Aviados o cliente e o negro Geraldo (ver UMA MEMORÁVEL NOITE DE PUTA A TRÊS, EM COIMBRA, Maio de 2012), e com a carteira recheada com os dois mil e quinhentos escudos que ela me rendeu, decidi não voltar para a rua apesar de pouco passar das 11 horas da noite, e voltar para casa. Além disso sentia ainda as mamas e o corpo peganhentos da esporra expelida pelo negro e pela punheta que o cliente tocara sobre a minha pele, pelo que estava a precisar de tomar banho.
Quando entrei em casa vi que a sala estava às escuras, sinal que a minha senhoria já se deitara, mas alguns dos quartos arrendados a meninas estudantes como eu, emitiam luz por baixo da porta. Contudo o quarto ao fundo dio corredor onde dormia o Tó, o único rapaz da casa, estava igualmente apagado, o que me fez supôr que o magala ainda não voltara do exterior.
Tó, um mancebo de Viseu, era sobrinho da minha senhoria, andava na tropa em Coimbra e era devido aos laços familiares que a minha senhoria o deixava dormir lá em casa em vez de no quartel, já que a presença de representantes do sexo masculino era interdita. Tó sabia da minha condição de prostituta em part-time, e vivia-me chantageando para obter favores sexuais meus, extensíveis a colegas de caserna, em troca do seu segredo. Fiquei por isso muito contente com a perspectiva da sua ausência. Iludi-me.
Estava eu a despir-me no quarto, já tirara a roupa e em lingerie preparava-me para vestir o robe, quando senti a porta abrir-se atrás de mim. Voltei-me e vi que era ele. Em pijama e sem robe. Apesar de o Tó já me ter visto nua e eu não me encontrar totalmente pelada, tapei instintivamente com uma mão a zona do púbis por cima da calcinha, e com a outra as mamas pois não tinha sutiã.
- Que é isso, Tó? - perguntei-lhe irritada - Desde quando te dou autorização para entrares no meu quarto sem bateres? Sai imediatamente que eu vou tomar banho e deitar-me.
Mas o magala fechou a porta e entrou ignorando as minhas palavras.
- Cala-te putazinha! - ordenou ele - Enquanto quiseres viver em casa da titi não me dás ordens, ainda não entendeste? Onde é que andaste? Queria-te apresentar a dois amigos meus que me iam recompensar devidamente pela tua companhia, mas não te conseguimos encontrar em lado nenhum. Hoje de certeza que não precisaste de ires para a rua passear o corpo para ganhares a noite, e deves tê-la ganho bem para teres voltado tão cedo a casa.
- Não tens nada com isso - retorqui-lhe - Além disso sou puta, mas não sou uma puta ao teu serviço, sempre dísponivel para ti e os teus amigos. Anda sai!
Mas o Tó já estava todo encostado a mim e passava as suas mãos pelo meu corpo.
- Vá lá, Sandra, vais dizer que não gostas das fodas que te arranjo. Hummm! Tens a calcinha pingada de esporra, mesmo por cima da cona - e a sua mão tocava-me naquelas partes - Huuummmm! Aposto que ainda tens esporra a pingar-te por ti abaixo. É como dizia: hoje a noite de trabalho rendeu-te bem, minha safadona.
Até ele o percebera.
- Anda, vai tomar banho, eu esfrego-te as costas - convidou, embora o seu convite tivesse todo o tom imperioso de uma ordem.
- Tás tolo, ou quê?! - perguntei-lhe - Seria bonito se a tua titi nos apanhasse no banho, ou alguma das outras hóspedes.
- Quanto à primeira está descansada. A titi tomou um dos seus comprimidos para dormir, e antes da manhã ir alta não acorda. Quanto às hóspedes, estou pouco me importando. Fechamos a casa de banho por dentro, e ninguém nos incomodará.
-Não! - ainda esbocei a última tentativa de nega - Como tu mesmo disseste, esta noite correu-me bem, e farta de foder estou eu. Mesmo as putas têm limites.
Na verdade só metera o sarrafo de um sujeito, mas ele não precisava de o saber.
- Mentira! - contrapôs o magala de Viseu - As putas que vivem em casas de respeito como a da titi, e escondem um segredo como tu, não têm limites, não senhor. Ou preferes que amanhã informe a titi de onde é que te vem a bolsa que te paga os estudos?
Era sempre a mesma ameaça. Na verdade eu temia que a minha condição de menina de perna e boca abertas fosse conhecida, não só da tia dele mas igualmente de outros arrendatários de Coimbra a quem a maldita velha espalhasse a novidade. Mas também é verdade que o que me fazia mesmo ceder era sobretudo a excitação que a sua chantagem me causava. E por isso nessa noite, mesmo pingando esporra lá fui com ele para o banho, ainda que soubesse que o que o Tó pretendia não era apenas esfregar-me as costas.
Efectivamente quando entramos na casa de banho e fechamos a porta à chave, o magala dizendo estar igualmente com vontade de tomar um duche, despiu o pijama e entrou comigo na banheira.
- Olha se o comprimido não produziu efeito na titi e ela decide vir tomar um duche para ver se dorme melhor. Depois é que vamos os dois para a rua, não adiantará nada dizeres-lhe que a puta sou eu - ainda o adverti eu mas o tesão do Tó fazia-o estar por demais confiante nas capacidades sodoríferas do comprimido que a tia ingerira, para querer saber das minhas advertências.
- Abre mas é a água, e chega o chuveiro para cá - disse-me antes.
Soube-me muito bem, aquele duche quente nocturno, com o Tó não apenas ensaboando-me e esfregando-me o corpo todo, removendo todos os vestígios de esperma, mas também massajando-me as costas, as pernas e os pés, sempre com o chuveiro molhando-nos a ambos. Fiquei muito mais relaxada, e então quando ele me esfregava as mamas, a vagina e as orelhas, huuuummmm! que sensação de prazer!
- Eu não te disse que uma puta não tem limites? - perguntou-me, ajoelhando-se no tapete da banheira, obrigando-me a abrir as pernas com as mãos, vendo a excitação que os seus toques me causavam - Basta mexer-lhe nos sítios certos, e eu estou a mexer-te nos sítios certos, não estou, minha putazinha camuflada? Abre bem as pernas, Sandra, que eu quero enfiar o nariz bem no meio delas. Huuummm! Que cheirinho! Tens o pito a cheirar a lavado e eu adoro um pito a saber a lavadinho, mesmo sendo o pito de uma puta. Hummm! Vou-te lamber o pito até te ver contorcer toda de prazer.
Com os dedos o magala apertou-me os lábios de baixo e o clitorís, o que me fez gemer de dor, mas logo em seguida, estendendo a língua e deixando a água morna do chuveiro escorrer-lhe por ela abaixo até à entrada da minha greta, fez-me um minete que me deixou o grelo totalmente em pé. É verdade que naquele momento ele já não precisava de muito para isso. Para me deixar mais excitada, eu mesma estiquei os dois braços do magala de maneira a que as suas mãos entrassem em contacto com as minhas mamas.
- Tens a língua quase tão maravilhosa como a do meu namorado, meu feijãozinho verde - dizia-lhe esfregando-lhe as mãos nas mamas, de maneira a fazê-lo sentir os mamilos ficando duros - mas não me lambas só, apalpa-me os marmelos também, ahhhh, nada me excita mais que um bom minete e me mexam nas mamas, ahhhhh!
- Ahh, safadona, não te fodi hoje mais cedo porque não te encontrei na rua, mas não penses que depois de te teres estado a alugar, vais ter aqui aqui o magala a fazer-te minetes até te fartares. Anda esfrega-me tu o corpo.
Foi agora a minha vez de o ensaboar e esfregar.
- Huuumm! Durão o caralho. E já bem pinguço - observei-lhe quando o ensaboei muito lentamente - Parece que vai ter mais sorte que o dos teus colegas, a quem me querias apresentar. Mas é claro a ti tenho de fazer as vontadinhas todas senão denuncias-me à titi, não é?
- Nem o duvides, vadiazinha - reafirmava o Tó, excitado igualmente por poder demonstrar o poder que tinha sobre mim, uma moça um pouco mais velha, mais rotinada em sexo e com maior formação académica - e agora chegou a tua vez de me chupares o pau e as bolas, farto que lhe toques punhetas com a esponja está ele. Ajoelha-te e faz-me um broche dos teus, vadiazinha glutona.
- Vou-te fazer esporrar todo com a boca, feijão verde - afirmei-lhe mas cheia de vontade de que isso não acontecesse para poder ter mais aquele brinde antes de adormecer, e chamando-lhe unm nome por que na altura eram apelidados os mancebos que faziam a tropa no Exército.
- Isso querias tu, puta! - contestou - Mas não penses que por teres escapado de foder com os meus amigos vais escapar de apanhar com o meu cacete pelas tuas rachas dentro. Vamos, boca aberta. Boca bem aberta que não é só a piça que te irei enfiar nela. Os dois colhões também. E ao mesmo tempo. As putas não têm limites em nenhum buraco, especialmente quando chegam atrasadas como foi o teu caso.
Evidentemente que não sou de opinião não haver limites para as putas, mas apreciei sempre bastante entregar-me a um homem que não recua nem perante uma violação se for preciso, para obter de uma mulher tudo o que quer dela. Assim de joelhos esfreguei-lhe a piça nas mamas, antes de com a boca bem aberta lhe abocanhar todo o aparelho.
- Minha canibalzinha! exclamava o Tó apertando-me a cabeça contra os seus pentelhos e sanicando o baixo ventre, como se estivesse a foder - eras capaz de me comeres a piça e os colhões se te deixasse, esfomeadazinha. Eu não disse que conseguias meter tudo dentro da boca, safadona? Vamos, chupa, chupa tudo, uiiiihhh, que me sabe muito bem foder-te a boca, com os colhões dentro dela! Ahhhh! Se a titi entrasse agora esporrava-me todo na cara dela.
Aquela alusão à titi do magala, ainda tornava o broche mais excitante.
- Vira o rabo para mim, Sandrinha - mandou o Tó quando os pingos grossos da sua esperma já caiam com mais intensidade na minha língua - e apoia as mãos nas torneiras da banheira. Não é só a tua boca que vai provar o meu tesão. Tens dois buraquinhos muito mais apropriados para isso.
O sacana também me queria ir ao cu. Já o fora algumas vezes, mas eu armei-me em esquisita.
- Nem penses em comer-me o cu, hoje meu grande tarado. Metes-me no outro buraco e já estás com sorte, o buraco do meu cu vale duas notas de mil no mercado da carne branca de Coimbra, não é para o teu soldo de magala.
- Quero lá saber do soldo de magala - retorquiu-me - O soldo para te ir ao cu dou-to eu não revelando à titi o biscate a que te entregas nos tempos livres. Vamos, vira-te com o cu voltado para mim. Vou-to lamber tão bem lambidinho como te lambi o grelo e já que falaste, é no cuzinho que vais começar por apanhar primeiro, para de futuro aprenderes a estar calada.
Esfregando um bom bocado de óleo de palma que eu costumava usar no banho no caralho, o Tó depois de me ter feito um delicioso minete no olhinho traseiro, encoxou-me um bom bocado, antes de mo abrir para os lados e começar a enfiar nele devagarinho. Huuuummmm!
- Ahhh, caralhão! - gemi - Ao menos podias-me fazer umas festinhas com as mãos, onde gosto mais.
O Tó entendeu. Apalpando-me a rata foi aos pouquinhos enfiando um dedo nela, ao mesmo tempo que por trás me mordia deliciosamente o pescoço e os lóbulos das orelhas.
- Diz lá se o feijão verde não sabe do que tu gostas, minha putazinha?
Sabia sim. Para a sua idade, sabia até de mais. E ainda bem.
- Mas não abuses do meu dedinho - avisava-me, socando-me forte no rabo - O mesmo caralho que tanto te abre o cuzinho, não tarda nada e estará a abrir-te a coninha toda igualmente. E vai ser agora. Iiissso! Perninhas bem abertas, o grelinho bem a jeito do meu caralho, iiissso, a cona toda escancarada, e agora a cabeça da minha piça a entrar bem devagarinho e a fazer-te suspirar de desejo pelo momento em que ela estiver toda dentro de ti, vadia, uiiiiii, que bom que é enfiar-te a piça na tua cona bem lavadinha, huuummmm! Só tenho pena de não te poder enfiar os colhões dentro dela, como tos enfiei na boca, safadona.
Suadinhos como estavam, também a mim me fazia pena não os sentir lá dentro, mas não se pode ter tudo. E aqueles movimentos de tira e mete, sempre com a água vertendo sobre nós, eram demasiado divinos para nos fazerem desejar por algo ainda melhor, mesmo sendo os homens e as mulheres seres insatisfeitos por natureza.
- Huuummm! - exclamava o Tó, com o saco húmido dos tomates batendo-me nas nádegas, mesmo por cima do rego - Agora vou-te meter o caralho outra vez no cu, minha safada gordinha. Com os dois buraquinhos assim a jeito de enfardar, seria uma peninha não os aproveitar até ficar com os colhões bem sequinhos.
E o magala tirando-me o cacete da rata, enfiava-mo no cu, enrabava-me até o deixar bem melado, voltando a enfiá-lo no primeiro buraco ao fim de algum tempo.
- Agora na tua cona, outra vez, Sandra - e o caralho lá voltava ao buraco tradicional. Boooommmm! Muito bom, mesmo.
Estavamos nós muito bem entretidos com aquilo, quando uma das hóspedes da casa bateu à porta. A Sofia. Pensei que se quisesse servir da sanita, mas não. Do seu quarto a Sofia admirara-se com o barulho da água do duche nunca mais parar de correr, e viera ver o que se passava, pensara que quem estivesse no banho podia-se estar a sentir mal.
- Não obrigada, Sofia - respondi-lhe - Está-me é a apetecer um banho bem prolongado. Mas não comentes com a senhoria. Ela não ia gostar de saber.
- Claro que não, Sandra - respondeu-me a Sofia afastando-se - Fica bem.
Bem estavámos nós até nos teres interrompido, pensei. Em todo o caso aquele incidente fez-nos lembrar que mais pessoas da casa podiam achar o mesmo e tomar a mesma atitude da Sofia, pelo que nos convinha terminar a foda.
- Só mais uma chupada das tuas antes de eu despejar - exigiu o Tó fazendo-me voltar para ele e entregando-me o cacete na boca. - Mas não me lavas o caralho. Chupas-mo assim como está. Tenho o caralho tão limpinho, como tens o cu e a cona.
Isso era verdade. Já com o duche fechado para não despertar mais as atenções de ninguém, fiz-lhe uma última mamada que quase o fazia ejacular.
- Ahh, safadona, que me queres ver a esporrar fora da tua cona - rimou ele, ainda que sem métrica - Tens as manhas todas das putas da tua laia. Pois eu faço-te a vontade, fica descansada. Deita-te na banheira de barriga para cima, que já vais ver a esporradela que vais levar.
Com as minhas costas pousadas no tapete de banho, o Tó levantou-me as pernas pondo-me na posição de frango no churrasco, esfregou-me a cabeça da piça nas portas da rata, dizendo-me que uma vez que eu tivera uma noite bem preenchida de clientes bem precisava de ter a cona muito lubrificada para aguentar ainda com o caralho dele, e comeu-me com todo o prazer. Huuuumm! Prazer mútuo, diga-se. Nessa noite pensara que o orgasmo que obtivera da foda anterior com o Geraldo ficaria por ali, mas o que estava tendo agora com esta trepada com o Tó era a cereja no cimo do bolo, a sobremesa final que eu nem estava à espera.
- Afinal não te consolaste assim tanto com as fodas que destes antes, para te vires dessa maneira - observou quando me sentiu vir, num dilúvio húmido que lhe molhou as coxas - Ou então és daquelas que não podes sentir um caralho teso dentro de ti.
Como satisfeita com o caralho negro do Geraldo ficara eu, só podia ser por pertencer àquela segunda categoria era que eu me estava a vir assim. No entanto para lhe espicaçar o ego, balbuciei qualquer coisa a propósito de as putas não gozarem com clientes, afirmação que não é de todo verdadeira. Mas o Tó como afirmara, não se ia vir dentro da minha rata. Quando alcancei o orgasmo, ele tirou o pau fora e masturbou-se sobre os meus pentelhos, até ejacular todo o leite sobre eles e sobre a minha vagina.
- Já que hoje outros, antes de mim, te molharam a cona por dentro, eu molho-ta por fora - dizia sapicando-me toda com esperma - e ainda sobra alguma para as tuas mamas - e acabou de se punhetear apontando-me a cabeça da piça para o peito de maneira a que a cuspidela me atingisse as mamas - só não te baptizo de esporra, porque baptizada com ela estás tu há muito, grande puta, ahhhhhhhh!
De facto só mesmo um grande suspiro de alívio para coroar aquele momento em que as bolas do Tó cessaram de despejar por já se encontrarem plenamente vazias. E só mesmo outro duche para tirar toda aquela esporra de cima de mim.
- Ao menos vais poder dormir aliviado - dise-lhe quando nos estavamos ensaboando um ao outro.
- Mas isto não fica aqui - avisou-me o magala - Não penses que por não te ter conseguido apresentar aos meus dois amigos, te vais livrar de os conheceres. Contei-lhes que és uma puta, estudante de Direito, que fodes com quem eu quero, e que segundo dizes tens um namoradinho que não se importa que andes na vida e até gosta de te ver foder com outros, e eles gostavam muito de comprovar se isso é verdade. Eles andam na tropa como eu, e eu não gosto de passar por mentiroso perante os meus colegas da tropa, pelo que se quiseres que continue calado sobre o teu modo de vida, é bom que trates de nos provar ser verdade, e que o teu namorado não só é como gosta muito de ser um corno manso.
A ideia de uma festa com três magalas, ainda para mais envolvendo meu namorado Rui, agradou-me demais, ainda que procurasse não o demonstrar. Saí do duche, sequei-me, vesti uma calcinha limpa e embrulhei-me no robe.
- Sabes o que me parece nao ter limites, Tó? - perguntei-lhe.- A tua chantagem. Um dia ainda te vais arrepender.
Saí a casa de banho, na frente dele, mas decidida a ceder como sempre, e como o Tó também sabia. Chantagista! Mas, oh siiim, como a sua chantagem me excitava tanto, e conferia ao jovem magala das Beiras um perfil tão maduro e determinado que eu sempre gostei de ver num macho.
Bjs para todos
domingo, 20 de maio de 2012
SEXO NO DUCHE POR CHANTAGEM DO MAGALA
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:59
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terça-feira, 15 de maio de 2012
UMA MEMORÁVEL NOITE DE PUTA A TRÊS EM COIMBRA
Cornear um namorado ou um marido frouxo, mesmo tendo de pagar para isso, é algo que a minha antiga experiência de puta e a actual de mulher casada, me ensinou não haver homem algum garanhão que não goste de o fazer.
- Então teu namoradinho não se importe que vás para a cama com outros homens, mesmo que o faças sem ser por dinheiro, Sandra? - perguntou-me certa noite no Tropical o negro Sebastião, estudante guineense com familiares ligados ao poder político em Bissau. Sebastião era bissexual activo, conhecia a minha condição de prostituta em par-time uma vez que já recorrera aos meus serviços sexuais, e sabia pois eu já lho contara que Rui, o meu namoradinho tinha a pila e os tomates bem pequeninos, como os deve ter qualquer homem com vocação para corno, como era (é) o caso dele.
- Nada - respondi-lhe - Pelo contrário. Às vezes, quando está cheio de tesão e eu farta de foder com outros, até gosta de me lamber as partes bem besuntadas com o gozo deles. Até lhe sabem melhor as punhetas que toca à custa disso.
