a respirar mais forte pelo nariz, comecei a chupá-la e a tentar lamber-lhe a ponta da cabeça com a língua, ainda que com o ring-bag não desse muito jeito. Não sabia a quem pertencia aquele caralho, mas uma coisa era certa: não estava a chupar o pilau de meu marido. Primeiro porque o pau que tinha na boca estava encamisado, e Rui que gosta de me ver engolir-lhe a esporra quando lhe faço um broche, nunca usaria preservativo. Depois porque este caralho era bem maior que o dele, praí uns 20 cms, chegava-me mesmo ao fundo da garganta, fodendo-me mesmo a boca. Chupei-o por isso com mais gosto, só era pena ter as mãos presas e não lhe poder acariciar os colhões como tanto gosto quando faço uma mamada. Quando o desconhecido se veio, esporrando-se todo com a ponta do caralho enfiada bem fundo na minha garganta, gemi forte como se o estivesse sentindo no meu grelinho e me estivesse vindo igualmente, tão apetitosos me pareceram aqueles jactos fortes ameaçando romper o preservativo. Ouvi um suspiro mais fundo, e percebi que no seu canto meu marido assistira a tudo e gozara bravo. Eu estava pingando de tesão.
Mal este se retirou, e já as mãos de outro me esfregavam as mamas, e me apertavam gostosamente os mamilos, mas também não era o meu marido. Estas mãos eram bem maiores que as do Rui, os dedos mais compridos. Minhas pernas não paravam quietas, e o sujeito após me ter punheteado as mamas até as deixar duras, fez nelas um maravilhoso trabalho com a boca. Seu cacete nu estava duríssimo, e esfregava-se na minha barriga, por cima das ligas, deixando-as todas molhadas com o seu leite. Quando percebeu que eu estava gemendo de gozo, encaixou o caralho, mais pequeno que o anterior, no rego das minhas mamas, e tocou uma espanhola nelas, deixando-as cobertas de esporra que limpou com um lenço antes de se retirar. Era audível a respiração entesada de Rui ao meu lado. O meu taradão bem amado não devia estar perdendo uma.
Mais passos circulando no quarto. Agora eram umas mãos puxando minhas pernas até ao fundo da cama, virando-me de costas, apenas minha cabeça e tronco ficaram sobre o colchão, tudo da cintura para baixo ficou pendente no chão, e comecei a sentir uma língua húmida lamber-me a entrada do olho do cu, ainda que sem entrar lá dentro. Não podia igualmente ser o Rui, este gosta mesmo de meter a língua. Meu desconhecido parceiro lambeu durante uns momentos, fazendo-me rebolar toda, até me começar a meter o dedo no cu, masturbando-o e procurando abrir-lhe mais o anel. Então é que eu me rebolei, em especial quando meteu outro dedo, e se pôs a socar-me com ambos. Se pudesse falar, ter-lhe-ia pedido para meter o pau, mas não foi preciso. Quando me comecei a rebolar mais intensamente, ele tirou os dedos, deve ter passado um creme neles, pois quando os voltou a enfiar senti que estavam embebidos num creme fresco e suave que ele espalhou abundantemente no meu cu, embora não fosse preciso tanto creme, tantas foram as vezes que já apanhei nele sem nada, e com pirilaus bem dotados. Depois de me ter preparado, o estranho encostou a piça revestida por um preservativo, no buraquinho do meu olho, com dois dedos abriu-o mais, e com a outra mão conduziu-a para dentro do meu traseiro. Quando senti a sua cabeça por trás de mim procurando entrar, e tendo de forçar para isso, gemi de dor. Ui! Que cabeça aquela! Tinha por certo o dobro do tamanho da entrada do meu anel, pela amostra da cabeça o indivíduo deveria ter um caralho monstruoso, o que é que meu marido me tinha arranjado para o dia de aniversário? A minha primeira reacção foi procurar fechar ao máximo aquela entrada de maneira a não o deixar entrar, mas ele aplicou-me meia dúzia de palmadas ferozes nas nádegas que me fizeram mudar de intenção. Meu marido que não gosta de me bater, nem de ver ninguém fazê-lo, não interveio contudo. O rapaz agarrando-me agora pelas ancas, começou a penetrar-me o cu, á cão. Eu depois de ter a cabeça da piça dele já enfiada no olho, começara a abrir-me novamente de modo a poder recebê-la toda da maneira menos dolorosa, e passados aqueles momentos iniciais de dor já sentia os tomates dele beijando minha calcinha vermelha, de duas entradas. Era enorme o pau dele. Era o maior dos três. Mentalmente agradeci ao Rui ter-me proporcionado o gozo daquele pau gigantesco como aprecio que seja o pau de um homem, e entreguei-me toda ao meu amante desconhecido que me sodomizava com prazer. Chapp, chapp, chapp. Mas não eram só os colhões do desconhecido batendo-me no cu que faziam aquele barulho. Junto ao meu ouvido, ouvia um outro chapp, chapp, que só podia ser provocado pelos colhões do Rui masturbando-se ao ver-me sendo enrabada, ainda que conhecendo-o bem, sem se querer vir totalmente.
Quando o meu terceiro par se veio por fim, eu não aguentava mais. Estava poupando o orgasmo para meu marido, mas agora estava precisando mesmo muito que me consolassem a vagina, apesar do desconsolo que é para mim apanhar com uma pila pequena, depois de ter provado de outras três mais imponentes. Afinal Rui além de ser o homem que amo, era o cliente, merecendo por isso uma graça especial. Mas este que me conhece há mais de 20 anos, também sabia bem isso. Quando o terceiro se retirou, Rui virou-me de barriga para o ar, e deitando-se por cima de mim, possuiu-me à moda do missionário, beijando-me a boca, e esfregando suas mãos nos meus seios, ainda viscosos da esporra do segundo. No estado em que estava não tardei muito a vir-me. E ele vendo-o, com duas estocadelas mais ferozes na minha racha, libertou o líquido dos seus tomates dentro dela. Que soberba violação aquela!
Só depois de ter sido desenfaixada, pude ver os três homens que Rui me arranjara. Três rapazes que não tinham ainda 30 anos, musculosos, morenos, bem parecidos. Profissionais do sexo. Como, além das deslocações, eram pagos à hora, aquela brincadeira saiu cara a Rui. Mas não se faz anos todos os dias, não é mesmo? E depois digam-me lá: quantos maridos seriam capazes de oferecer uma prenda de aniversário destas à sua esposa? Compreendem agora porque é que eu amo tanto o meu, apesar da sua pila pequena?
Postado por
SANDRA SAFADA
às
02:16
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