E contei-lhe, como muitas vezes no intervalo das quecas com os clientes, o fazia lamber-me o grelo para dessa forma me deixar mais receptiva a continuar a foder, e como fora ele mesmo quem me sugerira tais minetes.
- O teu namorado é um badalhoco, além de corno manso - observou-me o Sebastião com toda a razão, mas com ar de excitação no olhar - mas ainda bem, branquinhos capazes de fazerem minetes a vadias bem pingadas, querem-se muitos. Há tempos que me anda a apetecer foder uma safadona como tu na frente de um corno como o teu meia piça, e o Afonso já me tinha dito serem vocês o casal ideal para isso. Dou-te duas milenas para me deixares dar-te uma boa foda, esporrar-te na cara e fazê-lo lamber tudo no final. Com ele a assistir é claro. Que dizes?
O preço não era mau mas uma puta tratando-se de foder num contexto diferente do normal deve sempre fazer-se cara e ele tinha dinheiro. Regateei, tentei as três milenas, mas apenas consegui o meio termo, como já esperava, duas milenas e meia.
- Mas sem direito a comeres-me o cu - impus, o que ele concordou. Chamei então o Rui que se encontrava ao balcão, disse-lhe o que esperava dele, e abalámos para o quarto do Sebastião.
Meu namoradinho pensava ir ficar apenas a ver o negro meter-me e em seguia comer a esporradela que o guineense ia cuspir na minha cara, por isso ficou contrariado quando este o mandou baixar as calças e as cuecas. Rui nunca gostou de exibir perante outros homens a curta dimensão do seu pau, por isso hesitou e olhou para mim. Mas eu fui implacável:
- Não ouviste o Sebastião? Mostra o que tens, que ninguém te vai tirar nenhum bocado.
Quando Rui as baixou Sebastião mirando-lhe o caralho que com a vergonha não mediria mais de 7 ou 8 cms. comentou:
- Tirar-te um bocado?! Ainda mais?! A um caralho como esse não se pode tirar nenhum bocado ou ele desaparece de vez. Acrescentar-te uns centímetros ainda vá que não vá, não seria nada que não te fizesse falta, agora tirar-te?!... Já te vou mostrar o que é um caralho de pau preto.
E despindo-se, Sebastião foi o segundo elemento do trio a pôr-se nu. O seu caralho, negro ébano como a pele do corpo media bem 1/4 de metro, e como bom muçulmano que era, o guineense tinha a glande circuncidada, expondo a abertura de uma cabeça de piça bem rosada, com uma chapeleta avantajada e um saco de bolas igualmente robusto e corado. Confesso que a visão da sua nudez me deixou o clitorís em pé.
- Vês? - perguntou-lhe Sebastião, passando a mão ao longo do cacete e fazendo-o começar a levantar - São caralhos como o meu que alimentam o negócio das putas como a tua namorada, branquinho. Vais ficar bem sossegadinho a veres-me a comer a tua garota, e para nos assegurarmos que será assim, a Sandra vai-te amarrar as mãos atrás das costas com esta corda. Amarra-o Sandra.
- Alto lá - observei - ainda não recebi o dinheiro do meu trabalho e não faço nada sem ter nas minhas mãos as duas milenas e meia combinadas.
Sebastião pagou-me e eu então amarrei as mãos do meu namoradinho, bem amarradas como o negro confirmou.
- Muito bem! Agora ata-lhe a cabeça da pixota ao redor das pernas. - mandou Sebastião - Infelizmente não tenho nenhum cinto de castidade, para evitar que ela ponha a ridicula pixota em pé, mas uma corda bem amarradinha ao redor da cabeça e das pernas, há-de fazer o mesmo efeito. Vou-te foder mas não quero ver a piça do teu namorado em pé.
Eu também achava muito mais excitante vê-lo com ela incapaz de ter uma erecção, e por isso fiz um nó de enforcado que amarrei em torno da glande não circuncidada de Rui, e com a outra ponta da corda, bem esticada, atei-a em volta da coxa esquerda de maneira a que ele ficasse com a pila encostada à coxa.
- Óptimo! - voltou a comentar o negro - Agora por mais tesão que o teu corno tenha, vai permanecer com a piça bem murchinha como devem estar todas as piças de cornudos. Agora despe-te tu, Sandra.
Blusa, mini-saia, calcinha, tudo isso foi para o chão. Conservei apenas um corpete azul que usava para realçar mais as curvas das minhas ancas, tapando o tronco por baixo das mamas, e os sapatos de tiras, brancos e salto alto. Sebastião sentou-se em cima das costas do sofá, abriu as pernas de modo a melhor ostentar a sua pujança de macho africano, sacudiu a piça com as mãos, e mandou-me começar.
- De joelhos, Sandra! Ajoelha-te e faz-me um broche, como se me quisesses tirar o leitinho todo com a boca. E empina bem o cuzinho, e abre bem as pernas, para que o teu namoradinho te possa ver bem o grelo e saiba o que está a perder.
Rui estava atrás de mim, e estando a ver-me a vagina enquanto eu mamava no pau do outro, não devia achar estar a perder nada, já que ele sempre teve mais tesão nos olhos e nos ouvidos, do que nos 7 cms de piça, eu é que achava poder ganhar mais alguma coisa com a tara dele.
- Espero que tenhas o bom senso de não ficares só a ver-me o grelo, meu meia piça - disse-lhe agarrando no bacamarte do Sebastião e começando a esgregá-lo na cara e nas mamas, antes de o abocanhar - Estás a ver a matéria prima com que vou ter de me entender na próxima meia hora, não estás? Então é bom que me faças um bom minete para eu conseguir engolir tudo dentro da pássara sem grande esforço.
Rui ajoelhou-se então na traseira do meu rabo, e por entre o intervalo das minhas pernas abertas fez-me um linguado na cona enquanto eu atacava com a boca o caralho e as bolas do Sebastião. Apesar de ser difícil devido ao tamanho, meter o pau e as bolas do negro dentro da boca, pelos suspiros de prazer que este deixava escapar à medida que eu o ia mamando, posso garantir ter-lhe sabido tão bem o broche que lhe fiz como o minete que o corno me fez a mim. Nada como um homem ter a piça bem pequenina para saber fazer minetes tão gostosos.
- Ah, minha putazinha linda! - exclamou o negro, no auge do tesão - Chupas tão bem que eras capaz de deixares um homem com os colhões secos para o resto da vida, mas eu não me quero vir na tua boca. VOU FODER-TE NA FRENTE DO CORNO! Mas primeiro quero ver-te a beijá-lo na boca, a dizeres-lhe que o amas mas que a piça dele não te satisfaz. VAMOS, FAZ O QUE TE MANDO, RAPARIGA!
Voltei-me então para o meu corninho voyeur, abracei-o, beijando-o ternamente na boca, exagerando até as minhas demonstrações de afecto e esfregando-lhe propositamente as mamas na cara para o entesar mais.
- Sabes que te amo muito, Ruizinho meu querido corninho - dizia-lhe - mas tu és um piça de gato, e eu gosto é de soardos bem avantajados, que me abram a racha toda para os lados, me façam gemer de prazer quando entram dentro dela, e cujos colhões ribombam nas bordas dos meus lábios quando estão por cima de mim, não como os teus que nem fazem barulho quando te deixo cá vir. Mas tu não te importas pois não, meu corninho, tu queres é que a tua namorada putinha seja feliz, e sabes bem não teres piça para ela, não sabes meu pilinha de palito?
E Rui, correspondendo aos meus beijos na boca, e com a pilinha debatendo-se de tesão que ele já não conseguia aguentar muito mais, afirmava que sim, me aceitava tal como eu era, e sempre me deixaria foder com quem eu quisesse. Esta sua declaração de mansidão perante um cliente fez-me acreditar ainda mais que ele era de facto o corno ideal para mim.
Mas o Sebastião, com o caralho todo empertigado já se sentara no assento do sofá.
- Vamos, Sandrinha - convidou - estou com o caralho cheio de pólvora e a menos que me deixes ir ao cu ao teu corno para lhe dar a conhecer o caralho de um macho cheio de tesão, pareces-me a pessoa mais indicada para me fazeres disparar a arma.
Na época meu namorado era ainda virgem de cu, e eu depois do broche e do minete que recebera, é que por nada quereria perder a sensação de ser penetrada por tal arma cheia de pólvora, mesmo estando ali a desempenhar as funções de uma vulgar prostituta.
- Isso mesmo, com as costas voltadas para o corno branquinho!
Com as pernas abertas sentei-me no seu colo, Sebastião com as mãos esfregou e conduziu a cabeça do seu mastro para dentro da minha vulva.
- Vou com cuidado, sossega! - prometia-me carinhosamente enquanto a ia metendo devagarinho - Tenho a piça grande mas não te vou fazer doer muito, garanto-te. Já comi muitas branquinhas com a cona mais apertadinha do que a tua, e nenhuma gemeu mais do que o necessário.
- Não te preocupes - respondi-lhe, levantando as pernas quase até ao pescoço dele, de maneira a sentir cada empaladela daquele soberbo tronco entrando pela minha gruta acima - habituada a caralhos avantajados estou eu. E como me ouviste dizer ao corno, até gosto muito mais deles assim. Ahhhh!Iiiiisssoo! Vês como entrou tudo? Ahhhhh! Queee boooom sentir a pele dos teus colhões a esfregar-.me os lábios da cona! E que suadinhos estão! Ahhhhhhhhhhhhhhhh!
- Isso, cabritona! - gritou-me o Sebastião esfregando a cara nas minhas mamas e trincando-as docemente - mexe-te no meu caralho, pula, salta, cavalga nele como uma potra, cabritona vadia, que eu vou foder-te toda, e quero que o corno veja como uma cabritona bem safada cavalga no caralho de um macho que a está a foder!
Nem era preciso mandar, um caralho daqueles entrando por mim acima, empurrado por um par de colhões que mais pareciam as balas de um canhão, fazia cavalgar qualquer mulher, mesmo puta como eu e por mais usada que estivesse. Rui não parava de se mover, mas este era pelo tesão que lhe causávamos, não por ter um caralho dentro dele.
- Agora de frente! - pediu o Sebastião - Desta vez o corno vai-se consolar de te ver as mamas a balouçarem para cima e para baixo à medida que aqui o negrão se vai fartar de consolar no tira e mete contigo.
- Então lambe-me mais um bocado, meu querido Ruizinho - mandei voltando-me de frente mas continuando no colo do negro - já que tenho a rata bem melada com os meus sucos e dos Sebastião, como tanto gostas meu lambãozinho .
Rui voltou a proporcionar-me um minete de eleição, enquanto o guineense me esfregava o caralho húmido na brecha do cuzinho e me apalpava as mamas, deixando-me no ponto de rebuçado. Quando finalmente me achei de novo pronta para mais uma empaladela, agarrei eu mesma na piça do meu parceiro escurinho e fui-a metendo em mim.
- Devagar, devagarinho - pedia-me ele, com os olhos fechados - é tão bom sentir o caralho entrando por ti dentro, branquinha, e ouvir-te gemer de prazer, que de bom grado ficaria aqui toda a noite, só no roço contigo.
E eu comprimindo as coxas procurava dificultar-lhe a entrada do caralho, por vezes levantava-me mais um pouco como se o quisesse tirar fora, e o Sebastião apertando-me com força puxava-me para baixo, fazendo com que o seu bacamarte se enterrasse mais fundo na minha cona. Ahhhhhh!
Fodemos durante uns dez minutos até Sebastião sentir que se começava a vir com um certo alívio meu pois já gozara.
- Vira-te para mim, Sandrinha - exigiu então - o combinado foi esporrar-me na tua cara e o corno lamber. Salta, que vai ser agora.
Saltei de cima dele, ajoelhei-me em frente aos seus joelhos e deixei que o negro ejaculasse sobre mim, acertando-me principalmente na cara, mas também no peito e na barriga. E que esporradela foi! O proveito que ela faria na minha coninha!
- Anda, corno - com o braço Sebastião apontava para mim - segundo parece gostas tanto do leitinho dos machos que andam a foder com a tua namorada, como ela. Pois então, aproveita, já que hoje o tens aqui à fartazana. Lambe toda a esporra que eu despejei em cima da tua namorada, como lhe lambeste o grelo há bocado. E engole tudo!
- E de joelhos!- mandei eu também para dar mais enfâse à coisa.
Em frente a mim, ajoelhado como perante uma santa no altar, meu querido corninho piça curta, estendeu a língua de fora e preparou-se para me lamber o esperma.
- Primeiro, começa por me lamber a esporra que me pingou no cabelo, mirone. Muiiito bem, Ruizinho! Não é só para me lamber o grelo esporrado que a tua línguazinha serve. Mostra a língua para eu ter a certeza que me estás a lamber a esporra, convenientemente. Muiiito bem. Tu não te atrevias a fazer batota, pois não meu corninho, mas mesmo assim devo certificar-me que me lambes como deve ser? Agora, tira-me a esporra da cara. Iiiissso! Muitooo bem! Agora nas mamocas! Nunca me vistes as mamocas com tanto leite, pois não, meu corninho? Huuum! Consola-te com o leitinho que me cobre as mamas e que um macho bem potente me depositou nelas - e voltava a roçá-las na sua cara, enquanto a sua língua em redor dos meus mamilos os voltava a deixar tesos.
O negro também não estava calado:
- Iiiisso! Tudo pela garganta abaixo. Engole um bocadinho de saliva para ajudar a empurrar e a disfarçar o sabor. Isssoo! Que tal é a esporra de negro, corno? Acredita que saíu tão quentinha como os colhões que a produziram.
Foi deliciosa, uma memorável noite de puta a três em Coimbra. E rentável já que dois contos e meio só com um cliente, não era nada mau nos anos 80.
Tão boa que nem voltei para a vida nesa noite. Meu namoradinho é que não podia mais. Quando lhe disse que ia voltar para casa, protestou:
- Foda-se, Sandra! Obrigas-me a assistir à tua transa com ele com a piça amarrada, a fazer-te os minetes que entendes e ainda a engolir a esporra dos teus clientes, e achas que também não tenho o direito a esvaziar o saco? Lá por ter os colhões pequeninos não quer dizer que não precisem de ser aliviados.
Satisfeito como estava, Sebastião intercedeu por ele:
- Toca-lhe lá uma punheta, Sandra, ou ele ainda molha as calças todas antes de chegar a casa. Ou melhor, deixa-o fazer-te uma espanhola para depois ter de te voltar a lamber.
E assim se fez, embora aquilo já não fizesse parte do contrato acordado. Mas quando o cliente é bom, mesmo para uma puta é boa politica oferecer-lhe uns bónus de vez em quando. Desamarrei as mãos e a pila de Rui, e juntando as mamas deixei-o foder-me no meio delas, o que ele muito agradeceu mesmo tendo de voltar a limpá-las com a língua.
Rui acompanhou-me até casa e eu pensei que nessa noite mais nenhum homem se serviria de mim. Não foi isso que aconteceu. Mas essa é outra história.
Bjs para todos, especialmente para os leitores que têm deixado seus comentários, os seguidores do blog e é claro para o Nuno.
- Então teu namoradinho não se importe que vás para a cama com outros homens, mesmo que o faças sem ser por dinheiro, Sandra? - perguntou-me certa noite no Tropical o negro Sebastião, estudante guineense com familiares ligados ao poder político em Bissau. Sebastião era bissexual activo, conhecia a minha condição de prostituta em par-time uma vez que já recorrera aos meus serviços sexuais, e sabia pois eu já lho contara que Rui, o meu namoradinho tinha a pila e os tomates bem pequeninos, como os deve ter qualquer homem com vocação para corno, como era (é) o caso dele.
- Nada - respondi-lhe - Pelo contrário. Às vezes, quando está cheio de tesão e eu farta de foder com outros, até gosta de me lamber as partes bem besuntadas com o gozo deles. Até lhe sabem melhor as punhetas que toca à custa disso.
E contei-lhe, como muitas vezes no intervalo das quecas com os clientes, o fazia lamber-me o grelo para dessa forma me deixar mais receptiva a continuar a foder, e como fora ele mesmo quem me sugerira tais minetes.
- O teu namorado é um badalhoco, além de corno manso - observou-me o Sebastião com toda a razão, mas com ar de excitação no olhar - mas ainda bem, branquinhos capazes de fazerem minetes a vadias bem pingadas, querem-se muitos. Há tempos que me anda a apetecer foder uma safadona como tu na frente de um corno como o teu meia piça, e o Afonso já me tinha dito serem vocês o casal ideal para isso. Dou-te duas milenas para me deixares dar-te uma boa foda, esporrar-te na cara e fazê-lo lamber tudo no final. Com ele a assistir é claro. Que dizes?
O preço não era mau mas uma puta tratando-se de foder num contexto diferente do normal deve sempre fazer-se cara e ele tinha dinheiro. Regateei, tentei as três milenas, mas apenas consegui o meio termo, como já esperava, duas milenas e meia.
- Mas sem direito a comeres-me o cu - impus, o que ele concordou. Chamei então o Rui que se encontrava ao balcão, disse-lhe o que esperava dele, e abalámos para o quarto do Sebastião.
Meu namoradinho pensava ir ficar apenas a ver o negro meter-me e em seguia comer a esporradela que o guineense ia cuspir na minha cara, por isso ficou contrariado quando este o mandou baixar as calças e as cuecas. Rui nunca gostou de exibir perante outros homens a curta dimensão do seu pau, por isso hesitou e olhou para mim. Mas eu fui implacável:
- Não ouviste o Sebastião? Mostra o que tens, que ninguém te vai tirar nenhum bocado.
Quando Rui as baixou Sebastião mirando-lhe o caralho que com a vergonha não mediria mais de 7 ou 8 cms. comentou:
- Tirar-te um bocado?! Ainda mais?! A um caralho como esse não se pode tirar nenhum bocado ou ele desaparece de vez. Acrescentar-te uns centímetros ainda vá que não vá, não seria nada que não te fizesse falta, agora tirar-te?!... Já te vou mostrar o que é um caralho de pau preto.
E despindo-se, Sebastião foi o segundo elemento do trio a pôr-se nu. O seu caralho, negro ébano como a pele do corpo media bem 1/4 de metro, e como bom muçulmano que era, o guineense tinha a glande circuncidada, expondo a abertura de uma cabeça de piça bem rosada, com uma chapeleta avantajada e um saco de bolas igualmente robusto e corado. Confesso que a visão da sua nudez me deixou o clitorís em pé.
- Vês? - perguntou-lhe Sebastião, passando a mão ao longo do cacete e fazendo-o começar a levantar - São caralhos como o meu que alimentam o negócio das putas como a tua namorada, branquinho. Vais ficar bem sossegadinho a veres-me a comer a tua garota, e para nos assegurarmos que será assim, a Sandra vai-te amarrar as mãos atrás das costas com esta corda. Amarra-o Sandra.
- Alto lá - observei - ainda não recebi o dinheiro do meu trabalho e não faço nada sem ter nas minhas mãos as duas milenas e meia combinadas.
Sebastião pagou-me e eu então amarrei as mãos do meu namoradinho, bem amarradas como o negro confirmou.
- Muito bem! Agora ata-lhe a cabeça da pixota ao redor das pernas. - mandou Sebastião - Infelizmente não tenho nenhum cinto de castidade, para evitar que ela ponha a ridicula pixota em pé, mas uma corda bem amarradinha ao redor da cabeça e das pernas, há-de fazer o mesmo efeito. Vou-te foder mas não quero ver a piça do teu namorado em pé.
Eu também achava muito mais excitante vê-lo com ela incapaz de ter uma erecção, e por isso fiz um nó de enforcado que amarrei em torno da glande não circuncidada de Rui, e com a outra ponta da corda, bem esticada, atei-a em volta da coxa esquerda de maneira a que ele ficasse com a pila encostada à coxa.
- Óptimo! - voltou a comentar o negro - Agora por mais tesão que o teu corno tenha, vai permanecer com a piça bem murchinha como devem estar todas as piças de cornudos. Agora despe-te tu, Sandra.
Blusa, mini-saia, calcinha, tudo isso foi para o chão. Conservei apenas um corpete azul que usava para realçar mais as curvas das minhas ancas, tapando o tronco por baixo das mamas, e os sapatos de tiras, brancos e salto alto. Sebastião sentou-se em cima das costas do sofá, abriu as pernas de modo a melhor ostentar a sua pujança de macho africano, sacudiu a piça com as mãos, e mandou-me começar.
- De joelhos, Sandra! Ajoelha-te e faz-me um broche, como se me quisesses tirar o leitinho todo com a boca. E empina bem o cuzinho, e abre bem as pernas, para que o teu namoradinho te possa ver bem o grelo e saiba o que está a perder.
Rui estava atrás de mim, e estando a ver-me a vagina enquanto eu mamava no pau do outro, não devia achar estar a perder nada, já que ele sempre teve mais tesão nos olhos e nos ouvidos, do que nos 7 cms de piça, eu é que achava poder ganhar mais alguma coisa com a tara dele.
- Espero que tenhas o bom senso de não ficares só a ver-me o grelo, meu meia piça - disse-lhe agarrando no bacamarte do Sebastião e começando a esgregá-lo na cara e nas mamas, antes de o abocanhar - Estás a ver a matéria prima com que vou ter de me entender na próxima meia hora, não estás? Então é bom que me faças um bom minete para eu conseguir engolir tudo dentro da pássara sem grande esforço.
Rui ajoelhou-se então na traseira do meu rabo, e por entre o intervalo das minhas pernas abertas fez-me um linguado na cona enquanto eu atacava com a boca o caralho e as bolas do Sebastião. Apesar de ser difícil devido ao tamanho, meter o pau e as bolas do negro dentro da boca, pelos suspiros de prazer que este deixava escapar à medida que eu o ia mamando, posso garantir ter-lhe sabido tão bem o broche que lhe fiz como o minete que o corno me fez a mim. Nada como um homem ter a piça bem pequenina para saber fazer minetes tão gostosos.
- Ah, minha putazinha linda! - exclamou o negro, no auge do tesão - Chupas tão bem que eras capaz de deixares um homem com os colhões secos para o resto da vida, mas eu não me quero vir na tua boca. VOU FODER-TE NA FRENTE DO CORNO! Mas primeiro quero ver-te a beijá-lo na boca, a dizeres-lhe que o amas mas que a piça dele não te satisfaz. VAMOS, FAZ O QUE TE MANDO, RAPARIGA!
Voltei-me então para o meu corninho voyeur, abracei-o, beijando-o ternamente na boca, exagerando até as minhas demonstrações de afecto e esfregando-lhe propositamente as mamas na cara para o entesar mais.
- Sabes que te amo muito, Ruizinho meu querido corninho - dizia-lhe - mas tu és um piça de gato, e eu gosto é de soardos bem avantajados, que me abram a racha toda para os lados, me façam gemer de prazer quando entram dentro dela, e cujos colhões ribombam nas bordas dos meus lábios quando estão por cima de mim, não como os teus que nem fazem barulho quando te deixo cá vir. Mas tu não te importas pois não, meu corninho, tu queres é que a tua namorada putinha seja feliz, e sabes bem não teres piça para ela, não sabes meu pilinha de palito?
E Rui, correspondendo aos meus beijos na boca, e com a pilinha debatendo-se de tesão que ele já não conseguia aguentar muito mais, afirmava que sim, me aceitava tal como eu era, e sempre me deixaria foder com quem eu quisesse. Esta sua declaração de mansidão perante um cliente fez-me acreditar ainda mais que ele era de facto o corno ideal para mim.
Mas o Sebastião, com o caralho todo empertigado já se sentara no assento do sofá.
- Vamos, Sandrinha - convidou - estou com o caralho cheio de pólvora e a menos que me deixes ir ao cu ao teu corno para lhe dar a conhecer o caralho de um macho cheio de tesão, pareces-me a pessoa mais indicada para me fazeres disparar a arma.
Na época meu namorado era ainda virgem de cu, e eu depois do broche e do minete que recebera, é que por nada quereria perder a sensação de ser penetrada por tal arma cheia de pólvora, mesmo estando ali a desempenhar as funções de uma vulgar prostituta.
- Isso mesmo, com as costas voltadas para o corno branquinho!
Com as pernas abertas sentei-me no seu colo, Sebastião com as mãos esfregou e conduziu a cabeça do seu mastro para dentro da minha vulva.
- Vou com cuidado, sossega! - prometia-me carinhosamente enquanto a ia metendo devagarinho - Tenho a piça grande mas não te vou fazer doer muito, garanto-te. Já comi muitas branquinhas com a cona mais apertadinha do que a tua, e nenhuma gemeu mais do que o necessário.
- Não te preocupes - respondi-lhe, levantando as pernas quase até ao pescoço dele, de maneira a sentir cada empaladela daquele soberbo tronco entrando pela minha gruta acima - habituada a caralhos avantajados estou eu. E como me ouviste dizer ao corno, até gosto muito mais deles assim. Ahhhh!Iiiiisssoo! Vês como entrou tudo? Ahhhhh! Queee boooom sentir a pele dos teus colhões a esfregar-.me os lábios da cona! E que suadinhos estão! Ahhhhhhhhhhhhhhhh!
- Isso, cabritona! - gritou-me o Sebastião esfregando a cara nas minhas mamas e trincando-as docemente - mexe-te no meu caralho, pula, salta, cavalga nele como uma potra, cabritona vadia, que eu vou foder-te toda, e quero que o corno veja como uma cabritona bem safada cavalga no caralho de um macho que a está a foder!
Nem era preciso mandar, um caralho daqueles entrando por mim acima, empurrado por um par de colhões que mais pareciam as balas de um canhão, fazia cavalgar qualquer mulher, mesmo puta como eu e por mais usada que estivesse. Rui não parava de se mover, mas este era pelo tesão que lhe causávamos, não por ter um caralho dentro dele.
- Agora de frente! - pediu o Sebastião - Desta vez o corno vai-se consolar de te ver as mamas a balouçarem para cima e para baixo à medida que aqui o negrão se vai fartar de consolar no tira e mete contigo.
- Então lambe-me mais um bocado, meu querido Ruizinho - mandei voltando-me de frente mas continuando no colo do negro - já que tenho a rata bem melada com os meus sucos e dos Sebastião, como tanto gostas meu lambãozinho .
Rui voltou a proporcionar-me um minete de eleição, enquanto o guineense me esfregava o caralho húmido na brecha do cuzinho e me apalpava as mamas, deixando-me no ponto de rebuçado. Quando finalmente me achei de novo pronta para mais uma empaladela, agarrei eu mesma na piça do meu parceiro escurinho e fui-a metendo em mim.
- Devagar, devagarinho - pedia-me ele, com os olhos fechados - é tão bom sentir o caralho entrando por ti dentro, branquinha, e ouvir-te gemer de prazer, que de bom grado ficaria aqui toda a noite, só no roço contigo.
E eu comprimindo as coxas procurava dificultar-lhe a entrada do caralho, por vezes levantava-me mais um pouco como se o quisesse tirar fora, e o Sebastião apertando-me com força puxava-me para baixo, fazendo com que o seu bacamarte se enterrasse mais fundo na minha cona. Ahhhhhh!
Fodemos durante uns dez minutos até Sebastião sentir que se começava a vir com um certo alívio meu pois já gozara.
- Vira-te para mim, Sandrinha - exigiu então - o combinado foi esporrar-me na tua cara e o corno lamber. Salta, que vai ser agora.
Saltei de cima dele, ajoelhei-me em frente aos seus joelhos e deixei que o negro ejaculasse sobre mim, acertando-me principalmente na cara, mas também no peito e na barriga. E que esporradela foi! O proveito que ela faria na minha coninha!
- Anda, corno - com o braço Sebastião apontava para mim - segundo parece gostas tanto do leitinho dos machos que andam a foder com a tua namorada, como ela. Pois então, aproveita, já que hoje o tens aqui à fartazana. Lambe toda a esporra que eu despejei em cima da tua namorada, como lhe lambeste o grelo há bocado. E engole tudo!
- E de joelhos!- mandei eu também para dar mais enfâse à coisa.
Em frente a mim, ajoelhado como perante uma santa no altar, meu querido corninho piça curta, estendeu a língua de fora e preparou-se para me lamber o esperma.
- Primeiro, começa por me lamber a esporra que me pingou no cabelo, mirone. Muiiito bem, Ruizinho! Não é só para me lamber o grelo esporrado que a tua línguazinha serve. Mostra a língua para eu ter a certeza que me estás a lamber a esporra, convenientemente. Muiiito bem. Tu não te atrevias a fazer batota, pois não meu corninho, mas mesmo assim devo certificar-me que me lambes como deve ser? Agora, tira-me a esporra da cara. Iiiissso! Muitooo bem! Agora nas mamocas! Nunca me vistes as mamocas com tanto leite, pois não, meu corninho? Huuum! Consola-te com o leitinho que me cobre as mamas e que um macho bem potente me depositou nelas - e voltava a roçá-las na sua cara, enquanto a sua língua em redor dos meus mamilos os voltava a deixar tesos.
O negro também não estava calado:
- Iiiisso! Tudo pela garganta abaixo. Engole um bocadinho de saliva para ajudar a empurrar e a disfarçar o sabor. Isssoo! Que tal é a esporra de negro, corno? Acredita que saíu tão quentinha como os colhões que a produziram.
Foi deliciosa, uma memorável noite de puta a três em Coimbra. E rentável já que dois contos e meio só com um cliente, não era nada mau nos anos 80.
Tão boa que nem voltei para a vida nesa noite. Meu namoradinho é que não podia mais. Quando lhe disse que ia voltar para casa, protestou:
- Foda-se, Sandra! Obrigas-me a assistir à tua transa com ele com a piça amarrada, a fazer-te os minetes que entendes e ainda a engolir a esporra dos teus clientes, e achas que também não tenho o direito a esvaziar o saco? Lá por ter os colhões pequeninos não quer dizer que não precisem de ser aliviados.
Satisfeito como estava, Sebastião intercedeu por ele:
- Toca-lhe lá uma punheta, Sandra, ou ele ainda molha as calças todas antes de chegar a casa. Ou melhor, deixa-o fazer-te uma espanhola para depois ter de te voltar a lamber.
E assim se fez, embora aquilo já não fizesse parte do contrato acordado. Mas quando o cliente é bom, mesmo para uma puta é boa politica oferecer-lhe uns bónus de vez em quando. Desamarrei as mãos e a pila de Rui, e juntando as mamas deixei-o foder-me no meio delas, o que ele muito agradeceu mesmo tendo de voltar a limpá-las com a língua.
Rui acompanhou-me até casa e eu pensei que nessa noite mais nenhum homem se serviria de mim. Não foi isso que aconteceu. Mas essa é outra história.
Bjs para todos, especialmente para os leitores que têm deixado seus comentários, os seguidores do blog e é claro para o Nuno.
Postado por
SANDRA SAFADA
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
domingo, 13 de maio de 2012
A LIÇÃO DE SUBMISSÃO DO SEGUNDO SÁBADO DE NOVEMBRO - O relato da de 2008
Todos os anos, no segundo sábado de Novembro, infrinjo a Rui meu marido masoquista, uma dolorosa sessão de spanking a que eu chamo de lição de submissão, destinada a assinalar a data em que em Coimbra lhe aceitei o seu pedido de namoro, e em que ele aceitou ser o meu submisso incondicional, o que inclui não só o direito que tenho de o torturar sempre que o entenda e da forma como o pretender, mas também de lhe controlar os orgasmos bem como o de o encornar a meu bel prazer. Há já alguns meses que Rui apenas é meu marido no papel, pois desde Maio que quem dorme publicamente comigo na nossa cama de casada é meu actual amante bissexual Renato, mas não seria por isso que o iria dispensar de tal sessão que Rui se habituou a sofrer desde os nossos tempos de namoro. Renato aliás, que não sabia da existência de tal ritual, ficou até bastante excitado quando lho contei e lhe fiz a descrição das sessões dos anos anteriores, ou não fosse ele ainda muito mais sádico do que eu, e não adorasse espancar (e enrabar) o meu corninho, sugerindo-me logo que o mesmo este ano tivesse lugar na Sala de Torturas de sua casa, onde estaríamos mais à vontade devido à não presença dos meus filhos, e até se prontificou a fornecer-me um aparelho de choques eléctricos de fraca voltagem, algo que até então eu nunca utilizara em Rui. Pediu-me igualmente para participar nela como dominador uma vez que ele é agora o meu homem, mas consegui convencê-lo que sei usar o chicote e a chibata no corpo nu do meu galhudo marido tão bem como ele, além de que tal sessão se destinava a assinalar uma data importante do meu relacionamento íntimo com Rui, pelo que só eu tinha o direito de o seviciar. Renato acabou por concordar embora pedindo-me para assistir a ela garantindo-me não intervir, pedido que não pude recusar, até por considerar que a sua presença tornaria este ano tal momento ainda mais excitante. E foi.
Rui apenas com uma comprida gabardina vestida e uma coleira com o meu nome e o de meu amante a quem ele também pertence, e o cinto de castidade aprisionando-lhe a pilinha para lhe impedir a tentação de se masturbar, foi quem conduziu o carro que na noite do sábado aprazado nos transportou a casa de Renato, e apesar de masoquista ia algo apreensivo, não só porque tradicionalmente a lição de submissão anual de Novembro é a mais pesada sessão de todas as que ele é sujeito, como a presença de meu dominador amante este ano não lhe estava augurando nada de bom.
Este esperava-nos na Sala de Torturas vestindo um robe azul e uma tanga de couro muito justa, delineando-lhe na perfeição o contorno avantajado dos seus genitais, e eu um vestido de gala negro que despi assim que entrei, ficando apenas com um sutiã cai-cai e uma calcinha aberta atrás, descobrindo-me as nádegas, azuis e que vestira propositadamente por permitir a prática de sexo anal, que Renato tanto aprecia praticar, sem necessidade de as despir, um corpete negro e umas meias três quartos transparentes que fizera o corno comprar na véspera, propositadamente para assinalar a data. Meu amante já tinha disposto numa mesa, a chibata, a palmatória e todos os instrumentos de tortura que eu estava contando utilizar nessa noite, além da saca de sal marinho não refinado que na véspera lhe pedira para arranjar, e da máquina de choques eléctricos cuja visão fez o coração de meu marido e o meu pular mais depressa. A uma ordem minha, Rui que se entesara vendo-me em roupa íntima removeu a gabardine após o que lhe tirei o cinto de castidade, expondo-lhe a pilinha pequenina que mesmo tesa não dá nem metade da de Renato.
O primeiro instrumento de domínio que comecei por utilizar foi a menina dos cinco olhos, de madeira, igual à que Rui se queixava já o seu professor primário utilizava e mandei-o estender as mãos com as palmas para cima.
- Conta-as em voz alta – intimei-o. Começando por lhe ridicularizar o escasso tamanho de seus pendentes por isso dar muito prazer a Renato, apliquei-lhe 25 reguadas nas palmas o que o fez ficar com elas totalmente inchadas e vermelhas, após o que mandei Rui masturbar-se dizendo-lhe que era para lhe fazer crescer o caralho, avisando-o contudo não querer que ele gozasse. Meu amante, baixando a tanga sentara-se numa cadeira de braços, apreciando o espectáculo e aquele caralhão enorme e grosso que Renato começara a acariciar estava mesmo pedindo para ser chupado. Ajoelhando-me perante suas pernas deixei que meu queixo tombasse sobre seu membro erecto, afaguei-o e às bolas ternamente para que Rui se sentisse ainda mais entesado, antes de sorver e levar seus instrumentos de macho à boca. Renato prendia-me com suas mãos a cabeça conduzindo pelos cabelos meus movimentos, fodendo-me a boca ferozmente enquanto eu lhe fazia a mamada. Não se veio mas mesmo assim deixou-me alguns deliciosos bocados de esperma na boca que tratei de deglutir. A pila do meu corno não estava menos pingando apesar do cuidado com que ele se procurava punhetear e da dor que lhe deviam fazer sentir suas mãos inchadas.
- Que é isso, meia pila? – perguntei-lhe quando me levantei, terminada a mamada em Renato, e lhe vi a cabeça molhadinha – Não te avisei que não te queria ver nenhum bocado de esporra a espreitar da tua pila anâ?
- Perdão, Sandrinha querida – pediu-me ele fornecendo-me a desculpa habitual – Estou com os tomates muito cheios e é-me impossível tocar ao bicho sem deixar sair algum leitinho. Mas continuo com muito dentro deles.
Não era desculpa que me fizesse poupar-lhe o castigo como Rui muito bem imaginava. Aliás, mandara-o punhetear-se precisamente por já contar com aquelas pinguinhas de esporra e arranjar assim um pretexto extra para o punir. Com as costas da mão abertas desferi-lhe meia dúzia, ou mais, de valentes palmadas no caralho e nos tomates:
- Para baixo, piça de gato! Ou pensas que por a exibires no estado de força já me consegues mostrar que és homem? Para baixo, que uma pila de macho para mim tem de medir pelo menos o dobro do tamanho da tua.
Na verdade as palmadas fizeram com que a coisa dele viesse abaixo embora permanecesse algo dura, pois de facto embora Rui tenha a pilinha muito curta e eu muitas vezes no nosso relacionamento lhe chame piça mole, tem-na de facto durinha o que faz dele um amante bastante satisfatório na cama.
- É assim que quero que estejas com ela sempre – disse-lhe quando o vi com a pila em baixo – Tenho quem me preencha muito mais a rata e me sirva muito melhor com o seu pilau do que tu com o teu enfezado palito, para o querer ver de pé perante mim.
A mesa de madeira com correntes de couro para manietar os braços e pernas encontrava-se disposta no centro da sala e foi nela que prendi Rui de barriga para baixo, o rabo virado para nós, as pernas bem abertas, amarradas pelos tornozelos a duas das pernas da mesa, deixando-lhe ver os tomatinhos pequenos. A mesa dispunha ainda de duas correntes a alturas dos quadris e coxas possibilitando que o baixo-ventre ficasse inteiramente comprimido contra ela mas eu não as usei logo, uma vez que o corno, concluídas minhas palmadas, estava de piça murcha e eu queria fazê-la voltar a subir de novo. Apertei os tomatinhos comprovando que de facto estavam cheios.
- Se isto são colhões de homem! – comentei desdenhosa – Renato sim! Todos os homens que me comeram tinham piça e colhões de homem, menos tu. É por isso que tenho tanto prazer em pôr-te os cornos e em ver Renato ir-te ao cu.
De repente fechei a palma da mão sobre eles procurando espalmá-los o que o obrigou a soltar um berro de dor incontido, após o que os torci completamente, tendo-lhe feito o mesmo no pilau. Repeti esta acção várias vezes estimulada por Renato que ia através de palavras aprovando o tratamento, dizendo-me nunca ter duvidado dos meus talentos como Dominadora e que um meia piça como Rui bem o merecia. Entretanto eu, enquanto como uma mão lhe ia torcendo e apertando os genitais, com a outra livre, ia-lhe aplicando algumas sonoras palmadas nas nádegas até ele ficar com os meus dedos marcados, e quando isso aconteceu enfiei-lhe o indicador no olhinho traseiro. Rui voltou a gemer sentindo-se penetrado.
- Não tarda nada, corninho querido – observei-lhe sarcástica – e tens o olho do cu tão aberto como o meu.
Enrabei-o com o dedo nu largos minutos procurando alargar-lhe o buraco ao máximo, nessa noite por nada deixaria de ver meu amante, já que ele estava ali, indo ao cu a meu marido e queria-lhe deixar a entrada toda escancarada. À medida que o olho ia alargando eu ia-lhe enfiando mais um dedo, procurando sempre fazê-lo chegar mais longe, até meter os cinco em forma de concha. De vez em quando tirava-os fora e introduzia-os na boca de Rui mandando-o fazer de conta que estava chupando o cacete de meu amante.
- Não lhe abras tanto o cu que a bichas dessas, gosto de as fazer sofrer quando as enrabo – pediu-me Renato vendo o entusiasmo com que meus dedos penetravam naquela gruta. Saindo de dentro dele agarrei então num chicote de couro e sem utilizar qualquer lubrificante enfiei-lhe o cabo pelo rabo acima até o sentir penetrando-lhe no reto.
- Goza com o cu, piça curta – bradei ao escutar-lhe o urro de dor – goza com o cu, já que o teu palito não enche a vista a ninguém.
Mas só o dedo e o chicote não eram suficientes, meu clictoris estava inchado e o melzinho começara a escorrer de minha pachacha. Não trouxera a minha cinta peniana mas Renato dispôs-se a ir-me buscar um senhor vibrador em silicone que eu encaixando-o e apertando-o entre minhas coxas procurei adaptar como se fosse meu de nascença, e artilhada com ele sodomizei-o novamente. Rui estava proibido de se esporrar mas com a massagem prostática que o vibrador lhe estava proporcionando não tardou a ficar de novo de pau feito.
- Quem te mandou exibir-me a tua ridícula amostra de piça, punhetas? – perguntei-lhe feroz- Para baixo, ou queres voltar a apanhar umas palmadas nela?
Mas o tesão de Rui era demasiado para a conseguir fazer baixar, pelo que desta vez recorri à chibata, aplicando-a com força no seu caralhito, e mandando-o a contar as chibatadas uma a uma, até perfazer 25. Obviamente que o resultado foi o esperado por mim pois as chibatadas ainda não iam a meio e já seu pendente se mostrava amochado.
– Agora voltou ao tamanho normal – comentou meu amante rindo-se, e eu retorqui-lhe que assim sendo estava na hora de o fazer levantar outra vez fazendo-lhe aquilo que em matéria de sexo desde novo está Rui mais habituado a fazer. Enfiei as duas mãos por entre as coxas dele depois de as ter embrenhado no sal e punheteei-o, friccionando-lhe o caralho fortemente e sentindo um tesão danado por lhe ouvir o chocalhar da sua esporra dentro dele, procurando fugir para fora dos tomatitos, apertando-lhe a cabeça quando o sentia mais prestes a ejacular de modo a conter-lhe a explosão, e não parando de o humilhar com frases como, não saber para que utilizava eu as duas mãos uma vez que o comprimento da sua pila cabia e sobejava na palma de uma única. Mas o facto é que esta crescia e engrossava e de vez em quando começava pulsando na minha mão. Quando me pareceu que o corno não iria aguentar muito mais tempo, tirei o cabo do chicote que ainda permanecia enfiado no seu cu e parando de o punhetear, sem um aviso assentei-o pesadamente nas espáduas de Rui. AIII, gritou ele sonoramente e eu procurando ostentar uma expressão o mais cruel possível, ironizei:
– Agora voltou ao tamanho normal – comentou meu amante rindo-se, e eu retorqui-lhe que assim sendo estava na hora de o fazer levantar outra vez fazendo-lhe aquilo que em matéria de sexo desde novo está Rui mais habituado a fazer. Enfiei as duas mãos por entre as coxas dele depois de as ter embrenhado no sal e punheteei-o, friccionando-lhe o caralho fortemente e sentindo um tesão danado por lhe ouvir o chocalhar da sua esporra dentro dele, procurando fugir para fora dos tomatitos, apertando-lhe a cabeça quando o sentia mais prestes a ejacular de modo a conter-lhe a explosão, e não parando de o humilhar com frases como, não saber para que utilizava eu as duas mãos uma vez que o comprimento da sua pila cabia e sobejava na palma de uma única. Mas o facto é que esta crescia e engrossava e de vez em quando começava pulsando na minha mão. Quando me pareceu que o corno não iria aguentar muito mais tempo, tirei o cabo do chicote que ainda permanecia enfiado no seu cu e parando de o punhetear, sem um aviso assentei-o pesadamente nas espáduas de Rui. AIII, gritou ele sonoramente e eu procurando ostentar uma expressão o mais cruel possível, ironizei:
- Já gritas assim forte, pila de bebé? Não tens pila de macho fodilhão mas tens um vozeirão a gritar como os homens que a têm. Olha que esta ainda é a primeira. Se já gritas assim com a primeira, espera para veres como gritarás quando as outras te começarem a morder a pele e o meu braço já tiver ganho a cadência certa.
Chicoteei-o até não poder mais como o fiz na primeira lição de submissão que lhe ministrei á mais de 20 anos atrás em Coimbra e lhe deixar tal, como então, as costas ensanguentadas. Rui gritou como um possesso embora o seu caralho se lhe inflamasse a cada chicotada, e nós que não o amordaçáramos para nos podermos entesar mais com seus gritos de dor ponderámos se deveríamos ou não fazê-lo embora acabássemos por o não fazer, pois que o risco dele ser escutado era mínimo.
- Que é isso? Estás outra vez de pau armado, é? Gostas mesmo de apanhar, não gostas? Pois vou tratar de to pôr tão submisso como tu.
As argolas em volta dos quadris e das coxas não estavam ali para outra coisa, e eu prendi-lhas de modo que o seu baixo -ventre ficou inteiramente comprimindo seus bagos e seu piçante de encontro à tábua da mesa, o que lhe impedia de manifestar seu tesão.
- Vou-te mostrar como sou tua amiga, punhetas, e conceder-te um intervalo ligeiro para te deixar respirar – disse-lhe eu ainda que a verdadeira razão para a minha benevolência residisse no que lhe tinha preparado. Rui agradeceu-me com voz sumida mas logo estarreceu quando me viu dirigindo-me ao saco de sal grosso e me sentiu esfregando-lho nas costas, mesmo por cima das feridas abertas, muito vagarosamente. Quando o domino sempre prefiro arranhá-lo com o sal marinho do que com as unhas como o costuma fazer a maioria das Dommes, segundo os relatos da NET. Quando senti que o sal se lhe entranhara nas pústulas voltei a empunhar o chicote e repeti nova sessão de chicotadas ainda mais demorada do que a anterior. Renato percebeu a excitação que eu sentia, e tão excitado como eu ajoelhou-se por trás de mim com seu peito encostado por cima de minhas nádegas, meteu-me a mão por dentro da calcinha, tacteou-me o grelo, e começou a esfregar-me o clictoris não parando, com a mão que tinha livre, de brincar com o seu piçalho o que é muito raro nele.
- Anda meu querido amor – disse voltando-me para Renato quando voltei a pousar o chicote e me coloquei de gatas no chão perante o olhar de Rui, com o rabo todo empinado, numa oferta anal que Renato nunca recusa – anda e come-me o buraco por onde cago e que tu tanto gostas de comer, com esse teu cacete enorme que tanto consola as esposas putas como eu e os panasquinhas como este piça curta.
Com um esgar de satisfação Renato posicionou-se de modo a que Rui pudesse assistir a tudo e a meu pedido, apresentou-me a piça à boca. Cuspi nela e dispensando o lubrificante anal com o argumento que qualquer um dos meus dois buracos de baixo está suficientemente aberto para poder levar com uma tora daquelas sem necessidade que ela esteja coberta com outro gel que não a minha própria saliva, e sem tirar a calcinha deixei que meu amante me fosse ao cu e me apalpasse as mamas, enquanto eu própria me titilava na vagina com as mãos. Fui enrabada demoradamente até Renato se vir abundantemente e me deixar escorrendo pelas pernas abaixo.
- De que estás à espera para me limpares, machinho fanado? – perguntei a Rui apresentando-lhe o cu mesmo junto à boca – Não me vais deixar pingar o precioso leite de meu macho no chão, pois não? Vamos, limpa-me e bebe-o que está quentinho.
Rui estendeu a língua e cuidadosamente removeu toda a esperma que o meu reto rejeitara, proporcionando-me simultaneamente um delicioso minete no cu. Quando acabou Renato dizendo também pretender ter o caralho limpo enfiou-o na boca de Rui e como é bastante mais novo do que nós não tardou a ficar com ele de novo em acção.
- Limpa-o bem, broxista – exigia Renato mas desta vez não ficou apenas pelas palavras violentas pois quebrando a sua promessa, algo que eu já contava fosse acontecer, desferia-lhe bofetadas na face e nas costas – limpa-o como limpaste o cu da tua mulher, que este é o caralho que te enfeita a testa.
Eu voltara a pegar na chibata e ia-lhe dando com ela, em movimentos ascendentes, nas partes internas das coxas, nos tomates, no pilau, insultando-o de brochista sem vergonha capaz de chupar a pila e os bagos do homem que lhe andava montando a esposa, enquanto ele se contentava muito de longe a longe, em tocar uma punheta quando nós lho consentíamos. Renato afirmou ser aquele o melhor broche que já alguém lhe fizera na vida mas guloso como é por cu, eu sabia bem que ele não estava só querendo ser mamado.
- Enraba essa porca bichinha – convidei Renato a fazer, pousando a chibata – enraba-a que essa vai ser o único gozo sexual que lhe permito no dia de hoje.
Renato tirou o piçalho da boca de Rui e eu mesma com as mãos arregacei-lhe o olho do cu para os lados, cuspindo lá para dentro.
- Tem mesmo cu de paneleiro o teu marido, Sandra – observou meu amante esfregando-lhe a cabeça do caralho já pegajosa naquela entrada aberta. Quando o começou a meter, larguei as nádegas de Rui e foram as minhas mãos quem, punheteando-o, o conduziram pelo rego acima até os colhões ficarem batendo nele.
- Minha querida – dise-me Renato pois sabe que gosto de uma boa esporradela na rata – acabei de me vir à pouco, e embora meus colhões já estejam produzindo mais sémen, estava-o guardando para quando te fosse ao pito.
- Sim – respondi – não te venhas nesse panasquinha, guarda antes o teu leitinho para a minha greta da frente que está muito precisando dele.
Renato divertiu-se enrabando sem ejacular Rui e palmatoando-o especialmente nas nádegas, enquanto eu, numa de mirone, me entretinha com os dedos, gozando sobretudo com o facto da piroca comprimida do meu corninho não se conseguir levantar, como ele tanto gosta que aconteça quando apanha no cu. Quando meu amante terminou, Rui estava feito num oito, e eu decidi mudá-lo de posição, amarrando-o agora de barriga para cima. O pilau dele esticou logo ao ser libertado mas uma venda negra foi-lhe então colocada nos olhos, para não me poder ver a passara. Tirando a calcinha coloquei-me de cócoras sobre seu peito, mijando abundantemente sobre ele.
- Satisfaz-me o grelo com a boca, piroca fanada – disse quando acabei de urinar. Rui estendendo a língua lambeu-me a pàssara, sorvendo todo o salgado de que ela estava impregnada, e graças a ela tive o meu primeiro orgasmo da noite. Sa-bo-ro-so! Mas estava ficando tarde e eu ainda não usara a máquina de choques eléctricos que Renato providenciara e que estava pensando em utilizar nas suas partes pequeninas. Vesti de novo a calcinha, removi-lhe a venda e como o corno tinha a cabecinha do pau algo melada da langonha que não conseguira conter eu, para não correr riscos de electrocussão apesar da voltagem ser muito fraca, limpei-lha bem antes de lha aplicar naquela área. Rui está muito habituado à chibata e ao chicote, mas não aos choques eléctricos, por isso torcia-se todo e os seus gritos de novo ecoaram por toda a Sala de Torturas, sobretudo quando eu a descarregava mesmo em cima da rachinha da sua pilinha. Mas também os tomatinhos, as articulações dos joelhos, dos tornozelos, dos cotovelos e a barriga levaram umas valentes descargas. Rindo-me eu dizia-lhe que aquela corrente não podia fazer doer muito, e lembrava-lhe que se estivesse tendo muito tesão tivesse ao menos cuidado para não deixar sair esporra quando eu lha encostava na pila.
-Caso contrário arriscas-te a ficar com ela estorricada, e então é que vais ver como fica parecida com uma salsichinha grelhada – observava-lhe, rindo-me e fazendo rir meu amante. De vez em quando afastava a máquina do seu corpo e voltava a fazer o gesto de a voltar a aplicar em qualquer parte do corpo, o que fazia R contorcer-se o mais que podia, procurando proteger-se embora sem sucesso, suplicando-me que tivesse dó dele e parasse. Renato voltara a masturbar-se, seu pau estava inflamadíssimo, o de Rui pelo contrário encontrava-se mirradíssimo, 7, 8 cms no máximo, avalizei eu a olho. E terminei por ali a lição de submissão de R deste ano, e que tenho cumprido ritualmente desde que começámos a namorar, para que ele nunca se esqueça de quem manda nele. Mas não dei por encerrado o seu tormento, esse estender-se-ia como sempre, pelo resto da noite. Despi-o, fi-lo tomar banho em água fria e deitei-me com ele e com Renato. Mas nada de ideias, desde sempre e mesmo antes do meu caso com este último, nunca deixo R aliviar-se nesta data, pelo que lhe amarrei na ponta da pila um comprido cordel cuja extremidade foi amarrada aos tornozelos de maneira a não lhe permitir qualquer erecção, enquanto as mãos levantadas para cima foram atadas à cabeceira da cama. E foi assim que ele, roído de tesão, passou a noite sentindo nossos corpos esfregando-se no dele, vislumbrando nossas silhuetas na penumbra do quarto, e ouvindo nossos gemidos de prazer enquanto nos entregávamos num soberba trepada, com que eu e Renato fechamos aquele sábado. Afinal de contas a grande fonte de prazer de marido corninho foram sempre os seus olhos e ouvidos, e a minha os meus dois buracos íntimos.
Novembro de 2008
Bjs especiais para os quatro últimos seguidores deste blog, e para os leitorees que deixaram comentários. Sei que muitos estão desejosos sobre o desenvolvimento do meu relacionamento incestuoso com meu filho mais velho mas isso são pecados sobre os quais ainda não tive tempo de escrever.
Novembro de 2008
Bjs especiais para os quatro últimos seguidores deste blog, e para os leitorees que deixaram comentários. Sei que muitos estão desejosos sobre o desenvolvimento do meu relacionamento incestuoso com meu filho mais velho mas isso são pecados sobre os quais ainda não tive tempo de escrever.
Postado por
SANDRA SAFADA
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SADOMASOQUISMO
quinta-feira, 3 de maio de 2012
O NEGRO ESPADAÚDO E O CLIENTE LAMBEDOR
Rui, meu marido corno, não foi o único homem que numa determinada fase do tempo em que namorávamos e em Coimbra eu vivia do aluguer do meu corpo, gostava de tocar punhetas e lamber-me a cona bem melada com a esporra dos clientes. Nesse tempo conheci mais alguns homens com a mesma tara. Este episódio, por exemplo, aconteceu antes de eu começar a namorar com ele.
Certa noite de sábado em que eu com a Tita e a Carla, produzida a rigor para atraír os homens, isto é mini-saia de ganga só a tapar-me as coxonas graúdas, anorak com uma blusa por baixo bem decotada, e carteira a tiracolo, batia a Av. Fernão de Magalhães, parou ao pé de mim um carro com um sujeito perto dos 50 anos dentro.
- Que é que estás disposta a fazer com um homem disponível? - perguntou-me este.
- Ó filho - respondi-lhe, com todo o espírito comercial - tudo depende do que quiseres pagar. Pelo devido preço, mamo-te, dou-te o pito, e até te posso deixar meteres atrás se gostares mais.
- Por dois contos de reis estarias disposta a deixares-te comer e a mamares noutro sujeito enquanto eu assisto, tocando um punheta nos teus pés no final? - perguntou-me, e eu a fazer-me cara e a tentar ver se conseguia render mais o peixe, porque clientes com taras abrem mais os cordões á bolsa, respondi-lhe :
- Ò filho, não estou habituada a ménages, e muito menos desse tipo, por menos de três milenas não alinho. E pagas o quarto da pensão, que nao fodo na rua com dois sujeitos.
- É muito -regateou - pago o quarto mas não pago mais de de dois contos e meio.
- Combinado. Passa para cá a nota.
- Então, entra no carro.
Entrei para o lugar do pendura como estava a habituada a fazer, afinal o lugar do pendura é o lugar das putas e não apenas do morto, e ele passou-me o dinheiro.
- E quem é que tu queres arranjar para veres a foder comigo? - perguntei-lhe.
- Quero que seja um sujeito bem abonado, capaz de fazer gemer até uma moça da vida como tu - elucidou-me - Conheces alguém? O teu chulo, talvez.
- Não tenho chulo - retorqui-lhe - mas se me levares à Praça, ou à Alta, poderei escolher entre dezenas de sujeitos bem abonados com quem já fodi, e não faltará entre eles quem não se importe de voltar a dar uma trepada comigo, ainda para mais de borla, mesmo tendo um espectador.
Ele acedeu e conduziu-me até à Praça da República onde o primeiro índividuo conhecido que encontrei foi o negro Geraldo, estudante de Direito como eu, espadaúdo de pau como sei lá o quê, pelo que me congratulei quando o vi.
- Tens algo contra o facto do meu parceiro ser um black? - perguntei-lhe.
- Nada! - retorquiu-me - Pelo contrário! Andei na guerra em Moçambique e sei que os blacks têm por norma um senhor caralho capaz de deixar bem arregaçada a cona mais apertada, já vi alguns nessa época a foderem pretas, só nunca vi nenhum a ir ao pito a uma branca. Se o teu amigo alinhar, não me importo nada de o levar connosco, só não quero é que fique de pau mole com a minha presença. Se isso acontecer ou me devolves o dinheiro, ou arranjas outro parceiro mais capaz. E tem de ser sem camisinha. Quero ver-te com a greta bem esguichada de esporra. Certo?
Certíssimo! Eu era puta e enquanto o fui, mesmo sem contrato escrito para mim o acordado com o cliente foi sempre preto no branco. Por isso saí do carro, fui ter com o Geraldo e expliquei-lhe que havia um mirone que queria tocar uma solitária vendo-me a foder com outro tipo, e que se ele não tivesse nada para fazer e não tinha acertado ainda as contas com os tomates, poderia muito bem ser esse tipo. Ele achou graça.
- Porquê? A piça dele não tem força suficente para entrar dentro de ti, Sandra? - perguntou-me rindo-se muito e olhando para dentro do carro, estacionado a poucos metros - Terei todo o gosto em mostrar-lhe como se faz, mas sempre lhe podias dizer que já estás suficiente aberta para que qualquer piça consiga entrar em qualquer um dos teus buracos. E já te estou a excluir a boca.
- Talvez quando o vir a tocar à punheta, fique a saber se tem a piça suficientemente dura para entrar dentro de mim ou não, Geraldo, embora isso não te deva incomodar uma vez que é graças à sua fantasia que podes dar uma queca de borla esta noite. Interessa-te, ou devo procurar outro macho mais disponível?
Ele já dissera que sim, não ia recuar agora. Entrou por isso no banco de trás mas o condutor que se apercebera que o negro se rira dele, lembrou-nos que a foda era para ser plenamente consumada, e antes de arrancarmos perguntou se o negro era mesmo bem abonado.
- Você quer ver, é? - perguntou-lhe este ao que o meu cliente lhe disse que sim.
- Você gosta de ver piças, é? - voltou a perguntar o Geraldo abrindo o fecho dos jeans e tirando para fora um gigantesco caralho, escurão e medindo bem um 1/4 de metro. - Chega assim? Olhe que ele ainda não está suficientemente teso, quando ficar demonstra uma imponência como poucos, a Sandra que o diga, que já provou dele algumas vezes.
O condutor ficou satisfeito com aquela prova e arrancámos, desta vez para uma pensão de quartos à hora e à meia hora, na zona da baixinha, e que eu lhe indiquei, e que ele alugou com direito a ocupá-lo connosco durante os próximos 60 minutos. Eu e o Geraldo lavámo-nos no bidé que a casa disponibilizava aos hóspedes para instantes como aqueles, enquanto ele sem se despir se sentava numa cadeirinha.
- Despe-te devagarinho, até ficares só com as roupas íntimas - mandou ele para mim.
Como não usava sutiã ficar só com as peças íntimas significava apresentar-me apenas de calcinha - uma calcinha rosa, com uma borboleta azul de asas abertas cobrindo-me a zona do púbis, e apenas com uma tirinha na zona do cu.
- Tu, rapaz, pôe-te ali de pé no meio do quarto - mandou agora virado para o Geraldo - E tu menina, coloca-te de joelhos e faz-lhe uma mamada. Mas desaperta-lhe o cinto e baixa-lhe as calças completamente, não te quero ver a mamar nele só com o caralho fora da braguilha.
Baixei-lhe as calças embora o Geraldo resmungando fosse dizendo que o sujeito devia era gostar de piças para estar tanto interessado em ver-lhe o caralho, mas este apenas lhe respondeu:
- De que é que queixas, bronzeadinho? Diz lá se não te sabe muito bem o broche que estou a pagar para ela to fazer. Anda, mocinha, apalpa-lhe os tomates, que ele ainda se vai sentir melhor. Mas tu não te venhas, rapaz, que quero ver-te a comê-la hoje ainda.
Claro que o Geraldo adorou a mamada que lhe fiz e os amassos gostosos que as minhas mãos lhe estavam a fazer no saco. Tanto como eu adorei os toques das suas mãos masturbando-me as mamas e fazendo-me ficar com os bicos dos marmelos empinados.
- O teu amigo está mesmo a pingar leite com o broche que lhe fazes - comentou - Uma menina da vida não tem nojo de mexer no leite de um homem com as mãos, pois não? Então limpa-lhe a esporra que lhe escorre da cabeça da piça e esfrega-a na tua racha onde ele daqui a bocado vai meter. Isssooo! Muito bem! Besunta bem as palmas das mãos e os dedos com ela . Isssooo! Agora despe a calcinha e senta-te aqui na beira da cama, e esfrega bem as mãos na rata, bem esfregadinha como se já se tivessem esporrado sobre ela. As pernas bem abertas para que te possa ver a ratinha, enquanto te esfregas. Muito bem, és de facto uma boa profissional que entendes bem o que um homem quer. Agora, as costas deitadas para trás sobre a cama e as pernas ao alto. Huuumm! Delícia de grelinho! E que lábiozinhos tão inchados! Por eles se vê que seres puta de rua não é para ti um sacrifício mas uma benção. Vamos, e tu meu pretinho, pincha-lhe para cima, e fode-a como deve ser.
Geraldo não pertencia ao género de rapazes que para foder fosse preciso mandá-lo pois isso era o que mais gostava de fazer. Foi assim com mais prazer com que eu recebera os 2 contos e meio que de joelhos na beira da cama depois de ter tirado a camisa e exibido o seu corpo bem feito e bronzeado me penetrou e me fodeu, extraíndo de mim valentes gemidos de uma mulher em pleno acto.
- Ah valente! - exclamava o sujeito, bastante excitado com o nosso coito - Assim mesmo é que se fode uma mulher! Dá-lhe com força! Levanta bem esse cu enquanto a estás a foder, negrinho, para que os teus colhões lhe batam mesmo nas bordas, e o teu caralho se lhe enterre bem fundo.
Como já disse, para descarregar o peso em cima de uma puta ou de uma garota receptiva que se achasse por baixo dele, era o Geraldo bem mandado e ele próprio tomava a iniciativa sem ninguém o incentivar. Era assim com todo o gosto e tesão que o negro depois de mo enterrar bem fundo na rata, com um movimento vertical das ancas tirava-me o caralho quase todo até cá fora, arreganhando-me toda e deixando-me só a ponta circuncidada da cabeça da glande dentro dela, e nesse momento quando eu pensava que ela ia sair fora, com o mesmo movimento mas no sentido descendente, voltava-mo a enterrar todo por aquela entrada aberta dentro, até deixar a pele rugosa e húmida dos colhões a bafejar-me os lábios vaginais e o clíts. Huuuummm! Aaaaaahhhhhhhh!
- Vou deixar-te toda aberta e escancarada para o próximo cliente como tanto gostas, gostosona - gabava-se o Geraldo.
- Se me continuares a abrir assim com o teu dardo não haverá próximo cliente esta noite, aaahhhh! - garanti-lhe eu, muito próxima do orgasmo.
Foi nesta altura que o mirone desapertou as calças, sem se levantar da cadeira e se começou a punhetear. Não lhe via o caralho mas os movimentos que ele fazia com as mãos, embora ténues, de um homem que se quer conter, indicavam que o tinha duro e portanto com toda a certeza, capaz de o meter dentro de uma mulher. Não era assim por falta de capacidade que o sujeitinho preferia mais estar daquele lado a dar ao dedo em vez de fazer como o negro.
- Ainda te aguentas de pau duro, rapaz? - perguntava-lhe ele - Assim é que é, rapaz! Pois então, e como parece que a tua parceira está a apreciar demais a foda que lhe dás, sai de cima dela e senta-te tu na cama. Tu agora menina, levanta-te igualmente e senta-te nas pernas dele, voltada para mim. Quero ver-te a pular no caralho dele enquanto levas uma valente foda por trás. Quero ver as tuas mamas a abanarem todas de cada vez que o caralho dele te vazar a greta de um lado ao outro. Vamos, comecem.
Foi quando me levantei que vi o caralho do mirone pela primeira vez. Nada de especial, não era circuncidado, nem era excessivamente grande, entre 15 e 17 cms, mas razoávelmente grosso e aguentava-se bem de pé, mesmo quando ele não o estava segurando com as mãos. Geraldo já se sentara na beirada da cama, o pau espetado para cima e eu voltando-lhe o cu comecei por me sentar lentamente sobre ele.
- Vem, vem, minha gostosa - suspirava ele segurando-o pela base dos colhôes e apontando-me a cabeça à entrada do meu grelo - vem que eu seguro a piça bem direitinha até ta enfiar toda, na tua rachinha, minha lindinha!
- Ahhhh! Ahhhh! Aiiiiiii! Aiiiiiii! Ahhhhhhh! Aiiiiiiii! - Gemia excitada, mas a tora entrava por mim acima como uma faca em manteiga derretida tão bem me sabiam aquelas empaladelas - Apalpa-me as mamas meu negrinho que o teu caralho é tão bom, ahhhhhh! Ahhhhhh! Aiiiiiiiii!
- Isso putazinha, geme! - pedia o cliente punheteando-se com mais vigor - E cavalga que te quero ver as mamas aos pinotes. Dá-lhe com força, rapaz, como se lhe quisesses enfiar a piça até à garganta que eu quero vê-la aos pulinhos enquanto a fodes!
Portentoso como era Geraldo, naquela posição não foi difícil fazer-me pular para cima e para baixo a cada investida do seu caralho, e com as mamas a servirem de leque tal como o outro pretendia. Mas agora não eram apenas os colhões do africano a ouvirem-se, os do cliente também tamanha era a garra com que ele tocava ao bicho. Mesmo assim aguentou-se com ela em pé até eu e Geraldo nos virmos numa amálgama de gemidos de prazer que as paredes de tabique da pensão velha por certo não conseguiram esconder.
- Satisfeito? - perguntei ao homem que me contratara, levantando-me do colo de Geraldo - Ou queres que seja eu a acabar de ta tocar, filho?
- Quase - respondeu-me à primeira questão - E não quero que acabes de ma tocar. Eu mesmo a tocarei.
Como o meu parceiro lhe dissesse que se quisesse alugar o quarto por mais outra hora, ele era homem para me dar outra foda na sua frente, respondeu-lhe:
- Não, já fodeste que chegasse à minha conta. Quero que tu, menina te sentes na cama e me deixes fazer-te um minete enquanto derramo a minha punheta nos teus pés. Mas fica descansada que eu limparei tudo como um bom cãozinho.
Mandando-me encostar os pés de modo a poder ejacular sobre eles, mas sem juntar muito as pernas para me pode lamber a cona melada por onde a esporra do negro começava a ser expelida, ajoelhou-se e acabou de se masturbar lambendo-me os restos do gozo do outro, perante os olhares de nojo e de manifesta reprovação deste. Eu confesso, embora não estivesse habituada àquilo, não estava com tais pruridos e pelo contrário, embora prefira que me façam minetes antes de me foderem do que depois, até o estava achando bom demais, inchada e dorida como trazia a rata depois das duas fodas com o sarrafo do black. Mais do que o prémio de um novo orgasmo, aquele minete valeu como um bálsamo.
Senti um líquido quente cair sobre o peito dos meus pés descalços depois de ter gozado pela segunda vez, quando o cliente se começou a vir. Mas ele embora suspirando de prazer à medida que se ia desordenhando não parou de me lamber a pássara até ter ejaculado todo o sémen e a piroca começar a murchar de vez.
- Deixa-te estar assim sentadinha ainda mais um bocado, mocinha, não te mexas ainda - pediu, juntando-me totalmente as pernas. Inclinando a cabeça como um crente no templo, o porco lambeu por sua vez o gozo que ele mesmo vertera, até não deixar nenhum vestígio de esperma neles.
Mijo, esperma, merda, que cada um coma daquilo que mais gosta, pensei com os meus botôes vendo o gosto com que ele me limpou com a língua, e engoliu deliciado o leitinho de ambos.
- Acho que ter visto o gajo a engolir a minha esporra e a dele me deixou sem tesão por uns tempos, Sandra - comentou o Geraldo quando saímos e antes de nos despedirmos pois ainda voltei para a esquina.
- Sorte a tua não seres mulher, nem puta, meu querido - retorqui-lhe lembrando-me das duas milenas e meia que levava na carteira - Olha o prejuízo que terias!
Bjs para todos.
Certa noite de sábado em que eu com a Tita e a Carla, produzida a rigor para atraír os homens, isto é mini-saia de ganga só a tapar-me as coxonas graúdas, anorak com uma blusa por baixo bem decotada, e carteira a tiracolo, batia a Av. Fernão de Magalhães, parou ao pé de mim um carro com um sujeito perto dos 50 anos dentro.
- Que é que estás disposta a fazer com um homem disponível? - perguntou-me este.
- Ó filho - respondi-lhe, com todo o espírito comercial - tudo depende do que quiseres pagar. Pelo devido preço, mamo-te, dou-te o pito, e até te posso deixar meteres atrás se gostares mais.
- Por dois contos de reis estarias disposta a deixares-te comer e a mamares noutro sujeito enquanto eu assisto, tocando um punheta nos teus pés no final? - perguntou-me, e eu a fazer-me cara e a tentar ver se conseguia render mais o peixe, porque clientes com taras abrem mais os cordões á bolsa, respondi-lhe :
- Ò filho, não estou habituada a ménages, e muito menos desse tipo, por menos de três milenas não alinho. E pagas o quarto da pensão, que nao fodo na rua com dois sujeitos.
- É muito -regateou - pago o quarto mas não pago mais de de dois contos e meio.
- Combinado. Passa para cá a nota.
- Então, entra no carro.
Entrei para o lugar do pendura como estava a habituada a fazer, afinal o lugar do pendura é o lugar das putas e não apenas do morto, e ele passou-me o dinheiro.
- E quem é que tu queres arranjar para veres a foder comigo? - perguntei-lhe.
- Quero que seja um sujeito bem abonado, capaz de fazer gemer até uma moça da vida como tu - elucidou-me - Conheces alguém? O teu chulo, talvez.
- Não tenho chulo - retorqui-lhe - mas se me levares à Praça, ou à Alta, poderei escolher entre dezenas de sujeitos bem abonados com quem já fodi, e não faltará entre eles quem não se importe de voltar a dar uma trepada comigo, ainda para mais de borla, mesmo tendo um espectador.
Ele acedeu e conduziu-me até à Praça da República onde o primeiro índividuo conhecido que encontrei foi o negro Geraldo, estudante de Direito como eu, espadaúdo de pau como sei lá o quê, pelo que me congratulei quando o vi.
- Tens algo contra o facto do meu parceiro ser um black? - perguntei-lhe.
- Nada! - retorquiu-me - Pelo contrário! Andei na guerra em Moçambique e sei que os blacks têm por norma um senhor caralho capaz de deixar bem arregaçada a cona mais apertada, já vi alguns nessa época a foderem pretas, só nunca vi nenhum a ir ao pito a uma branca. Se o teu amigo alinhar, não me importo nada de o levar connosco, só não quero é que fique de pau mole com a minha presença. Se isso acontecer ou me devolves o dinheiro, ou arranjas outro parceiro mais capaz. E tem de ser sem camisinha. Quero ver-te com a greta bem esguichada de esporra. Certo?
Certíssimo! Eu era puta e enquanto o fui, mesmo sem contrato escrito para mim o acordado com o cliente foi sempre preto no branco. Por isso saí do carro, fui ter com o Geraldo e expliquei-lhe que havia um mirone que queria tocar uma solitária vendo-me a foder com outro tipo, e que se ele não tivesse nada para fazer e não tinha acertado ainda as contas com os tomates, poderia muito bem ser esse tipo. Ele achou graça.
- Porquê? A piça dele não tem força suficente para entrar dentro de ti, Sandra? - perguntou-me rindo-se muito e olhando para dentro do carro, estacionado a poucos metros - Terei todo o gosto em mostrar-lhe como se faz, mas sempre lhe podias dizer que já estás suficiente aberta para que qualquer piça consiga entrar em qualquer um dos teus buracos. E já te estou a excluir a boca.
- Talvez quando o vir a tocar à punheta, fique a saber se tem a piça suficientemente dura para entrar dentro de mim ou não, Geraldo, embora isso não te deva incomodar uma vez que é graças à sua fantasia que podes dar uma queca de borla esta noite. Interessa-te, ou devo procurar outro macho mais disponível?
Ele já dissera que sim, não ia recuar agora. Entrou por isso no banco de trás mas o condutor que se apercebera que o negro se rira dele, lembrou-nos que a foda era para ser plenamente consumada, e antes de arrancarmos perguntou se o negro era mesmo bem abonado.
- Você quer ver, é? - perguntou-lhe este ao que o meu cliente lhe disse que sim.
- Você gosta de ver piças, é? - voltou a perguntar o Geraldo abrindo o fecho dos jeans e tirando para fora um gigantesco caralho, escurão e medindo bem um 1/4 de metro. - Chega assim? Olhe que ele ainda não está suficientemente teso, quando ficar demonstra uma imponência como poucos, a Sandra que o diga, que já provou dele algumas vezes.
O condutor ficou satisfeito com aquela prova e arrancámos, desta vez para uma pensão de quartos à hora e à meia hora, na zona da baixinha, e que eu lhe indiquei, e que ele alugou com direito a ocupá-lo connosco durante os próximos 60 minutos. Eu e o Geraldo lavámo-nos no bidé que a casa disponibilizava aos hóspedes para instantes como aqueles, enquanto ele sem se despir se sentava numa cadeirinha.
- Despe-te devagarinho, até ficares só com as roupas íntimas - mandou ele para mim.
Como não usava sutiã ficar só com as peças íntimas significava apresentar-me apenas de calcinha - uma calcinha rosa, com uma borboleta azul de asas abertas cobrindo-me a zona do púbis, e apenas com uma tirinha na zona do cu.
- Tu, rapaz, pôe-te ali de pé no meio do quarto - mandou agora virado para o Geraldo - E tu menina, coloca-te de joelhos e faz-lhe uma mamada. Mas desaperta-lhe o cinto e baixa-lhe as calças completamente, não te quero ver a mamar nele só com o caralho fora da braguilha.
Baixei-lhe as calças embora o Geraldo resmungando fosse dizendo que o sujeito devia era gostar de piças para estar tanto interessado em ver-lhe o caralho, mas este apenas lhe respondeu:
- De que é que queixas, bronzeadinho? Diz lá se não te sabe muito bem o broche que estou a pagar para ela to fazer. Anda, mocinha, apalpa-lhe os tomates, que ele ainda se vai sentir melhor. Mas tu não te venhas, rapaz, que quero ver-te a comê-la hoje ainda.
Claro que o Geraldo adorou a mamada que lhe fiz e os amassos gostosos que as minhas mãos lhe estavam a fazer no saco. Tanto como eu adorei os toques das suas mãos masturbando-me as mamas e fazendo-me ficar com os bicos dos marmelos empinados.
- O teu amigo está mesmo a pingar leite com o broche que lhe fazes - comentou - Uma menina da vida não tem nojo de mexer no leite de um homem com as mãos, pois não? Então limpa-lhe a esporra que lhe escorre da cabeça da piça e esfrega-a na tua racha onde ele daqui a bocado vai meter. Isssooo! Muito bem! Besunta bem as palmas das mãos e os dedos com ela . Isssooo! Agora despe a calcinha e senta-te aqui na beira da cama, e esfrega bem as mãos na rata, bem esfregadinha como se já se tivessem esporrado sobre ela. As pernas bem abertas para que te possa ver a ratinha, enquanto te esfregas. Muito bem, és de facto uma boa profissional que entendes bem o que um homem quer. Agora, as costas deitadas para trás sobre a cama e as pernas ao alto. Huuumm! Delícia de grelinho! E que lábiozinhos tão inchados! Por eles se vê que seres puta de rua não é para ti um sacrifício mas uma benção. Vamos, e tu meu pretinho, pincha-lhe para cima, e fode-a como deve ser.
Geraldo não pertencia ao género de rapazes que para foder fosse preciso mandá-lo pois isso era o que mais gostava de fazer. Foi assim com mais prazer com que eu recebera os 2 contos e meio que de joelhos na beira da cama depois de ter tirado a camisa e exibido o seu corpo bem feito e bronzeado me penetrou e me fodeu, extraíndo de mim valentes gemidos de uma mulher em pleno acto.
- Ah valente! - exclamava o sujeito, bastante excitado com o nosso coito - Assim mesmo é que se fode uma mulher! Dá-lhe com força! Levanta bem esse cu enquanto a estás a foder, negrinho, para que os teus colhões lhe batam mesmo nas bordas, e o teu caralho se lhe enterre bem fundo.
Como já disse, para descarregar o peso em cima de uma puta ou de uma garota receptiva que se achasse por baixo dele, era o Geraldo bem mandado e ele próprio tomava a iniciativa sem ninguém o incentivar. Era assim com todo o gosto e tesão que o negro depois de mo enterrar bem fundo na rata, com um movimento vertical das ancas tirava-me o caralho quase todo até cá fora, arreganhando-me toda e deixando-me só a ponta circuncidada da cabeça da glande dentro dela, e nesse momento quando eu pensava que ela ia sair fora, com o mesmo movimento mas no sentido descendente, voltava-mo a enterrar todo por aquela entrada aberta dentro, até deixar a pele rugosa e húmida dos colhões a bafejar-me os lábios vaginais e o clíts. Huuuummm! Aaaaaahhhhhhhh!
- Vou deixar-te toda aberta e escancarada para o próximo cliente como tanto gostas, gostosona - gabava-se o Geraldo.
- Se me continuares a abrir assim com o teu dardo não haverá próximo cliente esta noite, aaahhhh! - garanti-lhe eu, muito próxima do orgasmo.
Foi nesta altura que o mirone desapertou as calças, sem se levantar da cadeira e se começou a punhetear. Não lhe via o caralho mas os movimentos que ele fazia com as mãos, embora ténues, de um homem que se quer conter, indicavam que o tinha duro e portanto com toda a certeza, capaz de o meter dentro de uma mulher. Não era assim por falta de capacidade que o sujeitinho preferia mais estar daquele lado a dar ao dedo em vez de fazer como o negro.
- Ainda te aguentas de pau duro, rapaz? - perguntava-lhe ele - Assim é que é, rapaz! Pois então, e como parece que a tua parceira está a apreciar demais a foda que lhe dás, sai de cima dela e senta-te tu na cama. Tu agora menina, levanta-te igualmente e senta-te nas pernas dele, voltada para mim. Quero ver-te a pular no caralho dele enquanto levas uma valente foda por trás. Quero ver as tuas mamas a abanarem todas de cada vez que o caralho dele te vazar a greta de um lado ao outro. Vamos, comecem.
Foi quando me levantei que vi o caralho do mirone pela primeira vez. Nada de especial, não era circuncidado, nem era excessivamente grande, entre 15 e 17 cms, mas razoávelmente grosso e aguentava-se bem de pé, mesmo quando ele não o estava segurando com as mãos. Geraldo já se sentara na beirada da cama, o pau espetado para cima e eu voltando-lhe o cu comecei por me sentar lentamente sobre ele.
- Vem, vem, minha gostosa - suspirava ele segurando-o pela base dos colhôes e apontando-me a cabeça à entrada do meu grelo - vem que eu seguro a piça bem direitinha até ta enfiar toda, na tua rachinha, minha lindinha!
- Ahhhh! Ahhhh! Aiiiiiii! Aiiiiiii! Ahhhhhhh! Aiiiiiiii! - Gemia excitada, mas a tora entrava por mim acima como uma faca em manteiga derretida tão bem me sabiam aquelas empaladelas - Apalpa-me as mamas meu negrinho que o teu caralho é tão bom, ahhhhhh! Ahhhhhh! Aiiiiiiiii!
- Isso putazinha, geme! - pedia o cliente punheteando-se com mais vigor - E cavalga que te quero ver as mamas aos pinotes. Dá-lhe com força, rapaz, como se lhe quisesses enfiar a piça até à garganta que eu quero vê-la aos pulinhos enquanto a fodes!
Portentoso como era Geraldo, naquela posição não foi difícil fazer-me pular para cima e para baixo a cada investida do seu caralho, e com as mamas a servirem de leque tal como o outro pretendia. Mas agora não eram apenas os colhões do africano a ouvirem-se, os do cliente também tamanha era a garra com que ele tocava ao bicho. Mesmo assim aguentou-se com ela em pé até eu e Geraldo nos virmos numa amálgama de gemidos de prazer que as paredes de tabique da pensão velha por certo não conseguiram esconder.
- Satisfeito? - perguntei ao homem que me contratara, levantando-me do colo de Geraldo - Ou queres que seja eu a acabar de ta tocar, filho?
- Quase - respondeu-me à primeira questão - E não quero que acabes de ma tocar. Eu mesmo a tocarei.
Como o meu parceiro lhe dissesse que se quisesse alugar o quarto por mais outra hora, ele era homem para me dar outra foda na sua frente, respondeu-lhe:
- Não, já fodeste que chegasse à minha conta. Quero que tu, menina te sentes na cama e me deixes fazer-te um minete enquanto derramo a minha punheta nos teus pés. Mas fica descansada que eu limparei tudo como um bom cãozinho.
Mandando-me encostar os pés de modo a poder ejacular sobre eles, mas sem juntar muito as pernas para me pode lamber a cona melada por onde a esporra do negro começava a ser expelida, ajoelhou-se e acabou de se masturbar lambendo-me os restos do gozo do outro, perante os olhares de nojo e de manifesta reprovação deste. Eu confesso, embora não estivesse habituada àquilo, não estava com tais pruridos e pelo contrário, embora prefira que me façam minetes antes de me foderem do que depois, até o estava achando bom demais, inchada e dorida como trazia a rata depois das duas fodas com o sarrafo do black. Mais do que o prémio de um novo orgasmo, aquele minete valeu como um bálsamo.
Senti um líquido quente cair sobre o peito dos meus pés descalços depois de ter gozado pela segunda vez, quando o cliente se começou a vir. Mas ele embora suspirando de prazer à medida que se ia desordenhando não parou de me lamber a pássara até ter ejaculado todo o sémen e a piroca começar a murchar de vez.
- Deixa-te estar assim sentadinha ainda mais um bocado, mocinha, não te mexas ainda - pediu, juntando-me totalmente as pernas. Inclinando a cabeça como um crente no templo, o porco lambeu por sua vez o gozo que ele mesmo vertera, até não deixar nenhum vestígio de esperma neles.
Mijo, esperma, merda, que cada um coma daquilo que mais gosta, pensei com os meus botôes vendo o gosto com que ele me limpou com a língua, e engoliu deliciado o leitinho de ambos.
- Acho que ter visto o gajo a engolir a minha esporra e a dele me deixou sem tesão por uns tempos, Sandra - comentou o Geraldo quando saímos e antes de nos despedirmos pois ainda voltei para a esquina.
- Sorte a tua não seres mulher, nem puta, meu querido - retorqui-lhe lembrando-me das duas milenas e meia que levava na carteira - Olha o prejuízo que terias!
Bjs para todos.
Postado por
SANDRA SAFADA
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA
terça-feira, 1 de maio de 2012
UMA PUTA NO CONFESSIONÁRIO
No tempo em que estudei Direito em Coimbra e em que vivi da prostuitição para poder sobreviver, houve uma época em que namorei um sujeito de nome João Pedro cujos tomates não produziam líquido. Como ele sabia que eu estava afastada da família, e para que não desconfiasse da actividade a que eu me dedicava nos tempos livres , cheguei durante algum tempo a desempenhar as funções de empregada de limpeza de um pároco e durante elas a ter inclusivamente um pequeno caso com o pároco (ver Meu Namorado Tinha os Tomates Secos e Corneei-o Com o Pároco, Junho de 2011). Pouco mais de um mês contudo, como tivesse terminado o meu relacionamento com o João Pedro, abandonei as funções em casa do padre dizendo-lhe ter arranjado outra ocupação mais bem paga. Ele, que devia ter apreciado muito a minha rata e os favores que com ela lhe concedi, ainda me disse para aparecer de vez em quando, pois teria muito prazer em me receber, mas a verdade é que nunca mais o procurei.
Uns pouco de meses mais tarde, porém, num domingo à tarde em que eu encostada à esquina da rua das putas, com a perna à mostra, exponha o meu corpo aos homens que passavam esperando que alguns deles me contratassem para uma pernada, o sr. padre passou e viu-me. Não sei se vinha à procura de fêmea, mas duvido, um pároco conhecido de Coimbra, como ele era, se quisessse putas íria procurá-las noutro sítio, por isso deduzo ter sido circunstancial a sua passagem. Em todo o caso quando me viu dirigiu-se logo a mim, embora eu tentasse desviar a cara, pois ele era amigo da minha senhoria e por nada deste mundo eu queria que ele lhe revelasse ter-me visto a trabalhar na rua do putedo.
- Então pelo que vejo, Sandra, decidistes passar a viver do pecado! - comentou - Não é bonito abandonar um trabalho humilde mas honrado, para passar a viver do pecado embora ele até possa ser lucrativo. Deves fazer uma confissão bem beita para te penitenciares da vida de perdição pela qual enveredaste, por isso amanhã às 6 da tarde passa lá pela minha igreja, que vais ajoelhar-te no confessionário.
Ajoelhada estava eu habituada a pôr-me para fazer broches aos clientes, não para confessar meus pecados a um homem de saias e com mais botões na braguilha do que pode medir o seu caralho, pelo que a primeira vontade que tive foi mandá-lo aparar os pelinhos às virgenzinhas do Paraíso, mas tratando-se de alguém bem relacionado com a minha senhoria beata, não o podia fazer. Depois lembrei-me que pecados já tinha ele cometido comigo, e por certo aquela ideia de me querer de joelhos no confessionário não devia ser tanto para me fazer redimir dos pecados mas para me acrescentar mais alguns, pelo que lhe respondi:
- Que quer, Sr. Padre? Olhe que os seus colegas procuram muito os nossos serviços, e não é para nos fazerem ajoelhar no confessionário. E se o preocupa tanto a salvação da minha alma, bem me podia dispensar uma milena nem que fosse lá da caixa das esmolas da igreja, que sempre seria menos um cliente com quem eu não teria de pecar hoje.
A verdade é que ali na rua, o pároco passou-me para as mãos uma nota de 1000 escudos, o dobro que eu cobrava a cada cliente por uma foda simples, sem direito a mamada, dizendo que o fazia como um voto de confiança que me dava para eu aparecer à confissão.
- E se a porta da entrada da igreja estiver fechada, não te preocupes - avisou-me - Entra pela da sacristia, ao lado, que alguém te receberá. E não te esqueças que vais entrar na casa do Senhor. Por isso vê se te lavas conveniente pois não é só o espírito que deves purificar na confissão.
Aparentemente um bom ministro do Senhor! Mas o ar chistoso como ele dizia aquilo bem demonstrava como o pároco se estava na tintas para toda aquela Teologia, e o que de facto ele queria de mim era aquele buraquinho peludo e resguardado no vale das nossas coxas, que todo o homem, tenha tomado votos ou não, procura numa mulher e ainda mais numa puta. Por isso, e como já recebera adiantado e como apesar de andar na vida sempre fui de contas limpas, compareci na igreja no dia seguinte, bem cheirosinha pois ía lavada de fresco.
Efectivamente a porta principal que dava acesso ao templo encontrava-se cerrada, mas uma entrada lateral apresentava a porta de madeira encostada. Não se ouvia barulho no seu interior mas eu entrei tal como o padre me recomendara e achei-me na sacristia. Um crucifixo ao fundo na parede, uma garrafa de vinho de missa meia cheia ou meia vazia, tudo dependendo da perspectiva, um armário onde provavelmente se encontravam os paramentos, é tudo o que recordo. E um homem junto a uma mesa, um homem na casa dos 40 anos, que pelo menos no tempo em que fui a serviçal do padre, não era o sacristão, achei mesmo que também este tinha ar de padre pelo tom de seminarista com que falava.
Ora merda, pensei. 1000 paus para despejar os colhões a um padre, no confessionário ou noutro qualquer local, não está mau, agora para os despejar a dois parece-me pouco.
- É a menina que vem para a confissão especial, não é? - perguntou-me ao que anui - O sr. padre não costuma fazer confissões a esta hora mas vai fazê-la para si especialmente. Apenas lhe pede que vista este hábito de penitente antes de se confessar, e ele em troca no final, juntamente com a absolvição lhe entregará outra recordação igual àquela que lhe entregou ontem na rua.
Assim é que era falar! Tirei pois a blusa e as calças de ganga que levava de bom ânimo, e como não usava sutiã este viu-me as mamas o que lhe agradou muito, como seria de esperar, vestindo de seguida o traje que ele me entregara e que era de facto um hábito de freira sem o capuz a cobrir o cabelo, e sem mangas, castanho e de um tecido grosseiro, que enfiei pela cabeça.
- Por aqui - convidou então o meu anfitrião, conduzindo-me por um corredor até outra porta que se abriu para uma outra sala, igualmente com uma comprida mesa ao centro, e um confessionário escuro de reposteiros. O padre meu conhecido encontrava-se junto a ele com um livro, tipo missal, nas mãos. Não estava no templo e percebi porquê. O pároco era um pecador, mas não tanto que se atrevesse a "confessar-me" no mesmo local onde celebrava a missa, e onde escutava os pecados das beatas.
- Entra, Sandra! - proferiu com júbilo assim que me viu - Sabia que virias. Apesar de pecadora como Santa Maria Madalena, tu és uma filha do Senhor que não deixarias de te vir ajoelhar aos pés do seu ministro.
E eu só a pensar na outra milena que na sacristia me prometeram.
- Entra no confessionário, minha filha!
Entrei e corri o reposteiro de cor vermelha e com borlas nas pontas inferiores, ajoelhando-me sobre uma prancha de madeira almofadada. O padre entrou pelo outro lado, entre onde eu estava e ele havia um tabique perfurado a meio, ouvi-o sentar-se do outro lado, chegar com a boca ao buraco redondo por onde ouviria a minha confissão, e encostar seu lábios a ele. Aliás, de buraquinhos redondos, de alto a baixo, estava o tabique do confessionário cheio, uns com diâmetro bem pequenino, mas outros bem grande, permitindo enfiar um braço por eles, e que decerto não faziam parte da sua configuração original.
- Como é que se começa, Sandra? - perguntou.
- Não sei. Não me costumo confessar - respondi-lhe
- É mau. Além de pecares com o corpo e contribuires para a dissolução das famílias, és também ímpia - vociferou - E este é o maior pecado dos dois. Começa por se dizer, perdoai-me Senhor, porque pequei. Ora repete, lá.
Depois de ter repetido a invocação cerimonial o padre quis saber que pecados eu tinha além de não me confessar nem frequentar a Igreja.
- Sou puta, senhor padre - respondi falando-lhe textualmente, pois por já o conhecer sabia que o uso do calão o excitava fortemente nos momentos íntimos, como por norma acontece com a maioria dos homens - Fodo por dinheiro, e como o senhor padre mesmo disse, contribuo para a dissolução das famílias já que a maioria dos homens que me aluga são homens casados, e eu prefiro alinhar com eles do que com solteiros, pois pagam melhor e sabem ser discretos se for preciso.
- Isso já eu sei desde ontem, minha vadia - retorquiu-me com a respiração já um pouco ofegante - E que outros pecados graves tens, minha filha que anda por maus caminhos.
- Já fiz um padre violar seus votos de castidade quando trabalhava de sopeira em casa dele - referindo-me a ele - Ainda que não lhe tivesse tirado os três pois acostumado a ver revistas com fotos de mulheres nuas como ele estava, tenho a certeza que farto de violar o voto de castidade nem que fosse tocando ao bicho, estava ele.
- Essa história também já eu a sei! - retorquiu-me - Quero é que me contes pecados bem fortes mas que eu não conheça. É para isso que servem as confissões.
Então era isso. O sacana não gostava só de ver revistas com modelos femininos pelados, nem de se aproveitar de uma menina disponível a conceder-lhe o grelo. O sacanória também gostava de ouvir.
- Sr. padre, já fiz um aborto quando tinha 16 anos - admiti-lhe então.
A respiração aumentou-se-lhe. Pelos vistos aquilo excitava-o demais.
- Esse é um pecado mortal que te conduzirá ao Inferno, minha filha, se não te arrependeres e penitenciares devidamente. Era um filho teu que não deixaste nascer. Estás arrependida?
Era puta há tempo suficiente para perceber que apesar do moralismo do seu discurso, o pároco usava aquelas palavras para se excitar ainda mais, talvez ele tivesse alguns laivos de sadismo e achasse gostoso imaginar uma jovem adolescente interrompendo a gestação do seu filho indesejado. Se ainda não tirara a pila da sotaina devia tê-la aos saltos e a pingar debaixo da cueca.
- Não, não me arrependo, senhor Padre - respondi-lhe com sinceridade - Eu era uma menina, andava a ser violada por meu padrinho, e a minha madrinha não podia saber que eu estava grávida do marido dela.
- Violada?! - admirou-se, mas denotando com os ruídos que fazia estar mexendo-se bastante na cadeira Mesmo assim! Não foi justo teres feito uma inocente criança pagar com a vida pelos pecados venais do teu padrinho. Quero saber como foi que o teu padrinho te violou e te deixou grávida e se mereces de facto a absolvição.
E eu contei mas propositadamente procurando conferir-me no meu relato o papel de víbora tentadora, que desde os 11 ou 12 anos sempre que o sabia só em casa, procurava fazer com que ele me visse nua ou em trajes muito reduzidos, para lhe ver o pau crescer debaixo do fecho das calças. E que por isso fora violada uma noite, num relato que lhe fiz recheado de pormenores em que até o tamanho da piça e dos colhões do meu violador não foram esquecidos. O relato não era de todo verdadeiro, até lhe disse que meu tio/padrinho me começara a violar aos 12 anos, quando na verdade foi aos 14, mas fi-lo por perceber que um relato daqueles tinha mais pimenta para o pároco, ia mais de encontro àquilo que ele queria ouvir de uma depravada que alugava o corpo nas ruas. Depois, e embora também não fosse integralmente verdade, contei-lhe como no Liceu gostava de levantar a blusa para os rapazes e mostrar-lhes as mamas, só para os fazer mostrar-me a pila, ou tocar uma punheta debaixo da carteira da sala de aulas.
- Gostas de ver pilas, minha filha?
- Muito, senhor padre - confirmei - Desde menina que sempre adorei ver a pila aos rapazes e provocava-os para os fazer mostrar-ma. Então se forem grandes e grossas, 20 cms para cima de preferência, tiverem um par de bolas bem preenchidas a acompanhá-las, e muito uso e experiência, deixam-me muito excitada. Isto para parceiros numa boa. Quando ando na vida quero é um caralho que se esporre rápido para mais depressa ver se arranjo outro que lhe tome o lugar.
- Quero saber como te começáste a prostituir, Sandra.
- Senhor padre - observei-lhe - pelos vistos a confissão já vai longa, e é melhor não lhe contar mais nada ou não vai tardar muito e o senhor estará a comer um pecado venal com as mãos, sem precisar de deliciar os olhos com as suas revistas de gajas nuas.
- Cala-te megera! - retorquiu-me, rindo-se - Por já imaginar que iria ser longa é que ta marquei para o final da tarde. E garanto-te que não será com as mãos que cometerei hoje qualquer pecado venal. Confessa-te como deve ser, e conta-me da primeira vez que te prostituiste já que estou a ver que a propensão para o pecado e para a devasidão nasceu contigo. Quero ouvir tudo. Onde foi, quem foi o primeiro cliente, quanto te pagou, onde te comeu, tudo. Até o tamanho do instrumento dele quero que me digas.
Era mais rápido ganhar os 1000 paus com um cliente no quarto, do que o que estava a ser expôr a minha vida de puta ao pároco. Mas como tinha vindo até ali não tinha outro jeito que não fosse atender seus desejos e contei a minha primeira experiência no negócio do sexo pago. Mas nesta altura apercebi-me que não era só o padre quem resfolegava de tesão com a minha narrativa. Nas minhas costas, coberto pelo reposteiro, alguém estava escutando tudo e estava a ficar cada vez mais "acelarado" com ela. Só podia ser o outro sujeito que eu não mais voltara a ver desde que entrara no confessionário.
- Senhor padre - observei-lhe - alguém está a ouvir a minha confissão. E isso não é mais grave do que quebrar os votos de castidade a um padre?
- Não te preocupes, minha filha - volveu-me - Tenho o poder de te absolver a ti, como de o absolver a ele, por qualquer pecado que seja cometido por qualqurr um de vós por isso continua, conta tudo sem omitires nada se queres alcançar a graça divina.
Queria eu lá saber de tal graça e das absolvições da Igreja. Mas como a função de uma puta é contribuir para o prazer dos outros, naquilo que ele tem de mais pessoal e íntimo, eu fiz-lhe um relato de várias aventuras que já tinha vivido com homens - como perdi os três no cu com Rodrigo, como participara com ele em várias ménages a trois na Sólum, como tirei os três ao Sr. Silva, o homem que só tinha um colhão, a minha experiência como prostituta em Amesterdão, e por aí fora. Agora o barulho das mãos proveniente do outro lado do tabique, não me deixava margem para dúvidas: o sr. padre tocava-se enquanto me ouvia. Óptimo! Quanto mais depressa ele se aliviasse mais depresa terminaria aquela estranha confissão, e mais depressa teria outra milena na carteira.
Mas nesse momento, quando eu esperava que o sacerdote se esporrase, o reposteiro é levantado, apenas um pouco e o outro tarado, nu da cintura para baixo, e com o pau todo duro, entra dentro do confessionário colocando-se atrás de mim.
- Continua a confessar-te, filha imoral, continua a confessar-te - pediu-me - o segredo da tua confissão estará tão seguro comigo como com aqui o sr. Padre ....
- Sim, continua, filha do pecado, continua! - frisou o outro - uma pecadora tão grande como tu, que até um filho deixou arrancar do ventre, e que já em menina se queria prostituir para o padrinho, bem precisa de dois confessores que a escutem e a absolvam.
Sinceramente acho que nem uma dúzia o conseguiria fazer, mas com 1000 paus por cada um, como ia ser o caso, não me importaria nada de me confessar a todos eles. E por isso contei-lhes como o Rodrigo me obrigara a foder com todos os rapazes da república estudantil como castigo de o ter corneado com o Zundapp, como no bordel onde trabalhei em Amesterdão tivera um cliente turco que gostava de levar pontapés nas bolas e a quem uma vez passara a seu pedido uma navalha nelas, e do assistente da faculdade que gostava de ser chicoteado e de foder com uma corda em volta da piça mas que sempre me comia o grelo e o cu por três contos de reis, pois nessa época ainda não entrara o euro.
- Também apanhas no cu, se o cliente quiser, é minha filha desviada dos caminhos do Senhor? - perguntou o padre, em tom ávido - E quanto é que levas se o cliente te quiser comer o cu?
Bem informados ficaram ambos, se um dia na rua algum deles decidisse recorrer aos meus serviços já sabia quanto isso lhe custaria.
- E já desviastes outras meninas para os mesmos caminhos de pecado carnal por onde andas?
E eu ainda na época não o tivesse feito, disse-lhe que aliciara duas colegas da faculdade com dificuldades financeiras como eu a abrir as pernas a troco de dinheiro.
- Ohhh, safada! - gemia o pároco bem agitado - És mesmo uma serva do Maligno arrrastando outras almas para o Abismo. Grande penitência vais ter de fazer!
E enquanto ia narrando alguns dos episódios mais escabrosos da minha vida, o sujeito da retaguarda uma vez tendo entrado em cena, não ficara quieto. Forçando-me com as mãos a empinar o rabinho, levantou-me a parte de baixo do hábito, e baixou-me a calcinha - branca, apenas uma tirinha de pano sobre as duas rachas, e de desapertar de lado - que uma vez tirada exibiu ao meu confessor perante os buracos do confessionário.
- Magnificat! - exclamou este - Até pela roupinha íntima se vê estarmos perante uma tentadora que veio ao mundo apenas para nos levar ao Inferno.
- E que doce é o caminho do Inferno, caro colega! - acrescentou o outro - Só esta rachinha de lábios carnudos parece desmentir todas as terríficas visões dos nossos místicos, não lhe parece? - E cheirando-me as partes com o nariz enfiado entre as pernas - Huuummm! E cheirosinha! Cheira mesmo a pito lavado e quando asim é não resisto a lamber um pitinho lavado.
E mesmo sabendo tratar-se do pito e do cu de uma puta que já fora a sopeira do padre, começou a fazer-me um delicioso minete. Ainda bem que eu não iria ficar só a confessar-me. Mas o pároco meu conhecido queria ouvir mais.
- Conta, conta tudo, que pecados tens tu de sobra.
Nem os poderia contar todos, na verdade. Mas fui contando. Como corneei meu padrinho com o Hélder no liceu para me vingar dele me ter engravidado, a violação colectiva a que fui submetida no Choupal e muitos outros episódios aos quais ele, sempre sem parar de se punhetear escutava com muita atenção. O outro entretanto, à medida que me lambia o grelo, puxava-me o hábito até ao pescoço, desnudando-me o peito, até mo tirar totalmente pelo pescoço e me deixar inteiramente nua, apenas com as botas de cano alto pretas, que nunca tirei.
- Hummm, boas maminhas tens, filhinha depravada! - voltou a aprovar o pároco - Cheinhas, mas firmes e hirtas como o pau dos teus clientes. Costumas deixar que façam espanholas nelas? Sim? Quem foi que te fez a primeira espanhola nestes teus peitões tão direitinhos?
- Foi o meu padrinho claro. E foi com uma espanhola que tive a certeza que o meu anterior namorado tinha mesmo os tomates secos como os de um cavalo empalhado - e contei como se tinham passado essas duas espanholas.
- E não saíu leite nenhum da pila dele quando ele se veio em cima das tuas mamas?
- Nem uma gotinha - assegurei - Os colhôes do João Pedro não produzem uma gota de esperma, venha-se ele onde vier.
Do outro lado da divisória o padre levantara-se.
- E a coisa deles era maior do que a minha? - inquiriu - Principalmente a desse teu namorado que tinha os tomates mais secos dos que os de um eremita desidratado, era maior que a minha?
Eu já não estava ajoelhada. Sempre a apalpar-me as mamas e a fazer-me o minete, o segundo padre para lhes chegar com mais facilidade, já me colocara literalmente de quatro.
- Oh, senhor padre, sabe como é.. -comecei por responder por me parecer que todos aqueles buraquinhos redondos no confessionário deveriam ter outra utilidade que não fosse apenas para deixar ver - Já se passaram tantos meses desde a última vez que lhe vi a sua, e com tantas pirocas tesas a passar-me todos os dias pelo corpo, que já nem me lembro como ela era.
Ele então enfiou o caralho bem armado e pingão pelo buraco por onde falara comigo.
- Era maior? - voltou a perguntar.
O caralho do pároco não era nada de se deitar fora, mas para o acicatar respondi-lhe:
- Um pouco maior , sim. Tanto o do meu padrinho como o do João Pedro.
- Ai sim? Então chupa-o! - mandou sacudindo-o - Se é mais pequeno cabe-te inteiro até ao fundo da boca. Também chupas os clientes, não chupass? E os teus namorados, também os chupas não chupas? Então chupa o meu. Tudinho.
Agarrei nele com uma das mãos.
- E não será pecado, senhor padre?
- Se não pecares como te poderemos absolver, minha filha? - foi a resposta - Já tens tantos pecados, que bem podes cometer mais um antes da absolvição.
Bem visto. Afinal confessor que absolve um pecado, bem pode absolver um cento no mesmo dia, e ao mesmo pecador. Abocanhei por isso o caralho dele e comecei a mamá-lo não sem antes lhe ter dito.
- Olhe, ó senhor padre, que uma vez com o seu cacete na boca não vou poder continuar a confessar-me.
- Cala-te depravada, que mamar-me faz parte da penitência que te impomos.
Se aquilo era uma penitência, farta de me penitenciar estava eu, tantas vezes fazia aquilo ao dia, especialmente se este me corresse bem. Mas foi uma delícia cumpri-la sentindo a língua do outro acólito coçando-me o entre-pernas até me levar ao rubro, em especial quando de dois dos buracos de maior diâmetro, o padre estendeu seus braços na minha direcção e com as mãos começou a brincar com os meus seios.
- De facto Sandra, nas tuas mamas qualquer santo se perderia para passar as mãos nelas. Huuuummmm! Chupa, safadinha, chupa tudo! Ahhhhhhhhhh!
Entretanto o outro padre, que não sei como seria a pregar no púlpito mas que a lamber era divinal, provávelmente já cansado de me fazer minetes, expressou o seu desejo de iniciar a minha penetração.
- Vamos, minha filha, senta-te no banquinho onde te ajoelhaste, virada para mim, e mostra-nos de que forma é que pecas para te podermos conferir a absolvição mais adequada - mandou - Mas agora quem se vai ajoelhar perante ti, com as minhas coxas bem encostadinhas às tuas, vou ser eu, enquanto introduzo este meu diabinho no teu inferno.
- Oh, sim, sim! - exclamou gulosamente o outro - Senta-te como te mandam, Sandra. Vira a cabecinha para cima e continua a mamar em mim.
- Ainda vou arranjar um torcicolo - protestei mas executando as ordens - Se bem que seja preferível mamar-lhe na pila, sr. padre, do que ficar sentada sendo fodida, e com a sua coisa por cima de mim a verter-me leite na cabeça.
- Já vais ver onde te vou meter o leite daqui a pouco, minha Salomé! - advertiu-me ele - Mas por agora ocupa a tua boca a coçar as gengivas no meu dardo.
Achei graça ouvi-lo chamando-me tal nome embora nunca tenha mandado cortar a cabeça a ninguém. Foi por isso com alegria, que de joelhos deixei que o segundo padre me penetrásse á cão enquanto eu de cabeça estendida mamava no caralho do outro e os quatro pares de mãos me iam dando umas tão deliciosas esfregadelas nos peitos que me faziam contorcer toda de puro delírio.
- Sentes-te no Paraíso, não te sentes vadia? - perguntou o padre que me fodia sentindo-me gozar -Vês como já estás a ganhar a absolvição?
Sendo assim já só faltavam os mil paus extras prometidos, pensei, mas quando depois de ter gozado, o sujeito tirou a pila fora ainda a tinha em pé.
- Até agora - comentou saracoteando a bilharda na minha frente com a mão - só o meu colega é que tem tido o prazer de saborear a tua língua, e os suspiros de prazer que deixou escapar não apenas devem ter acordado os santos do altar, como me deixaram com muita vontade de tomar contacto com ela. Está na minha vez de provar um banho da tua língua. Vamos, lambe-ma agora! Mas de quatro como quando te lambi eu.
- E o cuzinho voltado para aqui, filha - exigia por sua vez o pároco de Coimbra - Já provei a tua língua hoje mas ainda não provei o teu buraquinho secreto, por isso o cuzinho bem encostado aqui a um destes buraquinhos do tabique do confessionário, e as perninhas abertas.
Encostei o rabinho a um dos buraquinhos de menor diâmetro de maneira a exibir-lhe a cona através dele, e foi por ele que o pároco introduziu o caralho e me meteu.
- Chupa! - ouvi o outro - E levanta a cabeça que vais levar outra nossa soberba apalpadela nas mamas.
E levei, já que pelos vistos os buracos grandes do tabique do confessionário não estavam ali senão para o pervertido pároco enfiar neles os braços,para apalpar plébias como eu, com as quais brincava ele e os seus amigos, às confissões. Gozei novamente quando o senti esporrar-se todo dentro de mim, num orgasmo que me deixou a cona a escorrer sémen.
- Espero que o Criador não me castigue como castigou Onam, por ter despejado o leite fora do vaso da fêmea, mas com umas mamocas destas, eu não vejo melhor recipiente feminino onde o derramar - observou o padre a quem eu acabara de mamar, depois de o outro ter ejaculado e retirado a piça de mim - por isso minha pecadora redimida, endireita as costas para cima e segura nelas com as mãos , que eu quero esguichar nas tuas mamas.
Ele próprio se punheteou, o caralho pousado em cima dos meus peitões, as bolas bem suadinhas, encostadas nos biquinhos dos meus mamilos que eu segurava nas mãos para melhor lhos oferecer.
- Ahh! Pecados meus! Pecados meus! - exclamava sem tirar os olhos das minhas mamas, pingando esporra de todos os buracos da piça - Como adoro cobrir de leite um parzinho de mamocas como este! Estou-me a vir! ESTOU-ME A VIR!AHHHHHHHHHH!!
A esporradela que me deixou nas mamas daria para fazer um par de gémeos.
- Vês como a confissão faz bem à alma e ao espírito, Sandra? - perguntou-me então o pároco, novamente em jeito trocista, saíndo de detrás do tabique, já vestido - Tens de vir fazê-lo mais vezes, já que seguiste pela vida do pecado e da prostituição.
- Bem, senhor padre - respondi-lhe à letra, pois confissões daquelas queria eu muitas, senão pelo corpo e muito menos pelo espírito, mas pelo bem que elas faziam à minha carteira uma vez que era disso que vivia - quando quiser mais confissões destas já sabe onde me encontrar, e o preço que elas lhe custam. E a propósito, aqui o seu amigo prometeu-me outra nota de mil. Onde está ela?
Estava na sacristia, juntamente com a minha roupa e recebia-a quando despi o hábito e me troquei. Que pena não haver ali um espelho, teria gostado de me ter visto naquele hábito de freira acabadinha de foder.
Nesse final de tarde ganhei dois novos clientes, mas apesar de ter saído da igreja já bem perto das 8 horas, o pároco não me convidou para jantar, nem que entrasse em sua casa e me lavasse. Como já meu padrinho dizia, os padres bem nos podem tratar por filhos e filhas no momento da confissão, mas na hora da refeição, cada qual vai comer a sua casa.
Bjs para todos, em particular para o Anjo Gabriel, cujo comentário muito apreciei..
Uns pouco de meses mais tarde, porém, num domingo à tarde em que eu encostada à esquina da rua das putas, com a perna à mostra, exponha o meu corpo aos homens que passavam esperando que alguns deles me contratassem para uma pernada, o sr. padre passou e viu-me. Não sei se vinha à procura de fêmea, mas duvido, um pároco conhecido de Coimbra, como ele era, se quisessse putas íria procurá-las noutro sítio, por isso deduzo ter sido circunstancial a sua passagem. Em todo o caso quando me viu dirigiu-se logo a mim, embora eu tentasse desviar a cara, pois ele era amigo da minha senhoria e por nada deste mundo eu queria que ele lhe revelasse ter-me visto a trabalhar na rua do putedo.
- Então pelo que vejo, Sandra, decidistes passar a viver do pecado! - comentou - Não é bonito abandonar um trabalho humilde mas honrado, para passar a viver do pecado embora ele até possa ser lucrativo. Deves fazer uma confissão bem beita para te penitenciares da vida de perdição pela qual enveredaste, por isso amanhã às 6 da tarde passa lá pela minha igreja, que vais ajoelhar-te no confessionário.
Ajoelhada estava eu habituada a pôr-me para fazer broches aos clientes, não para confessar meus pecados a um homem de saias e com mais botões na braguilha do que pode medir o seu caralho, pelo que a primeira vontade que tive foi mandá-lo aparar os pelinhos às virgenzinhas do Paraíso, mas tratando-se de alguém bem relacionado com a minha senhoria beata, não o podia fazer. Depois lembrei-me que pecados já tinha ele cometido comigo, e por certo aquela ideia de me querer de joelhos no confessionário não devia ser tanto para me fazer redimir dos pecados mas para me acrescentar mais alguns, pelo que lhe respondi:
- Que quer, Sr. Padre? Olhe que os seus colegas procuram muito os nossos serviços, e não é para nos fazerem ajoelhar no confessionário. E se o preocupa tanto a salvação da minha alma, bem me podia dispensar uma milena nem que fosse lá da caixa das esmolas da igreja, que sempre seria menos um cliente com quem eu não teria de pecar hoje.
A verdade é que ali na rua, o pároco passou-me para as mãos uma nota de 1000 escudos, o dobro que eu cobrava a cada cliente por uma foda simples, sem direito a mamada, dizendo que o fazia como um voto de confiança que me dava para eu aparecer à confissão.
- E se a porta da entrada da igreja estiver fechada, não te preocupes - avisou-me - Entra pela da sacristia, ao lado, que alguém te receberá. E não te esqueças que vais entrar na casa do Senhor. Por isso vê se te lavas conveniente pois não é só o espírito que deves purificar na confissão.
Aparentemente um bom ministro do Senhor! Mas o ar chistoso como ele dizia aquilo bem demonstrava como o pároco se estava na tintas para toda aquela Teologia, e o que de facto ele queria de mim era aquele buraquinho peludo e resguardado no vale das nossas coxas, que todo o homem, tenha tomado votos ou não, procura numa mulher e ainda mais numa puta. Por isso, e como já recebera adiantado e como apesar de andar na vida sempre fui de contas limpas, compareci na igreja no dia seguinte, bem cheirosinha pois ía lavada de fresco.
Efectivamente a porta principal que dava acesso ao templo encontrava-se cerrada, mas uma entrada lateral apresentava a porta de madeira encostada. Não se ouvia barulho no seu interior mas eu entrei tal como o padre me recomendara e achei-me na sacristia. Um crucifixo ao fundo na parede, uma garrafa de vinho de missa meia cheia ou meia vazia, tudo dependendo da perspectiva, um armário onde provavelmente se encontravam os paramentos, é tudo o que recordo. E um homem junto a uma mesa, um homem na casa dos 40 anos, que pelo menos no tempo em que fui a serviçal do padre, não era o sacristão, achei mesmo que também este tinha ar de padre pelo tom de seminarista com que falava.
Ora merda, pensei. 1000 paus para despejar os colhões a um padre, no confessionário ou noutro qualquer local, não está mau, agora para os despejar a dois parece-me pouco.
- É a menina que vem para a confissão especial, não é? - perguntou-me ao que anui - O sr. padre não costuma fazer confissões a esta hora mas vai fazê-la para si especialmente. Apenas lhe pede que vista este hábito de penitente antes de se confessar, e ele em troca no final, juntamente com a absolvição lhe entregará outra recordação igual àquela que lhe entregou ontem na rua.
Assim é que era falar! Tirei pois a blusa e as calças de ganga que levava de bom ânimo, e como não usava sutiã este viu-me as mamas o que lhe agradou muito, como seria de esperar, vestindo de seguida o traje que ele me entregara e que era de facto um hábito de freira sem o capuz a cobrir o cabelo, e sem mangas, castanho e de um tecido grosseiro, que enfiei pela cabeça.
- Por aqui - convidou então o meu anfitrião, conduzindo-me por um corredor até outra porta que se abriu para uma outra sala, igualmente com uma comprida mesa ao centro, e um confessionário escuro de reposteiros. O padre meu conhecido encontrava-se junto a ele com um livro, tipo missal, nas mãos. Não estava no templo e percebi porquê. O pároco era um pecador, mas não tanto que se atrevesse a "confessar-me" no mesmo local onde celebrava a missa, e onde escutava os pecados das beatas.
- Entra, Sandra! - proferiu com júbilo assim que me viu - Sabia que virias. Apesar de pecadora como Santa Maria Madalena, tu és uma filha do Senhor que não deixarias de te vir ajoelhar aos pés do seu ministro.
E eu só a pensar na outra milena que na sacristia me prometeram.
- Entra no confessionário, minha filha!
Entrei e corri o reposteiro de cor vermelha e com borlas nas pontas inferiores, ajoelhando-me sobre uma prancha de madeira almofadada. O padre entrou pelo outro lado, entre onde eu estava e ele havia um tabique perfurado a meio, ouvi-o sentar-se do outro lado, chegar com a boca ao buraco redondo por onde ouviria a minha confissão, e encostar seu lábios a ele. Aliás, de buraquinhos redondos, de alto a baixo, estava o tabique do confessionário cheio, uns com diâmetro bem pequenino, mas outros bem grande, permitindo enfiar um braço por eles, e que decerto não faziam parte da sua configuração original.
- Como é que se começa, Sandra? - perguntou.
- Não sei. Não me costumo confessar - respondi-lhe
- É mau. Além de pecares com o corpo e contribuires para a dissolução das famílias, és também ímpia - vociferou - E este é o maior pecado dos dois. Começa por se dizer, perdoai-me Senhor, porque pequei. Ora repete, lá.
Depois de ter repetido a invocação cerimonial o padre quis saber que pecados eu tinha além de não me confessar nem frequentar a Igreja.
- Sou puta, senhor padre - respondi falando-lhe textualmente, pois por já o conhecer sabia que o uso do calão o excitava fortemente nos momentos íntimos, como por norma acontece com a maioria dos homens - Fodo por dinheiro, e como o senhor padre mesmo disse, contribuo para a dissolução das famílias já que a maioria dos homens que me aluga são homens casados, e eu prefiro alinhar com eles do que com solteiros, pois pagam melhor e sabem ser discretos se for preciso.
- Isso já eu sei desde ontem, minha vadia - retorquiu-me com a respiração já um pouco ofegante - E que outros pecados graves tens, minha filha que anda por maus caminhos.
- Já fiz um padre violar seus votos de castidade quando trabalhava de sopeira em casa dele - referindo-me a ele - Ainda que não lhe tivesse tirado os três pois acostumado a ver revistas com fotos de mulheres nuas como ele estava, tenho a certeza que farto de violar o voto de castidade nem que fosse tocando ao bicho, estava ele.
- Essa história também já eu a sei! - retorquiu-me - Quero é que me contes pecados bem fortes mas que eu não conheça. É para isso que servem as confissões.
Então era isso. O sacana não gostava só de ver revistas com modelos femininos pelados, nem de se aproveitar de uma menina disponível a conceder-lhe o grelo. O sacanória também gostava de ouvir.
- Sr. padre, já fiz um aborto quando tinha 16 anos - admiti-lhe então.
A respiração aumentou-se-lhe. Pelos vistos aquilo excitava-o demais.
- Esse é um pecado mortal que te conduzirá ao Inferno, minha filha, se não te arrependeres e penitenciares devidamente. Era um filho teu que não deixaste nascer. Estás arrependida?
Era puta há tempo suficiente para perceber que apesar do moralismo do seu discurso, o pároco usava aquelas palavras para se excitar ainda mais, talvez ele tivesse alguns laivos de sadismo e achasse gostoso imaginar uma jovem adolescente interrompendo a gestação do seu filho indesejado. Se ainda não tirara a pila da sotaina devia tê-la aos saltos e a pingar debaixo da cueca.
- Não, não me arrependo, senhor Padre - respondi-lhe com sinceridade - Eu era uma menina, andava a ser violada por meu padrinho, e a minha madrinha não podia saber que eu estava grávida do marido dela.
- Violada?! - admirou-se, mas denotando com os ruídos que fazia estar mexendo-se bastante na cadeira Mesmo assim! Não foi justo teres feito uma inocente criança pagar com a vida pelos pecados venais do teu padrinho. Quero saber como foi que o teu padrinho te violou e te deixou grávida e se mereces de facto a absolvição.
E eu contei mas propositadamente procurando conferir-me no meu relato o papel de víbora tentadora, que desde os 11 ou 12 anos sempre que o sabia só em casa, procurava fazer com que ele me visse nua ou em trajes muito reduzidos, para lhe ver o pau crescer debaixo do fecho das calças. E que por isso fora violada uma noite, num relato que lhe fiz recheado de pormenores em que até o tamanho da piça e dos colhões do meu violador não foram esquecidos. O relato não era de todo verdadeiro, até lhe disse que meu tio/padrinho me começara a violar aos 12 anos, quando na verdade foi aos 14, mas fi-lo por perceber que um relato daqueles tinha mais pimenta para o pároco, ia mais de encontro àquilo que ele queria ouvir de uma depravada que alugava o corpo nas ruas. Depois, e embora também não fosse integralmente verdade, contei-lhe como no Liceu gostava de levantar a blusa para os rapazes e mostrar-lhes as mamas, só para os fazer mostrar-me a pila, ou tocar uma punheta debaixo da carteira da sala de aulas.
- Gostas de ver pilas, minha filha?
- Muito, senhor padre - confirmei - Desde menina que sempre adorei ver a pila aos rapazes e provocava-os para os fazer mostrar-ma. Então se forem grandes e grossas, 20 cms para cima de preferência, tiverem um par de bolas bem preenchidas a acompanhá-las, e muito uso e experiência, deixam-me muito excitada. Isto para parceiros numa boa. Quando ando na vida quero é um caralho que se esporre rápido para mais depressa ver se arranjo outro que lhe tome o lugar.
- Quero saber como te começáste a prostituir, Sandra.
- Senhor padre - observei-lhe - pelos vistos a confissão já vai longa, e é melhor não lhe contar mais nada ou não vai tardar muito e o senhor estará a comer um pecado venal com as mãos, sem precisar de deliciar os olhos com as suas revistas de gajas nuas.
- Cala-te megera! - retorquiu-me, rindo-se - Por já imaginar que iria ser longa é que ta marquei para o final da tarde. E garanto-te que não será com as mãos que cometerei hoje qualquer pecado venal. Confessa-te como deve ser, e conta-me da primeira vez que te prostituiste já que estou a ver que a propensão para o pecado e para a devasidão nasceu contigo. Quero ouvir tudo. Onde foi, quem foi o primeiro cliente, quanto te pagou, onde te comeu, tudo. Até o tamanho do instrumento dele quero que me digas.
Era mais rápido ganhar os 1000 paus com um cliente no quarto, do que o que estava a ser expôr a minha vida de puta ao pároco. Mas como tinha vindo até ali não tinha outro jeito que não fosse atender seus desejos e contei a minha primeira experiência no negócio do sexo pago. Mas nesta altura apercebi-me que não era só o padre quem resfolegava de tesão com a minha narrativa. Nas minhas costas, coberto pelo reposteiro, alguém estava escutando tudo e estava a ficar cada vez mais "acelarado" com ela. Só podia ser o outro sujeito que eu não mais voltara a ver desde que entrara no confessionário.
- Senhor padre - observei-lhe - alguém está a ouvir a minha confissão. E isso não é mais grave do que quebrar os votos de castidade a um padre?
- Não te preocupes, minha filha - volveu-me - Tenho o poder de te absolver a ti, como de o absolver a ele, por qualquer pecado que seja cometido por qualqurr um de vós por isso continua, conta tudo sem omitires nada se queres alcançar a graça divina.
Queria eu lá saber de tal graça e das absolvições da Igreja. Mas como a função de uma puta é contribuir para o prazer dos outros, naquilo que ele tem de mais pessoal e íntimo, eu fiz-lhe um relato de várias aventuras que já tinha vivido com homens - como perdi os três no cu com Rodrigo, como participara com ele em várias ménages a trois na Sólum, como tirei os três ao Sr. Silva, o homem que só tinha um colhão, a minha experiência como prostituta em Amesterdão, e por aí fora. Agora o barulho das mãos proveniente do outro lado do tabique, não me deixava margem para dúvidas: o sr. padre tocava-se enquanto me ouvia. Óptimo! Quanto mais depressa ele se aliviasse mais depresa terminaria aquela estranha confissão, e mais depressa teria outra milena na carteira.
Mas nesse momento, quando eu esperava que o sacerdote se esporrase, o reposteiro é levantado, apenas um pouco e o outro tarado, nu da cintura para baixo, e com o pau todo duro, entra dentro do confessionário colocando-se atrás de mim.
- Continua a confessar-te, filha imoral, continua a confessar-te - pediu-me - o segredo da tua confissão estará tão seguro comigo como com aqui o sr. Padre ....
- Sim, continua, filha do pecado, continua! - frisou o outro - uma pecadora tão grande como tu, que até um filho deixou arrancar do ventre, e que já em menina se queria prostituir para o padrinho, bem precisa de dois confessores que a escutem e a absolvam.
Sinceramente acho que nem uma dúzia o conseguiria fazer, mas com 1000 paus por cada um, como ia ser o caso, não me importaria nada de me confessar a todos eles. E por isso contei-lhes como o Rodrigo me obrigara a foder com todos os rapazes da república estudantil como castigo de o ter corneado com o Zundapp, como no bordel onde trabalhei em Amesterdão tivera um cliente turco que gostava de levar pontapés nas bolas e a quem uma vez passara a seu pedido uma navalha nelas, e do assistente da faculdade que gostava de ser chicoteado e de foder com uma corda em volta da piça mas que sempre me comia o grelo e o cu por três contos de reis, pois nessa época ainda não entrara o euro.
- Também apanhas no cu, se o cliente quiser, é minha filha desviada dos caminhos do Senhor? - perguntou o padre, em tom ávido - E quanto é que levas se o cliente te quiser comer o cu?
Bem informados ficaram ambos, se um dia na rua algum deles decidisse recorrer aos meus serviços já sabia quanto isso lhe custaria.
- E já desviastes outras meninas para os mesmos caminhos de pecado carnal por onde andas?
E eu ainda na época não o tivesse feito, disse-lhe que aliciara duas colegas da faculdade com dificuldades financeiras como eu a abrir as pernas a troco de dinheiro.
- Ohhh, safada! - gemia o pároco bem agitado - És mesmo uma serva do Maligno arrrastando outras almas para o Abismo. Grande penitência vais ter de fazer!
E enquanto ia narrando alguns dos episódios mais escabrosos da minha vida, o sujeito da retaguarda uma vez tendo entrado em cena, não ficara quieto. Forçando-me com as mãos a empinar o rabinho, levantou-me a parte de baixo do hábito, e baixou-me a calcinha - branca, apenas uma tirinha de pano sobre as duas rachas, e de desapertar de lado - que uma vez tirada exibiu ao meu confessor perante os buracos do confessionário.
- Magnificat! - exclamou este - Até pela roupinha íntima se vê estarmos perante uma tentadora que veio ao mundo apenas para nos levar ao Inferno.
- E que doce é o caminho do Inferno, caro colega! - acrescentou o outro - Só esta rachinha de lábios carnudos parece desmentir todas as terríficas visões dos nossos místicos, não lhe parece? - E cheirando-me as partes com o nariz enfiado entre as pernas - Huuummm! E cheirosinha! Cheira mesmo a pito lavado e quando asim é não resisto a lamber um pitinho lavado.
E mesmo sabendo tratar-se do pito e do cu de uma puta que já fora a sopeira do padre, começou a fazer-me um delicioso minete. Ainda bem que eu não iria ficar só a confessar-me. Mas o pároco meu conhecido queria ouvir mais.
- Conta, conta tudo, que pecados tens tu de sobra.
Nem os poderia contar todos, na verdade. Mas fui contando. Como corneei meu padrinho com o Hélder no liceu para me vingar dele me ter engravidado, a violação colectiva a que fui submetida no Choupal e muitos outros episódios aos quais ele, sempre sem parar de se punhetear escutava com muita atenção. O outro entretanto, à medida que me lambia o grelo, puxava-me o hábito até ao pescoço, desnudando-me o peito, até mo tirar totalmente pelo pescoço e me deixar inteiramente nua, apenas com as botas de cano alto pretas, que nunca tirei.
- Hummm, boas maminhas tens, filhinha depravada! - voltou a aprovar o pároco - Cheinhas, mas firmes e hirtas como o pau dos teus clientes. Costumas deixar que façam espanholas nelas? Sim? Quem foi que te fez a primeira espanhola nestes teus peitões tão direitinhos?
- Foi o meu padrinho claro. E foi com uma espanhola que tive a certeza que o meu anterior namorado tinha mesmo os tomates secos como os de um cavalo empalhado - e contei como se tinham passado essas duas espanholas.
- E não saíu leite nenhum da pila dele quando ele se veio em cima das tuas mamas?
- Nem uma gotinha - assegurei - Os colhôes do João Pedro não produzem uma gota de esperma, venha-se ele onde vier.
Do outro lado da divisória o padre levantara-se.
- E a coisa deles era maior do que a minha? - inquiriu - Principalmente a desse teu namorado que tinha os tomates mais secos dos que os de um eremita desidratado, era maior que a minha?
Eu já não estava ajoelhada. Sempre a apalpar-me as mamas e a fazer-me o minete, o segundo padre para lhes chegar com mais facilidade, já me colocara literalmente de quatro.
- Oh, senhor padre, sabe como é.. -comecei por responder por me parecer que todos aqueles buraquinhos redondos no confessionário deveriam ter outra utilidade que não fosse apenas para deixar ver - Já se passaram tantos meses desde a última vez que lhe vi a sua, e com tantas pirocas tesas a passar-me todos os dias pelo corpo, que já nem me lembro como ela era.
Ele então enfiou o caralho bem armado e pingão pelo buraco por onde falara comigo.
- Era maior? - voltou a perguntar.
O caralho do pároco não era nada de se deitar fora, mas para o acicatar respondi-lhe:
- Um pouco maior , sim. Tanto o do meu padrinho como o do João Pedro.
- Ai sim? Então chupa-o! - mandou sacudindo-o - Se é mais pequeno cabe-te inteiro até ao fundo da boca. Também chupas os clientes, não chupass? E os teus namorados, também os chupas não chupas? Então chupa o meu. Tudinho.
Agarrei nele com uma das mãos.
- E não será pecado, senhor padre?
- Se não pecares como te poderemos absolver, minha filha? - foi a resposta - Já tens tantos pecados, que bem podes cometer mais um antes da absolvição.
Bem visto. Afinal confessor que absolve um pecado, bem pode absolver um cento no mesmo dia, e ao mesmo pecador. Abocanhei por isso o caralho dele e comecei a mamá-lo não sem antes lhe ter dito.
- Olhe, ó senhor padre, que uma vez com o seu cacete na boca não vou poder continuar a confessar-me.
- Cala-te depravada, que mamar-me faz parte da penitência que te impomos.
Se aquilo era uma penitência, farta de me penitenciar estava eu, tantas vezes fazia aquilo ao dia, especialmente se este me corresse bem. Mas foi uma delícia cumpri-la sentindo a língua do outro acólito coçando-me o entre-pernas até me levar ao rubro, em especial quando de dois dos buracos de maior diâmetro, o padre estendeu seus braços na minha direcção e com as mãos começou a brincar com os meus seios.
- De facto Sandra, nas tuas mamas qualquer santo se perderia para passar as mãos nelas. Huuuummmm! Chupa, safadinha, chupa tudo! Ahhhhhhhhhh!
Entretanto o outro padre, que não sei como seria a pregar no púlpito mas que a lamber era divinal, provávelmente já cansado de me fazer minetes, expressou o seu desejo de iniciar a minha penetração.
- Vamos, minha filha, senta-te no banquinho onde te ajoelhaste, virada para mim, e mostra-nos de que forma é que pecas para te podermos conferir a absolvição mais adequada - mandou - Mas agora quem se vai ajoelhar perante ti, com as minhas coxas bem encostadinhas às tuas, vou ser eu, enquanto introduzo este meu diabinho no teu inferno.
- Oh, sim, sim! - exclamou gulosamente o outro - Senta-te como te mandam, Sandra. Vira a cabecinha para cima e continua a mamar em mim.
- Ainda vou arranjar um torcicolo - protestei mas executando as ordens - Se bem que seja preferível mamar-lhe na pila, sr. padre, do que ficar sentada sendo fodida, e com a sua coisa por cima de mim a verter-me leite na cabeça.
- Já vais ver onde te vou meter o leite daqui a pouco, minha Salomé! - advertiu-me ele - Mas por agora ocupa a tua boca a coçar as gengivas no meu dardo.
Achei graça ouvi-lo chamando-me tal nome embora nunca tenha mandado cortar a cabeça a ninguém. Foi por isso com alegria, que de joelhos deixei que o segundo padre me penetrásse á cão enquanto eu de cabeça estendida mamava no caralho do outro e os quatro pares de mãos me iam dando umas tão deliciosas esfregadelas nos peitos que me faziam contorcer toda de puro delírio.
- Sentes-te no Paraíso, não te sentes vadia? - perguntou o padre que me fodia sentindo-me gozar -Vês como já estás a ganhar a absolvição?
Sendo assim já só faltavam os mil paus extras prometidos, pensei, mas quando depois de ter gozado, o sujeito tirou a pila fora ainda a tinha em pé.
- Até agora - comentou saracoteando a bilharda na minha frente com a mão - só o meu colega é que tem tido o prazer de saborear a tua língua, e os suspiros de prazer que deixou escapar não apenas devem ter acordado os santos do altar, como me deixaram com muita vontade de tomar contacto com ela. Está na minha vez de provar um banho da tua língua. Vamos, lambe-ma agora! Mas de quatro como quando te lambi eu.
- E o cuzinho voltado para aqui, filha - exigia por sua vez o pároco de Coimbra - Já provei a tua língua hoje mas ainda não provei o teu buraquinho secreto, por isso o cuzinho bem encostado aqui a um destes buraquinhos do tabique do confessionário, e as perninhas abertas.
Encostei o rabinho a um dos buraquinhos de menor diâmetro de maneira a exibir-lhe a cona através dele, e foi por ele que o pároco introduziu o caralho e me meteu.
- Chupa! - ouvi o outro - E levanta a cabeça que vais levar outra nossa soberba apalpadela nas mamas.
E levei, já que pelos vistos os buracos grandes do tabique do confessionário não estavam ali senão para o pervertido pároco enfiar neles os braços,para apalpar plébias como eu, com as quais brincava ele e os seus amigos, às confissões. Gozei novamente quando o senti esporrar-se todo dentro de mim, num orgasmo que me deixou a cona a escorrer sémen.
- Espero que o Criador não me castigue como castigou Onam, por ter despejado o leite fora do vaso da fêmea, mas com umas mamocas destas, eu não vejo melhor recipiente feminino onde o derramar - observou o padre a quem eu acabara de mamar, depois de o outro ter ejaculado e retirado a piça de mim - por isso minha pecadora redimida, endireita as costas para cima e segura nelas com as mãos , que eu quero esguichar nas tuas mamas.
Ele próprio se punheteou, o caralho pousado em cima dos meus peitões, as bolas bem suadinhas, encostadas nos biquinhos dos meus mamilos que eu segurava nas mãos para melhor lhos oferecer.
- Ahh! Pecados meus! Pecados meus! - exclamava sem tirar os olhos das minhas mamas, pingando esporra de todos os buracos da piça - Como adoro cobrir de leite um parzinho de mamocas como este! Estou-me a vir! ESTOU-ME A VIR!AHHHHHHHHHH!!
A esporradela que me deixou nas mamas daria para fazer um par de gémeos.
- Vês como a confissão faz bem à alma e ao espírito, Sandra? - perguntou-me então o pároco, novamente em jeito trocista, saíndo de detrás do tabique, já vestido - Tens de vir fazê-lo mais vezes, já que seguiste pela vida do pecado e da prostituição.
- Bem, senhor padre - respondi-lhe à letra, pois confissões daquelas queria eu muitas, senão pelo corpo e muito menos pelo espírito, mas pelo bem que elas faziam à minha carteira uma vez que era disso que vivia - quando quiser mais confissões destas já sabe onde me encontrar, e o preço que elas lhe custam. E a propósito, aqui o seu amigo prometeu-me outra nota de mil. Onde está ela?
Estava na sacristia, juntamente com a minha roupa e recebia-a quando despi o hábito e me troquei. Que pena não haver ali um espelho, teria gostado de me ter visto naquele hábito de freira acabadinha de foder.
Nesse final de tarde ganhei dois novos clientes, mas apesar de ter saído da igreja já bem perto das 8 horas, o pároco não me convidou para jantar, nem que entrasse em sua casa e me lavasse. Como já meu padrinho dizia, os padres bem nos podem tratar por filhos e filhas no momento da confissão, mas na hora da refeição, cada qual vai comer a sua casa.
Bjs para todos, em particular para o Anjo Gabriel, cujo comentário muito apreciei..
Postado por
SANDRA SAFADA
às
04:03
5
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CONFISSÕES DE UMA PUTA EM COIMBRA